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sexta-feira, abril 10, 2026
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Doenças antes sem saída começam a ganhar novas apostas com IA

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IA na descoberta de medicamentos em laboratório de alta tecnologia
Cientista observa estrutura molecular em laboratório de alta tecnologia, em imagem que representa o avanço da IA na pesquisa de novos tratamentos.

IA na descoberta de medicamentos está mudando a forma como cientistas procuram tratamentos para doenças que, por décadas, pareceram sem saída. A IA na descoberta de medicamentos já ajuda pesquisadores a identificar compostos inéditos contra bactérias resistentes, propor moléculas promissoras para o Parkinson e redirecionar remédios antigos para doenças raras, reduzindo tempo e custo em uma etapa decisiva da pesquisa médica.

O avanço ocorre em um cenário de urgência. A resistência bacteriana continua crescendo, enquanto o desenvolvimento de novos antibióticos segue lento, caro e arriscado. Ao mesmo tempo, enfermidades como Parkinson, fibrose pulmonar idiopática e síndromes raras ainda enfrentam escassez de terapias eficazes. Nesse contexto, a inteligência artificial passou a atuar como ferramenta de triagem, modelagem e previsão, encurtando caminhos que antes consumiam anos de trabalho.

Resistência bacteriana
1,1 mi
de mortes por ano são associadas a infecções antes tratáveis.
Busca ampliada
45 mi
de estruturas químicas foram analisadas em uma das pesquisas citadas.
Parkinson
10 mi+
de pessoas vivem com a doença no mundo, segundo a reportagem.

Como a IA na descoberta de medicamentos mira as superbactérias

Uma das frentes mais urgentes da IA na descoberta de medicamentos envolve as chamadas superbactérias. Pesquisadores do MIT, liderados por James Collins, usaram modelos de IA para reconhecer padrões químicos de antibióticos conhecidos e, a partir disso, examinar dezenas de milhões de estruturas diferentes. O objetivo era encontrar compostos capazes de combater a Neisseria gonorrhoeae, causadora da gonorreia, e a Staphylococcus aureus resistente à meticilina, a SARM.

O diferencial está no ganho de escala. Em vez de depender apenas de métodos laboratoriais mais lentos, a IA passou a filtrar candidatos com muito mais rapidez. Segundo a pesquisa relatada, a equipe projetou 36 milhões de compostos com potencial de ação e selecionou 24 para síntese em laboratório. Sete demonstraram atividade antimicrobiana e dois se destacaram por matar linhagens altamente resistentes.

Linha do avanço
Triagem química — o modelo aprende padrões de antibióticos já conhecidos.
Varredura em massa — milhões de estruturas são examinadas em busca de ação bactericida.
Seleção laboratorial — apenas os candidatos mais promissores seguem para síntese e testes.
Nova classe possível — compostos com mecanismos diferentes aumentam a chance de driblar resistências atuais.

O ponto mais promissor é que esses compostos parecem atacar as bactérias de forma diferente dos antibióticos já existentes. Por isso, cresce a expectativa de que a IA na descoberta de medicamentos ajude a abrir uma nova classe terapêutica, algo especialmente relevante num momento em que poucas drogas novas chegam ao mercado.

Parkinson entra no radar com moléculas sugeridas por aprendizado de máquina

mãos com tremores segurando bengala em imagem que representa sintomas do Parkinson
Imagem mostra mãos com tremores acima de uma bengala, em representação visual dos sintomas motores associados à doença de Parkinson.

A mesma lógica da IA na descoberta de medicamentos vem sendo aplicada a doenças neurodegenerativas. No caso do Parkinson, o desafio é ainda maior porque não existe, até hoje, tratamento capaz de frear a progressão da doença. O professor Michele Vendruscolo, da Universidade de Cambridge, relatou o uso de aprendizado de máquina para buscar compostos capazes de agir sobre grupos de proteínas mal dobradas no cérebro, associados aos chamados corpos de Lewy.

Hoje, a levodopa continua sendo o tratamento mais eficaz para aliviar sintomas, mas não interrompe a evolução da enfermidade. A proposta dos pesquisadores é outra: usar a IA na descoberta de medicamentos para encontrar pequenas moléculas capazes de se ligar às proteínas envolvidas nos estágios iniciais da neurodegeneração.

Citação do especialista
“Se pudermos estabilizar as proteínas nesta forma, evitaremos o Parkinson, o que é melhor que sua cura.”
Michele Vendruscolo — professora de biofísica e pesquisador da Universidade de Cambridge

De acordo com o relato, os métodos tradicionais conseguem selecionar cerca de um milhão de moléculas em seis meses, a um custo de milhões de dólares. Com IA, esse trabalho pode ser feito em poucos dias, com seleção de bilhões de moléculas e custo muito menor. O grupo identificou cinco compostos promissores com mais rapidez do que as técnicas convencionais.

Remédios antigos ganham novos usos com ajuda da IA

Outra frente relevante da IA na descoberta de medicamentos não cria moléculas do zero. Em vez disso, procura novos usos para remédios já aprovados. O médico David Fajgenbaum, da Universidade da Pensilvânia, se tornou um dos nomes mais conhecidos dessa estratégia após encontrar, no sirolimo, um tratamento que ajudou a controlar sua própria doença rara, a doença de Castleman.

