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Globo de Ouro: O Agente Secreto faz história ao vencer duas categorias

Wagner Moura recebe prêmio do Globo de Ouro pelo filme O Agente Secreto
Wagner Moura celebra vitória de O Agente Secreto no Globo de Ouro 2026

O cinema brasileiro entrou para a história na madrugada deste domingo (11). Dessa vez, o longa O Agente Secreto conquistou duas estatuetas na mesma edição do Globo de Ouro, um feito inédito para o país. Assim, o Brasil venceu como melhor filme em língua não inglesa e também levou o prêmio de melhor ator em filme de drama, com Wagner Moura.

Com isso, a produção alcançou um marco histórico. Até então, nenhuma obra do Brasil havia conquistado duas categorias simultaneamente na principal premiação internacional do cinema.

Brasil alcança feito inédito no Globo de Ouro

Historicamente, o Brasil acumulava apenas vitórias isoladas no Globo de Ouro. Em 1999, Central do Brasil venceu como melhor filme em língua não inglesa. Já em 2025, Ainda Estou Aqui levou somente o prêmio de melhor atriz.

Agora, o cenário mudou. O Agente Secreto chegou à cerimônia com três indicações. Ainda assim, superou produções internacionais de grande orçamento. Dessa forma, garantiu duas vitórias e consolidou um novo capítulo para o cinema nacional.

Wagner Moura vence como melhor ator e quebra recorde

Além do reconhecimento ao filme, Wagner Moura fez história individualmente. Ao receber o prêmio de melhor ator em filme de drama, ele se tornou o primeiro brasileiro a vencer nessa categoria no Globo de Ouro.

Durante o discurso, o ator destacou o significado da obra. Segundo ele, o filme aborda memória, trauma coletivo e valores transmitidos entre gerações. Ao mesmo tempo, Wagner agradeceu ao público brasileiro e ressaltou a importância da cultura brasileira em momentos desafiadores.

Filme brasileiro leva melhor filme em língua não inglesa

Enquanto isso, O Agente Secreto também venceu como melhor filme em língua não inglesa. Com essa conquista, o Brasil voltou a vencer na categoria após 27 anos.

No palco, a atriz Minnie Driver, responsável pelo anúncio do prêmio, surpreendeu o público. Antes de tudo, ela disse “parabéns” em português. Em seguida, anunciou o nome do filme, gesto que arrancou aplausos da plateia internacional.

Direção de Kleber Mendonça Filho é destaque

Dirigido por Kleber Mendonça Filho, o longa é ambientado nos anos 1970. Nesse contexto, a trama acompanha um professor universitário que retorna ao Recife em plena ditadura militar.

Ao enfrentar riscos pessoais, o personagem tenta reconstruir laços familiares. Por isso, o diretor destacou que o filme dialoga diretamente com a história recente do Brasil e com desafios que ainda permanecem atuais.

Reconhecimento internacional fortalece o cinema brasileiro

Com as duas vitórias, o cinema brasileiro ganha ainda mais visibilidade no exterior. Além disso, o reconhecimento amplia o espaço para produções brasileiras em festivais e premiações internacionais.

Dessa maneira, O Agente Secreto se consolida como um dos filmes brasileiros mais premiados da década. Por fim, o resultado reforça o protagonismo do Brasil no cenário global do cinema e abre caminho para novas produções ganharem destaque internacional.

Doença fatal e pouco conhecida avança no Brasil

Trabalhador rural revolvendo o solo durante atividade agrícola associada à transmissão da paracoccidioidomicose no Brasil
Contato direto com o solo expõe trabalhadores rurais ao fungo causador da paracoccidioidomicose

A paracoccidioidomicose, uma doença fatal e pouco conhecida, avança de forma silenciosa no Brasil e, por isso, preocupa especialistas em saúde pública. Embora seja causada por um fungo presente no solo, a infecção permanece invisível para grande parte da população e, inclusive, para profissionais de saúde. Como consequência, o diagnóstico costuma ocorrer tarde, quando o quadro já é grave.

Durante quatro anos, o técnico de informática Antônio Rodrigues Joaquim conviveu com sintomas progressivos sem saber a origem do problema. Inicialmente, ele perdeu peso de forma abrupta após uma gripe. Em seguida, surgiram falta de ar, dores abdominais e dificuldade para engolir. Apesar das idas e vindas aos hospitais, o diagnóstico correto só veio em 2024, quando a doença já havia provocado sequelas irreversíveis

O que é a paracoccidioidomicose

A paracoccidioidomicose é uma micose sistêmica grave causada por fungos do gênero Paracoccidioides. Diferentemente das micoses comuns, que atingem a pele, essa infecção começa nos pulmões e, com o tempo, pode se espalhar para gânglios, mucosas, ossos, cérebro e órgãos genitais. Por isso, quanto maior o atraso no diagnóstico, maior é o dano ao organismo.

