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Governo americano retira Alexandre de Moraes e esposa da lista da Lei Magnitsky

Alexandre de Moraes é retirado da lista da Lei Magnitsky pelo governo dos Estados Unidos
Governo americano retirou Alexandre de Moraes e sua esposa da lista de sanções da Lei Magnitsky.

O governo dos Estados Unidos retirou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane Barci de Moraes, da lista de sanções da Lei Magnitsky. A decisão de que o governo americano retira Alexandre de Moraes da Lei Magnitsky, divulgada nesta sexta-feira (12), encerra a punição aplicada em julho e, ao mesmo tempo, confirma uma expectativa já trabalhada pelo governo brasileiro nos últimos meses.

Apesar disso, o comunicado oficial americano não apresentou justificativas detalhadas para a retirada. Ainda assim, autoridades brasileiras avaliam o gesto como resultado direto de diálogo diplomático contínuo, conduzido em diferentes níveis institucionais.

Inclusão ocorreu em contexto de tensão política

Em julho, os Estados Unidos incluíram Alexandre de Moraes na lista da Lei Magnitsky durante um período de acentuada tensão política entre os dois países. Naquele momento, o governo americano citava decisões do STF relacionadas ao processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Posteriormente, em setembro, Washington ampliou a medida e incluiu também a esposa do ministro. Diante disso, Moraes reagiu publicamente, classificando a sanção como “ilegal e lamentável”. Além disso, o episódio gerou forte repercussão institucional no Brasil.

Atuação diplomática foi mantida ao longo dos meses

Desde então, o Itamaraty passou a tratar o tema como prioridade permanente. Segundo apuração da GloboNews, o governo brasileiro já havia recebido sinais consistentes de que a retirada poderia ocorrer após o último telefonema entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Além desse contato direto, o Brasil reforçou o diálogo em nível ministerial. O chanceler Mauro Vieira, por exemplo, levou o tema a reuniões com o secretário de Estado americano, Marco Rubio. Paralelamente, o assunto também integrou conversas presidenciais, o que, portanto, fortaleceu a expectativa de solução ainda neste ano.

Retirada da lista devolve direitos ao casal

Com a decisão americana, Alexandre de Moraes e sua esposa deixam de sofrer restrições automáticas impostas pela Lei Magnitsky. Dessa forma, o casal recupera direitos que estavam suspensos, como:

  • Acesso a eventuais bens nos Estados Unidos

  • Liberdade para realizar negócios com cidadãos e empresas americanas

  • Possibilidade de entrada no país sem impedimentos vinculados à sanção

Antes disso, a legislação bloqueava bens e proibia qualquer relação econômica com cidadãos americanos, o que impactava diretamente a vida financeira e institucional dos sancionados.

STF reforçou defesa da soberania nacional

Durante o período da sanção, o Supremo Tribunal Federal divulgou nota oficial em defesa do ministro. No comunicado, a Corte ressaltou a independência do Judiciário brasileiro e, ao mesmo tempo, rejeitou qualquer tentativa de pressão externa.

Segundo o STF, a soberania nacional, assim como a missão constitucional dos magistrados, não admite interferências estrangeiras, sobretudo quando envolvem decisões judiciais internas.

Cenário político e repercussão internacional

A retirada de Alexandre de Moraes da lista da Lei Magnitsky representa um ponto de inflexão nas relações diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos. Nos bastidores, a decisão é interpretada como gesto de distensão, especialmente após meses de desgaste institucional.

Até o momento, o governo americano não indicou se divulgará novas explicações sobre a mudança. Ainda assim, diplomatas avaliam que o episódio reforça o peso da atuação institucional brasileira no cenário internacional, além de sinalizar retomada de diálogo mais estável.

Fonte: G1

Seis anos de salário em dia reforçam responsabilidade fiscal em RO

Seis anos de salário em dia refletem responsabilidade fiscal do governo de Rondônia
Governo de Rondônia mantém salários em dia há seis anos e fortalece a economia estadual.

O governo de Rondônia completa seis anos consecutivos de salários pagos em dia ao funcionalismo público. O resultado reforça a responsabilidade fiscal da atual gestão e o equilíbrio das contas estaduais. Além disso, a regularidade no pagamento impacta diretamente a economia local.

Com os salários em dia, servidores conseguem manter compromissos financeiros, como aluguel, financiamentos e despesas básicas. Dessa forma, o consumo cresce e movimenta o comércio. Como consequência, novos negócios surgem e empregos são gerados em todo o estado.

