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segunda-feira, outubro 26, 2026
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ITR 2026 começa nesta segunda; veja quem precisa declarar em Rondônia

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ITR 2026 começa com produtor rural consultando documentos e celular em propriedade rural.
ITR 2026 começa nesta segunda para imóveis rurais

O prazo do ITR 2026 começou nesta segunda-feira, 10 de agosto. A Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural pode ser transmitida até 23h59min59s de 30 de setembro, no horário de Brasília, conforme a Receita Federal.

A obrigação do ITR 2026 alcança pessoas físicas e jurídicas proprietárias, titulares do domínio útil ou possuidoras de imóvel rural, ressalvadas as hipóteses legais de imunidade e isenção. Ser produtor rural, por si só, não torna todo contribuinte automaticamente obrigado a apresentar a DITR.

IMPOSTO
Neste artigo, você vai ver
  • quem pode estar obrigado a entregar o ITR 2026;
  • como funciona a nova versão web da declaração;
  • quando o recibo do CAR deve ser informado;
  • quais são as regras de multa e pagamento do imposto.

Declaração agora pode ser feita pelo celular

A principal mudança do ITR 2026 é a versão web do serviço Minhas Declarações do ITR. O ambiente permite preencher, transmitir, retificar e consultar declarações pela internet, inclusive usando celular ou tablet, sem necessidade de instalar programa no computador.

O acesso é feito com conta gov.br de nível Prata ou Ouro. A versão web é obrigatória para pessoas jurídicas e para pessoas físicas com imóvel rural superior a 100 hectares. Pessoas físicas com imóvel de até 100 hectares também podem utilizar o Programa Gerador da Declaração, o PGD ITR 2026.

Prazo e formas de entrega
Início: 10 de agosto de 2026.
Fim: 30 de setembro, às 23h59min59s, horário de Brasília.
Web: Minhas Declarações do ITR, com conta gov.br Prata ou Ouro.
PGD: opção para pessoa física com imóvel rural de até 100 hectares.

CAR entra na declaração quando o imóvel está inscrito

No preenchimento do ITR 2026, o contribuinte cujo imóvel esteja inscrito no Cadastro Ambiental Rural deve informar o número do recibo de inscrição no CAR. A Receita dispensa essa informação nas hipóteses específicas de imunidade ou isenção.

O recibo do CAR é um dado utilizado no preenchimento, mas os cadastros não são equivalentes. O ITR 2026 não substitui CAR, CCIR ou CAF e não corresponde à declaração de atividade rural feita no Imposto de Renda da Pessoa Física. Cada obrigação possui finalidade própria.

ITR 2026 exige atenção de proprietários de imóveis rurais durante prazo de entrega da declaração.
Declaração pode ser entregue até 30 de setembro; contribuinte deve observar a forma de envio aplicável ao imóvel.

Quem deve observar a obrigação

Pessoa física: proprietário, titular do domínio útil ou possuidor de imóvel rural, conforme as regras da Receita.

Pessoa jurídica: segue a obrigação quando se enquadra nas condições previstas e deve usar a versão web.

Exceções: imunidades e isenções previstas em lei precisam ser consideradas.

Atenção: ser produtor rural não basta, sozinho, para definir obrigatoriedade.

Atraso gera multa mínima de R$ 50

Quem estiver obrigado e entregar o ITR 2026 depois do prazo fica sujeito à multa de 1% ao mês-calendário ou fração, calculada sobre o total do imposto devido. A Receita estabelece valor mínimo de R$ 50 para a multa por atraso.

Se houver erro, omissão ou informação inexata depois da transmissão, é possível apresentar declaração retificadora antes do início de procedimento de lançamento de ofício. A retificadora substitui integralmente a declaração original, por isso os dados devem ser revisados antes do envio.

PAGAMENTO
Imposto pode ser dividido em até quatro quotas
✓ O imposto pode ser pago em até quatro quotas mensais e sucessivas.
✓ Nenhuma quota pode ser inferior a R$ 50.
✓ Imposto inferior a R$ 100 deve ser pago em quota única.
✓ A quota única ou a primeira quota vence em 30 de setembro de 2026.

Prazo exige atenção aos dados do imóvel

Antes de transmitir o ITR 2026, vale conferir os dados cadastrais do imóvel, a identificação do titular e as informações usadas no cálculo do imposto. O serviço web recupera dados existentes na Receita, mas o contribuinte continua responsável por revisar o conteúdo.

Com o prazo em andamento, o ITR 2026 pode ser preparado sem esperar os últimos dias de setembro. A Receita permite acessar recibos, documentos e declarações no mesmo ambiente digital, facilitando a conferência antes da transmissão.

Cursos gratuitos de arte começam nesta segunda em Porto Velho

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Cursos gratuitos de arte começam nos CMACEs de Porto Velho com atividades de Música, Dança, Teatro e Artes Visuais.
Aulas do segundo semestre começam nos Centros Municipais de Arte e Cultura Escolar de Porto Velho.

As aulas dos cursos gratuitos de arte começam nesta segunda-feira, 10 de agosto, nos Centros Municipais de Arte e Cultura Escolar de Porto Velho. O segundo semestre reúne atividades de Música, Dança, Teatro e Artes Visuais em três unidades da rede municipal.

Os cursos gratuitos de arte serão desenvolvidos no CMACE Jorge Andrade, no CMACE Som na Leste e no CMACE Francisco Lázaro dos Santos – Laio. As inscrições da chamada escolar já terminaram, as matrículas foram realizadas no fim de julho e o cronograma oficial não transforma o início das aulas em nova abertura de vagas.

EDUCAÇÃO
Neste artigo, você vai ver
  • onde funcionam os cursos gratuitos de arte;
  • quais públicos são atendidos em cada turno;
  • como as vagas foram distribuídas na chamada escolar;
  • por que o início das aulas não significa reabertura de inscrições.

Aulas serão distribuídas em três centros municipais

Os cursos gratuitos de arte começam simultaneamente nas três unidades, mas as modalidades podem variar conforme a estrutura e a oferta de cada centro. Música, Dança, Teatro e Artes Visuais fazem parte da chamada geral, sem obrigação de que todas as turmas estejam disponíveis em todos os endereços.

