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Ciclone extratropical provoca temporais no Centro-Sul a partir desta terça

Imagem de tempestade com nuvens densas e raios representando ciclone extratropical no Centro-Sul
Tempestade avança sobre a região Sul durante a formação do ciclone extratropical

A partir desta terça-feira (9), um ciclone extratropical muda o tempo e, consequentemente, provoca tempestades em boa parte do Centro-Sul do Brasil. Segundo a Climatempo e o Inmet, o sistema se intensifica rapidamente e, portanto, pode gerar volumes elevados de chuva, rajadas acima de 100 km/h e condições severas principalmente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Além disso, os efeitos se estendem ao Sudeste e ao Centro-Oeste.

Ciclone se intensifica e avança rapidamente pelo Sul

O fenômeno se forma entre o sul do Paraguai, o nordeste da Argentina e o Rio Grande do Sul. Em seguida, cruza o território gaúcho de oeste para leste. Como a pressão atmosférica está muito baixa, o ambiente favorece a formação de nuvens do tipo cumulonimbus, que, por sua vez, podem provocar granizo, ventos fortes e raios. Além disso, meteorologistas não descartam a possibilidade de rajadas destrutivas associadas a tornados.

As Defesas Civis estaduais, portanto, já emitiram alertas reforçando os riscos de vento intenso, enxurradas e alagamentos, sobretudo no litoral de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

Regiões mais afetadas

Sul

O Sul será, de fato, a região mais atingida.

  • Rio Grande do Sul: temporais desde a madrugada e ventos ainda mais intensos ao longo da quarta-feira.

  • Santa Catarina: risco alto a muito alto para enxurradas, granizo e rajadas superiores a 100 km/h.

  • Paraná: instabilidade contínua e possibilidade de granizo, especialmente entre terça e quarta.

Sudeste

Embora o ciclone não alcance diretamente o Sudeste, seus efeitos atmosféricos avançam para a região e, por isso, ampliam o risco de tempestades isoladas.

  • São Paulo: ventos de 50 km/h a 70 km/h, podendo ultrapassar esse valor no litoral e na Grande SP.

  • Rio de Janeiro: rajadas fortes no centro-sul fluminense, além da Serra e Região Metropolitana.

  • Minas Gerais: instabilidade no Sul de Minas, Zona da Mata, Triângulo e Grande Belo Horizonte.

Assim, mesmo sem o núcleo do ciclone, parte do Sudeste deve enfrentar chuva intensa e vento moderado a forte.

Centro-Oeste

No Centro-Oeste, a instabilidade aumenta principalmente por causa da atuação indireta do sistema.

  • Mato Grosso do Sul: estado mais afetado, com pancadas moderadas a fortes e ventos que podem chegar a 70 km/h.

  • Mato Grosso e Goiás: chuvas moderadas e ventos de 40 km/h a 50 km/h, especialmente à tarde.

Como resultado, a região terá um dia marcado por aquecimento, umidade e risco de trovoadas.

Principais riscos previstos

O avanço do ciclone extratropical deve provocar uma série de impactos, entre eles:

  • Rajadas de 90 km/h a 120 km/h entre RS e SC

  • Chuvas intensas em curto período, com alagamentos

  • Queda de granizo localizada

  • Mar agitado e ondas de até 3,5 metros no litoral sul

  • Instabilidade prolongada e risco de danos estruturais, como queda de energia

Portanto, autoridades reforçam a necessidade de atenção e acompanhamento constante dos avisos meteorológicos.

Quando o ciclone deve se afastar

O centro do ciclone deve alcançar o mar entre a madrugada e a manhã desta quarta-feira (10), na altura do litoral gaúcho. Depois disso, ele segue para alto-mar e, gradualmente, se afasta do Brasil até quinta-feira (11). Contudo, mesmo após o afastamento, o Sul continuará enfrentando ventos fortes e mar agitado.

Recomendações de segurança

As Defesas Civis alertam que a população deve adotar medidas preventivas, sobretudo durante o pico do sistema:

  • Evitar áreas costeiras e mar aberto

  • Não se abrigar sob árvores

  • Manter distância de redes elétricas

  • Reforçar telhados e retirar objetos soltos

  • Acompanhar boletins oficiais e, se necessário, evacuar áreas de risco

Desse modo, é possível reduzir danos e garantir segurança durante a passagem do fenômeno.

Previsão para os próximos dias

Com o afastamento do ciclone, o tempo começa a estabilizar no Sul a partir de quinta-feira (11). No entanto, o Sudeste ainda terá instabilidade pontual e temperaturas mais amenas. No Centro-Oeste, o calor retorna, mas com pancadas isoladas ao longo do dia. Como dezembro costuma registrar sistemas severos, meteorologistas reforçam que a intensidade atual exige monitoramento constante.