Depois dessa experiência, ele criou a organização Every Cure, que usa aprendizado de máquina para comparar milhares de medicamentos com milhares de doenças. Os pares mais promissores seguem para testes laboratoriais ou avaliação clínica. Em Harvard, outro modelo citado pela reportagem encontrou cerca de 8 mil substâncias aprovadas que poderiam ser redirecionadas para tratar 17 mil doenças diferentes.

Criar do zero
Busca moléculas inéditas, identifica alvos terapêuticos e tenta abrir novas classes de tratamento, como nos antibióticos contra bactérias resistentes.
Reposicionar remédios
Aproveita drogas já conhecidas e seguras para testar aplicação em outras doenças, caminho que pode encurtar etapas e reduzir custos.

Essa estratégia tem ganhado destaque sobretudo nas doenças raras, que muitas vezes recebem menos investimento da indústria. A reportagem cita também avanços para fibrose pulmonar idiopática, sarcoidose, síndrome de Pitt-Hopkins e até tumor de Wilms. Em alguns casos, a IA modela a evolução da doença em células virtuais para testar o efeito de substâncias sem depender, de início, de processos mais caros.

Avanço é real, mas ainda encontra limites

Apesar do otimismo, os próprios pesquisadores alertam que a revolução ainda é parcial. Muitos conjuntos de dados continuam fechados dentro de empresas farmacêuticas e de biotecnologia, o que limita o treinamento dos sistemas. Além disso, a IA na descoberta de medicamentos é mais útil hoje na seleção inicial de alvos e moléculas. Depois disso, o caminho até um tratamento aprovado continua longo, caro e cheio de etapas clínicas.

Mesmo assim, o impacto já é concreto. A tecnologia está acelerando hipóteses, reduzindo custos e ampliando o número de possibilidades analisadas. Para doenças resistentes, degenerativas ou ignoradas por falta de retorno financeiro, esse ganho de velocidade pode representar o início de uma mudança importante na medicina.

O que observar agora
Testes clínicos: compostos promissores ainda precisam provar segurança e eficácia em humanos.
Acesso a dados: bases fechadas ainda limitam parte do potencial dos modelos.
Doenças negligenciadas: áreas com pouco investimento podem ser as maiores beneficiadas pela triagem acelerada.

Na prática, o que a IA oferece hoje não é uma cura instantânea, mas uma nova velocidade para a ciência. E, em campos nos quais o tempo costuma significar sofrimento, progressão da doença e morte, acelerar a descoberta pode ser o primeiro passo para mudar o destino de milhares de pacientes.

Fonte: BBC Brasil

Produção animal e o erro invisível que prejudica sua fazenda

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Produção animal pode estar perdendo desempenho todos os dias por falhas que parecem pequenas, mas pesam diretamente no resultado da fazenda.

No RuralCast, os especialistas Dayane Peacher e Bruno explicam como gestão rural, qualidade da água, sanidade e manejo interferem diretamente na produção animal, no ganho de peso, na reprodução e no lucro do produtor.

▶️ Ative o som e assista ao episódio completo

Entenda por que água ruim, falta de gestão e doenças silenciosas podem estar derrubando a produtividade da sua propriedade.

Produção animal exige atenção ao que o produtor não vê

Um dos principais alertas do episódio é que muitos prejuízos começam em detalhes ignorados no dia a dia da fazenda. O que parece rotina simples pode esconder perda de desempenho, redução de produtividade e falhas que se acumulam sem chamar atenção imediata.

Gestão rural ainda é um dos maiores gargalos

Durante a conversa, os especialistas explicam que muitos produtores ainda não acompanham indicadores básicos da propriedade. Sem controle claro de números, metas e desempenho, a gestão enfraquece decisões importantes e compromete o resultado final da atividade.

Água de má qualidade também pesa no lucro

A qualidade da água aparece no episódio como um fator decisivo dentro da produção animal. Além de afetar o ganho de peso, ela pode favorecer riscos sanitários e ampliar perdas silenciosas que nem sempre entram na conta do produtor, mas impactam diretamente a rentabilidade.

Doenças silenciosas preocupam no campo

Outro ponto forte da entrevista é o alerta para doenças reprodutivas e infecciosas que seguem presentes em propriedades rurais. O episódio mostra como esses problemas podem comprometer reprodução, produtividade e estabilidade do sistema sem sinais evidentes logo no início.

Prevenção, manejo e assistência fazem diferença

Ao longo da conversa, os convidados reforçam que melhorar a produção animal depende de olhar com mais atenção para gestão, prevenção, rotina sanitária e manejo correto dentro da propriedade. A proposta é tratar a fazenda como empresa e agir antes que o prejuízo cresça.

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Para mais informações oficiais sobre sanidade e defesa agropecuária, veja também conteúdos do Ministério da Agricultura.

Mineração em Rondônia e o potencial ainda não explorado

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Mineração em Rondônia é um tema estratégico para o futuro do estado, mas ainda cercado por gargalos de infraestrutura, falta de processamento local e ausência de planejamento técnico de longo prazo.

