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domingo, abril 19, 2026
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Operação mira rede de armas feitas em impressoras 3D no Brasil

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Arma produzida em impressora 3D ao lado de equipamento de impressão durante investigação policial
Impressora 3D produz peça de arma enquanto investigadores analisam armamento fabricado com tecnologia digital.

Uma operação policial colocou no centro do debate um novo desafio para a segurança pública brasileira: a produção e a venda de armas feitas em impressoras 3D. Atualmente, autoridades investigam uma rede suspeita de fabricar e comercializar peças de armamentos utilizando tecnologia digital, ampliando o risco de circulação de armas sem rastreamento.

Dados da operação

As investigações apontam que suspeitos produziam peças e componentes de armas utilizando impressoras 3D e divulgavam arquivos digitais com instruções detalhadas de montagem.

Além disso, autoridades identificaram circulação interestadual dos materiais e possível comercialização por meio de plataformas digitais.

De acordo com investigadores, o grupo utilizava impressoras 3D para produzir partes estruturais das armas, enquanto outras peças eram adquiridas separadamente. Dessa forma, os suspeitos conseguiam montar armamentos completos sem passar pelos mecanismos tradicionais de controle e registro.

Armas e peças produzidas em impressoras 3D apreendidas em operação policial contra fabricação clandestina de armamentos.
Autoridades apreenderam armas, peças produzidas em impressoras 3D, carregadores e munições durante investigação sobre fabricação clandestina de armamentos.

Paralelamente à produção física, a investigação revelou a existência de manuais técnicos e arquivos digitais compartilhados em ambientes online. Esses documentos ensinariam interessados a imprimir, montar e ajustar os armamentos, ampliando significativamente o alcance da atividade ilegal.

Como funcionava o esquema investigado

Segundo a apuração policial, o grupo possuía funções bem definidas dentro da rede investigada. Enquanto alguns integrantes atuavam na produção das peças em impressoras 3D, outros seriam responsáveis pela divulgação dos projetos digitais e pelo contato com possíveis compradores.

Além da produção, investigadores apontam que pagamentos poderiam ocorrer por meios digitais que dificultam o rastreamento financeiro. Assim, a rede conseguiria distribuir peças e acessórios para diferentes regiões do país sem exposição direta dos envolvidos.

Como funciona a fabricação de armas em impressoras 3D

A impressão 3D permite fabricar objetos a partir de arquivos digitais utilizando materiais plásticos ou resinas.

Por isso, especialistas alertam que a tecnologia pode ser usada tanto para inovação industrial quanto para a fabricação clandestina de componentes de armas.

O principal desafio para as autoridades está na rastreabilidade dessas armas. Diferentemente das armas produzidas pela indústria tradicional, muitas peças fabricadas em impressoras 3D não possuem número de série. Como consequência, identificar a origem do armamento torna-se muito mais difícil durante investigações criminais.

Outro fator que preocupa especialistas é a disseminação de arquivos digitais na internet. Com isso, torna-se possível reproduzir essas armas em diferentes locais, inclusive utilizando equipamentos domésticos.

Por que armas impressas em 3D preocupam autoridades

A fabricação de armas impressas em 3D passou a chamar atenção de autoridades em vários países. Isso ocorre porque a tecnologia permite produzir partes importantes do armamento sem depender de fábricas especializadas.

Além disso, o compartilhamento de arquivos digitais facilita a reprodução dessas armas. Portanto, especialistas afirmam que a combinação entre tecnologia acessível e redes online cria um cenário complexo para a segurança pública.

Dados científicos

  • Pesquisas internacionais registraram crescimento de casos envolvendo armas produzidas por impressão 3D nos últimos anos.
  • Estudos apontam que equipamentos domésticos já conseguem fabricar peças estruturais de armamentos.
  • Muitos desses armamentos são classificados como “armas fantasmas”, pois não possuem número de série.

Diante desse cenário, autoridades brasileiras e estrangeiras passaram a acompanhar com mais atenção casos envolvendo fabricação digital de armamentos. Ao mesmo tempo, investigações buscam identificar redes que compartilham projetos técnicos e instruções de montagem.

Especialistas apontam novo desafio para segurança pública

“A combinação entre tecnologia digital e redes online amplia o desafio das autoridades. Por isso, operações integradas e investigação especializada são fundamentais para conter a disseminação dessas armas.”

Especialistas em segurança pública ressaltam que os sistemas tradicionais de controle de armas não foram projetados para lidar com esse tipo de tecnologia. Por esse motivo, diversos países passaram a discutir novas formas de monitoramento e regulamentação.

Enquanto isso, operações policiais buscam identificar grupos que exploram essas tecnologias para produzir armamentos clandestinos. Dessa maneira, o combate ao crime armado passa a envolver também inteligência digital e monitoramento online.

Nos próximos desdobramentos, autoridades devem aprofundar a investigação para identificar outros envolvidos e possíveis compradores dos materiais. Ao mesmo tempo, o avanço das tecnologias de impressão 3D reforça a necessidade de cooperação entre diferentes órgãos de segurança.

 

Fonte: G1

Toffoli se declara suspeito e deixa relatoria da CPI do Banco Master

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Ministro Dias Toffoli do STF deixa relatoria de ação sobre CPI do Banco Master
Ministro Dias Toffoli se declara suspeito e deixa relatoria de ação no STF sobre a CPI do Banco Master

O ministro Dias Toffoli, do STF, decidiu se declarar suspeito para analisar a ação que pede à Corte que determine à Câmara dos Deputados a instalação da CPI do Banco Master. Com isso, o processo deixa o gabinete do ministro e segue para redistribuição entre os demais integrantes do Supremo Tribunal Federal.

Atualização do processo no STF

O ministro Dias Toffoli informou ao STF que não participará da análise da ação sobre a CPI do Banco Master. Assim, o sistema do Supremo redistribuirá o processo para outro ministro da Corte.

A ação questiona a demora da Câmara dos Deputados em instalar a comissão parlamentar destinada a investigar o caso Banco Master. Inicialmente, Dias Toffoli havia sido sorteado relator do processo. No entanto, após declarar suspeição, o ministro deixou a condução do caso.

Agora, o STF designará outro ministro para relatar o processo. A partir disso, o novo relator analisará o pedido que busca obrigar a Câmara a instalar a CPI do Banco Master.

Entenda o pedido levado ao STF

A ação apresentada ao STF tenta obrigar a Câmara dos Deputados a instalar a CPI do Banco Master. Segundo os autores da iniciativa, a abertura da comissão representa um instrumento constitucional de fiscalização do Congresso.