Economia fortalecida com contas equilibradas

Governo de Rondônia impulsiona cenário econômico positivo no estado

Rondônia ocupa a quarta posição entre os governos mais responsáveis com as finanças no Brasil, segundo o Centro de Liderança Pública (CLP). Mesmo durante a pandemia, o estado manteve o pagamento integral dos salários. Enquanto isso, outras administrações recorreram ao parcelamento da folha.

Além da estabilidade, o governo promoveu melhorias salariais em áreas estratégicas. Saúde, Educação, Segurança Pública e Assistência à Produção Rural foram diretamente beneficiadas. Assim, o funcionalismo passou a contar com maior valorização profissional.

Decisões fiscais garantem estabilidade

O governador Marcos Rocha destaca que o equilíbrio financeiro é resultado de decisões responsáveis. Segundo ele, pagar salários em dia é uma obrigação. No entanto, isso exige planejamento e disciplina na gestão dos recursos públicos.

Por isso, a administração estadual adotou medidas de controle de gastos aliadas ao fortalecimento da economia. Como resultado, o estado manteve as contas organizadas e ampliou a qualidade de vida dos servidores. Ao mesmo tempo, toda a população passou a sentir os efeitos positivos.

Gestão fiscal como política permanente

O secretário de Estado de Finanças, Luís Fernando Pereira da Silva, afirma que Rondônia mantém uma política permanente de gestão fiscal responsável. Essa política busca o equilíbrio entre receitas e obrigações financeiras. Dessa maneira, o estado garante o pagamento pontual dos salários.

Além disso, a disciplina fiscal permite a quitação regular de fornecedores. Também preserva a capacidade de investimento em obras, serviços e programas públicos. Assim, o desenvolvimento econômico segue de forma sustentável.

Medidas que mantêm o caixa no azul

Entre as principais decisões do governo de Rondônia estão:

  • Nota máxima no Teste do Tesouro Nacional, com o recebimento do Selo Nota A (Capag);

  • Controle rigoroso da folha de pagamento, evitando ultrapassar limites legais;

  • Manutenção de fundo de reserva, que assegura liquidez e segurança financeira.

Com essas ações, Rondônia se mantém entre os estados com melhor desempenho fiscal do país.

Mais investimentos e transparência

Com as contas ajustadas, o estado investe acima do mínimo constitucional em Saúde e Educação. Além disso, Rondônia conquistou o Selo Diamante em Transparência Pública, figurando entre os governos mais transparentes do Brasil.

Ao mesmo tempo, medidas como negociação de impostos atrasados e incentivos fiscais atraem novos investimentos. Como consequência, a arrecadação cresce e mais empregos são gerados.

Impacto direto na vida da população

O equilíbrio fiscal alcançado vai além dos números. Ele se reflete em segurança econômica, serviços públicos fortalecidos e mais desenvolvimento. Servidores, empresários e cidadãos sentem esses efeitos no dia a dia.

Assim, ao completar seis anos de salários em dia, Rondônia consolida um modelo de gestão baseado em responsabilidade, planejamento e compromisso com o futuro.

Fonte: Governo de Rondônia

Moraes anula votação da Câmara e determina perda do mandato de Zambelli

Alexandre de Moraes anula decisão da Câmara e determina perda do mandato de Carla Zambelli
Decisão do STF anulou votação da Câmara e determinou a perda imediata do mandato de Carla Zambelli

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou a decisão da Câmara dos Deputados que rejeitou a cassação do mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP). Além disso, o magistrado determinou a perda imediata do mandato da parlamentar.

Segundo Moraes, a votação realizada na noite de quarta-feira (10) violou a Constituição Federal. Para o ministro, a Câmara não tinha competência para deliberar sobre o caso.

STF diz que Câmara deveria apenas cumprir a decisão

Na decisão, Alexandre de Moraes afirmou que somente o Poder Judiciário pode determinar a perda do mandato parlamentar após condenação criminal com trânsito em julgado. Dessa forma, a Câmara deveria apenas formalizar a decisão.

“Cabe à Mesa da Câmara declarar a perda do mandato, por meio de ato administrativo, sem qualquer deliberação política”, afirmou o ministro.

Além disso, Moraes classificou a votação como ato nulo, por desrespeitar os princípios da legalidade, moralidade e impessoalidade.