No PodRondônia Podcast Engenharia, o presidente do CREA Rondônia, Edison Rígoli, entrevista o geólogo e engenheiro geólogo Renato Muzzolon, que analisa a trajetória da mineração no estado, fala sobre cassiterita, terras raras, rejeitos minerais e mostra por que Rondônia ainda explora menos do que poderia.

▶️ Ative o som e assista ao episódio completo

Entenda por que o estado pode gerar mais emprego, renda e desenvolvimento se agregar valor à própria riqueza mineral.

Quem é Renato Muzzolon

Durante a conversa, Renato relembra a formação em geologia no Paraná, a chegada a Rondônia em 1980 e a longa atuação no setor mineral. Com mais de quatro décadas de experiência, ele participou de operações ligadas à cassiterita e acompanhou transformações importantes da mineração regional.

Bom Futuro e a história da cassiterita

O episódio retoma a evolução da exploração mineral em Rondônia, com destaque para a cassiterita e para o papel histórico de Bom Futuro. Renato explica como a atividade ajudou a movimentar a economia regional e como o modelo local se tornou uma experiência singular de convivência entre diferentes perfis de produtores.

Rondônia ainda exporta valor bruto

Um dos principais pontos da entrevista é o alerta de que Rondônia continua vendendo matéria-prima sem avançar o suficiente em processamento, tecnologia e agregação de valor. Para o convidado, esse modelo limita empregos, arrecadação e desenvolvimento industrial no próprio estado.

Terras raras e rejeitos podem mudar o jogo

Renato também destaca que rejeitos minerais antes descartados podem concentrar novas oportunidades econômicas. Ele cita a presença de elementos estratégicos, como terras raras, além de outros minerais que poderiam ser melhor aproveitados com investimento técnico e estrutura adequada.

Logística e falta de quadros técnicos travam avanços

Além do potencial geológico, o episódio chama atenção para obstáculos práticos. Entre eles estão o alto custo logístico, a dificuldade de atrair investimentos industriais e a escassez de profissionais especializados para pensar e executar projetos de longo prazo no setor mineral.

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Para mais informações oficiais sobre mineração e regulação do setor, veja também conteúdos da Agência Nacional de Mineração.

Implante dentário dói Dr José Leozir explica mitos

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Implante dentário dói é uma das dúvidas mais comuns de quem sonha em voltar a mastigar bem, sorrir com segurança e recuperar a autoestima.

No PodRondônia, a jornalista Rosângela Cândido entrevista o cirurgião-dentista José Leozir Pedroso Júnior, que explica mitos sobre implantes, fala de trauma facial, sono, respiração e mostra como a odontologia vai muito além da estética.

▶️ Ative o som e assista ao episódio completo

Entenda por que saúde bucal pode influenciar mastigação, sono, autoconfiança e qualidade de vida.

Quem é Dr José Leozir

Durante a conversa, o especialista relembra a formação no Paraná, a mudança para Rondônia e a residência em cirurgia buco-maxilo-facial no Hospital Regional de Cacoal. Ele afirma que a experiência hospitalar foi decisiva para a construção da carreira e para o atendimento de casos complexos na face.

Implante dentário dói mesmo

Ao responder a pergunta que dá título ao episódio, o cirurgião afirma que esse é um dos maiores mitos do consultório. Segundo ele, o procedimento é feito com anestesia e, em muitos casos, com sedação, o que reduz desconfortos e permite recuperação tranquila quando o paciente segue corretamente as orientações.

O especialista também explica que o implante funciona como um suporte fixado no osso para devolver dentes perdidos, ajudando a melhorar mastigação, fala e autoconfiança.

Odontologia vai além da estética

O episódio reforça que a saúde bucal interfere diretamente em outras áreas do organismo. José Leozir cita apneia do sono, ronco, dificuldade respiratória, infecções e alterações faciais como sinais que exigem atenção. Para ele, não se trata apenas de sorriso bonito, mas de função, respiração e qualidade de vida.

Infecções bucais podem se tornar graves

Outro ponto forte da entrevista é o alerta sobre infecções odontológicas. O dentista explica que um problema bucal sem tratamento pode evoluir para regiões mais profundas, atingir vias aéreas e, em alguns casos, gerar complicações sistêmicas importantes.

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Para mais informações oficiais sobre saúde bucal e prevenção, veja também conteúdos do Ministério da Saúde.

De vereador a prefeito Adailton Fúria revela trajetória em Rondônia

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Adailton Fúria abre o jogo sobre a própria trajetória política em Rondônia e relembra como saiu de uma juventude sem berço político para se tornar prefeito de Cacoal com votações históricas.

No episódio, o gestor fala sobre as primeiras disputas eleitorais, a construção do próprio nome na política, decisões polêmicas durante a pandemia e a visão que defende para uma nova forma de gestão pública no estado.

▶️ Ative o som e assista ao episódio completo

Entenda como Adailton Fúria construiu a própria trajetória e por que se tornou um dos nomes mais debatidos da política rondoniense.

Da Câmara de Vereadores à Prefeitura de Cacoal

Durante a entrevista, Adailton Fúria afirma que não veio de família tradicional da política e que precisou construir espaço com atuação própria. Ele relembra que foi eleito vereador ainda jovem, enfrentando resistência em um ambiente marcado pelo tradicionalismo local.

