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sábado, outubro 24, 2026
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Move Brasil passa a exigir 6 meses de plataforma para motoristas de app

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Motorista de aplicativo usa celular no carro em matéria sobre novas regras do Move Brasil
Move Brasil reduziu de 12 para 6 meses o tempo mínimo exigido para motoristas de aplicativo acessarem a habilitação ao programa.

O Move Brasil passou a exigir dos motoristas de aplicativo pelo menos seis meses de atividade na mesma plataforma, em vez dos 12 meses adotados anteriormente. O mínimo de 100 corridas foi mantido, e a resposta sobre a habilitação pode sair em até 10 dias depois do cadastro.

A mudança permite uma nova tentativa para quem ficou de fora pela regra antiga. Em Rondônia, valem os mesmos critérios nacionais. Estar habilitado no Move Brasil, porém, não significa ter financiamento aprovado: a instituição financeira continua responsável pela análise de crédito.

Move Brasil reduz exigência para 6 meses de atividade

A Lei nº 15.503/2026 consolidou a continuidade do programa e reduziu o tempo mínimo para motoristas de aplicativo. O cadastro precisa estar ativo na mesma plataforma por pelo menos seis meses, contados até a data do cadastro no gov.br, com no mínimo 100 corridas nesse intervalo.

Segundo o MDIC, quem havia sido rejeitado ou deixou de solicitar participação por não alcançar os antigos 12 meses pode tentar novamente. A habilitação verifica se o profissional atende aos critérios do Move Brasil; depois dela, ainda será necessário escolher um veículo elegível e passar pela avaliação do banco.

Regra para motorista de aplicativo
ATIVIDADE: mínimo de 6 meses na mesma plataforma.
CORRIDAS: pelo menos 100 no período.
RESPOSTA: habilitação em até 10 dias após o cadastro.
ATENÇÃO: habilitação não equivale a crédito aprovado.

Carros continuam com teto de R$ 200 mil

Para motoristas de aplicativo e taxistas, o Move Brasil mantém o financiamento de carros novos a etanol, flex, elétricos e híbridos, desde que o modelo esteja na lista de elegíveis. O preço da nota fiscal pode chegar a R$ 200 mil; esse teto, sozinho, não torna qualquer veículo financiável.

As condições divulgadas incluem carência de até seis meses para começar a pagar o principal e prazo de até 84 parcelas. A lei também permite amortização variável, mas essa forma de pagamento não é obrigatória para as instituições financeiras.

Faixa editorial sobre crédito do Move Brasil para motoristas de aplicativo e entregadores
A habilitação no programa não representa aprovação automática do financiamento. Arte editorial / TVdoPOVO.

Entregadores e motoapps têm regras próprias

Entregadores ciclistas e motociclistas de plataforma também podem participar com seis meses de cadastro e ao menos 100 corridas ou entregas. Ciclistas, motofretistas e mototáxis com vínculo CLT precisam comprovar pelo menos seis meses na mesma empresa.

Para esse grupo, as condições divulgadas pelo MDIC incluem carência de dois meses, até 48 parcelas e limite de uma moto ou bicicleta por beneficiário. As especificações de potência, cilindrada e fabricação precisam seguir as regras oficiais.

Transporte escolar e cargas entram na lei, mas aguardam regras

A nova base legal do Move Brasil também passou a contemplar veículos leves de transporte escolar e de cargas, além de adaptações veiculares para pessoas com deficiência. A inclusão na lei, contudo, não significa que todas essas modalidades já estejam com financiamento operacional disponível.

O próprio MDIC informa que regras de habilitação para utilitários ainda dependem de regulamentação específica. A lei autoriza a União, conforme disponibilidade orçamentária e financeira, a destinar até R$ 30 bilhões às linhas do programa. O valor não deve ser tratado como recurso já integralmente liberado.

Antes de pedir o financiamento
Confirme a habilitação no programa, verifique se o veículo está na lista vigente e compare taxa, prazo, parcela e custo total. Para profissionais de Rondônia, a regra é nacional: o Move Brasil não tem cota estadual anunciada e não garante valor individual de crédito.

CRAS de Rolim alerta para visitas suspeitas com pedido de reconhecimento facial

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Moradora conversa com visitante usando tablet em alerta sobre falso CRAS em Rolim de Moura
Composição editorial representa abordagem domiciliar suspeita com uso de tablet em Rolim de Moura.

A Secretaria Municipal de Assistência Social emitiu alerta após receber relatos sobre falso CRAS em Rolim de Moura. Moradores disseram ter sido abordados em casa por pessoas que ofereciam supostos conversores de TV digital e, na sequência, pediam reconhecimento facial.

A SEMAS esclarece que o CRAS municipal não realiza visitas para entregar esses equipamentos e não solicita reconhecimento facial nesse tipo de atendimento. O caso deve ser tratado como visita suspeita e possível tentativa de golpe, sem autoria criminosa confirmada.

Falso CRAS em Rolim de Moura é citado em relatos recebidos pela SEMAS

Os relatos sobre falso CRAS em Rolim de Moura descrevem uma abordagem que usa o nome do serviço de assistência social para ganhar confiança. A oferta mencionada é de conversores de TV digital, seguida pelo pedido de validação facial.

A Prefeitura não informa quantidade de moradores abordados, número de vítimas ou prejuízo financeiro. Também não há, no material de referência, confirmação da Polícia Civil sobre investigação específica, identificação de suspeitos ou prisão relacionada a esses relatos.

