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Anvisa determina recolhimento de panetones contaminados com fungos

Anvisa recolhe panetones contaminados com fungos
Anvisa determinou o recolhimento de panetones contaminados com fungos em todo o país.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta terça-feira (6), o recolhimento imediato de quatro lotes de panetones contaminados com fungos. A decisão vale para todo o território nacional e busca reduzir riscos à saúde da população.

Além disso, a agência proibiu a comercialização, a distribuição e o consumo dos produtos afetados. Segundo o órgão, a contaminação foi confirmada após análise sanitária.

Produtos atingidos pela decisão

A medida envolve panetones fabricados pela D’Viez Indústria e Comércio de Chocolates Finos Ltda, todos pertencentes ao lote 251027. A lista inclui:

  • Mini panetone com gotas de chocolate trufado tradicional – 140g

  • Panetone Nossa Língua trufado com bombons “formato de língua de gato” – 700g

  • Panetone com gotas de chocolate trufado tradicional – 700g

  • Panetone com frutas trufado tradicional – 700g

Todos os produtos possuem prazo de validade até 27 de fevereiro de 2026.

Empresa comunicou recolhimento voluntário

De acordo com a Anvisa, a própria empresa informou o aparecimento de fungos na superfície dos panetones. Por esse motivo, a fabricante iniciou o recolhimento voluntário dos lotes antes da determinação oficial.

Ainda assim, a agência avaliou o risco e decidiu reforçar a retirada imediata do mercado, já que a presença de fungos pode provocar danos à saúde, sobretudo em pessoas com imunidade baixa.

Anvisa alerta consumidores

Diante da situação, a Anvisa orienta que consumidores não consumam os produtos listados, mesmo que ainda estejam dentro do prazo de validade. Além disso, o órgão recomenda que os clientes procurem o local da compra ou entrem em contato com o fabricante para obter informações sobre troca ou reembolso.

Caso surjam sintomas após o consumo, a orientação é buscar atendimento médico e comunicar a vigilância sanitária local.

Fiscalização e segurança dos alimentos

A agência reforça que atua de forma contínua para garantir a segurança dos alimentos comercializados no Brasil. Portanto, qualquer sinal visível de alteração, como mofo, cheiro estranho ou mudança de textura, exige o descarte imediato do alimento.

Por fim, a Anvisa destaca que ações como essa ajudam a prevenir riscos maiores e fortalecem o controle sanitário no país.

Fonte: Metrópoles

Lula sanciona lei que proíbe descontos automáticos do INSS

Lula sanciona lei que proíbe descontos automáticos nos benefícios do INSS
Presidente Lula sanciona lei que proíbe descontos automáticos do INSS e garante devolução integral aos beneficiários.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quarta-feira (7), a lei que proíbe descontos automáticos nos benefícios pagos pelo INSS. A norma foi publicada no Diário Oficial da União e entra em vigor imediatamente.

Com isso, o governo encerra uma prática que vinha sendo usada em esquemas de fraude contra aposentados e pensionistas em todo o país.

Nova lei acaba com descontos diretos na folha do INSS

Até então, a legislação permitia descontos automáticos referentes a mensalidades de associações, desde que houvesse autorização do beneficiário. No entanto, a nova lei revoga esse dispositivo.

Agora, nenhuma entidade poderá descontar valores diretamente dos benefícios pagos pelo INSS, mesmo com consentimento prévio.

Segundo o governo, a mudança reduz brechas usadas por organizações para aplicar cobranças indevidas.

Medida prevê devolução integral e busca ativa

Além da proibição, a lei determina a busca ativa de aposentados e pensionistas prejudicados. Ou seja, o próprio poder público deverá identificar quem sofreu descontos irregulares.

Nesse sentido, o texto também garante o ressarcimento integral dos valores perdidos. A devolução poderá ocorrer por meio de acordos administrativos, sem necessidade de ação judicial.

Com isso, o governo pretende acelerar a reparação financeira dos beneficiários.

Lei é resposta direta ao escândalo do INSS

A sanção ocorre em meio às investigações sobre um esquema nacional de descontos associativos não autorizados. O caso levou à criação de uma CPMI do INSS, que apura responsabilidades.