Segundo ele, a área da saúde foi um dos principais pilares da atuação como vereador e acabou se tornando a base da projeção política que o levou à disputa pela Prefeitura de Cacoal. Depois disso, vieram a candidatura a prefeito em 2016, a eleição para deputado estadual em 2018 e, mais tarde, a vitória para prefeito.

Pandemia virou ponto central da gestão

Um dos trechos mais fortes do episódio é quando o prefeito relata a decisão de manter o comércio aberto durante a pandemia, mesmo em confronto com decretos estaduais. Ele afirma que Cacoal abriu hospital de campanha em 12 dias, reuniu apoio empresarial e colocou em prática ações de controle que, segundo ele, ajudaram a sustentar juridicamente a posição do município.

Fúria também cita ações como desinfecção de ruas, uso de agentes comunitários de saúde, fiscalização e vacinação em sistema drive-thru, destacando que a estratégia buscava equilibrar saúde pública e atividade econômica.

Saúde pública como marca política

Na conversa, o prefeito sustenta que uma das maiores entregas da gestão foi o fortalecimento da saúde municipal. Ele destaca o hospital municipal, a maternidade revitalizada, a humanização no atendimento e a estrutura que, segundo ele, passou a servir como referência regional.

Ao defender esse modelo, Fúria afirma que saúde pública eficiente depende de gestão, estrutura, profissionais e capacidade de decisão. Para ele, esse foi um dos pontos que mais consolidaram sua imagem política em Cacoal.

Visão de gestão e futuro político

Ao longo do episódio, Adailton Fúria também fala sobre infraestrutura, saúde regionalizada, apoio ao pequeno produtor, segurança pública e geração de emprego. O discurso reforça a imagem de um político que tenta se posicionar como representante de uma nova geração, com linguagem direta, foco em resultado e forte identificação com o interior de Rondônia.

Mais do que uma entrevista sobre passado, o conteúdo também funciona como uma vitrine de posicionamento político para o cenário que se aproxima em Rondônia.

Leia também

Para acompanhar informações institucionais sobre eleições e gestão pública no país, veja também o portal do Tribunal Superior Eleitoral.

Do zero ao agro Michelly Krause revela trajetória no Norte

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Michelly Krause revela no PodRondônia como uma trajetória marcada por trabalho precoce, fé e resiliência ajudou a construir um dos grupos mais fortes do agro em Rondônia.

No episódio apresentado por Tonni Geovanni, a diretora executiva do Frigorífico Krause conta como saiu de uma vida simples, enfrentou dificuldades reais e participou da construção de um grupo que hoje reúne frigorífico, confinamento, logística, fazendas e rodeio.

▶️ Ative o som e assista ao episódio completo

Entenda o que separa quem apenas sonha de quem decide construir no agro.

Quem é Michelly Krause

Michelly conta que veio de Marabá, no Pará, e começou a trabalhar aos 12 anos ao lado do pai, em uma loja de parafusos. Mais tarde, já em Rondônia, viveu de perto a rotina do campo, passou pela fase do leite e seguiu com o marido para compra e venda de gado.

Do início simples ao crescimento do grupo

Na conversa, a empresária relata que o frigorífico começou com um abate de 20 cabeças e, com o tempo, avançou até vender para fora do estado com o selo CISB. Ela também afirma que hoje a operação atende cerca de 150 colaboradores diretos.

Negócios que giram juntos

O episódio mostra que o grupo se apoia em várias frentes conectadas, como frigorífico, confinamento, fazendas, caminhões e companhia de rodeio, em uma engrenagem familiar voltada ao agro.

A mensagem central do episódio

Mais do que falar de negócios, Michelly reforça no podcast que a trajetória dela foi construída com persistência, humildade e decisão. Ao final, deixa uma mensagem direta para jovens e mulheres que querem empreender: não desistir, manter a fé e seguir em frente mesmo diante das dificuldades.

Leia também

Para conhecer mais ações de empreendedorismo e desenvolvimento no estado, veja também conteúdos do Sebrae.

10 filmes e séries cristãos para ver na Páscoa

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Filmes e séries cristãos na Páscoa com montagem de capas e The Chosen ao centro
Montagem reúne cinco produções cristãs com The Chosen centralizado para ilustrar sugestões de obras para assistir na Páscoa.

Filmes e séries cristãos na Páscoa ganham destaque no feriado por unirem fé, reflexão e entretenimento em um período marcado pela lembrança da morte e ressurreição de Jesus. Para muitos cristãos, essas produções ajudam a viver a data com mais significado. Já para outros públicos, funcionam como histórias de forte apelo humano, espiritual e emocional.

Uma seleção publicada pela Exame reuniu dez títulos que vão do clássico Ben-Hur, de 1959, até a série The Chosen, um dos maiores fenômenos recentes do audiovisual cristão. A lista combina épicos, dramas históricos e produções mais contemporâneas, com opções espalhadas por plataformas populares de streaming.

Painel rápido
10
títulos reunidos para o feriado
Recorte
1959–2023
do épico clássico às obras recentes
Streaming
Várias opções
Netflix, Prime Video, Apple TV e mais

Por que filmes e séries cristãos na Páscoa voltam à busca do público

O interesse por filmes e séries cristãos na Páscoa cresce porque a data favorece conteúdos ligados à espiritualidade, ao sacrifício, ao perdão e à esperança. Além disso, a presença dessas obras em plataformas conhecidas facilita a escolha de quem quer montar uma programação temática em casa.

