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terça-feira, junho 23, 2026
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Ouvir música por 30 minutos pode aliviar ansiedade, indica pesquisa

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música reduz ansiedade
Estudo indica que ouvir música por períodos mais longos pode contribuir para reduzir ansiedade e afeto negativo.

Música reduz ansiedade e pode funcionar como apoio complementar para aliviar sintomas emocionais, segundo estudo citado pela CNN Brasil e publicado na revista PLOS Mental Health. A pesquisa avaliou 144 participantes com ansiedade traço moderada, todos já em uso de medicação, e comparou os efeitos do ruído rosa com sessões de música associadas à estimulação auditiva por batidas.

Mulher usando fones de ouvido enquanto segura uma xícara em ambiente iluminado, representando relaxamento com música.
Ouvir música por mais tempo pode contribuir para aliviar sintomas de ansiedade, segundo estudo.

O resultado chama atenção porque aponta uma resposta mais forte em períodos maiores de escuta. O grupo que ouviu música por 36 minutos teve melhora superior ao grupo de 12 minutos, o que sugere uma possível relação entre duração e benefício. Ainda assim, os próprios autores tratam os dados como promissores, não como conclusão definitiva.

PAINEL DO ESTUDO

Os dados que explicam o resultado

A pesquisa comparou controle sonoro e três tempos diferentes de música com estimulação auditiva.

144
participantes

Pessoas com ansiedade traço moderada participaram do estudo.

4
grupos comparados

Um grupo controle e três grupos com música em durações diferentes.

36 min
maior resposta

A escuta mais longa apresentou o benefício mais expressivo.

Leitura editorial: o principal ponto do estudo é a relação entre tempo de escuta e melhora emocional observada. 

Música reduz ansiedade em estudo com 144 participantes

A pesquisa separou os voluntários em quatro grupos. Um deles ouviu 24 minutos de ruído rosa e funcionou como controle. Os outros três ouviram música com estimulação auditiva por batidas durante 12, 24 ou 36 minutos. Antes e depois das intervenções, os pesquisadores mediram ansiedade e afeto por meio das escalas STICSA e PANAS.

Todas as condições com música apresentaram reduções mais expressivas na ansiedade e no afeto negativo quando comparadas ao grupo de controle. A maior melhora, no entanto, apareceu entre os participantes que ficaram expostos à música por 36 minutos. Esse ponto reforça a hipótese de “dose-resposta”, quando um tempo maior de exposição se associa a efeito mais perceptível.

Na prática, o estudo não diz que qualquer música, em qualquer situação, terá o mesmo resultado. O efeito depende do contexto, do tipo de estímulo sonoro, da duração e da condição emocional da pessoa. Mesmo assim, a conclusão é relevante porque mostra que música reduz ansiedade em condições controladas e pode integrar uma rotina de autocuidado.

COMO FUNCIONOU

O caminho da intervenção sonora

O estudo seguiu uma sequência simples: avaliar, expor ao som e medir novamente.

01

Avaliação inicial

Participantes com ansiedade traço moderada passaram por medição antes da intervenção.

02

Exposição sonora

Os grupos ouviram ruído rosa ou música combinada com estimulação auditiva por batidas.

03

Medição final

As escalas STICSA e PANAS compararam ansiedade e afeto antes e depois da escuta.

Por que importa: o método permite observar se a melhora emocional muda conforme o tipo e o tempo de estímulo.

O que muda quando a escuta é mais longa

A principal diferença observada foi entre os grupos de menor e maior duração. A sessão de 36 minutos teve resultado significativamente superior à de 12 minutos. Isso não transforma o tempo em regra fixa, mas indica que ouvir música por poucos minutos talvez não produza o mesmo impacto de uma escuta mais consistente e sem interrupções.

Para o leitor, esse dado ajuda a organizar uma prática simples. Em vez de usar a música apenas como fundo sonoro enquanto realiza várias tarefas, a escuta pode virar uma pausa real. Separar um horário, reduzir distrações e escolher um volume confortável tende a tornar a experiência mais favorável ao relaxamento.

A estimulação auditiva por batidas também entra como parte importante do estudo. Ela combina sons em frequências específicas para provocar uma resposta auditiva. Embora essa técnica ainda precise de novas pesquisas, os resultados indicam que música reduz ansiedade quando usada com método e tempo adequado.

MAPA DOS GRUPOS

A comparação entre os tempos de escuta

As faixas mostram a progressão usada no estudo, do controle ao maior tempo de música.

36 pessoas
controle — 24 minutos de ruído rosa

Serviu como base de comparação para medir o efeito das intervenções com música.

41 pessoas
12 minutos de música + EAB

Foi a menor exposição musical, útil para comparar com sessões mais longas.

33 pessoas
24 minutos de música + EAB

Representou uma duração intermediária no desenho do estudo.

34 pessoas
36 minutos de música + EAB

Foi o grupo com melhora mais expressiva em comparação ao tempo de 12 minutos.

Leitura do comparativo: o estudo sugere que a duração da escuta pode influenciar a intensidade do benefício emocional. 

Música reduz ansiedade, mas não substitui tratamento

A ansiedade está entre as condições de saúde mental mais comuns e pode afetar sono, trabalho, relações e qualidade de vida. Por isso, qualquer estratégia complementar precisa ser tratada com cuidado. Música pode aliviar tensão momentânea, mas não substitui psicoterapia, avaliação médica ou medicamentos prescritos quando eles são necessários.

O estudo também destaca um problema real: tratamentos eficazes, como terapia cognitivo-comportamental e acompanhamento especializado, nem sempre estão disponíveis para todos. Custo, tempo, acesso e efeitos colaterais podem dificultar o cuidado. Nesse cenário, recursos digitais e sonoros aparecem como ferramentas auxiliares, especialmente para alívio imediato.

Ainda assim, é essencial observar sinais de alerta. Crises frequentes, medo persistente, prejuízo no sono, isolamento, falta de ar, palpitações ou dificuldade para cumprir atividades simples exigem orientação profissional. Nesses casos, a música pode ajudar na regulação emocional, mas não deve ser usada como única resposta.