Fonte: G1

Brasileiro cria mosquito que não transmite dengue e entra na lista da Nature

Mosquitos Aedes observados em malha de laboratório usados em pesquisa brasileira com Wolbachia para impedir transmissão da dengue.
Imagem ilustrativa de mosquitos Aedes utilizados em técnicas de modificação com Wolbachia para reduzir a transmissão da dengue no Brasil.

O pesquisador brasileiro Luciano Moreira, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), foi incluído pela revista Nature entre as dez pessoas que moldaram a ciência em 2025. O reconhecimento, porém, não veio por acaso: ele lidera uma estratégia, na qual um brasileiro cria mosquito que não transmite dengue, revolucionando o combate ao Aedes aegypti e abrindo caminho para uma redução expressiva dos casos de dengue no país.

Ao longo de 17 anos de pesquisa, Moreira desenvolveu a técnica que utiliza a bactéria Wolbachia para impedir que o vírus se multiplique dentro do mosquito. Dessa forma, o inseto continua vivendo normalmente, mas perde a capacidade de transmitir dengue, zika ou chikungunya. Além disso, a presença da bactéria nas fêmeas faz com que elas transmitam essa característica aos ovos, o que sustenta a proteção de forma natural ao longo das gerações.

Luciano Moreira, pesquisador selecionado na lista dos 10 mais influentes na pesquisa no mundo em 2025 pela revista Nature — Foto: Divulgação

Embora a inovação tenha começado em laboratório, os resultados já são observados em diversas cidades brasileiras. Em alguns municípios, por exemplo, as pesquisas apontam queda de até 89% nos casos da doença. Por isso, o impacto do trabalho chamou atenção da comunidade científica internacional.

Reconhecimento que fortalece a ciência brasileira

Moreira afirma que receber o destaque da Nature foi emocionante, sobretudo porque confirma que o Brasil consegue produzir ciência de ponta mesmo diante de dificuldades estruturais. Segundo ele, o maior orgulho é perceber que a tecnologia já reduz sofrimento e salva vidas.

“É muito importante mostrar que a ciência, apesar dos desafios, consegue transformar realidades. Quando vemos as reduções nos casos de dengue, entendemos o quanto esse trabalho faz diferença”, disse.

Além disso, o pesquisador ressalta que o país tem profissionais extremamente talentosos, mas que ainda encontra pouco investimento para ampliar pesquisas em ritmo acelerado. Mesmo assim, afirma que a criatividade brasileira sempre foi um diferencial dentro dos laboratórios.

Como a técnica funciona e por que se tornou um marco científico

Luciano Moreira está hoje à frente da maior fábrica de mosquitos do mundo — Foto: Peter Illiciev

A curiosidade de Luciano começou ainda na infância, quando observava insetos no quintal de casa. Com o tempo, esse interesse evoluiu para a carreira científica. Logo no início da trajetória, ele se perguntou como seria possível combater o mosquito sem extinguir a espécie e sem causar danos ambientais. A resposta, contudo, surgiu com a Wolbachia.

A técnica consiste em introduzir a bactéria nos ovos do Aedes. Assim que o mosquito nasce, a Wolbachia impede que o vírus da dengue se multiplique. Consequentemente, mesmo que o inseto pique uma pessoa infectada, ele não transmite a doença para outros indivíduos.

Outro diferencial é que, como a bactéria é repassada naturalmente para os ovos, novas gerações já nascem protegidas. Isso reduz custos, agiliza resultados e evita a necessidade de solturas contínuas.

A maior fábrica de mosquitos do mundo

O avanço da iniciativa levou Luciano Moreira a coordenar a maior fábrica de mosquitos do mundo, instalada em Curitiba. O local produz milhões de mosquitos com Wolbachia que, posteriormente, são enviados para diferentes regiões do país.

Com apoio do Ministério da Saúde, a tecnologia já está presente em 16 cidades brasileiras. Conforme estudo publicado na revista The Lancet, áreas que receberam o método apresentaram redução média de 63% nos casos de dengue, embora algumas regiões tenham registrado índices ainda maiores.

“Chegar até aqui exigiu persistência. No entanto, ver o impacto direto na vida das pessoas é extremamente gratificante”, afirmou o pesquisador.

Outros nomes que marcaram a ciência em 2025

A lista da Nature reúne cientistas de várias áreas, o que mostra a diversidade de avanços registrados no ano. Entre eles estão:

  • Mengran Du (China): responsável por explorar ecossistemas inéditos nas profundezas oceânicas.

  • Yifat Merbl (Israel): descobriu uma nova função dos proteassomas no combate a infecções.