Na lista, há títulos centrados diretamente na vida de Jesus, como A Paixão de Cristo, O Filho de Deus e O Jovem Messias. Também aparecem produções que ampliam esse universo, como Paulo, Apóstolo de Cristo, Maria Madalena e A Cabana, cada uma com foco diferente dentro da experiência cristã.

Destaque editorial
The Chosen se consolidou como uma das produções cristãs mais populares da atualidade.
A série aparece como principal nome contemporâneo da lista por sua abordagem mais humana e acessível de Jesus.
Obra em evidência
The Chosen
A série está disponível em múltiplas plataformas e segue como principal referência recente do gênero.

Os 10 filmes e séries cristãos na Páscoa e onde assistir

O principal atrativo da seleção é a praticidade. Abaixo, estão os dez títulos, com ano de lançamento e as plataformas indicadas para assistir. O bloco ajuda quem procura filmes e séries cristãos na Páscoa a comparar opções rapidamente e decidir o que ver durante o feriado.

Guia completo
Os 10 filmes e séries cristãos da lista
Veja onde assistir cada produção durante a Páscoa
Título
Onde assistir
The Chosen
Netflix, Amazon Prime Video, app oficial The Chosen e site oficial
A Paixão de Cristo
Amazon Prime Video e Apple TV (aluguel ou compra)
Ressurreição
HBO Max, Apple TV e Amazon Prime Video (aluguel ou compra)
O Filho de Deus
Netflix e Amazon Prime Video
Paulo, Apóstolo de Cristo
Netflix e Amazon Prime Video
O Jovem Messias
Amazon Prime Video e Apple TV
Maria Madalena
Netflix e Amazon Prime Video
A Cabana
Netflix e Amazon Prime Video
Desaparecido – Uma História de Ressurreição
Amazon Prime Video (catálogo ou aluguel) e Apple TV
Ben-Hur
Amazon Prime Video, Apple TV e Google Play Filmes 

Como escolher entre os filmes e séries cristãos na Páscoa

Quem quer uma experiência mais intensa pode começar por A Paixão de Cristo ou Ressurreição. Para ver em família, O Filho de Deus e The Chosen tendem a ser escolhas mais acessíveis. Já quem prefere uma abordagem mais contemporânea pode optar por A Cabana ou Desaparecido.

No conjunto, os filmes e séries cristãos na Páscoa oferecem caminhos diferentes para viver o feriado com mais reflexão. A variedade de estilos, épocas e plataformas ajuda a explicar por que esse tipo de conteúdo segue em alta todos os anos.

Fonte: Exame

Edital de R$ 150 milhões vai financiar projetos da agricultura familiar

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Edital da agricultura familiar mostra produção rural com grãos em destaque e trabalhador no campo
Imagem de capa mostra produção rural em pequena propriedade, reforçando o foco do edital da agricultura familiar em inovação e sustentabilidade.

O edital da agricultura familiar abriu uma nova oportunidade para instituições de pesquisa e tecnologia desenvolverem soluções voltadas à produção sustentável de alimentos no Brasil. A chamada pública foi lançada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação em parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos e prevê investimento total de R$ 150 milhões para propostas que fortaleçam pequenos produtores, incentivem a inovação no campo e valorizem o uso sustentável da biodiversidade brasileira.

As inscrições começaram em 31 de março e seguem até 19 de junho. Podem participar universidades, institutos de pesquisa e centros tecnológicos públicos ou privados de todo o país. Um dos pontos mais relevantes para a região é que pelo menos 30% dos recursos serão destinados a projetos das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, o que aumenta a visibilidade e a competitividade de propostas formuladas em estados como Rondônia dentro do edital da agricultura familiar.

Investimento
R$ 150 mi
valor previsto para apoiar projetos de pesquisa e inovação no campo
Prazo
19 de junho
data final para envio das propostas pelas instituições
Recorte regional
30%
dos recursos irão para Norte, Nordeste e Centro-Oeste

Como o edital da agricultura familiar foi dividido

A chamada foi estruturada para financiar soluções com aplicação prática. O foco não está apenas em pesquisa teórica, mas em propostas capazes de melhorar a produção, ampliar a eficiência das pequenas propriedades e incentivar modelos mais sustentáveis no campo. Segundo o edital, a ideia é apoiar projetos que ajudem a agricultura familiar, a pesca e a produção de alimentos com base em inovação e conhecimento científico, reforçando o alcance do edital da agricultura familiar.

Agricultura familiar em área de produção rural usada para ilustrar edital do MCTI de R$ 150 milhões.
Produção rural em área de agricultura familiar ilustra a chamada pública do MCTI que destina R$ 150 milhões a projetos sustentáveis.

O edital da agricultura familiar contempla quatro áreas principais. Duas delas podem receber até R$ 50 milhões cada: bioinsumos e produção agroecológica e orgânica. As outras duas frentes terão até R$ 25 milhões cada: soluções digitais para pequenas propriedades e criação de peixes nativos. A distribuição dos recursos mostra uma tentativa de equilibrar sustentabilidade, tecnologia e fortalecimento produtivo em diferentes frentes do setor rural.