O que a SEMAS confirmou
O CRAS não entrega conversores de TV: esse não é um serviço realizado nas visitas descritas.
O CRAS não solicita reconhecimento facial: a orientação vale para esse tipo de abordagem domiciliar relatada à secretaria.
Enquadramento: visitas suspeitas e possível tentativa de golpe, sem autoria confirmada.

Moradores devem proteger dados antes de confirmar a abordagem

Diante do alerta sobre falso CRAS em Rolim de Moura, a orientação é interromper qualquer procedimento sensível até confirmar a origem da visita. Isso vale para entrega de documentos, dados pessoais ou bancários, senhas, códigos recebidos no celular e reconhecimento facial.

O cuidado não significa que toda visita de assistência social seja irregular. Serviços públicos podem realizar atendimentos domiciliares legítimos. O ponto é confirmar quem está fazendo a abordagem e qual é o objetivo antes de fornecer informações que possam ser usadas indevidamente.

Antes de confirmar a origem da visita, não forneça
Documentos e dados pessoais
Dados bancários
Senhas ou códigos recebidos pelo celular
Reconhecimento facial ou outra validação sensível
Faixa editorial sobre falso CRAS em Rolim de Moura e alerta para visitas suspeitas
SEMAS orienta moradores a confirmar a abordagem antes de fornecer dados ou fazer reconhecimento facial. Arte editorial / TVdoPOVO.

Brasil Antenado é programa oficial e não deve ser confundido com o alerta

A referência a conversores digitais exige uma distinção. O Brasil Antenado é um programa oficial voltado à instalação gratuita de kits de nova parabólica para famílias elegíveis em municípios atendidos. A Anatel informa que a família deve procurar os canais oficiais do programa.

Isso não transforma automaticamente qualquer uso de imagem ou validação cadastral em fraude. No caso do falso CRAS em Rolim de Moura, a informação confirmada é específica: a SEMAS afirma que o CRAS local não entrega conversores e não solicita reconhecimento facial nesse atendimento domiciliar.

A secretaria também mencionou relatos de situações semelhantes em Presidente Médici. Não foram divulgados número de casos, vítimas, prejuízos ou detalhes adicionais que permitam ampliar essa referência.

SEMAS mantém telefone para conferir visitas suspeitas

Quem receber abordagem associada ao falso CRAS em Rolim de Moura pode buscar confirmação diretamente com a Secretaria Municipal de Assistência Social. O telefone institucional informado é (69) 3442-6769.

O horário divulgado pela SEMAS é das 7h30 às 13h30. A recomendação é usar o canal oficial antes de compartilhar dados ou concluir qualquer procedimento solicitado por uma pessoa que se apresente em nome do CRAS.

O alerta sobre falso CRAS em Rolim de Moura não autoriza tratar visitantes como criminosos sem identificação ou prova. A formulação segura é que existem relatos de visitas suspeitas e uma possível tentativa de golpe sob acompanhamento institucional.

Em situações desse tipo, conferir a informação por iniciativa própria reduz o risco de entregar dados a terceiros. No caso do falso CRAS em Rolim de Moura, a orientação oficial é simples: confirme primeiro e só depois prossiga com qualquer atendimento.

Fonte: AgoraRO

Via: Prefeitura de Rolim de Moura / SEMAS

Fhemeron alerta para estoque crítico de sangue e reforça doações em Rondônia

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Doador de sangue acompanhado por profissional de saúde em matéria sobre estoque de sangue em Rondônia
Fhemeron reforçou o chamado por doações após o estoque de sangue em Rondônia entrar em nível crítico.

O estoque de sangue em Rondônia entrou em cenário crítico na Hemorrede Estadual, segundo chamamento reforçado pela Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Rondônia (Fhemeron) em 14 de setembro de 2026. A fundação pede apoio da população para recompor as reservas e destaca maior necessidade dos tipos O positivo e O negativo.

O alerta não significa que apenas O+ e O− devam procurar as unidades. Todos os grupos sanguíneos continuam necessários. Também não há informação de estoque zerado, hospitais sem sangue, cirurgias canceladas ou suspensão de atendimento; o fato confirmado é que o estoque de sangue em Rondônia passou a ser classificado como crítico.

Estoque de sangue em Rondônia: O+ e O− concentram a maior necessidade

O chamamento aponta O+ e O− como os tipos de maior necessidade. Isso não torna a convocação exclusiva: quem possui outra tipagem também pode procurar atendimento, porque o estoque de sangue em Rondônia precisa de reposição de todos os grupos sanguíneos.

A atualização de 14 de setembro representa uma mudança em relação ao início do mês, quando a situação havia sido descrita como queda dos estoques e alerta. Agora, a Hemorrede usa a classificação de cenário crítico e reforça a mobilização para doações.

Situação informada pela Hemorrede
CENÁRIO ATUAL: estoque em nível crítico.
MAIOR NECESSIDADE: O positivo e O negativo.
IMPORTANTE: todos os tipos sanguíneos continuam necessários.

Quem pode procurar a Fhemeron para doar

Entre os critérios gerais divulgados estão estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 69 anos, pesar pelo menos 50 quilos, estar alimentado e descansado e apresentar documento oficial com foto. Para menores de 18 anos existem condições específicas de autorização ou acompanhamento.