Desde o início dos trabalhos, a comissão aprovou medidas duras. Entre elas, pedidos de prisão preventiva contra envolvidos no esquema.

Investigações apontam prejuízo bilionário

De acordo com as apurações, entidades teriam cobrado cerca de R$ 6,3 bilhões de aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024.

Em abril, uma operação conjunta da Controladoria-Geral da União e da Polícia Federal revelou a dimensão nacional das fraudes.

A investigação atingiu ex-dirigentes do INSS e integrantes da estrutura da Previdência.

Governo diz que medida reforça proteção social

Para o Palácio do Planalto, a nova lei fortalece a proteção dos beneficiários do INSS. Além disso, aumenta a segurança dos pagamentos previdenciários.

Segundo o governo, a expectativa é que o fim dos descontos automáticos impeça novos prejuízos e ajude a restaurar a confiança no sistema.

Fonte: CNN Brasil

Declaração anual do MEI já pode ser feita; prazo acaba em 31 de maio

Microempreendedor usando notebook para fazer a declaração anual do MEI dentro do prazo
MEIs devem enviar a declaração anual até 31 de maio para evitar multa e irregularidades no CNPJ

A declaração anual do Microempreendedor Individual (MEI) já está disponível para envio e deve ser entregue até o dia 31 de maio. A obrigação vale para todos os MEIs ativos em 2025. Por isso, mesmo quem não teve faturamento ou encerrou o CNPJ ao longo do ano precisa cumprir a exigência.

Além disso, quem perde o prazo fica sujeito a multa mínima de R$ 50. Ainda assim, o valor pode aumentar conforme o tempo de atraso. Dessa forma, especialistas recomendam não deixar a entrega para os últimos dias.

Quem é obrigado a enviar a declaração

Todo microempreendedor registrado como MEI deve apresentar a declaração anual. Em outras palavras, a regra se aplica independentemente do desempenho financeiro do negócio.

Portanto, precisam declarar:

  • MEIs que tiveram faturamento normalmente

  • MEIs que não registraram nenhuma receita

  • MEIs que deram baixa no CNPJ durante o ano

Assim, mesmo sem atividade, o envio continua sendo obrigatório.

Limite de faturamento exige atenção

O limite anual de faturamento do MEI é de R$ 81 mil. No entanto, quando esse valor é ultrapassado, o empreendedor precisa adotar providências.

Por um lado, se o excesso for pequeno, pode ser possível regularizar a situação com pagamento adicional de impostos. Por outro lado, quando o faturamento supera significativamente o teto, a migração para microempresa (ME) passa a ser obrigatória.

Como fazer a declaração anual do MEI

O processo é simples, rápido e totalmente online. Primeiramente, o MEI deve acessar o Portal do Empreendedor. Em seguida, basta seguir o passo a passo:

  1. Acesse a área da Declaração Anual do MEI (DASN-SIMEI)

  2. Informe o CNPJ

  3. Preencha o valor do faturamento bruto anual

  4. Indique se houve contratação de empregado

  5. Envie a declaração e salve o comprovante

Dessa forma, todo o procedimento pode ser concluído em poucos minutos.

O que acontece se não declarar

Quem deixa de enviar a declaração dentro do prazo enfrenta algumas consequências. Entre elas, estão:

  • Multa mínima de R$ 50

  • Incidência de juros

  • CNPJ em situação irregular

  • Dificuldade para obter crédito e benefícios previdenciários

Por isso, manter a obrigação em dia evita transtornos futuros.

Regularidade garante segurança ao MEI

Manter a declaração anual em dia garante regularidade fiscal, acesso a benefícios do INSS e tranquilidade para continuar exercendo a atividade. Além disso, o cumprimento da obrigação evita bloqueios no CNPJ e problemas administrativos.

Em resumo, a declaração anual do MEI é simples, rápida e essencial para manter o negócio funcionando sem riscos.