Linha do tempo da chamada
30 e 31 de março
Seminário em Fortaleza apresentou os detalhes da chamada e marcou o início do projeto Agricultura Biossalina.
31 de março
Prazo oficial de inscrições foi aberto para universidades, institutos e centros tecnológicos.
19 de junho
Encerramento do período para envio dos projetos que disputarão os recursos.

Quem pode participar e por que Rondônia entra no radar

Podem participar instituições públicas e privadas que atuam com pesquisa e tecnologia. Isso inclui universidades, institutos de pesquisa e centros tecnológicos de diferentes perfis. O desenho da chamada amplia o alcance do edital da agricultura familiar, porque permite que propostas surjam de ambientes acadêmicos, científicos e técnicos com capacidade de transformar conhecimento em soluções úteis para o cotidiano da agricultura familiar.

Para Rondônia e outros estados do Norte, o destaque está na reserva regional prevista no edital. Ao direcionar ao menos 30% dos recursos para Norte, Nordeste e Centro-Oeste, a chamada aumenta a chance de financiamento para projetos ligados à realidade produtiva dessas regiões. Essa decisão é relevante porque aproxima o recurso das áreas onde a agricultura familiar, a biodiversidade e a necessidade de inovação têm peso direto sobre a economia local e a segurança alimentar.

O objetivo da medida
“O objetivo é apoiar projetos que tragam soluções para melhorar a produção, fortalecer pequenos produtores e usar a biodiversidade brasileira de forma sustentável.”
Diretriz apresentada na chamada pública do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Os detalhes da chamada foram apresentados durante seminário realizado em Fortaleza, com participação de cerca de 150 pessoas entre convidados, autoridades e palestrantes. O evento também marcou o início do projeto Agricultura Biossalina, desenvolvido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação em parceria com a Embrapa, a Universidade Federal do Rio Grande e a Fundação Arthur Bernardes. O contexto reforça que o edital da agricultura familiar não surge de forma isolada, mas dentro de uma estratégia mais ampla de incentivo à pesquisa aplicada no campo.

O que esse financiamento pode gerar na prática

Ao combinar bioinsumos, produção orgânica, digitalização de pequenas propriedades e criação de peixes nativos, o edital da agricultura familiar sinaliza uma agenda voltada à inovação com resultado concreto. A intenção é estimular soluções que possam melhorar rotinas de produção, ampliar eficiência, reduzir impactos ambientais e criar novas alternativas econômicas para cadeias produtivas ligadas aos pequenos produtores.

Isso tende a ter peso especial em regiões com grande presença de agricultura familiar e forte diversidade biológica. O fato de os recursos não precisarem ser devolvidos também eleva o interesse das instituições, porque reduz barreiras financeiras para a apresentação de propostas robustas. Em vez de apenas apoiar estudos desconectados da realidade, a chamada tenta aproximar ciência, tecnologia e produção rural de forma mais direta.

Por que isso importa
O edital mira problemas reais do campo
A chamada foi desenhada para apoiar inovação com aplicação prática, especialmente em áreas onde pequenos produtores dependem de tecnologia, sustentabilidade e melhor aproveitamento da biodiversidade.
Efeito esperado
Mais competitividade para projetos do Norte, incentivo à pesquisa aplicada, apoio à produção sustentável e maior chance de transformar conhecimento técnico em resultado concreto para propriedades de menor escala.

Com inscrições abertas até 19 de junho, o edital da agricultura familiar entra no radar de instituições que já trabalham com pesquisa, extensão tecnológica e inovação rural. Para o Norte, a chamada combina verba não reembolsável, foco em sustentabilidade e reserva regional, formando uma oportunidade concreta para tirar projetos estruturantes do papel.

 

Fonte: G1

Piso de 3 mil para garis avança e chega ao Senado

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piso nacional dos garis avança no Senado
Montagem editorial mostra garis em atividade de limpeza urbana diante de cenário que remete ao Senado, destacando o avanço da proposta.

O piso nacional dos garis avançou no Congresso Nacional após a proposta ser considerada aprovada pela Câmara dos Deputados e seguir para análise do Senado. O texto estabelece remuneração mínima de R$ 3.036 para profissionais da limpeza urbana, além de adicional de insalubridade de 40% e jornada reduzida. A medida atinge uma categoria que desempenha um trabalho essencial nas cidades e que, hoje, ainda convive com forte desigualdade salarial em várias regiões do país.

A proposta também abre espaço para benefícios como vale-alimentação e plano de saúde. Na prática, o projeto amplia a proteção trabalhista de quem atua diariamente na varrição de ruas, na coleta de resíduos, no acondicionamento do lixo e no encaminhamento do material para aterros ou reciclagem. Com isso, o piso nacional dos garis passa a ser tratado como uma resposta legislativa à importância social e ao desgaste físico da atividade.

O que muda para os garis
Piso proposto
R$ 3.036
Insalubridade
40%
Tramitação
Senado 

Piso nacional dos garis pode elevar renda da categoria

Segundo o texto, o impacto será direto sobre milhares de trabalhadores responsáveis por manter a limpeza urbana em funcionamento. A proposta alcança desde a varrição até a coleta e o destino final dos resíduos públicos. Em um cenário no qual o salário médio atual dos garis varia entre R$ 1.600 e R$ 2 mil, conforme a região e a empresa contratante, o novo valor representa aumento expressivo para boa parte da categoria.