LEITURA DE IMPACTO

O que o leitor deve entender

O achado fortalece a música como apoio de bem-estar, mas não transforma a prática em tratamento isolado.

Alívio
uso complementar e imediato

Pode ajudar em pausas de relaxamento, especialmente quando a escuta é feita sem distrações.

Limite
não substitui acompanhamento

Sintomas persistentes de ansiedade exigem avaliação médica ou psicológica.

Cautela científica
resultado promissor

Os autores indicam que novas pesquisas devem ampliar a amostra e testar a generalização dos achados. 

Como usar quando música reduz ansiedade no dia a dia

Quem deseja testar a estratégia pode começar de forma simples. Escolha um ambiente tranquilo, coloque o celular no modo silencioso e reserve cerca de 30 minutos para ouvir faixas que tragam conforto. O ideal é evitar volume alto, músicas que provoquem desconforto e interrupções constantes.

Também vale prestar atenção à própria reação. Algumas pessoas relaxam com música instrumental; outras preferem canções conhecidas, sons ambientais ou faixas mais lentas. O ponto central é criar uma pausa segura e repetível. Quando usada dessa maneira, música reduz ansiedade como parte de um conjunto de hábitos saudáveis.

Os autores afirmam que novas pesquisas ainda precisam ampliar os achados e entender melhor o efeito dose-resposta. Mesmo assim, o estudo oferece uma mensagem prática: escutar música com atenção, por mais tempo e em um ambiente adequado pode ser uma forma acessível de apoiar o equilíbrio emocional.

Em resumo, música reduz ansiedade como apoio complementar, principalmente quando a escuta é feita com tempo, atenção e segurança.

Fonte da notícia: CNN Brasil

RuralCast debate gestão ambiental e futuro da água com especialista em Rondônia

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Gestão ambiental em Rondônia é o tema deste episódio do RuralCast, apresentado pela jornalista Rosângela Cândido, em uma conversa sobre água, saneamento, agro e desenvolvimento regional.

A entrevistada recebe Jorge Valdemir Murer, especialista em Gestão Ambiental, que compartilha experiências de mais de 40 anos de atuação em projetos ligados à recuperação de nascentes, coleta seletiva, saneamento básico e transformação ambiental em Cacoal e em outras regiões do estado.

RuralCast debate gestão ambiental em Rondônia com Rosângela Cândido e Jorge Valdemir Murer
Jorge Valdemir Murer participa do RuralCast em conversa sobre água, nascentes, saneamento, coleta seletiva e desenvolvimento ambiental.

▶️ Ative o som e assista ao episódio.

Entenda como recuperação de nascentes, saneamento e planejamento ambiental podem transformar a relação entre campo, cidade e água.

Gestão ambiental em Rondônia passa pela água

No episódio, Jorge Valdemir Murer explica que a proteção das águas exige ação prática, planejamento técnico e envolvimento das propriedades rurais. Um dos pontos centrais da entrevista é a recuperação de nascentes, tema que aparece como prioridade para o futuro ambiental e produtivo de Rondônia.

O especialista também destaca que a água não pode ser vista apenas como recurso natural isolado. Ela está ligada ao solo, à produção rural, à mata ciliar, ao saneamento, à qualidade de vida e à capacidade de desenvolvimento dos municípios.

▶️ Assista ao trecho sobre recuperação de nascentes

Jorge explica como projetos ambientais ajudam a devolver vida às nascentes e proteger o abastecimento no campo.

Renascer das Águas e Simples Rural entram no debate

Durante a entrevista, o convidado relembra programas como o Renascer das Águas, voltado à recuperação de nascentes, e o Simples Rural, criado para simplificar processos e aproximar orientação técnica da realidade do produtor.

A conversa mostra que ações ambientais eficientes precisam sair do papel e chegar à ponta. Para Jorge, quando o produtor recebe informação clara, apoio técnico e caminhos menos burocráticos, a regularização e a preservação deixam de ser apenas obrigação e passam a fazer parte da gestão da propriedade.

▶️ Assista ao trecho sobre Simples Rural

O especialista comenta como a simplificação pode ajudar produtores e fortalecer a gestão ambiental no campo.

Cacoal teve avanços em saneamento e coleta seletiva

O episódio também aborda projetos estruturantes realizados em Cacoal, como a implantação do aterro sanitário, o encerramento do lixão, a criação da coleta seletiva e a organização da cooperativa de catadores.

Jorge relata que essas medidas mudaram a forma como o município lidava com resíduos sólidos e deram uma nova perspectiva para trabalhadores que antes atuavam em condições precárias. A experiência é apresentada como exemplo de que política ambiental também envolve inclusão, organização urbana e saúde pública.

▶️ Assista ao trecho sobre aterro, lixão e coleta seletiva

A entrevista relembra como Cacoal avançou no tratamento de resíduos e na organização dos catadores.

Banco Mundial e saneamento marcaram a história local

Outro ponto importante da conversa é a concorrência pública internacional com recursos do Banco Mundial, que garantiu investimentos estruturantes em saneamento básico. Jorge explica que esse processo ajudou a transformar Cacoal em referência no tema.

O relato mostra que planejamento ambiental exige capacidade técnica, articulação institucional e projetos bem estruturados. Para o especialista, resultados duradouros dependem de continuidade, equipe preparada e visão de longo prazo.

Meio ambiente, agro e desenvolvimento precisam caminhar juntos

Ao longo do RuralCast, Rosângela Cândido conduz a entrevista com foco na ligação entre produção rural, água e futuro ambiental. A mensagem central é que o agro depende diretamente de solo protegido, nascentes preservadas e regras ambientais compreensíveis.

O episódio reforça que gestão ambiental em Rondônia não é um tema distante da vida do produtor. Ela afeta a irrigação, a produção, a segurança hídrica, o saneamento das cidades e a qualidade de vida das famílias.

Fonte da notícia:
RuralCast no YouTube.