Esses requisitos servem como orientação inicial, mas não garantem a coleta. A aptidão é definida durante a triagem clínica da Fhemeron, que avalia condições de saúde e possíveis impedimentos temporários ou definitivos. Os requisitos gerais também podem ser consultados no Ministério da Saúde.

Faixa editorial sobre estoque crítico de sangue em Rondônia e doação na Hemorrede
Todos os tipos sanguíneos continuam necessários na Hemorrede de Rondônia. Arte editorial / TVdoPOVO.
Antes de ir doar
Saúde: estar em boas condições gerais.
Idade: 16 a 69 anos, observadas as condições específicas para menores.
Peso: mínimo de 50 kg.
Preparo: estar alimentado e descansado.
Documento: levar identificação oficial com foto.
Triagem: a equipe define a aptidão no atendimento.

Estoque de sangue em Rondônia mobiliza unidades em sete municípios

Quem pretende ajudar a recompor o estoque de sangue em Rondônia pode procurar unidades da Hemorrede em Porto Velho, Ariquemes, Cacoal, Ji-Paraná, Rolim de Moura, Vilhena e Guajará-Mirim. O pedido é estadual e não se limita à capital.

Os horários das unidades regionais podem variar e devem ser confirmados antes do deslocamento. Endereços e formas de contato podem ser consultados na página de contato da Fhemeron.

A recomposição do estoque de sangue em Rondônia depende de doações regulares ao longo do ano. Quem pretende ajudar deve confirmar o funcionamento da unidade escolhida, levar documento oficial e passar pela triagem antes da coleta.

Porto Velho tem atendimento durante a semana e no sábado

Na unidade de Porto Velho, o horário divulgado é de segunda a sexta-feira, das 7h15 às 18h, e aos sábados, das 7h15 às 12h. Esse horário não deve ser aplicado automaticamente às demais cidades, que podem seguir rotinas próprias de coleta.

Com o estoque de sangue em Rondônia em nível crítico, quem estiver em condições de doar pode procurar a Hemorrede. O chamamento busca ampliar as reservas, mas não informa falta total de sangue ou interrupção de procedimentos hospitalares.

Via: AgoraRO.

Cirurgias do Agora Tem Especialistas crescem 23% em Rondônia

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Equipe médica em centro cirúrgico ilustra matéria sobre crescimento de cirurgias em Rondônia
Imagem de capa representa o avanço das cirurgias do programa Agora Tem Especialistas em Rondônia no primeiro semestre.

As cirurgias em Rondônia incluídas no rol do programa Agora Tem Especialistas cresceram 23% no primeiro semestre de 2026, na comparação com janeiro a junho de 2025. O percentual informado pelo Ministério da Saúde coloca o estado entre os maiores avanços registrados no país nesse conjunto específico de procedimentos.

O dado exige uma leitura precisa: os 23% não representam todas as cirurgias eletivas realizadas no estado, não equivalem a uma redução de 23% na fila e não informam quantos pacientes foram atendidos. A publicação nacional traz a variação das cirurgias em Rondônia, mas não divulga o total absoluto estadual desse recorte.

Cirurgias em Rondônia colocam estado entre os maiores avanços

Entre os estados destacados pelo Ministério, o Ceará teve a maior variação, com 29%, seguido pelo Piauí, com 25%. Rondônia e Mato Grosso aparecem com 23%. Sergipe registrou 21% e o Distrito Federal, 20%. Ao todo, 22 estados tiveram crescimento no rol do programa no primeiro semestre.

A comparação mostra desempenho relativo entre os estados, mas não informa o volume de cirurgias em Rondônia. Um crescimento percentual alto pode partir de bases diferentes; por isso, o percentual não deve ser convertido em quantidade de procedimentos sem os números estaduais de 2025 e 2026.

O que o levantamento confirma
RONDÔNIA: alta de 23% no rol do Agora Tem Especialistas.
BRASIL: alta de 9% no mesmo conjunto de procedimentos.
ESTADOS COM CRESCIMENTO: 22.
TOTAL ABSOLUTO DE RONDÔNIA: não divulgado.

Brasil realizou 2,92 milhões de cirurgias do rol do programa

No país, foram realizadas 2.923.242 cirurgias incluídas no rol do Agora Tem Especialistas entre janeiro e junho de 2026. No mesmo período de 2025, haviam sido 2.658.742. A diferença corresponde a aproximadamente 264 mil procedimentos e a uma alta nacional de 9%.

Esse número não é o total de todas as cirurgias eletivas do SUS. Considerando o conjunto completo, o sistema realizou 7.552.260 procedimentos no primeiro semestre de 2026, crescimento de 8% e cerca de 608 mil cirurgias a mais que no mesmo intervalo do ano anterior.

Faixa editorial sobre aumento de cirurgias em Rondônia no programa Agora Tem Especialistas
O crescimento de 23% se refere apenas ao rol do programa, e não a todas as cirurgias eletivas do estado. Arte editorial / TVdoPOVO.

Ministério não detalhou o total absoluto de cirurgias em Rondônia

A publicação informa a variação de 23%, mas não apresenta quantas cirurgias em Rondônia desse rol foram realizadas entre janeiro e junho de 2025 ou de 2026. Sem as duas bases comparáveis, não é possível transformar o percentual em um número estadual de procedimentos.

Dados estaduais divulgados em períodos anteriores também não devem ser usados para preencher essa lacuna. Eles podem abranger meses, municípios, unidades ou universos diferentes do levantamento nacional atual. Por isso, esta versão mantém apenas o que a fonte federal permite afirmar sobre as cirurgias em Rondônia.

