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Os três vírus que podem provocar novas crises em 2026

Ilustração microscópica representando três vírus que preocupam autoridades em 2026
Oropouche, H5N1 e mpox ampliam circulação e mantêm autoridades sanitárias em vigilância em 2026.

O mundo ainda sente os impactos da pandemia de covid-19. No entanto, novos alertas epidemiológicos voltam a mobilizar especialistas em doenças infecciosas. Em 2026, três vírus concentram atenção internacional: Oropouche, gripe aviária H5N1 e mpox.

Segundo análise publicada na revista científica The Conversation, fatores como aquecimento global, aumento da mobilidade humana e crescimento populacional criam condições mais favoráveis para a disseminação de patógenos. Assim, autoridades sanitárias reforçam a vigilância.

Embora o cenário não indique uma pandemia iminente, os sinais de expansão preocupam.

Vírus Oropouche avança e preocupa o Brasil

Oropouche, H5N1 e mpox ampliam vigilância sanitária global em 2026.

O vírus Oropouche, transmitido por mosquitos de pequeno porte, deixou de ser uma ameaça restrita à região amazônica. Desde os anos 2000, ele se espalhou por diferentes áreas da América do Sul, América Central e Caribe.

Em 2023, os casos voltaram a crescer. No ano seguinte, o Brasil registrou as primeiras mortes associadas ao vírus. De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde, até agosto de 2025, o país concentrava cerca de 90% dos casos nas Américas.

Além disso, o vírus já alcançou 20 estados brasileiros. Cinco mortes foram confirmadas — quatro no Rio de Janeiro e uma no Espírito Santo.

Casos também surgiram na Europa, ligados a viajantes infectados. Paralelamente, pesquisadores investigam possíveis episódios de transmissão vertical, de mãe para filho. Estudos analisam ainda uma possível relação com microcefalia e óbitos fetais.

Por enquanto, não existe vacina nem tratamento específico contra o Oropouche. Diante disso, a Organização Mundial da Saúde apresentou, em janeiro de 2026, uma proposta para acelerar o desenvolvimento de ferramentas de controle e prevenção.

Gripe aviária H5N1 amplia risco após salto entre espécies

Especialista utiliza equipamento de proteção ao lidar com ave durante monitoramento de H5N1.

A gripe aviária H5N1 voltou ao centro das atenções após um evento considerado decisivo. Em 2024, o vírus foi identificado em vacas leiteiras nos Estados Unidos. Esse salto entre espécies acendeu alerta entre especialistas.

Desde então, novos registros surgiram em rebanhos de diferentes estados americanos. Estudos indicam que ocorreram transmissões de vacas para humanos, muitas delas sem sintomas aparentes.

Até o momento, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA contabilizaram 71 casos humanos e duas mortes desde 2024. Contudo, não há evidência de transmissão sustentada entre pessoas.

O principal temor é que o vírus adquira capacidade de transmissão eficiente entre humanos. Caso isso ocorra, o risco de uma nova pandemia aumentaria significativamente.

Enquanto isso, vacinas específicas já estão em desenvolvimento. No Brasil, o Instituto Butantan conduz estudos pré-clínicos para avaliar a segurança de um imunizante direcionado à cepa.

Mpox mantém circulação global com novas variantes

Erupções na pele são um dos principais sintomas associados ao mpox.

O mpox, anteriormente conhecido como varíola dos macacos, mudou de perfil nos últimos anos. Em 2022, a cepa clado IIb se espalhou por mais de cem países. Desde então, o vírus passou a circular de forma recorrente em diversas regiões.

Atualmente, dois cenários preocupam especialistas. Primeiro, a manutenção da circulação global da cepa menos letal. Segundo, o avanço da variante clado I na África Central, considerada mais severa.

Recentemente, os Estados Unidos notificaram casos em pessoas sem histórico de viagem ao continente africano. Embora exista vacina, ainda não há tratamento específico amplamente disponível.

Portanto, autoridades sanitárias monitoram possíveis mutações ao longo de 2026.

Outras ameaças virais entram no radar

Além desses três vírus principais, outras doenças também voltaram a preocupar. O chikungunya registrou mais de 445 mil casos suspeitos e confirmados em 2025, com ao menos 155 mortes até setembro, segundo dados internacionais.

No Brasil, o Ministério da Saúde contabilizou 129 mil casos e 121 mortes no mesmo período.

Paralelamente, o vírus Nipah reapareceu na Índia, embora especialistas afirmem que ele ainda não demonstra potencial pandêmico.

Por fim, o sarampo ressurgiu em vários países após queda nas taxas de vacinação. Esse movimento ameaça o status de erradicação conquistado em determinadas regiões.

Vigilância, não alarmismo

Apesar do cenário desafiador, especialistas reforçam que o momento exige vigilância estratégica, e não pânico. A experiência recente com a covid-19 ampliou a capacidade de resposta global.

Contudo, o avanço simultâneo de múltiplos vírus demonstra que o mundo permanece vulnerável. Investimento em ciência, vacinação e monitoramento epidemiológico será decisivo para evitar novas crises sanitárias em larga escala.

