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Master: Toffoli prorroga por mais 60 dias investigação da PF

Ministro Dias Toffoli prorroga investigação da Polícia Federal sobre o Banco Master
Ministro Dias Toffoli autorizou a prorrogação da investigação da Polícia Federal sobre o Banco Master

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou por mais 60 dias a investigação conduzida pela Polícia Federal (PF) que apura possíveis irregularidades envolvendo o Banco Master. A decisão atende a um pedido formal da corporação e mantém o inquérito sob sigilo judicial.

Relator do caso no STF, Toffoli avaliou que a Polícia Federal apresentou justificativas suficientes para a ampliação do prazo. Segundo o ministro, a complexidade das apurações exige mais tempo para a conclusão das diligências em andamento.

No despacho, Toffoli afirmou que o volume de informações coletadas demanda análises técnicas detalhadas. Por isso, o magistrado considerou necessária a extensão do prazo para garantir a correta apuração dos fatos.

PGR assume custódia do material apreendido

Durante a investigação, a Polícia Federal apreendeu celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos. Inicialmente, o STF manteria os itens lacrados sob sua guarda. Contudo, após nova avaliação, Toffoli determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) assuma a custódia do material.

Além disso, o ministro autorizou o acesso de quatro peritos aos equipamentos. Esses profissionais acompanharão a extração de dados e a realização das perícias, consideradas etapas essenciais para o avanço da investigação.

Operação incluiu buscas e prisão temporária

A operação da Polícia Federal resultou em novas buscas e apreensões em endereços ligados a Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. Durante a ação, a Justiça decretou a prisão temporária do investidor Fabiano Campos Zettel, cunhado de Vorcaro.

Além dele, a investigação envolve o empresário Nelson Tanure e o investidor João Carlos Mansur, ex-presidente da gestora Reag Investimentos. A Polícia Federal apura a existência de um suposto esquema de fraudes na instituição financeira.

De acordo com os investigadores, o pedido de prorrogação se tornou necessário porque surgiram novos indícios de ilícitos. As autoridades também identificaram a necessidade de ampliar o escopo das diligências realizadas até o momento.

Novo prazo busca garantir conclusão do inquérito

Com a decisão do STF, a Polícia Federal terá mais dois meses para aprofundar as investigações, consolidar provas e concluir os laudos técnicos. Ao final do prazo, a corporação deverá encaminhar o relatório conclusivo às autoridades responsáveis.

O caso segue sob acompanhamento direto do Supremo Tribunal Federal e permanece em sigilo, enquanto as apurações avançam.

Fonte: Metrópoles

Enxaqueca pode ser de família como a genética influencia e o que fazer

Mulher com enxaqueca segurando as têmporas em ambiente doméstico
Estudos indicam que a genética influencia o risco de enxaqueca em famílias

A enxaqueca é uma condição neurológica comum, incapacitante e frequentemente subestimada. Em muitos casos, as crises intensas de dor de cabeça não surgem por acaso. De acordo com estudos científicos, a genética exerce influência direta no desenvolvimento da doença, o que explica por que pais, filhos e irmãos costumam relatar sintomas semelhantes ao longo da vida.

Além disso, relatos familiares frequentes em consultórios médicos encontram respaldo em pesquisas com famílias e gêmeos. Esses estudos mostram que a hereditariedade responde por uma parcela significativa do risco individual de desenvolver enxaqueca.

O que a ciência explica sobre a hereditariedade da enxaqueca

A enxaqueca é classificada como uma condição poligênica e multifatorial. Ou seja, não existe um único “gene da dor de cabeça”. Pelo contrário, diversas variações genéticas, cada uma com pequeno efeito, interagem entre si e com fatores ambientais para aumentar a suscetibilidade à doença.

Segundo estimativas científicas, a hereditariedade da enxaqueca varia entre 35% e 60%, dependendo do subtipo e da população analisada. Quando apenas um dos pais tem enxaqueca, o risco de o filho desenvolver a condição pode chegar a cerca de 50%. Por outro lado, esse risco tende a ser ainda maior quando ambos os pais apresentam a doença.

No entanto, a genética não determina um destino inevitável. Nem todas as pessoas com histórico familiar terão enxaqueca. Da mesma forma, indivíduos sem casos na família também podem desenvolver a condição ao longo da vida.