Resolução estadual trata de ajuste para 178 procedimentos

Em documento separado, a Comissão Intergestores Bipartite de Rondônia homologou pedido de alteração do percentual de complementação federal por procedimento no componente cirúrgico do programa. A Resolução nº 230/2026/SESAU-CIB alcança 178 procedimentos do rol.

O ato mostra um ajuste operacional e financeiro solicitado pelo estado, mas não comprova que essa medida tenha causado o crescimento de 23% das cirurgias em Rondônia. Sem demonstração oficial de causa e efeito, os dois fatos devem permanecer separados.

Atenção ao recorte
Os 23% medem apenas o crescimento das cirurgias que pertencem ao rol do Agora Tem Especialistas. O percentual não comprova redução equivalente de fila, aumento de recursos, número de pacientes atendidos ou crescimento de todas as cirurgias eletivas do estado.

Fonte editorial: AgoraRO.

Justiça revoga ordem de reintegração em área rural entre Jaru e Jorge Teixeira

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Estrada rural e porteira representam disputa de reintegração de posse em Rondônia
Imagem editorial representa a reintegração de posse em Rondônia por meio de uma paisagem rural com porteira, cerca, pastagem e estrada vicinal. A pauta trata da revogação de uma tutela provisória de reintegração em área entre Jaru e Governador Jorge Teixeira; a decisão não define de forma definitiva a propriedade nem encerra o mérito da disputa fundiária.

A Justiça Federal revogou a ordem provisória de reintegração de posse em Rondônia que atingia imóveis rurais no Projeto Fundiário Jaru Ouro Preto, Gleba Rio Alto, Setor Nova Floresta, entre Jaru e Governador Jorge Teixeira. A medida havia sido concedida em novembro de 2021.

A nova decisão não encerra o conflito nem define quem tem direito definitivo sobre as áreas. O processo foi suspenso até o fim da produção de provas na ação de oposição ajuizada pelo Incra.

Justiça revoga reintegração de posse em Rondônia concedida em 2021

A decisão foi proferida em 31 de agosto pela 5ª Vara Federal Ambiental e Agrária de Rondônia. Segundo o Ministério Público Federal, o cenário existente quando a tutela foi concedida mudou de forma relevante e novas dúvidas precisam ser esclarecidas antes de qualquer retirada.

Entre os pontos controvertidos da reintegração de posse em Rondônia estão a delimitação dos imóveis, a correspondência entre lotes reivindicados e ocupados, a extensão das posses e a situação jurídica dos títulos.

O que a decisão muda agora
Foi decidido: revogação da tutela provisória de reintegração.
Efeito imediato: a ordem de retirada perdeu efeito enquanto vigorar a decisão.
Próxima etapa: produção de provas e análise conjunta das questões possessórias e fundiárias.
Não foi decidido: quem tem propriedade definitiva sobre as áreas.

Novas dúvidas fundiárias mudaram o cenário do processo

A ordem original havia sido concedida em novembro de 2021. Desde então, o MPF defendia que a situação fundiária precisava ser aprofundada antes do cumprimento de uma medida de desocupação.

A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão recomendou ao Incra vistoria técnica para identificar áreas públicas e privadas, ocupações e limites em relação ao PA Nova Floresta.

No reexame da reintegração de posse em Rondônia, surgiram questionamentos sobre situação dominial, possível descumprimento de cláusulas resolutivas e regularidade da concentração de lotes. Essas hipóteses ainda dependem de prova e não equivalem a irregularidades definitivamente comprovadas.

Faixa editorial sobre revogação de reintegração de posse em área de Jaru e Jorge Teixeira
A tutela provisória foi revogada e o processo está suspenso enquanto avançam as provas; a decisão não define a propriedade definitiva. Arte editorial / TVdoPOVO.

Incra não encontrou sobreposição com o PA Nova Floresta

O levantamento técnico do Incra não identificou sobreposição dos imóveis em disputa com o PA Nova Floresta. Esse dado impede que a proximidade com o assentamento seja usada, sozinha, para concluir quem detém o domínio das terras.

Mesmo sem detectar sobreposição, o Incra registrou interesse na análise dominial e ajuizou ação de oposição. A reintegração de posse em Rondônia continua, portanto, ligada à apuração sobre títulos, limites e direitos.

Processos relacionados
1005251-98.2021.4.01.4100
Processo relacionado à disputa possessória.
1011294-46.2024.4.01.4100
Ação de oposição ajuizada pelo Incra, conforme o MPF.

Mérito da disputa fundiária continua em aberto

Com a tutela provisória revogada, o processo possessório foi suspenso até o encerramento da fase de produção de provas na ação de oposição do Incra. A suspensão preserva a situação atual enquanto a Justiça reúne provas.

A revogação da reintegração de posse em Rondônia não significa vitória definitiva dos ocupantes, reconhecimento automático de terra pública, perda definitiva de direitos de quem reivindica posse ou anulação dos títulos discutidos.

Também não é correto concluir que o Incra já demonstrou irregularidade nos imóveis. Possíveis descumprimentos de cláusulas ainda dependem de exame.

O efeito imediato da reintegração de posse em Rondônia é, portanto, retirar a força da ordem provisória de desocupação enquanto as provas avançam. Somente depois dessa fase a Justiça terá elementos para decidir o mérito possessório e fundiário.

