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quarta-feira, junho 24, 2026
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PF faz operação de combate a crimes de exploração sexual infantil

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operação contra exploração sexual infantil
Ação integrada da Polícia Federal mobiliza agentes em todo o país no combate à exploração sexual infantil

Operação contra exploração sexual infantil mobiliza a Polícia Federal nesta terça-feira (28) em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. A ação cumpre 159 mandados de busca e apreensão e 16 mandados de prisão preventiva, com foco na identificação e prisão de investigados por crimes de abuso sexual contra crianças e adolescentes.

A ofensiva faz parte da Operação Nacional Proteção Integral IV e integra uma articulação internacional denominada Operação Internacional Aliados pela Infância VI. Segundo a PF, a iniciativa reúne forças estaduais, federais e autoridades estrangeiras para enfrentar crimes transnacionais que violam a dignidade sexual de crianças e adolescentes.

Painel da operação

Números principais da ação

A operação reúne medidas judiciais no Brasil e integra uma ofensiva internacional contra crimes sexuais envolvendo crianças e adolescentes.

Busca e apreensão
159mandados cumpridos em todos os estados e no Distrito Federal.
Prisões preventivas
16ordens de prisão miram investigados por crimes contra menores.
Alcance internacional
15países participam da frente coordenada Aliados pela Infância VI.
Resultado parcial
269mandados já haviam sido cumpridos na etapa internacional da operação. 

Operação contra exploração sexual infantil ocorre em todos os estados

A operação contra exploração sexual infantil ocorre de forma simultânea em território nacional. Agentes federais cumprem ordens judiciais nos 26 estados e no Distrito Federal, em uma ofensiva voltada a reunir provas, localizar suspeitos e interromper redes ligadas a crimes sexuais contra menores.

De acordo com a Polícia Federal, a ação nacional busca fortalecer a resposta institucional a crimes que envolvem produção, armazenamento, compartilhamento ou circulação de material de abuso sexual infantojuvenil. Além disso, a operação mira investigados que possam atuar em ambientes digitais e em conexões interestaduais.

Como a ação foi organizada

A operação combina investigação policial, cumprimento de ordens judiciais e cooperação entre forças de segurança.

1. Identificação: localização de suspeitos e endereços ligados aos crimes investigados.
2. Cumprimento: execução de mandados de busca, apreensão e prisão preventiva.
3. Cooperação: troca de informações entre autoridades brasileiras e estrangeiras.

PF aponta cooperação internacional contra crimes sexuais infantis

A operação contra exploração sexual infantil também faz parte de um esforço internacional. Segundo a corporação, a Operação Internacional Aliados pela Infância VI ocorre simultaneamente em 15 países, com cumprimento de mandados em múltiplas jurisdições.

Participam da iniciativa Argentina, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Espanha, França, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana e Uruguai. Até a atualização citada pela reportagem original, haviam sido cumpridos 269 mandados no âmbito internacional.

Alcance internacional

Mandados ultrapassam fronteiras

O Brasil aparece com o maior volume de mandados informados na operação internacional, seguido por países da América Latina e da Europa.

Brasil: 175
Argentina: 68
Panamá: 7
Paraguai: 5
Costa Rica: 4

A Polícia Federal informou ainda que, neste ano, já cumpriu ao menos 450 mandados de prisão de foragidos por crimes sexuais em território brasileiro. O dado reforça o peso da operação contra exploração sexual infantil dentro de uma agenda permanente de enfrentamento a esse tipo de crime.

Combate exige integração entre investigação e proteção

A operação contra exploração sexual infantil evidencia a necessidade de integração entre investigação policial, cooperação internacional e políticas de proteção. Crimes dessa natureza costumam envolver vítimas em situação de extrema vulnerabilidade e exigem resposta rápida para impedir a continuidade dos abusos.

Ponto central

Proteção de crianças e adolescentes

A ação busca retirar investigados de circulação, apreender equipamentos, reunir provas digitais e fortalecer a responsabilização criminal. O foco é interromper redes de abuso e ampliar a proteção às vítimas.

Por envolver vários estados e cooperação com outros países, a operação contra exploração sexual infantil também mostra que o enfrentamento desses crimes depende de articulação contínua. A investigação segue em atualização, e novos dados podem ser divulgados pelas autoridades ao longo do dia.

Fonte da notícia: G1

Nível do Madeira ultrapassa 15 metros e acende alerta

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Rio Madeira passa dos 15 metros
Rio Madeira avançou sobre comunidades ribeirinhas e levou Porto Velho a decretar situação de emergência

Rio Madeira passa dos 15 metros e levou a Prefeitura de Porto Velho a decretar Situação de Emergência nas comunidades atingidas pela cheia nesta segunda-feira, 27 de abril. Segundo a administração municipal, o nível chegou a 15,10 metros, acima da calha de referência de 15 metros monitorada pela Defesa Civil.

A medida foi publicada no Diário Oficial após análise técnica da Superintendência Municipal de Proteção e Defesa Civil. O decreto autoriza a mobilização dos órgãos municipais para ações de resposta ao desastre, com foco nas famílias ribeirinhas afetadas pelo avanço das águas.

Painel da cheia

Nível do Madeira entrou em faixa crítica

Marca registrada

15,10 m

Nível informado pela Defesa Civil Municipal.

Referência técnica

15 m

Calha usada como parâmetro para alerta.

Resposta pública

Emergência

Órgãos municipais podem atuar de forma integrada.

Rio Madeira passa dos 15 metros e atinge comunidades

Com a cheia, comunidades do Baixo, Médio e Alto Madeira já enfrentam problemas provocados pelo avanço do rio. A lista incluída no decreto reúne localidades como Brasileira, Boca do Jamary, Belmont, Itacuã, Pau D’Arco, Bom Jardim, Mutuns, Maravilha I, Maravilha II, Terra Firme, Ilha Nova, Ressaca, Lago do Cuniã e Fortaleza do Abunã.

