Blog - Página 28 de 2381
back to top

Rondônia avança no controle da malária com tratamento eficaz em dose única

Profissional de saúde realiza teste para tratamento da malária em Rondônia
Tratamento em dose única e testagem segura fortalecem o combate à malária em Rondônia

Rondônia deu um passo decisivo no enfrentamento da malária ao adotar um tratamento inovador em dose única, capaz de reduzir recaídas e fortalecer o controle da transmissão da doença no estado. A estratégia, implementada entre 2024 e 2025, combina o uso da tafenoquina com testagem prévia da enzima G6PD, ampliando a segurança terapêutica e a eficácia do tratamento, especialmente contra a malária causada pelo Plasmodium vivax.

A iniciativa integra as ações de vigilância em saúde e consta no Boletim Epidemiológico sobre a Implementação da Tafenoquina nos Municípios de Rondônia.

Tratamento em dose única melhora adesão dos pacientes

O novo protocolo representa um avanço importante no manejo clínico da malária. Diferentemente dos esquemas tradicionais, que exigem vários dias de medicação, a tafenoquina permite que o tratamento ocorra em dose única. Com isso, o estado reduz o risco de abandono terapêutico e aumenta a adesão dos pacientes ao tratamento completo.

Além disso, a estratégia contribui diretamente para a diminuição das recaídas, fator que historicamente dificulta o controle da doença em áreas endêmicas.

Testagem de G6PD garante segurança no uso da medicação

Para assegurar o uso seguro da tafenoquina, os profissionais de saúde realizam previamente a testagem da atividade da enzima G6PD. Essa etapa é indispensável, pois pacientes com deficiência dessa enzima não podem utilizar o medicamento sem riscos.

Dessa forma, o protocolo alia inovação e segurança, ao mesmo tempo em que fortalece a confiança das equipes de saúde e da população atendida.

Capacitação fortalece a vigilância em saúde nos municípios

A Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa/RO) coordena a implementação da estratégia em parceria com o Ministério da Saúde, secretarias municipais, Distritos Sanitários Especiais Indígenas e instituições de pesquisa.

Ao longo do processo, o estado promoveu 12 grupos de capacitação, que resultaram no treinamento de mais de 1,2 mil profissionais de saúde. Assim, Rondônia padronizou protocolos, qualificou equipes e garantiu a aplicação correta do tratamento nos municípios.

Resultados mostram avanço no controle da malária

Entre junho de 2024 e novembro de 2025, Rondônia realizou 5.786 testes de G6PD. Nesse período, 3.321 pacientes receberam tratamento com tafenoquina, principalmente em municípios com maior incidência da doença, como Porto Velho, Candeias do Jamari e Cujubim.

Segundo o coordenador estadual do Programa da Malária da Agevisa/RO, Valdir França Soares, a introdução da tafenoquina marca um novo momento no controle da doença. De acordo com ele, o tratamento em dose única melhora a adesão dos pacientes e aumenta a segurança na prescrição, fortalecendo o cuidado integral.

Governo destaca impacto positivo da estratégia

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, afirmou que o investimento em novas tecnologias amplia a proteção da população. Conforme destacou, ações modernas e baseadas em evidências científicas contribuem para reduzir a transmissão da malária, sobretudo em regiões mais vulneráveis.

Já o diretor-geral da Agevisa/RO, Gilvander Gregório de Lima, ressaltou que os resultados confirmam a adesão aos protocolos nacionais e reforçam o fortalecimento da rede de vigilância e assistência à saúde no estado.

Estratégia consolida avanço na saúde pública

Com a implementação da tafenoquina, Rondônia consolida um modelo de enfrentamento da malária mais eficaz, seguro e alinhado às diretrizes nacionais. Como resultado, o estado amplia o controle da transmissão, reduz recaídas e fortalece a integração entre vigilância, diagnóstico e tratamento.

As informações detalhadas sobre o cenário epidemiológico, os treinamentos e os resultados alcançados estão disponíveis no Boletim Epidemiológico publicado no site oficial da Agevisa/RO.