Cada estudante deve seguir o horário e a unidade definidos no processo de matrícula. A chamada foi unificada entre os três centros, mas a distribuição das turmas depende da programação e das especificidades de cada CMACE.

Unidades do segundo semestre
CMACE Jorge Andrade: uma das três unidades participantes da chamada escolar.
CMACE Som na Leste: atende turmas conforme modalidades ofertadas pela unidade.
CMACE Francisco Lázaro dos Santos – Laio: integra a programação do segundo semestre.

A programação e as orientações sobre o início das atividades também podem ser consultadas na publicação oficial da Semed de Porto Velho.

Metade das vagas foi reservada à rede municipal

Na chamada dos cursos gratuitos de arte, 50% das vagas foram destinadas a estudantes regularmente matriculados na Rede Municipal de Ensino. A outra metade ficou disponível ao público em geral, respeitando os critérios de idade e turno previstos no edital.

Durante a manhã e a tarde, o atendimento contempla estudantes das redes municipal, estadual e privada. No período noturno, os cursos gratuitos de arte alcançam jovens a partir de 17 anos e adultos da comunidade, ampliando a participação para além do público escolar tradicional.

Cursos gratuitos de arte em Porto Velho com estudantes nos Centros Municipais de Arte e Cultura Escolar.
Três unidades municipais recebem estudantes para atividades de Música, Dança, Teatro e Artes Visuais.

Como ficou o cronograma

16 a 19 de julho: inscrições on-line da chamada escolar.

30 e 31 de julho: matrículas presenciais.

A partir de 3 de agosto: segunda chamada, se houvesse vagas remanescentes.

10 de agosto: início das aulas do segundo semestre.

Cadastro reserva dependia de vagas não preenchidas

O edital previa que candidatos do cadastro reserva poderiam ser chamados apenas se sobrassem vagas depois das matrículas. A segunda chamada estava programada para ocorrer a partir de 3 de agosto, com divulgação feita por cada unidade conforme a disponibilidade de turmas.

Nesta segunda-feira, o início dos cursos gratuitos de arte não reabre automaticamente esse processo. Quem não participou da chamada escolar deve aguardar eventual comunicado específico da Semed antes de considerar que existem vagas remanescentes disponíveis.

ATENÇÃO
Hoje começam as aulas, não as inscrições
✓ As inscrições do segundo semestre ocorreram em julho.
✓ As matrículas presenciais foram realizadas em 30 e 31 de julho.
✓ O cadastro reserva dependia de vagas não preenchidas.
✓ Nova oferta de vagas só deve ser considerada quando houver divulgação oficial da Semed.

Segundo semestre começa com turmas já matriculadas

Com o início das atividades, os cursos gratuitos de arte entram agora na fase de aula para os alunos já matriculados. As turmas passam a seguir a programação de cada centro, com horários e modalidades definidos conforme a chamada escolar e a organização interna das unidades.

Para famílias e estudantes, o principal cuidado é acompanhar as orientações do CMACE escolhido sobre horários, materiais e rotina das aulas. Qualquer nova oportunidade de ingresso deverá aparecer em comunicado próprio, sem confundir a abertura de uma turma com nova inscrição para os cursos gratuitos de arte.

Vida Plena mostra como aprimoramento oncológico leva cuidado a áreas remotas

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Aprimoramento oncológico é tema do Vida Plena sobre formação e cuidado em áreas remotas.
Programa mostra formação profissional, vivência em comunidades e saúde digital para ampliar o cuidado oncológico.

Aprimoramento oncológico é o eixo de um episódio do Vida Plena que mostra como formação profissional, presença em campo e tecnologia podem aproximar o cuidado de populações que vivem longe dos grandes centros. Em três blocos, o programa acompanha uma proposta voltada à preparação de médicos e enfermeiros e à manutenção do vínculo com comunidades de difícil acesso.

Na Amazônia, grandes distâncias, limitações de transporte, diferenças culturais e acesso restrito a serviços especializados tornam prevenção, diagnóstico precoce e acompanhamento mais complexos. O programa mostra que ampliar o cuidado não significa levar toda a estrutura de um centro oncológico para cada comunidade, mas fortalecer profissionais que atuam mais perto do paciente.

Apresentado por Henrique Prata Filho, o programa recebe o Dr. Sérgio Vicente Serrano, oncologista clínico do Hospital de Amor e um dos idealizadores da iniciativa; o Dr. Flávio Augusto Ferreira, médico orientador; e Raniel Martinha de Souza, médico orientador e integrante da primeira turma do programa. A conversa combina a visão do estúdio com experiências vividas em campo.

Neste programa, você vai ver:
• por que o programa prioriza uma formação ampla para médicos e enfermeiros que atuam perto do paciente;
• como prevenção, diagnóstico precoce, manejo de sintomas e cuidados paliativos entram no aprimoramento;
• o que os profissionais encontraram durante a vivência com comunidades da Amazônia;
• como barco, estrada de chão e longas distâncias revelam barreiras de acesso à saúde;
• por que telesaúde, telemonitoramento e formação de multiplicadores aparecem como parte do legado.

Aprimoramento oncológico começa pela formação perto da realidade do paciente

No primeiro bloco, Sérgio Vicente Serrano explica que a proposta não é criar uma segunda residência em oncologia clínica nem reproduzir fora do hospital toda a estrutura de tratamento especializado. O programa trabalha com profissionais de formação mais geral para ampliar a abordagem do paciente com câncer em diferentes momentos da jornada.

Isso inclui prevenção, identificação de sinais que exigem investigação, apoio ao diagnóstico precoce, manejo de sintomas e efeitos colaterais e, quando necessário, cuidados paliativos. O tratamento oncológico de alta complexidade continua dependente dos centros preparados para isso.

A primeira turma reúne médicos e enfermeiros. A formação combina experiência dentro do Hospital de Amor com inserções em territórios onde a realidade do atendimento é muito diferente da encontrada em grandes centros.

Bloco 1 do Vida Plena sobre aprimoramento oncológico, com formação profissional e cuidado em áreas remotas.
O primeiro bloco apresenta a origem da iniciativa, a formação de médicos e enfermeiros e o papel da saúde digital na continuidade do cuidado.