Além disso, dados científicos mostram que a doença atinge majoritariamente homens. Para cada 15 homens infectados, apenas uma mulher desenvolve a infecção, o que está relacionado à proteção hormonal feminina.

Como ocorre a transmissão

A infecção ocorre pela inalação de esporos do fungo presentes no solo. Quando a terra é revolvida, o micro-organismo fica suspenso no ar e, então, é aspirado. Por esse motivo, agricultores, garimpeiros e trabalhadores da construção civil estão entre os grupos mais expostos.

No entanto, é importante destacar que não há transmissão entre pessoas, nem de animais para humanos. Embora o fungo já tenha sido encontrado em tocas de tatus, não existe comprovação científica de contágio direto por animais.

Subnotificação esconde a real dimensão da doença

Embora seja a micose sistêmica que mais mata no país, a paracoccidioidomicose não integra a Lista Nacional de Notificação Compulsória do Ministério da Saúde. Por essa razão, o acompanhamento epidemiológico é falho e as políticas públicas tornam-se insuficientes.

Entre 2017 e agosto de 2025, o SUS registrou ao menos 2.424 internações por PCM em praticamente todos os estados brasileiros. Ainda assim, pesquisadores afirmam que os números reais são muito maiores, justamente porque muitos casos não entram nas estatísticas oficiais.

Diagnóstico tardio agrava casos e eleva mortes

Outro fator crítico é a falta de testagem. Atualmente, apenas sete estados realizam exames específicos para diagnosticar a doença. Como resultado, muitos pacientes procuram atendimento quando a infecção já está avançada, o que reduz as chances de evitar sequelas permanentes.

Segundo especialistas, essa limitação estrutural contribui diretamente para o aumento da mortalidade e para a sobrecarga do sistema público de saúde.

Pesquisa científica brasileira traz esperança

Em Mato Grosso, a pesquisadora Rosane Hahn coordena um dos poucos laboratórios de referência em PCM no país. Desde 2018, a unidade já realizou cerca de 1,7 mil exames, identificando centenas de casos positivos.

Além disso, a cientista foi responsável pela descoberta do Paracoccidioides lutzii, uma nova espécie do fungo. Essa identificação foi fundamental porque explicou por que muitos exames davam falso negativo em pacientes do Centro-Oeste e do Norte. A partir dessa descoberta, novos métodos diagnósticos passaram a ser desenvolvidos.

Relação com desmatamento e grandes obras

Estudos mostram que o avanço da paracoccidioidomicose acompanha alterações ambientais intensas. Regiões com desmatamento acelerado, expansão agrícola, mineração e grandes obras de infraestrutura apresentam maior número de casos.

Entre 2017 e 2024, por exemplo, a área plantada na Região Norte cresceu significativamente, coincidindo com o aumento das internações. Dessa forma, pesquisadores alertam que o manejo inadequado do solo contribui diretamente para a dispersão do fungo.

O que especialistas defendem

Para conter o avanço da doença, especialistas defendem três medidas urgentes:

  • inclusão da paracoccidioidomicose como doença de notificação compulsória nacional;

  • ampliação da rede de laboratórios de diagnóstico;

  • garantia do fornecimento regular de medicamentos pelo SUS.

A paracoccidioidomicose nasce na terra, mas seus impactos atingem comunidades inteiras. Por isso, enfrentar a doença exige informação, vigilância e ação coordenada do poder público.

Fonte: Metrópoles

Ano começa com conta de luz mais barata; veja o calendário de 2026

Conta de luz mais barata em 2026 com bandeira verde definida pela Aneel
Aneel definiu bandeira verde para janeiro e divulgou o calendário das bandeiras tarifárias de 2026.

O ano de 2026 começa com uma notícia positiva para o bolso dos brasileiros. Logo em janeiro, a conta de luz mais barata entra em vigor após a Agência Nacional de Energia Elétrica definir a bandeira verde para o período. Com isso, não haverá cobrança extra nas faturas de energia elétrica.

Além dessa definição inicial, a Aneel também divulgou o calendário das bandeiras tarifárias de 2026, permitindo que o consumidor acompanhe, mês a mês, possíveis mudanças no valor da conta.

Conta de luz começa o ano sem cobrança adicional

Atualmente, com a bandeira verde, os consumidores não pagam nenhum acréscimo na conta de luz. Na prática, isso ocorre quando as condições de geração de energia são consideradas favoráveis em todo o país.

Principalmente, o bom nível dos reservatórios e a menor necessidade de acionamento de usinas térmicas, que possuem custo mais elevado, contribuem para esse cenário. Dessa forma, o valor final da fatura permanece estável no início de 2026.