Fonte: Governo de Rondônia

Aposentados têm até 14 de fevereiro para pedir ressarcimento ao INSS

Aposentado tem até 14 de fevereiro para pedir ressarcimento de descontos indevidos no INSS
Aposentados e pensionistas têm até 14 de fevereiro para solicitar ressarcimento de descontos indevidos no INSS

Aposentados e pensionistas que sofreram descontos indevidos nos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) têm até 14 de fevereiro para solicitar o ressarcimento dos valores. O presidente do instituto, Gilberto Waller, confirmou o prazo em entrevista ao programa A Voz do Brasil e destacou que milhões ainda podem pedir a devolução.

Desde já, o INSS orienta os beneficiários a conferirem os extratos com atenção. Afinal, muitos descontos ocorreram sem autorização e afetaram diretamente a renda mensal de quem depende do benefício.

Milhões já receberam, mas prazo segue aberto

Segundo dados apresentados pela presidência do INSS, 6,2 milhões de beneficiários contestaram descontos indevidos. Desse total, 4,1 milhões já receberam a devolução, o que representa R$ 2,8 bilhões ressarcidos.

No entanto, o governo federal estima que cerca de 3 milhões de aposentados e pensionistas ainda tenham direito ao ressarcimento. Por isso, o Ministério da Previdência Social decidiu prorrogar o prazo, que inicialmente terminaria em novembro, a fim de ampliar o acesso e evitar prejuízos adicionais.

Além disso, o instituto reforça que o pedido pode ser feito sem custo, o que facilita o acesso de idosos e pessoas com mobilidade reduzida.

Fraudes no INSS motivaram investigação federal

As irregularidades vieram à tona após a Operação Sem Desconto, conduzida pela Polícia Federal em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU). A operação identificou fraudes em Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) firmados entre o INSS e entidades associativas.

Como resultado, autoridades afastaram integrantes da cúpula do instituto em abril. Desde então, os órgãos federais atuam de forma integrada para rastrear os valores desviados.

De acordo com Gilberto Waller, o INSS, a Advocacia-Geral da União (AGU), a CGU e a Polícia Federal trabalham em conjunto para recuperar os recursos e responsabilizar os envolvidos. Dessa forma, o governo busca garantir a devolução integral aos beneficiários prejudicados.

Como pedir o ressarcimento dos descontos indevidos

Os aposentados e pensionistas podem solicitar o ressarcimento pelos canais oficiais do INSS, de maneira simples e gratuita:

  • Aplicativo ou site Meu INSS, com login pelo Portal Gov.br

  • Telefone 135, com atendimento de segunda a sábado, das 7h às 22h

  • Agências dos Correios, com atendimento gratuito em mais de 5 mil unidades

Nesse sentido, o INSS alerta para golpes. O órgão não cobra taxas nem autoriza intermediários para acelerar pedidos. Portanto, qualquer cobrança deve ser encarada como fraude.

Prazo termina em 14 de fevereiro

Por fim, o instituto reforça que o prazo final para solicitar o ressarcimento termina em 14 de fevereiro. Após essa data, o INSS não garante a abertura de novos pedidos.

Assim, aposentados e pensionistas devem agir o quanto antes, conferir os extratos e registrar a solicitação para evitar a perda do direito à devolução.

Fonte: Agência Brasil

Porto Velho recebe 51 ônibus e mantém a menor tarifa entre as capitais

Ônibus novos entregues em Porto Velho reforçam transporte público em 2026
Nova frota de ônibus começa a circular em Porto Velho com tarifa mantida em R$ 3

Porto Velho começou 2026 com avanços concretos no transporte coletivo. A Prefeitura de Porto Velho entregou 51 ônibus zero quilômetro, ampliando a frota e garantindo a menor tarifa entre todas as capitais brasileiras, fixada em R$ 3.

Além disso, o setor passou por mudanças significativas ao longo do último ano. Em pouco mais de doze meses, os usuários acompanharam a redução da tarifa pela metade, que caiu de R$ 6 para R$ 3. Ao mesmo tempo, a Prefeitura ampliou e modernizou rotas e serviços em diferentes regiões da cidade.

Nova frota amplia o atendimento à população

Os novos veículos chegam para reforçar os ônibus que já estão em circulação. Dessa forma, o sistema amplia o atendimento à população de Porto Velho e melhora a oferta do serviço em horários e trajetos estratégicos.

Além disso, a entrega marca a implantação de um modelo de gestão considerado inédito na história administrativa do município. O foco, segundo a administração, está na eficiência operacional, no conforto dos passageiros e na ampliação do acesso ao transporte público.