Campanha Janeiro Roxo reforça enfrentamento à hanseníase em Rondônia

Profissional de saúde realiza avaliação em paciente durante ações da campanha Janeiro Roxo contra a hanseníase em Rondônia
Campanha Janeiro Roxo intensifica ações de conscientização e diagnóstico precoce da hanseníase em Rondônia.

Rondônia intensifica, durante o mês de janeiro, as ações de enfrentamento à hanseníase por meio da campanha Janeiro Roxo. A iniciativa nacional busca fortalecer o diagnóstico precoce, garantir tratamento oportuno e ampliar a conscientização da população sobre a doença.

Além disso, a campanha combate o estigma e a discriminação ainda associados à hanseníase. O objetivo central é orientar a população e reduzir o surgimento de sequelas evitáveis.

Vigilância em saúde atua de forma integrada

A Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa/RO) coordena as ações em parceria com os municípios e com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). O trabalho envolve capacitação de profissionais, supervisão técnica e apoio direto às equipes da Atenção Básica.

Ao mesmo tempo, as equipes fortalecem a vigilância de contatos, considerada essencial para interromper a transmissão da doença no estado.

Diagnóstico precoce evita sequelas

O governador Marcos Rocha destacou que o enfrentamento à hanseníase representa uma prioridade da saúde pública estadual. Segundo ele, o governo investe continuamente na ampliação do acesso aos serviços de saúde.

“Sabemos que o diagnóstico precoce evita sequelas e garante mais qualidade de vida à população. Por isso, fortalecemos a vigilância e a assistência em todo o estado”, afirmou.

Dados reforçam atenção permanente

Dados epidemiológicos mostram que a hanseníase ainda exige atenção constante em Rondônia. Em 2024, o estado registrou 343 novos casos, com taxa de detecção de 19,7 casos por 100 mil habitantes.

Esse índice classifica Rondônia como área de alto risco, conforme critérios do Ministério da Saúde. Além disso, a identificação de casos em menores de 15 anos indica transmissão ativa da doença.

Por esse motivo, as autoridades de saúde mantêm ações permanentes de prevenção, diagnóstico e acompanhamento.

Conscientização e cuidado contínuo

A campanha Janeiro Roxo também fortalece os Grupos de Autocuidado, que auxiliam na prevenção de incapacidades físicas e no enfrentamento do preconceito. Esses grupos estimulam a adesão ao tratamento e promovem o empoderamento dos pacientes.

Por fim, a Agevisa orienta a população a procurar uma unidade de saúde ao identificar manchas na pele com alteração de sensibilidade. O tratamento é gratuito, eficaz e disponível pelo SUS.

Fonte: Governo de Rondônia

México impõe limite à importação de carnes e afeta exportações

México limita importação de carne bovina e suína com novas cotas tarifárias
México cria cotas para importação de carnes e encerra isenção total de tarifas

O México limita a importação de carnes bovina e suína com tarifa zero após a publicação de duas resoluções nesta segunda-feira (5). Com isso, o governo encerra a isenção total que vigorava até então e cria cotas livres de imposto, enquanto o volume excedente passa a ser taxado. Dessa forma, a decisão deve impactar diretamente países exportadores, como o Brasil.

Até a mudança, empresas mexicanas importavam carnes do exterior sem qualquer limite de volume e, além disso, sem pagamento de tarifa. Agora, no entanto, o governo mexicano afirma que busca equilibrar a oferta externa com a produção nacional. Por isso, decidiu adotar limites claros para cada tipo de produto.

Como funcionam as novas regras

Com as resoluções já em vigor, o México passou a adotar cotas específicas. Assim, cada tipo de carne terá um limite distinto:

  • Carne bovina: até 70 mil toneladas sem tarifa. A partir desse volume, portanto, o imposto será de 20%.

  • Carne suína: cota de 51 mil toneladas com isenção. Nesse caso, o excedente pagará 16%.

Essas regras permanecem válidas até 31 de dezembro deste ano. Desse modo, o setor exportador já precisa se adaptar ao novo cenário.