Moraes manda dar posse ao suplente em até 48 horas

Com a decisão, o ministro determinou que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), dê posse ao suplente de Carla Zambelli em até 48 horas.

Ao mesmo tempo, Moraes solicitou ao ministro Flávio Dino, presidente da Primeira Turma do STF, o agendamento de uma sessão virtual. O colegiado deve analisar a decisão nesta sexta-feira (12).

Câmara manteve mandato por falta de votos

Na votação, a Câmara registrou 227 votos favoráveis à cassação e 110 contrários. No entanto, o número ficou abaixo dos 257 votos necessários para a perda do mandato.

O resultado contrariou a orientação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O colegiado havia rejeitado, por margem estreita, o parecer que defendia a manutenção do mandato.

Zambelli está presa na Itália e aguarda extradição

Carla Zambelli está presa na Itália desde 29 de julho. Ela deixou o Brasil no início de junho e afirma sofrer perseguição política.

A deputada sustenta que a cidadania italiana impediria a extradição. No entanto, especialistas em direito internacional contestam esse argumento.

O Ministério Público italiano já se manifestou favoravelmente à extradição. A audiência que decidirá o caso está marcada para o dia 18 de dezembro.

Entenda a condenação de Carla Zambelli

O STF condenou Carla Zambelli por planejar e coordenar a invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com apoio do hacker Walter Delgatti, em 2023.

De acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), o objetivo era inserir alvarás de soltura falsos e um mandado de prisão forjado contra o ministro Alexandre de Moraes.

Delgatti confessou o crime e recebeu pena de oito anos e três meses de prisão. Zambelli nega envolvimento e afirma que a acusação se baseia apenas no depoimento do hacker.

Deputada acumula outra condenação na Justiça

Além desse processo, a Justiça condenou Carla Zambelli por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal. A pena é de cinco anos e três meses de prisão, em regime semiaberto, além de multa.

Nesse caso, a perda do mandato ainda depende do trânsito em julgado.

Decisão amplia tensão entre STF e Congresso

A decisão de Alexandre de Moraes aumentou a tensão entre o Supremo Tribunal Federal e setores do Congresso Nacional. Ainda assim, juristas avaliam que o ministro seguiu o entendimento consolidado da Corte.

Agora, a expectativa se volta para a posição da Primeira Turma do STF e para a reação da Câmara dos Deputados nos próximos dias.

Fonte: BBC Brasil

Receita de pudim de panetone para a ceia de Natal

Pudim de panetone com calda caramelizada servido como sobremesa de Natal
Pudim de panetone reaproveita sobras e vira sobremesa clássica da ceia natalina.

O pudim de panetone se consolida como uma alternativa prática e saborosa para quem busca uma sobremesa clássica no Natal. Além disso, a receita aproveita sobras do panetone, o que reduz desperdícios e valoriza ingredientes típicos da época festiva

Receita fácil de sobremesa…

Enquanto muitas sobremesas exigem preparo complexo, essa versão se destaca pela simplicidade. Dessa forma, o doce se torna acessível até para quem não tem tanta experiência na cozinha.

Pudim de panetone une tradição e reaproveitamento

O uso do panetone, seja tradicional ou de chocolate, garante uma textura macia e um sabor marcante. Além disso, a canela intensifica o aroma e reforça a identidade natalina da sobremesa.

Ao mesmo tempo, a receita permite variações conforme o gosto da família. Assim, é possível adaptar ingredientes sem comprometer o resultado final. Por isso, o pudim agrada diferentes paladares e idades.

Ingredientes do pudim de panetone

Para facilitar o preparo, os ingredientes são simples e fáceis de encontrar:

  • 2 xícaras e meia de leite integral

  • 1 lata de leite condensado

  • 1 colher de sopa de manteiga

  • 3 ovos

  • Canela a gosto

  • Sobras de panetone

Para a calda:

  • 1 xícara de açúcar

Como preparar o pudim de panetone

Primeiramente, bata no liquidificador o leite, o leite condensado, a manteiga, os ovos e a canela até obter um creme homogêneo. Em seguida, prepare a calda, caramelizando o açúcar diretamente na forma de pudim.

Depois disso, corte o panetone em fatias finas e forre as laterais e o centro da forma, pressionando levemente. Logo após, despeje o creme por cima, cubra com papel-alumínio e leve ao forno em banho-maria por cerca de 45 minutos.

Por fim, retire do forno, deixe esfriar e leve à geladeira. O ideal, portanto, é desenformar apenas no dia seguinte, garantindo firmeza e melhor textura.