Ônibus oferecem mais tecnologia e conforto

Os veículos contam com ar-condicionado, Wi-Fi, sistema de GPS e entradas USB e Tipo C em todas as poltronas. Assim, os passageiros passam a contar com mais comodidade durante os deslocamentos diários.

Além disso, os ônibus oferecem mais segurança e melhor experiência de viagem. O padrão tecnológico também facilita o monitoramento das linhas e contribui para a organização do sistema.

Acessibilidade ganha reforço com novos veículos

A acessibilidade foi um dos principais destaques da renovação da frota. Os ônibus são adaptados para cadeirantes e pessoas com dificuldades de locomoção. Dessa maneira, o transporte coletivo avança em inclusão social.

Além disso, a Prefeitura incluiu micro-ônibus conhecidos como “verdinho”, voltados ao atendimento de públicos específicos. O sistema também recebeu reforço no transporte destinado a pessoas com transtorno do espectro autista. Para isso, mais dois veículos especializados passaram a integrar a frota.

Tarifa mantida e foco social

Durante a apresentação dos novos ônibus, o prefeito Léo Moraes destacou que a modernização atende a uma demanda antiga da população. Segundo ele, a gestão conseguiu renovar a frota sem aumentar o valor da passagem.

Por isso, a tarifa foi mantida em R$ 3, o menor valor entre as capitais do país. De acordo com o prefeito, a medida garante economia, acessibilidade e respeito a quem depende do transporte público diariamente.

Ônibus já circulam pela capital

Com visual moderno e predominância da cor roxa, os novos ônibus já começaram a circular pelas ruas da capital. Ao mesmo tempo, a Prefeitura informou que segue com planejamento contínuo para melhorar o sistema ao longo de 2026.

Por fim, a administração reforçou que novas ações devem ser adotadas para ampliar a qualidade do transporte público e garantir mais dignidade aos usuários.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

PGR é favorável a leitura de livros para reduzir pena de Bolsonaro

Bolsonaro pode reduzir pena lendo livros com apoio da Procuradoria-Geral da República
PGR considera legal a leitura como forma de remição de pena para Bolsonaro

A Procuradoria-Geral da República afirmou, nesta quarta-feira (15), que Bolsonaro pode reduzir pena lendo livros, desde que cumpra as exigências da Lei de Execução Penal, como a produção de resenhas avaliadas por comissão responsável.

No parecer enviado ao Supremo Tribunal Federal, a PGR afirmou que a leitura pode servir como instrumento de ressocialização, desde que o condenado cumpra os critérios legais, como a entrega de resenhas avaliadas por comissão responsável.

PGR defende leitura como instrumento de ressocialização

Segundo o entendimento do órgão, a leitura estimula educação, reflexão crítica e reintegração social. Por isso, a Procuradoria considera legítima a aplicação do benefício ao ex-presidente, caso ele cumpra todas as exigências previstas em lei.

Além disso, a PGR autorizou o acesso de Bolsonaro à assistência religiosa, direito assegurado a pessoas privadas de liberdade no sistema prisional brasileiro.

Procuradoria nega pedido de Smart TV

Em contrapartida, a Procuradoria rejeitou o pedido da defesa para a instalação de uma Smart TV no local onde Bolsonaro cumpre pena. O órgão avaliou que o equipamento não atende aos critérios de necessidade nem de razoabilidade exigidos pela legislação.

Para a PGR, o sistema prisional deve garantir direitos básicos, mas não pode oferecer benefícios que ultrapassem esse limite.

Defesa insiste em prisão domiciliar

No mesmo dia, a defesa de Bolsonaro voltou a solicitar ao Supremo Tribunal Federal (STF) a concessão de prisão domiciliar. Os advogados alegaram riscos clínicos concretos, apontados de forma recorrente pela equipe médica responsável pelo acompanhamento do ex-presidente.

A defesa citou uma queda sofrida por Bolsonaro nas dependências da Polícia Federal, em Brasília, e afirmou que os riscos à saúde se tornaram reais e imediatos.

Condenação supera 27 anos de prisão

O STF condenou Bolsonaro a mais de 27 anos de prisão por liderar uma tentativa de golpe contra o Estado Democrático de Direito. A Primeira Turma do Supremo tomou a decisão em julgamento realizado em setembro.

Enquanto o Judiciário analisa os novos pedidos da defesa, o caso segue sob acompanhamento das autoridades responsáveis pela execução da pena.