▶ Assista ao Bloco 1 — formação e cuidado em áreas remotas

Sérgio Vicente Serrano explica por que a proposta prioriza uma formação ampla e como prevenção, diagnóstico precoce e saúde digital entram no programa.

Saúde digital ajuda a manter contato depois que o paciente volta para casa

Um dos conceitos centrais do primeiro bloco é que o paciente não permanece o tempo todo no hospital. Mesmo quando precisa passar por um centro de referência para tratamento, grande parte da vida acontece em casa, na cidade ou na comunidade de origem.

Por isso, a saúde digital aparece desde o desenho do programa. O objetivo é criar condições para que o contato não termine quando a equipe deixa o território ou quando o paciente retorna de um serviço especializado. O recurso tecnológico funciona como ponte para acompanhamento, discussão de casos e suporte.

Vivência nas comunidades transforma formação em experiência de campo

O segundo bloco muda a perspectiva: o programa passa a ser contado pela experiência de quem esteve nas comunidades. Raniel Martinha de Souza relata o acolhimento recebido, a importância das lideranças locais e atividades utilizadas para aproximar a equipe das pessoas que vivem no território.

Flávio Augusto Ferreira destaca que entrar em uma comunidade exige mais do que conhecimento técnico. É necessário pedir licença, dialogar com autoridades e equipes locais e compreender formas próprias de organização.

O deslocamento também ajuda a dimensionar o desafio. O programa relata passagem por Rio Branco e deslocamento até Boca do Acre, no Amazonas, com trechos de estrada de chão e viagens de barco que podem consumir várias horas.

Profissionais de saúde em comunidade remota durante ações de aprimoramento oncológico mostradas no Vida Plena.
O segundo bloco acompanha a experiência prática da equipe, o diálogo com lideranças e as barreiras de deslocamento em comunidades da Amazônia.


▶ Assista ao Bloco 2 — vivência nas comunidades

Raniel e Flávio contam como foram o acolhimento, a inserção da equipe, os deslocamentos e o aprendizado construído em contato com as comunidades.

Tecnologia e medicina precisam dialogar com cultura e conhecimento local

O Vida Plena evita apresentar tecnologia como uma solução isolada. Os convidados lembram que o cuidado precisa considerar a realidade de cada comunidade, o conhecimento tradicional, a atuação das equipes locais e a confiança construída ao longo do tempo.

O aprimoramento oncológico vai além de protocolos. O profissional precisa reconhecer limites de acesso, saber quando orientar uma avaliação especializada e trabalhar em conjunto com quem já presta assistência no território.

Legado combina multiplicadores, telesaúde e continuidade do cuidado

No terceiro bloco, a discussão se volta ao que permanece depois da missão de campo. Raniel e Flávio destacam a construção de vínculo e a possibilidade de manter contato com as comunidades.

A tecnologia aparece associada ao telemonitoramento e à telesaúde como ferramentas para dar suporte a profissionais e pacientes à distância. A continuidade é parte essencial do aprimoramento oncológico, porque o vínculo com as equipes locais não termina quando a missão presencial acaba.

O programa também discute a formação de multiplicadores: profissionais que recebem conhecimento e depois ajudam a ampliar seu alcance dentro das próprias redes de atendimento.

Vida Plena aborda saúde digital, formação profissional e continuidade do cuidado oncológico.
O terceiro bloco destaca saúde digital, formação de multiplicadores e estratégias para manter suporte às comunidades após as atividades presenciais.


▶ Assista ao Bloco 3 — legado e continuidade

O fechamento aborda telemonitoramento, telesaúde, formação de multiplicadores e o esforço para reduzir deslocamentos que podem ser evitados.

Cuidado centrado na pessoa exige olhar para distância, território e acesso

Ao reunir os três blocos, o Vida Plena apresenta uma visão de cuidado que começa antes do tratamento especializado e continua depois dele. Em regiões remotas, orientar corretamente, reconhecer sintomas, organizar encaminhamentos e manter comunicação com centros de referência pode ajudar a reduzir vazios de assistência.

O programa também deixa claro que a tecnologia não substitui a estrutura especializada nem a presença de profissionais. O valor está em conectar comunidade, equipe local, profissionais em formação e centros com maior capacidade de diagnóstico e tratamento.

Esse é o sentido do aprimoramento oncológico apresentado no episódio: levar conhecimento para mais perto de quem precisa, sem ignorar os limites do território, e construir continuidade de cuidado com ferramentas presenciais e digitais.

Saúde mental e câncer: PrevCast explica emoções, apoio e tratamento

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Saúde mental e câncer são tema do PrevCast #12 com especialistas do Hospital de Amor.
Episódio #12 do PrevCast discute impacto emocional do diagnóstico e do tratamento do câncer.

Saúde mental e câncer caminham juntos em diferentes momentos da jornada oncológica. O episódio #12 do PrevCast discute como o diagnóstico, o tratamento e a reabilitação podem afetar emoções, rotina, relações familiares e a maneira como cada pessoa enfrenta a doença.

O programa também procura retirar do paciente um peso que não lhe pertence. As convidadas explicam que depressão e ansiedade não devem ser tratadas como causas do câncer e reforçam que sofrimento emocional merece acolhimento, avaliação adequada e uma rede de apoio que pode envolver família, amigos, espiritualidade e profissionais especializados.

Apresentado pelo Dr. Júlio Possati, o episódio recebe Ana Elisa Crispim, psicóloga e coordenadora hospitalar especialista em oncologia do Hospital de Amor, e a Dra. Gisele Zocoller Seno, médica psiquiatra da instituição. A conversa passa por ansiedade, depressão, psicoterapia, psiquiatria, automedicação, cuidados paliativos, sobrecarga de cuidadores e saúde mental dos próprios profissionais.


▶ Ative o som e assista ao episódio completo

O PrevCast reúne orientações sobre impacto emocional, rede de apoio e momentos em que o sofrimento pode exigir avaliação especializada.