Como funciona o sistema de bandeiras tarifárias

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado pela Aneel em 2015. Desde então, o modelo passou a indicar de forma mais transparente o custo real da geração de energia elétrica para o consumidor final.

Todos os meses, o Operador Nacional do Sistema Elétrico avalia fatores como nível dos reservatórios, volume de chuvas, demanda por energia e necessidade de uso de usinas térmicas. A partir dessa análise, a Aneel define qual bandeira será aplicada no mês seguinte.

Assim, quando as condições são favoráveis, a bandeira permanece verde. Por outro lado, quando os custos aumentam, entram em vigor as bandeiras amarela ou vermelha, que geram cobrança adicional na conta de luz.

Aneel divulga o calendário das bandeiras tarifárias de 2026

Para facilitar o planejamento financeiro dos consumidores, a Aneel divulgou o calendário oficial das bandeiras tarifárias de 2026. A agência informa, sempre ao final de cada mês, qual bandeira estará em vigor no mês seguinte.

Confira as datas de divulgação ao longo do ano:

  • Bandeira de fevereiro: anúncio em 30 de janeiro

  • Bandeira de março: anúncio em 27 de fevereiro

  • Bandeira de abril: anúncio em 27 de março

  • Bandeira de maio: anúncio em 24 de abril

  • Bandeira de junho: anúncio em 29 de maio

  • Bandeira de julho: anúncio em 26 de junho

  • Bandeira de agosto: anúncio em 31 de julho

  • Bandeira de setembro: anúncio em 28 de agosto

  • Bandeira de outubro: anúncio em 25 de setembro

  • Bandeira de novembro: anúncio em 30 de outubro

  • Bandeira de dezembro: anúncio em 27 de novembro

  • Bandeira de janeiro de 2027: anúncio em 23 de dezembro

Planejamento ajuda a economizar na conta de luz

Com o acompanhamento mensal das bandeiras tarifárias, o consumidor consegue se organizar melhor ao longo do ano. Assim, torna-se possível adotar medidas simples de economia nos períodos em que a geração de energia fica mais cara.

Além disso, reduzir desperdícios, evitar o uso excessivo de eletrodomésticos e priorizar equipamentos eficientes ajuda a manter a conta de luz mais barata ao longo de 2026. Portanto, o calendário divulgado pela Aneel se torna uma ferramenta essencial para o planejamento financeiro das famílias.

Família evita envenenamento após notar alteração na comida

Marmita com comida contaminada por substância semelhante a veneno em Nova Serrana MG
Detalhe percebido na comida impediu que marmitas contaminadas fossem consumidas por família em Nova Serrana.

Um detalhe percebido durante uma refeição evitou uma tragédia maior envolvendo envenenamento em marmitas em MG. O caso ocorreu em Nova Serrana, no Centro-Oeste de Minas Gerais, quando um homem notou que a comida apresentava uma textura incomum. Diante disso, ele interrompeu o almoço e alertou a família, o que impediu o consumo de outras marmitas contaminadas.

Segundo a Polícia Militar, a comida continha uma substância semelhante ao chumbinho, veneno usado para matar ratos. Além disso, o caso envolve uma adolescente de 17 anos, que confessou ter colocado o produto nas refeições após discutir com os pais.

Textura incomum gerou alerta imediato

A Polícia Civil recolheu as marmitas que teriam sido envenenadas pela adolescente — Foto: Polícia Civil/Divulgação

O homem que percebeu o problema é primo da adolescente. Ele costuma receber marmitas preparadas na casa da família para levar ao trabalho. No entanto, logo nas primeiras garfadas, percebeu que algo estava errado. Por isso, decidiu parar de comer imediatamente.

Em seguida, ele questionou o pai da jovem sobre o possível motivo da alteração na comida. Ao mesmo tempo, a família analisou a marmita e registrou imagens da substância estranha. Com isso, todos foram orientados a não consumir as demais refeições.

Atendimento médico confirmou o risco

Após o alerta, o homem buscou atendimento em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). No local, a equipe médica realizou lavagem estomacal como medida preventiva. Felizmente, ele não apresentou complicações graves.

Além disso, a Polícia Militar verificou a geladeira da residência. Durante a vistoria, os agentes constataram que outras marmitas também estavam contaminadas, o que reforçou a gravidade da situação.

Adolescente admitiu ter colocado veneno

Durante a apuração, policiais ouviram a adolescente. Nesse momento, ela admitiu que colocou veneno em três marmitas durante a madrugada. Segundo o depoimento, a jovem agiu após uma discussão familiar e afirmou que estava com raiva.

Ainda conforme o registro, o produto utilizado era um veneno para ratos guardado em um frasco pequeno dentro da casa. Depois disso, a adolescente contou que retirou o recipiente do armário e espalhou a substância nas refeições.