Fonte: Band News

Tratar hérnia de disco sem cirurgia: técnica de médico brasileiro usa injeção na coluna

Tratamento de hérnia de disco sem cirurgia com injeção aplicada na coluna
Técnica brasileira utiliza injeção na coluna para tratar hérnia de disco sem necessidade de cirurgia

Já é possível tratar hérnia de disco sem cirurgia graças a uma técnica desenvolvida por um médico brasileiro. O método utiliza uma injeção aplicada diretamente na coluna, reduz a inflamação no local afetado e apresentou eficácia em 86% dos pacientes avaliados em estudo científico internacional.

O neurocirurgião Francisco Sampaio Júnior, que atua no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desenvolveu a técnica como alternativa aos procedimentos cirúrgicos tradicionais. Dessa forma, o tratamento oferece uma opção menos invasiva, rápida e segura para pacientes com dor intensa.

Além disso, o procedimento dispensa cortes e utiliza apenas anestesia local, o que reduz riscos e acelera a recuperação.

O médico aplica o corticoide diretamente no ponto exato da hérnia, onde ocorre a compressão do nervo. Com isso, a substância age de forma localizada, diminuindo rapidamente a inflamação e a dor.

Como funciona a técnica sem cirurgia

A hérnia de disco surge quando um dos discos da coluna se desloca e passa a pressionar estruturas nervosas. Como consequência, o paciente sente dor intensa, limitação de movimentos e, em alguns casos, incapacidade para atividades simples do dia a dia.

Tradicionalmente, quando o tratamento conservador não resolve o problema, médicos indicam cirurgia. No entanto, essa nova técnica surge como uma alternativa eficaz antes dessa etapa.

O procedimento, conhecido como injeção epidural infraneural transforaminal com corticosteroide, posiciona a agulha com precisão milimétrica no local da inflamação. Assim, o medicamento age diretamente na origem da dor.

Além disso, o método promove, de forma progressiva, a desidratação do fragmento herniado, o que contribui para a melhora do quadro clínico ao longo do tempo.

Todo o procedimento dura entre 12 e 15 minutos, e o paciente recebe alta no mesmo dia.

Estudo científico comprova os resultados

O estudo avaliou 99 pacientes, sendo 45 homens e 54 mulheres, todos com sintomas persistentes de compressão dos nervos da medula espinhal por mais de oito semanas. Antes disso, todos passaram por tratamentos convencionais, como fisioterapia e uso de medicamentos, sem obter melhora satisfatória.

Após seis meses do procedimento, 86% dos pacientes ficaram livres da dor, sem necessidade de cirurgia. Os pesquisadores publicaram os resultados na revista International Journal of Spine Surgery, referência internacional na área.

Portanto, os dados reforçam a eficácia da técnica como alternativa segura e eficiente para casos selecionados.

Quem pode se beneficiar do tratamento

De acordo com o neurocirurgião, a técnica atende principalmente pacientes com dor intensa, limitante ou incapacitante, causada pela hérnia de disco, especialmente na região lombar.

Embora a hérnia lombar seja mais comum, o médico alerta que a forma cervical exige ainda mais atenção, pois pode gerar complicações neurológicas mais graves.

Apesar dos resultados positivos, o especialista faz um alerta importante. Caso o procedimento não produza o efeito esperado na primeira aplicação, não se deve repetir a técnica.

Segundo ele, novas tentativas não aumentam os benefícios e ainda elevam os riscos de infecção devido às múltiplas punções.

Avaliação a longo prazo

Agora, a pesquisa entra em uma nova fase. Os pesquisadores vão acompanhar os pacientes por períodos mais longos, com avaliações após um, dois, três e até cinco anos. O objetivo é analisar a durabilidade dos resultados ao longo do tempo.

Além disso, com a publicação do estudo em uma revista internacional, a expectativa é que outros centros médicos passem a reproduzir a técnica. Dessa maneira, mais pacientes poderão ter acesso ao tratamento, reduzindo a necessidade de cirurgias invasivas.

Fonte: Só Notícia Boa

Banco Central decreta liquidação extrajudicial da Reag

Banco Central decreta liquidação extrajudicial da Reag após identificar irregularidades financeiras
Banco Central anuncia liquidação extrajudicial da Reag após apuração de irregularidades

O Banco Central do Brasil decretou nesta quinta-feira (15) a liquidação extrajudicial da Reag Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. A autoridade adotou a medida após identificar graves violações às normas do Sistema Financeiro Nacional.