Neste episódio, você vai ver:
• como o diagnóstico de câncer pode repercutir na rotina e nas emoções;
• por que cobrar que o paciente seja “forte o tempo todo” pode dificultar o acolhimento;
• quais sinais indicam que o sofrimento merece avaliação profissional;
• o que as especialistas dizem sobre depressão, ansiedade e culpa pelo câncer;
• por que automedicação deve ser evitada e o tratamento precisa ser individualizado;
• como cuidados paliativos, cuidadores e profissionais de saúde entram nessa rede de atenção.

Saúde mental e câncer começam pelo impacto do diagnóstico

Receber um diagnóstico de câncer pode alterar planos, prioridades e a percepção que a pessoa tem sobre o próprio futuro. No episódio, Ana Elisa Crispim explica que o impacto emocional não ocorre de uma única forma: alguns pacientes reagem com medo, tristeza ou insegurança, enquanto outros procuram organizar rapidamente informações, consultas e decisões.

As especialistas destacam que essas reações precisam ser compreendidas dentro da história de cada pessoa. O sofrimento inicial não significa automaticamente um transtorno mental. Ao mesmo tempo, mudanças persistentes de humor, sono, apetite, interesse pelas atividades e capacidade de lidar com a rotina merecem atenção.


▶ Assista ao trecho sobre o impacto emocional do diagnóstico

As convidadas explicam por que cada pessoa reage de maneira diferente e como o acolhimento pode começar logo após a notícia.

Ser forte não significa esconder o sofrimento

Uma das situações discutidas no PrevCast é a pressão para que o paciente “não se abale” ou permaneça forte durante todo o tratamento. Para as convidadas, frases desse tipo podem ser bem-intencionadas, mas também podem transmitir a ideia de que sentir medo, tristeza ou cansaço seria uma falha.

O programa propõe outra perspectiva: permitir que a pessoa reconheça e expresse o que está vivendo. A rede de apoio pode ajudar sem exigir otimismo permanente. Ouvir, acompanhar consultas, respeitar silêncios e oferecer ajuda prática são formas de presença que preservam a autonomia de quem está em tratamento.


▶ Veja por que o paciente não precisa parecer forte o tempo todo

O trecho discute validação das emoções e os riscos de transformar sofrimento natural em obrigação de esconder sentimentos.

Saúde mental e câncer exigem atenção aos sinais de sofrimento

Tristeza, medo e ansiedade podem aparecer diante de uma doença grave sem que isso signifique, por si só, depressão ou outro diagnóstico psiquiátrico. A atenção aumenta quando os sintomas ficam intensos, persistem ou passam a comprometer atividades básicas.

O episódio cita alterações importantes no sono, isolamento, perda de interesse, desesperança e dificuldade crescente para funcionar no dia a dia como situações que merecem avaliação. Psicologia e psiquiatria podem atuar de forma complementar, conforme a necessidade de cada caso.

INFORMAÇÃO DE SAÚDE

Este conteúdo é jornalístico e informativo. Sintomas emocionais devem ser avaliados de forma individualizada por profissionais habilitados; a matéria não substitui atendimento médico, psicológico ou psiquiátrico.


▶ Assista ao trecho sobre sinais que merecem avaliação

As especialistas diferenciam reações emocionais esperadas de situações em que o sofrimento começa a comprometer a rotina.

Depressão e ansiedade não devem carregar a culpa pelo câncer

O episódio enfrenta uma crença capaz de aumentar o peso emocional de quem recebe o diagnóstico. As especialistas explicam que depressão ou ansiedade não devem ser apontadas como causas do câncer. O sofrimento emocional não pode ser convertido em responsabilidade pela doença.

Afastar a culpa, porém, não significa minimizar a importância da saúde mental e câncer. O acompanhamento psicológico ou psiquiátrico pode ser necessário durante diagnóstico, tratamento ou reabilitação quando emoções intensas passam a interferir no sono, alimentação, rotina ou relações pessoais.


▶ Assista ao trecho que enfrenta o mito da culpa

A conversa diferencia o impacto emocional do câncer da ideia de que depressão ou ansiedade teriam provocado a doença.

Psicoterapia, psiquiatria e automedicação exigem cuidado

No contexto de saúde mental e câncer, psicoterapia e acompanhamento psiquiátrico aparecem como recursos que podem ser utilizados conforme a necessidade de cada pessoa. Nem todo paciente precisa da mesma abordagem, e a decisão depende da intensidade dos sintomas, das condições clínicas e das medicações em uso.

A Dra. Gisele chama atenção para a automedicação. Utilizar antidepressivos, ansiolíticos, sedativos ou outras substâncias sem avaliação pode provocar efeitos indesejados, dificultar a interpretação dos sintomas ou trazer risco de interações com outros medicamentos.

Procurar atendimento psiquiátrico também não significa necessariamente receber uma prescrição. A avaliação pode resultar em orientação, acompanhamento, encaminhamento para psicoterapia ou outras estratégias consideradas adequadas.


▶ Veja o alerta sobre automedicação e tratamento individualizado

O trecho explica por que medicamentos para sintomas emocionais não devem ser utilizados por conta própria durante o tratamento oncológico.

Cuidados paliativos e cuidadores também fazem parte da saúde mental

Outro ponto importante do episódio é a associação equivocada entre cuidados paliativos e abandono. As convidadas explicam que o objetivo é aliviar sofrimento, controlar sintomas, preservar autonomia e melhorar qualidade de vida de acordo com a situação clínica e os objetivos definidos com o paciente.

A conversa também amplia o olhar para quem acompanha o tratamento. Familiares e cuidadores podem reorganizar trabalho, sono, alimentação e vida social para apoiar o paciente. Quando esse esforço se prolonga, cansaço, irritabilidade, medo, insônia e perda do autocuidado também precisam ser reconhecidos.

A rede de apoio, portanto, não deve alcançar somente quem recebeu o diagnóstico. Quem cuida também pode precisar de escuta, descanso, orientação e acompanhamento.


▶ Assista ao trecho sobre cuidados paliativos e qualidade de vida

As especialistas explicam por que cuidados paliativos não devem ser entendidos como desistência.

Profissionais de saúde também precisam de cuidado

O PrevCast encerra a discussão lembrando que médicos, enfermeiros, psicólogos e outros profissionais convivem diariamente com sofrimento, perdas, decisões difíceis e vínculos construídos com pacientes e famílias. Esse contato contínuo também pode produzir impacto emocional.