A leitura segura da reintegração de posse em Rondônia é que a medida provisória perdeu efeito, mas a disputa permanece judicializada. O caso de reintegração de posse em Rondônia continuará dependente da produção de provas e da análise do mérito.

Fonte: AgoraRO

Via: Ministério Público Federal em Rondônia

Cesta cai em agosto, mas Porto Velho ainda lidera alta de 2026 entre capitais

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Consumidora analisa compras em supermercado em matéria sobre cesta básica em Porto Velho
Cesta básica em Porto Velho caiu em agosto, mas ainda acumula a maior alta de 2026 entre as capitais pesquisadas.

A cesta básica em Porto Velho ficou 2,93% mais barata em agosto de 2026, mas a queda do mês não anulou a pressão acumulada no ano. Entre dezembro de 2025 e agosto, o custo subiu 12,29%, a maior variação entre as 27 capitais pesquisadas pela Conab e pelo DIEESE.

Em agosto, a cesta básica em Porto Velho custou R$ 664,79. Esse valor não faz da capital rondoniense a cidade com a cesta mais cara do país: a liderança de Porto Velho está na alta acumulada de 2026, e não no preço absoluto dos alimentos.

Cesta básica em Porto Velho tem maior alta acumulada de 2026

Todas as capitais pesquisadas tiveram aumento no acumulado entre dezembro de 2025 e agosto de 2026. As taxas variaram de 2,82%, em Brasília, até 12,29% em Porto Velho. É essa comparação que coloca a capital de Rondônia no topo do levantamento.

O resultado mostra que uma capital pode ter valor absoluto menor em reais e, ainda assim, registrar uma alta percentual maior ao longo do período comparado.

A leitura precisa separar os períodos. No mês, houve redução de 2,93%. No acumulado de 2026, a cesta básica em Porto Velho subiu 12,29%. Em 12 meses, a variação foi de 5,31%. Os três números medem recortes diferentes e não devem ser tratados como equivalentes.

Resumo dos números de agosto
VALOR DA CESTA: R$ 664,79
VARIAÇÃO NO MÊS: -2,93%
ACUMULADO EM 2026: +12,29%
EM 12 MESES: +5,31%
TEMPO DE TRABALHO: 90h13min

Agosto trouxe queda de 2,93% no custo dos alimentos

Entre julho e agosto, cinco dos 12 produtos pesquisados ficaram mais baratos. O tomate teve a maior redução, de 17,02%. Também recuaram feijão carioca, 4,51%; açúcar cristal, 2,80%; óleo de soja, 0,92%; e café em pó, 0,77%.

Leite integral e arroz agulhinha ficaram estáveis. Já pão francês subiu 2,55%, farinha de mandioca 2,52%, banana 0,78%, manteiga 0,66% e carne bovina de primeira 0,35%. A queda da cesta básica em Porto Velho no mês veio, portanto, de movimentos diferentes entre os alimentos.

Mês e ano contam histórias diferentes
Agosto: queda de 2,93% em relação a julho. Acumulado de 2026: alta de 12,29% desde dezembro de 2025. Por isso, não é correto afirmar que a cesta subiu 12,29% apenas em agosto.

Tomate, feijão e arroz pressionam o acumulado do ano

No acumulado de 2026, o tomate avançou 54,98% em Porto Velho. O feijão carioca teve alta de 44,29% e o arroz agulhinha subiu 28,49%. Esses aumentos ajudam a explicar a pressão sobre a cesta básica em Porto Velho, mas não devem ser tratados como a única causa do resultado.

Também registraram aumento o leite integral, com 12,77%, a carne bovina de primeira, com 11,60%, e o pão francês, com 3,09%. O levantamento acompanha uma cesta definida metodologicamente pela pesquisa e não representa, sozinho, a inflação geral da capital.

Faixa editorial sobre cesta básica em Porto Velho e alta acumulada de 2026
A queda de agosto não anulou a pressão acumulada ao longo de 2026. Arte editorial / TVdoPOVO.

Cesta consome 44,34% do salário mínimo líquido

Um trabalhador remunerado com o salário mínimo de R$ 1.621 precisou trabalhar 90 horas e 13 minutos em agosto para comprar a cesta básica em Porto Velho. Em julho, eram necessárias 92 horas e 56 minutos.

Considerando o salário mínimo líquido usado na metodologia, a cesta básica em Porto Velho comprometeu 44,34% da renda. O dado mostra o peso dos alimentos essenciais no orçamento, mas não mede todas as despesas de uma família.

Fonte: AgoraRO

Via: Conab / DIEESE

Escola indígena Txuhūikoro Berowa é oficializada em Parecis

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Estudante indígena em sala de aula representa escola indígena oficializada em Parecis
Estudante em ambiente escolar representa a continuidade do atendimento educacional indígena em Parecis.

A escola indígena em Parecis que atende a comunidade da Aldeia Valquíria, na Terra Indígena Kwazá do Rio São Pedro, passou a ter reconhecimento próprio dentro da rede pública estadual. O Decreto nº 32.013, de 8 de setembro de 2026, oficializou a Escola Indígena Estadual de Ensino Fundamental Txuhūikoro Berowa.

A mudança é administrativa. O atendimento educacional já existia e, segundo o ato, estava integralmente implantado antes da formalização. Assim, a medida não representa inauguração de prédio, começo das aulas ou criação de uma escola do zero.