Segundo o órgão, as irregularidades comprometeram o funcionamento da instituição e, consequentemente, colocaram em risco a segurança das operações. Diante disso, o Banco Central interveio para proteger o mercado e os investidores.

Irregularidades motivaram intervenção do Banco Central

O Banco Central identificou falhas relevantes na gestão de risco, crédito e liquidez da Reag. Além disso, a instituição manteve os problemas mesmo após alertas e ações de monitoramento regulatório.

Nesse cenário, a autoridade avaliou que a continuidade das atividades poderia ampliar os danos ao sistema financeiro. Por esse motivo, decidiu aplicar a liquidação extrajudicial como medida preventiva.

Relatórios ao TCU citaram operações irregulares

Relatórios encaminhados ao Tribunal de Contas da União indicaram que fundos administrados pela Reag estruturaram operações irregulares com o Banco Master entre julho de 2023 e julho de 2024.

De acordo com as informações, essas transações descumpriram normas do Sistema Financeiro Nacional. Além disso, apresentaram fragilidades graves na governança e nos mecanismos de controle.

Empresa já havia sido alvo da Operação Carbono Oculto

Antes da decisão do Banco Central, a Reag já figurava nas investigações da Operação Carbono Oculto. A apuração investiga suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo empresas financeiras, o setor de combustíveis e organizações criminosas.

Nesse contexto, os investigadores analisam possíveis conexões entre instituições financeiras e esquemas ilícitos. Por isso, o caso passou a receber atenção reforçada dos órgãos de controle.

Bens de ex-administradores ficam indisponíveis

Com a decretação da liquidação extrajudicial, a legislação determina a indisponibilidade dos bens dos controladores e ex-administradores da Reag. Dessa forma, a medida busca garantir a responsabilização dos envolvidos.

Além disso, a ação impede a dilapidação de patrimônio enquanto as investigações avançam.

Banco Central promete novas medidas

Em nota oficial, o Banco Central afirmou que continuará adotando todas as providências legais cabíveis. Segundo o órgão, o resultado das apurações pode gerar sanções administrativas adicionais.

Caso necessário, a autoridade também poderá encaminhar informações às autoridades competentes, conforme o avanço das investigações.

Caso envolve relação com o Banco Master

Após a deflagração da Operação Carbono Oculto, a Reag Investimentos informou que um de seus fundos negociou Certificados de Depósito Bancário (CDBs) do Banco Master. O comunicado foi divulgado ao mercado em setembro de 2025.

Na ocasião, o Banco Master afirmou que a Reag atuava apenas como prestadora de serviços. Segundo a instituição, não havia participação da Reag na gestão nem na estrutura societária do banco.

Decisão reforça fiscalização do sistema financeiro

A liquidação extrajudicial da Reag representa mais um desdobramento relevante das investigações no setor financeiro. Ao mesmo tempo, a decisão reforça o papel do Banco Central na fiscalização do mercado.

Com isso, a autoridade busca preservar a estabilidade do sistema financeiro nacional e fortalecer a confiança dos investidores.

Fonte: CNN Brasil

Folha de quebra-pedra será o 1º remédio fitoterápico do SUS

Folha de quebra-pedra usada no primeiro remédio fitoterápico do SUS
A planta quebra-pedra dará origem ao primeiro medicamento fitoterápico distribuído pelo SUS.

O Brasil avança na saúde pública e prepara o lançamento do primeiro medicamento fitoterápico do SUS. O remédio será produzido a partir da folha de quebra-pedra e deve estar disponível após a conclusão das etapas técnicas iniciais.

Com essa iniciativa, o país transforma um conhecimento tradicional amplamente difundido em um produto com padrão farmacêutico, controle de qualidade e comprovação científica. Dessa forma, o Sistema Único de Saúde (SUS) amplia o acesso da população a tratamentos seguros e eficazes.

Ciência valida o uso da planta medicinal

O medicamento utiliza a espécie Phyllanthus niruri, conhecida pelo uso popular no auxílio ao tratamento de distúrbios urinários, principalmente cálculos renais. Ao longo dos anos, comunidades tradicionais adotaram a planta como recurso terapêutico. Agora, estudos científicos confirmam sua segurança e eficácia.