Cannabis recupera memória no Alzheimer diz estudo

Cannabis recupera memória no Alzheimer em estudo científico brasileiro com uso de THC e CBD
Pesquisa brasileira comprova melhora cognitiva em pacientes com Alzheimer após tratamento controlado com cannabis medicinal.

Um estudo inédito realizado por pesquisadores brasileiros revelou que o tratamento com cannabis recupera memória de pacientes com Alzheimer. Além disso, a pesquisa demonstrou redução de sintomas e desaceleração da progressão da doença. O trabalho foi conduzido pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), no Paraná, e já é considerado um marco científico.

Segundo os pesquisadores, os resultados reforçam o potencial terapêutico dos canabinoides. Ao mesmo tempo, o estudo amplia o debate sobre o uso controlado da cannabis medicinal na saúde pública.

Estudo clínico mostra melhora progressiva

A pesquisa acompanhou 28 voluntários entre 60 e 80 anos durante seis meses. Nesse período, os participantes receberam doses controladas de extrato com tetraidrocanabinol (THC) e canabidiol (CBD). Ambos são compostos químicos presentes na planta.

Após o tratamento, os cientistas aplicaram testes cognitivos padronizados. Como resultado, os pacientes que utilizaram o extrato apresentaram melhora significativa na memória. Em contrapartida, o grupo que recebeu placebo continuou apresentando o declínio natural da doença.

De acordo com o professor Francisney do Nascimento, coordenador do estudo, este é o primeiro ensaio clínico do mundo que comprova recuperação cognitiva ao longo do tempo em pacientes com Alzheimer tratados com cannabis medicinal. Portanto, trata-se de um avanço relevante para a literatura científica internacional.

Parceria internacional fortalece validação

Além da Unila, o estudo contou com a participação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), da Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança (Abrace) e da Johns Hopkins University School of Medicine, nos Estados Unidos.

Segundo o neurologista Elton Gomes, os pesquisadores estabeleceram uma dose mínima eficaz. Dessa forma, conseguiram reduzir significativamente os efeitos colaterais. Ao mesmo tempo, mantiveram resultados clínicos expressivos.

Ainda segundo os cientistas, os canabinoides podem estar associados à restauração parcial de células prejudicadas. Embora a hipótese exija novos testes, os dados iniciais são considerados promissores.

Caso real confirma impacto do tratamento

Entre os pacientes acompanhados está Dona Nair Kalb Benites, de 76 anos, diagnosticada com Alzheimer em 2017. Conforme relatou o filho, Nestor, houve mudança perceptível no comportamento da mãe após o tratamento.

Antes, ela apresentava irritabilidade e agitação frequentes. Depois do uso do extrato, tornou-se mais tranquila e estável. Assim, o caso reforça os dados clínicos apresentados pelos pesquisadores.

Alzheimer afeta milhões no Brasil

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva que provoca a morte gradual dos neurônios. Consequentemente, funções como memória, raciocínio e coordenação motora ficam comprometidas.

Dados do Sistema Único de Saúde indicam que cerca de 1,2 milhão de brasileiros convivem com a doença. Além disso, o Ministério da Saúde estima que o Alzheimer represente aproximadamente 70% dos casos de demência.

No cenário internacional, a organização Alzheimer’s Disease International projeta que até 2030 cerca de 78 milhões de pessoas poderão viver com demência. Portanto, a busca por novas terapias tornou-se urgente.

Próximos passos da pesquisa

Apesar dos resultados positivos, o tratamento ainda é considerado experimental. Por isso, os pesquisadores defendem novos estudos com grupos maiores e acompanhamento por mais tempo.

Agora, a equipe pretende investigar se os canabinoides também podem atuar na prevenção da doença. Caso essa hipótese se confirme, o impacto poderá ser ainda mais amplo.

Assim, o estudo brasileiro não apenas contribui para a ciência, mas também posiciona o país em destaque no debate global sobre cannabis medicinal e neurociência.

Prefeitura de Porto Velho amplia ações na capital

Porto Velho vive uma semana de ações simultâneas em diferentes áreas da gestão municipal. Enquanto equipes trabalham nas ruas durante o Carnaval, a cidade reabre o Parque da Cidade com novas atrações. Além disso, a administração fortalece a produção de cacau e alerta a população sobre o uso inadequado de medicamentos para emagrecimento.

Assim, a Prefeitura atua de forma integrada na infraestrutura, no lazer, na economia rural e na saúde pública.

Infraestrutura mantém frentes ativas no Carnaval

Mesmo durante o período festivo, a Secretaria Municipal de Infraestrutura mantém equipes em campo. Os trabalhadores executam tapa-buracos, limpam canais e ampliam redes de drenagem.

Equipes executam serviços de tapa-buracos
Equipes executam serviços de tapa-buracos

Na Avenida dos Imigrantes e no acesso ao residencial Orgulho do Madeira, as equipes intensificam a manutenção viária. Como as chuvas aumentaram, a demanda cresceu. Por isso, a secretaria reforça os atendimentos para garantir segurança e mobilidade.

Na Zona Sul, as equipes limpam e desobstruem o Canal do Floresta. Dessa forma, melhoram o escoamento das águas pluviais e reduzem alagamentos. Já na Avenida Benjamin Constant e em bairros da Zona Leste, os trabalhadores ampliam a drenagem. Consequentemente, o município previne novos transtornos.