Como os genes influenciam os mecanismos da dor

Grandes estudos de associação genômica identificaram dezenas de regiões do DNA associadas ao risco de enxaqueca. Essas variações genéticas se relacionam, principalmente, ao funcionamento dos neurônios, à regulação da dor e às respostas inflamatórias e vasculares do organismo.

Além disso, a interação entre fatores genéticos e ambientais ajuda a explicar por que a doença se manifesta de forma diferente entre pessoas da mesma família. Elementos como estresse, alterações hormonais, qualidade do sono, alimentação e hábitos de vida exercem papel decisivo na frequência e na intensidade das crises.

Existem ainda formas raras da doença, como a enxaqueca hemiplégica familiar, causada por mutações específicas em genes únicos. Entretanto, esses casos representam apenas uma pequena parcela do total de pacientes diagnosticados com enxaqueca.

O que fazer ao ter histórico familiar de enxaqueca

Compreender o componente genético da enxaqueca orienta decisões clínicas mais eficazes. Por isso, pessoas com histórico familiar positivo podem se beneficiar de avaliação neurológica precoce, identificação de gatilhos individuais e estratégias personalizadas de prevenção.

Além do acompanhamento médico, mudanças no estilo de vida fazem diferença no controle das crises. Manter rotina de sono regular, alimentação equilibrada, hidratação adequada e controle do estresse reduz a frequência e a intensidade das dores. Em alguns casos, médicos indicam terapias preventivas específicas, sempre com acompanhamento profissional.

Em famílias com quadros mais graves ou recorrentes, o aconselhamento genético também pode auxiliar. Essa abordagem ajuda a interpretar riscos, alinhar expectativas e orientar o manejo da condição ao longo do tempo.

Entender a genética ajuda a reduzir o estigma da doença

Reconhecer que a enxaqueca tem base biológica contribui para combater o estigma que ainda envolve a doença. A dor não resulta de exagero ou fragilidade, mas de mecanismos neurológicos complexos influenciados por fatores genéticos e ambientais.

Com esse entendimento, pacientes e profissionais de saúde tomam decisões mais bem fundamentadas. Como consequência, o diagnóstico se torna mais precoce, o tratamento mais eficaz e a qualidade de vida melhora de forma significativa.

Texto baseado em análise científica publicada pela CNN Brasil, com contribuição do neurologista Marcelo Zalli, professor titular de Neurologia.

Fonte: CNN Brasil

Após três anos, Porto Velho reabre negociação de dívidas com o Refis 2026

Contribuintes são atendidos em repartição pública durante a reabertura do Refis 2026 em Porto Velho
Programa Refis 2026 permite renegociação de dívidas municipais com descontos em multas e juros em Porto Velho

Depois de três anos sem possibilidade de renegociação, a Prefeitura de Porto Velho voltou a oferecer aos contribuintes a chance de regularizar dívidas fiscais. A medida ocorre por meio do Refis 2026, iniciado no dia 5 de janeiro. O prazo para adesão segue aberto até 30 de abril.

Durante esse período sem negociação, muitos cidadãos e empresas enfrentaram restrições financeiras. Além disso, houve protestos em cartório, bloqueios fiscais e dificuldades para obtenção de certidões. Agora, com a retomada do programa, o município busca reduzir esses impactos.

A Secretaria Municipal de Economia (Semec) coordena o Refis 2026. O programa contempla débitos relacionados a tributos e taxas municipais. Entre eles estão IPTU, ISS, alvarás, licenças e outros encargos em atraso.

Refis oferece descontos e parcelamento facilitado

O Refis Municipal 2026 concede descontos em multas e juros, conforme a modalidade escolhida pelo contribuinte. Em alguns casos, o abatimento pode chegar a 100%. Além disso, o programa permite parcelamento dos débitos em até 36 vezes.

Dessa forma, a prefeitura amplia o acesso à regularização fiscal. Ao mesmo tempo, reduz o impacto financeiro imediato para quem deseja quitar as pendências.

Para aderir ao programa, o contribuinte precisa estar em dia com o IPTU e a Taxa de Resíduos Sólidos referentes ao exercício de 2025. Essa exigência garante que os tributos mais recentes estejam quitados.

Prefeito destaca diálogo e compromisso com a população

O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, afirmou que a reabertura do Refis reforça o compromisso da gestão com o diálogo. Segundo ele, a negociação fortalece a relação entre o poder público e os contribuintes.