Mais leitura

Após 200 anos, arara-vermelha-grande volta a nascer na Mata Atlântica

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Arara-vermelha-grande
Filhotes de arara-vermelha-grande nascem na Mata Atlântica após dois séculos de ausência

A arara-vermelha-grande voltou a nascer na Mata Atlântica após quase 200 anos de ausência, em um dos acontecimentos mais simbólicos da conservação ambiental no Brasil. O registro foi confirmado pelo Ibama em abril de 2026, em Porto Seguro, no sul da Bahia, onde filhotes foram observados vivendo em liberdade e interagindo com o ambiente natural.

Filhotes de arara-vermelha-grande sendo alimentados no ninho em close na Mata Atlântica
Filhotes recebem alimento dos pais em ninho, marcando retorno da espécie ao ambiente natural

O retorno da arara-vermelha-grande representa muito mais do que uma boa notícia. Ele marca a retomada de um ciclo ecológico interrompido desde o período colonial, quando a espécie era amplamente encontrada no litoral brasileiro. Ao longo dos séculos, o desmatamento, a perda de habitat e o tráfico ilegal de animais contribuíram para o desaparecimento completo dessas aves na região.

Agora, com planejamento técnico e ações coordenadas, a arara-vermelha-grande volta a ocupar seu espaço na natureza. Esse processo não apenas recupera a presença da espécie, mas também reativa funções ecológicas fundamentais para o equilíbrio da Mata Atlântica.

MARCO HISTÓRICO

O retorno em números

200
anos sem reprodução
2026
ano do registro
2
filhotes confirmados

Um marco ambiental sem precedentes na história recente da conservação brasileira.

Como a arara-vermelha-grande voltou à Mata Atlântica

O retorno da arara-vermelha-grande ao litoral brasileiro é resultado de um projeto iniciado em 2022 pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), vinculado ao Ibama. A iniciativa foi criada com o objetivo de reintroduzir a espécie em áreas onde ela já não existia mais.

Como não havia populações selvagens da arara-vermelha-grande na Mata Atlântica, os indivíduos utilizados no projeto vieram de cativeiro. Muitos foram resgatados de situações de tráfico ilegal, enquanto outros foram incorporados por meio de programas autorizados.

Antes da soltura, cada ave passou por um rigoroso processo de preparação. Essa etapa foi essencial para garantir que a arara-vermelha-grande pudesse recuperar comportamentos naturais e sobreviver no ambiente selvagem.

PROCESSO DE REINTRODUÇÃO

Etapas até a soltura

1. Identificação e monitoramento
2. Quarentena e avaliação sanitária
3. Treinamento de voo e socialização
4. Adaptação alimentar natural
5. Soltura controlada

Processo garante adaptação completa ao ambiente natural.

O primeiro grupo de arara-vermelha-grande foi solto em 2024 em uma área de Mata Atlântica em regeneração com cerca de 7 mil hectares. O ambiente foi preparado com estruturas artificiais que auxiliam na adaptação das aves.

Mesmo com previsões que indicavam até cinco anos para reprodução, a arara-vermelha-grande surpreendeu os pesquisadores ao apresentar sinais reprodutivos em menos tempo.

Em 2026, casais começaram a ocupar ninhos e demonstrar comportamento natural, resultando no nascimento dos primeiros filhotes em liberdade.

AMBIENTE DO PROJETO

Onde a espécie voltou a viver

Porto Seguro
Bahia
7 mil hectares
reserva natural
Veracel
área protegida

Área regenerada foi decisiva para o sucesso do projeto.

Os filhotes de arara-vermelha-grande já foram observados voando, sendo alimentados pelos pais e explorando o ambiente de forma independente. Esse comportamento indica que a espécie conseguiu se adaptar plenamente ao habitat natural.

A arara-vermelha-grande tem papel essencial no ecossistema, principalmente na dispersão de sementes, contribuindo diretamente para a regeneração da floresta.

Impacto ambiental do retorno da arara-vermelha-grande

O retorno da arara-vermelha-grande representa um avanço concreto na recuperação da biodiversidade brasileira. Além de restaurar a presença da espécie, o projeto reativa processos ecológicos fundamentais que estavam interrompidos há séculos.

IMPACTO AMBIENTAL

O que muda com o retorno da espécie

Biodiversidade
Espécie volta ao ecossistema
Regeneração
Dispersão de sementes
Equilíbrio
Cadeia ecológica restaurada
Referência
Modelo de conservação

Um novo ciclo ambiental começa a partir desse marco.

Especialistas destacam que o sucesso do projeto reforça a importância de políticas públicas de conservação, combate ao tráfico de animais e preservação dos habitats naturais. O caso se torna referência para futuras iniciativas de reintrodução no Brasil.

Assim, o retorno da arara-vermelha-grande não é apenas simbólico, mas um indicativo real de que a recuperação ambiental é possível quando há planejamento, investimento e continuidade nas ações.

Fonte da notícia:
Só Notícia Boa

Preços do petróleo disparam e atingem maior nível desde 2022

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preços do petroleo disparam
Alta do petróleo atinge nível mais alto desde 2022 e pressiona preços de combustíveis e economia global

Os preços do petróleo disparam nesta quinta-feira (30) e atingem o nível mais alto desde 2022, impulsionados por tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã. O movimento reacende alertas globais sobre o fornecimento de energia e já provoca impacto direto nos mercados internacionais, que operam sob forte volatilidade.

O avanço ocorre em meio à possibilidade de extensão do bloqueio naval americano a portos iranianos, cenário que ameaça uma das principais rotas de exportação de petróleo do mundo. Com isso, os preços do petróleo disparam com mais intensidade, refletindo o aumento da incerteza global, o risco de interrupção no fornecimento e a reação imediata dos investidores diante de um cenário ainda indefinido.

PAINEL DO MERCADO

Números principais da alta

A disparada dos preços do petróleo revela um cenário de forte restrição de oferta global.

+12%
ALTA INICIAL
do Brent
US$ 126
PICO
da commodity
US$ 110+
WTI
nos EUA
+27%
IMPACTO RECENTE
alta acumulada recente

Preços do petróleo disparam com crise internacional

Os preços do petróleo disparam e ultrapassam US$ 123 por barril, com o Brent chegando a US$ 126 em momentos de pico. Esse patamar não era registrado desde 2022 e evidencia o impacto direto da crise geopolítica sobre o mercado energético global.