Além disso, parlamentares afirmam que a investigação parlamentar pode esclarecer fatos relacionados ao caso Banco Master. Por isso, recorreram ao Supremo para questionar a demora na análise do pedido dentro da Câmara.

O que está em discussão no STF

  • ação pede a instalação da CPI do Banco Master
  • processo tramita no STF
  • Dias Toffoli havia sido sorteado relator
  • ministro decidiu se declarar suspeito
  • Supremo redistribuirá o processo a outro ministro

Pressão política para investigação

A discussão sobre a criação da CPI do Banco Master ganhou espaço no debate político em Brasília. Parlamentares que apoiam a investigação defendem que o Congresso avance na apuração do caso.

Enquanto isso, a ação no STF acompanha o impasse político sobre a instalação da comissão. Dessa forma, a decisão do Supremo poderá influenciar o andamento da investigação parlamentar.

Trecho do processo apresentado ao STF

“O presidente da Câmara está a impedir que o parlamento desempenhe um de seus mais relevantes misteres, que é o de investigar e fiscalizar.”

— Deputado Rodrigo Rollemberg, autor da ação sobre a CPI do Banco Master

Contexto do caso

O caso Banco Master ganhou repercussão política após parlamentares defenderem a criação de uma comissão parlamentar para investigar o tema. Desde então, o debate envolve tanto o Congresso quanto o STF.

Assim, a ação apresentada ao Supremo questiona a demora da Câmara dos Deputados em instalar a CPI do Banco Master. Os autores do pedido afirmam que a investigação parlamentar precisa avançar.

Próximos passos do processo

Agora, o STF redistribuirá o processo entre os ministros da Corte. Depois disso, o novo relator decidirá os próximos passos da ação relacionada à CPI do Banco Master.

Enquanto isso, o debate político sobre o caso Banco Master continua no Congresso Nacional e segue sob acompanhamento do STF.

 

Fonte: CNN Brasil

Irã diz que não disputará a Copa do Mundo e cria crise para a Fifa

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Jogador da seleção do Irã em frente ao troféu da Copa do Mundo em meio a crise política internacional
Declaração do governo iraniano levanta dúvidas sobre a participação da seleção do Irã na Copa do Mundo

O governo do Irã afirmou nesta quarta-feira que a seleção nacional não participará da Copa do Mundo de 2026. A declaração, feita pelo ministro do Esporte, Ahmad Donyamali, elevou a tensão em torno do torneio e colocou a Fifa diante de um cenário político e esportivo delicado.

Entenda o caso

O Irã sinalizou que pode abrir mão da vaga no Mundial de 2026 em meio à guerra com forte envolvimento dos Estados Unidos, um dos países-sede da competição.

A fala do ministro ocorre em meio ao agravamento da crise regional e após acusações diretas contra os Estados Unidos. Segundo a declaração oficial, o país não vê condições políticas, institucionais e de segurança para manter sua presença em uma competição que terá partidas em território americano.

Além disso, o caso ganhou repercussão imediata porque o Irã já está classificado para o torneio e havia sido sorteado no Grupo G. Com isso, a possibilidade de desistência passa a ter impacto direto sobre a tabela, a logística da competição e a própria condução da Fifa diante de um conflito internacional em curso.

Declaração do ministro aumenta incerteza sobre o Mundial

A manifestação de Ahmad Donyamali foi dura e trouxe um tom de rompimento. Na prática, o governo iraniano indicou que a participação da equipe está inviabilizada pelas recentes ações militares e pelo ambiente de instabilidade que se formou no país.

Esse posicionamento amplia a incerteza porque não se trata apenas de uma dificuldade operacional. Trata-se, sobretudo, de uma decisão com peso geopolítico, já que a Copa de 2026 será sediada por Estados Unidos, México e Canadá. Portanto, a crise ultrapassa o futebol e passa a atingir a organização de um dos maiores eventos esportivos do planeta.

Por que isso importa

  • Envolve uma seleção já classificada para a Copa do Mundo
  • Afeta jogos previstos em solo dos Estados Unidos
  • Cria pressão imediata sobre a Fifa
  • Une esporte, diplomacia e segurança internacional

Grupo do Irã e jogos nos Estados Unidos pesam na decisão

O sorteio da Copa do Mundo colocou o Irã no Grupo G, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia. As três partidas da equipe estavam programadas para acontecer nos Estados Unidos, com dois jogos em Los Angeles e um em Seattle.

Esse detalhe ajuda a explicar a gravidade do impasse. Como os confrontos da fase de grupos ocorreriam justamente em território americano, a fala do ministro ganha um peso ainda maior. Dessa forma, a eventual retirada da seleção deixaria uma vaga em aberto e exigiria resposta rápida da Fifa.

Além disso, o Irã foi o único país ausente de uma recente cúpula de planejamento da Fifa com as seleções classificadas. A ausência já havia aumentado as dúvidas sobre a permanência da equipe no torneio. Agora, com a declaração pública do governo, a indefinição se tornou ainda mais séria.

Fifa tenta manter discurso de inclusão em meio à crise

Mesmo com a tensão crescente, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou mais cedo que tratou do tema com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Segundo ele, houve sinalização de que a equipe iraniana seria bem-vinda para disputar a competição.

No entanto, o gesto político não foi suficiente para conter a escalada da crise. Isso porque a posição do governo iraniano está diretamente ligada ao conflito em andamento e à percepção de insegurança dentro do país. Assim, o futebol passou a refletir de forma direta o desgaste diplomático entre Teerã e Washington.

Declaração que mudou o cenário

O governo iraniano indicou que a seleção não participará do Mundial em nenhuma circunstância, o que transformou uma tensão diplomática em crise esportiva global.

O que pode acontecer se o Irã desistir da Copa

Se a desistência for oficializada, a Fifa precisará decidir como preencher a vaga deixada pela seleção iraniana. Esse é o ponto mais sensível da discussão no momento. Embora o regulamento permita atuação da entidade, a forma de substituição tende a gerar debate e pressão internacional.

Por outro lado, o caso também pode abrir uma discussão sobre sanções esportivas, multas e impactos futuros para a federação iraniana. Ainda assim, a tendência é que qualquer definição leve em conta não apenas a regra esportiva, mas também o ambiente político que cerca a competição.

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Além do aspecto técnico, a crise ameaça afetar o próprio clima de preparação para a Copa. Um torneio pensado para reunir seleções de todos os continentes agora passa a conviver com o risco de ausência de um país classificado em razão de guerra, tensão diplomática e insegurança regional.