Portanto, a prefeitura mantém o cronograma permanente de manutenção urbana mesmo durante o Carnaval.

Parque da Cidade reabre com novas atrações

Após retirar a decoração natalina, a Prefeitura reabriu o Parque da Cidade. Agora, o espaço funciona todos os dias, das 5h às 22h.

Vista aérea do Parque da Cidade em Porto Velho com lago, fontes de água e visitantes aproveitando o espaço.
Lago com fontes, área de convivência e visitantes marcam a reabertura do Parque da Cidade em Porto Velho.

O público encontra redário com redes de balanço e iluminação artesanal para uso noturno. Além disso, a administração implantou um jardim sensorial voltado a pessoas com deficiência e neurodivergentes.

A equipe revitalizou a quadra de vôlei e instalou o brinquedo “espiribol”. Também criou pontos de recarga para celulares no coreto superior ao lago. Além disso, o parque oferece internet gratuita.

Durante o período natalino, o local recebeu quase um milhão de visitantes. Assim, consolidou-se como um dos principais pontos de encontro da capital.

Centro de Bem-Estar Animal amplia atendimento a felinos

No Dia do Gato, celebrado em 17 de fevereiro, a Prefeitura destacou o trabalho do Centro de Bem-Estar Animal. A unidade atende casos de urgência e emergência 24 horas por dia.

17 de fevereiro é celebrado o Dia do Gato em diversos países do mundo, incluindo o Brasil
17 de fevereiro é celebrado o Dia do Gato em diversos países do mundo, incluindo o Brasil

Atualmente, a equipe realiza mais de 100 atendimentos mensais a felinos. O centro oferece raio-X, ambulatórios e estrutura adequada para acolhimento.

Além disso, os profissionais tratam animais vítimas de maus-tratos ou abandono. Posteriormente, a equipe disponibiliza muitos deles para adoção.

Dessa maneira, o município fortalece a política de proteção animal e garante atendimento contínuo à população.

Prefeitura impulsiona produção de mudas de cacau

Na zona rural, a Prefeitura assinou acordo para fortalecer a cadeia produtiva do cacau. O projeto prevê a produção de 94.435 mudas de alta qualidade genética. Inicialmente, cerca de 85 produtores participarão da primeira etapa.

Viveiro municipal de Porto Velho com produção de mudas de cacau em estufa estruturada pela Semagric.
Estufa implantada pela Semagric fortalece a produção de mudas de cacau e beneficia produtores rurais da capital.

Para viabilizar a produção, a Secretaria Municipal de Agricultura implantou uma estufa de aproximadamente 750 metros quadrados no viveiro municipal. Assim, a equipe garante escala e padronização genética.

O programa terá vigência de 24 meses. Além da produção de mudas, técnicos oferecerão capacitação e acompanharão as lavouras. A prefeitura distribuirá parte das mudas por edital público. Outra parcela seguirá para produtores assistidos e para contrapartida institucional.

Com isso, Porto Velho fortalece a agricultura familiar e amplia a geração de renda no campo.

Saúde alerta sobre riscos das canetas emagrecedoras

Paralelamente, a Secretaria Municipal de Saúde alertou a população sobre o uso indiscriminado das chamadas canetas emagrecedoras. Esses medicamentos pertencem à classe dos agonistas do receptor GLP-1.

O perigo aumenta quando o medicamento é utilizado sem prescrição, exames prévios ou acompanhamento médico
O perigo aumenta quando o medicamento é utilizado sem prescrição, exames prévios ou acompanhamento médico

A indústria desenvolveu esses fármacos para tratar diabetes tipo 2. Em casos específicos, médicos indicam o uso para obesidade. No entanto, somente profissionais de saúde devem prescrever o tratamento.

Recentemente, a Anvisa registrou aumento nas notificações de reações adversas. Entre os principais riscos estão pancreatite, internações hospitalares e complicações graves.

Por isso, a Semusa orienta a população a não usar medicamentos sem prescrição. Além disso, ninguém deve compartilhar fármacos ou interromper tratamentos por conta própria. Caso surjam sintomas como dor abdominal intensa ou vômitos persistentes, o paciente deve procurar atendimento imediatamente.

Gestão atua de forma integrada

Enquanto mantém a cidade funcionando durante o Carnaval, a Prefeitura investe em lazer, produção rural e proteção à saúde.

Assim, a gestão executa ações simultâneas e complementares. A infraestrutura reduz impactos das chuvas. O parque amplia espaços de convivência. O campo recebe incentivo produtivo. E a saúde pública reforça orientações preventivas.

Nos próximos meses, essas iniciativas devem gerar resultados concretos. Consequentemente, Porto Velho tende a avançar em qualidade de vida, desenvolvimento econômico e segurança sanitária.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

Tragédia em famosa estação de esqui na Itália deixa três mortos

Helicóptero de resgate sobre avalanche em estação de esqui na Itália
Avalanche atinge estação de esqui em Courmayeur e deixa três mortos nos Alpes italianos

Uma tragédia em famosa estação de esqui na Itália resultou na morte de três pessoas após uma avalanche de grandes proporções atingir a região de Val Veny, em Courmayeur, no norte do país. O deslizamento ocorreu no domingo (15/2) e mobilizou equipes de resgate aéreo em uma das áreas mais procuradas do inverno europeu.