Conflitos familiares antecederam o ato

De acordo com os pais, a jovem mantinha um relacionamento amoroso sem consentimento da família. Por causa disso, os conflitos dentro de casa se tornaram frequentes.

Na madrugada do caso, após uma nova discussão com a mãe, a adolescente aguardou que os pais fossem dormir. Só então, colocou o veneno nas marmitas que seriam consumidas no dia seguinte.

Investigação segue em andamento

A perícia técnica recolheu parte da comida contaminada e apreendeu o frasco com o restante do veneno. Em seguida, a adolescente recebeu atendimento médico. Posteriormente, ela foi encaminhada à delegacia acompanhada por responsável legal.

Atualmente, o caso segue sob investigação da Polícia Civil e do Ministério Público de Minas Gerais. A adolescente responde por ato infracional análogo à tentativa de homicídio. Por fim, o Estatuto da Criança e do Adolescente impede a divulgação de informações que permitam sua identificação.

Fonte: G1

Como o acordo UE Mercosul deve impactar o bolso dos brasileiros

Carrinho de supermercado simboliza impacto do acordo UE-Mercosul no bolso dos brasileiros
Acordo entre União Europeia e Mercosul deve influenciar preços e consumo no Brasil

Após mais de duas décadas de negociações, o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul entra na fase final e já começa a gerar expectativas sobre seus efeitos diretos no dia a dia da população. O acordo UE-Mercosul deve afetar o bolso dos brasileiros, principalmente por meio da redução gradual de tarifas sobre produtos importados e da ampliação do comércio entre os blocos.

Além disso, o tratado envolve um mercado de cerca de 720 milhões de consumidores, o equivalente a aproximadamente 25% do PIB global, o que reforça seu peso econômico e estratégico.

Mais produtos europeus e possível queda de preços

Uma das mudanças mais perceptíveis deve ocorrer no consumo. Com a redução de tarifas alfandegárias, produtos tradicionais da União Europeia tendem a ganhar espaço no mercado brasileiro. Entre eles estão vinhos, queijos, azeites, chocolates, bebidas destiladas e medicamentos.

Segundo especialistas, essa maior oferta pode provocar queda gradual de preços, sobretudo no médio e no longo prazo. Isso ocorre porque itens hoje fortemente taxados passarão a ter impostos reduzidos ou até zerados.

Carros importados da Europa, por exemplo, atualmente enfrentam tarifas de até 35%, que deverão ser eliminadas em até 15 anos. Como resultado, os veículos europeus tendem a se tornar mais acessíveis ao consumidor brasileiro.

Impacto direto no bolso do consumidor

Do ponto de vista do consumidor final, o acordo tende a ser positivo. A ampliação da concorrência e a redução de custos de importação favorecem preços mais baixos, especialmente em produtos de maior valor agregado.

Embora a redução não seja imediata em todos os setores, alimentos industrializados, bebidas, medicamentos e itens de supermercado devem sentir os efeitos antes de segmentos mais complexos, como o automotivo.

Ainda assim, especialistas alertam que o impacto será progressivo, já que muitos produtos dependem de cadeias globais de produção e logística.

Medicamentos e insumos seguem como destaque

Mesmo antes da conclusão do acordo, medicamentos e produtos farmacêuticos já figuram entre os principais itens importados da União Europeia, representando mais de 8% das compras brasileiras no bloco.

Com a redução de tarifas, esses produtos podem se tornar mais competitivos, beneficiando tanto consumidores quanto o setor de saúde, incluindo medicamentos de uso veterinário.

Efeitos na indústria e no agronegócio

O impacto do acordo não se limita aos bens de consumo. A indústria e o agronegócio brasileiros também devem sentir os efeitos, especialmente por meio do acesso a tecnologias europeias mais baratas.

Máquinas, equipamentos, fertilizantes, drones agrícolas e sistemas de agricultura de precisão tendem a ficar mais acessíveis, o que pode reduzir custos de produção e estimular investimentos em modernização.

Além disso, o tratado amplia o acesso do Brasil ao mercado europeu para produtos como calçados, frutas, carnes e itens agrícolas com maior valor agregado.

Exportações podem afetar preços internos?

Uma dúvida recorrente é se o aumento das exportações pode encarecer produtos no mercado interno. Especialistas avaliam que esse risco existe, mas é limitado.

Mesmo com maior volume exportado, o impacto sobre a inflação tende a ser pequeno, já que os setores produtivos conseguem direcionar parte da produção a mercados alternativos. Dessa forma, o efeito sobre o bolso dos brasileiros deve ser mínimo no curto prazo.

Brasil deve ser o maior beneficiado

Estimativas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada indicam que o Brasil deve ser o país mais beneficiado pelo acordo UE-Mercosul. Até 2040, o tratado pode elevar o PIB nacional em cerca de 0,46%, percentual superior ao projetado para outros países do bloco.