Os fatos principais do caso

País: Irã

Competição: Copa do Mundo de 2026

Países-sede: Estados Unidos, México e Canadá

Grupo do Irã: Grupo G

Adversários: Bélgica, Egito e Nova Zelândia

Jogos previstos: Los Angeles e Seattle, nos Estados Unidos

Autor da declaração: Ahmad Donyamali, ministro do Esporte do Irã

Situação: participação da seleção iraniana está sob forte risco

Crise entre geopolítica e futebol pode ganhar novos capítulos

O caso do Irã mostra como a Copa do Mundo de 2026 já começa a ser impactada por fatores muito além das quatro linhas. A fala do ministro transforma uma preocupação diplomática em um problema concreto para a organização do torneio.

Agora, a expectativa se volta para um eventual posicionamento formal da Fifa e para a confirmação, ou não, da retirada iraniana. Até lá, a crise seguirá no centro do debate internacional, unindo guerra, diplomacia e futebol em uma mesma pauta de alcance global.

 

Fonte: G1

Compensação do governo pode viabilizar fim da escala 6×1

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Autoridades e representantes de entidades empresariais discutem a proposta de fim da escala 6x1 em reunião sobre compensação do governo.
Representantes do governo e de entidades empresariais discutem possíveis compensações para empresas diante da proposta de fim da escala 6x1 no Brasil.

O relator da PEC que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6×1 na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, deputado Paulo Azi (União Brasil-BA), afirmou nesta quarta-feira, 11 de março de 2026, que considera plausível uma compensação do governo ao setor produtivo caso a proposta avance. Segundo ele, a discussão ainda está em fase inicial, mas já exige análise detalhada dos impactos econômicos em diferentes áreas.

Entenda o caso

O relator da PEC da escala 6×1 avalia que a mudança na jornada de trabalho pode exigir medidas de compensação do governo. Entre as possibilidades discutidas estão desoneração da folha e incentivos fiscais temporários para setores mais impactados.

Paulo Azi defende análise por setor antes do parecer

Durante reunião da Frente Parlamentar Mista do Ambiente de Negócios, Paulo Azi afirmou que a proposta precisa passar por uma avaliação técnica mais aprofundada. De acordo com o deputado, o peso da mudança não será igual para todos os segmentos da economia.

Ele explicou que alguns setores operam com maior automação e, por isso, suportariam melhor uma eventual redução da jornada. Em contrapartida, outras atividades dependem diretamente de mão de obra intensiva e podem sentir com mais força o aumento dos custos trabalhistas.

Nas palavras do parlamentar, o Congresso precisa entender “setor a setor” qual será o impacto real da mudança. Dessa forma, a análise da PEC tende a avançar com base em dados concretos e não apenas em pressão política ou apelo social.

Compensação do governo pode incluir desoneração e incentivos

Ao comentar os possíveis caminhos para amenizar os efeitos da mudança, Azi afirmou que é plausível imaginar algum tipo de compensação do governo. Entre as alternativas citadas por ele estão a desoneração da folha de pagamento e a concessão de incentivos fiscais temporários para os setores mais afetados.

Segundo o relator, essas medidas poderiam funcionar como uma espécie de transição inicial. Assim, empresas com maior dificuldade de adaptação teriam mais tempo para absorver o aumento do custo do trabalho sem perda imediata de competitividade.

Declaração do relator

“É plausível imaginar algum tipo de compensação, seja por desoneração da folha ou incentivos fiscais, pelo menos em um período inicial para que os setores absorvam o aumento do custo do trabalho.”

Experiências internacionais entram no debate sobre a escala 6×1

Paulo Azi também citou experiências internacionais para sustentar a discussão. Segundo ele, países como Bélgica e França adotaram políticas de compensação governamental ao reduzir a jornada de trabalho. Já Portugal, de acordo com o deputado, enfrentou mais dificuldades ao promover mudanças sem um pacote de apoio equivalente.

Esse argumento reforça a linha de defesa do relator. Para ele, a transição precisa ser planejada com cuidado. Caso contrário, a medida pode gerar efeitos negativos sobre a produção, o emprego e a organização de setores mais sensíveis.

Texto da Constituição não deve tratar da compensação

Apesar de considerar viável algum tipo de ajuda governamental, Paulo Azi disse que esse ponto não deve aparecer diretamente no texto da Constituição. Na avaliação do parlamentar, a PEC deve se limitar ao eixo constitucional da jornada de trabalho, enquanto o tema das compensações poderá ser tratado depois por meio de legislação infraconstitucional.

Com isso, a eventual desoneração ou criação de incentivos fiscais ficaria para uma lei ordinária. Essa separação, segundo o relator, ajuda a preservar o foco da proposta e evita que a Constituição concentre mecanismos de execução econômica mais específicos.

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Fernando Haddad deve participar do debate na CCJ

O relator informou ainda que espera ouvir o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em audiência na CCJ na próxima semana. O objetivo é discutir os impactos econômicos da proposta e ampliar a avaliação sobre o custo da mudança para empresas e governo.

Caso Haddad não possa comparecer, um representante da equipe econômica deverá participar do debate. Essa etapa é considerada importante porque pode influenciar diretamente o tom do parecer e a condução política do tema dentro da Câmara.

O que vem agora

O parecer sobre a constitucionalidade da PEC deve ser apresentado em abril. Se a Comissão de Constituição e Justiça aprovar o texto, a Câmara deverá instalar uma comissão especial para analisar o mérito da proposta.

Parecer da PEC da escala 6×1 deve sair em abril

Segundo Paulo Azi, a expectativa é apresentar o parecer sobre a constitucionalidade da PEC em abril. Essa fase não discute ainda o mérito completo da proposta, mas define se o texto pode seguir tramitando dentro da Câmara dos Deputados.

Se a CCJ aprovar o avanço da matéria, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), deverá criar uma comissão especial. A partir daí, o debate entra em uma nova etapa, com análise mais ampla sobre o conteúdo da proposta e seus efeitos práticos sobre trabalhadores e empresas.

O tema ganhou força política por mexer diretamente com a rotina de milhões de brasileiros. Por isso, a discussão sobre o fim da escala 6×1 deve continuar no centro do debate nacional, especialmente diante dos impactos econômicos, trabalhistas e fiscais que a medida pode provocar.