Exportações brasileiras entram em alerta

A decisão, por sua vez, preocupa o setor exportador brasileiro. Entre janeiro e novembro de 2025, a carne bovina ocupou a segunda posição entre os produtos mais exportados do Brasil para o México. Já a carne suína ficou em décimo lugar, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Além disso, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) explicou que as cotas devem atender principalmente países fora da América do Norte. Nesse contexto, o Brasil aparece como um dos principais fornecedores, ao lado do Chile e da União Europeia.

Enquanto isso, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) informou que aguarda orientações do governo mexicano. A entidade quer entender, sobretudo, como ocorrerá a distribuição das cotas entre os países exportadores. Assim, o setor segue em compasso de espera.

Frango não entra nas restrições

Apesar das mudanças, o frango, principal produto brasileiro exportado ao México, permanece com tarifa zerada. Segundo a ABPA, o governo mexicano não incluiu o item nas novas regras. Dessa forma, o setor avícola segue sem impacto direto no curto prazo.

Ainda assim, produtores acompanham o cenário com cautela. Afinal, novas revisões não estão descartadas.

Medida ocorre após restrição anunciada pela China

A decisão mexicana, além disso, surge poucos dias depois de a China, maior compradora da carne bovina brasileira, também anunciar limites às importações. No caso chinês, o governo criou cotas anuais e, ao mesmo tempo, estabeleceu sobretaxas elevadas para volumes excedentes.

Com isso, dois grandes mercados passaram a adotar políticas mais restritivas. Portanto, o movimento aumenta a pressão sobre o comércio internacional de carnes. Ao mesmo tempo, o cenário exige atenção do setor produtivo brasileiro e reforça, sobretudo, a necessidade de diversificação de mercados e de negociações diplomáticas mais ativas.

Fonte: G1

Brasil e EUA negociam acordo contra organizações criminosas

Lula e Trump negociam acordo de cooperação entre Brasil e EUA contra o crime organizado durante crise na Venezuela
Brasil e Estados Unidos discutem cooperação internacional em meio à crise política e de segurança na Venezuela

O acordo Brasil EUA contra crime organizado entrou na pauta do governo brasileiro durante as negociações com Washington em meio à crise política e de segurança na Venezuela. O objetivo é ampliar a cooperação internacional para combater facções criminosas, lavagem de dinheiro e tráfico internacional. Ao mesmo tempo, o Planalto defende colaboração institucional, sem intervenção externa na América do Sul.

Neste momento, as tratativas ainda estão em fase inicial. Mesmo assim, já há troca de documentos e definição de pontos estratégicos. As reuniões bilaterais formais devem ocorrer em uma etapa posterior.

Foco brasileiro está na lavagem de dinheiro

De acordo com integrantes do Ministério da Justiça, o interesse do Brasil se concentra em dois eixos principais. O primeiro é o combate à lavagem de dinheiro. O segundo envolve a recuperação de ativos no exterior.

Nos últimos anos, investigações da Polícia Federal e da Receita Federal identificaram que facções criminosas brasileiras utilizam os Estados Unidos para ocultar recursos ilícitos. Em seguida, esses valores retornam ao Brasil como investimentos ou permanecem no exterior para sustentar atividades ilegais.

Por isso, o governo brasileiro busca ampliar a troca de informações financeiras. Além disso, pretende facilitar a localização de recursos, a repatriação de valores e a prisão de suspeitos fora do país.

Interesses dos EUA envolvem drogas e armas

Do lado americano, o foco é diferente, mas complementar. Os Estados Unidos querem impedir a expansão de facções latino-americanas em seu território. Além disso, buscam conter o tráfico internacional de drogas e armas.

Esses objetivos aparecem de forma clara na Estratégia de Segurança Nacional dos EUA. O documento defende maior estabilidade política no Hemisfério Ocidental. Segundo Washington, isso reduziria fluxos migratórios e fortaleceria governos aliados.

Nesse contexto, o governo americano pressiona parceiros a classificar facções criminosas como organizações terroristas. Essa medida amplia o alcance da atuação internacional dos EUA.

Lula e Trump trataram do tema

O presidente Lula conversou por telefone com o presidente Donald Trump sobre o acordo em dezembro. Na ocasião, Lula defendeu uma atuação baseada em cooperação institucional.