A escalada dos preços do petróleo disparam após o fracasso das negociações entre Estados Unidos e Irã, elevando o risco de uma crise prolongada. O mercado reage rapidamente à possibilidade de interrupção no fornecimento e à manutenção de medidas restritivas.

Além disso, o Estreito de Ormuz — uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo — teve o fluxo drasticamente reduzido. Esse bloqueio impacta diretamente a oferta global e contribui para que os preços do petróleo disparam com ainda mais intensidade.

Outro fator relevante é a movimentação dos contratos futuros. Investidores ajustam posições diante da instabilidade, o que amplia a volatilidade e reforça a tendência de alta no curto prazo.

ENTENDA O MOVIMENTO

Como os preços do petróleo sobem

1. Conflito: tensão entre EUA e Irã
2. Bloqueio: restrição no fluxo
3. Oferta: redução global
4. Mercado: preços do petróleo disparam

Alta dos preços do petróleo já impacta consumidores

Com os preços do petróleo disparam, o impacto já é percebido pelos consumidores. Nos Estados Unidos, o preço médio da gasolina atingiu o maior nível em quatro anos, refletindo diretamente a alta da commodity.

Esse aumento não se limita apenas ao combustível. Ele afeta toda a cadeia produtiva, elevando custos de transporte, logística e produção industrial. Quanto mais os preços do petróleo disparam, maior tende a ser o repasse ao consumidor final.

No Brasil, o impacto também pode ser sentido. Apesar de políticas de amortecimento, o mercado internacional exerce forte influência sobre os preços internos.

Além disso, setores como agricultura, indústria e serviços passam a operar com custos mais elevados, ampliando os efeitos inflacionários e pressionando a economia como um todo.

ALCANCE GLOBAL

Regiões afetadas

A alta dos preços do petróleo impacta diversas regiões com efeitos diretos na economia.

EUA
Europa
Ásia
América Latina

O que esperar dos preços do petróleo

O comportamento dos preços do petróleo disparam dependerá diretamente da evolução do conflito geopolítico. Caso o bloqueio naval seja mantido, a tendência é de continuidade da alta.

Por outro lado, avanços diplomáticos podem provocar correções rápidas, já que o mercado reage imediatamente a mudanças no cenário internacional.

Além disso, a trajetória recente reforça que eventos geopolíticos têm impacto direto no setor energético, explicando por que os preços do petróleo disparam com tanta rapidez.

O cenário permanece instável, exigindo atenção constante de investidores, governos e empresas.

PONTO CENTRAL

Impacto econômico global

A alta dos preços do petróleo amplia custos de energia, pressiona a inflação e pode desacelerar o crescimento econômico global nos próximos meses. 

Diante desse cenário, os preços do petróleo disparam e seguem como indicador central da economia global, influenciando decisões estratégicas.

Fonte da notícia:
CNN Brasil

 

Senado rejeita Jorge Messias e força governo Lula a reiniciar processo para vaga no STF

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rejeição de jorge messias no senado
Plenário do Senado durante votação que rejeitou a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal

Rejeição de Jorge Messias no Senado altera diretamente o processo de escolha de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e obriga o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a indicar um novo nome para a vaga aberta. A decisão representa um revés político relevante para o governo federal e reacende o debate sobre a capacidade de articulação do Executivo dentro do Congresso Nacional.

A votação ocorreu após aprovação do nome de Messias na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), etapa que costuma ser determinante para a consolidação de apoio político. No entanto, no plenário, o cenário se inverteu de forma significativa. O advogado-geral da União foi rejeitado por 42 votos contra 34, além de uma abstenção. Para aprovação, eram necessários ao menos 41 votos favoráveis, o que evidencia que a base governista não conseguiu alcançar a maioria absoluta exigida.

📊 O QUE O RESULTADO REALMENTE MOSTRA

42 votos contra

Indica formação de maioria consistente contrária ao governo no plenário

34 votos favoráveis

Base governista não conseguiu converter apoio em maioria decisiva

41 votos necessários

Margem mínima revela fragilidade na articulação política atual

Leitura política: o placar evidencia que a rejeição não foi pontual, mas resultado de resistência estruturada dentro do Senado.

O que acontece após a rejeição de Jorge Messias no Senado

Com a rejeição de Jorge Messias no Senado, o processo de indicação ao STF não é interrompido de forma definitiva, mas reiniciado. O presidente da República precisa indicar um novo nome, que passará novamente por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça e, posteriormente, pela votação no plenário. Esse rito constitucional garante que o Senado exerça controle efetivo sobre a composição da mais alta corte do país.

Na prática, isso significa que o governo terá que recalibrar sua estratégia política. A escolha de um novo nome exigirá análise mais cuidadosa do cenário no Senado, além de maior esforço de negociação com lideranças partidárias. A rejeição de Jorge Messias no Senado sinaliza que o ambiente político está mais fragmentado do que o esperado.

⚖️ O QUE MUDA NA PRÁTICA COM A REJEIÇÃO

Processo reiniciado

O governo precisa começar do zero com novo nome e nova negociação política

Nova rodada de articulação

Será necessário mapear resistências e construir apoio antes da indicação

Risco político elevado

Uma nova rejeição ampliaria desgaste institucional do governo

Impacto direto: o STF permanece com vaga em aberto, enquanto o governo perde tempo político estratégico.

A rejeição de Jorge Messias no Senado também levanta questionamentos sobre a capacidade do governo de construir consensos em pautas estratégicas. Mesmo com apoio de parte da base, o resultado mostrou que há resistência significativa dentro do Congresso.

Outro fator importante é o peso simbólico dessa decisão. Rejeições desse tipo são raras e costumam marcar momentos de tensão entre os poderes. Isso amplia o impacto político do episódio e pode influenciar decisões futuras do Executivo em outras indicações.

