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segunda-feira, abril 20, 2026
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Fraude no INSS: ex-dirigentes presos negociam delação e citam possível elo político

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Fraude no INSS com delação premiada em investigação no STF
Ex-dirigentes do INSS negociam delação premiada enquanto caso sobre descontos ilegais avança no STF

A investigação sobre a fraude no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) entrou em nova fase. Dois ex-dirigentes presos iniciaram negociações para firmar acordo de delação premiada. O caso envolve descontos ilegais aplicados em aposentadorias e pensões. Além disso, o processo já tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).

Os investigadores apontam o ex-procurador do INSS, Virgílio Oliveira, e o ex-diretor de benefícios, André Fidelis, como alvos centrais da apuração. Segundo as autoridades, o esquema permitiu a cobrança indevida de descontos associativos diretamente nos benefícios de aposentados e pensionistas.

Delação pode ampliar alcance da apuração

Agora, as negociações de colaboração premiada podem ampliar o alcance da investigação. Um dos temas discutidos nas tratativas envolve a possível relação de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, com registros de pagamentos atribuídos a empresários ligados ao esquema.

Até o momento, porém, não há indicação formal de que ele integre a lista de investigados. Ainda assim, a simples menção do nome em uma possível delação aumenta a repercussão política do caso.

Além dos descontos associativos, os investigadores também analisam indícios de irregularidades em empréstimos consignados e outros contratos vinculados ao sistema previdenciário. Dessa forma, a apuração deixa de se concentrar em um único modelo de fraude e passa a examinar outros procedimentos internos do INSS.

Saiba mais:  Fraude no INSS: entidades investigadas já receberam quase R$ 6 trilhões em emendas

Caso segue sob análise do STF

O Supremo Tribunal Federal conduz o processo. Por isso, qualquer avanço relevante depende de decisões da Corte. Caso os investigados formalizem os acordos e o STF homologue as delações, o conteúdo poderá redefinir o rumo das investigações.

Além disso, as informações prestadas podem detalhar a dinâmica do esquema e indicar novos envolvidos. Consequentemente, o caso pode ganhar dimensão ainda maior no cenário político e institucional.

Defesa nega qualquer participação

A defesa de Fábio Luís Lula da Silva afirma que ele não tem relação com as fraudes investigadas. Segundo os advogados, ele não participou de negociações, não recebeu valores e não mantém vínculo com os investigados.

Além disso, a defesa solicitou acesso aos autos no STF. Os representantes reforçam que Lulinha não figura como investigado e que permanece à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.

Próximos passos da investigação

Agora, a formalização das delações depende da validação judicial. Enquanto isso, as autoridades continuam a apurar responsabilidades administrativas e criminais relacionadas aos descontos indevidos que afetaram beneficiários da Previdência Social.

Se a Justiça confirmar as irregularidades, o caso poderá gerar novas fases de investigação. Portanto, os próximos desdobramentos dependerão diretamente do conteúdo das possíveis delações e das decisões tomadas pelo STF.

Fonte: SBT News

Vacina contra dengue, ponte e Rondônia Cidadã movimentam o estado

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Vacina contra dengue em Rondônia e avanço da ponte na RO 495 com ação do Rondônia Cidadã
Rondônia inicia aplicação da vacina contra dengue enquanto avança obra da ponte na RO 495 e realiza ação do Rondônia Cidadã

Rondônia vive uma semana marcada por avanços simultâneos na saúde, na infraestrutura e na assistência social. Enquanto a vacina contra dengue começa a ser aplicada, a ponte na RO-495 entra em fase decisiva. Além disso, o Rondônia Cidadã retorna a Jaru com uma ampla oferta de serviços públicos. Ao mesmo tempo, Porto Velho recebe mais uma edição da Feira de Empreendedores.

Essas ações acontecem em frentes diferentes. No entanto, todas têm impacto direto na população e reforçam políticas públicas em andamento.

Vacina contra dengue começa por profissionais ligados à pesquisa

Com 95,95 metros de extensão e 8,80 metros de largura, a estrutura conta com quatro vãos de vigas na ponte, dois já concluídos

A aplicação da vacina contra dengue começou em Rondônia com foco inicial nos profissionais que participaram do desenvolvimento do imunizante. Pesquisadores do Centro de Pesquisa em Medicina Tropical (Cepem) receberam as primeiras doses nesta etapa.

O estado integra os estudos desde 2016. Desde então, equipes locais participaram das fases clínicas da pesquisa. Inclusive, a etapa final contou com cerca de 1.500 voluntários em Rondônia.

Neste primeiro momento, o Ministério da Saúde enviou 80 doses destinadas às equipes envolvidas na pesquisa. Em seguida, o cronograma prevê ampliação gradual para profissionais da atenção primária. Posteriormente, a vacinação deve alcançar o público definido pelo Programa Nacional de Imunizações.