Sobremesa prática para a ceia de Natal

Além de saboroso, o pudim de panetone facilita a organização da ceia. Como pode ser preparado com antecedência, ele reduz o tempo na cozinha no dia da celebração.

Consequentemente, sobra mais tempo para aproveitar o Natal com a família. Ainda assim, o doce mantém o sabor como protagonista da mesa, unindo tradição e praticidade em uma única receita.

Fonte: CNN Brasil

Anvisa proíbe suplemento alimentar da Timeline no Brasil; saiba qual

Anvisa proíbe suplemento alimentar da Timeline no Brasil por falta de registro sanitário
Anvisa proibiu a comercialização do suplemento Mitopure, da marca Timeline, em todo o país

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização de todos os lotes do suplemento alimentar Mitopure, da marca Timeline, no Brasil. Anvisa proíbe suplemento da Timeline no Brasil. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (12) no Diário Oficial da União (DOU) e já está em vigor em todo o território nacional.

De acordo com a Anvisa, o produto não possui registro, notificação nem cadastro junto à agência. Por esse motivo, a legislação brasileira impede a venda de suplementos alimentares sem autorização prévia. Assim, o órgão também vetou a distribuição, a importação, o uso e a divulgação do produto.

Anvisa aponta fabricante desconhecido

Além da ausência de registro, a Anvisa informou que o Mitopure é fabricado por uma empresa considerada desconhecida pelas autoridades sanitárias brasileiras. Nesse contexto, o órgão identificou o descumprimento de regras previstas na legislação sanitária, o que levou à adoção da medida preventiva.

Dessa forma, a fiscalização não se limita apenas aos vendedores. Ela também alcança empresas, pessoas físicas e veículos de comunicação que promovam ou divulguem o suplemento.

Divulgação do suplemento também está proibida

Segundo a resolução publicada no DOU, a Anvisa proibiu qualquer tipo de propaganda ou anúncio do Mitopure. Isso inclui, por exemplo, publicações em sites, redes sociais, plataformas de comércio eletrônico e outros meios digitais.

Além disso, a agência fundamentou a decisão nos dispositivos da Lei nº 6.360/1976, que trata da vigilância sanitária de alimentos e medicamentos. Da mesma maneira, a norma cita a Lei nº 9.782/1999, que define as atribuições legais da Anvisa.

Entenda o que é o Mitopure

O Mitopure é um suplemento alimentar composto por urolitina A. Segundo o fabricante, a substância estaria associada à saúde da função mitocondrial. No entanto, apesar dessas alegações, a Anvisa esclarece que nenhum benefício divulgado substitui a exigência de registro sanitário no Brasil.

Ainda que a Timeline, marca de origem suíça, afirme basear seus produtos em evidências clínicas e patentes internacionais, a legislação brasileira exige autorização específica para comercialização. Portanto, sem esse aval, a venda permanece ilegal no país.

Alerta aos consumidores

Diante da decisão, a Anvisa orienta os consumidores a não comprar nem utilizar o suplemento proibido. Caso encontrem o produto à venda, a recomendação é registrar denúncia junto aos órgãos oficiais de vigilância sanitária.

Por fim, a agência reforça que apenas suplementos devidamente regularizados oferecem segurança ao consumidor. Por isso, verificar a autorização antes da compra é fundamental para evitar riscos à saúde.

Fonte: Metrópoles

Senado avança na PEC que reduz jornada e pode encerrar a escala 6×1

Trabalhadores organizando produtos em farmácia enquanto o debate sobre a escala 6x1 avança no Congresso.
A discussão sobre a jornada de trabalho e a escala 6x1 avança no Senado e mobiliza trabalhadores em todo o país.

A discussão sobre o fim da escala 6×1 ganhou força após a aprovação da PEC 148/2025 na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A proposta reduz a jornada semanal e reorganiza os dias de descanso. O tema mobiliza trabalhadores, setores produtivos e o governo, porque altera diretamente a rotina laboral no país.

PEC aprovada na CCJ segue para votação no plenário

A PEC é assinada pelo senador Paulo Paim (PT-RS) e relatada por Rogério Carvalho (PT-SE). O texto prevê uma redução progressiva da jornada, que passa de 44 para 40 horas no primeiro ano e chega a 36 horas semanais após cinco anos. Além disso, estabelece cinco dias de trabalho e dois de descanso, preferencialmente no sábado e domingo, sem cortar salários.