Além disso, o acordo cria uma rede comercial avaliada em US$ 22 trilhões, com potencial de ampliar as exportações brasileiras em bilhões de reais nos próximos anos.

O que muda para o consumidor

Em resumo, o acordo UE-Mercosul afeta o bolso dos brasileiros de forma gradual, com tendência de:

  • maior variedade de produtos importados;

  • redução de preços no médio e longo prazo;

  • acesso facilitado a tecnologias e insumos;

  • estímulo à competitividade da indústria nacional.

Embora os efeitos não sejam imediatos em todos os setores, o tratado representa uma mudança estrutural importante na relação comercial do Brasil com a Europa.

Rondônia lidera Região Norte na frequência escolar em 2025

Sala de aula em Rondônia com estudantes acompanhando aula enquanto estado lidera a Região Norte na frequência escolar em 2025.
Rondônia alcançou 93,68% de acompanhamento da frequência escolar e ficou entre os quatro melhores estados do Brasil em 2025.

Rondônia liderou a Região Norte no acompanhamento da frequência escolar durante 2025 e, ao mesmo tempo, encerrou o ano entre os quatro estados com melhor desempenho do país. Os dados fazem parte do sistema de monitoramento vinculado ao Bolsa Família, em parceria com o Programa Pé-de-Meia e a Estratégia Busca Ativa, que acompanham a permanência dos estudantes na rede pública.

Ao longo do ano, o estado elevou de forma consistente os índices de acompanhamento. Com isso, fortaleceu a gestão educacional e reduziu riscos de evasão escolar.

Crescimento contínuo ao longo do ano

O melhor desempenho foi registrado no período de outubro e novembro, quando Rondônia alcançou 93,68% de acompanhamento da frequência escolar, garantindo o 4º lugar no ranking nacional

No início de 2025, entre fevereiro e março, Rondônia ocupava a 5ª posição no ranking nacional, com 88,81% de acompanhamento da frequência escolar. Em seguida, no período de abril e maio, o índice subiu para 90,18%, mantendo o estado na mesma colocação.

Depois disso, nos meses de junho e julho, o percentual chegou a 90,67%, o que colocou Rondônia na 6ª posição nacional. A colocação se repetiu em agosto e setembro, quando o índice ficou em 90,59%.

Entretanto, o melhor resultado ocorreu entre outubro e novembro. Nesse período, o estado alcançou 93,68% de acompanhamento da frequência escolar, garantindo o 4º lugar no ranking nacional. Além disso, Rondônia permaneceu em 1º lugar na Região Norte durante todo o período analisado, de fevereiro a novembro.

Educação como instrumento de gestão pública

Segundo o governador Marcos Rocha, os números comprovam o compromisso do estado com o direito à educação. Para ele, o acompanhamento da frequência escolar funciona como uma ferramenta estratégica de gestão.

De acordo com o governador, esse controle permite orientar ações nas escolas e apoiar o trabalho das equipes técnicas. Dessa forma, o governo consegue manter os estudantes vinculados à rede de ensino.

A secretária de Estado da Educação, Albaniza Oliveira, também destacou o impacto do trabalho integrado. Conforme explicou, a união entre gestão, escolas e políticas públicas de proteção social fortalece os resultados alcançados.

Além disso, o monitoramento sistemático da frequência permite agir de forma preventiva. Assim, o estado identifica situações de vulnerabilidade e evita o abandono escolar.

Critérios usados no monitoramento

O ranking considera estudantes entre 4 e 18 anos, com matrícula ativa na rede pública. Para isso, exige frequência mínima de:

  • 60% para crianças de 4 a 6 anos

  • 75% para estudantes de 6 a 18 anos incompletos

Além da frequência, o sistema avalia a participação dos alunos nas avaliações oficiais da escola. Esses critérios são obrigatórios para a manutenção dos benefícios dos programas Pé-de-Meia e Bolsa Família.

Por esse motivo, o monitoramento contribui diretamente para a permanência dos estudantes na escola.

Impacto direto na permanência escolar

Com os resultados de 2025, Rondônia reforça o papel das políticas públicas integradas entre educação e assistência social. O acompanhamento contínuo da frequência escolar permite intervenções rápidas e fortalece o vínculo dos alunos com a escola.

Assim, o estado consolida sua posição como referência na Região Norte e amplia sua presença entre os melhores desempenhos do país na educação básica.

Fonte: Governo de Rondônia

Governo começa a renovar CNH para “bons condutores” de forma automática e gratuita

CNH Digital exibida em celular simboliza renovação automática e gratuita para motoristas sem infrações
CNH passa a ser renovada automaticamente para motoristas sem infrações, com processo digital e sem cobrança de taxas.