Além disso, o prefeito destacou que a regularização fiscal contribui para a melhoria dos serviços públicos. “Trabalhamos para apresentar o Refis 2026 como uma solução concreta. Esse esforço se transforma em ações para o desenvolvimento da cidade”, afirmou.

Quem pode participar do Refis 2026

Podem aderir ao programa pessoas físicas e jurídicas com débitos junto ao município. Isso inclui valores inscritos em dívida ativa, em cobrança judicial, com cobrança suspensa ou protestados em cartório.

Portanto, contribuintes que enfrentam qualquer uma dessas situações podem buscar a renegociação dentro do prazo estabelecido. A adesão deve ocorrer até 30 de abril, pelos canais oficiais da Prefeitura de Porto Velho.

Regularização fiscal ajuda na retomada econômica

A retomada do Refis após três anos representa uma oportunidade concreta de reorganização financeira. Ao regularizar a situação fiscal, cidadãos e empresas evitam sanções e recuperam a capacidade de atuar plenamente.

Ao mesmo tempo, o município fortalece sua arrecadação. Com isso, amplia investimentos em áreas essenciais e melhora a prestação de serviços à população.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

Resultado do Enem 2025 é divulgado; veja perguntas e respostas

Caderno de provas do Enem 2025 com destaque para divulgação do resultado
Resultado do Enem 2025 já está disponível para consulta dos participantes

Milhões de estudantes que participaram do Enem 2025 já podem consultar o resultado oficial divulgado nesta sexta-feira (16). Desde cedo, os dados estão disponíveis na Página do Participante. No entanto, mais do que conferir a nota final, compreender o desempenho se tornou decisivo para quem pretende disputar vagas no ensino superior.

Por isso, o exame segue como a principal porta de entrada para universidades públicas e privadas no Brasil. Além disso, o resultado também define o acesso a bolsas e financiamentos estudantis por meio de programas federais.

Que horas saiu o resultado do Enem 2025?

O Ministério da Educação confirmou a liberação do resultado do Enem 2025 na manhã desta sexta-feira. Dessa forma, os participantes já conseguem visualizar as notas conforme o cronograma oficial divulgado pelo Inep.

Onde consultar a nota do Enem 2025?

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulga as notas exclusivamente pela Página do Participante. Para acessar o resultado, o candidato deve seguir alguns passos simples.

Primeiramente, é necessário entrar no site oficial do Enem. Em seguida, o participante faz login com CPF e senha da conta gov.br. Logo depois, o sistema libera o boletim individual, que apresenta as notas por área do conhecimento e a pontuação da redação.

Como funciona a nota do Enem?

Ao contrário de provas tradicionais, o Enem não adota uma escala fixa de zero a dez. Em vez disso, o exame utiliza a Teoria de Resposta ao Item (TRI), um modelo estatístico que avalia não apenas o número de acertos, mas também a dificuldade das questões respondidas corretamente.

Na prática, isso significa que candidatos com a mesma quantidade de acertos podem obter notas diferentes. Enquanto acertos em questões difíceis elevam a pontuação, erros em itens considerados fáceis tendem a reduzi-la. Assim, o sistema busca evitar chutes e garantir maior precisão na avaliação.

Como interpretar a nota da redação?

A redação do Enem vale até 1.000 pontos e passa por correção baseada em cinco competências. Cada uma delas recebe até 200 pontos. Por esse motivo, o desempenho na escrita exerce grande influência na classificação final.

Como referência geral, notas entre 900 e 1.000 pontos indicam excelente desempenho. Já pontuações entre 700 e 899 pontos mostram resultado muito bom. Por outro lado, notas abaixo de 500 pontos limitam as oportunidades, sobretudo porque zerar a redação elimina o candidato dos principais programas governamentais.

Quantos pontos são necessários para passar no Sisu?

Não existe uma nota mínima fixa para aprovação. A pontuação exigida varia conforme o curso, a universidade e o nível de concorrência. Portanto, o principal indicador é a nota de corte, que muda diariamente durante o período de inscrições.

Enquanto isso, acompanhar essas variações ajuda o candidato a ajustar as opções e aumentar as chances de seleção.

Onde usar a nota do Enem 2025?