A previsão nacional aponta a entrega de 60 milhões de doses até 2027. Assim, o governo federal projeta expansão progressiva da cobertura. Quando chegar às unidades de saúde, a aplicação será gratuita.

Ponte na RO-495 entra em fase avançada

Com 95,95 metros de extensão e 8,80 metros de largura, a estrutura conta com quatro vãos de vigas na ponte, dois já concluídos

Enquanto isso, em Chupinguaia, a construção da ponte sobre o Rio Pimenta Bueno avança dentro do cronograma. A estrutura terá 95,95 metros de extensão e 8,80 metros de largura.

Dos quatro vãos previstos, dois já foram concluídos. Além disso, o terceiro está em fase final de execução. Paralelamente, o aterro das cabeceiras começou, etapa essencial para liberar o tráfego após a conclusão.

A ponte é considerada estratégica porque fortalece a ligação entre a Zona da Mata e o Cone Sul. Com isso, deve facilitar o escoamento da produção agrícola. Consequentemente, a obra tende a reduzir custos logísticos e ampliar a segurança viária.

Rondônia Cidadã retorna a Jaru com pacote completo de serviços

Já no fim de semana, o Rondônia Cidadã realiza sua sexta edição em Jaru. O atendimento ocorre no sábado, das 8h às 16h, e no domingo, das 8h às 12h, na Escola Estadual Plácido de Castro.

A ação oferece alistamento eleitoral, transferência de domicílio e atualização do Cadastro Único. Além disso, a população poderá emitir ou atualizar o Cartão SUS. Também haverá atendimentos ligados ao INSS.

Na área da saúde, equipes realizarão consultas com clínico-geral, infectologista, oftalmologista e fisioterapeuta. Da mesma forma, psicólogos e assistentes sociais prestarão orientação direta à comunidade.

Desde 2019, o programa já ultrapassou 200 mil atendimentos em 137 edições. Depois de Jaru, a iniciativa seguirá para Rio Pardo, distrito de Porto Velho. Na sequência, atenderá Nova Esperança, em Espigão d’Oeste.

📌 Saiba mais: Dia do Agronegócio reforça foco do governo de Rondônia em produtividade sustentável

Feira de Empreendedores reforça economia local

Feira será realizada na Rua Pio XII, ao lado do Palácio Rio Madeira (PRM), em Porto Velho, reunindo 70 expositores de diferentes segmentos

Além das ações em saúde e infraestrutura, Porto Velho recebe mais uma edição da Feira de Empreendedores. O evento acontece na Rua Pio XII, ao lado do Palácio Rio Madeira, das 7h30 às 16h, reunindo 70 expositores.

O público encontrará produtos da agricultura familiar, artesanato, gastronomia e vestuário. Assim, a iniciativa aproxima produtor e consumidor. Ao mesmo tempo, estimula o consumo local e fortalece pequenos negócios.

Empreendedores interessados podem se inscrever pelo aplicativo Rondônia Tem Tudo. Dessa forma, novas edições ampliam a participação de produtores de diferentes regiões.

STF condena irmãos Brazão a 76 anos e 3 meses por assassinato de Marielle

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STF condena irmãos Brazão a 76 anos pelo assassinato de Marielle Franco
Primeira Turma do STF fixa pena de 76 anos aos irmãos Brazão no caso Marielle.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou os irmãos Chiquinho Brazão e Domingos Brazão a 76 anos e 3 meses de prisão por planejarem e mandarem matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, assassinados em março de 2018, no Rio de Janeiro.

Com a decisão, o Supremo encerra uma das etapas mais relevantes do caso. Além disso, a Corte impôs R$ 7 milhões em indenizações às famílias das vítimas e à sobrevivente do atentado. Assim, o julgamento avança da definição de responsabilidade para a aplicação concreta das punições.

Penas confirmam papel de mandantes

Chiquinho Brazão pede ao STF prisão domiciliar humanitária por problemas de saúde. — Foto: Reprodução/TV Câmara dos Deputados

Durante o julgamento, os ministros analisaram provas, depoimentos e delações. Em seguida, confirmaram a participação direta de cada acusado.

O STF condenou:

  • Domingos Inácio Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do RJ, por duplo homicídio, tentativa de homicídio e organização criminosa armada — 76 anos e 3 meses de prisão.

  • João Francisco Inácio Brazão (Chiquinho Brazão), deputado cassado, pelos mesmos crimes — 76 anos e 3 meses de prisão.

  • Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do RJ, por corrupção passiva e obstrução de justiça — 18 anos de prisão. No entanto, os ministros o absolveram da acusação de homicídio por entenderem que houve dúvida razoável.