Pesquisadores analisaram dados de diferentes regiões do país e, a partir disso, confirmaram que o fitoterápico de quebra-pedra pode integrar o SUS sem riscos graves, desde que siga protocolos rigorosos. Assim, o projeto transforma uma prática tradicional em um medicamento padronizado e controlado.

Parcerias garantem produção segura

Para atender às exigências da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o projeto reúne instituições estratégicas. O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) atua em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), por meio do Farmanguinhos.

Além disso, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima firmou um acordo técnico com a Fiocruz. Com isso, o projeto fortalece a pesquisa científica e impulsiona o desenvolvimento de medicamentos fitoterápicos a partir da biodiversidade brasileira.

Segundo a secretária nacional de Bioeconomia, Carina Pimenta, a iniciativa reconhece o conhecimento tradicional como tecnologia e integra ciência, território e saúde pública dentro das normas legais.

Investimento fortalece a indústria nacional

O projeto recebeu R$ 2,4 milhões em investimentos. Os recursos financiam a adequação de maquinário, a compra de equipamentos, a aquisição de insumos e a realização de estudos laboratoriais.

O financiamento vem do Fundo Global para o Meio Ambiente, por meio do projeto Fitoterápicos, implementado pelo Pnud e coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente. Assim, o país fortalece a indústria farmacêutica nacional e incentiva o uso sustentável da flora.

Ação no tratamento de cálculos renais

A pesquisadora Maria Behrens, do Farmanguinhos/Fiocruz, explica que o medicamento atua em diferentes etapas da litíase urinária. Segundo ela, o fitoterápico do SUS age de forma integrada, algo que não existe atualmente no mercado.

Além disso, o processo de produção seguirá protocolos rigorosos. Desde a coleta da matéria-prima até o produto final, todas as etapas passarão por controle técnico e rastreabilidade.

Avaliação da Anvisa e previsão de distribuição

Após a produção dos lotes-piloto, a equipe realizará estudos de estabilidade. Em seguida, o projeto submeterá o medicamento à avaliação da Anvisa, etapa obrigatória antes do registro.

A expectativa é que o fornecimento do remédio fitoterápico do SUS ocorra em até dois anos, após a conclusão das análises regulatórias. Por fim, além de ampliar o acesso da população, a iniciativa deve impulsionar toda a cadeia produtiva, com participação direta de agricultores familiares e detentores de saberes tradicionais.

Ação conjunta combate garimpo ilegal na fronteira entre Brasil e Bolívia

Ação conjunta combate garimpo ilegal na fronteira entre Brasil e Bolívia
Forças estaduais, federais e internacionais atuam contra o garimpo ilegal na fronteira Brasil-Bolívia

A ação conjunta combate garimpo ilegal na fronteira entre Brasil e Bolívia com a participação do governo de Rondônia e do governo federal. A operação ocorreu na segunda-feira, 12 de janeiro, dentro da Operação Madeira Mamoré, conduzida pela Polícia Federal, com apoio de órgãos ambientais e forças de segurança.

Além disso, a iniciativa contou com a atuação da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), que prestou suporte técnico durante as diligências em campo. O trabalho concentrou-se na identificação e repressão de atividades ilegais em áreas sensíveis da região amazônica.

Durante a operação, as equipes inutilizaram dragas clandestinas em território brasileiro. Ao mesmo tempo, os agentes apreenderam mercúrio, substância altamente tóxica usada no garimpo ilegal e considerada uma grave ameaça ao meio ambiente e à saúde pública.

A ação também envolveu cooperação internacional. Por isso, a Polícia Nacional da Bolívia atuou de forma integrada com as forças brasileiras, fortalecendo o combate a crimes ambientais transnacionais na região de fronteira.

Segundo o governo do estado, a ação conjunta combate garimpo ilegal na fronteira com suporte técnico da Sedam, que atuou diretamente na identificação das irregularidades ambientais.

Dessa forma, a equipe contribuiu para a adoção imediata das medidas ambientais cabíveis e para o fortalecimento das políticas públicas de proteção dos recursos naturais.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, destacou a importância da atuação integrada entre os governos estadual e federal. De acordo com ele, o estado mantém uma postura firme no enfrentamento ao garimpo ilegal e a outros crimes ambientais que ameaçam rios, florestas e comunidades tradicionais.

