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quinta-feira, abril 23, 2026
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Alerta laranja aponta risco de chuvas intensas em Porto Velho

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Chuva intensa provoca alagamentos em área urbana de Porto Velho durante alerta laranja
Porto Velho entra em alerta laranja devido à previsão de chuvas intensas e ventos fortes até 4 de fevereiro.

A Prefeitura de Porto Velho divulgou um Alerta Laranja para chuvas intensas, válido até o dia 4 de fevereiro, com o objetivo de orientar a população sobre os riscos associados às condições climáticas adversas previstas para o período. O aviso foi emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia e classifica o cenário como de risco moderado a alto.

De acordo com o comunicado, são esperados volumes elevados de chuva, acompanhados de ventos fortes, o que pode provocar alagamentos, quedas de árvores, interrupções no fornecimento de energia elétrica e transtornos no trânsito em diferentes áreas da capital.

Volume de chuva pode chegar a 100 mm por dia

Segundo o aviso meteorológico, as chuvas podem variar entre 30 e 60 milímetros por hora, com acumulado diário de até 100 milímetros. Além disso, os ventos podem atingir velocidades entre 60 e 100 km por hora, aumentando o risco de danos estruturais e ocorrências em áreas urbanas mais vulneráveis.

As condições climáticas adversas exigem atenção redobrada, especialmente em regiões com histórico de alagamentos e em vias com grande fluxo de veículos.

Objetivo do alerta é reduzir riscos e prevenir acidentes

A divulgação do Alerta Laranja tem como principal finalidade prevenir acidentes e reduzir prejuízos materiais, além de preservar a integridade física da população durante o período de instabilidade climática. A prefeitura reforça que acompanhar os avisos oficiais e adotar medidas preventivas são atitudes fundamentais para evitar situações de risco.

Orientações à população durante o período de instabilidade

Entre as recomendações divulgadas estão:

  • Evitar abrigo debaixo de árvores durante rajadas de vento, devido ao risco de quedas e descargas elétricas

  • Não estacionar veículos próximos a torres de transmissão, postes ou placas de propaganda

  • Sempre que possível, desligar aparelhos elétricos e o quadro geral de energia

  • Buscar informações atualizadas junto aos órgãos oficiais de emergência

Canais de emergência seguem em alerta

Em caso de ocorrências relacionadas às chuvas intensas, a população pode acionar os seguintes serviços:

  • Defesa Civil: 199 ou (69) 98473-2112

  • Corpo de Bombeiros: 193

O Alerta Laranja teve início às 00h01 do dia 1º de fevereiro e segue válido até as 23h59 do dia 4 de fevereiro, período em que a Defesa Civil e demais órgãos de atendimento permanecem em atenção para eventuais chamados.

Com ambiente experimental, Anvisa define como vai funcionar o cultivo de cannabis no Brasil

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Planta de cannabis usada para fins medicinais após regulamentação do cultivo pela Anvisa no Brasil
Anvisa publicou novas regras que autorizam o cultivo controlado de cannabis para fins medicinais e científicos no Brasil.

A Anvisa publicou nesta terça-feira (3) um conjunto de resoluções que define, de forma inédita, como vai funcionar o cultivo de cannabis no Brasil. O novo marco regulatório estabelece regras para o plantio controlado da planta no território nacional, cria um ambiente experimental para associações de pacientes e amplia a normatização sobre toda a cadeia da cannabis medicinal, do cultivo ao uso final.

As medidas foram publicadas no Diário Oficial da União e representam a mais profunda reformulação da política regulatória sobre cannabis desde 2019, segundo a própria agência.

O que muda com as novas regras da Anvisa

Até então, a atuação da Anvisa se concentrava na autorização sanitária de produtos à base de cannabis, majoritariamente importados, e na regulamentação da prescrição médica. O cultivo da planta em território nacional não era permitido, o que levou pacientes e associações a recorrerem à Justiça para obter autorizações individuais.

Com as novas resoluções, a agência revoga a norma de 2019 e inaugura um modelo regulatório mais amplo, que passa a prever o plantio controlado da cannabis no Brasil, ainda que restrito a finalidades específicas e sujeito a exigências rigorosas de segurança e fiscalização.