O relator defendeu que a mudança melhora o bem-estar dos trabalhadores, já que a escala 6×1 intensifica o cansaço e aumenta o risco de acidentes. Para ele, a redução de horas semanais também reorganiza a distribuição de tarefas e reduz a dependência de horas extras.

A votação ocorreu extra-pauta, em decisão simbólica. Parlamentares chegaram a pedir mais tempo de análise, porém o presidente da CCJ lembrou que audiências públicas anteriores já haviam debatido o tema.

Governo Lula apoia a proposta com maior chance de aprovação

O governo vem defendendo uma redução estruturada da jornada. Antes, apoiava a proposta da Câmara. Contudo, decidiu priorizar o texto que está mais adiantado no Senado, já que ele pode avançar de forma mais rápida no Congresso.

Integrantes da Presidência afirmam que a medida favorece o descanso, a qualificação profissional e a vida familiar. Além disso, acreditam que a nova jornada estimula produtividade e equilíbrio social.

Texto da Câmara segue parado e enfrenta resistência

A PEC 8/2025, apresentada pela deputada Erika Hilton (Psol-SP), provocou grande mobilização nas redes sociais, mas encontra dificuldades para avançar. O texto está parado em uma subcomissão especial da Câmara.

O relator, Luiz Gastão (PSD-CE), não propôs o fim da escala 6×1. Em vez disso, sugeriu jornada máxima de 40 horas, restrições ao trabalho no fim de semana e medidas para reduzir custos das empresas. Ele afirmou que a jornada de 36 horas geraria forte impacto financeiro para pequenos negócios.

Entidades do comércio e da indústria reforçam essa preocupação, porque avaliam que setores com margens menores teriam mais dificuldade para se adaptar.

Mobilização nas redes segue pressionando o Congresso

O movimento Pela Vida Além do Trabalho, criado por Rick Azevedo após um vídeo viral, continua mobilizando trabalhadores. Ele defende que a escala 6×1 prejudica a vida pessoal e limita a saúde mental. Com milhões de assinaturas, o grupo pressiona por uma mudança definitiva.

Representantes de empresas reconhecem a legitimidade da pauta, mas pedem uma transição gradual, já que, segundo eles, alguns setores ainda não apresentam ganhos de produtividade suficientes.

O que acontece a partir de agora

Com a aprovação na CCJ, a PEC segue três etapas principais:

  1. Votação no plenário do Senado

  2. Análise e votação na Câmara dos Deputados

  3. Sanção ou veto da Presidência da República

Como o tema impacta setores distintos, o debate deve continuar intenso nas próximas semanas, sobretudo entre sindicatos, empresários e parlamentares.

Fonte: BBC Brasil

Menores de 16 anos terão contas vinculadas aos pais nas redes sociais a partir de 2026

Criança usando celular com fundo digital representando conexão com responsáveis.
Arte mostra criança no celular com ícones que simbolizam a supervisão obrigatória prevista no ECA Digital.

As plataformas digitais precisarão adotar uma nova estrutura de proteção para crianças e adolescentes a partir de março de 2026. A medida surge após anos de debate sobre segurança digital e estabelece que contas de usuários menores de 16 anos deverão ser vinculadas aos perfis de seus responsáveis. Assim, menores terão contas vinculadas aos pais nas redes sociais. Além disso, a lei determina a verificação obrigatória de idade, impedindo que adolescentes apenas declarem ter mais de 18 anos.

Com isso, redes sociais, aplicativos e lojas de download passam a responder de forma mais rígida pela proteção de jovens no ambiente digital. Enquanto isso, especialistas destacam que a mudança tende a reduzir a exposição de menores a conteúdos impróprios e riscos de exploração.

Regras valem para redes sociais, aplicativos e sistemas operacionais

Segundo o Ministério da Justiça, a verificação de idade não poderá mais depender da simples pergunta “Você tem mais de 18 anos?”. Em vez disso, as plataformas deverão adotar métodos que ofereçam maior precisão e segurança, como:

  • análise de comportamento, que estima a faixa etária com base na navegação;

  • envio de selfie, que utiliza reconhecimento facial;

  • envio de documentos oficiais, que confirma a idade exata.

Desse modo, quanto maior o risco associado ao conteúdo, mais rigoroso será o processo de verificação. Além disso, todas as contas pertencentes a menores de 16 anos precisarão, obrigatoriamente, ser vinculadas aos responsáveis, o que facilita a supervisão e a definição de limites.