Escola indígena em Parecis ganha identidade própria na rede estadual

Com o decreto, a Txuhūikoro Berowa passa a existir formalmente como unidade da rede estadual, com nome e identidade administrativa próprios. Esse reconhecimento pode permitir que a unidade avance em procedimentos de organização conforme as regras da Secretaria de Estado da Educação.

Na prática, a escola indígena em Parecis poderá ter necessidades administrativas tratadas de maneira mais identificada dentro do planejamento da rede. Isso não significa, porém, que estruturas de gestão ou repasses financeiros tenham sido criados automaticamente com a publicação do decreto.

O que o Decreto nº 32.013 faz
Reconhece oficialmente a escola: a Txuhūikoro Berowa passa a integrar formalmente a rede estadual.
Não inaugura um novo prédio: o atendimento educacional já existia.
Não libera recursos automaticamente: providências administrativas dependem da Seduc e das regras de cada programa.

Atendimento da escola indígena em Parecis já existia antes do decreto

A cautela mais importante é não apresentar a oficialização como inauguração. O próprio ato registra que o atendimento educacional estava integralmente implantado na comunidade antes de 8 de setembro.

Por isso, a escola indígena em Parecis não começou a funcionar agora. O que muda é sua posição administrativa: aquilo que já integrava a rotina educacional da Aldeia Valquíria passa a ter reconhecimento formal como Escola Indígena Estadual de Ensino Fundamental.

A formalização também não comprova, por si só, aumento imediato de despesas, construção de novo prédio ou disponibilidade de recursos específicos. Esses efeitos dependem de providências posteriores e das regras aplicáveis a cada programa estadual.

Faixa editorial sobre oficialização de escola indígena em Parecis na rede estadual
O decreto dá identidade administrativa própria à unidade da Aldeia Valquíria; o atendimento educacional já existia antes da formalização. Arte editorial / TVdoPOVO.

Caso de Cacoal mostra apenas um caminho administrativo possível

Um exemplo da própria rede ajuda a entender o que pode acontecer depois da oficialização. A Escola Indígena Soesame Ikinah, de Cacoal, foi criada oficialmente em 2023 e, nos anos seguintes, passou a aparecer em atos com Conselho Escolar, CNPJ e procedimentos administrativos próprios.

Esse histórico não permite afirmar que a escola indígena em Parecis seguirá o mesmo percurso, terá a mesma estrutura ou receberá valores equivalentes. Ele serve apenas para mostrar que o reconhecimento formal pode abrir etapas administrativas que antes não estavam individualizadas.

Também não é correto afirmar que Conselho Escolar, Unidade Executora ou cadastro próprio da Txuhūikoro Berowa já tenham sido constituídos. O handoff não apresenta confirmação dessas providências.

Próximos passos dependem de providências da Seduc

O decreto determina que a Secretaria de Estado da Educação adote as medidas necessárias para efetivar a criação administrativa da unidade. É nessa etapa que a organização da escola indígena em Parecis poderá avançar de acordo com as normas da rede.

Entre as possibilidades estão definição de forma de gestão, eventual estruturação de Conselho Escolar ou Unidade Executora, cadastro próprio e participação em programas destinados às escolas estaduais. Nenhum desses itens deve ser tratado como concluído sem ato posterior específico.

A consequência imediata é mais objetiva: a Txuhūikoro Berowa ganha nome e identidade próprios na estrutura estadual, enquanto o atendimento educacional que já existia na Aldeia Valquíria continua sendo a base concreta da escola indígena em Parecis.

Referência oficial
O ato é o Decreto nº 32.013, de 8 de setembro de 2026. Para consultar atos oficiais estaduais, o leitor pode acessar o Diário Oficial do Estado de Rondônia.

Fonte: AgoraRO

Via: Governo de Rondônia / Secretaria de Estado da Educação

15 famílias voltam à seleção por uma moradia no Morar Melhor II

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Família em frente a conjunto habitacional representa nova etapa de seleção do Morar Melhor II em Ji-Paraná
Retificação devolveu 15 famílias ao processo de seleção do Morar Melhor II em Ji-Paraná.

Uma retificação publicada no Diário Oficial devolveu 15 famílias de Ji-Paraná ao processo de seleção do Morar Melhor II. As candidaturas apareciam em listas de exclusão, mas uma nova análise restabeleceu a possibilidade de continuarem concorrendo a uma moradia.

A mudança ocorreu após atualização dos procedimentos de análise e validação documental pelo Banco do Brasil. O retorno ao processo, porém, não significa contemplação, apartamento garantido ou entrega de chaves: as famílias ainda precisam cumprir as demais etapas previstas para o empreendimento.

Retificação devolve 15 famílias ao processo do Morar Melhor II

O Edital nº 62/2026/SEAS-COHAB retificou a relação de candidatos que haviam sido excluídos do processo. Durante a revisão, a comissão responsável reavaliou situações ligadas a não comparecimento e pendências documentais.

Segundo o documento, a reanálise foi necessária após mudanças nos procedimentos de análise e validação da documentação pelo Banco do Brasil. Com isso, 15 candidaturas deixaram de se enquadrar nas hipóteses que haviam sustentado a exclusão.

O que a retificação muda
ANTES: as candidaturas apareciam em situação de exclusão.
AGORA: 15 famílias voltaram ao processo seletivo.
AINDA NÃO: não houve contemplação definitiva nem garantia de unidade habitacional.