  • Sarah Tabrizi (Reino Unido): liderou um tratamento capaz de reescrever o DNA de um bebê com doença genética rara.

  • KJ Muldoon (EUA): registrou o primeiro caso de cura por edição genética.

  • Liang Wenfeng (China): criou o modelo de linguagem DeepSeek.

  • Precious Matsoso (África do Sul): atuou na construção do primeiro tratado mundial de preparação para pandemias.

  • Susan Monarez (EUA): tornou-se símbolo de integridade científica ao resistir a pressões políticas.

A presença de um brasileiro na lista reforça, portanto, o potencial da ciência nacional e destaca como iniciativas desenvolvidas no país podem influenciar políticas de saúde pública em escala global.

Fonte: G1

Correios cortam benefício de Natal de R$ 2,5 mil dado a carteiros

Carteiro caminha por rua residencial enquanto destaque visual informa o corte do benefício de Natal de R$ 2,5 mil pelos Correios.
Carteiros deixam de receber o benefício de R$ 2,5 mil após decisão dos Correios em meio à crise financeira.

Os Correios decidiram encerrar o benefício de Natal dos carteiros, pago em 2024 por meio do Acordo Coletivo de Trabalho. A decisão ocorre enquanto a estatal enfrenta um dos períodos mais críticos de sua história, já que acumula sucessivos prejuízos e busca alternativas para evitar novos desequilíbrios.

Crise financeira pressiona a estatal

O balanço divulgado no fim de novembro revelou um prejuízo de R$ 6 bilhões somente entre janeiro e setembro de 2025. Por isso, a diretoria intensificou cortes e reorganizou despesas internas. Além disso, a empresa já acumula treze trimestres consecutivos de resultados negativos, o que reforça a urgência por ajustes imediatos.

Dessa forma, o corte do benefício de R$ 2,5 mil se tornou um dos primeiros movimentos para reduzir gastos. A medida atinge milhares de carteiros e, entretanto, aumenta a insatisfação entre os trabalhadores.

Tesouro rejeita aval e amplia incertezas

Enquanto o debate sobre os custos avança, o Tesouro Nacional decidiu não conceder garantia para o empréstimo de R$ 20 bilhões solicitado pelos Correios. Segundo o órgão, o aval não será concedido caso as taxas superem 120% do CDI. Por consequência, a estatal permanece sem margem para renegociar dívidas de curto prazo.

Ainda assim, a equipe econômica estuda alternativas. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que qualquer apoio só será autorizado se estiver dentro das regras fiscais. Portanto, a solução ainda depende de análises técnicas e políticas.

Plano de demissão voluntária cresce em meio ao corte

Além das dificuldades anteriores, a empresa ampliou o Programa de Demissão Voluntária para 15 mil funcionários. A proposta prevê desligamentos escalonados entre 2026 e 2027. O movimento, contudo, reforça o ambiente de incerteza dentro da estatal, já que muitos servidores temem sobrecarga e perda de direitos.

De acordo com nota enviada pela comunicação dos Correios, as negociações relacionadas ao Acordo Coletivo continuam exclusivamente com os representantes dos empregados. No entanto, não há previsão de restabelecimento do benefício de Natal dos carteiros.

Trabalhadores sentem impacto direto

O fim do benefício ocorre justamente em um período de maior consumo, o que reduz a renda de milhares de famílias. Além disso, o avanço do PDV e o impasse financeiro criam um ambiente de instabilidade que se arrasta desde 2022. Diante disso, sindicatos e servidores aguardam novos desdobramentos para avaliar possíveis ações.

Fonte: Metrópoles

Semusa inicia vacinação para gestantes contra bronquiolite em Porto Velho

Gestante recebendo vacina contra VSR em unidade de saúde de Porto Velho
Semusa inicia vacinação de gestantes contra bronquiolite em todas as unidades de saúde de Porto Velho.

Vacinação começa com 800 doses distribuídas

A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) iniciou, nesta segunda-feira (8), a aplicação da vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal responsável pela bronquiolite em bebês. O município recebeu 800 doses para o começo da campanha. Assim, todas as unidades de saúde já estão abastecidas e preparadas para atender as gestantes.

Quem pode receber a vacina

A imunização está disponível para gestantes a partir da 28ª semana de gravidez. A orientação é de dose única por gestação, o que garante proteção imediata ao bebê após o nascimento. Além disso, o VSR permanece como uma das principais causas de internação infantil, especialmente nos primeiros meses de vida.

Autoridades reforçam importância da proteção

O secretário municipal de Saúde, Jaime Gazola, afirma que a estratégia amplia o cuidado com a primeira infância. Ele destaca que a vacina contra o VSR reduz casos graves e internações. Por isso, a participação das gestantes é fundamental para fortalecer a prevenção.