As convidadas mencionam a necessidade de espaços de escuta, apoio entre equipes e estratégias institucionais capazes de ajudar a reconhecer exaustão e fadiga por compaixão. Cuidar de quem trabalha na assistência também faz parte de uma estrutura de saúde mais segura e humana.

A mensagem vale para pacientes, familiares, cuidadores e profissionais: quando existe dúvida sobre a necessidade de ajuda, procurar avaliação é um passo legítimo. Pedir apoio não deve ser tratado como sinal de fraqueza.

REDE DE APOIO
O cuidado pode envolver diferentes pessoas e profissionais
✓ família e pessoas de confiança;
✓ amigos e rede de apoio social;
✓ psicologia e psiquiatria quando indicadas;
✓ equipe responsável pelo tratamento oncológico;
✓ espiritualidade, quando fizer sentido para o paciente.

Saúde mental e câncer exigem cuidado ao longo de toda a jornada

Ao reunir os principais pontos do episódio, saúde mental e câncer aparecem como temas que exigem escuta, informação e acompanhamento ao longo do tempo. A necessidade de suporte pode mudar entre diagnóstico, tratamento, períodos de estabilidade, reabilitação e cuidados paliativos.

Família, amigos, espiritualidade, psicologia, psiquiatria e a própria equipe assistencial podem integrar essa rede sem substituir a autonomia do paciente. Acolher emoções e buscar ajuda quando necessário não elimina as dificuldades da jornada, mas pode ampliar os recursos disponíveis para enfrentá-las.

Fonte da notícia: episódio #12 do PrevCast — Saúde Mental e Câncer, no canal do Hospital de Amor.


▶ Assista ao episódio completo no YouTube

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Inscrições do Licita+RO começam nesta segunda em Porto Velho

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Inscrições do Licita+RO ilustradas por participante usando notebook e celular em ambiente de escritório.
Evento terá inscrições separadas por público e programação distribuída em três datas no fim de agosto.

As inscrições do Licita+RO estão abertas nesta segunda-feira, 10 de agosto, em Porto Velho. A terceira edição do evento será realizada nos dias 27, 28 e 31 de agosto, no auditório do edifício-sede do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO).

Segundo o Tribunal de Justiça de Rondônia, a programação foi organizada para públicos diferentes. Os dias 27 e 28 serão voltados a fornecedores, empresários, profissionais do Direito, servidores e demais interessados. Já o dia 31 terá atividades específicas para o público interno do TJRO e agentes de contratação de outros órgãos.

INSCRIÇÕES ABERTAS
Neste artigo, você vai ver
  • quem pode participar do Licita+RO;
  • como funcionam as inscrições do Licita+RO para cada público;
  • qual é o limite anunciado de participantes;
  • por que o evento não deve ser confundido com uma licitação.

Inscrições do Licita+RO são separadas conforme o público

O evento utiliza acessos de inscrição diferentes porque as atividades foram organizadas de acordo com o perfil de quem pretende participar. Para os dias 27 e 28, o cadastro é direcionado ao público externo interessado no mercado de contratações públicas.

Nesse grupo estão fornecedores, empresários, profissionais do Direito, servidores e demais interessados. Por isso, quem pretende fazer as inscrições do Licita+RO deve conferir primeiro em qual público se enquadra para utilizar o formulário correspondente.

Datas e públicos
27 e 28 de agosto: fornecedores, empresários, profissionais do Direito, servidores e demais interessados.
31 de agosto: público interno do TJRO e agentes de contratação de outros órgãos.
Local: auditório do edifício-sede do TJRO, em Porto Velho.
Vagas: limite anunciado de 200 participantes por dia.

Fornecedores terão dois dias de programação aberta

Nos dias 27 e 28, o Licita+RO abre espaço para quem deseja entender melhor o mercado de contratações públicas. A programação alcança empresas que já fornecem para órgãos públicos e também interessados que ainda estão conhecendo as etapas e exigências desse setor.

A terceira edição tem como tema “Conectando Fornecedores, Inovação e Oportunidades nas Contratações Públicas”. As inscrições do Licita+RO permitem organizar previamente esse público e direcionar as atividades conforme a proposta do evento.

Dia 31 será voltado ao setor público

A programação de 31 de agosto terá outro perfil. O dia será destinado ao público interno do Tribunal de Justiça e a agentes de contratação de outras instituições públicas, também com acesso específico para inscrição.

Essa divisão é importante porque impede que o participante utilize um formulário destinado a outro grupo. Antes de concluir as inscrições do Licita+RO, o interessado deve verificar a data e o perfil correspondente à atividade que pretende acompanhar.

Profissionais consultam informações durante o período de inscrições do Licita+RO em Porto Velho.

Programação será realizada no fim de agosto no auditório do edifício-sede do TJRO, em Porto Velho.

Antes de preencher a inscrição

Escolha o público correto: externo nos dias 27 e 28 ou institucional no dia 31.

Observe as vagas: o limite informado é de até 200 participantes por dia.

Confira os campos: preencha somente as informações solicitadas no formulário oficial.

Guarde a confirmação: mantenha o comprovante ou mensagem recebida após o cadastro, se houver.

Inscrições do Licita+RO têm limite de 200 participantes por dia

O limite divulgado é de 200 participantes por dia. A publicação do Tribunal não estabelece, no texto principal, uma data final diferente do preenchimento das vagas, o que torna importante verificar a disponibilidade antes de deixar o cadastro para depois.

A página de divulgação também não detalha todas as condições relacionadas a certificado ou outros procedimentos posteriores. Assim, ao fazer as inscrições do Licita+RO, o participante deve conferir as orientações existentes no formulário oficial correspondente ao seu público.

ATENÇÃO AO FORNECEDOR
Capacitação não significa contratação automática
✓ O Licita+RO é um evento de informação e capacitação.
✓ A inscrição não habilita automaticamente uma empresa em licitações.
✓ Participar não garante contrato ou preferência em futuras disputas.
✓ Cada contratação pública mantém edital, critérios e documentos próprios.

Participação não substitui habilitação em futuras licitações

O Licita+RO pode ajudar empresários e profissionais a compreender melhor o funcionamento das compras governamentais, mas o evento não é uma licitação. Nenhuma empresa recebe contrato, habilitação ou cadastro automático apenas por participar das atividades.