Com o resultado em mãos, o estudante pode disputar vagas em diferentes programas. Entre eles estão o Sisu, que seleciona candidatos para universidades públicas, o Prouni, que oferece bolsas em instituições privadas, e o Fies, que disponibiliza financiamento estudantil com condições específicas.

Dessa forma, a nota do Enem amplia significativamente as possibilidades de acesso ao ensino superior.

É possível recorrer da nota do Enem?

Não. O Inep não permite recurso ou revisão das notas divulgadas. Assim, o resultado publicado permanece definitivo.

Dá para usar notas de anos anteriores?

Sim. A partir deste ano, o Sisu passou a considerar as notas das três últimas edições do Enem. Com isso, candidatos que fizeram o exame em 2024, 2025 ou 2026 podem usar a melhor pontuação para concorrer às vagas.

Quem faltou a um dia de prova pode usar a nota?

Não. Para utilizar o resultado, o candidato precisa ter comparecido aos dois dias de prova e, além disso, não pode ter zerado a redação.

Com a divulgação do resultado do Enem 2025, os estudantes entram agora em uma etapa estratégica. A partir desse momento, avaliar notas, acompanhar as notas de corte e escolher cursos de forma consciente se torna essencial. Portanto, interpretar corretamente o desempenho pode fazer toda a diferença na conquista de uma vaga no ensino superior.

Fonte: SBT News

Moraes inclui Receita e Coaf em inquérito das fake news

Alexandre de Moraes durante sessão do STF ao incluir Receita e Coaf no inquérito das fake news
Ministro Alexandre de Moraes ampliou o inquérito das fake news para investigar possível vazamento de dados fiscais no STF.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decidiu incluir a Receita Federal e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) no inquérito das fake news. A medida amplia o alcance da investigação e busca apurar um possível vazamento de dados fiscais de ministros da Corte.

Segundo o magistrado, há indícios de que informações protegidas por sigilo possam ter sido acessadas ou divulgadas de forma irregular. Por isso, a apuração passa a envolver diretamente os dois órgãos federais.

Apuração investiga possível violação de sigilo

Com a decisão, Moraes abriu uma nova frente dentro do próprio inquérito das fake news. Apesar disso, o Supremo não instaurou um novo procedimento. O ministro optou por ampliar o escopo da investigação já existente.

De acordo com o despacho, a suspeita é que dados fiscais tenham alimentado ataques e campanhas de desinformação contra integrantes do tribunal. Assim, a apuração busca identificar a origem dessas informações.

A decisão foi tomada na terça-feira (13). Inicialmente, o site Poder360 revelou o caso, que o SBT News confirmou em seguida.

Receita Federal e Coaf se manifestam

Em nota oficial, a Receita Federal informou que recebe diversas solicitações judiciais para fornecimento de dados. No entanto, o órgão afirmou que não comenta casos específicos por causa do sigilo tributário e judicial.

Além disso, a Receita destacou que atua de forma técnica, com base na legalidade e na proteção de informações fiscais.

Já o Coaf informou que não irá comentar o assunto.

Inquérito das fake news segue como base da investigação

O Supremo abriu o inquérito das fake news em março de 2019, durante a presidência do ministro Dias Toffoli. Na época, o tribunal instaurou a investigação de ofício, com base no artigo 43 do regimento interno do STF.

Esse dispositivo autoriza a abertura de inquérito quando ocorre infração penal nas dependências da Corte ou envolvendo autoridades sob sua jurisdição. Naquele momento, Toffoli designou Alexandre de Moraes como relator.

Inicialmente, o procedimento buscava apurar ameaças, ataques e a disseminação de informações falsas contra ministros do Supremo.

Contexto envolve apurações sobre o Banco Master

A ampliação do inquérito ocorre em meio ao avanço das investigações da Polícia Federal sobre fraudes envolvendo o Banco Master. Reportagens recentes apontaram relações financeiras envolvendo familiares de ministros e operações suspeitas ligadas à instituição.

Diante desse cenário, Moraes afirmou que informações divulgadas pela imprensa podem ter surgido a partir de vazamentos da Receita Federal ou do Coaf. Por isso, o ministro determinou a inclusão dos órgãos na apuração.

Com a nova etapa, o STF deve aprofundar a análise sobre a origem dos dados e eventuais responsabilidades por violações de sigilo, mantendo o inquérito das fake news como instrumento central da investigação.