📈 COMO ESSA DERROTA SE DIFERENCIA

Indicações recentes: aprovadas com margem confortável, sem risco real de rejeição

Caso atual: votação apertada, com ruptura entre expectativa e resultado

Padrão histórico: Senado costuma validar nomes do Executivo com previsibilidade

Conclusão: a rejeição foge do padrão e indica mudança no comportamento político do Senado.

Ao observar o histórico recente, fica evidente que a rejeição de Jorge Messias no Senado foge do padrão. Em geral, indicações ao STF passam com relativa tranquilidade, o que torna o episódio atual ainda mais relevante do ponto de vista político.

Além disso, o perfil do próximo indicado será determinante. O governo pode optar por um nome com maior trânsito político ou alguém com forte reputação técnica, dependendo da estratégia adotada para evitar nova rejeição.

👤 PERFIL E PESO POLÍTICO DE MESSIAS

Trajetória institucional

Atuação consolidada no Executivo e proximidade com o governo

Perfil político

Nome alinhado ao Planalto, mas com resistência no Senado

Fator decisivo

Falta de apoio transversal entre partidos foi determinante

Leitura final: a rejeição não foi técnica, mas essencialmente política.

Com isso, a rejeição de Jorge Messias no Senado inaugura um novo cenário político. O governo precisará fortalecer sua base e ampliar o diálogo com o Congresso para garantir a aprovação do próximo nome indicado.

Além disso, a rejeição de Jorge Messias no Senado reforça a importância do Senado como ator central no equilíbrio institucional. A decisão não apenas define o futuro de uma indicação, mas também sinaliza os limites do poder de articulação do Executivo em um ambiente político cada vez mais fragmentado.

Fonte da notícia: G1

CCJ do Senado aprova indicação de Jorge Messias ao STF após sabatina intensa

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ccj aprova jorge messias para o stf
Jorge Messias foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça após mais de oito horas de sabatina no Senado.

CCJ aprova Jorge Messias para o STF em uma decisão que marca um momento relevante no cenário político e institucional brasileiro. A votação ocorreu nesta quarta-feira (29), na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, após uma sabatina longa e detalhada que colocou o indicado no centro de debates jurídicos e políticos.

O resultado confirma que a CCJ aprova Jorge Messias para o STF com 16 votos favoráveis e 11 contrários. Apesar da aprovação, o placar apertado revela um ambiente político dividido, indicando que a etapa seguinte, no plenário, pode exigir maior articulação entre governo e aliados para garantir a confirmação definitiva.

DECISÃO NA CCJ

RESULTADO
16 × 11
votos favoráveis e contrários

INDICADO
Jorge Messias
indicado ao STF

SABATINA
+8 horas
duração da sessão

PRÓXIMA ETAPA
Plenário do Senado
votação final exige mínimo de 41 votos 

CCJ aprova Jorge Messias para o STF após meses de impasse político no Senado

A decisão de que a CCJ aprova Jorge Messias para o STF ocorre após um processo marcado por atrasos e negociações. Desde a indicação feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o nome de Messias enfrentou resistência entre parlamentares, o que prolongou o trâmite por cerca de cinco meses.

Durante esse período, o cenário político foi determinante para o andamento da indicação. As divergências entre diferentes grupos no Senado contribuíram para a demora, tornando o processo mais sensível e estratégico do que outras indicações recentes ao Supremo Tribunal Federal.

Além disso, o tempo prolongado até a sabatina reforçou a percepção de que a indicação não teria uma tramitação simples. O ambiente político polarizado exigiu negociações constantes, o que influenciou diretamente o ritmo das decisões dentro da Comissão de Constituição e Justiça.

LINHA DO TEMPO

Como a indicação avançou até a CCJ

Indicação oficial
O presidente Lula indica Jorge Messias para vaga no STF.
Impasse político
Resistência no Senado atrasa o processo por meses.
Sabatina
Mais de oito horas de questionamentos intensos.
Aprovação
Comissão aprova por 16 votos a 11.
Plenário
Etapa final exigirá ao menos 41 votos.

Esse processo evidencia como a CCJ aprova Jorge Messias para o STF em meio a um contexto político complexo, no qual decisões institucionais dependem de articulação, negociação e alinhamento entre diferentes forças políticas.

Durante a sabatina, Messias respondeu a questionamentos de diversos senadores e apresentou sua visão sobre o papel do Supremo Tribunal Federal. Ele afirmou que a Corte não deve atuar como substituta da política, mas também não pode se omitir diante de temas relevantes.

O indicado também defendeu a criação de mecanismos que ampliem a transparência no Judiciário, incluindo a possibilidade de um código de conduta para magistrados. Segundo ele, medidas nesse sentido contribuem para fortalecer a credibilidade das instituições.

Principais posições de Messias

STF e política
Defendeu que a Corte não substitui a política.
Transparência
Apoia regras mais claras para magistrados.
Aborto
Contra, com análise humanitária.
AGU
Defendeu atuação institucional.

Outro ponto importante abordado durante a sabatina foi a atuação da Advocacia-Geral da União. Messias rebateu críticas e afirmou que suas decisões foram tomadas com base na legislação, destacando que qualquer omissão poderia configurar falha institucional.

Além disso, o indicado reforçou princípios fundamentais do direito penal, como a legalidade, a proporcionalidade das penas e a individualização das condutas. Segundo ele, esses pilares são essenciais para garantir justiça e evitar decisões baseadas em pressão política ou emocional.

O que falta para a aprovação final

Votos necessários: mínimo de 41 senadores
Votação: secreta
Cenário: indefinido
Histórico: indicações raramente rejeitadas

Mesmo com o histórico favorável, o contexto atual exige cautela. A votação no plenário será decisiva e pode refletir não apenas a avaliação técnica do indicado, mas também o equilíbrio político dentro do Senado.

Com isso, a CCJ aprova Jorge Messias para o STF, mas a confirmação definitiva dependerá da articulação política e do posicionamento dos senadores na etapa final do processo.