Comunidade ribeirinha em Porto Velho afetada pela cheia do Rio Madeira, com barco próximo às casas
Cheia do Rio Madeira avança sobre área ribeirinha em Porto Velho e afeta moradores das comunidades atingidas

Segundo a Prefeitura, Rio Madeira passa dos 15 metros em um cenário que exige atenção não apenas ao nível da água, mas também ao número de pessoas atingidas. A análise técnica considera prejuízos em plantações, vulnerabilidade social, escassez de água potável, falta de medicamentos e outros impactos diretos nas comunidades.

Comunidades citadas no decreto

A emergência alcança áreas ribeirinhas distribuídas ao longo do Madeira, com presença de famílias que dependem do rio, da produção local e do acesso por rotas vulneráveis.

Entre as localidades: Brasileira, Boca do Jamary, Belmont, Itacuã, Pau D’Arco, Bom Jardim, Ramal da Alegria, Mutuns, Ramal São Miguel, Niterói, Maravilha I e II, Terra Firme, Ilha Nova, Ressaca, Conceição da Galera, Bom Fim, Santa Catarina, Pombal, Firmeza, Papagaios, Ilha de Assunção, Tira Fogo, São José da Praia, Boa Vitória, Lago do Cuniã e Fortaleza do Abunã.

O decreto permite que a Prefeitura acione equipes e estruturas municipais sob coordenação da SMPDC. Na prática, isso facilita a organização de ações emergenciais, levantamento de danos, apoio às famílias e resposta mais rápida nas áreas onde a cheia já compromete a rotina dos moradores.

O prefeito Léo Moraes afirmou que a medida busca assegurar assistência às comunidades afetadas. Segundo ele, o decreto ampara as equipes municipais para cuidar melhor das pessoas que precisam da presença do poder público durante o período de cheia.

Efeito do decreto

Mobilização municipal ganha base legal

Rio Madeira passa dos 15 metros e a resposta deixa de ser apenas preventiva. Com a emergência, os órgãos municipais ficam autorizados a atuar de forma coordenada nas ações de resposta ao desastre.

A prioridade é reduzir riscos, organizar atendimento e acompanhar novas comunidades que possam ser incluídas conforme a evolução da cheia.

Defesa Civil acompanha evolução da cheia

A Prefeitura informou que outras áreas poderão ser incluídas na Situação de Emergência conforme novos levantamentos da Defesa Civil Municipal. Esse acompanhamento é essencial porque o comportamento do rio pode alterar rapidamente o nível de risco nas comunidades ribeirinhas.

O alerta ocorre em um período de maior atenção para famílias que vivem próximas ao Madeira. Quando o Rio Madeira passa dos 15 metros, os efeitos costumam atingir não apenas moradias, mas também deslocamento, abastecimento, produção agrícola e acesso a serviços básicos.

O que fica em observação agora

Nível do rio: novas medições podem ampliar o alcance da emergência.

Famílias atingidas: levantamentos definem prioridades de atendimento.

Serviços essenciais: água, medicamentos e acesso às áreas seguem no radar.

Com a publicação do decreto, a gestão municipal reforça que a prioridade é garantir presença institucional nas áreas afetadas. Como o Rio Madeira passa dos 15 metros, a orientação é manter o monitoramento permanente e ampliar a resposta conforme a necessidade de cada comunidade.

Fonte da notícia: Prefeitura de Porto Velho

Eleitores têm até 6 de maio para emitir ou regularizar o título

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Celular com aplicativo e-Título aberto para regularizar título de eleitor antes do prazo das eleições de 2026
Eleitores têm até 6 de maio para regularizar título de eleitor, emitir o primeiro documento ou transferir o domicílio eleitoral.

Regularizar título de eleitor é essencial para quem deseja participar das eleições de 2026, e o prazo final termina em 6 de maio. A data vale para emissão do primeiro título, regularização de pendências e transferência de domicílio eleitoral.

O fechamento do cadastro eleitoral ocorre em ano de eleição para que a Justiça Eleitoral organize o pleito com base no número de eleitores aptos. Por isso, quem precisa resolver a situação deve agir antes do fim do prazo e evitar deixar a solicitação para a última hora.

Serviço eleitoral

O que precisa ser resolvido até 6 de maio

O prazo concentra três serviços essenciais para quem pretende votar em 2026 e precisa estar com o cadastro eleitoral ativo.

Primeiro título
Emissão

Vale para jovens e cidadãos que ainda não têm inscrição eleitoral.

Pendências
Regularização

Inclui débitos por ausência e situações que impedem novos requerimentos.

Mudança de cidade
Transferência

Necessária para votar no novo domicílio eleitoral.

Como regularizar título de eleitor antes do prazo

Para regularizar título de eleitor, o cidadão pode acessar o portal da Justiça Eleitoral ou buscar atendimento presencial nos cartórios eleitorais e postos autorizados. A solicitação online ajuda a adiantar o processo, mas pode exigir comparecimento para coleta biométrica.

Título de eleitor biométrico em frente a urna eletrônica para regularização eleitoral em 2026
Eleitores devem regularizar o título até 6 de maio para votar nas eleições de 2026.

Os documentos exigidos incluem documento oficial com foto, como RG, carteira de trabalho ou passaporte, além de comprovante de residência recente. Para homens que completam 19 anos no ano do alistamento, também pode ser solicitado o comprovante de quitação do serviço militar.

Caminho para regularizar sem deixar para a última hora

1

Consultar a situação eleitoral

A verificação pode ser feita pelo portal da Justiça Eleitoral ou pelo aplicativo e-Título.

2

Separar documentos obrigatórios

Documento com foto, comprovante de residência e, em casos específicos, quitação militar.

3

Concluir exigências presenciais

Quando houver coleta biométrica pendente, o eleitor precisa comparecer ao atendimento indicado.

Quem precisa regularizar título de eleitor agora

Devem regularizar título de eleitor os brasileiros que ainda não emitiram o primeiro documento, mudaram de cidade ou têm pendências por ausência em eleições anteriores. Também entram nesse grupo eleitores que precisam atualizar dados pessoais ou endereço.