Ao mesmo tempo, o governo brasileiro reforçou que não aceita intervenções militares na região. Essa posição ganhou peso após ações recentes dos EUA ligadas à Venezuela e discursos mais duros contra o governo de Nicolás Maduro.

Forças Armadas adotam postura cautelosa

A cautela brasileira ficou evidente em episódios recentes. Em 2025, o então comandante do Comando Sul dos EUA solicitou visitar uma base do Exército em Rio Branco, no Acre. O objetivo seria conhecer operações na fronteira com Peru e Bolívia.

No entanto, a cúpula militar brasileira recusou o pedido. Em alternativa, ofereceu uma visita ao Comando Militar da Amazônia, em Manaus. Mesmo assim, a proposta não avançou.

Para autoridades brasileiras, o episódio reforçou a necessidade de limites claros na cooperação militar. A prioridade, portanto, é evitar presença operacional estrangeira em áreas sensíveis.

Acordo pode equilibrar interesses

Dentro do governo e das Forças Armadas, a avaliação é pragmática. Um acordo formal pode reduzir pressões externas. Além disso, pode organizar a cooperação internacional no combate ao crime organizado.

Ao mesmo tempo, o Brasil busca preservar sua soberania e evitar novos focos de instabilidade na América do Sul. Por isso, a negociação exige cautela diplomática e alinhamento político.

Cenário segue em construção

O avanço do acordo dependerá da consolidação dos interesses comuns. Também dependerá da capacidade de manter o diálogo sem rupturas. Enquanto isso, o Brasil aposta na diplomacia para enfrentar o crime organizado em um cenário regional cada vez mais sensível.

Fonte: SBT NEWS

Banco Central recorre de inspeção no caso Master no TCU

Banco Central recorre de inspeção no caso Master e pede decisão colegiada no TCU
Banco Central questiona inspeção autorizada pelo TCU no caso Master

O Banco Central recorreu da decisão que autorizou uma inspeção em documentos ligados ao caso Master dentro da própria autarquia. Por isso, o órgão pediu ao Tribunal de Contas da União uma análise colegiada do tema.

A autoridade monetária quer afastar a condução exclusiva do relator e levar o caso à Primeira Câmara do TCU. Segundo o BC, a medida garante segurança jurídica e respeita o rito institucional.

BC contesta decisão individual no TCU

O recurso questiona a liminar concedida pelo ministro Jhonatan de Jesus. De acordo com o Banco Central, a decisão não indicou aprovação formal da Primeira Câmara para autorizar a inspeção.

Por essa razão, o BC apresentou embargos de declaração. O objetivo é esclarecer a ausência de deliberação colegiada e submeter o tema ao conjunto dos ministros.

Autarquia defende análise pela Primeira Câmara

Além disso, o Banco Central sustenta que inspeções desse tipo exigem decisão expressa do colegiado. O órgão argumenta que o caso envolve documentos sensíveis e atos de supervisão bancária.

Dessa forma, a autarquia busca preservar sua autonomia técnica. Também tenta evitar precedentes que fragilizem a atuação regulatória.

Bastidores indicam falta de maioria ao relator

A Primeira Câmara do TCU reúne seis ministros e é presidida por Walton Alencar Rodrigues. Nos bastidores, integrantes do BC avaliam que o relator não teria apoio majoritário para decisões mais duras.

Por isso, o Banco Central aposta no julgamento colegiado como estratégia institucional. A avaliação interna aponta maior equilíbrio nesse formato.

Caso Master avança em outras frentes

Enquanto isso, o caso Master segue sob análise em outros órgãos. O Banco Central vê pressão política para tentar reverter a liquidação da instituição financeira.

Ao mesmo tempo, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, conduz uma investigação relacionada ao episódio. Esse cenário aumenta a tensão no sistema financeiro.

BC reforça defesa da autonomia técnica

Diante desse contexto, o Banco Central afirma que atuou dentro da legalidade ao conduzir a liquidação. O órgão destaca que decisões fragmentadas podem gerar instabilidade regulatória.