 

Fonte: Poder 360

Condenado por matar policial militar morre ao reagir à prisão após julgamento

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Atuação do MPRO em Porto Velho após condenação de agente penitenciário por homicídio de policial militar
Sede do Ministério Público de Rondônia em Porto Velho, instituição que atuou no júri que condenou agente penitenciário por homicídio de policial militar.

O agente penitenciário Fabrício Borges Mendes, de 43 anos, foi condenado a 18 anos de prisão pelo homicídio de um policial militar em Porto Velho. O Tribunal do Júri da capital analisou o caso e decidiu pela condenação após a apresentação das provas pelo Ministério Público de Rondônia (MPRO). Logo depois da sentença, a Justiça determinou a prisão imediata do réu. Entretanto, ao reagir à abordagem da Polícia Militar, ele efetuou disparos contra os agentes e morreu durante a ocorrência.

Resumo do caso

  • Agente penitenciário foi condenado por homicídio.
  • Tribunal do Júri fixou pena de 18 anos de prisão.
  • Justiça determinou prisão imediata após o julgamento.
  • Condenado reagiu à abordagem policial e morreu na ocorrência.

O caso ganhou repercussão porque os fatos ocorreram em sequência. Primeiro, os jurados reconheceram a responsabilidade do acusado pela morte do policial militar. Em seguida, a Justiça determinou o cumprimento imediato da pena. Depois disso, a tentativa de execução da ordem judicial terminou em confronto.

Júri reconhece culpa pelo homicídio

O Tribunal do Júri de Porto Velho conduziu o julgamento e analisou o crime doloso contra a vida. Durante a sessão, promotores do Ministério Público apresentaram provas e defenderam a condenação do réu. Além disso, a acusação destacou elementos reunidos ao longo da investigação.

Ao final da votação, os jurados reconheceram a responsabilidade de Fabrício Borges Mendes pelo homicídio do policial militar. Dessa forma, o juiz fixou a pena de 18 anos de prisão.

Entenda o julgamento

O Tribunal do Júri julga crimes contra a vida, como homicídios. Nesse modelo, cidadãos escolhidos como jurados decidem se o acusado é culpado ou inocente. Neste caso, o conselho de sentença decidiu pela condenação do agente penitenciário.

Justiça determina prisão após o julgamento

Logo após a leitura da sentença, a Justiça determinou o cumprimento imediato da prisão. Portanto, as autoridades iniciaram o procedimento para executar a ordem judicial.

No entanto, durante a abordagem, o condenado reagiu à ação policial. Segundo as informações divulgadas, ele efetuou disparos contra os agentes que cumpriam a decisão judicial.

Condenado morre ao reagir à abordagem

A reação armada transformou o cumprimento da ordem judicial em uma nova ocorrência policial. Diante da ameaça, os policiais intervieram na situação. Como consequência, o agente penitenciário morreu durante o confronto.

Assim, o caso ganhou grande repercussão. Primeiro houve a condenação pelo Tribunal do Júri. Depois disso, a morte do condenado ocorreu logo após a tentativa de prisão.

Ponto central da notícia

O episódio reúne dois acontecimentos de forte impacto: a condenação de um agente penitenciário pelo homicídio de um policial militar e a morte do réu ao reagir à prisão logo após o julgamento.

Atuação do MPRO marcou o julgamento

O Ministério Público de Rondônia participou ativamente do julgamento e apresentou a acusação no Tribunal do Júri. Além disso, o órgão sustentou a responsabilidade criminal do réu com base nas provas reunidas durante a investigação.

Por fim, o desfecho reforça a importância do Tribunal do Júri nos crimes contra a vida. Ao mesmo tempo, o caso também evidencia os riscos envolvidos no cumprimento de decisões judiciais em situações de resistência armada.

Com a condenação e a morte do réu durante a reação à prisão, o episódio passou a marcar o noticiário policial de Porto Velho neste início de 2026.

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Fonte: MPRO

Menina de 12 anos entra em casa em chamas e salva idosa

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Menina de 12 anos salva idosa de incêndio ao retirar vítima de casa em chamas
Menina de 12 anos arriscou a própria vida para retirar idosa de casa em chamas durante incêndio.

Uma menina de 12 anos protagonizou um ato de coragem impressionante ao salvar uma idosa de 72 anos durante um incêndio em uma casa nos Estados Unidos. Mesmo com fumaça intensa e chamas dentro da residência, a criança decidiu agir rapidamente. Por isso, ela entrou na casa e conseguiu retirar a mulher, que tinha mobilidade reduzida e não conseguiria sair sozinha.

Resumo rápido

Menina de 12 anos entrou em casa em chamas para salvar idosa de 72 anos. Apesar do risco, conseguiu retirar a vítima antes que o fogo se espalhasse ainda mais.

O caso chamou atenção das autoridades locais. Afinal, a menina tomou a decisão em poucos segundos e enfrentou uma situação extremamente perigosa. Segundo equipes de emergência, a atitude da criança foi decisiva para evitar uma tragédia maior.

Incêndio começou ainda de madrugada

O incêndio começou pouco antes das 4h30 da manhã, no condado de Lawrence, no estado do Tennessee. Quando os bombeiros chegaram ao local, a casa já estava tomada pelas chamas.

Além disso, a residência era de madeira. Como resultado, o fogo se espalhou rapidamente. Ao mesmo tempo, outras construções próximas também passaram a correr risco.

O que se sabe sobre o incêndio

  • Incêndio começou por volta das 4h30 da manhã.
  • A casa era construída em madeira.
  • O fogo ameaçou casas próximas.
  • Uma idosa com mobilidade reduzida estava dentro da residência.

Antes da chegada dos bombeiros, moradores da casa ligaram para o serviço de emergência 911. Durante a ligação, eles explicaram que havia uma pessoa ferida dentro da residência.

Criança entrou na casa para salvar a idosa

Enquanto um dos moradores falava com os socorristas, a menina decidiu agir. Assim, ela entrou na casa em chamas para ajudar a idosa a sair.

A mulher, de 72 anos, tinha deficiência física e não conseguiria escapar sozinha. Portanto, a criança puxou a idosa e conseguiu levá-la para fora da casa.

De acordo com Tyler McDow, diretor do serviço de emergência do condado de Lawrence, a atitude da menina foi fundamental para o resgate.

Declaração das autoridades

Segundo o diretor do serviço de emergência, a menina enfrentou uma situação que muitos adultos teriam dificuldade de encarar por causa do medo.

Além disso, as queimaduras leves sofridas pela criança mostram que o interior da casa já estava extremamente perigoso naquele momento.