  • Ronald Paulo Alves Pereira, major da Polícia Militar, por duplo homicídio e tentativa de homicídio — 56 anos de prisão.

  • Robson Calixto Fonseca, policial militar e ex-assessor de Domingos Brazão, por organização criminosa — 9 anos de prisão.

Além das penas, os ministros determinaram a perda da função pública de parte dos condenados. Consequentemente, todos ficam inelegíveis.

👉 Saiba mais: Caso Marielle: STF decide por unanimidade condenar irmãos Brazão como mandantes do crime

Indenizações reforçam resposta institucional

Os ministros também fixaram valores de reparação financeira. Dessa forma, a Corte estabeleceu:

  • R$ 3 milhões para a família de Marielle Franco, divididos entre pai, mãe, filha e viúva;

  • R$ 3 milhões para a família de Anderson Gomes;

  • R$ 1 milhão para a ex-assessora Fernanda Chaves, que sobreviveu ao atentado, e para a filha dela.

Embora a indenização não reverta a tragédia, o STF reconhece o dever do Estado de oferecer uma resposta proporcional à gravidade dos fatos. Portanto, a decisão combina punição criminal com reparação civil.

Crime teve motivação política, apontam ministros

Durante os votos, os ministros destacaram a motivação política do crime. Segundo o entendimento firmado, a atuação parlamentar de Marielle contrariava interesses ligados à regularização de áreas dominadas por milícias no Rio de Janeiro.

O relator afirmou que o conjunto probatório demonstrou o papel dos irmãos Brazão como mandantes. Na sequência, os demais ministros acompanharam o voto, o que tornou a decisão unânime.

Além disso, integrantes da Turma criticaram falhas nas fases iniciais da investigação. Para eles, a impunidade histórica de grupos milicianos alimentou a escalada de violência. Assim, o caso expôs não apenas um crime brutal, mas também fragilidades institucionais que exigem enfrentamento contínuo.

Decisão marca momento histórico no caso Marielle

Com penas elevadas e indenizações milionárias, o STF impõe uma resposta firme ao assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes. Ao mesmo tempo, a decisão reforça o combate à violência política e à atuação de milícias no país.

Dessa maneira, o julgamento se consolida como um marco no enfrentamento da criminalidade organizada e na defesa das instituições democráticas.

Dia do Agronegócio reforça foco do governo de Rondônia em produtividade sustentável

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Trator moderno preparando o solo ao amanhecer representando o agronegócio em Rondônia e produtividade sustentável
Trator trabalha no campo ao amanhecer simbolizando o crescimento do agronegócio em Rondônia

No Dia do Agronegócio, celebrado em 25 de fevereiro, o governo de Rondônia voltou a destacar a importância do setor para a economia estadual. Além disso, reforçou que mantém políticas públicas voltadas ao aumento da produtividade sustentável. Dessa forma, a gestão busca consolidar o campo como motor do desenvolvimento regional.

A Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) coordena as principais ações de apoio ao produtor rural. Ao mesmo tempo, o governo afirma que investe em tecnologia, assistência técnica e insumos para fortalecer o agronegócio em Rondônia.

Agronegócio impulsiona economia e empregos

O governador Marcos Rocha afirmou que o agronegócio em Rondônia sustenta o crescimento econômico do estado. Segundo ele, o setor gera empregos, movimenta cadeias produtivas e fortalece o interior. Por isso, a gestão prioriza políticas públicas que ampliam renda e garantem mais segurança ao produtor.

Além disso, o Executivo defende que Rondônia se consolidou como referência nacional em produção agropecuária. Consequentemente, novas iniciativas devem ampliar competitividade e acesso a mercados.

👉 Leia também: Rondônia vira a capital do café da Amazônia sem abrir mão da sustentabilidade

Modernização e fortalecimento da agricultura familiar

O secretário da Seagri, Luiz Paulo, destacou que a política estadual prioriza modernização e valorização do homem e da mulher do campo. Além disso, citou programas de melhoramento genético, entrega de calcário e incentivo à regularização.

Com isso, o governo pretende elevar a produtividade sustentável e melhorar a qualidade da produção. Ao mesmo tempo, a agricultura familiar recebe apoio técnico e institucional. Assim, pequenos produtores ampliam sua capacidade de crescimento.

Próximos passos do setor em Rondônia

O governo sinaliza que continuará investindo em inovação. Além disso, promete ampliar políticas de acesso a mercados. Dessa maneira, Rondônia busca fortalecer sua posição entre os estados que mais crescem no agronegócio brasileiro.

Por fim, a data reforça uma diretriz clara da gestão estadual: manter o agronegócio em Rondônia como pilar estratégico do desenvolvimento econômico.