Para disputar uma contratação pública, o fornecedor continua obrigado a acompanhar os editais, cumprir os prazos, apresentar a documentação solicitada e atender aos critérios de cada procedimento. As inscrições do Licita+RO dão acesso ao evento, e não a uma contratação pública.

Evento discute fornecedores, inovação e oportunidades

A programação foi estruturada para aproximar empresas e profissionais de temas ligados às contratações públicas. Entre os palestrantes anunciados está o ministro Paulo Sérgio Domingues, do Superior Tribunal de Justiça, além de especialistas da área.

Para fornecedores que ainda conhecem pouco desse mercado, a programação pode auxiliar na compreensão de documentos, requisitos e procedimentos. Já quem possui experiência pode usar o encontro para atualização e troca de informações sobre as regras aplicadas ao setor.

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Censo 2022 aponta 21.146 indígenas em Rondônia

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Indígenas em Rondônia reunidos em ambiente comunitário representativo da população registrada pelo Censo 2022.
Censo 2022 contabilizou 21.146 pessoas indígenas em Rondônia, equivalentes a 1,34% da população estadual.

Os indígenas em Rondônia somam 21.146 pessoas, segundo os resultados do Censo Demográfico 2022. O número corresponde a 1,34% da população do estado e inclui moradores de Terras Indígenas e pessoas que vivem fora desses territórios.

Os dados do IBGE mostram ainda que 11.525 indígenas em Rondônia vivem em Terras Indígenas. Em Porto Velho, o Censo contabilizou 4.112 pessoas indígenas residentes no município.

CENSO 2022
Neste artigo, você vai ver
  • quantos são os indígenas em Rondônia registrados pelo Censo;
  • quantas pessoas vivem em Terras Indígenas;
  • qual é o total registrado em Porto Velho;
  • como a ONU marca o Dia Internacional dos Povos Indígenas em 2026.

Indígenas em Rondônia somam 21.146 pessoas no Censo 2022

O total registrado pelo IBGE ajuda a dimensionar a presença da população indígena no estado sem limitar essa realidade apenas às aldeias ou às áreas oficialmente reconhecidas como Terras Indígenas. Há moradores indígenas em diferentes contextos territoriais, urbanos e rurais.

Dentro da população estadual, os indígenas em Rondônia representam 1,34%. O levantamento demográfico amplia a visibilidade estatística dessa população e oferece informações importantes para estudos sobre território, distribuição demográfica e formulação de políticas públicas.

Rondônia no Censo 2022
População indígena: 21.146 pessoas.
Participação estadual: 1,34% da população.
Em Terras Indígenas: 11.525 pessoas indígenas.
Percentual: 54,5% da população indígena estadual.

Mais de 11,5 mil indígenas em Rondônia vivem em Terras Indígenas

Dos 21.146 indígenas contabilizados no estado, 11.525 residem dentro de Terras Indígenas. Isso representa 54,5% da população indígena registrada em Rondônia, enquanto a parcela restante mora fora dessas áreas.

Esse dado não deve ser confundido com o total de moradores das Terras Indígenas. O Censo registra 11.997 residentes nessas áreas, número que inclui indígenas e não indígenas. Por isso, os 11.525 correspondem especificamente aos indígenas em Rondônia que vivem nesses territórios.

Porto Velho concentra 4.112 pessoas indígenas

Na capital, o Censo Demográfico 2022 registrou 4.112 pessoas indígenas. O dado ajuda a mostrar que a presença indígena no estado também está associada às áreas urbanas e rurais dos municípios e não somente às Terras Indígenas.

A distribuição dos indígenas em Rondônia também precisa ser analisada sem generalizações culturais. Os povos indígenas possuem histórias, línguas, territórios, formas de organização e modos de vida diferentes, e um único dado estatístico não representa toda essa diversidade.

Indígenas em Rondônia participam de atividade comunitária em imagem representativa sem identificação de povo específico.

Imagem representativa e neutra de ambiente comunitário, sem atribuição de elementos culturais a um povo indígena específico.

Brasil no Censo 2022

População indígena: 1.694.836 pessoas.

Participação nacional: 0,83% da população brasileira.

Data internacional: 9 de agosto.

Evento da ONU em 2026: programação virtual em 10 de agosto.

Brasil tem quase 1,7 milhão de pessoas indígenas

No cenário nacional, o Censo 2022 contabilizou 1.694.836 pessoas indígenas, correspondentes a 0,83% da população brasileira registrada pelo levantamento.

A comparação nacional ajuda a dimensionar os indígenas em Rondônia dentro do país. No estado, mais da metade vive em Terras Indígenas, enquanto uma parcela significativa reside em outras áreas urbanas e rurais.

DATA INTERNACIONAL
ONU destaca parteiras indígenas em 2026
✓ O Dia Internacional dos Povos Indígenas é observado em 9 de agosto.
✓ O tema de 2026 valoriza as parteiras indígenas.
✓ A programação virtual oficial foi marcada para 10 de agosto.
✓ A pauta relaciona cuidado, conhecimentos indígenas, cultura e bem-estar.

Dia Internacional reforça visibilidade dos indígenas em Rondônia

O Dia Internacional dos Povos Indígenas é observado todos os anos em 9 de agosto. Em 2026, a ONU definiu como tema a valorização das parteiras indígenas, destacando sua atuação na proteção da vida, do bem-estar e dos sistemas de conhecimento das comunidades.

Em Rondônia, a data também chama atenção para a presença de 21.146 pessoas indígenas registrada pelo Censo. Os dados sobre indígenas em Rondônia ajudam a dimensionar essa população, mas precisam ser interpretados junto à diversidade de povos, territórios e experiências existentes no estado.

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Notícias de Rondônia, direitos humanos, povos indígenas e informações que ajudam a compreender a realidade do estado.

Massacre de Santa Elina completa 31 anos e mantém memória viva em Rondônia

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Massacre de Santa Elina é lembrado em homenagem às vítimas em área rural de Corumbiara, em Rondônia.
Homenagens mantêm viva a memória do episódio ocorrido em 9 de agosto de 1995 na Fazenda Santa Elina, em Corumbiara.