O incidente aconteceu a poucos quilômetros da futura sede dos Jogos Olímpicos de Inverno Milano-Cortina 2026, o que ampliou a repercussão internacional.

Avalanche atinge esquiadores fora das pistas

A avalanche avançou rapidamente sobre uma área utilizada por esquiadores experientes. Segundo a imprensa italiana, três pessoas perderam a vida após ficarem soterradas por aproximadamente 1,5 metro de neve.

Um dos esquiadores morreu ainda no local. As equipes de resgate retiraram as outras duas vítimas da neve, porém elas não resistiram aos ferimentos. As autoridades ainda não divulgaram as identidades.

De acordo com a Associated Press, o grupo praticava esqui fora das pistas demarcadas, o que aumenta significativamente o risco em períodos de instabilidade da neve.

Autoridades já alertavam para risco elevado

As autoridades italianas haviam emitido alertas sobre o alto risco de avalanche na região. Atualmente, o Vale de Aosta registra nível 3 em uma escala que vai até 5, classificação que indica condições perigosas e instabilidade na camada de neve.

Além disso, o Serviço de Resgate Alpino da Itália informou que 12 pessoas morreram nos Alpes italianos apenas na primeira semana de fevereiro em decorrência de avalanches.

Em nota, a entidade destacou que a situação da neve permanece crítica. Segundo o comunicado, diversos pontos apresentam risco elevado e dificultam a identificação de áreas seguras, inclusive para praticantes experientes.

Courmayeur atrai turistas do mundo inteiro

A estação de esqui italiana oferece vista privilegiada do Mont Blanc, considerado o pico mais alto da Europa Ocidental

Courmayeur fica a cerca de 200 quilômetros de Milão e figura entre os destinos mais tradicionais dos Alpes italianos. A região oferece vista privilegiada do Mont Blanc, considerado o ponto mais alto da Europa Ocidental.

Durante a temporada de inverno, turistas buscam o local para praticar esportes na neve, desfrutar da gastronomia alpina e explorar construções históricas que remontam ao século 13.

No entanto, especialistas reforçam que as condições climáticas nos Alpes exigem atenção constante. A combinação de neve acumulada, variações de temperatura e áreas fora das pistas oficiais eleva o risco de deslizamentos.

Proximidade com sede olímpica amplia repercussão

O acidente ocorreu próximo à futura sede olímpica de 2026, o que aumentou a visibilidade internacional do caso. Embora o episódio não envolva diretamente as instalações dos Jogos, ele reacende o debate sobre segurança em áreas de prática de esportes de inverno.

As autoridades seguem monitorando a região e orientam turistas a respeitar as sinalizações e os boletins oficiais de risco.

Fonte: Metrópoles

Investimentos da Alero no interior transformam municípios

Investimentos da Alero no interior fortalecem saúde, transporte gratuito e inclusão social em Rondônia
Recursos da Alero fortalecem hospitais, ambulância neonatal e transporte coletivo gratuito no interior de Rondônia

A Assembleia Legislativa de Rondônia intensificou, nos últimos dias, uma série de investimentos voltados à saúde pública, mobilidade urbana e inclusão social no interior do estado. As ações alcançam Ariquemes, Espigão d’Oeste, Nova Brasilândia e Ji-Paraná.

Além disso, os recursos já começaram a chegar aos municípios, o que acelera a execução dos projetos. Com isso, a população passa a contar com melhorias concretas em áreas essenciais.

Direitos e políticas para pacientes com doenças crônicas

Primeiramente, o Legislativo reforçou medidas voltadas a pessoas que convivem com doenças crônicas, como fibromialgia, lúpus, Alzheimer e leucemia.

A Assembleia reconheceu pessoas com fibromialgia como pessoas com deficiência no âmbito estadual. Dessa forma, garante atendimento prioritário e inclusão social.

Além disso, instituiu a Semana Estadual de Conscientização sobre a Fibromialgia. Assim, amplia o debate público e estimula capacitação profissional.

Ao mesmo tempo, os parlamentares ampliaram a lista de doenças que autorizam o Auxílio de Assistência Especial a servidores e dependentes. Entre elas, está a Doença de Alzheimer. Portanto, famílias em situação de vulnerabilidade passam a ter mais segurança financeira.

Também promoveram campanhas de doação de sangue e cadastro de medula óssea. Com isso, fortalecem a rede de apoio a pacientes que aguardam tratamento.

Subestação garante estabilidade no Hospital de Ariquemes

Em Ariquemes, o Hospital Municipal receberá uma subestação de energia após a destinação de R$ 500 mil.

Atualmente, a unidade enfrenta quedas constantes de energia. Por consequência, equipamentos essenciais sofrem interrupções.

Com a nova estrutura, o hospital deve estabilizar o fornecimento elétrico. Além disso, poderá dobrar a capacidade de exames de tomografia.