Mortos em temporais em Juiz de Fora e Ubá chegam a 36

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Bombeiros resgatam mulher entre escombros após temporais que deixaram 36 mortos em Juiz de Fora e Ubá
Equipes de resgate atuam em área destruída por fortes chuvas que deixaram 36 mortos em Juiz de Fora e Ubá.

As fortes chuvas que atingem a Zona da Mata de Minas Gerais desde segunda-feira (23) já deixaram 36 mortos em Juiz de Fora e Ubá. Além disso, dezenas de pessoas seguem desaparecidas e milhares estão fora de casa. O cenário é de destruição. Bairros inteiros ficaram soterrados. Casas desabaram. Enquanto isso, equipes de resgate trabalham sem pausa.

De acordo com o balanço divulgado na manhã desta quarta-feira (25), Juiz de Fora concentra 30 mortes. Já Ubá registra seis vítimas fatais. Ao todo, 33 pessoas continuam desaparecidas nas duas cidades.

Juiz de Fora enfrenta o fevereiro mais chuvoso da história

Juiz de Fora acumulou 584 milímetros de chuva. Com isso, fevereiro se tornou o mês mais chuvoso já registrado no município. O volume supera mais que o dobro da média histórica.

Como consequência direta, a prefeitura contabiliza mais de 3,5 mil desabrigados e desalojados. Além disso, a Defesa Civil registrou 772 ocorrências. Entre elas estão deslizamentos, alagamentos e desabamentos.

Enquanto as buscas avançam, o Corpo de Bombeiros mantém operações intensas nas áreas mais afetadas. Segundo as autoridades, o trabalho deve durar ao menos cinco dias. Isso ocorre porque há grande quantidade de lama e escombros.

👉 Saiba mais: Governo federal reconhece estado de calamidade em Juiz de Fora 

Ubá registra chuva extrema em poucas horas

Em Ubá, a situação também é grave. Em apenas três horas e meia, a cidade recebeu 170 milímetros de chuva. Como resultado, o Rio Ubá atingiu 7,82 metros e provocou alagamentos severos.

Apesar da força do temporal, as equipes conseguiram resgatar 208 pessoas com vida. Ainda assim, moradores enfrentam perdas materiais significativas. Muitas famílias deixaram suas casas às pressas.

Governo federal anuncia repasse emergencial

Diante da gravidade do cenário, o governo federal anunciou repasse de R$ 800 por pessoa desabrigada na Zona da Mata. Dessa forma, as prefeituras poderão adquirir colchões, alimentos, roupas e itens essenciais.

Além do auxílio financeiro, equipes da Força Nacional do SUS e do Sistema Único de Assistência Social já atuam na região. Paralelamente, profissionais do Ministério da Saúde distribuem medicamentos e oferecem apoio psicológico.

Ao mesmo tempo, a Defesa Civil Nacional enviou especialistas do Grupo de Apoio a Desastres. O objetivo é acelerar ações humanitárias e organizar a reconstrução.

Alerta para novas tempestades em Minas Gerais

Mesmo após os estragos, o risco não terminou. Segundo a Defesa Civil estadual, novas tempestades podem atingir Minas Gerais nesta quarta-feira (25).

Os acumulados podem chegar a 40 milímetros. Além disso, há previsão de rajadas de vento superiores a 70 km/h. Eventualmente, também pode ocorrer granizo.

Por isso, as autoridades recomendam atenção redobrada. Moradores devem evitar áreas de risco. Principalmente em encostas e regiões já afetadas, o perigo de novos deslizamentos permanece alto.

Tragédia reforça alerta sobre eventos extremos

A tragédia evidencia a vulnerabilidade de áreas urbanas diante de eventos climáticos extremos. Enquanto as buscas continuam, o foco das autoridades está no acolhimento das famílias. Ao mesmo tempo, começa o planejamento da reconstrução.

Agora, a prioridade é salvar vidas. Em seguida, será necessário reconstruir bairros e restabelecer serviços essenciais.

Fonte: Agência Brasil

Até 30% da depressão pode estar ligada ao metabolismo

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Ilustração científica de cérebro iluminado em azul e laranja representando a ligação entre depressão e metabolismo
Arte conceitual mostra cérebro com atividade neural e elementos metabólicos associados à depressão

A depressão pode ter origem além dos neurotransmissores. Evidências acumuladas nas últimas décadas indicam que, em até 30% dos casos, processos inflamatórios e alterações metabólicas participam diretamente do desenvolvimento e da manutenção dos sintomas. Por isso, especialistas defendem que não existe um único tipo de depressão, mas perfis biológicos diferentes, que exigem abordagens específicas.

O que é a depressão imunometabólica

Entre 20% e 30% das pessoas com depressão apresentam um padrão associado à inflamação de baixo grau e a alterações no metabolismo. Esse subtipo é conhecido como depressão imunometabólica.