O Massacre de Santa Elina completou 31 anos em 9 de agosto de 2026. O episódio ocorreu em 1995, na Fazenda Santa Elina, em Corumbiara, no sul de Rondônia, durante uma operação de reintegração de posse que terminou em confronto entre forças policiais e trabalhadores rurais.

Mais de três décadas depois, o caso permanece ligado ao debate sobre direitos humanos, conflitos agrários, Justiça e memória das vítimas. Em 2004, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) concluiu que o Estado brasileiro teve responsabilidade internacional por violações relacionadas ao episódio.

MEMÓRIA
Neste artigo, você vai ver
  • o que a CIDH concluiu sobre o caso;
  • por que os números de vítimas variam entre as fontes;
  • por que 9 de agosto é feriado em Corumbiara;
  • como a memória de Santa Elina permanece três décadas depois.

Massacre de Santa Elina chegou à Comissão Interamericana

O caso foi levado à CIDH sob o número 11.556. No Relatório nº 32/04, aprovado em 2004, a Comissão analisou o que ocorreu em Corumbiara e apontou violações de direitos à vida, à integridade pessoal, às garantias judiciais e à proteção judicial.

A análise colocou o Massacre de Santa Elina também no sistema internacional de proteção aos direitos humanos. Entre as recomendações apresentadas estavam investigação completa e imparcial, reparação às vítimas e familiares e medidas para impedir a repetição de violações semelhantes.

O que consta no relatório da CIDH
Caso: 11.556 — Corumbiara, Brasil.
Relatório: nº 32/04, aprovado em 2004.
Direito à vida: 11 pessoas foram identificadas como vítimas de violação do artigo 4.
Confronto: o relatório também registra a morte de dois policiais.

Contagem de vítimas varia entre documentos e entidades

Os números associados ao episódio não são apresentados da mesma forma por todas as fontes. A CIDH identifica 11 pessoas como vítimas de violação do direito à vida e também registra duas mortes de policiais no confronto.

Já organizações ligadas à luta pela terra e outros registros históricos adotam critérios diferentes ao considerar desaparecidos, mortes reconhecidas posteriormente e outras situações. Por isso, qualquer total relacionado ao Massacre de Santa Elina precisa ser acompanhado da identificação da fonte utilizada.

Massacre de Santa Elina é lembrado em ato de memória realizado em área rural de Corumbiara.

Imagem representativa de homenagem em área rural de Corumbiara; a composição não é registro documental do episódio de 1995.

9 de agosto em Corumbiara

Data: 9 de agosto.

Classificação: feriado municipal.

Referência: memória do Massacre de Santa Elina.

Base legal: Lei Municipal nº 173, de 21 de agosto de 1998.

9 de agosto é feriado municipal em Corumbiara

O calendário oficial do município registra 9 de agosto como feriado em memória do Massacre de Santa Elina. A base indicada pela Prefeitura de Corumbiara é a Lei Municipal nº 173, de 21 de agosto de 1998.

A data passou a integrar oficialmente o calendário local e funciona como uma das formas institucionais de preservação da memória do episódio. A identificação da lei municipal também ajuda a corrigir referências diferentes reproduzidas em alguns registros sobre o feriado.

MEMÓRIA EM 2026
Programação foi anunciada para o assentamento Alzira Augusto Monteiro
✓ A CPT convocou ato ecumênico para 8 de agosto.
✓ A programação previa cantos, procissão com cruz e velas, texto bíblico e falas.
✓ O encerramento anunciado seria com missa.
✓ A matéria-base não apresentava balanço posterior de participação.

Atos de memória mantêm Santa Elina no debate público

Para os 31 anos do episódio, a Comissão Pastoral da Terra anunciou uma programação de memória no Assentamento Alzira Augusto Monteiro, próximo ao local da antiga Fazenda Santa Elina. A agenda divulgada previa atividades religiosas e homenagens ao longo do dia.

Como a matéria-base não apresentava um balanço posterior com estimativa de público ou confirmação detalhada de todas as ações realizadas, a programação deve ser entendida como o que havia sido anunciado pela entidade, e não como registro completo do evento ocorrido.

Massacre de Santa Elina permanece como referência em direitos humanos

Aos 31 anos, o episódio segue presente em discussões sobre violência no campo, acesso à terra, responsabilização do Estado e direito das famílias à Justiça e à memória. O relatório internacional e o feriado municipal representam registros distintos dessa trajetória.

A preservação da memória do Massacre de Santa Elina também exige cuidado com versões, números e atribuições. Documentos oficiais e relatos de entidades podem adotar critérios diferentes, o que torna essencial identificar claramente a origem de cada informação apresentada ao público.

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Notícias de Rondônia, direitos humanos, Justiça e temas que fazem parte da memória e da vida da população.

Feira Rondônia Empreendedora tem entrada gratuita até domingo em Porto Velho

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Feira Rondônia Empreendedora reúne visitantes e expositores no Espaço Alternativo, em Porto Velho.
Empreendedores recebem visitantes no Espaço Alternativo

A Feira Rondônia Empreendedora continua neste fim de semana no Espaço Alternativo, em Porto Velho. O evento segue até domingo, 9 de agosto, com funcionamento das 17h às 21h, entrada gratuita e classificação livre para o público.

Quem passar pelo local encontrará artesanato, pequenos negócios, gastronomia, manifestações culturais e uma área destinada à adoção responsável de animais. A programação começou na quinta-feira (6) e mantém o Espaço Alternativo como ponto de encontro para visitantes e expositores durante quatro dias.

SERVIÇO
Neste artigo, você vai ver
  • até quando a feira permanece aberta;
  • qual é o horário de funcionamento;
  • o que o visitante encontra nos estandes;
  • como organizar a visita neste fim de semana.

Feira Rondônia Empreendedora reúne artesanato e negócios locais

Os estandes reúnem produtos de artesãos e pequenos empreendedores de diferentes segmentos. O visitante pode circular entre peças artesanais, itens de economia criativa, produtos locais e opções de alimentação durante o período de funcionamento.

A Feira Rondônia Empreendedora também inclui atividades culturais. A proposta permite combinar compras, alimentação e passeio em um espaço aberto bastante utilizado pela população de Porto Velho para atividades de lazer.