Fonte da notícia:
Metrópoles

 

Governo quer liberar uso de até 20% do FGTS para quitar dívidas de trabalhadores

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fgts para pagar dividas
Aplicativo da Caixa permite consultar saldo do FGTS e poderá ser usado para quitar dívidas com bancos

FGTS para pagar dívidas deve se tornar uma das principais medidas do governo federal para reduzir o endividamento das famílias brasileiras. A proposta prevê a liberação de até R$ 4,5 bilhões do fundo, permitindo que trabalhadores utilizem parte do saldo disponível para quitar débitos diretamente com instituições financeiras, o que pode gerar alívio imediato no orçamento doméstico.

A medida foi apresentada pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, e faz parte de um pacote econômico mais amplo voltado à recuperação da capacidade financeira da população. Pelo modelo proposto, será possível utilizar até 20% do saldo do FGTS, desde que o trabalhador autorize o uso após renegociar suas dívidas com os bancos.

PANORAMA DO PROGRAMA

Liberação do FGTS para dívidas

Valor inicial

R$ 4,5 bilhões

Estimativa inicial

Uso permitido

20%

Do saldo do FGTS

Teto total

R$ 8 bilhões

Limite do programa

O FGTS para pagar dívidas será direcionado principalmente a trabalhadores com renda mensal de até cinco salários mínimos, o equivalente a cerca de R$ 8 mil. Esse grupo concentra grande parte da população endividada, o que aumenta o potencial de impacto social da medida.

Além de aliviar o peso das dívidas, a iniciativa também pode estimular o consumo. Ao regularizar a situação financeira, muitos trabalhadores voltam a ter acesso ao crédito, o que contribui para movimentar a economia em diferentes setores.

Aplicativo do FGTS aberto no celular com notas de dinheiro ao fundo representando pagamento de dívidas
Uso do FGTS para pagar dívidas pode liberar bilhões e ajudar trabalhadores a quitar débitos com bancos

Como funciona o FGTS para pagar dívidas

O funcionamento do programa foi estruturado para garantir controle e evitar o uso indevido dos recursos. O primeiro passo é a renegociação da dívida entre o trabalhador e o banco, geralmente com aplicação de descontos relevantes.

Após essa etapa, o trabalhador autoriza o uso do FGTS. A Caixa Econômica Federal, então, realiza o repasse diretamente à instituição financeira, sem que o valor passe pela conta do cidadão, garantindo que o recurso seja utilizado exclusivamente para quitar o débito.

Etapas do processo

Renegociação

Banco oferece condições com desconto

Autorização

Trabalhador libera uso do FGTS

Transferência

Valor enviado diretamente ao banco

Quitação

Dívida é encerrada

Os descontos oferecidos nas renegociações podem variar entre 40% e 90%, dependendo da negociação. Esse fator torna o FGTS para pagar dívidas especialmente atrativo para quem enfrenta dificuldades financeiras prolongadas.

Outro ponto importante é que o programa deve ter duração inicial de cerca de três meses, funcionando como uma ação emergencial para reduzir o nível de inadimplência no país.

Impacto na vida financeira

Antes

  • Dívidas acumuladas
  • Nome negativado
  • Sem crédito

Depois

  • Dívida reduzida
  • Possível nome limpo
  • Retorno ao crédito

O FGTS para pagar dívidas também pode gerar efeitos indiretos importantes, como o aumento da circulação de dinheiro e a retomada da confiança dos consumidores. Com menos dívidas, as famílias tendem a voltar a consumir e investir.

Especialistas alertam que a medida precisa vir acompanhada de educação financeira. Sem mudança de comportamento, existe risco de retorno ao endividamento no médio prazo.

Regras principais do programa

Entenda os critérios e limitações do uso do FGTS para quitar dívidas

Quem pode participar

Trabalhadores com renda mensal de até R$ 8 mil terão prioridade no acesso ao programa.

Como o dinheiro é usado

O valor não será liberado diretamente ao trabalhador, sendo transferido pela Caixa ao banco credor.

Garantia do sistema

Um fundo garantidor será utilizado para reduzir riscos e facilitar a renegociação das dívidas.

Possíveis restrições

Participantes podem enfrentar limitações, como restrição ao uso de plataformas de apostas online. 

Nos bastidores, o governo avalia que o FGTS para pagar dívidas pode melhorar a percepção econômica da população, especialmente em um momento de pressão sobre o custo de vida.

O sucesso da iniciativa dependerá da adesão dos trabalhadores e das condições oferecidas pelos bancos, que terão papel central na efetividade do programa.

Fonte da notícia: G1

PodRondônia Economia debate inadimplência, investimentos e educação financeira

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PodRondônia Economia debate inadimplência financeira com Marcelo Freire e Mateus Torrente
Marcelo Freire recebe Mateus Torrente no PodRondônia Economia para falar sobre dívidas, crédito, investimentos e planejamento financeiro.

Inadimplência financeira é o tema central do novo episódio do PodRondônia Economia, apresentado pelo jornalista e editor do site Valor & Mercado RO, Marcelo Freire.

Na entrevista, o economista e educador financeiro Mateus Torrente analisa o aumento das dívidas das famílias, o uso descontrolado do cartão de crédito, a falta de planejamento e os caminhos para organizar melhor a vida financeira.

▶️ Ative o som e assista ao episódio completo

Mateus Torrente explica como crédito, dívidas, reserva de emergência e investimentos impactam o orçamento das famílias.

Inadimplência financeira preocupa famílias brasileiras

No episódio, Mateus Torrente afirma que o aumento da inadimplência financeira está ligado ao acesso fácil ao crédito e à falta de preparo para lidar com esse recurso. Segundo ele, muitas famílias confundem limite de cartão com renda disponível e acabam assumindo compromissos acima da capacidade real de pagamento.

O economista explica que o endividamento pode começar de forma silenciosa, especialmente quando a pessoa acumula vários cartões, parcelas pequenas e compras recorrentes. Com o tempo, essas decisões comprimem o orçamento e dificultam o controle das contas básicas.

▶️ Assista ao trecho sobre crédito e inadimplência

Neste ponto da entrevista, Mateus explica como o crédito fácil pode levar famílias ao endividamento.