Na prática, as famílias recuperaram a possibilidade de seguir no Morar Melhor II. A decisão administrativa retira um obstáculo que as mantinha fora da seleção, mas não encerra o processo de análise.

Atenção ao estágio do processo
Voltar à seleção significa apenas que a candidatura pode continuar sendo analisada. Não há, nesta etapa, apartamento reservado, aprovação definitiva ou previsão específica de entrega de chaves para as 15 famílias.

Voltar à seleção ainda não garante apartamento

O próprio edital preserva uma trava importante: os candidatos continuam sujeitos às demais etapas, critérios, verificações, validações e condições aplicáveis ao empreendimento. Por isso, a volta ao processo não pode ser tratada como contemplação.

Também não há base para afirmar que existam 15 apartamentos automaticamente reservados. O edital do cadastro de reserva esclarece que participar da seleção não cria obrigação automática de destinar uma unidade habitacional ao candidato.

Faixa editorial sobre Morar Melhor II com retorno de 15 famílias ao processo de seleção em Ji-Paraná
A retificação restabelece a participação no processo; a imagem não representa entrega de imóvel nem contemplação definitiva. Arte editorial / TVdoPOVO.

Como funciona a seleção do Morar Melhor II em Ji-Paraná

O Residencial Morar Melhor II fica na zona urbana de Ji-Paraná e integra o Minha Casa, Minha Vida, na modalidade Faixa Urbana I, com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).

O processo envolve o Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (SEAS), a Prefeitura de Ji-Paraná e o Banco do Brasil dentro das atribuições previstas para o empreendimento.

As regras incluem cadastro, classificação, análise documental, verificações de enquadramento e validações. O retorno das 15 famílias permite que essas etapas prossigam, mas o resultado final ainda dependerá das análises exigidas pelo programa.

Onde consultar os documentos oficiais

A íntegra da retificação pode ser conferida no Diário Oficial do Estado de Rondônia. A TVdoPOVO não reproduz a lista nominal das candidaturas no corpo da matéria porque a informação de interesse público é a mudança de situação no processo.

As regras gerais estão no edital do processo de seleção do Morar Melhor II, que detalha o cadastro de reserva e reforça que inscrição e participação não significam destinação automática de imóvel.

Fonte: AgoraRO

Via: Diário Oficial do Estado de Rondônia

Presidente, senador e deputado são eleitos de formas diferentes; entenda

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Urna eletrônica usada para explicar como funciona o voto nas Eleições 2026
Matéria explica as diferenças entre voto para senador, presidente e deputados nas Eleições 2026.

Nas Eleições 2026, o eleitor de Rondônia fará escolhas para vários cargos no mesmo dia, mas como funciona o voto muda conforme a disputa. Presidente, governador, senador e deputados não transformam votos em mandatos exatamente da mesma maneira.

Para presidente, governador e senador, a lógica é mais direta: a votação do candidato define o resultado. Para deputado federal e estadual, a conta envolve também os votos recebidos pelo partido ou pela federação. É essa diferença que explica por que estar entre os candidatos mais votados não garante, sozinho, uma cadeira no Legislativo.

Neste artigo, você vai ver
Veja como funciona o voto para presidente, senador e deputado e por que os resultados seguem regras diferentes.

Presidente, governador e senador: vale a votação do candidato

Para entender como funciona o voto nesses cargos, o Tribunal Superior Eleitoral explica que presidente, governador e senador são escolhidos pelo sistema majoritário. Para presidente e governador, vence no primeiro turno quem alcançar mais da metade dos votos válidos. Votos brancos e nulos não entram nessa conta.

Se nenhum candidato a presidente ou governador atingir essa maioria no primeiro turno, os dois mais votados disputam o segundo. Para o Senado, a regra é diferente: basta a maioria simples, ou seja, vence quem tiver mais votos dentro do número de vagas disponíveis.

Rondônia nas Eleições 2026
Presidente: sistema majoritário.
Governador: sistema majoritário.
Senador: maioria simples; duas vagas em 2026.
Deputado federal: sistema proporcional.
Deputado estadual: sistema proporcional.

Em 2026, cada estado e o Distrito Federal elegem dois senadores. Em Rondônia, portanto, o eleitor poderá escolher dois candidatos diferentes para o Senado, e os dois mais votados no estado ficarão com as duas vagas. Senador não precisa obter mais de 50% dos votos.

Como funciona o voto para deputado e partido

Nas eleições para deputado federal e estadual, como funciona o voto envolve duas etapas. Primeiro, os votos dados aos candidatos e os votos de legenda entram na soma usada para definir quantas cadeiras cada partido ou federação poderá conquistar. Depois, as vagas ficam com os candidatos mais votados dentro daquela legenda ou federação, conforme as regras eleitorais.

Isso responde a uma dúvida comum: alguém pode receber muitos votos e ainda ficar fora porque o resultado não depende apenas da votação individual. Também conta quantas vagas o partido ou a federação conquistou. Por isso, estar entre os mais votados do estado não garante sozinho um mandato de deputado.

E o voto de legenda?

Nas eleições proporcionais, o eleitor pode votar apenas no partido digitando o número da legenda. Esse voto entra na soma usada para medir a força eleitoral do partido ou da federação na disputa pelas cadeiras. Ele não é uma transferência automática para outro candidato específico.

A lógica proporcional vale também para vereadores nas eleições municipais. Em 2026, porém, o eleitor de Rondônia escolherá deputado federal e deputado estadual, além dos cargos majoritários de presidente, governador e senador.