Quem poderá cultivar cannabis no país

As regras distinguem diferentes modalidades de cultivo:

  • Cânhamo industrial: definido como Cannabis sativa L. com teor de THC igual ou inferior a 0,3%, passa a ter o plantio permitido para fins medicinais, farmacêuticos e de pesquisa. Estabelecimentos com autorização especial poderão adquirir sementes, cultivar a planta e fornecer matéria-prima para uso autorizado.

  • Pesquisa científica: universidades, instituições de ciência e tecnologia, órgãos de segurança pública e fabricantes de medicamentos poderão cultivar a planta, inclusive variedades com maior teor de THC, desde que adotem medidas de segurança reforçadas, como videomonitoramento contínuo, controle eletrônico de acesso e registro das imagens por até dois anos.

Caso um lote ultrapasse os limites de THC estabelecidos após análise laboratorial, ele deverá ser destruído, e o ocorrido comunicado à Anvisa em até 48 horas.

Ambiente experimental abre espaço para associações

Uma das principais novidades do pacote é a criação de um ambiente regulatório experimental, conhecido como sandbox. Esse modelo permitirá que a Anvisa teste, por até cinco anos, atividades relacionadas à cannabis desenvolvidas fora do padrão industrial tradicional e em pequena escala.

O objetivo é gerar evidências regulatórias sobre formas alternativas de acesso, como aquelas adotadas por associações de pacientes que produzem e distribuem derivados da planta exclusivamente para seus associados. A participação nesse ambiente dependerá de chamamento público e seleção pela agência.

As regras proíbem publicidade e a comercialização ampla dos produtos nesse modelo experimental. As entidades participantes também deverão se comprometer a se adequar às normas definitivas que venham a ser estabelecidas após o período de testes.

Impacto para pacientes e profissionais de saúde

As resoluções também trazem mudanças relevantes para o uso dos produtos à base de cannabis. A Anvisa passa a permitir concentrações de THC acima de 0,2% em medicamentos destinados exclusivamente ao tratamento de pacientes com doenças debilitantes graves, desde que atendidas exigências adicionais de rotulagem e controle.

Outra novidade é a autorização formal para a prescrição por médicos veterinários, desde que os produtos tenham autorização sanitária e estejam regularizados junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária. Até então, esse uso não estava explicitamente previsto nas normas da agência.

Para as farmácias, a manipulação de fórmulas magistrais com canabidiol isolado foi admitida, mas dependerá de regulamentação complementar específica.

O que não está liberado

Apesar da ampliação das regras, a Anvisa reforça que o novo marco não autoriza o uso recreativo da cannabis, nem o cultivo irrestrito da planta. Todas as etapas previstas nas resoluções — do plantio ao fornecimento dos produtos — exigem autorização prévia, rastreabilidade e fiscalização contínua.

O descumprimento das normas pode resultar na destruição de plantas e produtos, além da aplicação de sanções administrativas.

Próximos passos

Segundo a Anvisa, o novo modelo regulatório busca reduzir a dependência de importações, dar maior previsibilidade ao setor e permitir que o Estado avalie, de forma controlada, diferentes formas de acesso à cannabis medicinal no Brasil. A expectativa é que os dados obtidos durante o período experimental orientem futuras normas definitivas.

O alerta de calor de grande perigo que pode atingir 6,5 milhões de brasileiros

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Pessoa se hidrata sob sol forte durante alerta de calor extremo que atinge milhões de brasileiros
Alerta vermelho do Inmet indica calor de grande perigo em regiões do Sul do país

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta vermelho de grande perigo para uma onda de calor que deve atingir 511 municípios das regiões Sul do Brasil, colocando em risco a saúde de mais de 6,5 milhões de pessoas. O aviso, o mais grave da escala meteorológica, começou a valer nesta terça-feira (3) e segue até sexta-feira (6).

As áreas mais afetadas incluem regiões do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, especialmente no interior dos estados. Capitais como Porto Alegre e Florianópolis também estão dentro da zona de atenção, enquanto áreas litorâneas e Curitiba ficam fora do alerta.

O que significa o alerta vermelho de calor

Segundo o Inmet, o alerta vermelho é emitido quando há situação de grande perigo, com temperaturas máximas pelo menos 5 °C acima da média histórica por um período prolongado, geralmente de cinco dias ou mais. Esse cenário aumenta significativamente o risco de desidratação, exaustão térmica, insolação e agravamento de doenças cardiovasculares e respiratórias.