Cartão de crédito exige planejamento

Durante a conversa, o convidado alerta que o problema não está apenas no crédito, mas na forma como ele é usado. O cartão pode ser uma ferramenta útil, porém se transforma em risco quando substitui o orçamento, financia consumo sem controle e cria a falsa sensação de renda extra.

Para Mateus, a saída passa por educação financeira, organização das contas, clareza sobre a renda real e redução de gastos que comprometem a qualidade de vida no médio prazo. Essa orientação ajuda a evitar a inadimplência financeira e dá mais previsibilidade ao orçamento.

Financiamento habitacional e economia real entram no debate

O episódio também aborda linhas de financiamento, programas habitacionais e o papel do crédito estruturado na vida das famílias. Mateus explica que financiamentos de longo prazo exigem análise cuidadosa, porque envolvem compromissos que podem durar décadas.

A entrevista ainda passa por temas como economia real, pequenos negócios, acesso a linhas de crédito mais adequadas e a importância de buscar informação antes de assumir dívidas caras.

▶️ Assista ao trecho sobre financiamento e educação financeira

O convidado comenta financiamento habitacional, crédito de longo prazo e a necessidade de orientação desde a escola.

Reserva de emergência protege o orçamento

Outro ponto destacado é a importância da reserva de emergência. Para o economista, guardar dinheiro não é apenas uma escolha matemática, mas também uma forma de reduzir ansiedade, proteger a família e criar segurança para momentos de instabilidade.

Mateus compara o comportamento financeiro no Brasil com outros países e reforça que poupar para o futuro precisa virar hábito. Quando sobra dinheiro no mês, a família ganha fôlego para planejar melhor, investir e evitar decisões tomadas apenas pela urgência.

Investimentos devem começar pelo conhecimento

Na parte final da entrevista, Mateus Torrente fala sobre investimentos e sobre o livro Sem Medo de Investir. Ele explica que muitas pessoas deixam de investir porque têm medo de perder dinheiro ou acreditam que o único caminho é a bolsa de valores.

Para o educador financeiro, o melhor investimento é aquele que a pessoa entende. Por isso, antes de aplicar dinheiro, é essencial conhecer o próprio perfil, estudar alternativas, organizar o orçamento e evitar decisões tomadas por impulso.

▶️ Assista ao trecho sobre investimentos

Mateus fala sobre medo de investir, economia real e formas de aplicar dinheiro com mais consciência.

PodRondônia Economia reforça orientação prática

Ao longo do programa, Marcelo Freire conduz a conversa com foco na realidade das famílias, dos consumidores e de quem busca organizar melhor o orçamento. A entrevista mostra que inadimplência financeira e educação financeira caminham juntas quando o assunto é prevenção de dívidas.

O episódio reforça que planejamento, informação, reserva de emergência e decisões conscientes podem ajudar o cidadão a sair do aperto e construir uma relação mais saudável com o dinheiro.

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Acordo entre União Europeia e Mercosul começa a valer e deve baratear produtos

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Acordo UE-Mercosul com aperto de mãos e cenário de comércio internacional com porto e bandeiras
Parceria entre União Europeia e Mercosul inicia nova fase de integração econômica e redução de tarifas

O acordo UE-Mercosul entra em vigor a partir de 1º de maio após a assinatura do decreto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, oficializando uma das maiores parcerias comerciais entre blocos econômicos do mundo. A medida amplia o comércio entre países da América do Sul e da Europa e pode impactar diretamente os preços de diversos produtos, especialmente no médio e longo prazo.

Na prática, o acordo prevê a redução gradual de impostos de importação entre os países envolvidos, o que tende a facilitar a circulação de mercadorias e tornar alguns itens mais acessíveis ao consumidor ao longo dos próximos anos. Esse processo será aplicado de forma progressiva, evitando impactos bruscos nos mercados internos e permitindo que empresas se adaptem às novas condições comerciais.

📊 Dimensão do acordo UE-Mercosul

Abrangência geográfica
31 países
Integra América do Sul e União Europeia em um único acordo comercial
Mercado consumidor
720 milhões
População com alto potencial de consumo e demanda diversificada
Peso econômico
US$ 22 trilhões
Representa uma das maiores zonas econômicas integradas do mundo 

Como o acordo UE-Mercosul entra em vigor na prática

Embora o acordo UE-Mercosul entra em vigor oficialmente neste ano, as mudanças não serão imediatas. A redução das tarifas será feita de forma gradual, permitindo que empresas e setores produtivos se adaptem sem impactos bruscos, o que reduz riscos econômicos e evita desorganização nos mercados internos.

Os países do Mercosul deverão eliminar tarifas sobre cerca de 91% dos produtos europeus ao longo de até 15 anos. Já a União Europeia irá retirar impostos sobre aproximadamente 95% das exportações sul-americanas em até 12 anos, criando um ambiente mais favorável para trocas comerciais sustentáveis.

⏳ Evolução do acordo ao longo das décadas

1999

Início das negociações com foco na criação de uma zona de livre comércio entre os blocos

2000–2020

Período marcado por avanços e impasses, com discussões sobre tarifas, agricultura e indústria

2026 (início)

Assinatura final do acordo após consenso entre os países envolvidos

Março–Abril

Aprovação institucional e formalização por meio de decreto no Brasil

Maio

Entrada em vigor com implementação gradual das novas regras comerciais 

Com isso, o acordo UE-Mercosul entra em vigor após mais de duas décadas de negociações complexas, envolvendo interesses comerciais, políticos e estratégicos. Esse longo período demonstra o nível de exigência e equilíbrio necessário para consolidar um acordo dessa magnitude entre diferentes economias.

Impactos para economia, empresas e consumidores

Para empresas, o cenário tende a se tornar mais competitivo, com acesso ampliado a novos mercados, redução de custos logísticos e maior integração internacional. Já para consumidores, a expectativa é de aumento na oferta de produtos e possível redução de preços ao longo do tempo.

Além disso, o acordo UE-Mercosul entra em vigor criando condições para que setores produtivos se modernizem, aumentem eficiência e busquem inovação para competir em nível global. Esse movimento pode gerar efeitos positivos também na geração de empregos e no fortalecimento da economia.