O projeto técnico já está pronto. Agora, o município aguarda parecer da concessionária para iniciar a licitação. Assim que liberar, a obra começa.

Transporte coletivo gratuito avança no município

Ainda em Ariquemes, uma emenda parlamentar de R$ 1,5 milhão viabiliza o transporte coletivo gratuito.

Os recursos já entraram na conta do município. Enquanto isso, equipes realizam testes nas rotas.

O projeto atende uma demanda antiga da população. Afinal, muitos moradores dependem do transporte para trabalhar, estudar ou buscar atendimento de saúde.

Com a implantação, o município amplia a mobilidade urbana. Além disso, reduz o impacto financeiro no orçamento das famílias.

Ambulância UTI neonatal reforça atendimento em Espigão

Espigão d’Oeste passou a contar com uma ambulância UTI neonatal no valor de R$ 550 mil.

O veículo possui estrutura de alta complexidade. Dessa maneira, garante transporte seguro a recém-nascidos que necessitam de cuidados intensivos.

Antes, o município enfrentava limitações em casos emergenciais. Agora, a rede municipal responde com mais rapidez e segurança.

Campanha coleta 198 bolsas de sangue em Nova Brasilândia

Em Nova Brasilândia D’Oeste, uma campanha itinerante mobilizou a comunidade durante dois dias. Como resultado, a equipe coletou 198 bolsas de sangue.

Esse número reforça os estoques hospitalares da região. Além disso, evidencia o engajamento da população.

A doação de sangue é simples e segura. No entanto, ainda exige mobilização constante para manter os estoques estáveis.

Centro esportivo fortalece inclusão em Ji-Paraná

Em Ji-Paraná, a Assembleia destinou R$ 581 mil para a construção da quadra esportiva do Centro Educativo Dom Bosco.

O espaço atende crianças, adolescentes e jovens da comunidade. Portanto, o investimento fortalece ações de inclusão social.

Com a estrutura ampliada, a instituição poderá oferecer mais atividades esportivas e culturais. Assim, amplia oportunidades e incentiva a formação cidadã.

Interior no centro das prioridades

Em síntese, os investimentos mostram uma estratégia clara de fortalecimento do interior. Enquanto amplia direitos de pacientes crônicos, o Legislativo também investe em infraestrutura hospitalar e mobilidade urbana.

Além disso, direciona recursos para projetos sociais que promovem cidadania.

Nos próximos meses, as obras e implantações devem avançar. Consequentemente, os municípios beneficiados sentirão impactos diretos na qualidade de vida da população.

Rondônia começa aplicação de imunizante contra VSR

Profissional de saúde aplica imunizante contra Vírus Sincicial Respiratório em bebê no colo da mãe em Rondônia
Aplicação do imunizante Nirsevimabe amplia proteção de bebês contra o Vírus Sincicial Respiratório em Rondônia.

Rondônia iniciou a aplicação do imunizante que amplia a proteção contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal causador de bronquiolite e pneumonias graves na primeira infância. A medida fortalece a rede de proteção à saúde infantil, especialmente durante o período sazonal de maior circulação viral.

Os municípios já começaram a aplicar o Nirsevimabe, imunobiológico disponibilizado pelo Ministério da Saúde. A estratégia integra o conjunto de ações coordenadas pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa/RO) para reduzir internações e complicações respiratórias em bebês.

Imunizante reduz risco de hospitalizações

O Nirsevimabe é um anticorpo monoclonal de dose única. Ele reduz significativamente o risco de hospitalizações causadas pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Além disso, amplia a proteção contra quadros graves de bronquiolite, que costumam sobrecarregar hospitais durante os períodos de maior incidência da doença.

Segundo o governo estadual, a introdução do imunizante segue critérios técnicos e científicos definidos pelo Ministério da Saúde. Portanto, a aplicação ocorre de forma planejada, com capacitação das equipes e organização logística para garantir atendimento adequado ao público prioritário.

O governador Marcos Rocha destacou que a iniciativa representa avanço na política pública de proteção à infância. Ele reforçou que o estado busca ampliar o acesso a tecnologias modernas e eficazes no sistema público de saúde.

Público-alvo definido por critérios médicos

A aplicação do imunizante contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) prioriza grupos mais vulneráveis. Entre eles estão:

  • Bebês prematuros nascidos com até 36 semanas e 6 dias de idade gestacional;

  • Crianças menores de 24 meses com comorbidades, como cardiopatias congênitas, broncodisplasia, imunocomprometimento, síndrome de Down, fibrose cística, doenças neuromusculares e anomalias congênitas das vias aéreas.

Dessa forma, o estado concentra esforços em quem apresenta maior risco de complicações respiratórias.

Onde o imunizante está disponível

A imunização já ocorre nas maternidades públicas e nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie). Em Porto Velho, o atendimento funciona dentro do Hospital de Base Ary Pinheiro. Já em Vilhena, o serviço opera anexo ao hospital regional.

Além disso, unidades de referência em imunização nos municípios também passaram a receber o imunobiológico de forma gradual. Com isso, o governo busca garantir acesso descentralizado e ampliar a cobertura em todo o território estadual.