De acordo com dados do IBGE, a população total dos municípios atingidos ultrapassa 6,5 milhões de habitantes, o que amplia o impacto social e sanitário da onda de calor.

Regiões mais atingidas pela onda de calor

As principais áreas sob alerta incluem:

  • Oeste e norte de Santa Catarina

  • Sudoeste, noroeste, nordeste e centro do Rio Grande do Sul

  • Regiões sudoeste, centro e sudeste do Paraná

Nessas localidades, os termômetros podem registrar temperaturas extremas durante vários dias consecutivos, com sensação térmica ainda mais elevada em função da baixa umidade do ar.

Riscos do calor extremo para a saúde

Especialistas alertam que o calor intenso sobrecarrega o organismo. O corpo tenta se resfriar por meio da transpiração e da dilatação dos vasos sanguíneos, mas em situações extremas esse mecanismo pode falhar.

Os principais sintomas de alerta incluem:

  • Cansaço excessivo e fraqueza

  • Tontura e náuseas

  • Dor de cabeça persistente

  • Confusão mental e desmaios

Idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas formam o grupo mais vulnerável e devem receber atenção redobrada durante o período de calor extremo.

Recomendações das autoridades

Diante do cenário, o Inmet e a Defesa Civil orientam a população a:

  • Manter hidratação constante, mesmo sem sede

  • Evitar exposição direta ao sol nos horários mais quentes do dia

  • Buscar locais ventilados e sombreados

  • Reduzir atividades físicas intensas ao ar livre

Em situações de emergência, a Defesa Civil pode ser acionada pelo telefone 199.

Previsão do tempo para o restante do país

Para outras regiões do Brasil, a previsão indica temperaturas acima da média em grande parte do território ao longo do mês de fevereiro. No Norte e Sudeste, há expectativa de chuvas acima da média, enquanto o Sul e o Centro-Oeste devem enfrentar períodos mais secos, o que contribui para a intensificação do calor.

Prefeitura notifica empresa e suspende taxa de estacionamento na rodoviária

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Prefeitura suspende taxa de estacionamento na rodoviária de Porto Velho após notificação à concessionária
Cobrança de estacionamento na Rodoviária de Porto Velho foi suspensa após intervenção da Prefeitura.

A Prefeitura de Porto Velho determinou a suspensão imediata da cobrança de estacionamento na Rodoviária da capital, após a concessionária responsável pela administração do terminal anunciar a retomada da taxa sem comunicação prévia aos usuários.

A medida foi tomada depois que a cobrança, divulgada na semana passada, pegou passageiros de surpresa e gerou questionamentos sobre os critérios utilizados para definição dos valores. Diante da repercussão, o Executivo Municipal notificou formalmente a empresa e exigiu a interrupção do serviço até a apresentação de estudos técnicos.

Segundo a administração municipal, embora a cobrança esteja prevista no contrato de concessão da rodoviária, a forma como foi implementada não atendeu aos princípios de transparência, nem considerou o impacto direto para a população que utiliza diariamente o terminal.

O prefeito Léo Moraes afirmou que a retomada repentina da taxa não dialoga com a realidade econômica dos usuários. Ele destacou que, em outros espaços públicos da cidade, como o aeroporto e áreas próximas a centros comerciais, o estacionamento foi liberado, reforçando a necessidade de coerência nas decisões.

“Não era o que queríamos, até porque liberamos o estacionamento em outros pontos importantes da cidade. Mas, neste caso, a decisão partiu da concessionária. A Prefeitura notificou a empresa e deixou claro que, antes de qualquer cobrança, é necessário apresentar estudos, garantir transparência e respeitar a população”, afirmou o prefeito.

A concessionária terá agora um prazo para apresentar a documentação técnica que justifique o valor proposto. Até que essa análise seja concluída pela administração municipal, o estacionamento da Rodoviária de Porto Velho permanecerá gratuito.

A Prefeitura reforçou que seguirá acompanhando o caso e que qualquer decisão futura deverá observar o interesse público, a legalidade e o direito à informação dos usuários do transporte rodoviário.