Fonte: SBT News

Estudo mostra a porcentagem de degradação anual das baterias de carros elétricos

Degradação anual das baterias de carros elétricos segundo estudo com dados de mais de 10 mil veículos
Estudo indica que a degradação anual das baterias de carros elétricos caiu para cerca de 1,8% ao ano

Um novo estudo baseado em dados de mais de 10 mil veículos elétricos revelou como ocorre a degradação anual das baterias de carros elétricos ao longo do tempo. Desde o início, a análise ajuda a responder uma das dúvidas mais comuns entre consumidores interessados na mobilidade elétrica: quanto essas baterias realmente duram na prática.

Para isso, o levantamento utilizou informações de telemetria coletadas pela empresa Geotab, especializada em gestão de frotas. Além disso, os dados analisados abrangem diferentes marcas, modelos e condições de uso, o que amplia a confiabilidade dos resultados apresentados.

Degradação anual apresenta queda em relação a estudos anteriores

De acordo com o estudo, levantamentos realizados em 2019 indicavam uma degradação média anual em torno de 2,3%. No entanto, dados mais recentes, consolidados até 2024, mostram que essa taxa caiu para aproximadamente 1,8% ao ano. Dessa forma, os resultados reforçam avanços importantes na tecnologia das baterias e nos sistemas de gerenciamento térmico.

Na prática, essa redução significa que a maioria dos veículos elétricos consegue manter boa autonomia por mais de uma década. Além disso, segundo a Geotab, caso o ritmo de degradação permaneça estável, muitas baterias podem ultrapassar 20 anos de vida útil, o que é especialmente relevante para gestores de frotas e estratégias de redução de emissões.

Perda de autonomia ocorre de forma gradual ao longo dos anos

Ao mesmo tempo, o estudo confirma que a perda de autonomia ocorre de maneira gradual, sem quedas abruptas de desempenho. Mesmo com o desgaste natural, os veículos elétricos preservam grande parte da capacidade energética ao longo dos anos. Por isso, o valor de uso no longo prazo tende a se manter elevado.

Além do mais, esse comportamento ajuda a reduzir a chamada ansiedade de autonomia, um dos principais receios de quem ainda avalia a transição para veículos elétricos.

Principais fatores que influenciam a saúde da bateria

Segundo os pesquisadores, diversos fatores influenciam diretamente a saúde da bateria. Entre eles, destacam-se a temperatura ambiente, o estado de carga, o tipo de carregamento e o sistema de gerenciamento térmico do veículo.

Por outro lado, climas extremos tendem a acelerar o desgaste das células. Por isso, manter a carga entre 20% e 80% é uma prática recomendada, pois reduz o estresse químico interno e contribui para prolongar a vida útil da bateria.

Tipo de carregamento interfere diretamente na degradação

Além da temperatura, o método de recarga faz diferença. O uso frequente de carregamento rápido em corrente contínua (DC) tende a acelerar a degradação, principalmente em regiões mais quentes. Em contrapartida, o carregamento em corrente alternada (AC), mais lento, apresenta impacto significativamente menor na saúde da bateria.

Da mesma forma, o sistema de resfriamento adotado pelo veículo influencia os resultados. Modelos com resfriamento líquido demonstram taxas de degradação menores quando comparados aos que utilizam resfriamento a ar.

Como exemplo, o estudo aponta que um Tesla Model S de 2015 apresentou degradação média de 2,3%, enquanto um Nissan Leaf do mesmo ano chegou a 4,2%, diferença atribuída principalmente ao controle térmico mais eficiente.

Uso intenso não acelera necessariamente o desgaste

Curiosamente, o uso intenso do veículo não se mostrou um fator decisivo para maior degradação. De acordo com os dados, carros elétricos com alta quilometragem não apresentaram desgaste significativamente superior ao de veículos pouco utilizados. Ainda assim, esse resultado depende de boas práticas, como evitar recargas rápidas constantes.

Além disso, o estudo detalha o conceito de Estado de Saúde da bateria (SOH), métrica que indica quanto da capacidade original ainda está disponível. Assim, uma bateria com 90% de SOH entrega efetivamente 90% da energia inicial, o que, na maioria dos casos, não compromete o uso diário.