Ligação para o 911 ajudou no atendimento

Durante a chamada para o 911, um dos moradores explicou que a idosa tinha queimaduras e precisava de ajuda urgente. Dessa forma, os socorristas chegaram ao local já preparados para atender uma vítima ferida.

Por que a ligação foi importante

O contato com o serviço de emergência permitiu que as equipes entendessem a gravidade da situação antes de chegar ao local.

Vítimas foram levadas ao hospital

Após o resgate, equipes médicas atenderam as duas vítimas no local. Em seguida, ambulâncias levaram a menina e a idosa para o Vanderbilt University Medical Center.

A idosa apresentava queimaduras graves, principalmente na região do pescoço. Mesmo assim, ela chegou ao hospital em condição estável.

Já a menina sofreu queimaduras leves nas extremidades do corpo. Felizmente, ela passa bem.

Coragem da menina comoveu autoridades

Depois do incêndio, o corpo de bombeiros destacou a atitude da criança. Segundo as autoridades, a ação rápida permitiu retirar a idosa da casa antes que o fogo tomasse toda a estrutura.

Além disso, o caso ganhou repercussão pela coragem da menina. Afinal, poucas pessoas enfrentariam uma situação tão perigosa.

Por que essa história chama atenção

Uma menina de apenas 12 anos enfrentou um incêndio e conseguiu salvar uma idosa com mobilidade reduzida. O gesto foi considerado heroico pelas autoridades.

 

Fonte: Só Notícia Boa

Decreto reduz ICMS e abre mercado para pecuária em RO

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pecuária de Rondônia com rebanho bovino em confinamento após decreto que amplia mercado para pecuaristas
Rebanho bovino em propriedade rural de Rondônia; decreto estadual reduz ICMS e amplia oportunidades de mercado para pecuaristas.

Decreto amplia liberdade de mercado para pecuaristas de Rondônia

Medida construída em diálogo entre setor produtivo, Governo do Estado e Assembleia Legislativa cria novas condições de mercado e fortalece a cadeia da carne no estado.

Com a publicação do Decreto nº 31.305/2026, a pecuária de Rondônia passa a contar com novas oportunidades de mercado. A medida reduz a carga tributária nas operações interestaduais de gado bovino destinado ao abate e amplia as alternativas de comercialização para produtores do estado.

Resumo da medida

  • Redução de 66,67% do ICMS nas operações interestaduais de gado bovino.
  • Carga tributária efetiva passa a ser de 4% sobre o valor da operação.
  • Benefício vale para vendas destinadas a cinco estados brasileiros.
  • Medida terá vigência até 30 de junho de 2026 ou até atingir 500 mil cabeças comercializadas.
  • Produtores contribuirão com 1% do valor do incentivo fiscal ao FESA-RO.

Além disso, o decreto foi construído a partir de diálogo institucional entre o setor produtivo, o Governo de Rondônia e a Assembleia Legislativa. Dessa forma, a iniciativa busca fortalecer a competitividade da cadeia da carne e melhorar o ambiente de negócios no campo.

Segundo a Associação dos Pecuaristas de Rondônia (APRON), a medida cria novas possibilidades comerciais e reforça um dos setores mais relevantes da economia estadual.

Redução do ICMS amplia competitividade

Na prática, o decreto estabelece uma redução equivalente a 66,67% do ICMS nas operações interestaduais realizadas por produtores rurais pessoa física.

Com isso, a carga tributária efetiva passa a ser de 4% sobre o valor da operação. Dessa maneira, o pecuarista rondoniense ganha mais competitividade na venda de animais destinados ao abate.

Além disso, o benefício se aplica às vendas destinadas aos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo, que concentram importantes polos da indústria frigorífica nacional.

Estados que poderão receber o gado com incentivo fiscal

  • Mato Grosso
  • Mato Grosso do Sul
  • Paraná
  • Santa Catarina
  • São Paulo

Essas regiões concentram parte significativa da indústria frigorífica brasileira e ampliam o mercado potencial para os pecuaristas de Rondônia.

Prazo e limite para uso do benefício

Por outro lado, o decreto estabelece regras claras para a aplicação do incentivo. O benefício terá validade até 30 de junho de 2026.

No entanto, caso o volume de operações beneficiadas alcance 500 mil cabeças de gado, o incentivo poderá ser encerrado antes desse prazo.

Além disso, os produtores deverão recolher 1% do valor do incentivo fiscal ao Fundo Estadual de Defesa Sanitária Animal (FESA-RO). Dessa forma, parte do benefício será destinada ao fortalecimento da sanidade do rebanho rondoniense.

Impacto esperado para o produtor rural

Com a redução da carga tributária, os pecuaristas de Rondônia passam a ter mais alternativas de venda para frigoríficos de outros estados. Assim, o produtor ganha maior poder de negociação e pode ampliar sua competitividade no mercado nacional.

APRON destaca avanço para o setor

“A publicação do decreto demonstra sensibilidade do Governo de Rondônia às demandas do setor produtivo. A redução da carga tributária nas operações interestaduais cria melhores condições de mercado, amplia as alternativas comerciais e fortalece a competitividade do produtor rondoniense.”

Adélio Barofaldi
Presidente da Associação dos Pecuaristas de Rondônia (APRON)

De acordo com a entidade, a medida representa um passo concreto para melhorar o ambiente de negócios da pecuária no estado.

“Esse decreto é resultado de um trabalho de articulação entre o setor produtivo, o Governo do Estado e a Assembleia Legislativa. A iniciativa contribui para reduzir distorções de mercado e criar melhores condições de equilíbrio entre oferta e demanda de animais.”

Edson Afonso
Coordenador da Câmara Setorial da Carne

Pecuária tem papel estratégico na economia de Rondônia

Atualmente, a pecuária é uma das principais atividades econômicas do estado. Rondônia possui um dos maiores rebanhos bovinos do Brasil, e a cadeia da carne desempenha papel fundamental na geração de renda no campo.

Cenário atual da pecuária em Rondônia

Nos últimos meses, a arroba do boi gordo em Rondônia vem sendo negociada abaixo do valor registrado em outros estados produtores. Como resultado, a rentabilidade da atividade tem sido pressionada.

Diante desse cenário, medidas que ampliem as alternativas de comercialização e reduzam distorções tributárias tornam-se fundamentais para fortalecer o ambiente de negócios da pecuária rondoniense.