Por que a vinculação se tornou obrigatória

A proposta busca ampliar a segurança no ambiente digital e envolver as famílias na rotina online dos jovens. Por outro lado, a medida não pretende impedir o acesso dos adolescentes às redes sociais autorizadas para sua idade. O objetivo, segundo autoridades, é garantir acompanhamento adulto, reduzindo riscos sem restringir totalmente a navegação.

A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) também atuará na fiscalização e na análise dos métodos mais adequados para coleta e tratamento das informações utilizadas nos sistemas de verificação. Assim, o processo tende a se tornar mais padronizado e transparente.

Outras medidas do ECA Digital

Além da verificação de idade e da supervisão parental, o ECA Digital determina que plataformas:

  • proíbam loot boxes em jogos com acesso provável de crianças;

  • impeçam publicidade direcionada para crianças e adolescentes;

  • bloqueiem monetização de conteúdos erotizados envolvendo menores;

  • ativem, por padrão, níveis mais altos de proteção;

  • removam e comuniquem rapidamente conteúdos que indiquem exploração, abuso ou aliciamento;

  • publiquem relatórios semestrais de transparência sobre denúncias e moderação.

Apesar disso, especialistas destacam que nenhuma medida funciona isoladamente. Portanto, a aplicação integrada dessas regras é essencial para garantir proteção real.

Educação digital como base

A legislação inclui, ainda, medidas de educação midiática, que buscam incentivar o pensamento crítico das crianças e o uso seguro das tecnologias. Ao mesmo tempo, a orientação familiar continua sendo peça central nesse processo.

Segundo o Ministério da Justiça, a combinação entre tecnologia e participação ativa dos responsáveis tende a resultar em maior segurança e autonomia para os jovens. Por fim, especialistas defendem que o envolvimento dos pais durante a instalação de aplicativos já representa um impacto positivo imediato.

O que muda na prática para pais e adolescentes

Com a nova regra, baixar aplicativos, criar perfis ou acessar determinados conteúdos exigirá participação direta dos responsáveis. Dessa forma, pais e mães poderão acompanhar atividades, estabelecer limites e reforçar a segurança digital dentro e fora de casa.

A mudança, segundo autoridades, busca equilibrar liberdade e proteção, garantindo que adolescentes possam navegar nas redes sociais de forma segura e com apoio familiar.

Fonte: G1

Celular Seguro passa a bloquear aparelhos mesmo sem o app

Celular Seguro permite bloquear celulares roubados mesmo sem o aplicativo instalado.
Arte destaca nova função do Celular Seguro, que libera o bloqueio de aparelhos roubados mesmo sem o app.

O Ministério da Justiça anunciou uma mudança significativa no funcionamento do Celular Seguro. A partir desta atualização, o sistema bloqueia aparelhos sem o app, o que amplia o alcance da plataforma e fortalece a resposta do governo contra o roubo de celulares. Além disso, a mudança facilita o processo para vítimas que não tinham o aplicativo instalado no aparelho no momento do crime.

Durante entrevista à TV Globo, o secretário-executivo Manoel Neto explicou que a função chega para reduzir perdas financeiras e impedir o acesso de criminosos a dados sensíveis. Por isso, o governo afirma que a medida representa um avanço na proteção digital dos usuários.

Como funciona o novo bloqueio remoto

Agora, qualquer pessoa pode iniciar o bloqueio usando outro celular, um tablet ou um computador. Para isso, o usuário deve acessar o site do Celular Seguro e fazer login com sua conta gov.br. Em seguida, precisa informar o número da linha, a data e o horário do roubo. Com esses dados, o sistema envia a solicitação diretamente à operadora, que verifica o CPF e confirma o vínculo com a linha telefônica.
Dessa forma, o Celular Seguro bloqueia aparelhos sem o app, eliminando etapas antigas e tornando a ação mais rápida.

Além disso, o novo fluxo oferece mais agilidade porque o cidadão não depende de cadastro prévio para acionar o alerta. Mesmo quem nunca usou o aplicativo pode iniciar o registro no momento da emergência e prosseguir com o bloqueio imediato.

Regras para o titular da linha

O bloqueio exige que o titular da linha faça o login com o mesmo CPF registrado na operadora. Por esse motivo, a verificação impede tentativas de fraude e garante que apenas o dono do aparelho possa travá-lo.
Além disso, o sistema mantém um prazo de 15 dias para que o usuário registre o roubo e solicite o bloqueio.