Boas práticas ajudam a prolongar a vida útil das baterias

Por fim, os pesquisadores recomendam medidas simples para prolongar a vida útil das baterias. Entre elas estão reduzir a exposição prolongada ao calor, evitar deixar o carro totalmente carregado ou descarregado por longos períodos e priorizar carregamentos mais lentos sempre que possível.

Com base nesses dados, a Geotab conclui que as baterias de veículos elétricos estão se degradando mais lentamente do que muitos consumidores imaginam. Portanto, ao seguir boas práticas de uso e carregamento, os carros elétricos podem apresentar durabilidade compatível ou até superior à vida útil de veículos a combustão.

Fonte: Tudo Celular

Mega-Sena, concurso 2.960: prêmio acumula e vai a R$ 41 milhões

Prêmio da Mega-Sena acumulado chega a R$ 41 milhões no concurso 2.960
Mega-Sena acumula no concurso 2.960 e prêmio principal sobe para R$ 41 milhões

O prêmio acumulado da Mega-Sena voltou a chamar a atenção dos apostadores no concurso 2.960, após nenhuma aposta acertar as seis dezenas sorteadas na noite desta quinta-feira (15), em São Paulo. Com isso, o valor principal chegou a R$ 41 milhões, e a Caixa confirmou que o próximo sorteio acontece no sábado (17).

As dezenas sorteadas foram 03 – 13 – 15 – 16 – 46 – 47.

Embora ninguém tenha levado o prêmio principal, a quina contemplou 46 apostas, que receberam R$ 38.114,61 cada. Além disso, a quadra premiou 3.175 apostas, com valor individual de R$ 910,23.

Sorteio ocorreu em São Paulo

A Caixa realizou o sorteio do concurso 2.960 conforme o cronograma oficial das Loterias Caixa. Como resultado, a ausência de ganhadores na faixa principal fez o prêmio acumular automaticamente para o próximo concurso.

Ao mesmo tempo, a instituição reforçou que os sorteios seguem critérios públicos e auditáveis, garantindo transparência ao processo.

Como apostar na Mega-Sena

Os interessados podem registrar suas apostas até as 20h (horário de Brasília) do dia do sorteio. Para isso, o jogador pode ir a qualquer lotérica do país ou utilizar os canais digitais da Caixa, como o site e o aplicativo Loterias Caixa.

Além disso, os bolões digitais seguem disponíveis até as 20h30, exclusivamente pela plataforma online, o que facilita a participação coletiva.

Valor da aposta e chances de ganhar

Atualmente, a aposta simples da Mega-Sena, com seis números, custa R$ 6. Segundo a Caixa, essa modalidade oferece probabilidade de 1 em 50.063.860 de conquistar o prêmio principal.

Por outro lado, quem escolhe uma aposta com 20 dezenas, ao custo de R$ 232.560, aumenta significativamente as chances, que passam para 1 em 1.292, conforme dados oficiais divulgados pela instituição.

Próximo sorteio

Com o prêmio acumulado, a expectativa cresce entre os apostadores em todo o país. Por isso, a Caixa estima maior movimento nas lotéricas e plataformas digitais até o próximo sorteio da Mega-Sena, marcado para sábado (17), com prêmio estimado em R$ 41 milhões.

Fonte: G1

Transporte especializado Porto Velho: Prefeitura entrega cinco micro-ônibus adaptados

Micro-ônibus adaptado do transporte especializado de Porto Velho entregue para atendimento a pessoas com deficiência e TEA
Prefeitura de Porto Velho entrega micro-ônibus adaptado para reforçar o transporte especializado de pessoas com deficiência e TEA

Este vídeo mostra a entrega de cinco micro-ônibus adaptados realizada pela Prefeitura de Porto Velho, ampliando o transporte especializado em Porto Velho voltado a pessoas com deficiência e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Durante a reportagem, o prefeito Léo Moraes destaca que a ampliação da frota reforça as políticas públicas de inclusão e garante mais dignidade no deslocamento dos usuários.

A importância do serviço também é ressaltada por familiares e representantes da sociedade civil. Regina Silva, avó de pessoas com TEA, relata que o transporte facilita o acesso a terapias e atendimentos essenciais. Já Sílvia Thomaz, vice-presidente da AMA Rondônia, enfatiza que a acessibilidade é fundamental para promover autonomia e inclusão social.