A coordenadora da Divisão de Imunização, Elizeth Gomes, explica que a proteção do bebê começa ainda na gestação. A transferência de anticorpos ocorre de forma natural e oferece segurança no período mais crítico. Dessa maneira, a vacina se torna um cuidado simples e essencial.

Como receber a imunização

A Semusa orienta que as gestantes procurem a unidade de saúde mais próxima. Para isso, é necessário apresentar documento com foto, cartão do SUS e cartão de pré-natal. O atendimento ocorre no horário regular das unidades.

Além disso, manter o calendário vacinal atualizado garante um início de vida mais seguro para os recém-nascidos e fortalece a proteção familiar.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

Microplásticos podem desencadear Alzheimer e agravar lesões no cérebro, aponta estudo

Microplásticos flutuando ao redor de um cérebro humano iluminado, representando riscos neurológicos.
Estudo internacional identifica como microplásticos podem atravessar barreiras e agravar doenças como Alzheimer e Parkinson.

A presença de microplásticos no organismo humano preocupa pesquisadores de vários países. Embora essas partículas sejam invisíveis a olho nu, elas se acumulam no ambiente e, além disso, entram no corpo por múltiplas rotas. Por causa disso, cientistas alertam para um risco crescente: os microplásticos podem atingir o cérebro e desencadear processos inflamatórios associados a Alzheimer e Parkinson, duas das doenças neurodegenerativas mais comuns da atualidade.

O estudo, publicado na revista Molecular and Cellular Biochemistry, reuniu especialistas da Universidade de Tecnologia de Sydney e da Universidade de Auburn. Segundo os autores, os microplásticos prejudicam neurônios por diversos caminhos e, consequentemente, agravam quadros já existentes. Além disso, os dados reforçam a urgência de compreender o impacto desse poluente em expansão global.

A quantidade ingerida impressiona

Os cientistas estimam que um adulto possa ingerir cerca de 250 gramas de microplásticos por ano. Esse volume chega ao organismo por meio de alimentos processados, frutos do mar, água engarrafada, sal, roupas sintéticas e poeira acumulada em ambientes internos. Além disso, estudos recentes mostram que muitas dessas partículas não são eliminadas com facilidade e, portanto, podem se alojar em tecidos profundos, incluindo o cérebro.

Como os microplásticos danificam o cérebro

A pesquisa identificou cinco vias principais de agressão. Dessa forma, os pesquisadores explicam como essas partículas interferem na saúde neural:

1. Ativação exagerada do sistema imune

Os microplásticos são identificados como corpos estranhos e, por isso, ativam células de defesa de forma contínua. Essa resposta prolongada provoca inflamação e destruição de tecidos cerebrais.

2. Estresse oxidativo intenso

As partículas aumentam a produção de moléculas tóxicas e enfraquecem os sistemas antioxidantes. Como resultado, ocorre um desgaste celular acelerado, o que favorece processos de degeneração neural.

3. Ruptura da barreira hematoencefálica

A barreira que protege o cérebro de agentes tóxicos perde eficiência. Consequentemente, substâncias nocivas conseguem atravessar regiões sensíveis do sistema nervoso.

4. Prejuízo às mitocôndrias

As mitocôndrias, responsáveis pela produção de energia celular, sofrem queda de desempenho. Com isso, os neurônios tornam-se menos eficientes e mais vulneráveis à morte celular.

5. Danos diretos aos neurônios

A combinação desses fatores provoca destruição progressiva de células nervosas, o que contribui para lesões que podem se intensificar com o tempo.

Relação com Alzheimer e Parkinson

Os pesquisadores descobriram que os microplásticos estimulam o acúmulo de proteínas associadas a doenças neurodegenerativas. Entre elas estão beta-amiloide, tau e α-sinucleína, compostos diretamente ligados ao avanço de Alzheimer e Parkinson. Embora ainda não exista prova conclusiva de que os microplásticos iniciem essas doenças, há evidências de que eles aceleram e intensificam quadros já instalados. Além disso, o estudo sugere que a exposição contínua agrava sintomas e dificulta a regeneração neural.

Pesquisas avançam sobre novas rotas de exposição

Enquanto uma parte da equipe estuda o efeito direto no cérebro, outros pesquisadores investigam a inalação de microplásticos. Essa rota preocupa porque fibras suspensas no ar podem ser respiradas diariamente. Além disso, depois de se alojarem nos pulmões, elas podem migrar para outras regiões do corpo, ampliando riscos à saúde.