Fonte: Dhiony Costa e Silva – DRT-RO 1294
Assessoria de Comunicação – APRON

Senado aprova 17,8 mil cargos no governo com impacto de R$ 5,3 bilhões

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Senado Federal e Congresso Nacional em Brasília durante decisão que cria novos cargos no Executivo e reajustes salariais.
Senado aprova criação de 17,8 mil novos cargos no Executivo, medida com impacto estimado de R$ 5,3 bilhões nas contas públicas.

O Senado aprovou nesta terça-feira, 10 de março de 2026, um projeto que autoriza a criação de 17,8 mil novos cargos no Poder Executivo e prevê um impacto fiscal de R$ 5,3 bilhões em 2026. Além disso, a proposta também reajusta salários, reorganiza carreiras e altera estruturas em áreas estratégicas da administração federal. Agora, o texto segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Principais pontos da aprovação

  • Senado aprovou a criação de 17,8 mil cargos no Executivo federal.
  • O impacto estimado da medida é de R$ 5,3 bilhões em 2026.
  • O texto beneficia áreas como MEC e Ministério da Gestão.
  • O projeto também prevê reajustes salariais e reestruturação de carreiras.
  • A proposta segue agora para sanção presidencial.

O que o Senado aprovou

Plenário do Senado Federal durante votação que aprovou criação de 17,8 mil cargos no Executivo
Plenário do Senado durante votação do projeto que cria 17,8 mil cargos no Executivo e prevê impacto de R$ 5,3 bilhões.

A proposta aprovada pelos senadores autoriza a abertura de novos cargos nos Ministérios da Educação e da Gestão e Inovação em Serviços Públicos. O texto também alcança mudanças em carreiras já existentes, com foco em remuneração, reorganização funcional e incentivo à qualificação acadêmica.

Segundo o governo, a medida deve beneficiar cerca de 270 mil servidores. Ao mesmo tempo, o relator Randolfe Rodrigues afirmou que os valores já estão previstos na Lei Orçamentária Anual de 2026, embora a execução integral dependa da implantação dos institutos federais e da realização ou conclusão dos concursos.

Entenda o impacto financeiro

  • R$ 1,1 bilhão para criação dos 17,8 mil cargos no MEC e no MGI.
  • R$ 91,2 milhões para criação de um plano especial de cargos no MEC.
  • R$ 4,2 bilhões para reajuste das carreiras do Executivo.

Por que o projeto chama atenção no debate público

A aprovação tem forte apelo de interesse público porque mistura três temas de grande alcance: novos cargos no governo, reajustes no funcionalismo e impacto bilionário nas contas públicas. Por isso, a medida já entra no radar de servidores, sindicatos, especialistas em gestão pública e contribuintes que acompanham os gastos federais.

Além do número expressivo de vagas, o valor previsto para 2026 amplia a repercussão política da proposta. Esse é o tipo de tema que costuma gerar debate imediato porque toca diretamente em orçamento, estrutura do Estado e valorização de carreiras.

Quais carreiras serão afetadas

O texto aprovado vai além da criação de vagas. Ele também mexe em áreas específicas do serviço público federal, com reajustes, reclassificações e novas gratificações. Entre os principais pontos, estão mudanças para médicos, médicos veterinários, auditores fiscais e servidores da Cultura.

Principais mudanças previstas

  • Reajuste para cargos de médico e médico veterinário ligados à área administrativa da Educação.
  • Reajuste para carreiras tributária e aduaneira da Receita Federal e para a auditoria fiscal do Trabalho.
  • Transformação de cargos na Cultura em analista em atividades culturais e assistente técnico administrativo.
  • Reorganização da carreira de perito federal territorial, sob supervisão do MGI.
  • Criação de gratificação temporária para atividades técnicas sem plano de carreira estruturado.

Nova carreira no Executivo eleva salário do topo para R$ 9,7 mil

Um dos trechos mais relevantes do projeto cria a carreira de Analista Técnico do Poder Executivo (ATE). A medida reúne servidores de nível superior de diferentes áreas em uma nova classificação, com o objetivo de simplificar a gestão e unificar carreiras espalhadas pela administração federal.

No topo da nova estrutura, o salário passa de R$ 4.620,50 para R$ 9.716,48 a partir de abril. Esse ponto tende a concentrar grande parte da atenção pública, porque envolve mudança salarial expressiva e reorganização administrativa ao mesmo tempo.

Ponto de atenção

Embora o impacto esteja previsto no Orçamento de 2026, o Ministério da Gestão informou que os valores não necessariamente serão executados integralmente no ano, porque a implementação depende da abertura de institutos e do andamento dos concursos.

Incentivo à qualificação também entra no pacote

Outro eixo importante do projeto amplia mecanismos de valorização da formação acadêmica. Na prática, o texto prevê incentivo remuneratório para professores e outros profissionais de instituições federais que obtenham qualificação acima daquela exigida no concurso de ingresso.

Além disso, o novo programa considera fatores como participação em grupos de trabalho, apoio à pesquisa, recebimento de premiações, exercício de função de direção e produção de conhecimento científico. Assim, o projeto tenta aproximar carreira, mérito e desempenho institucional.

Crítica aponta desigualdade entre carreiras do funcionalismo

A proposta também reacendeu o debate sobre distorções dentro da máquina pública. Em nota, a República.org avaliou que a revisão das carreiras é importante para modernizar a gestão, mas alertou para a necessidade de reduzir desigualdades entre funções semelhantes.

Segundo a entidade, algumas carreiras chegam a receber até 150% a mais do que outras com atribuições parecidas. Por isso, o argumento é que o governo deveria aproveitar o momento para avançar em uma reestruturação mais ampla do funcionalismo federal.

Desigualdade salarial no funcionalismo

A administração pública federal tem hoje cerca de 290 tabelas salariais diferentes, o que reforça a pressão por regras mais simples e maior equilíbrio entre carreiras.

O que acontece agora

Depois da aprovação no Senado, o projeto segue para sanção presidencial. Se for sancionado, o governo poderá iniciar as etapas formais de implantação dos novos cargos, dos reajustes e das alterações estruturais previstas no texto.

No entanto, a execução prática dependerá do cronograma de concursos, da implantação de unidades educacionais e da capacidade orçamentária ao longo do ano. Portanto, o impacto político da medida é imediato, mas parte dos efeitos administrativos ainda dependerá da regulamentação e da implementação.