Além disso, a autarquia alerta para riscos à previsibilidade do sistema financeiro. Segundo o BC, a segurança institucional depende de regras claras e decisões colegiadas.

Recurso ainda será analisado pelo relator

Agora, o próprio relator do TCU deve analisar o recurso apresentado pelo Banco Central. Até lá, o órgão mantém a defesa por uma decisão coletiva.

Por fim, o BC reforça que a análise colegiada garante transparência, previsibilidade e respeito às normas institucionais.

Fonte: SBT NEWS

Lewandowski diz a aliados que avalia deixar Ministério da Justiça até sexta-feira (9)

Ricardo Lewandowski durante pronunciamento enquanto avalia deixar o Ministério da Justiça
Ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, avalia deixar o cargo após desgaste político no governo Lula

O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou a aliados que avalia deixar o cargo até sexta-feira (9). A informação circula entre interlocutores do Palácio do Planalto e pessoas próximas ao ministro, que descrevem a saída como iminente.

Diante do cenário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenta ganhar tempo para definir um substituto para o comando da pasta. Ainda assim, fontes do governo afirmam que a decisão já está consolidada e dificilmente sofrerá mudança.

Bastidores indicam saída iminente

Lewandowski pretende se reunir com Lula ainda nesta semana, logo após o retorno do presidente do recesso na Restinga da Marambaia. Enquanto isso, nos bastidores do Ministério da Justiça, servidores relatam que o clima é de despedida. Além disso, informações internas indicam que o gabinete do ministro já passa por esvaziamento.

Ao contrário de outros ministros que deixam a Esplanada no início do ano para disputar eleições, Lewandowski não planeja concorrer a cargos públicos. Segundo aliados, ele tomou a decisão por motivos pessoais e pelo cansaço após meses de desgaste interno.

Esvaziamento político aumenta insatisfação

Além do desgaste cotidiano, aliados avaliam que a pasta perdeu força política. Isso ocorreu, sobretudo, após declarações de Lula sobre a possibilidade de recriação do Ministério da Segurança Pública. Atualmente, a área de segurança permanece sob a estrutura da Justiça.

Caso o governo avance com a mudança, o ministério deve perder atribuições estratégicas. Por isso, a insatisfação interna aumentou. Nesse contexto, parte dos secretários da pasta também avalia deixar o governo.

PEC da Segurança Pública fica sem desfecho

Se a saída se confirmar, Lewandowski deixará o cargo antes da aprovação da PEC da Segurança Pública, considerada sua principal bandeira no governo. A proposta enfrentou resistência dentro do Executivo e no Congresso. Além disso, embates com a Casa Civil atrasaram a tramitação, o que empurrou a votação para 2026.

Lewandowski assumiu o Ministério da Justiça no início de 2024, após a saída de Flávio Dino, indicado por Lula ao Supremo Tribunal Federal. Desde então, o ministro manteve um perfil técnico. No entanto, aliados do governo passaram a criticá-lo após grandes operações de segurança, como a ação no Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho.

No Planalto, integrantes do PT reconhecem que a segurança pública ocupará papel central no debate eleitoral. Por esse motivo, o governo avalia mudanças na estrutura da área para responder à pressão política e ao avanço do tema no discurso da oposição.

Fonte: SBT News

Rodovia 494 recebe nova pavimentação entre Primavera e Querência

Pavimentação da Rodovia-494 entre Primavera de Rondônia e Querência do Norte
Trecho da RO-494 recebe novo asfalto para melhorar a segurança e a trafegabilidade

A Rodovia-494 recebe nova pavimentação asfáltica do governo de Rondônia no trecho que liga Primavera de Rondônia ao distrito de Querência do Norte. A obra, executada pelo Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER-RO), reforça a infraestrutura viária e melhora as condições de tráfego.

Nesta etapa inicial, as equipes concluíram 800 metros de pavimentação. Além disso, o projeto prevê a execução total de 8 quilômetros de asfalto, o que deve garantir mais segurança e conforto aos usuários da rodovia.