O vídeo também traz o depoimento de José Roberto, presidente do Clube de Basquetebol em Cadeira de Rodas Vida Ativa, que destaca o impacto do transporte acessível na mobilidade e independência das pessoas com deficiência.

A iniciativa integra os esforços para tornar Porto Velho uma cidade mais acessível, humana e preparada para atender às necessidades específicas da população.

Moraes determina transferência de Bolsonaro da PF para a Papudinha

Bolsonaro em imagem séria após decisão de Alexandre de Moraes que determinou transferência da PF para a Papudinha
Jair Bolsonaro foi transferido da Polícia Federal para a Papudinha após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (15) a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha, no Complexo Penitenciário da Papuda. Com isso, Bolsonaro deixa a custódia da Polícia Federal e passa a cumprir pena em uma unidade da Polícia Militar.

Além disso, a decisão estabelece que o ex-presidente permaneça em uma sala de Estado-Maior, estrutura reservada a presos com prerrogativas legais específicas. Segundo o STF, o espaço possui características semelhantes ao utilizado anteriormente pelo ex-ministro Anderson Torres, o que garante isonomia no cumprimento da pena.

Atendimento médico integral autorizado

Além da mudança de local, Moraes autorizou que Bolsonaro receba assistência médica integral, 24 horas por dia, tanto por profissionais do sistema penitenciário quanto por médicos particulares previamente cadastrados. Dessa forma, não será necessária comunicação prévia ao Supremo para cada atendimento de rotina.

Caso ocorra alguma intercorrência clínica, o ex-presidente poderá ser encaminhado imediatamente a hospitais. Nesse caso, a defesa deverá informar o STF em até 24 horas após o atendimento, conforme determina a decisão judicial.

Da mesma maneira, o ministro autorizou a realização de sessões de fisioterapia, desde que haja indicação médica. Para isso, o profissional responsável deverá ser previamente cadastrado e comunicado à Corte.

Alimentação especial e decisões complementares

Outro ponto definido por Moraes diz respeito à alimentação especial, que será fornecida diariamente. Assim, caberá à defesa indicar o responsável pela entrega das refeições, respeitando as normas da administração penitenciária.

Por outro lado, o ministro negou o pedido de acesso a uma smart TV. Segundo a decisão, o benefício não se enquadra nas regras previstas para a unidade prisional, motivo pelo qual o pedido foi rejeitado.

Além dessas medidas, Bolsonaro passará por avaliação de uma junta médica oficial, composta por médicos da própria Polícia Federal. Dessa forma, o STF poderá acompanhar de forma técnica e contínua o estado de saúde do ex-presidente.

Estrutura e regras da Papudinha

A Papudinha está localizada próxima às unidades da Papuda destinadas a presos comuns e possui capacidade aproximada para 60 detentos. Atualmente, o espaço conta com oito celas no formato de alojamentos coletivos, equipadas com banheiro, chuveiro, cozinha, lavanderia, quarto e sala.

Segundo a Polícia Militar, todas as instalações passaram por reforma em 2020. Além disso, os presos têm direito a itens de higiene, limpeza, roupas e enxoval fornecidos pela administração penitenciária. Ainda conforme o regulamento interno, a unidade permite o uso de televisores e equipamentos de ventilação mecânica.

Entre as autorizações concedidas ao ex-presidente estão:

  • visitas semanais da esposa e dos filhos;

  • assistência religiosa;

  • autorização para leitura;

  • instalação de barras de apoio na cama;

  • uso de aparelhos de fisioterapia, como esteira e bicicleta.

Cumprimento da pena

Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão. Diante disso, a transferência para a Papudinha ocorre dentro das regras legais previstas para o cumprimento da pena, respeitando as garantias asseguradas ao ex-presidente.

Com a decisão, o STF mantém o acompanhamento permanente das condições de custódia e de saúde, enquanto assegura a execução da medida judicial de forma controlada, supervisionada e contínua.

Fonte: G1

Brasil: Meta volta atrás e libera chatbots de IA no WhatsApp

Meta libera chatbots de inteligência artificial no WhatsApp após recuo no Brasil
Decisão da Meta libera novamente chatbots de IA de terceiros no WhatsApp após investigação do Cade.