Em alguns casos, a mudança poderá significar remuneração praticamente dobrada. Esse efeito ajuda a explicar a relevância do tema no debate público. O piso nacional dos garis, além de estabelecer um valor mínimo unificado, tenta reduzir disparidades regionais e garantir uma referência mais estável para profissionais submetidos a rotina pesada, exposição constante a resíduos e riscos à saúde.

O que o projeto prevê além do salário

O Projeto de Lei 4146/20 não trata apenas do valor da remuneração. O texto também prevê adicional de insalubridade de 40% e jornada reduzida, além da possibilidade de benefícios como vale-alimentação e plano de saúde. O conjunto reforça a ideia de que o trabalho dos garis não deve ser analisado somente pela ótica salarial, mas também pelas condições em que ele é executado diariamente.

Essa combinação amplia a proteção social da categoria. Ao defender o piso nacional dos garis, a proposta reconhece que a limpeza urbana é indispensável para o funcionamento das cidades, para a saúde pública e para a própria dignidade dos espaços coletivos. Trata-se, portanto, de uma mudança que envolve renda, valorização profissional e melhores condições de trabalho.

Caminho do projeto até entrar em vigor
1. Aprovação na CCJ
O projeto passou pela Comissão de Constituição e Justiça em caráter conclusivo.
2. Câmara conclui a etapa
Sem recurso para votação em Plenário, a matéria foi considerada aprovada pela Câmara dos Deputados.
3. Senado analisa o texto
Agora a proposta segue para nova avaliação no Senado Federal.
4. Sanção presidencial
Se aprovado pelos senadores, o projeto ainda dependerá da sanção do presidente para virar lei. 

Quais são os próximos passos no Senado

Depois de vencer a etapa na Câmara, o texto agora entra em nova fase no Senado. Caso os senadores aprovem a proposta, ela seguirá para a sanção presidencial. Só após essa etapa e a publicação no Diário Oficial da União a nova regra poderá entrar em vigor.

O percurso ainda exige atenção porque o piso nacional dos garis depende da conclusão de toda a tramitação legislativa. Mesmo assim, a chegada ao Senado representa avanço importante para um projeto que ganhou força justamente por abordar uma categoria historicamente pouco valorizada, apesar da função essencial que exerce nas cidades brasileiras.

Quando o novo piso poderá valer

De acordo com a tramitação descrita no texto-base, a mudança só passa a produzir efeitos após a aprovação no Senado e a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em seguida, será necessária a publicação oficial. Somente depois desse rito o novo valor poderá ser aplicado. A expectativa mencionada é de que isso ainda possa ocorrer neste ano, caso não haja atrasos no processo.

Até lá, o debate sobre o piso nacional dos garis segue concentrado no impacto prático da proposta: melhor remuneração, compensação pelo risco ocupacional e ampliação de direitos. Em um setor essencial para a rotina urbana, o avanço do projeto coloca no centro da discussão o reconhecimento de quem mantém ruas e espaços públicos em funcionamento todos os dias.

Quanto o projeto pode mudar na renda
Faixa atual
R$ 1,6 mil a R$ 2 mil
Valor médio hoje varia conforme região do país e empresa contratante.
Nova referência proposta
R$ 3.036
O novo piso pode elevar de forma expressiva a renda da categoria em várias regiões. 

A discussão no Senado deve definir se essa mudança avançará até a sanção presidencial. Para a categoria, o projeto representa mais do que um reajuste: ele simboliza reconhecimento institucional para trabalhadores que lidam diariamente com esforço físico intenso, exposição insalubre e uma função indispensável para a vida urbana.

 

Sarampo volta a preocupar, mas Brasil ainda pode evitar novos surtos

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retorno do sarampo ao Brasil e vacinação como prevenção
Aplicação de vacina reforça o alerta para ampliar a cobertura vacinal e evitar a reintrodução do sarampo no país.

O retorno do sarampo ao Brasil voltou a acender o alerta entre profissionais da saúde após o registro de 38 casos da doença em 2025 e de dois novos episódios em 2026, todos associados à importação do vírus. Embora os números ainda estejam longe de um surto de grande escala, eles mostram que o país continua exposto à reintrodução da enfermidade em meio à circulação crescente do sarampo em outras partes das Américas.

O cenário preocupa porque o Brasil ainda não atingiu a meta de 95% de cobertura para as duas doses da vacina tríplice viral, considerada essencial para interromper a transmissão. Além disso, o aumento expressivo de casos no continente e a entrada frequente de viajantes vindos do exterior reforçam a necessidade de vigilância constante, resposta rápida a suspeitas e ampliação da imunização para evitar que a doença volte a circular de forma sustentada no país.

Números que preocupam
38
casos de sarampo registrados no Brasil em 2025, entre adultos e crianças
2
casos confirmados em 2026, todos classificados como importados
95%
é a meta de cobertura para as duas doses da tríplice viral ainda não atingida 

Por que o retorno do sarampo ao Brasil exige atenção imediata

A preocupação cresce porque a doença avançou de forma intensa no continente. De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde, entre 2025 e a segunda semana de 2026 foram confirmados 15.922 casos de sarampo nas Américas, volume 32 vezes maior do que o observado em 2024. Quase 95% desses episódios se concentraram nos Estados Unidos, México e Canadá, países que vão sediar a próxima Copa do Mundo, em junho de 2026.