Como reduzir a exposição no dia a dia

Os autores recomendam práticas simples que diminuem o contato com microplásticos. Assim, orientam:

  • evitar tábuas e recipientes de plástico

  • reduzir o consumo de alimentos processados

  • optar por roupas de fibras naturais

  • evitar o uso de secadora de roupas

  • escolher embalagens de vidro ou metal

Além disso, os pesquisadores ressaltam que a redução do plástico descartável precisa ser incorporada aos hábitos domésticos e às políticas ambientais.

Impacto em políticas públicas

As conclusões do estudo podem orientar novas ações governamentais. Além disso, pressionam a indústria a rever práticas de produção e descarte. Entre as medidas sugeridas estão:

  • redução da produção de plástico

  • gestão mais eficiente de resíduos

  • regulamentação de microplásticos em alimentos e embalagens

  • fortalecimento de estratégias de proteção à saúde pública

Para os autores, compreender o impacto dessas partículas é fundamental para proteger as futuras gerações e, ao mesmo tempo, desenvolver políticas ambientais mais rígidas.

Fonte: G1

Novas regras para tirar a CNH começam a valer nesta semana, diz ministro

Arte de capa sobre as novas regras para tirar a CNH, com título em destaque e ilustração de smartphone exibindo etapas do processo digital.
Arte de capa destaca as mudanças no processo para tirar a CNH, incluindo curso teórico gratuito e novo aplicativo do governo.

O governo federal inicia nesta semana uma reformulação ampla no processo para obter a CNH. Segundo o ministro dos Transportes, Renan Filho, as novas regras entram em vigor imediatamente após a publicação no Diário Oficial da União. Assim, candidatos e motoristas passam a seguir um modelo mais digital, flexível e acessível.

O lançamento do novo aplicativo CNH do Brasil, que atualiza a Carteira Digital de Trânsito, reúne todas as etapas da habilitação em um só ambiente. Dessa forma, o candidato acompanha cada fase pelo celular, acessa certificados e consulta informações oficiais. Além disso, a proposta moderniza o sistema e reduz burocracias.

Curso teórico gratuito, novas opções de aprendizagem e menos burocracia

O governo passa a oferecer o curso teórico gratuito, disponível diretamente no aplicativo. O conteúdo também permanece acessível presencialmente, embora não exija mais carga horária mínima. Por isso, o candidato consegue organizar o estudo conforme seu ritmo, sem depender de horários fixos.

Outra mudança estrutural encerra a obrigatoriedade de frequentar autoescolas. A partir de agora, o candidato escolhe entre aprender em uma autoescola tradicional, contratar um instrutor autônomo credenciado ou estudar em instituições autorizadas. Consequentemente, o processo se adapta a diferentes realidades de tempo e orçamento.

As aulas práticas obrigatórias também passam por alterações relevantes. O mínimo exigido cai de 20 para 2 horas, o que representa uma redução significativa. Além disso, o aluno pode utilizar o próprio veículo, desde que o automóvel esteja dentro das normas do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Como resultado, o processo se torna mais rápido, acessível e eficiente.

Redução de custos e mais tempo para concluir a CNH

O governo estima que o novo modelo reduza em até 80% o custo total da CNH, o que amplia o acesso à regularização para milhões de brasileiros. Além disso, essa economia deve beneficiar quem já dirige informalmente e não conseguia arcar com os valores cobrados anteriormente.

Outra mudança importante elimina o prazo de um ano para finalizar o processo. A partir disso, o candidato avança conforme sua disponibilidade, sem perder etapas concluídas. Portanto, quem trabalha em horários irregulares ou mora longe dos postos do Detran ganha mais estabilidade e flexibilidade.

Renovação automática da CNH e selo de bom condutor

As novas regras também impactam motoristas já habilitados. O governo cria o selo de bom condutor, voltado a motoristas que não registraram pontos no ano anterior. Com esse selo, o motorista passa a ter direito à renovação automática da CNH, sem custos adicionais. Dessa maneira, o sistema reduz filas, diminui burocracias e incentiva comportamentos responsáveis no trânsito.

Provas padronizadas, simulados oficiais e fiscalização ampliada

O Brasil adota agora provas teóricas e práticas padronizadas nacionalmente, o que unifica critérios e garante avaliações mais equilibradas. Além disso, o aplicativo disponibiliza simulados oficiais que seguem o mesmo padrão das questões cobradas. Assim, o candidato se prepara melhor para a avaliação final. Caso não seja aprovado na prova prática, ele recebe uma segunda tentativa gratuita, o que torna o processo mais justo.