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Por que essa notícia pode ter alto alcance no Discover

Do ponto de vista editorial, o tema reúne elementos que costumam ampliar o interesse no Google Discover: número alto, impacto financeiro bilionário, política nacional, funcionalismo público e efeito direto sobre o orçamento federal. Além disso, o assunto conversa com diferentes nichos de audiência sem perder o apelo de notícia quente.

Por isso, a abordagem mais forte para tráfego orgânico é destacar logo no início o tripé que sustenta a matéria: 17,8 mil cargos, R$ 5,3 bilhões e reajustes de carreiras. Esse enquadramento melhora escaneabilidade, clareza e potencial de clique.

O que muda após a aprovação no Senado

A medida ainda depende de sanção presidencial, mas já abre uma nova frente de debate sobre expansão da máquina pública, valorização de servidores e impacto fiscal em ano de execução orçamentária.

 

Fonte: G1

Cesta básica sobe em 14 capitais e carne pesa no bolso

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Cesta básica em carrinho de supermercado com carne, arroz e feijão e placa mostrando preço de R$ 601,69
Carrinho de supermercado com alimentos básicos e placa indicando R$ 601,69 representa o custo da cesta básica em Porto Velho.

O preço da cesta básica voltou a subir em parte importante do país e reforçou a pressão sobre o orçamento doméstico em fevereiro. Segundo o levantamento mais recente da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Dieese em parceria com a Conab, o custo do conjunto de alimentos essenciais aumentou em 14 das 27 capitais pesquisadas.

O movimento foi puxado, principalmente, pela alta da carne bovina e do feijão em várias cidades. Ao mesmo tempo, o café em pó apresentou queda na maioria dos mercados acompanhados, o que ajudou a reduzir parte da pressão sobre a cesta em alguns locais. Ainda assim, o cenário geral continua sensível para as famílias, sobretudo as de menor renda, que destinam fatia cada vez maior do salário à alimentação básica.

Panorama da cesta básica em fevereiro

  • O custo da cesta básica subiu em 14 capitais em fevereiro.
  • As maiores altas foram registradas em Natal, João Pessoa e Recife.
  • São Paulo teve a cesta mais cara do país, com R$ 852,87.
  • Em Porto Velho, a cesta custou R$ 601,69, com alta mensal de 0,11%.
  • O salário mínimo necessário estimado pelo Dieese chegou a R$ 7.164,94.

Onde a cesta básica mais subiu em fevereiro

Entre janeiro e fevereiro, as principais elevações apareceram em capitais do Nordeste e do Sudeste. Natal liderou a alta mensal, com avanço de 3,52%. Em seguida vieram João Pessoa, com 2,03%, e Recife, com 1,98%. Também registraram aumentos relevantes Maceió, Aracaju, Vitória, Rio de Janeiro e Teresina.

Esses números mostram que a pressão sobre os alimentos essenciais não ficou concentrada em uma única região. Pelo contrário, o encarecimento se espalhou por diferentes capitais e reforçou a percepção de que o custo de vida continua apertado, mesmo em cidades onde houve queda pontual em alguns produtos.

Capitais com maior alta mensal

Natal: 3,52%

João Pessoa: 2,03%

Recife: 1,98%

Maceió: 1,87%

Aracaju: 1,85%

Vitória: 1,79%

São Paulo segue com a cesta mais cara do país

Mesmo sem liderar a alta mensal, São Paulo continuou com o maior custo absoluto da cesta básica entre as capitais pesquisadas. Em fevereiro, o valor chegou a R$ 852,87. O Rio de Janeiro apareceu em seguida, com R$ 826,98, à frente de Florianópolis e Cuiabá.

Na prática, isso significa que o peso da alimentação básica continua mais severo nos grandes centros, especialmente para trabalhadores que dependem do salário mínimo. Embora alguns itens tenham recuado em cidades específicas, o custo total permanece alto e exige mais horas de trabalho para garantir o básico dentro de casa.

Cestas mais caras em fevereiro

  • São Paulo: R$ 852,87
  • Rio de Janeiro: R$ 826,98
  • Florianópolis: R$ 797,53
  • Cuiabá: R$ 793,77

Carne e feijão pesam mais no bolso do consumidor

O levantamento mostra que a carne bovina de primeira voltou a influenciar o custo final da cesta em várias capitais. Em muitos casos, ela apareceu ao lado do feijão entre os principais itens de pressão. Esse movimento é relevante porque são produtos centrais na alimentação do brasileiro e têm forte impacto no consumo do dia a dia.

Por outro lado, o café em pó recuou em grande parte das cidades monitoradas. A queda ajudou a aliviar o orçamento em alguns mercados, mas não foi suficiente para neutralizar o avanço de itens que têm peso mais forte na composição da cesta. Dessa forma, a sensação para boa parte das famílias continua sendo de aperto, mesmo quando um ou outro produto recua.

O que o levantamento sinaliza

A queda do café em pó em várias capitais trouxe algum alívio pontual. Ainda assim, a alta da carne e do feijão manteve a alimentação básica pressionada e impediu uma redução mais ampla no custo total da cesta.

Porto Velho teve alta leve, mas custo segue relevante

Em Porto Velho, o preço da cesta básica subiu 0,11% em fevereiro e chegou a R$ 601,69. Embora esteja entre os menores valores observados no recorte das capitais do Norte e do Nordeste, o custo segue elevado para a realidade de famílias que já enfrentam despesas crescentes com moradia, transporte e contas básicas.

Além disso, os dados mostram que cinco produtos tiveram aumento de preço na capital rondoniense entre janeiro e fevereiro, com destaque para o feijão carioca e a carne bovina de primeira. Portanto, mesmo com alta pequena no índice geral, a composição da cesta indica que itens essenciais continuam sensíveis no orçamento local.

Recorte de Porto Velho

  • Variação mensal: 0,11%
  • Valor da cesta: R$ 601,69
  • Alta acumulada em 2026: 1,64%
  • Destaques de pressão: feijão carioca e carne bovina

Salário mínimo necessário continua distante da realidade

O Dieese calcula mensalmente quanto deveria ser o salário mínimo ideal para cobrir não apenas alimentação, mas também moradia, saúde, transporte, educação, vestuário, higiene, lazer e previdência. Em fevereiro de 2026, esse valor foi estimado em R$ 7.164,94 para uma família de quatro pessoas.

O dado ajuda a dimensionar o tamanho da pressão sobre o consumo básico no país. Mesmo quando a alta mensal parece moderada em algumas capitais, o custo dos alimentos continua desproporcional em relação à renda efetivamente disponível para a maior parte da população. Por isso, a cesta básica segue como um dos indicadores mais sensíveis da perda de poder de compra.