Antes de fazer novo requerimento, o eleitor deve verificar se existem débitos. Caso haja multas por ausência não justificada, a quitação precisa ocorrer antes da conclusão do atendimento eleitoral.

Atenção ao cadastro

Quem deve agir agora

O prazo vale para situações diferentes, mas todas dependem de atualização antes do fechamento do cadastro eleitoral.

Quem nunca tirou o título

Precisa solicitar a primeira inscrição para participar das eleições.

Quem mudou de cidade

Deve transferir o domicílio eleitoral para votar no local correto.

Quem tem ausência ou débito

Precisa quitar pendências antes de fazer novos pedidos à Justiça Eleitoral.

Por que o cadastro eleitoral fecha antes das eleições

A Justiça Eleitoral fecha o cadastro para consolidar informações, organizar locais de votação e confirmar o número de eleitores aptos. Pela legislação, os pedidos de emissão, regularização ou transferência devem ocorrer até 150 dias antes do primeiro turno.

Nas eleições de 2026, os eleitores vão escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, e o segundo turno, quando necessário, para 25 de outubro.

O voto é obrigatório para brasileiros a partir dos 18 anos. Já para jovens de 16 e 17 anos, pessoas analfabetas e maiores de 70 anos, a participação é facultativa. Ainda assim, quem deseja votar precisa manter a inscrição em situação regular.

Risco ao eleitor

O que pode acontecer se o prazo passar

Depois do fechamento do cadastro, a Justiça Eleitoral usa os dados consolidados para organizar o pleito.

Sem votação

Eleitor irregular pode ficar fora da eleição de 2026.

Serviços travados

Pendências podem afetar obrigações administrativas.

Correção adiada

Novos pedidos só avançam após reabertura do cadastro.

Regularizar título de eleitor garante participação em 2026

Atualmente, mais de 155 milhões de brasileiros estão aptos a votar. Por isso, regularizar título de eleitor dentro do prazo é uma medida simples, mas decisiva para garantir participação no processo democrático.

A recomendação é consultar a situação eleitoral o quanto antes, reunir os documentos necessários e concluir eventuais etapas presenciais. Assim, o eleitor evita imprevistos e mantém o direito de voto preservado nas eleições de 2026.

Fonte da notícia: SBT News

Filme Michael arrecada mais de US$ 217 milhões e vira fenômeno nos cinemas

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filme Michael
Cinebiografia sobre Michael Jackson teve estreia histórica e superou marcas de grandes produções musicais.

Filme Michael bateu recorde nas bilheterias e transformou sua estreia em um dos maiores acontecimentos recentes do cinema mundial. A cinebiografia sobre Michael Jackson arrecadou US$ 97 milhões nos Estados Unidos e US$ 217 milhões no mundo apenas no primeiro fim de semana de exibição.

O desempenho colocou a produção acima de marcas importantes de outras cinebiografias e reforçou a força comercial do legado do artista. Mesmo com críticas negativas em parte da imprensa especializada, o público respondeu de forma intensa e levou o longa a números considerados históricos para o gênero.

Painel de estreia

A força inicial da bilheteria

Estados Unidos

US$ 97 mi

Arrecadação no mercado doméstico durante a abertura.

Mundo

US$ 217 mi

Resultado global colocou o longa acima de grandes estreias recentes.

Brasil

US$ 8,2 mi

País ficou entre os mercados de destaque fora dos Estados Unidos.

Filme Michael supera recordes de cinebiografias

Segundo a publicação original, o filme Michael registrou a maior estreia de todos os tempos para uma cinebiografia. A marca superou o recorde de Straight Outta Compton, lançado em 2015, que havia arrecadado US$ 60 milhões na abertura.

A produção também ultrapassou estreias mundiais de peso. Oppenheimer, por exemplo, havia alcançado US$ 174,2 milhões no primeiro fim de semana. Já Bohemian Rhapsody, outra cinebiografia musical de grande repercussão, chegou a US$ 142 milhões no mesmo período.

Comparativo das estreias mundiais

Michael
US$ 217 mi
Oppenheimer
US$ 174,2 mi
Bohemian Rhapsody
US$ 142 mi

Público abraça a cinebiografia apesar das críticas

O resultado chama atenção porque o filme Michael avançou nas bilheterias mesmo diante de avaliações negativas de parte da crítica. A Variety apontou que apenas 38% das críticas registradas no Rotten Tomatoes eram positivas, mas a recepção do público seguiu outro caminho.

Nas pesquisas do CinemaScore, os espectadores deram nota A- ao longa. Além disso, dados citados pela reportagem indicam que 61% do público era formado por mulheres e 66% tinha 25 anos ou mais, sinalizando forte adesão de adultos que acompanharam o impacto cultural de Michael Jackson.

Crítica

Recepção dividida

Parte dos críticos avaliou que a produção evita pontos mais delicados da trajetória do artista.

Público

Resposta emocional

A audiência reagiu com forte nostalgia, música e identificação com o legado de Michael Jackson.

Para executivos do setor, o alcance da estreia mostra que o filme Michael conseguiu mobilizar públicos diferentes. Adam Fogelson, presidente da divisão de filmes da Lionsgate, afirmou que números desse tamanho só aparecem quando há resposta forte em vários segmentos demográficos.

Outro ponto decisivo é o apelo musical. A produção foi descrita como uma experiência capaz de fazer espectadores se levantarem, cantarem e dançarem. Embora críticos apontem que o longa evita trechos mais complexos da vida do artista, parte do público recebeu a obra como uma homenagem nostálgica.

Projeção bilionária reforça força do filme Michael

Com a abertura acima do esperado, a expectativa de arrecadação mundial do filme Michael subiu para US$ 910 milhões. Caso ultrapasse US$ 700 milhões, o longa poderá figurar entre os maiores sucessos da história da Lionsgate.

O investimento também foi alto. A produção custou quase US$ 200 milhões, valor que a coloca entre as cinebiografias mais caras já realizadas. Os custos foram divididos entre Lionsgate, Universal Pictures e os herdeiros de Michael Jackson.