Procura pela primeira CNH cresce no Brasil após mudanças nas regras

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Carro de autoescola em via urbana simboliza o crescimento da procura pela primeira CNH no Brasil em 2026
Mudanças nas regras de habilitação impulsionam o aumento da procura pela primeira CNH em todo o país.

A procura pela primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) registrou crescimento expressivo em diversas regiões do Brasil no início de 2026. O avanço ocorre após mudanças nas regras do processo de habilitação, adotadas em nível nacional, que tornaram o acesso ao documento mais simples, rápido e menos oneroso para os candidatos.

O movimento ganhou destaque inicialmente em grandes centros urbanos, mas já reflete uma tendência nacional, com aumento da demanda tanto em capitais quanto em cidades do interior. Órgãos de trânsito apontam que a atualização das normas reduziu entraves históricos que afastavam milhões de brasileiros do processo de habilitação.

Interior e regiões metropolitanas acompanham a alta

Além das capitais, municípios de médio porte e regiões metropolitanas também registram crescimento relevante na abertura de processos para a primeira CNH. O aumento é atribuído à combinação de regras mais acessíveis e à retomada da busca por qualificação profissional, especialmente em áreas que exigem habilitação como pré-requisito.

Em muitos casos, o crescimento no interior supera o registrado nos grandes centros, refletindo a importância da CNH como ferramenta de mobilidade e geração de renda fora das capitais.

Mudanças nas regras explicam aumento da demanda

Entre as principais alterações que impulsionaram a procura estão:

  • Fim da prova de baliza no exame prático de direção;

  • Possibilidade de realizar a prova em veículos com câmbio automático;

  • Fixação de valor máximo para exames médico e psicotécnico;

  • Ajustes na carga horária mínima obrigatória;

  • Extinção do prazo máximo para conclusão do processo de habilitação.

Com isso, o exame prático passou a priorizar a condução em situações reais de trânsito, avaliando segurança, respeito à sinalização, conversões, paradas e comportamento do condutor.

Impacto social e econômico

Especialistas avaliam que as mudanças ampliam o acesso à CNH sem comprometer a segurança viária. O novo modelo também estimula a formalização profissional, especialmente em setores como transporte, logística, serviços e aplicativos de mobilidade.

Além do impacto social, o crescimento da demanda movimenta o setor econômico ligado ao trânsito, incluindo autoescolas, clínicas credenciadas e serviços administrativos, gerando emprego e renda em diferentes regiões do país.

Tendência de crescimento deve continuar

A expectativa dos órgãos de trânsito é de que a procura pela primeira CNH continue em alta ao longo de 2026, à medida que as novas regras se consolidam e se tornam mais conhecidas pela população.

Para muitos brasileiros, a CNH segue sendo mais do que um documento: representa autonomia, mobilidade e acesso a oportunidades de trabalho, especialmente em um país com grandes distâncias e forte dependência do transporte rodoviário.

Investimentos ampliam mobilidade urbana e reforçam ações sociais em municípios de Rondônia

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Trabalhador finaliza calçada com piso tátil enquanto pedestres caminham em via urbana de Rondônia
Obras de calçadas e mobilidade urbana avançam em municípios do interior de Rondônia

Municípios de Rondônia vêm registrando avanços significativos em infraestrutura urbana e ações sociais, impulsionados por investimentos destinados por emendas parlamentares. As iniciativas contemplam desde a reorganização do trânsito em áreas centrais até melhorias na mobilidade de pedestres e o fortalecimento de instituições que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade.

As ações, executadas em diferentes regiões do estado, têm como objetivo resolver demandas históricas das comunidades, melhorar a qualidade de vida da população e promover desenvolvimento urbano com impacto direto no cotidiano dos moradores.

Estacionamento reorganiza trânsito e fortalece comércio local

Na região central de Colorado do Oeste, foi concluída a obra de um novo estacionamento público, implantado em uma das áreas mais movimentadas do município. A intervenção ampliou o número de vagas disponíveis e solucionou um problema antigo de falta de espaço para veículos, que afetava comerciantes, moradores e usuários de serviços públicos.