A atuação dos instrutores autônomos também passa a ser monitorada com mais rigor. Eles precisam cumprir requisitos de formação e experiência. Além disso, todas as aulas ficam registradas no sistema digital, permitindo fiscalização em tempo real. Os veículos utilizados no treinamento devem atender às normas de segurança, equipamentos obrigatórios e limites de idade previstos no CTB. Como consequência, o processo se torna mais transparente.

Modernização melhora o acesso e atualiza o sistema de habilitação

Para Renan Filho, a reformulação coloca o aprendizado prático e o desempenho nas provas no centro do processo. O ministro afirma que a qualidade da formação depende do conhecimento adquirido e não da quantidade de horas em sala de aula. Por isso, o novo modelo prioriza tecnologia, autonomia, simplicidade, economia e acessibilidade.

Fonte: Olhar Digital

6ª Corrida do MPRO distribuirá mais de R$ 70 mil em prêmios

Corredores em silhueta avançando em pista iluminada em vermelho com o título 6ª Corrida do MPRO e destaque de R$ 70 mil em prêmios.
Arte oficial destaca a 6ª Corrida do MPRO, que premiará atletas com mais de R$ 70 mil em percursos de 5 km e 10 km.

O Ministério Público de Rondônia abriu, nesta terça e quarta-feira (9 e 10), as inscrições para a 6ª Corrida do MPRO. Além disso, a prova será realizada em 25 de janeiro de 2026, com largada às 6h30, em frente ao edifício-sede da instituição, em Porto Velho. Com isso, a nova edição deve reunir centenas de atletas e distribuir mais de R$ 70 mil em prêmios.

Ao todo, a competição premiará os cinco primeiros colocados em todas as categorias. Nas provas de 10 km — geral e MPRO — os vencedores receberão R$ 1.500. Já nas provas de 5 km, os valores variam de R$ 200 a R$ 800, conforme a categoria e a colocação. Assim, a soma das modalidades ultrapassa o montante destinado à premiação da Corrida do MPRO.

As inscrições estão disponíveis na plataforma Sympla e seguem até o preenchimento do limite de vagas estabelecido. No total, serão 80 vagas para pessoas com deficiência, 250 para o público geral, 250 para membros e servidores e 20 para atletas com 60 anos ou mais. Pessoas com deficiência têm inscrição gratuita; atletas externos pagam R$ 60; enquanto isso, membros e servidores do MPRO pagam R$ 50.

Além do aspecto esportivo, toda a arrecadação da empresa organizadora será revertida para a compra de materiais escolares, que serão distribuídos em escolas da região ribeirinha do Baixo Madeira e na zona rural de Ponta do Abunã. Dessa forma, o evento reforça seu caráter social e amplia o impacto da Corrida do MPRO.

Categorias e percursos

A prova contará com percursos de 5 km e 10 km, ambos com largada no mesmo ponto. No caso do trajeto de 5 km, haverá categorias para:

  • público geral

  • integrantes do MPRO

  • atletas com 60 anos ou mais

  • quatro modalidades específicas para pessoas com deficiência

Por outro lado, o percurso de 10 km terá categorias destinadas ao público geral e a servidores do MPRO, também separadas por gênero.

Retirada dos kits

Os atletas poderão retirar os kits oficiais no dia 23 de janeiro de 2026, das 13h às 19h, na Escola Superior do MPRO. Cada kit inclui camiseta, número de peito e chip de cronometragem. Para isso, é necessário apresentar documento com foto e o comprovante de inscrição.

Por fim, a organização destaca que todas as orientações completas estão disponíveis na plataforma de inscrição.

Fonte: MPRO

6ª Corrida do MPRO distribuirá mais de R$ 70 mil em prêmios

O Ministério Público de Rondônia abrirá, nesta terça e quarta-feira (9 e 10), as inscrições para a 6ª Corrida do MPRO, evento esportivo que distribuirá mais de R$ 70 mil em prêmios. A competição será realizada no dia 25 de janeiro de 2026, com largada às 6h30, em frente ao edifício-sede da instituição em Porto Velho.

Serão distribuídos valores em dinheiro para os cinco primeiros colocados de todas as categorias. Nas provas de 10 km geral e MPRO, os primeiros colocados receberão R$ 1.500. Nas provas de 5 km, as categorias terão premiação a partir de R$ 200, chegando a R$ 800 para os primeiros lugares. Com todas as modalidades somadas, o evento ultrapassa R$ 70 mil em prêmios.

As inscrições serão feitas pela plataforma Sympla e estarão disponíveis até que se atinja o limite de vagas estabelecido pelo regulamento: 80 para pessoas com deficiência, 250 para a categoria geral, 250 para membros e servidores e 20 para atletas com 60 anos ou mais. Pessoas com deficiência terão inscrição gratuita. Atletas externos pagarão R$ 60, enquanto membros e servidores do MPRO pagarão R$ 50.