Esse conjunto de regras também oferece segurança jurídica ao processo, já que cria uma cadeia de autenticação entre gov.br, operadoras e vítima. Assim, o governo busca evitar o uso indevido da ferramenta.

Mensagens enviadas a celulares roubados

Desde abril, o Celular Seguro envia automaticamente mensagens para aparelhos que receberam alerta de furto, roubo ou extravio. A notificação orienta o usuário a verificar a situação no site da plataforma e seguir as instruções de regularização.

Quando a vítima possui nota fiscal, deve apresentá-la na delegacia. Caso ela não tenha o documento, precisa devolver o telefone às autoridades. Por fim, esse procedimento evita que celulares roubados continuem circulando no mercado irregular.

Impacto direto no combate ao crime

Com a ampliação da ferramenta, o governo espera reduzir a atratividade do roubo de celulares. Como o Celular Seguro bloqueia aparelhos sem o app, os criminosos encontram menos vantagem ao tentar revender dispositivos roubados. Além disso, o travamento rápido evita que aplicativos bancários sejam usados para golpes.

Em consequência, a atualização fortalece a política nacional de segurança digital e reforça o compromisso do Ministério da Justiça com a proteção dos cidadãos.

Fonte: G1

MPF pressiona municípios e amplia adesão ao Sisan em Rondônia

MPF acompanha adesão de municípios de Rondônia ao Sisan para reforçar segurança alimentar
Atuação do MPF impulsiona políticas de segurança alimentar em municípios de Rondônia

Inquérito aponta baixa adesão e motiva ações do MPF

O MPF intensificou a articulação com prefeituras de Rondônia para ampliar a adesão ao Sisan. A medida busca garantir o direito à alimentação adequada e, além disso, reforçar políticas públicas essenciais ao enfrentamento da segurança alimentar.

O trabalho começou após a abertura de um inquérito civil. Na ocasião, o MPF identificou que grande parte dos municípios não participava do Sisan, criado pela Lei nº 11.346/2006. O sistema integra União, estados, municípios e sociedade civil, permitindo maior coordenação das ações. Por isso, o órgão decidiu investigar as causas da baixa adesão.

Em seguida, o MPF enviou ofícios para diversas prefeituras e para a Secretaria Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social (Seas/RO). O objetivo era solicitar informações e, ao mesmo tempo, incentivar a criação das estruturas mínimas exigidas para integrar o sistema.

Machadinho do Oeste estrutura conselhos e avança

Machadinho do Oeste informou que aprovou a Lei Municipal nº 2.704/2025, criando o Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (Comsea) e a Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan). Além disso, técnicos locais participaram da II Capacitação Estadual para Elaboração do Plano de Segurança Alimentar, realizada nos dias 28 e 29 de agosto de 2025.

O município também teve seu cadastro aprovado na Plataforma Adesan, que centraliza o processo de adesão ao Sisan. Dessa forma, Machadinho do Oeste cumpre etapas fundamentais. A prefeitura afirmou que as próximas fases devem ser executadas nos meses seguintes.

Vale do Anari cumpre requisitos e formaliza adesão

Vale do Anari comunicou que aderiu ao Sisan em 2 de dezembro de 2024. Para isso, o município enviou ao MPF todos os documentos exigidos, como o Termo de Adesão, o Termo de Compromisso para elaboração do Plano Municipal de Segurança Alimentar, a portaria de nomeação do conselho e o decreto regulamentador. Além disso, enviou manifestação de interesse no PAA.

O PAA, criado pela Lei nº 14.628/2023, permite a compra de alimentos da agricultura familiar sem licitação. Os produtos são destinados a pessoas vulneráveis e também a instituições públicas. Por isso, o programa é considerado estratégico para apoiar famílias rurais e reduzir a insegurança alimentar.

Porto Velho e Buritis avançam, mas ainda há etapas pendentes

Porto Velho encaminhou ao MPF o Termo de Adesão e o Termo de Compromisso já assinados. Buritis, por sua vez, informou que está na fase final. Os termos foram enviados à Caisan estadual e, agora, falta apenas o cadastro na Plataforma Adesan e a criação formal da Câmara Intersetorial.

Esses avanços mostram que os municípios começam a responder às cobranças do MPF. No entanto, ainda existem etapas importantes para consolidar a adesão plena ao Sisan.