Documentos necessários para receber o imunizante

Para que a criança receba o Nirsevimabe, é necessário apresentar:

  • Solicitação médica;

  • Documento de identificação;

  • Relatório clínico que comprove a condição de elegibilidade.

A exigência segue protocolo técnico e assegura que o público prioritário receba atendimento conforme os critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde.

Medida fortalece enfrentamento às síndromes respiratórias

O início da aplicação do imunizante contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) ocorre em momento estratégico. Durante o período sazonal, aumentam os casos de síndromes respiratórias em crianças pequenas. Por isso, a antecipação da proteção pode reduzir internações e aliviar a pressão sobre leitos pediátricos.

Com a nova medida, Rondônia amplia a rede de prevenção e reforça o compromisso com a saúde infantil, priorizando tecnologia, prevenção e acesso descentralizado ao tratamento.

Brasileira coordena estudo com polilaminina para regeneração da medula

Tatiana Sampaio coordena estudo com polilaminina para regeneração da medula espinhal
Pesquisadora brasileira lidera estudo com polilaminina para tratar lesões medulares

A cientista Tatiana Coelho de Sampaio, professora do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ, coordena um dos estudos mais promissores do país na área de lesões medulares. Após mais de duas décadas de investigação, a equipe desenvolveu a polilaminina, uma molécula experimental voltada à regeneração da medula espinhal.

A pesquisa ganhou destaque nacional e internacional porque amplia as possibilidades de recuperação para pessoas com paraplegia e tetraplegia causadas por traumas.

Tatiana Coelho de Sampaio, pesquisadora brasileira e coordenadora do estudo com polilaminina

O que é a polilaminina

A polilaminina é uma versão produzida em laboratório da laminina, proteína naturalmente presente no organismo humano e essencial para a organização dos tecidos e o desenvolvimento do sistema nervoso.

No entanto, ao ser polimerizada, a substância passou a apresentar um efeito ainda mais relevante: estimular neurônios que haviam interrompido seu desenvolvimento. Com isso, favorece a regeneração de axônios — estruturas responsáveis por transmitir impulsos elétricos pelo corpo.

Na prática, isso significa a possibilidade de restabelecer conexões nervosas e recuperar movimentos antes considerados irreversíveis.

Resultados clínicos iniciais animadores

Nos primeiros testes experimentais, oito voluntários com lesão medular receberam aplicação única da proteína diretamente no local do trauma, dentro de até 72 horas após o acidente.

Dois pacientes não resistiram à gravidade do quadro clínico. Entretanto, os outros seis apresentaram evolução significativa. Alguns registraram melhora parcial, enquanto outros recuperaram integralmente os movimentos.

Um dos casos mais emblemáticos é o de Bruno Drummond de Freitas, que sofreu um grave acidente de carro em 2018, aos 23 anos. Após receber a polilaminina 24 horas depois da lesão, iniciou um processo de recuperação progressiva. Em poucas semanas, já conseguia movimentar o dedão do pé. Em pouco mais de um ano, voltou a caminhar e hoje leva vida ativa.

Além dos testes em humanos, estudos com cães e roedores também demonstraram resultados positivos na regeneração de lesões.

Como a pesquisa começou

A trajetória da descoberta teve início em 1998, quando Tatiana Sampaio passou a investigar a associação de proteínas no laboratório. A partir da laminina, extraída inicialmente de placentas — material geralmente descartado após o parto —, a pesquisadora desenvolveu a forma polimerizada que deu origem à polilaminina.

Ao longo dos anos, o projeto contou com financiamento da Faperj, CAPES e CNPq. Posteriormente, firmou parceria com o laboratório Cristália para produção em escala industrial. Segundo a empresa, cerca de R$ 28 milhões já foram investidos no desenvolvimento da tecnologia.

Anvisa autoriza avanço para fase clínica

Em janeiro de 2026, o governo brasileiro anunciou o início do estudo clínico de fase 1 para avaliar a segurança da polilaminina no tratamento do Trauma Raquimedular Agudo (TRM).

Com o aval da Anvisa, voluntários entre 18 e 72 anos com lesões torácicas completas poderão participar da nova etapa, desde que tenham indicação cirúrgica realizada em até 72 horas após o trauma.

Esse avanço representa um marco para a pesquisa clínica no Brasil, especialmente porque integra o desenvolvimento científico ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Nova esperança para pacientes com lesão medular

A polilaminina reacende a esperança de milhares de pessoas que convivem com lesões medulares. Embora ainda esteja em fase experimental, os resultados iniciais superaram expectativas para esse tipo de trauma.

A ex-ginasta Lais Souza, que ficou tetraplégica após acidente em 2014, já se reuniu com a pesquisadora e acompanha os avanços com expectativa e cautela.

Tatiana Sampaio afirma que o objetivo agora é ampliar as possibilidades terapêuticas, inclusive para pacientes com lesões crônicas. Segundo ela, a missão é acelerar o processo científico com responsabilidade e rigor.

Impacto para a ciência brasileira

O estudo consolida o protagonismo da ciência brasileira em uma área historicamente dominada por centros internacionais. Além disso, demonstra que investimentos contínuos em pesquisa básica podem gerar inovações com impacto direto na qualidade de vida da população.