Próximos sinais da bilheteria

1. Abertura histórica

O primeiro fim de semana confirmou força global e colocou a produção acima de concorrentes fortes.

2. Projeção ampliada

A expectativa mundial subiu para US$ 910 milhões, segundo os dados citados na reportagem.

3. Teste de permanência

As próximas semanas mostrarão se o interesse inicial se mantém ou se perde força após a estreia.

O filme Michael estreia como um fenômeno comercial raro: caro, criticado por parte da imprensa, mas abraçado por espectadores em larga escala. A combinação entre memória afetiva, música e curiosidade global fez a cinebiografia ultrapassar comparações tradicionais do gênero.

Agora, o mercado acompanha se o filme Michael manterá o ritmo após o impacto inicial. Se a resposta do público continuar forte, a produção pode consolidar uma das maiores trajetórias recentes entre filmes biográficos musicais.

Fonte da notícia: Só Notícia Boa

Direito previdenciário e inventário o que saber para não perder seus direitos

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Direito previdenciário e inventário são os temas deste episódio do RolimCast, apresentado por Angélica Cristina. A conversa recebe a advogada Cleide Luna, especialista nas áreas previdenciária e sucessória, para explicar dúvidas que podem impactar diretamente a vida de famílias e trabalhadores.

No vídeo, a entrevistada fala sobre benefícios do INSS, negativa administrativa, período de graça, planejamento para aposentadoria e cuidados no processo de inventário. O episódio tem linguagem prática e mostra por que a falta de informação pode fazer muita gente deixar de buscar direitos importantes.

Direito previdenciário e inventário são explicados por Cleide Luna no RolimCast
Cleide Luna participa do RolimCast em conversa sobre benefícios do INSS, aposentadoria, inventário e direitos familiares.

Ative o som e assista ao episódio.

Direito previdenciário e inventário são explicados no RolimCast

Um dos pontos centrais do episódio é mostrar que o direito previdenciário funciona como uma proteção para quem contribuiu ou se enquadra nas regras de acesso a benefícios. Cleide Luna explica que muitas pessoas procuram ajuda apenas quando o benefício é cortado, negado ou quando a família já enfrenta dificuldade financeira.

A advogada também aborda o inventário de forma prática, mostrando que a organização dos documentos e a busca por orientação podem evitar multas, atrasos e conflitos entre herdeiros. A conversa reforça que informação correta pode evitar prejuízos em momentos delicados.

O que o episódio esclarece

8 orientações para não perder direitos

Benefícios do INSS
O programa explica quando o segurado pode buscar auxílio, aposentadoria ou benefício assistencial.
Benefício negado
A negativa administrativa pode ser analisada e, em alguns casos, levada à Justiça.
Período de graça
Mesmo após sair do emprego, o trabalhador pode manter qualidade de segurado por um período.
Planejamento previdenciário
Conferir documentos e vínculos antes da aposentadoria pode evitar perdas financeiras.
Documentos rurais
Contratos, registros e provas de atividade ajudam em pedidos de aposentadoria rural.
Inventário no prazo
A abertura dentro do prazo pode evitar multa e reduzir transtornos para a família.
Judicial ou extrajudicial
A escolha depende da situação dos herdeiros, existência de consenso e bens envolvidos.
Conflitos familiares
Orientação jurídica ajuda a reduzir disputas, atrasos e prejuízos durante a partilha.

Benefício negado pelo INSS exige atenção

No episódio, Cleide Luna explica que muitas pessoas desistem após receber uma negativa administrativa do INSS. Segundo a orientação apresentada na conversa, a negativa não encerra necessariamente o caso, porque o segurado pode buscar análise técnica e, quando houver base, pedir o reconhecimento do direito pela via judicial.

Outro ponto citado é a possibilidade de receber valores retroativos quando o direito é reconhecido posteriormente. Por isso, guardar documentos, laudos, vínculos de trabalho e comprovantes pode fazer diferença em pedidos de benefício por incapacidade, aposentadoria ou benefício assistencial.

Período de graça protege o segurado após sair do emprego

A advogada também explica o chamado período de graça, em que o trabalhador pode continuar protegido pela Previdência mesmo depois de deixar o emprego. Esse ponto é importante para quem se afasta do mercado e, nesse intervalo, enfrenta doença ou incapacidade temporária.

A conversa reforça que cada caso exige análise individual, especialmente quando envolve contribuição, qualidade de segurado, atividade rural, doença incapacitante ou aposentadoria especial. O episódio mostra que planejamento evita erros e ajuda o cidadão a buscar o benefício correto.

Inventário pode evitar multa e conflitos familiares

Na parte sobre inventário, Cleide Luna destaca a importância de reunir documentos, identificar bens, contas e herdeiros logo após o falecimento de um familiar. A organização inicial ajuda a definir o caminho mais adequado e reduz o risco de multa por atraso.

O episódio diferencia o inventário judicial do inventário extrajudicial. Quando há consenso e não existem situações que exijam intervenção judicial, o procedimento em cartório pode ser mais rápido. Já casos com menores, pessoas incapazes, desaparecidos ou conflito entre herdeiros exigem maior cuidado jurídico.

RolimCast orienta sobre direito previdenciário e inventário

Ao tratar de direito previdenciário e inventário, o RolimCast reforça a importância de buscar informação antes de tomar decisões. O episódio não substitui uma consulta jurídica individual, mas ajuda o público a entender quais cuidados podem proteger direitos e evitar prejuízos.

A mensagem central do vídeo é direta: muitas pessoas perdem dinheiro, tempo e segurança familiar por falta de orientação. Por isso, conhecer regras básicas, organizar documentos e procurar apoio profissional pode fazer diferença em momentos decisivos.

Fonte da notícia:
Olá Rondônia no YouTube.

Vacinação contra influenza segue até maio em Rondônia

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vacinação contra influenza em Rondônia
Campanha de vacinação contra influenza segue até maio e reforça a prevenção contra complicações da gripe em Rondônia

Vacinação contra influenza em Rondônia segue disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) até o dia 30 de maio, com foco na proteção contra complicações causadas pela gripe. A campanha busca ampliar a cobertura entre os públicos mais vulneráveis, especialmente durante o período de maior circulação do vírus influenza.