Além de organizar o fluxo de veículos, a obra trouxe mais segurança para motoristas e pedestres, facilitou o acesso aos estabelecimentos comerciais e contribuiu para a valorização do espaço urbano. A melhoria também reduziu congestionamentos recorrentes e tornou a circulação mais fluida na área central.

Construção de calçadas melhora mobilidade e segurança

Já no município de Seringueiras, os investimentos estão direcionados à construção de calçadas, atendendo uma demanda crescente por infraestrutura adequada para pedestres. As obras visam garantir acessibilidade, segurança e melhor deslocamento, acompanhando o crescimento urbano da cidade.

A implantação das calçadas contribui para a redução de riscos de acidentes, amplia a inclusão de pessoas com mobilidade reduzida e fortalece o planejamento urbano. A iniciativa também favorece a organização dos bairros e melhora o aspecto visual das vias públicas.

Apoio social fortalece atendimento a pessoas neurodivergentes

Além das obras físicas, os investimentos também alcançam a área social. Em Alvorada D’Oeste, recursos foram destinados à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), com foco no fortalecimento do atendimento a pessoas neurodivergentes.

O aporte financeiro contribui para a manutenção dos serviços prestados pela instituição, garantindo continuidade no atendimento às famílias e ampliando a capacidade de suporte especializado. A iniciativa reforça a importância de políticas públicas que integrem infraestrutura urbana e inclusão social.

Desenvolvimento urbano com impacto direto na população

As ações realizadas nos municípios refletem uma estratégia de investimentos voltada para soluções práticas, capazes de gerar benefícios imediatos à população. Ao combinar obras de mobilidade urbana com apoio a instituições sociais, os projetos atendem tanto às necessidades estruturais quanto humanas das comunidades.

A expectativa é que novas demandas sejam incorporadas ao longo do ano, ampliando o alcance das melhorias e consolidando um modelo de desenvolvimento urbano que prioriza acessibilidade, segurança e qualidade de vida em Rondônia.

Novas regras de segurança do Pix entram em vigor nesta segunda

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Novas regras de segurança do Pix ampliam rastreamento e devolução de valores em casos de fraude
Pix ganha novas regras de segurança com sistema que rastreia valores e facilita devolução em casos de fraude

Os bancos e instituições financeiras passaram a adotar, a partir desta segunda-feira (2), novas regras de segurança do Pix, o sistema de transferências instantâneas criado pelo Banco Central. As mudanças tornam obrigatório o uso da versão 2.0 do Mecanismo Especial de Devolução (MED), ferramenta criada para facilitar a restituição de valores em casos de fraude ou falhas operacionais.

A principal novidade é a ampliação do rastreamento do dinheiro transferido de forma irregular. Antes, a devolução só podia ocorrer a partir da conta usada diretamente no golpe. No entanto, criminosos costumam movimentar rapidamente os valores para outras contas, o que dificultava a recuperação.

Com o novo modelo, o sistema passa a acompanhar o caminho do dinheiro mesmo após ele sair da conta original do golpista, aumentando significativamente as chances de bloqueio e devolução dos valores às vítimas.

Rastreamento mais amplo e devolução mais rápida

Segundo o Banco Central, o aprimoramento do mecanismo permitirá identificar com mais precisão contas envolvidas em fraudes, além de compartilhar essas informações entre as instituições participantes das transações.

A expectativa é que a medida desestimule crimes financeiros, ao dificultar o uso de contas de passagem e ampliar a responsabilização de envolvidos. O BC também informou que o novo sistema permite a devolução dos recursos em até 11 dias após a contestação, desde que ainda haja saldo disponível nas contas rastreadas.

Contestação sem atendimento humano

Desde outubro do ano passado, os usuários do Pix já contam com uma funcionalidade de autoatendimento para contestação de transações suspeitas, diretamente nos aplicativos bancários. Com a entrada em vigor das novas regras, esse processo ganha mais eficiência.

Ao identificar uma possível fraude, o cliente pode registrar a contestação sem necessidade de falar com um atendente, acionando automaticamente o MED. A partir daí, as instituições envolvidas iniciam o rastreamento e o bloqueio preventivo dos valores.

De acordo com o Banco Central, essa agilidade aumenta as chances de que ainda haja recursos disponíveis para devolução, beneficiando as vítimas e fortalecendo a confiança no sistema Pix.