📦 Impactos econômicos do acordo

Redução de tarifas comerciais

Impostos de importação serão eliminados gradualmente, facilitando o fluxo de mercadorias entre os blocos.

Queda de preços ao consumidor

A diminuição de custos tende a refletir nos preços finais, especialmente em produtos industrializados e importados.

Ambiente mais competitivo

Empresas precisarão se adaptar a um cenário mais aberto, com maior concorrência internacional.

Expansão de mercados

Produtores locais passam a ter acesso facilitado a novos consumidores fora do continente. 

Cenário global e estratégia internacional

Durante a cerimônia, o presidente Lula destacou que o acordo representa um avanço importante na cooperação internacional, reforçando a importância do diálogo entre países.

O ministro Mauro Vieira também ressaltou que o acordo UE-Mercosul entra em vigor em um momento estratégico, especialmente diante de um cenário global instável, com disputas comerciais e reorganização das cadeias produtivas.

🌍 Estratégia global e novos acordos

O acordo entre Mercosul e União Europeia faz parte de uma estratégia mais ampla do Brasil de ampliar sua presença no comércio internacional e reduzir dependências econômicas.

Expansão em andamento

Negociações com Singapura e países europeus fora da União Europeia ampliam o alcance das exportações brasileiras.

Esse movimento ocorre em um cenário global marcado por tensões comerciais e reorganização das cadeias produtivas, o que torna acordos multilaterais ainda mais estratégicos. 

Além disso, o avanço dessas parcerias reforça a estratégia do Brasil de ampliar sua inserção global e diversificar mercados. O acordo UE-Mercosul entra em vigor como um passo relevante nesse processo, criando novas oportunidades econômicas e fortalecendo relações internacionais.

Com esse cenário, o acordo UE-Mercosul entra em vigor como um dos movimentos mais relevantes da política econômica recente, consolidando uma nova fase de integração comercial entre continentes. Ao longo dos próximos anos, os efeitos desse acordo devem se tornar mais visíveis no cotidiano de empresas e consumidores, com impacto direto na competitividade, nos preços e na posição do Brasil dentro do comércio internacional.

Fonte da notícia:
Só Notícia Boa

 

Vida Plena debate assédio e abuso sexual e orienta famílias

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Programa Vida Plena debate assédio e abuso sexual com orientações para famílias e canais de denúncia
Programa Vida Plena orienta famílias sobre prevenção, sinais de alerta e canais de denúncia contra assédio e abuso sexual.

Assédio e abuso sexual são temas difíceis, mas precisam ser tratados com clareza, responsabilidade e acolhimento, especialmente quando envolvem crianças e adolescentes.

No programa Vida Plena, especialistas explicam como identificar situações de risco, como orientar famílias, quais sinais merecem atenção e onde buscar ajuda. Participam do debate a psicóloga do CREAS de Barretos, Irenita Amorim, a educadora e coordenadora pedagógica Minisa Nogueira e a psicóloga do Hospital de Amor, Elisa Guimarães.

▶️ Ative o som e assista ao primeiro bloco

Entenda o que caracteriza o assédio sexual e por que o consentimento é ponto central para reconhecer limites.

Assédio e abuso sexual exigem diálogo e prevenção

No primeiro bloco, o programa explica que o assédio sexual pode envolver falas, gestos, olhares, imagens, toques ou qualquer atitude com conotação sexual que cause desconforto. As especialistas destacam que o limite passa pelo consentimento e pelo respeito ao corpo do outro.

A conversa também reforça que pais, avós, tios, responsáveis e cuidadores precisam falar sobre o tema de forma adequada à idade da criança. O objetivo é criar proteção, confiança e orientação antes que situações de violência aconteçam.

Crianças precisam aprender sobre limites do corpo

No segundo bloco, o Vida Plena aborda como famílias podem conversar com crianças pequenas sobre partes do corpo, privacidade e limites. As convidadas explicam que a orientação deve começar desde cedo, com linguagem simples, segura e compatível com a idade.

O programa também destaca a importância de ensinar que a criança tem direito de dizer não, inclusive diante de abraços, beijos ou contatos que causem desconforto. Para as especialistas, validar esse limite ajuda a fortalecer autonomia, autoestima e confiança para pedir ajuda.

▶️ Assista também ao segundo bloco

Veja como orientar crianças e adolescentes sobre limites, sinais de alerta e o direito de dizer não.

Mudança de comportamento pode ser sinal de alerta

No terceiro bloco, o programa trata dos sinais que podem indicar que uma criança ou adolescente está sofrendo abuso sexual. Entre os alertas citados estão queda repentina no rendimento escolar, isolamento, agressividade, medo, silêncio excessivo ou mudanças bruscas de comportamento.

As especialistas reforçam que escola, família e pessoas de confiança têm papel essencial na escuta. A criança ou o adolescente tende a falar quando encontra um ambiente seguro, acolhedor e sem julgamento.

▶️ Assista ao terceiro bloco

Saiba quais sinais podem indicar abuso sexual e onde buscar ajuda com segurança e acolhimento.

Denunciar é um ato de cuidado e proteção

O programa orienta que vítimas, familiares, amigos ou qualquer pessoa que perceba sinais de violência busquem ajuda. Em casos envolvendo crianças e adolescentes, o Conselho Tutelar é um dos órgãos de referência no acolhimento e encaminhamento da denúncia.

Também é possível acionar canais nacionais de denúncia, como o Disque 100, o Ligue 180, a Polícia Militar pelo 190 em situações de emergência e o Disque 181 para denúncias anônimas. Informação salva vidas, e denunciar pode interromper ciclos de violência.

Vida Plena vai ao ar pela REDEVIDA+

O Vida Plena vai ao ar para todo o Brasil aos domingos, às 19h, com reprises às segundas, quartas e sextas-feiras, às 9h45 e às 23h15, pela REDEVIDA+.

Fonte da notícia:
Programa Vida Plena no YouTube.

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Para informações oficiais sobre direitos humanos e canais de denúncia, acesse também o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.

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