A imunização tem papel central na redução de casos graves, internações e riscos à saúde pública. Segundo a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), a vacina é segura, usa vírus inativado e precisa ser aplicada todos os anos devido às constantes mutações do vírus.

Serviço ao cidadão

O que saber antes de procurar a vacina

Prazo da campanha
Até 30 de maio
A população deve buscar atendimento dentro do período definido para a mobilização.
Onde vacinar
Unidade básica de saúde
A orientação é procurar a UBS mais próxima durante o funcionamento da campanha.
Documentos indicados
Documento, Cartão do SUS e caderneta
A documentação ajuda a registrar corretamente a dose aplicada.

Vacinação contra influenza em Rondônia prioriza grupos vulneráveis

A campanha atende públicos prioritários definidos para reduzir o impacto da gripe em pessoas com maior risco de complicações. Entre eles estão idosos, crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes, puérperas, povos indígenas, trabalhadores da saúde, professores, pessoas com doenças crônicas e profissionais de segurança.

Aplicação de vacina em braço exposto.
A imunização é fundamental para reduzir a circulação do vírus, principalmente no período de maior incidência da doença

O diretor-geral da Agevisa, Gilvander Gregório de Lima, orienta que a população procure uma unidade básica de saúde levando documento pessoal, Cartão do SUS e caderneta de vacinação. A recomendação reforça o caráter preventivo da vacinação contra influenza em Rondônia, principalmente no período de maior incidência da doença.

Quem deve ter atenção especial

A mobilização concentra esforços em pessoas que podem apresentar evolução mais grave da gripe. O objetivo é evitar complicações respiratórias e ampliar a proteção coletiva.

Prioridade sanitária: idosos, crianças pequenas, gestantes, puérperas, povos indígenas, trabalhadores da saúde, professores, pessoas com doenças crônicas e profissionais de segurança formam o grupo central da campanha.

Vacina é anual e não causa gripe

A influenza é uma infecção respiratória que pode provocar febre, dor de cabeça, dores no corpo, tosse, coriza e cansaço. Em situações mais graves, pode evoluir para complicações respiratórias, sobretudo em pessoas dos grupos de risco. Por isso, a vacinação contra influenza em Rondônia funciona como uma barreira de proteção individual e coletiva.

A Agevisa reforça que a vacina não causa gripe. O imunizante pode gerar apenas reações leves, como dor no local da aplicação ou mal-estar passageiro. A recomendação é adiar a dose apenas em casos de febre ou sintomas intensos, até a recuperação da pessoa.

Prevenção, sintomas e segurança

Sintomas comuns
Febre, tosse, coriza, cansaço, dor de cabeça e dores no corpo podem indicar infecção respiratória.
Risco maior
Casos graves podem exigir internação e atingem com mais força pessoas vulneráveis.
Segurança da dose
A vacina usa vírus inativado, não provoca gripe e precisa ser atualizada anualmente.

Campanha envolve Estado, municípios e unidades de saúde

A campanha conta com a participação da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), dos municípios e das unidades de saúde. A atuação conjunta busca facilitar o acesso da população aos postos de vacinação e fortalecer a resposta da rede pública diante da circulação do vírus.

Profissional de saúde prepara dose de vacina contra influenza em seringa durante campanha de imunização
Dose de vacina contra influenza é preparada para aplicação em unidade de saúde durante campanha de imunização

Além de proteger quem recebe a dose, a vacinação contra influenza em Rondônia ajuda a diminuir a circulação do vírus na comunidade. Essa redução é importante para proteger pessoas que convivem com idosos, crianças, pacientes crônicos e trabalhadores expostos a maior risco.

Antes de sair de casa

A orientação principal é simples: procurar a UBS mais próxima, conferir a situação vacinal e levar os documentos necessários para registro da dose.

Ação recomendada: quem faz parte dos grupos prioritários deve buscar a vacina dentro do prazo da campanha, especialmente antes do aumento de casos respiratórios.

Com a campanha em andamento, a vacinação contra influenza em Rondônia permanece como uma medida de prevenção essencial. A dose anual reduz o risco de agravamento da gripe e contribui para aliviar a pressão sobre os serviços de saúde.

A população pode procurar os postos de vacinação ao longo da campanha. A orientação da Agevisa reforça que a prevenção começa com informação, acesso à UBS e atualização da caderneta vacinal.

Aplicativo falso de atualização espalha malware em celulares Android

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vírus no Android
Imagem ilustra golpe em que malware se disfarça de atualização do Android para capturar dados sensíveis.

Vírus no Android identificado por pesquisadores de segurança digital acendeu um novo alerta sobre golpes que usam aplicativos falsos de atualização para roubar dados de celulares. O malware, batizado de Morpheus, se apresenta como uma ferramenta legítima para restaurar a conexão do aparelho, mas, depois da instalação, passa a explorar recursos do sistema e pode acessar informações sensíveis do usuário.

Segundo o material divulgado pelo Osservatorio Nessuno e repercutido pelo Olhar Digital, o ataque chama atenção porque não depende apenas de falhas invisíveis ou técnicas avançadas. A estratégia se apoia em engenharia social, pressão sobre a vítima e uma sequência de telas que simulam processos comuns, como atualização do sistema, reinicialização e autenticação em aplicativo de mensagens.

Alerta de segurança

Como o golpe chega ao celular

Isca principal: uma mensagem SMS informa que o usuário precisa instalar uma suposta atualização para recuperar a internet móvel.

Ponto crítico: a vítima instala o aplicativo por conta própria, acreditando estar seguindo uma orientação técnica.

Risco final: o malware passa a interagir com o Android e pode capturar dados exibidos na tela.

Vírus no Android usa atualização falsa como isca

O vírus no Android se disfarça de aplicativo de atualização do sistema. De acordo com os pesquisadores, em alguns casos o acesso à internet móvel do alvo era interrompido de forma intencional. Depois disso, a vítima recebia um SMS orientando a instalação de um suposto app para restaurar a conexão. Na prática, esse aplicativo era o próprio Morpheus.