Pendências permanecem em várias cidades

Apesar dos avanços, Alto Paraíso e Jaru enviaram respostas consideradas insuficientes. Além disso, outros municípios — como Theobroma, Governador Jorge Teixeira, Monte Negro, Cujubim, Rio Crespo e Itapuã do Oeste — não responderam aos ofícios encaminhados.

Por essa razão, o MPF prorrogou o inquérito civil. A medida permitirá novas diligências e pedidos de informação, garantindo acompanhamento mais rigoroso da execução das políticas de segurança alimentar.

MPF manterá monitoramento contínuo

O MPF destacou que a efetividade das ações de segurança alimentar depende diretamente da adesão ao Sisan. Portanto, o órgão continuará monitorando cada etapa e cobrando avanços, especialmente em municípios com maior vulnerabilidade social.

O acompanhamento deve permanecer intenso nos próximos meses e, por fim, o MPF reforça que a participação ativa das prefeituras é decisiva para consolidar políticas alimentares permanentes.

Fonte: MPF

Governo de RO reforça segurança do sistema prisional com revistas gerais

Agentes do sistema prisional reforçam a segurança durante revistas gerais em unidades de Rondônia.
Equipe do Gape realiza revistas gerais para ampliar o controle interno nas unidades prisionais de Rondônia.

O Governo de Rondônia intensificou as ações de segurança no sistema prisional entre 19 de novembro e 10 de dezembro. Durante esse período, a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) realizou revistas gerais para reforçar o monitoramento e evitar a entrada de materiais proibidos. As operações foram conduzidas pelo Grupo de Ações Penitenciárias Especiais (Gape), que atua em intervenções táticas e prevenção de riscos.

Como resultado, as equipes identificaram pontos vulneráveis e ampliaram o controle operacional nas unidades. Além disso, a ação fortaleceu a proteção de servidores e internos, especialmente no período de fim de ano, quando o fluxo de inspeções costuma aumentar.

Revistas ampliam prevenção e melhoram o controle interno

Ações ocorreram em onze unidades e integram o planejamento estratégico de prevenção e controle da Sejus

A Sejus mantém um conjunto permanente de medidas de segurança, e as revistas gerais fazem parte dessa rotina. Por isso, as operações seguem um planejamento contínuo e estruturado. Segundo o secretário de Justiça, Marcus Rito, o objetivo é elevar o padrão de segurança e assegurar que todos os protocolos sejam cumpridos.

As ações também reduzem riscos internos, pois permitem a eliminação de objetos proibidos e a reorganização de áreas sensíveis. Dessa forma, o sistema prisional opera com mais estabilidade e previsibilidade. Além disso, as revistas simultâneas aumentam a integração entre as equipes, o que fortalece a gestão preventiva adotada pelo Estado.

Unidades contempladas na operação

A força-tarefa ocorreu em 11 unidades prisionais distribuídas por várias regiões de Rondônia. Assim, o governo garantiu uma cobertura ampla e coordenada. As unidades envolvidas foram:

  • Penitenciária Feminina de Vilhena

  • Centro de Ressocialização Cone Sul

  • Centro de Ressocialização de Ariquemes

  • Cadeia Pública de Cerejeiras

  • Cadeia Pública de Colorado do Oeste

  • Penitenciária Agenor Martins de Carvalho (PRAMC), em Ji-Paraná

  • Penitenciária Estadual Milton Soares de Carvalho

  • Centro de Detenção Provisória de Porto Velho

  • Penitenciária Edvan Mariano Rosendo (Panda)

  • Penitenciária Regional de Nova Mamoré

  • Casa de Detenção de Cacoal

A lista demonstra que as ações ocorreram de forma distribuída. Além disso, reforça o compromisso do Estado com uma política de segurança abrangente e contínua.

Compromisso com a segurança e a gestão prisional

As revistas são essenciais para manter as unidades seguras, organizadas e alinhadas aos direitos e deveres

O governo estadual considera as revistas essenciais para manter o ambiente prisional organizado e seguro. Por isso, as ações de fim de ano incluem medidas adicionais de prevenção. Com esse reforço, o Estado reduz riscos, amplia a segurança e garante estabilidade nas unidades.

Além disso, o planejamento contínuo ajuda a construir um sistema prisional mais eficiente. Como resultado, Rondônia avança na adoção de práticas modernas de gestão e fortalece o trabalho das equipes que atuam diariamente nas unidades.

Fonte: Governo de Rondônia

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