Nesse grupo, muitos pacientes não respondem de forma satisfatória aos antidepressivos tradicionais. Além disso, os sintomas costumam ter características próprias, o que reforça a necessidade de diagnóstico mais detalhado.

Sintomas que vão além do padrão clássico

Imagem ilustra momento de introspecção e sintomas comuns da depressão

Enquanto a depressão clássica costuma ser marcada por tristeza persistente e perda de interesse, a forma imunometabólica frequentemente inclui:

  • Fadiga intensa

  • Sono excessivo

  • Aumento do apetite

  • Sensação constante de esgotamento

Esses sinais, portanto, não devem ser vistos apenas como manifestações emocionais. Em muitos casos, refletem alterações biológicas mensuráveis.

👉 Saiba mais: Gestos de gentileza melhoram bem-estar e metabolismo, revelam pesquisas

Como o metabolismo interfere no cérebro

A insulina é conhecida por regular a glicose no sangue. No entanto, ela também exerce funções importantes no cérebro, principalmente em regiões ligadas ao humor, à motivação, ao apetite e à memória.

Quando há inflamação crônica, obesidade ou resistência à insulina, essa comunicação pode falhar. Como consequência, o cérebro passa a funcionar como se estivesse em déficit energético, mesmo quando o corpo apresenta excesso de energia.

Esse descompasso pode aumentar significativamente o risco de depressão. Além disso, está associado a maior fadiga, menor plasticidade neuronal e pior resposta ao estresse.

Depressão e doenças metabólicas caminham juntas

Outro ponto relevante é a sobreposição com doenças cardiometabólicas. Pessoas com esse perfil apresentam maior risco de desenvolver diabetes tipo 2, hipertensão e esteatose hepática.

Além disso, depressão e alterações metabólicas podem se retroalimentar. Ou seja, uma condição pode agravar a outra, criando um ciclo difícil de interromper sem abordagem integrada.

O que muda no tratamento

Diante dessas evidências, a psiquiatria tem ampliado o olhar sobre o tratamento. Hoje, além de medicamentos e psicoterapia, fatores como alimentação, atividade física, qualidade do sono e manejo do estresse entram na estratégia terapêutica.

Essas intervenções não substituem o tratamento convencional. Contudo, podem melhorar a resposta clínica, especialmente em quadros mais resistentes.

O papel da alimentação e dos nutrientes

O cérebro depende de energia constante e de nutrientes específicos para funcionar adequadamente. Por isso, algumas vitaminas e minerais ganham destaque nesse contexto.

Vitaminas do complexo B, vitamina D, magnésio, zinco, selênio e gorduras ômega-3 participam da produção de neurotransmissores, da regulação da inflamação e da proteção das células nervosas. Quando há deficiência desses nutrientes, o equilíbrio cerebral pode ser comprometido.

Assim, considerar o metabolismo e a nutrição amplia as possibilidades de cuidado.

Uma nova visão sobre saúde mental

A ciência reforça cada vez mais que corpo e mente funcionam de forma integrada. Portanto, reconhecer a depressão imunometabólica representa um avanço em direção a uma psiquiatria mais personalizada.

Em vez de aplicar a mesma abordagem para todos, o novo modelo busca identificar perfis biológicos distintos e combinar estratégias de forma mais eficaz. Dessa maneira, aumenta-se a chance de melhorar resultados e reduzir recaídas.

No fim, compreender a ligação entre metabolismo e depressão pode transformar não apenas o tratamento, mas também a prevenção da doença.

Fonte: Metrópoles

Produção de peixes de cultivo supera 1 milhão de toneladas no Brasil

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A produção de peixes de cultivo no Brasil superou 1 milhão de toneladas em 2025, consolidando a piscicultura como uma das cadeias mais dinâmicas do agronegócio nacional. O desempenho confirma a força do setor mesmo diante de pressões externas e incertezas regulatórias.

O país produziu 1.011.540 toneladas no ano passado, alta de 4,41% em relação a 2024, reforçando sua posição como maior produtor de peixes de cultivo das Américas.

Tilápia lidera expansão da piscicultura

A tilápia segue como principal motor do crescimento. Em 2025, a espécie respondeu por cerca de 70% da produção nacional, com 707.495 toneladas, avanço de 6,83% na comparação anual.

Já os peixes nativos somaram 257.070 toneladas, com leve recuo. Outras espécies, como carpas, trutas e pangasius, totalizaram 46.975 toneladas, registrando pequena queda frente ao ano anterior.

Entre os estados produtores, o Paraná manteve a liderança com 273.100 toneladas, equivalente a aproximadamente 27% da produção nacional. Na sequência aparecem São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Maranhão, evidenciando a diversificação regional da atividade.