Celular Android em macro com alerta vermelho de malware e risco digital
Imagem em macro ilustra alerta de segurança em celular Android, simulando golpe de atualização falsa usado por malware.

Essa dinâmica torna o golpe especialmente perigoso. O usuário pode interpretar a perda de conexão como um problema real da operadora e, por isso, tende a seguir a instrução recebida por mensagem. A fraude se fortalece porque une uma falha percebida no serviço, uma solução aparentemente imediata e uma tela que tenta parecer legítima.

Sequência provável da infecção

1
Conexão interrompida
A vítima percebe instabilidade ou perda de acesso à internet móvel.
2
SMS de orientação
A mensagem induz a instalação de um falso aplicativo de atualização.
3
Controle ampliado
Depois de instalado, o malware usa permissões do Android para capturar informações.

Após a instalação, o Morpheus explora recursos de acessibilidade do Android. Esses recursos existem para ajudar pessoas com deficiência a interagir melhor com o celular, mas também podem ser abusados por aplicativos maliciosos. Com permissões indevidas, o software consegue simular interações, observar conteúdos exibidos na tela e executar etapas que reduzem a desconfiança da vítima.

O relatório também aponta que o programa simula processos legítimos, como atualizações e reinicializações. Essa encenação ajuda o golpe a parecer normal, principalmente para usuários que não acompanham detalhes técnicos do sistema. Por isso, o vírus no Android representa um risco não apenas pela tecnologia usada, mas pela forma como manipula a confiança do usuário.

Dados em risco

O que pode ficar exposto no aparelho

Tela do celular: informações visíveis durante o uso podem ser capturadas pelo malware.

Aplicativos: conteúdos de serviços instalados no aparelho podem ser monitorados.

WhatsApp: uma interface falsa pode levar o usuário a liberar acesso à conta sem perceber.

Interface falsa do WhatsApp amplia risco aos usuários

Em uma etapa posterior, o malware exibe uma tela falsa do WhatsApp e solicita autenticação biométrica. Segundo a análise, o usuário pode acabar concedendo acesso completo à conta. Assim, o vírus conecta um novo dispositivo ao aplicativo e passa a monitorar mensagens e dados.

Interface falsa do WhatsApp em celular com alerta de segurança e risco de invasão
Imagem em macro mostra um celular com interface semelhante ao WhatsApp e alerta de autenticação, ilustrando risco de golpe digital.

Os pesquisadores classificaram o Morpheus como uma solução de baixo custo quando comparada a ferramentas mais sofisticadas de espionagem. Mesmo assim, o caso mostra como ataques simples podem causar impacto elevado quando exploram confiança, urgência e falta de conhecimento técnico.

O caso também expõe o crescimento do mercado de vigilância digital. A investigação aponta indícios de ligação do Morpheus com a IPS, empresa italiana que fornece soluções de interceptação legal para governos. A associação foi feita a partir de elementos da infraestrutura do malware, como endereços IP e fragmentos de código com termos em italiano.

Como reduzir o risco no Android

Medidas simples ajudam a evitar instalação de aplicativos falsos e permissões abusivas.

  • Não instale apps recebidos por SMS, especialmente quando prometem restaurar internet ou atualizar o sistema.
  • Desconfie de telas de atualização fora da loja oficial e confirme qualquer orientação nos canais reais da operadora.
  • Revise permissões de acessibilidade e remova acessos de aplicativos desconhecidos.
  • Verifique dispositivos conectados ao WhatsApp e encerre sessões que você não reconhece.

Vírus no Android reforça alerta contra engenharia social

A principal lição do caso é que o vírus no Android não precisa parecer sofisticado para ser perigoso. A força do ataque está na combinação entre mensagem convincente, falsa urgência e telas que imitam ações legítimas. Por isso, qualquer pedido de instalação enviado por SMS, link externo ou canal não oficial deve ser tratado como suspeito.

Para usuários comuns, a recomendação mais segura é manter aplicativos atualizados apenas pela loja oficial, evitar permissões desnecessárias e verificar com atenção solicitações de autenticação biométrica fora do contexto normal. O vírus no Android Morpheus mostra que a proteção do celular depende tanto de tecnologia quanto de atenção aos sinais de golpe.

Fonte da notícia: Olhar Digital

O agro de Rondônia precisa ser ouvido e a APRON aponta os desafios do produtor rural

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Agro de Rondônia é o tema deste episódio do RuralCast, que debate o papel da APRON e os desafios enfrentados por quem vive da produção rural. A conversa reúne Ivanir Gurgel do Amaral e Dhiony Costa e Silva em uma análise sobre representatividade, regularização e futuro do setor.

No vídeo, as lideranças falam sobre a realidade do produtor rural, a necessidade de união do setor produtivo e as barreiras que ainda dificultam o avanço da pecuária e do agronegócio no estado. O episódio também aborda a Caravana do Agro Sustentável 2026 e os caminhos para fortalecer quem trabalha no campo.

Agro de Rondônia é tema do RuralCast com lideranças da APRON sobre os desafios do produtor rural
RuralCast recebe lideranças da APRON para debater os desafios do produtor rural e o futuro do agro em Rondônia.

Ative o som e assista ao episódio.

Agro de Rondônia precisa de voz e organização

Um dos pontos centrais do episódio é a defesa de que o agro de Rondônia precisa ser ouvido com mais atenção. A conversa mostra que muitos produtores querem produzir mais, investir melhor e ampliar resultados, mas ainda enfrentam entraves que vão além da porteira.

Entre os temas tratados estão a regularização fundiária, a regularização ambiental, a segurança jurídica e a necessidade de instituições capazes de representar o produtor rural em debates estratégicos. Nesse contexto, a APRON aparece como uma entidade voltada à articulação e à defesa do setor produtivo.