Os valores arrecadados pela empresa responsável serão destinados à compra de material escolar a ser distribuído em escolas da região ribeirinha do Baixo Madeira e da zona rural de Ponta do Abunã.

Categorias
A corrida terá percursos de 5 km e 10 km, com largadas no mesmo ponto. No trajeto de 5 km, haverá categorias para atletas geral, integrantes do MPRO, pessoas com 60 anos ou mais e quatro categorias específicas para pessoas com deficiência. O percurso de 10 km também terá categorias destinadas ao geral e servidores do MPRO, também nos dois gêneros.

Kits
A retirada dos kits ocorrerá no dia 23 de janeiro de 2026, das 13h às 19h, na Escola Superior do MPRO. Cada kit conterá camiseta, número de peito e chip de cronometragem. Será necessária a apresentação do comprovante de inscrição e documento com foto.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Rondônia se destaca no VII Concurso Nacional de Cacau com agenda fortalecida pela Seagri

Capa do artigo sobre o destaque de Rondônia no VII Concurso Nacional de Cacau realizado em Cacoal.
Rondônia ganha destaque nacional no cacau especial durante o VII Concurso de Qualidade realizado em Cacoal.

Rondônia voltou a assumir posição de destaque no setor cacaueiro ao sediar o VII Concurso Nacional de Qualidade do Cacau, realizado no Cacoal Selva Park. O encontro reuniu produtores do Pará, Bahia, Espírito Santo e Rondônia, e, além disso, confirmou a força da cadeia produtiva estadual em um ambiente técnico e competitivo.

Durante o evento, o secretário de Estado da Agricultura, Luiz Paulo, enfatizou que esta edição simboliza um marco histórico para o estado. Ele avaliou que Rondônia avançou porque adotou políticas públicas constantes, ampliou a assistência técnica e incentivou a profissionalização dos agricultores. Dessa forma, o setor ganhou eficiência, aumentou o padrão de qualidade e se consolidou entre os mais promissores do país.

Avanços que consolidam Rondônia no circuito do cacau especial

O secretário explicou que os resultados surgem porque o estado investiu em múltiplas frentes. A distribuição de mais de 300 mil mudas, o acesso ampliado a insumos e a oferta de mecanização impulsionaram os produtores. Além disso, parcerias com Emater, Senar, Idaron e IFRO fortaleceram o uso de boas práticas, o que elevou a competitividade do cacau rondoniense.

Hoje, Rondônia reúne cerca de 7 mil produtores, que ampliam sua capacidade de produção ano após ano. Por isso, o estado se tornou o segundo maior produtor da região Norte, um feito que reforça sua posição estratégica no mercado.

Buritis conquista o 1º lugar na Categoria Varietal

Entre os momentos mais comemorados da noite, o produtor Mauro Celso Tauffer, de Buritis, garantiu o 1º lugar na Categoria Varietal (BN34). A revelação no telão emocionou o público, sobretudo porque o produtor já vinha se destacando em edições anteriores.

Mauro agradeceu à família e à equipe, afirmando que a conquista representa o trabalho de todos. Além disso, ele destacou que Buritis se coloca, definitivamente, no mapa nacional do cacau especial.

Cacoal sobe ao pódio com a variedade CEPEC 2022

O produtor Luiz Anastácio da Silva, de Cacoal, também celebrou sua conquista ao alcançar o 3º lugar na Categoria Varietal com a variedade CEPEC 2022. Mesmo antes do anúncio, ele já considerava a participação no concurso uma vitória, contudo o pódio reforçou que a produção local avança rapidamente.

Segundo Luiz Anastácio, os resultados aparecem porque os produtores adotam boas práticas e trabalham com responsabilidade, o que fortalece a credibilidade da região.

Instituições fortalecem a cadeia e incentivam boas práticas

A edição de 2025 demonstrou que o sucesso do evento depende diretamente da união institucional. Entidades como SENAR, SEBRAE, Seagri-RO, Emater e parceiros nacionais ampliaram o suporte técnico, orientaram sobre pós-colheita e incentivaram métodos sustentáveis. Assim, os produtores receberam informações atualizadas e ferramentas que contribuem para melhorar a qualidade das amêndoas.

Durante sua fala, Luiz Paulo reforçou que essa colaboração contínua é fundamental. Além disso, ele orientou os agricultores a permanecerem confiantes, já que o estado possui solo fértil, clima favorável e políticas públicas efetivas.

Rondônia reafirma posição estratégica no mercado nacional

Com Buritis no topo do pódio e Cacoal entre os finalistas, Rondônia reafirma sua força na cadeia do cacau especial. A competição mostrou que o estado cresce porque alia trabalho técnico, produção qualificada e dedicação das famílias agricultoras. Como resultado, Rondônia avança em reconhecimento e atrai novos investimentos.