📌 Saiba mais: Rondônia lidera produção nacional de peixes de cultivo com ações desenvolvidas pelo Governo do Estado

Exportações crescem apesar do tarifaço

Mesmo com o chamado “tarifaço” adotado pelos Estados Unidos, o país se manteve como principal destino da piscicultura brasileira. Em 2025, as exportações somaram US$ 60 milhões, com crescimento em valor, embora o volume embarcado tenha apresentado leve retração.

A tilápia concentrou 94% das vendas externas, movimentando US$ 56,6 milhões. Os Estados Unidos absorveram 87% das exportações, o equivalente a cerca de US$ 52 milhões.

Além disso, houve mudança no perfil das vendas externas. O setor passou a priorizar produtos de maior valor agregado, como filés frescos, que somaram US$ 41 milhões, e filés congelados, que apresentaram crescimento relevante no período.

Concorrência internacional e cenário regulatório

Apesar do avanço produtivo, o setor enfrentou aumento da concorrência internacional. A tilápia também ampliou presença nas importações brasileiras, que alcançaram aproximadamente US$ 1,5 milhão.

Ao mesmo tempo, produtores demonstraram preocupação com a possibilidade de inclusão da tilápia em uma lista de espécies exóticas invasoras. Embora a discussão tenha sido adiada, o debate elevou a cautela na cadeia produtiva.

Ainda assim, a expectativa permanece positiva. A profissionalização da cadeia, a ampliação de mercados e o foco em produtos de maior valor agregado sustentam a tendência de expansão da piscicultura brasileira nos próximos anos.

PL Antifacção prevê penas de até 40 anos e exclui bets

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PL Antifacção aprovado pela Câmara prevê penas de até 40 anos e exclui imposto sobre bets
Câmara dos Deputados aprova PL Antifacção com penas de até 40 anos e sem taxação das bets.

A Câmara dos Deputados aprovou o PL Antifacção, que endurece a legislação contra organizações criminosas e estabelece penas de até 40 anos de prisão. Além disso, o texto amplia instrumentos de investigação e bloqueio de bens. No entanto, a proposta de taxação das bets para financiar a segurança pública ficou de fora. Agora, o projeto segue para sanção presidencial.

O Executivo enviou a proposta ao Congresso e, desde então, o texto passou por diversas alterações. Na Câmara, o relator apresentou versões sucessivas até a consolidação final. Ainda que tenham ocorrido divergências entre base e oposição, o núcleo do projeto foi mantido. Por isso, o governo comemorou a aprovação.

O que muda com o PL Antifacção

O projeto cria um novo tipo penal específico para facções criminosas. Além disso, amplia instrumentos legais para enfrentar esses grupos. Ao mesmo tempo, endurece punições e estabelece prazos para acelerar investigações.

Entre os principais pontos aprovados estão:

  • Definição formal de facção criminosa como figura central do enfrentamento penal;

  • Tipificação de condutas ligadas às facções, com penas entre 20 e 40 anos de prisão;

  • Possibilidade de prisão preventiva para quem integrar, financiar ou comandar facções;

  • Estabelecimento de prazos para atuação da polícia, do Ministério Público e do Judiciário;

  • Ampliação dos mecanismos de bloqueio de bens e reversão de valores aos fundos de segurança pública.

Dessa forma, o texto busca asfixiar financeiramente o crime organizado. Ao mesmo tempo, pretende reduzir brechas jurídicas que poderiam gerar impunidade. Consequentemente, o governo avalia que o projeto fortalece a resposta institucional contra esses grupos.

👉 Leia também: Funcionários da Caixa são alvo da PF por golpe de R$ 110 milhões

Taxação das bets ficou fora do texto final

Um dos pontos defendidos pelo governo era a criação de um imposto sobre apostas esportivas para financiar políticas de segurança pública. Entretanto, essa proposta não avançou.

Inicialmente, estimativas indicavam arrecadação anual bilionária com a nova tributação. Contudo, durante as negociações, os parlamentares retiraram o dispositivo do texto final. Assim, o projeto foi aprovado sem a previsão de imposto sobre bets.

Ainda que o tema tenha provocado debates intensos, a maioria dos deputados priorizou o endurecimento penal. Portanto, o foco permaneceu no combate direto às facções criminosas.

Governo comemora aprovação

Após a votação, integrantes do governo afirmaram que o PL Antifacção fortalece o arcabouço jurídico do Estado. Segundo a avaliação oficial, o projeto cria instrumentos para investigar com mais rapidez e enfraquecer o braço financeiro das organizações criminosas.

Além disso, o texto endurece a responsabilização de integrantes e financiadores desses grupos. Dessa maneira, o governo entende que amplia a capacidade de resposta das instituições.