Ainda segundo o governador, a participação de Rondônia na operação reforça o compromisso com a preservação ambiental. Além disso, fortalece o trabalho conjunto com forças federais e internacionais no combate a práticas criminosas.

Enfrentamento aos crimes ambientais na fronteira

A Operação Madeira Mamoré é coordenada pela Polícia Federal e reúne forças de segurança federais e estaduais. O foco está no enfrentamento de crimes ambientais e transnacionais na fronteira noroeste de Rondônia.

A região exige atenção constante. Isso ocorre porque possui extensa área de floresta e rios usados como rota para atividades ilegais. Por esse motivo, ações integradas tornam-se fundamentais para ampliar a eficácia da fiscalização.

Ao todo, mais de 50 agentes brasileiros e bolivianos participaram da operação. Para isso, utilizaram seis embarcações na fiscalização dos rios Mamoré e Madeira, em território brasileiro, e na região de Madre de Dios, na Bolívia.

De acordo com a Coordenadoria de Proteção Ambiental da Sedam, a atuação integrada aumenta a efetividade das ações. Além disso, contribui para conter o avanço do garimpo ilegal em áreas de fronteira, onde os impactos ambientais costumam ser mais severos.

A operação reforça, portanto, o compromisso do governo de Rondônia com o desenvolvimento sustentável, a preservação da Amazônia e a proteção das populações que dependem diretamente dos recursos naturais da região.

Fonte: Governo de Rondônia

Procurador-Geral de Justiça cumpre agenda de trabalho no interior

Procurador-Geral de Justiça durante visita técnica ao interior de Rondônia em agenda institucional do Ministério Público
Procurador-Geral de Justiça durante visita técnica em agenda institucional para fortalecimento das promotorias do interior de Rondônia.

O Procurador-Geral de Justiça cumpre agenda no interior de Rondônia nesta semana, com visitas técnicas e reuniões em promotorias do estado. A iniciativa fortalece a atuação do Ministério Público, aproxima a administração superior das unidades fora da capital e permite alinhar estratégias institucionais para o próximo período.

Além disso, a agenda busca ouvir demandas locais, acompanhar obras em andamento e aprimorar o planejamento das ações para 2026, com foco na eficiência dos serviços prestados à população.

Reunião em Ji-Paraná

Com a iniciativa, o Procurador-Geral de Justiça cumpre agenda no interior como parte de uma estratégia permanente de gestão do Ministério Público. Dessa forma, a administração superior identifica demandas específicas das comarcas, fortalece as promotorias e aprimora a tomada de decisões institucionais.

Além disso, a reunião reforçou a integração entre a administração superior e as promotorias do interior. Segundo o MP, esse diálogo direto é essencial para garantir uma atuação uniforme em todo o estado.

Visita técnica em Espigão do Oeste

Na sequência, o Procurador-Geral seguiu para Espigão do Oeste. No local, ele participou de reunião institucional e, logo depois, visitou o prédio da nova Promotoria de Justiça.

A obra está em fase final e tem entrega prevista para fevereiro. A nova estrutura contará com acessibilidade, ambientes amplos e melhores condições de atendimento ao público. Além disso, o espaço foi planejado para oferecer mais conforto aos servidores e membros do Ministério Público.

Planejamento e presença no interior

De acordo com o Ministério Público, a agenda no interior faz parte de uma estratégia permanente de gestão. Dessa forma, a administração identifica necessidades específicas de cada comarca e aprimora a tomada de decisões.

Por fim, a iniciativa reforça o compromisso da instituição com a modernização das estruturas, o fortalecimento das promotorias e a presença ativa da chefia do MP nas regiões do interior de Rondônia.

Governo Trump congela emissão de vistos de imigrantes para o Brasil

Donald Trump em destaque durante anúncio de congelamento de vistos para brasileiros e outros países
Trump anuncia congelamento da emissão de vistos de imigrantes para brasileiros e cidadãos de mais 74 países.

Trump congela vistos para brasileiros após decisão anunciada pelo governo dos Estados Unidos nesta quarta-feira (14). A medida, divulgada pelo Departamento de Estado durante a gestão de Donald Trump, também atinge cidadãos de outros 74 países e passa a valer a partir de 21 de janeiro.