Impacto para usuários e bancos

As novas regras tornam o sistema mais seguro para os usuários, ao mesmo tempo em que exigem maior integração e cooperação entre bancos e fintechs. O compartilhamento de dados sobre contas suspeitas também ajuda a impedir que elas sejam reutilizadas em novos golpes.

Com isso, o Pix avança em uma nova etapa de maturidade, reforçando seu papel como um dos principais meios de pagamento do país, agora com camadas adicionais de proteção contra fraudes.

Parlamentares impulsionam saúde, infraestrutura e segurança em municípios de Rondônia

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Ações parlamentares fortalecem serviços públicos em Rondônia com avanços na saúde e infraestrutura
Investimentos parlamentares impulsionam saúde, infraestrutura e segurança em municípios do interior de Rondônia

A atuação de deputados estaduais tem resultado em avanços concretos nas áreas de saúde pública, infraestrutura rural e segurança em diferentes regiões de Rondônia. Visitas técnicas, destinação de recursos e cobranças institucionais vêm acelerando obras, ampliando serviços e destravando projetos considerados estratégicos para o desenvolvimento regional.

Hospital regional amplia exames e reforça descentralização da saúde

Em Guajará-Mirim, o Hospital Regional Dr. Júlio Pérez Antelo passa por um processo de consolidação como polo de atendimento fora da capital. A unidade já dispõe de tomografia computadorizada com capacidade para até 600 exames mensais, além de um serviço de hemodiálise que eliminou a necessidade de deslocamento frequente de pacientes até Porto Velho.

Apesar da estrutura instalada, a demanda ainda está abaixo do potencial, o que levou a um chamado para que municípios da região do Madeira-Mamoré intensifiquem o encaminhamento de pacientes pelo sistema de regulação do SUS. Inaugurado em março de 2025, o hospital tem papel estratégico na regionalização da saúde e no desafogamento da rede da capital.

Reforma da delegacia fortalece segurança pública no interior

Também em Guajará-Mirim, a Delegacia de Polícia Civil deverá passar por uma reforma completa. A intervenção está prevista no orçamento estadual de 2026 e tem como foco melhorar as condições de trabalho dos servidores e qualificar o atendimento à população.

A iniciativa integra um conjunto de ações voltadas à modernização da segurança pública, que inclui investimentos estruturais e ampliação da capacidade operacional da Polícia Civil no interior do estado.

Recursos garantidos para estradas vicinais em Alta Floresta D’Oeste

Na região da Zona da Mata, R$ 3 milhões já foram creditados na conta da Prefeitura de Alta Floresta D’Oeste para a recuperação de estradas vicinais. O investimento será aplicado diretamente na melhoria da trafegabilidade rural, facilitando o escoamento da produção agrícola e fortalecendo a economia local.

Com o recurso disponível, o município pode iniciar imediatamente os procedimentos administrativos para execução das obras, consideradas essenciais para produtores e moradores da zona rural.

Drenagem e mobilidade rural avançam em Nova Brasilândia D’Oeste

Em Nova Brasilândia D’Oeste, a infraestrutura rural será reforçada com a aquisição de tubos de concreto, já empenhados, destinados à construção e manutenção de bueiros e sistemas de drenagem em linhas estratégicas do município.

A medida busca reduzir alagamentos e erosões, especialmente no período chuvoso, garantindo mais segurança no transporte escolar, no acesso às propriedades e no tráfego diário da população rural.

Cobrança por transparência na implantação da Policlínica de Ji-Paraná

Já em Ji-Paraná, a atenção se volta para a Policlínica Porte II, projeto considerado fundamental para ampliar o acesso a atendimentos especializados na região central do estado. Uma indicação parlamentar solicitou informações atualizadas sobre cronograma, estudos técnicos e trâmites administrativos necessários para a execução da obra.

A proposta já recebeu aprovação em instância intergestores, mas ainda depende do avanço das etapas administrativas para sair do papel. A expectativa é que a unidade reduza deslocamentos até a capital e fortaleça a rede pública de saúde da macrorregião.

Atuação regional com impacto direto

As iniciativas mostram como a combinação de fiscalização, articulação política e destinação de recursos tem produzido resultados práticos em diferentes municípios de Rondônia. Seja na ampliação de serviços de saúde, na melhoria de estradas rurais ou no fortalecimento da segurança pública, as ações refletem uma agenda voltada à descentralização de serviços e ao desenvolvimento regional sustentável.