Se os estudos clínicos confirmarem a eficácia e segurança da polilaminina, o Brasil poderá liderar uma das mais importantes terapias regenerativas da atualidade.

Fonte: Último Segundo

EUA registram maior surto de fungo sexualmente transmissível e emitem alerta

Maior surto de fungo sexualmente transmissível nos EUA gera alerta do CDC
Autoridades confirmam mais de 30 casos e reforçam alerta sanitário nos Estados Unidos.

Os Estados Unidos registram o maior surto de fungo sexualmente transmissível já identificado no país. O Departamento de Saúde de Minnesota confirmou mais de 30 casos desde 2025 e acionou o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), que passou a monitorar a situação em nível nacional.

O primeiro paciente procurou atendimento médico após apresentar lesões genitais persistentes. A partir desse registro, equipes de saúde ampliaram a investigação e identificaram novos casos na região metropolitana do estado.

Fungo raro acelera alerta sanitário

O fungo Trichophyton mentagrophytes genótipo VII (TMVII) causa a infecção. Ele atinge a pele e se transmite por contato sexual ou contato direto pele a pele.

O CDC informou que médicos podem confundir a infecção com psoríase ou outras doenças sexualmente transmissíveis. Esse erro compromete o tratamento e aumenta o risco de cicatrizes, infecções bacterianas secundárias e transmissão contínua.

Sintomas exigem atenção imediata

Pacientes relataram:

  • Erupções avermelhadas

  • Coceira intensa

  • Lesões na região genital, nádegas e membros

Diante desses sinais, especialistas recomendam avaliação médica imediata para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado.

Autoridades reforçam medidas preventivas

O Departamento de Saúde orienta que pessoas com sintomas evitem relações sexuais enquanto apresentarem lesões. Além disso, recomenda não compartilhar roupas, toalhas ou objetos pessoais.

Equipes de saúde também pedem que pacientes informem parceiros sexuais para que busquem avaliação caso apresentem sintomas. A higienização de roupas em alta temperatura ajuda a eliminar esporos e reduzir a disseminação.

Vigilância epidemiológica permanece ativa

Embora o número de casos ainda permaneça concentrado em Minnesota, autoridades classificam o episódio como o maior já registrado no país para esse tipo de fungo. Por isso, o CDC intensificou a vigilância e atualizou orientações clínicas para profissionais de saúde.

Especialistas destacam que o diagnóstico precoce interrompe a cadeia de transmissão e evita complicações. O monitoramento continua, e novas atualizações podem ocorrer conforme a evolução dos registros.

Fonte: Conexão Política

Segurança é intensificada pelo governo de RO no maior bloco de Carnaval da região Norte

Segurança no Carnaval de Rondônia é intensificada no maior bloco da região Norte
Forças estaduais intensificam segurança no Carnaval de Rondônia durante maior bloco da região Norte

O governo de Rondônia intensificou a segurança no Carnaval de Rondônia durante o desfile do maior bloco da região Norte, realizado no sábado (14), em Porto Velho. Além disso, a operação resultou na recaptura de um foragido da Justiça e no recolhimento de monitorados eletrônicos que descumpriram medidas judiciais. Dessa forma, o Estado reforça o controle em eventos de grande aglomeração.

A ação integra a Operação Carnaval 2026 e mobiliza equipes da Polícia Penal, da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) e da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec). Ao mesmo tempo, o trabalho conta com a atuação da Gerência Especializada em Operações Penais (Geop), do Grupo de Ações Penitenciárias Especiais (Gape) e da Unidade de Monitoramento Eletrônico (Umesp). Com isso, o monitoramento ocorre de forma estratégica e coordenada.

Fiscalização e monitoramento em tempo real

Durante o evento, as equipes realizaram abordagens presenciais, verificações de rotina e acompanhamento eletrônico em tempo real no circuito carnavalesco. Assim, o governo garante o cumprimento das determinações judiciais e preserva a tranquilidade dos foliões.

De acordo com o diretor da Umesp, Eliel de Souza Sá, a Polícia Penal atua dentro das competências legais e mantém vigilância constante sobre monitorados eletrônicos. Segundo ele, pessoas submetidas a tornozeleira possuem restrições específicas e não podem frequentar locais de grande aglomeração. Portanto, caso descumpram as regras, as equipes realizam a condução imediata.

Resultados da Operação

As ações no maior bloco de rua da região Norte registraram:

  • 1 monitorado recolhido à Colônia Agrícola Penal (Capep);

  • 2 monitorados conduzidos à Unidade de Monitoramento Eletrônico (Umesp), notificados e liberados após comunicação judicial;

  • 1 foragido do sistema prisional recapturado.

Além desses registros, desde o início da Operação Carnaval 2026, em 6 de fevereiro, as forças de segurança já contabilizam:

  • Recaptura de 4 foragidos da Justiça;

  • Recolhimento de 10 monitorados retirados das áreas de festividade;

  • Condução de 5 monitorados para notificação com comunicação ao Judiciário.

Enquanto isso, as equipes mantêm presença estratégica nos principais pontos da capital. Consequentemente, a fiscalização reduz riscos e inibe possíveis delitos.