Como funciona o voto nas Eleições 2026 para presidente, senador e deputado
Composição editorial produzida para a TVdoPOVO sobre as regras eleitorais de 2026.

O que o eleitor de Rondônia precisa lembrar em 2026

Na prática, entender como funciona o voto em Rondônia também exige lembrar que o eleitorado terá seis escolhas na urna: deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente. A TVdoPOVO já publicou um guia com a ordem dos seis votos em Rondônia, inclusive a orientação para não repetir o mesmo candidato nas duas escolhas para o Senado.

A diferença entre os sistemas não muda o valor político de cada voto. Ela apenas define a regra usada para transformar a votação em mandato. Para presidente, governador e senador, o resultado depende diretamente da votação individual. Para deputado, o desempenho do partido ou da federação também faz parte da distribuição das vagas.

Entender como funciona o voto antes do dia da eleição ajuda a evitar dúvidas na urna. Em Rondônia, o primeiro turno ocorrerá em 4 de outubro. Horários, local de votação e eventuais serviços ao eleitor devem ser conferidos nos canais oficiais da Justiça Eleitoral.

Via: AgoraRO — versão publicada em 12 de setembro de 2026.

SUS supera 1 milhão de crianças vacinadas com a Pneumo 20

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Criança recebe vacina em unidade de saúde em referência à Pneumo 20 no SUS
Criança recebe vacina acompanhada por responsável em composição editorial sobre a Pneumo 20.

A Pneumo 20 ultrapassou a marca nacional de 1 milhão de crianças menores de 5 anos vacinadas pelo Sistema Único de Saúde desde o início da estratégia, em junho de 2026. O número representa crianças que receberam a vacina e não significa, sozinho, que todas tenham completado o esquema.

A vacina entrou no Calendário Nacional em 2026 e amplia a proteção contra doenças causadas pelo pneumococo. Para famílias de Rondônia, a orientação prática é conferir a caderneta na UBS, porque idade e histórico de doses definem o que ainda precisa ser aplicado.

Pneumo 20 supera a marca de 1 milhão de crianças vacinadas

O marco divulgado é nacional. Por isso, não deve ser apresentado como total de crianças vacinadas em Rondônia ou Porto Velho. As fontes usadas nesta matéria também não permitem calcular cobertura estadual nem quantidade disponível em cada unidade de saúde.

A estratégia com a Pneumo 20 começou em junho, quando a vacina pneumocócica 20-valente passou a integrar a rotina do SUS para o público infantil e grupos definidos pelo Programa Nacional de Imunizações.

O que o marco de 1 milhão significa
O número é nacional e se refere a crianças que receberam a vacina. Ele não significa que todas completaram o esquema vacinal e não pode ser usado como total de crianças vacinadas em Rondônia.

Como funciona a transição para a Pneumo 20

Durante a transição, o esquema infantil usa a Pneumo 20 aos 2 meses, a pneumocócica 10-valente aos 4 meses enquanto houver estoque e novamente a vacina 20-valente aos 12 meses como reforço. O intervalo mínimo entre a segunda dose e o reforço é de 60 dias.

Esquema de transição
2 MESES: Pneumo 20
4 MESES: Pneumo 10 enquanto houver estoque
12 MESES: reforço com Pneumo 20
INTERVALO: mínimo de 60 dias entre a segunda dose e o reforço

Quando a Pneumo 10 se esgotar, a programação passa a usar a formulação 20-valente conforme as orientações do PNI. Crianças com vacinação atrasada ou que iniciaram o esquema com outra vacina pneumocócica conjugada precisam ter o histórico avaliado antes da aplicação.

Nesses casos, a equipe da sala de vacinação deve verificar idade, registros anteriores e intervalos. A reportagem não substitui essa avaliação individual nem indica doses fora do esquema oficial.

Faixa editorial sobre Pneumo 20 e vacinação de mais de 1 milhão de crianças pelo SUS
Marco nacional reúne mais de 1 milhão de crianças que receberam a vacina pelo SUS; o dado não representa esquema completo nem recorte específico de Rondônia. Arte editorial / TVdoPOVO.

Vacina amplia proteção contra doenças pneumocócicas

A Pneumo 20 protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae. Isso amplia a cobertura contra doenças pneumocócicas, incluindo formas invasivas, pneumonias e meningites.

A formulação precisa ser precisa: a vacina amplia a proteção, mas não impede todas as pneumonias nem garante proteção absoluta contra meningite. O benefício está relacionado à prevenção dos sorotipos cobertos pelo imunizante.

Famílias de Rondônia devem conferir a caderneta na UBS

Em Rondônia, pais e responsáveis podem procurar uma Unidade Básica de Saúde ou outro ponto do SUS com a caderneta da criança. A Pneumo 20 integra a estratégia de vacinação infantil e a indicação de cada dose depende do histórico já registrado.

O histórico também pode aparecer na Caderneta Digital de Saúde da Criança, pelo Meu SUS Digital, quando o registro estiver disponível. Mesmo assim, a conferência pela equipe continua importante para identificar doses pendentes e intervalos.

O marco de mais de 1 milhão permanece nacional. Sem um recorte oficial atualizado, não é correto transformar esse total em estimativa de Rondônia, anunciar cobertura estadual ou afirmar estoque disponível em Porto Velho.

Fonte: AgoraRO

Via: Ministério da Saúde

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