O governo federal iniciou a renovação automática e gratuita da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para motoristas classificados como bons condutores. Com isso, o processo deixa de exigir pagamento de taxas, realização de novos exames e comparecimento aos Detrans.

Além disso, a iniciativa concentra todo o procedimento no ambiente digital, o que reduz burocracias e acelera a atualização do documento.

Quem é considerado bom condutor

Para ter acesso ao benefício, o motorista precisa atender a critérios objetivos. Em primeiro lugar, não pode ter pontos registrados na CNH nos últimos 12 meses. Além disso, não pode ter cometido infrações de trânsito nesse mesmo período.

Por fim, o condutor precisa estar inscrito no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC). Apenas quem cumpre essas três exigências entra automaticamente no sistema de renovação automática da CNH.

Como funciona a renovação automática da CNH

A renovação automática da CNH ocorre de forma totalmente digital. Assim que o documento atinge a data de vencimento, o sistema da Secretaria Nacional de Trânsito realiza a atualização automaticamente para os condutores elegíveis.

Em seguida, o motorista recebe uma notificação pelo aplicativo CNH Digital, confirmando a renovação. Dessa forma, o novo documento passa a valer imediatamente na versão eletrônica.

Segundo o Ministério dos Transportes, cerca de 371 mil motoristas devem receber a notificação já nesta primeira etapa. Com isso, a economia estimada em taxas e custos ultrapassa R$ 120 milhões.

Benefício vale para todas as categorias de CNH

A medida contempla todas as categorias da CNH, inclusive motoristas profissionais. Portanto, condutores habilitados para atividades remuneradas também podem ser beneficiados pela renovação gratuita da CNH.

No entanto, quem optar pela versão física do documento ainda precisará procurar uma unidade do Detran. Nesse caso, o serviço de emissão impressa continua sujeito à cobrança.

Quem não tem direito à renovação automática

Apesar da ampliação do benefício, algumas situações ficam fora da regra. Condutores com 70 anos ou mais não podem utilizar a renovação automática. Já motoristas entre 50 e 69 anos têm direito ao benefício apenas uma única vez.

Além disso, ficam excluídos os condutores cuja CNH tem prazo de validade reduzido por recomendação médica, especialmente em casos de doenças progressivas ou condições que exigem acompanhamento periódico.

Renovação tem efeito retroativo

A renovação automática da CNH tem efeito retroativo a partir de 10 de dezembro, data de assinatura da medida provisória que instituiu o programa. Portanto, motoristas que tiveram a CNH vencida desde então e que atendem aos critérios já estão sendo contemplados.

Com essa iniciativa, o governo busca valorizar o bom comportamento no trânsito, ao mesmo tempo em que reduz custos, simplifica processos e incentiva uma condução mais responsável nas vias do país.

Fonte: G1

Nova pirâmide alimentar dos EUA marca o colapso de um mito nutricional

Nova pirâmide alimentar dos EUA marca mudança histórica nas diretrizes nutricionais
Estados Unidos anunciam nova pirâmide alimentar e mudam diretrizes nutricionais globais

Os Estados Unidos anunciaram, nesta semana, uma das mais profundas mudanças nutricionais das últimas décadas. Com isso, as novas diretrizes alimentares oficiais do país enterram o modelo tradicional da pirâmide alimentar, que priorizava carboidratos e restringia gorduras. Ao mesmo tempo, inauguram um novo paradigma, baseado em proteínas, gorduras naturais e alimentos minimamente processados.

O documento, intitulado Dietary Guidelines for Americans 2025–2030, representa uma inflexão histórica na política de saúde pública americana. Por isso, o anúncio já provoca repercussões em diversos países. Pela primeira vez, recomendações oficiais reconhecem que o excesso de carboidratos refinados e ultraprocessados está no centro da epidemia de doenças metabólicas.

Mudança histórica nas recomendações alimentares

A nova pirâmide alimentar. (https://realfood.gov//Veja Rio)

Durante mais de meio século, a pirâmide alimentar tradicional orientou governos, escolas e profissionais de saúde a reduzir gorduras e priorizar cereais, pães e massas. Agora, esse modelo passa a ser oficialmente questionado.

As novas diretrizes reposicionam carnes, ovos, peixes, laticínios integrais, azeite de oliva e manteiga como alimentos de alta densidade nutricional. Além disso, o texto destaca o papel desses alimentos no funcionamento metabólico e na manutenção da saúde a longo prazo. Em contrapartida, carboidratos refinados, açúcares adicionados e ultraprocessados passam a ser desestimulados.

Segundo o documento, o foco deixa de ser apenas a prevenção da desnutrição. Dessa forma, a política alimentar passa a priorizar saúde metabólica, desenvolvimento infantil e redução de doenças crônicas.