O pulmão artificial que manteve paciente vivo por dias até transplante

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Ilustração mostra pulmão artificial conectado ao corpo humano, mantendo paciente vivo até transplante pulmonar
Ilustração representa o sistema de pulmão artificial usado para manter um paciente vivo por dias até a realização do transplante.

Um avanço impressionante da medicina chamou a atenção da comunidade científica internacional. Cirurgiões conseguiram manter um paciente vivo por mais de dois dias sem os próprios pulmões, utilizando um sistema conhecido como pulmão artificial, até que um órgão compatível fosse encontrado para o transplante.

O caso ocorreu nos Estados Unidos e envolveu um homem de 33 anos que sofria uma infecção pulmonar grave e irreversível. A estratégia, considerada extrema, abriu caminho para uma nova abordagem no tratamento de pacientes em estado crítico.

Infecção grave destruiu os pulmões do paciente

O paciente desenvolveu uma condição severa após uma infecção respiratória, que evoluiu rapidamente para uma inflamação pulmonar aguda grave, conhecida como SARA (Síndrome da Angústia Respiratória Aguda). O quadro impediu a oxigenação adequada do sangue e colocou outros órgãos vitais em risco.

Segundo os médicos, os pulmões estavam tão comprometidos que, além de não funcionarem, passaram a alimentar a infecção, agravando o estado geral do paciente. Diante da destruição irreversível do tecido pulmonar, a equipe médica decidiu pela remoção total dos pulmões, uma medida raríssima e de altíssimo risco.

Pulmão artificial assumiu funções vitais fora do corpo

Para manter o paciente vivo após a retirada dos órgãos respiratórios, os médicos utilizaram um dispositivo de pulmão artificial, responsável por realizar toda a troca gasosa fora do corpo.

O sistema funcionava oxigenando o sangue diretamente, removendo o gás carbônico e garantindo a circulação adequada para o coração e os demais órgãos. Com isso, o organismo conseguiu se estabilizar, a pressão arterial voltou ao normal e os sinais de infecção começaram a regredir.

Especialistas destacaram que, após a retirada dos pulmões doentes, o corpo respondeu melhor ao tratamento, o que foi decisivo para preparar o paciente para o transplante.

Transplante ocorreu dois dias depois

Após mais de 48 horas vivendo apenas com o suporte do pulmão artificial, o paciente recebeu um transplante de pulmão compatível. A cirurgia foi bem-sucedida e marcou o fim de um período considerado crítico.

Análises posteriores dos pulmões removidos confirmaram que os danos eram profundos e definitivos, reforçando que o transplante era a única alternativa possível para salvar a vida do paciente.

Recuperação total e impacto na medicina

Dois anos após o procedimento, o homem leva uma vida normal e saudável, segundo os médicos responsáveis pelo caso. O sucesso da estratégia é visto como um marco para a medicina moderna.

Especialistas afirmam que o uso do pulmão artificial como “ponte” para o transplante pode ampliar as chances de sobrevivência de pacientes em situações extremas, que antes eram considerados sem perspectiva de recuperação.

A descoberta também levanta novas possibilidades para o tratamento de infecções pulmonares agudas graves, indicando que, em casos selecionados, a retirada temporária dos pulmões pode ajudar o corpo a combater a doença com mais eficiência.

Avanço pode mudar protocolos médicos

O caso foi detalhado recentemente em publicação científica e já está sendo analisado por centros médicos ao redor do mundo. Para os pesquisadores, a técnica pode representar uma mudança significativa nos protocolos de emergência e transplante pulmonar.

Embora ainda seja uma abordagem rara e complexa, os médicos acreditam que o avanço abre uma nova fronteira no tratamento de pacientes críticos, oferecendo uma chance real de sobrevivência onde antes não havia alternativa.

Golpe da Mão Fantasma: o que é e como proteger seu celular do acesso remoto

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Ilustração mostra criminoso controlando um celular à distância no chamado Golpe da Mão Fantasma
Golpe da Mão Fantasma permite que criminosos assumam o controle do celular à distância para aplicar fraudes digitais.