O que o episódio destaca

5 desafios que impactam o produtor rural

Regularização fundiária
Sem documentação da terra, o produtor enfrenta dificuldade para acessar crédito e investir.
Licenciamento ambiental
Pendências ambientais podem travar projetos, financiamento e planejamento da propriedade.
Segurança jurídica
O campo precisa de regras claras para produzir com tranquilidade e previsibilidade.
União do setor
A organização coletiva fortalece a voz do produtor nas decisões públicas.
Futuro do agro
O debate mostra caminhos para produzir mais, com responsabilidade e competitividade.

APRON atua para fortalecer produtores rurais

Durante o episódio, Ivanir Gurgel do Amaral e Dhiony Costa e Silva explicam o papel da APRON na organização do setor produtivo. A entidade surge no debate como instrumento de representação para produtores que enfrentam dificuldades práticas no dia a dia da propriedade.

A conversa também mostra que o avanço do agro de Rondônia depende de diálogo entre produtores, entidades, instituições públicas e lideranças políticas. Para os participantes, a organização do setor é essencial para transformar demandas antigas em soluções concretas.

Regularização é apontada como gargalo no campo

O programa destaca que a falta de regularização ainda impede muitos produtores de crescer com segurança. Sem título, escritura ou documentação adequada da terra, o produtor pode encontrar barreiras para acessar crédito, fazer investimentos e planejar a expansão da atividade.

Além da questão fundiária, a regularização ambiental também aparece como ponto sensível. O episódio trata desses temas como parte de um desafio maior: garantir que o produtor consiga trabalhar dentro da lei, com estabilidade e condições reais de produzir.

Caravana do Agro Sustentável ganha destaque

Outro tema citado no vídeo é a Caravana do Agro Sustentável 2026. A iniciativa aparece como uma forma de aproximar informações, orientação e mobilização de quem está no campo, levando o debate sobre produção, sustentabilidade e regularização para mais produtores.

A mensagem central do episódio é direta: o produtor rural quer produzir, mas precisa ser ouvido. Por isso, o agro de Rondônia depende de união, segurança jurídica, regularização e representatividade para seguir avançando com responsabilidade.

Fonte da notícia:
Olá Rondônia no YouTube.

Xaropes com clobutinol são retirados pela Anvisa por risco cardíaco grave

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Medicamento genérico para tosse com receita médica e estetoscópio após Anvisa retirar clobutinol do mercado
Medicamentos com clobutinol foram retirados do mercado após alerta da Anvisa sobre risco de arritmias graves.

Anvisa retira clobutinol do mercado brasileiro após identificar risco de arritmias cardíacas graves em medicamentos que continham a substância. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 27, e passa a valer imediatamente em todo o país.

A medida determina a suspensão total de produtos com clobutinol, princípio ativo usado principalmente em antitussígenos, como xaropes e outros medicamentos indicados para aliviar a tosse. Com isso, ficam proibidos fabricação, importação, distribuição, comercialização, propaganda e uso desses produtos.

Alcance

Suspensão total

A decisão atinge todas as etapas do ciclo do medicamento.

Substância

Clobutinol

Era usado principalmente em remédios contra tosse.

Efeito imediato

Venda proibida

Produtos com a substância deixam de circular no país.

Anvisa retira clobutinol após parecer técnico

A decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária se baseia em parecer da área de farmacovigilância. Segundo a avaliação técnica, medicamentos com clobutinol podem provocar alterações elétricas no coração, associadas ao prolongamento do chamado intervalo QT.

Essa alteração pode favorecer arritmias cardíacas graves, com risco de desmaios e até morte súbita. No entendimento da agência, os riscos identificados superam os possíveis benefícios terapêuticos da substância, o que justificou a retirada completa do mercado.

Anvisa retira clobutinol
Anvisa determinou a retirada de medicamentos com clobutinol após identificar risco de arritmias cardíacas graves.

Risco identificado

Alteração elétrica no coração

O prolongamento do intervalo QT interfere na atividade elétrica cardíaca. Quando esse efeito ocorre, o paciente pode ficar mais vulnerável a batimentos irregulares, perda de consciência e eventos graves. Por isso, a avaliação regulatória tratou o risco como relevante para a saúde pública.

Onde a substância era usada

O clobutinol era um princípio ativo presente em medicamentos voltados ao alívio da tosse. Esses produtos costumavam aparecer em xaropes e formulações usadas para tratar sintomas respiratórios, especialmente em quadros nos quais o paciente buscava reduzir a frequência da tosse.

Com a decisão, a ordem vale para todos os medicamentos que contenham a substância, independentemente do fabricante. A Anvisa não detalhou marcas específicas atingidas, mas o alcance da medida cobre qualquer produto com clobutinol registrado, vendido ou em circulação no Brasil.

O que muda na prática

Antes da decisão

Produtos com clobutinol podiam ser usados como antitussígenos, conforme indicação e disponibilidade no mercado.

Depois da decisão

A fabricação, venda, propaganda, distribuição e uso deixam de ser permitidos em território nacional.

Anvisa retira clobutinol também como resposta ao princípio de segurança que orienta a regulação sanitária. Quando surgem evidências de eventos adversos graves, a agência pode restringir, suspender ou retirar produtos do mercado para reduzir riscos à população.

O que pacientes devem fazer agora

Pacientes que usavam medicamentos com a substância devem interromper o uso e procurar orientação médica. A substituição por alternativas seguras deve ser feita com avaliação profissional, especialmente em pessoas com histórico de doenças cardíacas, uso contínuo de remédios ou sintomas respiratórios persistentes.

Além disso, consumidores devem conferir a composição de produtos antigos guardados em casa. Caso haja dúvida sobre a presença de clobutinol, a recomendação mais segura é não usar o medicamento até receber orientação de médico ou farmacêutico.

Orientação ao paciente

Não substitua por conta própria

1. Suspenda produtos com clobutinol e evite automedicação.

2. Procure atendimento se tiver palpitações, desmaio, tontura intensa ou mal-estar após o uso.

3. Peça ao profissional de saúde uma alternativa adequada ao tipo de tosse e ao seu histórico clínico. 

Ao determinar a retirada, a Anvisa retira clobutinol de todo o fluxo de circulação sanitária. Portanto, a decisão não se limita às farmácias: ela também alcança propaganda, importação e uso, o que reforça o caráter amplo da medida.