Dado que resume o cenário

Para manter uma família de quatro pessoas em fevereiro de 2026, o salário mínimo necessário estimado pelo Dieese foi de R$ 7.164,94, mais de quatro vezes o piso nacional vigente.

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Ferramenta digital promete facilitar o acesso da população ao Portal do Cidadão.

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O que os números revelam para os próximos meses

A nova alta da cesta básica reforça que o custo da alimentação continua no centro da preocupação econômica das famílias brasileiras. Mesmo com recuo de produtos como o café em parte das capitais, a pressão da carne, do feijão e de outros itens essenciais mantém o orçamento apertado.

Para o consumidor, isso significa necessidade maior de substituição de produtos, busca por promoções e reorganização das compras. Já para o debate econômico, os dados servem como alerta sobre o impacto direto da inflação dos alimentos no cotidiano, sobretudo nas regiões em que a renda média é menor e a margem financeira das famílias é mais estreita.

Fonte: G1

Portal do Cidadão ganha assistente virtual para orientar serviços

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Assistente virtual Rô do Governo de Rondônia orientando cidadão em smartphone para acessar serviços públicos digitais
Assistente virtual Rô usa inteligência artificial para ajudar cidadãos a acessar serviços do Governo de Rondônia pelo Portal do Cidadão.

O Governo de Rondônia apresentou nesta terça-feira (10) a assistente virtual , nova ferramenta criada para ampliar o acesso da população a serviços públicos digitais. A solução já funciona dentro do Portal do Cidadão e responde dúvidas de usuários de forma automática.

Além disso, o sistema funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. Dessa forma, o cidadão pode buscar informações a qualquer momento, sem depender do horário de atendimento presencial.

O que muda para o cidadão

A assistente virtual orienta usuários sobre serviços públicos disponíveis no Portal do Cidadão. O sistema usa inteligência artificial para responder perguntas, localizar informações e ajudar na navegação dentro da plataforma digital.

Ferramenta digital busca reduzir filas e agilizar atendimento

Nova ferramenta busca facilitar o atendimento ao cidadão, reduzir o tempo de espera e apoiar os serviços prestados pelo Tudo Aqui
Nova ferramenta busca facilitar o atendimento ao cidadão, reduzir o tempo de espera e apoiar os serviços prestados pelo Tudo Aqui

Com a chegada da nova assistente virtual, o governo pretende diminuir a sobrecarga do atendimento presencial. Atualmente, grande parte da demanda se concentra nas unidades do Tudo Aqui, que atendem milhares de cidadãos em todo o estado.

Agora, com o suporte da inteligência artificial, o usuário encontra respostas mais rapidamente. Além disso, o sistema ajuda a localizar serviços e explica etapas necessárias para cada solicitação.

Por que essa tecnologia é importante

  • reduz filas de atendimento presencial;
  • oferece respostas rápidas para dúvidas frequentes;
  • amplia o acesso digital aos serviços públicos;
  • permite atendimento mesmo fora do horário comercial.

Assistente virtual usa inteligência artificial para entender perguntas

A tecnologia que sustenta a assistente utiliza inteligência artificial generativa. Por isso, o sistema consegue interpretar perguntas escritas de diferentes formas.

Por exemplo, quando o cidadão digita dúvidas sobre novo RG ou segunda via da Caerd, a plataforma identifica o assunto e apresenta orientações claras. Dessa maneira, o usuário encontra rapidamente a informação necessária.

Além disso, os desenvolvedores treinaram o sistema para reconhecer variações regionais de linguagem. Assim, a assistente consegue entender perguntas feitas de maneiras diferentes.

Como funciona a assistente virtual

  • interpreta perguntas feitas em linguagem natural;
  • identifica o tema da dúvida do cidadão;
  • apresenta orientações sobre serviços públicos;
  • aprende com as interações para melhorar o atendimento.

Atendimento digital funciona 24 horas por dia

Um dos principais diferenciais da nova ferramenta é a disponibilidade permanente. Como resultado, o cidadão pode acessar informações sempre que precisar.

Além disso, o governo pretende ampliar o acesso digital aos serviços públicos. Com isso, pessoas que vivem em regiões mais distantes também conseguem encontrar orientações sem precisar se deslocar.

“A tecnologia aplicada ao governo representa um investimento direto na vida das pessoas. Com a Rô, garantimos atendimento mais ágil e eficiente para o cidadão.”

— Marcos Rocha, governador de Rondônia

Nome da assistente tem referência histórica e cultural

O nome oficial da assistente é Maria Rosa, mas o governo adotou o apelido para facilitar a identificação da população. A escolha também reforça a ligação com o estado de Rondônia.

Além disso, o nome Maria faz referência a um dos nomes mais comuns entre mulheres do estado. Ao mesmo tempo, a identidade visual lembra as Três Caixas d’Água de Porto Velho, conhecidas como Três Marias.

O projeto também homenageia a avó do Marechal Cândido Rondon, personagem histórico que inspirou o nome do estado.

Identidade da personagem

A personagem foi criada para transmitir proximidade com o cidadão. Por isso, os desenvolvedores escolheram a imagem de uma senhora, símbolo de sabedoria, acolhimento e inclusão digital.

Disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana, a nova ferramenta automatiza respostas e amplia o acesso da população aos serviços públicos digitais
Disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana, a nova ferramenta automatiza respostas e amplia o acesso da população aos serviços públicos digitais

Saiba mais

Assistente virtual deve ganhar novas funções nos próximos meses

O sistema continuará evoluindo. À medida que novos usuários utilizarem a plataforma, os desenvolvedores poderão identificar dúvidas frequentes e melhorar o atendimento.

Além disso, o governo pretende integrar novos serviços ao sistema. Entre as possibilidades previstas estão recursos de agendamento digital e novos canais de atendimento online.

Próximos avanços previstos

  • integração com novos serviços públicos;
  • possibilidade de agendamentos digitais;
  • aperfeiçoamento contínuo com base nas interações;
  • expansão do atendimento online do governo.

Transformação digital avança no governo de Rondônia

O lançamento da assistente virtual reforça a estratégia de modernização digital do estado. Cada vez mais, governos utilizam tecnologia para melhorar o relacionamento com a população.

Consequentemente, serviços públicos tornam-se mais acessíveis, rápidos e eficientes. Nesse cenário, a assistente virtual Rô surge como uma nova porta de entrada para o atendimento digital em Rondônia.

 

Fonte: Governo de Rondônia

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