Planejamento segue até o fim do Carnaval

O secretário da Sejus, Marcus Rito, confirmou que o planejamento operacional permanece ativo até o encerramento das festividades. Segundo ele, a integração entre as forças amplia a eficiência das ações.

Além da Polícia Penal, participam da operação a Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO) e demais forças vinculadas à Sesdec. Com patrulhamento intensificado, o Estado busca prevenir ocorrências e garantir que as celebrações ocorram com ordem e organização.

A presença ostensiva das equipes também amplia a sensação de segurança entre os foliões. Dessa maneira, o governo demonstra que grandes eventos podem ocorrer com planejamento, controle e responsabilidade. Por fim, a segurança no Carnaval de Rondônia segue reforçada até o encerramento oficial da programação.

Campanha contra assédio sexual no carnaval tem adesão de 18 estados

Campanha contra assédio sexual no carnaval mobiliza 18 estados e reforça denúncia pelo Ligue 180
Campanha nacional contra assédio sexual durante o Carnaval 2026 já conta com adesão de 18 estados

A campanha contra assédio sexual no carnaval já mobiliza 18 estados brasileiros e fortalece a rede de proteção às mulheres durante a folia. Além disso, o Ministério das Mulheres intensificou a divulgação da mensagem “Se liga ou eu ligo 180”, com o objetivo de ampliar a conscientização e incentivar denúncias em todo o país.

Durante o Carnaval 2026, blocos de rua e grandes eventos reúnem milhares de pessoas. Por isso, o governo decidiu reforçar ações preventivas. Afinal, ambientes com grande aglomeração costumam registrar casos de importunação sexual, abordagens insistentes e toques sem consentimento.

Estados ampliam adesão à campanha nacional

Ao todo, 18 estados confirmaram participação na mobilização: Bahia, Rio de Janeiro, Pernambuco, Alagoas, Amapá, Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe e Tocantins.

Em cada unidade federativa, as secretarias estaduais de políticas para as mulheres instalaram pontos de apoio em áreas estratégicas. Além disso, equipes montaram tendas informativas e distribuíram materiais educativos. Dessa forma, a campanha ganha visibilidade direta junto aos foliões.

Faixas com mensagens como “Violência contra a mulher é crime. Denuncie. Ligue 180” reforçam o alerta. Enquanto isso, agentes capacitados orientam mulheres sobre os canais oficiais de proteção.

Ações educativas fortalecem prevenção

Além das tendas e dos materiais informativos, o Ministério das Mulheres instalou balões infláveis em avenidas de grande circulação. Ao mesmo tempo, mulheres em sete capitais — Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Belo Horizonte, Recife, Olinda e Maceió — recebem mensagens por celular com orientações sobre denúncia.

Com isso, o governo amplia o alcance da campanha. Consequentemente, mais pessoas passam a reconhecer que o assédio não faz parte da festa.

Importunação sexual é crime previsto em lei

Desde 2018, a Lei nº 13.718 tipifica a importunação sexual como crime. Ou seja, qualquer ato libidinoso praticado sem consentimento pode gerar pena de um a cinco anos de reclusão.

Portanto, beijos forçados, toques indevidos e comentários de teor sexual não configuram “brincadeira”. Pelo contrário, representam violação de direitos e podem resultar em responsabilização criminal.

Assim, o Ministério das Mulheres reforça que carnaval é tempo de alegria. No entanto, o respeito deve prevalecer em qualquer situação.

Como denunciar casos de violência

Caso a vítima ou testemunha presencie uma situação de violência, deve procurar ajuda imediatamente. Para isso, o governo disponibiliza canais específicos:

  • Ligue 180 – atendimento gratuito 24 horas por dia, inclusive com possibilidade de denúncia anônima;

  • 190 – Polícia Militar, em situações de risco imediato;

  • Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs) – registro de ocorrência e encaminhamento para apoio psicológico, social e jurídico;

  • Organização do evento ou bloco – comunicação direta com seguranças e responsáveis.

Além da ligação telefônica, também é possível acionar o Ligue 180 pelo WhatsApp no número (61) 9610-0180.

Parcerias ampliam alcance nacional

Para fortalecer a mobilização, a Caixa Econômica Federal incluiu mensagens de conscientização nos bilhetes emitidos em lotéricas. Além disso, a Polícia Rodoviária Federal instalou faixas informativas em rodovias federais.

Enquanto isso, concessionárias exibem mensagens da campanha em painéis eletrônicos e praças de pedágio. Dessa maneira, a informação alcança foliões mesmo antes de chegarem aos destinos de carnaval.

Paralelamente, o governo federal lançou campanhas complementares, como “Sem Racismo o Carnaval Brilha Mais” e “Pule, Brinque e Cuide”, ampliando a proteção também contra outras formas de violência.

Central Ligue 180 funciona 24 horas

Atualmente, o Ligue 180 conta com mais de 350 profissionais capacitados para acolher vítimas, orientar sobre direitos e encaminhar denúncias às autoridades competentes.

Assim, o governo reforça que denunciar não é apenas um direito, mas também um ato de proteção coletiva. Afinal, o enfrentamento ao assédio exige mobilização social e ação imediata.

Fonte: Agência Brasil

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