Imagine estar usando o celular normalmente e, de repente, ver aplicativos sendo abertos, mensagens digitadas e senhas inseridas sem que você toque na tela. Esse é o cenário descrito por vítimas do chamado Golpe da Mão Fantasma, uma modalidade de ataque cibernético que permite a criminosos controlar o smartphone remotamente.

O golpe tem se tornado cada vez mais comum no Brasil e está ligado ao uso de trojans de acesso remoto, conhecidos como RATs (Remote Access Trojans), programas maliciosos que concedem controle total do dispositivo aos golpistas.

O que é o Golpe da Mão Fantasma

O Golpe da Mão Fantasma ocorre quando um malware é instalado no celular da vítima e cria uma espécie de “porta dos fundos” no sistema. A partir disso, o criminoso consegue visualizar a tela em tempo real, simular toques, acessar aplicativos e até interceptar mensagens SMS usadas em autenticação bancária.

Diferentemente de falhas nos aplicativos dos bancos, o ataque explora vulnerabilidades do sistema operacional e, principalmente, comportamentos do usuário, como cliques em links suspeitos ou instalação de aplicativos fora das lojas oficiais.

Como os criminosos conseguem acessar o celular

Na maioria dos casos, o malware é instalado após a vítima acreditar que está baixando uma atualização legítima, um aplicativo de suporte técnico ou uma ferramenta de segurança. Entre as principais portas de entrada estão:

  • Mensagens falsas com links maliciosos (phishing);

  • Avisos sobre compras suspeitas ou pontos de fidelidade;

  • Ofertas de falso suporte técnico, conhecidas como ClickFix;

  • Aplicativos de acesso remoto usados de forma indevida;

  • Downloads de APKs fora da Play Store ou App Store.

Uma das técnicas mais exploradas é o abuso dos Serviços de Acessibilidade, que permitem ao golpista ler a tela e interagir com o aparelho como se fosse o próprio usuário.

Fraudes financeiras são o principal alvo

Após assumir o controle do celular, os criminosos costumam focar em fraudes bancárias, transferências via Pix, alteração de dados cadastrais e esvaziamento de contas. Em alguns casos, o malware cria telas falsas sobre os aplicativos legítimos, ocultando as ações realizadas em segundo plano.

Esse tipo de ataque dificulta a percepção imediata da vítima, que só percebe o golpe quando o prejuízo financeiro já aconteceu.

Como se proteger do Golpe da Mão Fantasma

Especialistas em segurança digital recomendam algumas medidas essenciais para reduzir os riscos de infecção:

  • Verificar regularmente as permissões de acessibilidade do celular;

  • Desconfiar de aplicativos desconhecidos com acesso avançado;

  • Bloquear a instalação de apps de fontes desconhecidas;

  • Nunca clicar em links recebidos por mensagens ou e-mails suspeitos;

  • Sempre acessar serviços bancários pelo aplicativo ou site oficial.

Além disso, é importante manter uma postura crítica diante de ofertas boas demais ou alertas urgentes que surgem sem explicação.

O que fazer se o celular começar a agir sozinho

Se o aparelho apresentar sinais claros de controle remoto, a orientação é agir rapidamente:

  1. Desconectar o celular da internet, desligando Wi-Fi e dados móveis;

  2. Usar outro telefone para entrar em contato com o banco;

  3. Solicitar o bloqueio imediato das contas;

  4. Restaurar o celular para as configurações de fábrica.

Em casos mais graves, pode ser necessário formatar o aparelho para eliminar completamente o malware.

iPhone também pode ser alvo do golpe

Embora o sistema da Apple tenha mecanismos de proteção mais restritivos, conhecidos como Walled Garden, especialistas alertam que nenhum sistema é totalmente imune. A atenção do usuário continua sendo a principal linha de defesa contra golpes digitais.

Antivírus podem ajudar, mas como os códigos maliciosos mudam constantemente, a prevenção e o comportamento seguro seguem sendo fundamentais.

O Golpe da Mão Fantasma mostra que ataques digitais estão cada vez mais sofisticados e exploram menos falhas técnicas e mais a confiança do usuário. Informação, cautela e verificação constante das permissões do celular são as melhores formas de evitar prejuízos financeiros e vazamento de dados pessoais.

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