Agora, o projeto segue para sanção presidencial. Caso não haja vetos, as novas regras entram em vigor após a publicação oficial.

Impacto político e próximos passos

A tramitação também gerou repercussões políticas. Durante o processo, houve divergências sobre alterações no texto e sobre a condução da relatoria. Ainda assim, o Congresso concluiu a votação.

Com a aprovação, o PL Antifacção se consolida como uma das principais iniciativas recentes voltadas ao combate ao crime organizado. A expectativa, portanto, é que a sanção presidencial ocorra nos próximos dias.

Eventuais vetos poderão ser analisados posteriormente pelo Congresso. Até lá, o debate sobre segurança pública continuará no centro da agenda política.

Fonte: G1

Monitoramento da glicose avança no cuidado infantil

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Criança utilizando sensor de monitoramento contínuo da glicose no braço
Tecnologia permite controle contínuo da glicose em crianças a partir de 2 anos.

O monitoramento da glicose no cuidado infantil avança com novas tecnologias que tornam o controle do diabetes mais seguro e menos invasivo para crianças e familiares. Dispositivos modernos permitem medições contínuas ao longo do dia, oferecendo dados em tempo real e maior previsibilidade na rotina doméstica e escolar.

O diagnóstico de diabetes na infância transforma completamente o cotidiano da família. A partir dele, pais reorganizam horários, ajustam a alimentação e intensificam a vigilância, principalmente durante a noite. No entanto, a evolução dos sistemas de monitoramento contínuo da glicose (CGM) muda esse cenário de forma significativa.

Tecnologia amplia controle e reduz procedimentos invasivos

As novas diretrizes da International Society for Pediatric and Adolescent Diabetes (ISPAD) recomendam o uso de sensores contínuos de glicose desde o diagnóstico em crianças e adolescentes com diabetes tipo 1. Dessa forma, a tecnologia deixa de ser apenas um recurso complementar e passa a integrar a estratégia principal de controle glicêmico.

Entre as soluções disponíveis está o Smart 2.0, indicado para crianças a partir de 2 anos. O dispositivo realiza leituras automáticas a cada minuto e envia os dados diretamente para o celular, sem necessidade de escaneamento manual. Ao todo, são cerca de 288 medições por dia, o que permite acompanhar oscilações ao longo das 24 horas com muito mais precisão.

Além disso, o monitoramento constante ajuda a identificar padrões de glicemia, facilitando ajustes no tratamento e contribuindo para decisões clínicas mais assertivas.

Mais segurança na escola e durante a noite

A rotina escolar e o período noturno costumam gerar maior preocupação entre pais e cuidadores. Episódios de hipo ou hiperglicemia podem ocorrer de forma inesperada. Por isso, sistemas com alarmes configuráveis permitem intervenções rápidas sempre que os níveis fogem do padrão adequado.

Outro diferencial relevante é a possibilidade de compartilhamento remoto das informações. O Smart 2.0 permite que os dados sejam acessados por até 50 pessoas, incluindo responsáveis e profissionais de saúde. Assim, pais acompanham a glicose mesmo à distância, garantindo maior tranquilidade durante o período escolar.

Formato integrado facilita adaptação infantil

O design em peça única, sem transmissor separado, reduz o volume do sensor e facilita o uso em crianças pequenas. Além disso, a autonomia de até 15 dias e a aplicação no braço ou no abdômen tornam o dispositivo mais prático para o dia a dia.

Essa combinação entre precisão clínica, conforto e tecnologia amplia o acesso ao controle glicêmico estável desde os primeiros anos de vida. Como resultado, a criança ganha mais autonomia, enquanto a família conquista maior segurança.

Impacto direto na qualidade de vida

O avanço no monitoramento da glicose no cuidado infantil representa mais do que inovação tecnológica. Ele também simboliza um avanço concreto na qualidade de vida das crianças com diabetes tipo 1.

Com dados contínuos, alertas inteligentes e acompanhamento remoto, as famílias reduzem incertezas e tomam decisões com base em informações mais completas. Além disso, o uso precoce de sensores pode contribuir para melhores resultados metabólicos a longo prazo. Portanto, a tecnologia se consolida como aliada essencial no cuidado pediátrico, promovendo equilíbrio entre saúde, rotina escolar e bem-estar familiar.

Fonte: CNN Brasil

Prefeitura de Porto Velho amplia ações em infraestrutura, saúde e cidadania

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Prefeitura amplia ações em Porto Velho nas áreas de infraestrutura saúde e educação
Gestão municipal intensifica ações em infraestrutura, vacinação contra dengue e incentivo à educação na capital.