O VII Concurso Nacional comprovou que o estado reúne condições ideais para seguir expandindo a cadeia produtiva, consolidando o cacau como uma das atividades agrícolas mais promissoras da próxima década.

Fonte: Cacoal Notícias

Manifestantes vão às ruas contra o feminicídio em diversas cidades do país

Manifestantes seguram cartazes durante protesto nacional contra o feminicídio no Brasil
Ato nacional reúne milhares de pessoas em defesa da vida das mulheres em várias capitais.

Manifestações contra o feminicídio reuniram milhares de pessoas em várias cidades do país neste domingo (7). Protestos contra o feminicídio foram organizados por movimentos sociais, coletivos feministas e familiares de vítimas, que organizaram atos nacionais para denunciar o aumento da violência e exigir respostas imediatas do poder público. Como consequência direta dos crimes recentes, a mobilização ganhou força e impulsionou um debate mais intenso sobre a proteção das mulheres.

Com cartazes, faixas e palavras de ordem, participantes pediram justiça e reafirmaram que a sociedade não tolera mais a impunidade. Além disso, manifestantes destacaram que o feminicídio representa uma violação contínua dos direitos humanos e que, por isso, o Brasil precisa intensificar políticas de prevenção.

Ato nacional ocorre em capitais e cidades estratégicas

As manifestações se espalharam rapidamente por diferentes regiões. Em São Paulo, o ato começou no Masp e avançou pela Avenida Paulista, enquanto no Rio de Janeiro a mobilização ocupou o Posto 5, em Copacabana. Em Brasília, manifestantes se reuniram na Feira da Torre de TV e promoveram uma caminhada silenciosa em memória das vítimas.

Além disso, protestos ocorreram em:
– Curitiba (PR): Praça João Cândido
– Campo Grande (MS): Avenida Afonso Pena
– Manaus (AM): Largo São Sebastião
– Belo Horizonte (MG): Praça Raul Soares
– São Luís (MA): Praça da Igreja do Carmo
– Teresina (PI): Praça Pedro II

Organizadoras afirmam que a expansão dos atos reflete a preocupação crescente com a violência de gênero, especialmente porque números recentes mostram um aumento consistente dos ataques.

Casos recentes intensificam clima de indignação

A mobilização ganhou impulso após uma sequência de crimes que chocou o país. Em Brasília, a cabo do Exército Maria de Lourdes Freire Matos, 25 anos, morreu após sofrer agressões violentas. O soldado Kelvin Barros da Silva, 21 anos, confessou o assassinato e segue detido no Batalhão da Polícia do Exército.

Em São Paulo, outro caso provocou grande comoção: Tainara Souza Santos teve as pernas mutiladas depois de ser atropelada e arrastada por cerca de um quilômetro na marginal Tietê. O motorista, Douglas Alves da Silva, acabou preso por tentativa de feminicídio.

No Rio de Janeiro, duas funcionárias do Cefet-RJ perderam a vida após um colega armado invadir o local e disparar contra elas. Ele se matou logo em seguida. Esses episódios, somados às denúncias diárias, aumentaram a pressão sobre autoridades e fortaleceram a pauta dos atos.

Dados reforçam urgência por políticas estruturais

Segundo o Mapa Nacional da Violência de Gênero, 3,7 milhões de mulheres sofreram ao menos um episódio de violência doméstica nos últimos 12 meses. Em 2024, o Brasil registrou 1.459 feminicídios, o que representa uma média de quatro mulheres mortas por dia.

Em 2025, o índice continua alto: mais de 1.180 feminicídios já foram contabilizados. Além disso, o Ligue 180 recebe quase 3 mil atendimentos diários, o que demonstra a dimensão do problema. Diante desse cenário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu um esforço conjunto da sociedade e defendeu a criação de um grande movimento nacional contra a violência de gênero.

Mobilização pressiona por mudanças e amplia debate público

Os atos reforçam que a população exige investigações rápidas, punições firmes e políticas que atuem tanto na prevenção quanto na proteção das mulheres. Embora o país tenha avançado na criação de leis, manifestantes afirmam que a aplicação das medidas ainda oscila, o que contribui para a continuidade dos ataques.

Com isso, as manifestações se consolidam como um mecanismo importante de pressão social. Elas ampliam o debate, fortalecem redes de apoio e lembram que cada vida perdida representa uma falha coletiva. Enquanto os números permanecem altos, mobilizações como a deste domingo continuam essenciais para alertar autoridades e estimular mudanças profundas.

Fonte: SBT News

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