A retirada do mercado mostra como a vigilância sanitária atua quando o risco-benefício de uma substância deixa de ser favorável. Nesse caso, Anvisa retira clobutinol para evitar que medicamentos usados contra sintomas respiratórios exponham pacientes a um risco cardíaco considerado grave.

Fonte da notícia: G1

Governo anuncia R$ 10 bilhões para renovar máquinas no agro

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crédito agrícola de R$ 10 bilhões
Nova linha de crédito agrícola busca financiar máquinas, implementos e tecnologia para ampliar a produtividade no campo.

O crédito agrícola de R$ 10 bilhões anunciado pelo governo federal deve abrir uma nova frente de financiamento para a modernização de máquinas, implementos e equipamentos agrícolas em todo o país. A linha foi lançada neste domingo (26), durante a abertura da Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), pelo vice-presidente Geraldo Alckmin.

Vista aérea da Agrishow em Ribeirão Preto com pavilhões, estandes e público circulando na feira agrícola
Agrishow em Ribeirão Preto reúne produtores, empresas e autoridades em uma das principais feiras do agronegócio brasileiro.

A nova modalidade integra o programa MOVE Brasil e será voltada ao setor agropecuário. Segundo o governo, os recursos poderão financiar tratores, colheitadeiras, implementos e soluções de agricultura digital. A operação será feita pela Finep, diretamente ou por meio de parceiros como cooperativas, bancos privados e Banco do Brasil.

Painel do anúncio

O que já está definido na nova linha

Valor total

R$ 10 bilhões

Recursos destinados à modernização do maquinário agrícola.

Prazo previsto

20 a 30 dias

Período estimado para que os financiamentos estejam disponíveis.

Canais de operação

Finep e bancos

Linha poderá envolver cooperativas, bancos privados e Banco do Brasil.

Crédito agrícola de R$ 10 bilhões terá juros menores

O crédito agrícola de R$ 10 bilhões foi apresentado como uma alternativa para ampliar o acesso do produtor rural a financiamento mais barato. Alckmin afirmou que a linha terá taxa de juros de um dígito, com objetivo de estimular a mecanização, a tecnificação e o uso de mais tecnologia na produção agropecuária.

Segundo o vice-presidente, os recursos serão voltados à compra e renovação de tratores, implementos, colheitadeiras e demais equipamentos usados na atividade rural. A expectativa é que o programa ajude produtores e cooperativas a substituir máquinas antigas, reduzir custos operacionais e melhorar a eficiência no campo.

Como o crédito deve operar

Do recurso público ao investimento no campo

Origem dos recursos: a modalidade usará recursos ligados ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, sob gestão da Finep.

Agentes financeiros: o crédito poderá ser contratado diretamente pela Finep ou por parceiros financeiros habilitados.

Destino final: produtores e cooperativas poderão financiar máquinas, equipamentos e soluções de agricultura digital.

O desenho da linha também prevê foco em conteúdo nacional, inovação, pesquisa e desenvolvimento. Na prática, o governo tenta conectar a demanda do produtor por máquinas mais modernas com o fortalecimento da indústria nacional e de tecnologias aplicadas ao agronegócio.

Uma novidade relevante é a possibilidade de cooperativas agrícolas acessarem diretamente crédito da Finep. Esse ponto pode ampliar o alcance do crédito agrícola de R$ 10 bilhões, especialmente em regiões onde pequenos e médios produtores dependem da organização coletiva para adquirir máquinas, compartilhar estrutura e ganhar escala.

Efeito esperado

Por que a medida importa para o agro

Renovação de frota

Máquinas novas podem reduzir paradas, perdas operacionais e custos de manutenção nas propriedades.

Tecnificação

A inclusão da agricultura digital reforça a busca por maior precisão, controle de dados e produtividade.

Crédito mais barato

Juros de um dígito podem melhorar a decisão de investimento, principalmente em um cenário de margens apertadas.

MOVE Brasil serviu de base para a nova modalidade

A nova frente do crédito agrícola de R$ 10 bilhões segue o modelo do MOVE Brasil usado na renovação da frota de caminhões. Segundo Alckmin, aquela modalidade teve forte demanda e os recursos foram esgotados em cerca de 60 dias, o que serviu como referência para levar o programa ao setor agropecuário.

Durante a Agrishow, a ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiavelli, avaliou que a iniciativa contribui para a mecanização e a tecnificação da agricultura familiar. Já o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, destacou que o setor também deve ser impactado pela entrada em vigor do acordo Mercosul-União Europeia, com redução tarifária para produtos agropecuários.

Além da linha de financiamento, o governo informou que prepara um programa de renegociação de dívidas rurais. A medida, segundo Alckmin, deve contemplar produtores inadimplentes e também aqueles que estão em dia, com objetivo de ampliar a capacidade de investimento e fortalecer a competitividade do setor.

Agenda do produtor

O que acompanhar depois do anúncio

A decisão de contratar financiamento dependerá das regras finais, do custo efetivo e da capacidade de acesso pelos agentes financeiros.

Condições do financiamento

Taxas, prazos, garantias e critérios de enquadramento serão decisivos para adesão.

Papel das cooperativas

O acesso direto à Finep pode facilitar operações coletivas e compras estruturadas.

Renegociação rural

A proposta paralela pode aliviar dívidas e destravar novos investimentos no setor.

Para o produtor, o principal ponto será transformar o anúncio em crédito acessível. O crédito agrícola de R$ 10 bilhões pode ganhar força se chegar rapidamente aos agentes financeiros, com regras claras e condições compatíveis com a realidade das propriedades rurais.

Se for operacionalizado no prazo previsto, o crédito agrícola de R$ 10 bilhões poderá impulsionar a modernização do campo, estimular a indústria de máquinas e ampliar o uso de tecnologia no agro. O impacto final, porém, dependerá da procura dos produtores e da capacidade do sistema financeiro de executar a linha com agilidade.

Fonte da notícia: Agência Brasil

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