Segundo o governo americano, o congelamento passa a valer a partir de 21 de janeiro. Até agora, a administração não definiu uma data para o fim da suspensão. Ainda assim, a decisão não atinge vistos de turismo, negócios, intercâmbio ou estudos, que continuam sendo concedidos normalmente.

Governo dos EUA detalha a decisão

De acordo com o Departamento de Estado, a medida integra uma revisão mais ampla da política migratória. O governo afirma que pretende reduzir a entrada de imigrantes que, segundo sua avaliação, dependem excessivamente de benefícios sociais.

Além disso, a pasta informou que a suspensão continuará enquanto os Estados Unidos não conseguirem garantir que novos imigrantes não representem custos adicionais ao sistema público. Por isso, o governo optou por interromper temporariamente o processamento desses pedidos.

Brasil entra na lista de países afetados

Além do Brasil, a decisão inclui países como Irã, Rússia, Afeganistão, Iraque, Somália e Tailândia. No entanto, o governo americano ainda não divulgou oficialmente a lista completa.

Enquanto isso, informações divulgadas pela imprensa dos EUA indicam que a Casa Branca pretende usar o período de congelamento para reavaliar os critérios atuais de concessão de vistos permanentes. Dessa forma, novas exigências podem surgir nos próximos meses.

Regras podem afetar idosos e pessoas com sobrepeso

Documentos citados por veículos americanos apontam que o governo Trump pode endurecer ainda mais as regras de entrada. Nesse contexto, pessoas mais velhas ou com sobrepeso podem enfrentar novas barreiras.

No fim de 2025, por exemplo, a agência Associated Press informou que o governo estudava restringir a entrada de estrangeiros com doenças crônicas. Assim, a preocupação central envolve possíveis impactos nos gastos públicos com saúde.

Vistos de estudantes mantêm exigências

No caso dos vistos de estudantes, as regras adotadas no ano passado seguem em vigor. Atualmente, candidatos precisam autorizar o acesso aos seus perfis em redes sociais.

Segundo o governo dos EUA, essa análise busca identificar conteúdos considerados hostis ao país, às instituições ou aos princípios americanos. Desse modo, a política de controle migratório também se estende ao ambiente digital.

Política migratória mais rígida em 2026

Analistas avaliam que o congelamento reforça a estratégia de endurecimento da imigração legal anunciada pelo governo Trump no fim de 2025. Além disso, a medida faz parte da nova política de defesa e relações exteriores dos Estados Unidos.

Especialistas acreditam que novas restrições podem ser anunciadas ao longo de 2026. Por outro lado, entidades ligadas à imigração alertam para impactos diretos sobre estrangeiros que buscam residência permanente no país.

Por fim, a diretora de relações governamentais da Associação de Advogados de Imigração dos Estados Unidos, Shev Dalal-Dheini, afirmou que a decisão reduz significativamente o funcionamento da imigração legal nos EUA.

Fonte: G1

Prefeitura de Porto Velho amplia ações em proteção animal, reciclagem, agricultura e assistência social

Prefeitura de Porto Velho amplia pacote de ações e leva serviços direto à população

0
A Prefeitura de Porto Velho amplia ações em proteção animal, reciclagem, agricultura familiar e assistência social, levando serviços mais perto da população.
Nova vacina contra HIV que neutraliza o vírus com dose única em estudo experimental

Nova vacina contra HIV neutraliza o vírus com dose única em testes

0
Nova vacina contra HIV demonstra neutralização do vírus com dose única em testes pré-clínicos e pode transformar protocolos de imunização.
Fraude no INSS com delação premiada em investigação no STF

Fraude no INSS: ex-dirigentes presos negociam delação e citam possível elo político

0
Fraude no INSS avança com negociação de delação premiada no STF. Defesa de Lulinha afirma que ele não é investigado.
Vacina contra dengue em Rondônia e avanço da ponte na RO 495 com ação do Rondônia Cidadã

Vacina contra dengue, ponte e Rondônia Cidadã movimentam o estado

0
Vacina contra dengue começa a ser aplicada em Rondônia enquanto ponte na RO 495 avança e Rondônia Cidadã leva serviços a Jaru.
STF condena irmãos Brazão a 76 anos pelo assassinato de Marielle Franco

STF condena irmãos Brazão a 76 anos e 3 meses por assassinato de Marielle

0
O STF condena irmãos Brazão a 76 anos e 3 meses pelo assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes e fixa R$ 7 milhões em indenizações.