Esse contexto amplia o desafio para o Brasil. A estimativa é que o torneio reúna cerca de 7 milhões de pessoas, incluindo milhares de brasileiros, o que aumenta a circulação internacional e reforça a necessidade de prevenção. Além disso, a Bolívia, apontada como origem dos casos recentes registrados em território brasileiro, aparece na quarta posição entre os países com maior incidência no ranking citado no texto-base.

As três frentes que podem impedir novos surtos

Para conter o retorno do sarampo ao Brasil, a resposta passa por três eixos centrais: ampliar a vacinação, fortalecer a vigilância epidemiológica e agir rapidamente diante de qualquer caso suspeito. O texto destaca que houve avanço nas ações do Ministério da Saúde nos últimos anos, com campanhas de multivacinação, atualização da caderneta de crianças e adolescentes, busca ativa por não vacinados, vacinação em escolas e reforço da comunicação com linguagem mais próxima do público jovem.

três frentes para impedir novos surtos de sarampo no Brasil
Imagem ilustra vacinação, vigilância epidemiológica e proteção coletiva como eixos para evitar novos surtos de sarampo.

Também houve resposta mais ágil em situações concretas. O Programa Nacional de Imunizações manteve por três semanas uma equipe em Campos Lindos, no Tocantins, município que concentrou aproximadamente 60% dos casos de sarampo do país em 2025. A atuação conjunta com equipes locais incluiu identificação de comunicantes e vacinação de bloqueio, estratégia que ajudou a impedir a expansão da cadeia de transmissão. Medidas semelhantes foram adotadas em outros episódios.

Visão da especialista
“Para evitar possíveis surtos e a eventual perda do status de país livre do sarampo, é necessário atuar em três frentes: aumento da vacinação, vigilância epidemiológica e resposta rápida diante de casos suspeitos.”
Mônica Levi — autora do artigo original publicado por The Conversation Brasil

Vacina segue como principal barreira contra a reintrodução

O sarampo já esteve entre as principais causas de mortalidade infantil no Brasil, mas foi controlado de forma progressiva a partir da década de 1990. Depois disso, o país conseguiu eliminar a doença em duas ocasiões: em 2016 e novamente em 2024. Ainda assim, o risco de reintrodução permanece elevado porque o vírus está entre os mais contagiosos do mundo. Segundo o texto-base, uma única pessoa infectada pode transmitir a doença para até 18 pessoas suscetíveis.

Nesse cenário, a imunização continua sendo a principal ferramenta preventiva. O SUS oferece a vacina gratuitamente em duas doses para crianças a partir de 12 meses e para adultos com menos de 30 anos. Já para a faixa etária de 30 a 59 anos, está prevista uma dose. Quem não sabe se foi vacinado ou tem dúvida sobre o esquema completo deve buscar regularizar a situação conforme a idade.

Painel de prevenção
Cobertura vacinal
O país avançou após a pandemia, mas ainda não alcançou a meta de 95% para as duas doses da tríplice viral.
Resposta rápida
Busca de comunicantes e vacinação de bloqueio são medidas decisivas para impedir a expansão da transmissão.
Proteção coletiva
Vacinar-se também protege quem não pode receber a dose, como bebês com menos de 6 meses e imunodeprimidos. 

Mais do que uma proteção individual, a vacina funciona como uma barreira coletiva contra o retorno do sarampo ao Brasil. Esse ponto ganha ainda mais peso quando se considera a proteção de grupos vulneráveis, como crianças menores de 6 meses e pessoas imunodeprimidas, que podem não estar aptas a receber a imunização. Por isso, a regularização do calendário vacinal aparece no texto como medida de cuidado com toda a comunidade.

Mais do que uma proteção individual, a vacina funciona como uma barreira coletiva contra o retorno do sarampo ao Brasil. Esse ponto ganha ainda mais peso quando se considera a proteção de grupos vulneráveis, como crianças menores de 6 meses e pessoas imunodeprimidas, que podem não estar aptas a receber a imunização. Por isso, a regularização do calendário vacinal aparece como medida essencial para frear o retorno do sarampo ao Brasil e proteger toda a comunidade.

O alerta, portanto, não significa inevitabilidade. O retorno do sarampo ao Brasil pode ser evitado se o país conseguir manter vigilância ativa, ampliar a cobertura vacinal e agir com velocidade diante de suspeitas. A experiência recente mostra que, quando há mobilização coordenada, a cadeia de transmissão pode ser interrompida. O desafio agora é transformar esse aprendizado em rotina permanente de prevenção.

O alerta, portanto, não significa inevitabilidade. O retorno do sarampo ao Brasil pode ser evitado se o país conseguir manter vigilância ativa, ampliar a cobertura vacinal e agir com velocidade diante de suspeitas. A experiência recente mostra que, quando há mobilização coordenada, a cadeia de transmissão pode ser interrompida. O desafio agora é transformar esse aprendizado em rotina permanente de prevenção para impedir o retorno do sarampo ao Brasil.

Fonte: G1

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