A Meta voltou atrás e liberou a operação de chatbots de inteligência artificial de terceiros no WhatsApp no Brasil. Com isso, a empresa muda uma regra que havia causado forte reação no mercado. Além disso, a decisão ocorre após a abertura de um inquérito administrativo pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Dessa forma, ferramentas como ChatGPT e Copilot voltam a funcionar dentro do WhatsApp Business. Antes disso, a Meta havia bloqueado esse tipo de integração, o que gerou críticas de especialistas e desenvolvedores.

Meta havia imposto restrições aos chatbots

Em outubro de 2025, a Meta alterou sua política de API empresarial. Na ocasião, passou a proibir que provedores distribuíssem seus próprios assistentes de IA pelo WhatsApp. Com isso, apenas soluções internas continuariam operando.

Na prática, a regra afetava chatbots de terceiros. Enquanto isso, o Meta AI, sistema da própria empresa, seguia funcionando normalmente. Segundo a Meta, empresas que usam IA apenas para atendimento não seriam impactadas.

No entanto, a decisão gerou questionamentos. Por esse motivo, especialistas passaram a apontar risco de prejuízo à concorrência e possível favorecimento de soluções internas da big tech.

Cade investiga possível abuso de posição dominante

Diante desse cenário, o Cade abriu um inquérito administrativo para apurar possíveis condutas anticoncorrenciais. Segundo o órgão, há indícios de que a Meta poderia estar usando sua posição dominante para excluir concorrentes do ecossistema do WhatsApp.

Enquanto a investigação avança, a Superintendência-Geral determinou a suspensão das novas regras. Assim, o Cade busca preservar o ambiente competitivo e garantir a efetividade da apuração.

Ao final do processo, o órgão decidirá se abre um processo administrativo ou se arquiva o caso.

Meta recua e libera novamente os chatbots

Após a pressão regulatória, a Meta comunicou aos provedores que não exigirá mais notificações aos usuários brasileiros sobre a interrupção de serviços de IA. Com essa decisão, a empresa sinaliza um recuo claro em sua estratégia inicial.

Além disso, a Meta desistiu de aplicar restrições específicas a números com o código +55. Na prática, o movimento libera novamente os chatbots de terceiros no WhatsApp no Brasil.

Segundo informações divulgadas, a mudança foi comunicada aos provedores por meio de um aviso citado pelo site TechCrunch.

O que diz a Meta sobre a decisão

Em nota, a Meta afirmou que considera as acusações “fundamentalmente equivocadas”. De acordo com a empresa, o WhatsApp não foi projetado para funcionar como uma loja de aplicativos.

Além disso, a companhia defende que a entrada de chatbots de IA no mercado deve ocorrer por meio de lojas de aplicativos, sites próprios ou parcerias. Para a Meta, o uso intensivo de IA no WhatsApp Business pode sobrecarregar sistemas não preparados para esse tipo de operação.

Caso semelhante já ocorreu na Europa

Fora do Brasil, a situação também gerou reações. Na União Europeia, autoridades antitruste abriram investigações contra a Meta. Da mesma forma, na Itália, a agência de concorrência questionou formalmente as novas regras.

Assim como agora, a empresa acabou voltando atrás e liberando novamente os chatbots de IA naquele mercado.

Próximos passos do caso no Brasil

Enquanto isso, o Cade segue monitorando a atuação da Meta. Caso identifique irregularidades, o órgão poderá abrir um processo administrativo e aplicar sanções.

Por outro lado, a decisão já representa um alívio para desenvolvedores e empresas de tecnologia. Afinal, eles recuperam o acesso a um dos principais canais de comunicação digital do país.

Fonte: Olhar Digital

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Fraude no INSS avança com negociação de delação premiada no STF. Defesa de Lulinha afirma que ele não é investigado.
Vacina contra dengue em Rondônia e avanço da ponte na RO 495 com ação do Rondônia Cidadã

Vacina contra dengue, ponte e Rondônia Cidadã movimentam o estado

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Vacina contra dengue começa a ser aplicada em Rondônia enquanto ponte na RO 495 avança e Rondônia Cidadã leva serviços a Jaru.
STF condena irmãos Brazão a 76 anos pelo assassinato de Marielle Franco

STF condena irmãos Brazão a 76 anos e 3 meses por assassinato de Marielle

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O STF condena irmãos Brazão a 76 anos e 3 meses pelo assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes e fixa R$ 7 milhões em indenizações.