Obra beneficia moradores e fortalece a economia local

Na etapa inicial, foram concluídos 800 metros de pavimentação asfáltica. Ao todo, está previsto a execução de 8 quilômetros de asfalto

Com a pavimentação, moradores, produtores rurais e comerciantes passam a contar com melhores condições de deslocamento. Dessa forma, a obra facilita o escoamento da produção agrícola e reduz custos logísticos na região.

Além disso, o novo asfalto melhora a mobilidade local e diminui os transtornos causados por poeira e lama. Como resultado, o trecho se torna mais seguro, especialmente durante o período chuvoso.

Governo destaca melhoria na qualidade de vida

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, afirmou que a pavimentação da RO-494 representa um investimento direto na qualidade de vida da população. Segundo ele, a obra reduz o desgaste dos veículos e garante mais segurança aos motoristas.

De acordo com o governador, a estrada asfaltada também fortalece a produção local. Assim, o investimento contribui para o desenvolvimento econômico da região.

Planejamento do DER-RO prioriza regiões produtivas

Segundo o diretor-geral adjunto do DER-RO, Anderson Dias, a pavimentação da Rodovia-494 faz parte de um planejamento estratégico. O objetivo é melhorar a malha viária estadual e fortalecer regiões produtivas de Rondônia.

Para isso, o órgão adotou critérios técnicos que asseguram maior durabilidade do asfalto. Dessa maneira, a obra atende às necessidades da população e amplia a eficiência da infraestrutura rodoviária.

Execução garante qualidade e durabilidade

O gerente interino da Usina de Asfalto de Rolim de Moura, Marcelo Wunch, destacou o trabalho contínuo das equipes. Conforme explicou, a usina operou sem interrupções durante a execução dos serviços.

Segundo ele, o material aplicado segue os padrões técnicos exigidos. Assim, o novo asfalto oferece mais durabilidade, conforto e segurança aos usuários da rodovia.

Integração regional e desenvolvimento

Com a conclusão dos serviços previstos, a RO-494 deve ampliar a integração entre os municípios da região. Além disso, a obra tende a impulsionar o desenvolvimento econômico e social de Rondônia.

Por fim, a pavimentação fortalece a logística regional e contribui para melhorar o dia a dia de quem depende da rodovia.

Fonte: Governo de Rondônia

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 3,5 milhões nesta terça-feira

Volante da Mega-Sena com aposta para sorteio de prêmio de R$ 3,5 milhões nesta terça-feira
Aposta da Mega-Sena concorre ao prêmio de R$ 3,5 milhões sorteado nesta terça-feira

A Mega-Sena sorteia, nesta terça-feira (6), um prêmio estimado em R$ 3,5 milhões. O sorteio acontece a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo, com transmissão ao vivo pelos canais oficiais da Caixa no YouTube.

Os apostadores podem registrar seus jogos até as 20h. Para isso, basta procurar uma casa lotérica credenciada ou acessar os canais digitais das Loterias Caixa, como o site e o aplicativo oficial.

Quanto custa apostar na Mega-Sena

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6. No entanto, quem prefere marcar sete números paga R$ 42. Além disso, o sistema permite apostas com até 20 dezenas, o que aumenta as chances de acerto.

Por outro lado, quanto mais números o jogador escolhe, maior fica o valor do jogo. Nesse caso, a aposta máxima ultrapassa R$ 232 mil, segundo dados da Caixa Econômica Federal.

Chances de ganhar o prêmio principal

De acordo com a Caixa, a chance de ganhar o prêmio principal com uma aposta simples chega a uma em mais de 50 milhões. Já com a aposta máxima, as probabilidades aumentam de forma significativa e chegam a uma em cerca de 1,2 mil.

Ainda assim, mesmo com chances maiores, o alto custo faz com que a maioria dos apostadores opte pelo jogo tradicional com seis dezenas.

Onde acompanhar o sorteio

Além da transmissão online, o público pode acompanhar o sorteio por plataformas de streaming e emissoras parceiras. Logo após o evento, a Caixa divulga o resultado oficial.

Se ninguém acertar as seis dezenas, o prêmio acumula automaticamente para o próximo concurso. Com isso, a expectativa costuma crescer entre os jogadores em todo o país.

Fonte: SBT News

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