Porto Velho iniciou a semana com uma série de medidas em diferentes áreas. As ações da Prefeitura de Porto Velho avançam simultaneamente em infraestrutura, saúde, cidadania e educação, com foco na prevenção de problemas urbanos e na ampliação dos serviços públicos. A gestão municipal concentra esforços para enfrentar desafios históricos e melhorar o atendimento à população.

Entre os anúncios, estão a instalação de ecobueiros em novas avenidas, mudanças na emissão de receitas controladas, vacinação contra dengue para servidores, mutirão de serviços na zona Leste e premiação de estudantes da rede municipal.

Ecobueiros reforçam combate a alagamentos

A Prefeitura ampliou a instalação de ecobueiros em avenidas estratégicas da capital. As estruturas funcionam como cestos coletores dentro das bocas de lobo. Assim, impedem que resíduos sólidos entrem na tubulação.

Nesta etapa, a meta prevê a instalação de 500 cestos. A Emdur adquiriu os equipamentos, enquanto a Seinfra responde pela instalação e manutenção.

Com a retenção de sacolas plásticas, copos descartáveis e embalagens, o município busca reduzir o entupimento das galerias. Além disso, a medida diminui o risco de alagamentos e evita que o lixo alcance rios e canais.

A ação integra a Operação Cidade Limpa. Paralelamente, as equipes executam limpeza de canais, desobstrução de galerias e recolhimento de entulhos. A limpeza dos cestos ocorrerá, em média, a cada 45 dias.

Novas regras para receitas de controle especial

Na área da saúde, a gestão municipal atualizou o sistema de emissão de receitas para medicamentos de controle especial. A mudança segue a RDC nº 1.000/2025.

Agora, médicos e instituições podem imprimir blocos de notificação em gráficas autorizadas. No entanto, devem solicitar previamente a numeração à Vigilância Sanitária Municipal.

Com isso, a Prefeitura pretende evitar falta de formulários durante atendimentos. Além disso, o controle passa a integrar o Sistema Nacional de Controle de Receituários, o que aumenta a rastreabilidade.

As receitas do modelo anterior continuam válidas até o vencimento. Entretanto, profissionais e instituições precisam manter o cumprimento das exigências técnicas.

Servidores da atenção básica recebem vacina contra dengue

A Prefeitura iniciou a vacinação contra dengue para servidores ativos da Atenção Básica. A aplicação ocorre entre 24 de fevereiro e 10 de março.

As doses são aplicadas nas próprias unidades de saúde, nos turnos da manhã e da tarde. Dessa forma, o município facilita o acesso e evita sobrecarga nas salas de vacina.

A imunização utiliza vacina atenuada do Instituto Butantan, em dose única. A estratégia segue diretrizes do Ministério da Saúde e do Programa Nacional de Imunizações.

Posteriormente, a ampliação para a população dependerá das orientações nacionais e da disponibilidade de doses.

Mutirão leva mais de 20 serviços à zona Leste

No sábado (28), a zona Leste receberá o projeto Cidadania em Movimento. O atendimento ocorrerá das 8h às 14h, na Escola Estadual Mariana, no bairro São Francisco.

A programação reúne mais de 20 serviços. Entre eles estão emissão de segunda via de CPF e título de eleitor, Carteira do Idoso, ID Jovem e Carteira do Autista.

Também haverá emissão de Passe Livre estadual, apoio ao BPC/LOAS, abertura ou recuperação de conta gov.br e serviços ligados à Carteira de Trabalho Digital. Além disso, equipes farão aferição de pressão, teste de glicemia e atualização do Cadastro Único.

O atendimento será por senha, distribuída por ordem de chegada. Portanto, a orientação é que os interessados levem documentos pessoais e comprovantes exigidos para cada serviço.

Projeto Aluno Destaque premia 1.200 estudantes

Na educação, a Prefeitura destacou o Projeto Aluno Destaque. A iniciativa premiou 1.200 estudantes de 84 escolas do ensino fundamental, nas zonas urbana e rural.

O projeto começou em 2025. A entrega das bicicletas foi concluída em 2026.

Os critérios consideraram desempenho no Avalia Porto Velho e dedicação escolar. Além do reconhecimento acadêmico, o prêmio representa apoio logístico para muitas famílias.

Em comunidades mais afastadas, muitos alunos percorrem longas distâncias até pontos de transporte. Nesse contexto, a bicicleta contribui diretamente para a permanência na escola.

Próximos desafios da gestão

Com ações simultâneas em diversas áreas, a Prefeitura sinaliza foco na prevenção e na ampliação de serviços. Ao mesmo tempo, assume o desafio de manter a regularidade das medidas.

Para isso, será fundamental garantir manutenção contínua dos ecobueiros, comunicação clara sobre vacinação e organização eficiente dos mutirões. Assim, as políticas públicas tendem a gerar impacto direto na rotina da população.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

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