Proteínas e gorduras voltam ao centro do prato

Outro ponto central da nova diretriz é a ingestão proteica. Nesse sentido, o documento recomenda entre 1,2 e 1,6 gramas de proteína por quilo de peso corporal por dia, com base em evidências clínicas recentes.

Essa orientação rompe com padrões anteriores. Antes, os níveis mínimos tinham como objetivo apenas evitar a inanição. Agora, a meta é promover crescimento saudável, preservar massa muscular e manter o equilíbrio hormonal, especialmente entre crianças e adolescentes.

Ao mesmo tempo, a abordagem sobre gorduras sofre uma revisão profunda. Em vez de demonizá-las, o documento esclarece que o problema não está nas gorduras naturais, mas sim no consumo excessivo de produtos ultraprocessados ricos em açúcares e carboidratos refinados.

O fim da “guerra contra as gorduras”

A mudança ganhou força, sobretudo, após declarações públicas de autoridades de saúde dos Estados Unidos. O secretário de Saúde e Serviços Humanos, Robert Kennedy Jr., sintetizou o novo posicionamento de forma direta:

“Coma comida de verdade. Estamos encerrando a guerra às gorduras saturadas e iniciando a guerra ao açúcar.”

Na mesma linha, o comissário da FDA, Marty Makary, destacou que a pirâmide alimentar tradicional estava baseada em dogmas científicos ultrapassados. Segundo ele, décadas de recomendações equivocadas contribuíram para o avanço da obesidade, do diabetes tipo 2 e da hipertensão.

Ultraprocessados passam a ser o principal vilão

Outro avanço importante está na abordagem sobre ultraprocessados. De acordo com o documento, esses produtos concentram grande parte dos açúcares adicionados e carboidratos refinados da dieta moderna. Por consequência, estão associados ao aumento de doenças crônicas, como obesidade, câncer e problemas cardiovasculares.

Além disso, pela primeira vez, diretrizes oficiais reconhecem que padrões alimentares com menor teor de carboidratos podem ser benéficos em contextos clínicos específicos. Até então, esse entendimento não aparecia em documentos oficiais.

Impacto global e reflexos no Brasil

Embora o Brasil já possua diretrizes que desestimulam o consumo de ultraprocessados, o anúncio americano tem forte impacto simbólico. Afinal, quando a maior potência em saúde pública do mundo revisa sua narrativa, o debate ganha escala global.

Sem slogans fáceis, a nova pirâmide alimentar propõe algo simples. Em resumo, recomenda-se comer comida de verdade, reduzir ultraprocessados e abandonar o medo das gorduras naturais. Com isso, a nutrição passa a ser pensada de forma mais alinhada à fisiologia humana.

Uma virada baseada em evidências científicas

Por fim, o anúncio consolida um caminho já defendido pela medicina baseada em evidências. Assim, ciência, fisiologia e diretrizes começam a caminhar na mesma direção.

A nova pirâmide alimentar americana não apenas revê conceitos antigos. Na prática, ela marca o colapso de um mito nutricional que influenciou gerações. Ao mesmo tempo, inaugura uma nova fase no debate global sobre saúde, alimentação e qualidade de vida.

Fonte: VejaRio

MEC deve reajustar piso dos professores em R$ 18 abaixo da inflação

Reajuste do piso dos professores proposto pelo MEC fica abaixo da inflação
Reajuste previsto para o piso dos professores em 2026 gera críticas por ficar abaixo da inflação

O Ministério da Educação (MEC) deve anunciar nos próximos dias um reajuste de R$ 18,10 no piso salarial dos professores da educação básica para 2026. O percentual representa 0,37%, índice muito inferior à inflação acumulada no último ano, estimada em 4,4%, segundo projeções do Banco Central.

Atualmente, o piso nacional do magistério para uma jornada de 40 horas semanais é de R$ 4.867,77. Com o reajuste previsto, o valor passaria para cerca de R$ 4.886. Ainda assim, o aumento não recompõe as perdas inflacionárias acumuladas no período.

Reajuste abaixo da inflação amplia críticas

O valor proposto tem provocado forte reação de entidades representativas dos professores. Segundo as organizações, o índice aprofunda a desvalorização da carreira docente e reduz o poder de compra dos profissionais da educação.

Além disso, o contraste com reajustes anteriores reforça a insatisfação. Em 2022, por exemplo, o piso teve aumento superior a 30%. Já em 2023, o percentual foi de 6,7%. Agora, o índice previsto representa o menor reajuste da série recente.

Entenda como funciona o cálculo do piso

A Lei do Magistério, em vigor desde 2008, define os critérios para o reajuste anual do piso dos professores. O cálculo leva em conta o crescimento do valor anual por aluno financiado pelo Fundeb, principal instrumento de financiamento da educação básica.

No entanto, mudanças feitas no Fundeb nos últimos anos, somadas à redução no número de matrículas, pressionaram o índice para baixo. Por isso, estados e municípios passaram a questionar a fórmula atual, enquanto os professores defendem uma revisão imediata.

Impasse político trava mudança na regra

Desde 2023, um grupo de trabalho discute um novo modelo de cálculo para o piso salarial. O fórum reúne representantes do MEC, secretários estaduais e municipais de educação e entidades sindicais. Apesar disso, o grupo ainda não chegou a um consenso.

O ministro da Educação, Camilo Santana, afirma que busca um acordo entre União, estados e municípios antes de enviar um projeto de lei ao Congresso Nacional. Enquanto esse entendimento não ocorre, o governo federal deve apenas oficializar o percentual previsto na legislação atual.

Propostas alternativas ganham força

Entidades sindicais defendem um reajuste acima de 6%, o que garantiria ganho real acima da inflação. Em contrapartida, gestores estaduais e municipais alertam para o impacto fiscal e pedem previsibilidade orçamentária.

Entre as alternativas discutidas, está a edição de uma medida provisória para corrigir distorções no curto prazo. Paralelamente, o governo estuda enviar um projeto de lei ao Congresso para redefinir o cálculo do piso de forma definitiva.

Reflexos diretos na educação básica

O reajuste limitado pode agravar problemas estruturais da educação pública. Entre eles estão a dificuldade de atrair novos profissionais, a evasão de docentes e a desmotivação da categoria.

Levantamentos recentes mostram que uma parcela significativa dos municípios já não consegue pagar o piso atual. Diante desse cenário, o debate sobre o reajuste deve continuar no centro da agenda educacional e política ao longo de 2026.

Fonte: UOL

União Europeia aprova assinatura de acordo comercial com Mercosul

Presidente da Comissão Europeia durante anúncio da aprovação do acordo comercial entre União Europeia e Mercosul
Presidente da Comissão Europeia anuncia aprovação do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul

A União Europeia aprovou, nesta quinta-feira (9), a assinatura do acordo comercial com o Mercosul. A decisão representa um avanço relevante na integração econômica entre os dois blocos e pode gerar impactos diretos no comércio internacional.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou a aprovação por meio das redes sociais. Segundo ela, a medida recebeu apoio da maioria dos países-membros da União Europeia.

Países europeus dão aval ao acordo com ampla maioria

O Conselho da União Europeia aprovou o acordo UE-Mercosul após alcançar o número mínimo exigido pelas regras do bloco. Ao todo, pelo menos 15 dos 27 Estados-membros votaram favoravelmente, representando mais de 65% da população europeia.

Apesar disso, alguns países se posicionaram contra o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul. Entre eles estão Áustria, França, Hungria, Irlanda e Polônia. O ministro da Agricultura polonês, Stefan Krajewski, confirmou os votos contrários em publicação nas redes sociais.

Assinatura formal deve ocorrer no Paraguai

Com a aprovação política concluída, a Comissão Europeia deve avançar para a etapa de assinatura formal do acordo comercial UE-Mercosul. Ursula von der Leyen deve viajar ao Paraguai já na próxima semana para oficializar o compromisso com os países do Mercosul.

Atualmente, o Paraguai ocupa a presidência rotativa do bloco sul-americano. Ainda assim, o acordo UE-Mercosul só entrará em vigor após a ratificação do Parlamento Europeu, etapa considerada decisiva.

Acordo cria mercado trilionário e amplia exportações do Brasil

No Brasil, autoridades e representantes do setor produtivo comemoraram a decisão. A Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (ApexBrasil) avalia que o acordo comercial União Europeia Mercosul cria um mercado estimado em US$ 22 trilhões, com mais de 700 milhões de consumidores.

Além disso, a agência projeta aumento de cerca de US$ 7 bilhões nas exportações brasileiras para a União Europeia. Atualmente, mais de um terço das vendas do Brasil ao bloco europeu envolve produtos industrializados.

Setores industriais e estratégicos devem liderar ganhos

O acordo UE-Mercosul prevê a redução imediata de tarifas para máquinas, equipamentos de transporte, motores, geradores de energia elétrica, autopeças e aeronaves. Esses setores têm papel estratégico na inserção internacional da indústria brasileira.

Ao mesmo tempo, outros segmentos, como couro, peles, produtos químicos e algumas commodities, devem se beneficiar de cortes tarifários graduais previstos no acordo comercial com o Mercosul.

Comissão Europeia destaca papel do Brasil nas negociações

A presidente da Comissão Europeia também ressaltou a atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o período em que o Brasil presidiu o Mercosul, entre julho e dezembro de 2025.

Segundo Ursula von der Leyen, a liderança brasileira contribuiu para fortalecer o diálogo entre os blocos. Para ela, o acordo comercial União Europeia Mercosul surge em um momento de instabilidade global e reforça a Europa como parceira econômica confiável.

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