Serviço da feira
Período: de 6 a 9 de agosto.
Horário: das 17h às 21h.
Local: Espaço Alternativo, em Porto Velho.
Entrada: gratuita, com classificação livre.

Evento abre no fim da tarde e segue até as 21h

O horário permite que o público visite o Espaço Alternativo depois do expediente ou no início da noite. Das 17h às 21h, os visitantes podem percorrer os corredores, conhecer os expositores e aproveitar as opções disponíveis sem pagamento de ingresso.

Como a Feira Rondônia Empreendedora entra no último fim de semana, o movimento pode aumentar principalmente no começo da noite. Quem preferir circular com mais tranquilidade pode considerar chegar próximo ao horário de abertura.

Feira Rondônia Empreendedora ocupa o Espaço Alternativo com estandes e visitantes em Porto Velho.

Evento segue até domingo no Espaço Alternativo, com entrada gratuita e funcionamento das 17h às 21h.

O que o visitante encontra

Artesanato: peças e produtos de expositores locais.

Gastronomia: opções de alimentação disponíveis no evento.

Cultura: manifestações culturais dentro da programação.

Adoção: espaço dedicado à adoção responsável de cães e gatos.

Feira Rondônia Empreendedora também tem adoção responsável

Além das compras e da gastronomia, existe uma área destinada à adoção responsável de cães e gatos. A iniciativa cria um ponto de contato entre pessoas interessadas em adotar e quem atua com proteção animal durante o evento.

A atividade integra a programação, mas o visitante pode circular normalmente pela Feira Rondônia Empreendedora sem participar da adoção. Dessa forma, diferentes públicos encontram opções de interesse dentro do mesmo espaço.

Pequenos negócios ganham contato direto com o público

Para quem expõe, a feira oferece contato direto com consumidores e oportunidade de apresentar produtos em um dos principais espaços de lazer da capital. Artesãos e pequenos negócios dividem a área com alimentação e atividades culturais.

Para os visitantes, a concentração de diferentes segmentos facilita o passeio. É possível conhecer produtos locais, circular entre as barracas e aproveitar outras atividades sem precisar adquirir ingresso antecipadamente.

ANTES DE IR
Informações para organizar a visita
✓ A feira segue até domingo, 9 de agosto.
✓ O funcionamento divulgado é das 17h às 21h.
✓ A entrada é gratuita e a classificação é livre.
✓ A programação acontece no Espaço Alternativo, em Porto Velho.

Último fim de semana para visitar a feira

Quem ainda não visitou o evento tem sábado e domingo para conhecer a programação. O acesso gratuito cria mais uma opção de passeio no fim da tarde e à noite para famílias, grupos de amigos e pessoas interessadas em produtos de pequenos empreendedores.

Mantido o serviço divulgado, a Feira Rondônia Empreendedora encerra as atividades às 21h de domingo. Quem pretende chegar perto do fim do horário pode conferir previamente eventuais orientações operacionais divulgadas pelos responsáveis pelo evento.

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Notícias de Porto Velho, eventos, empreendedorismo e informações que fazem parte do dia a dia da população.

Cadastro do produtor rural já pode ser feito pelo PVH+ em Porto Velho

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Cadastro do produtor rural é acessado por trabalhador do campo em propriedade de Porto Velho.
Produtores rurais de Porto Velho já podem acessar digitalmente o cadastro municipal pela plataforma PVH+.

O Cadastro do produtor rural já pode ser feito pela plataforma PVH+ em Porto Velho. O novo serviço permite iniciar pela internet o registro municipal utilizado pela Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric) para organizar o atendimento a quem trabalha no campo.

O acesso utiliza autenticação pelo e-Gov/gov.br. Depois de entrar no sistema, o produtor segue para o formulário eletrônico, onde deverá informar dados de acordo com sua atividade e propriedade. O serviço oficial está disponível no PVH+.

SERVIÇO DIGITAL
Neste artigo, você vai ver
  • como acessar o cadastro municipal pelo PVH+;
  • para que o registro é utilizado pela Semagric;
  • quais informações vale deixar separadas;
  • o que o cadastro não libera automaticamente.

Cadastro do produtor rural vira porta de entrada para serviços da Semagric

O registro reúne informações sobre produtores, propriedades e atividades desenvolvidas na área rural do município. A base permite que a Semagric identifique melhor quem procura a Secretaria e organize os atendimentos de acordo com as demandas apresentadas.

Fazer o Cadastro do produtor rural, entretanto, não significa receber automaticamente máquinas, transporte, crédito ou qualquer outro benefício. Cada serviço ou programa pode possuir critérios próprios, documentação específica, disponibilidade e análise individual.

Como começar o cadastro
1. Acesse o serviço disponível no PVH+.
2. Faça a autenticação pelo e-Gov/gov.br.
3. Confira os campos apresentados pelo sistema.
4. Revise as informações antes de concluir o envio.

Acesso começa com autenticação digital no PVH+

O produtor começa o procedimento entrando no serviço eletrônico e realizando a autenticação. A identificação digital permite vincular o pedido ao usuário e reduz a necessidade de iniciar presencialmente essa etapa do atendimento municipal.

Ao preencher o Cadastro do produtor rural, é importante informar os dados conforme a situação real da propriedade e da atividade exercida. Nome, localização, vínculos e demais informações devem ser revisados antes da conclusão para diminuir a possibilidade de correções posteriores.

Produtores organizam informações para o Cadastro do produtor rural em Porto Velho.

Produtores podem organizar previamente dados pessoais e informações da propriedade antes de acessar o serviço digital.

Dados que vale deixar separados

Identificação: documento com foto e CPF ou CNPJ.

Residência: comprovante atualizado.

Propriedade: localização e informações relacionadas à área rural.

Entidades: documentos de associação ou cooperativa, quando houver vínculo.

Documentos podem ser organizados antes de entrar no sistema

A relação usada pela área de cadastro e apoio ao produtor inclui documentos pessoais, comprovante de residência, informações da propriedade e, quando aplicável, registros ligados a associações ou cooperativas. Deixar esse material separado pode facilitar o preenchimento.

A lista funciona como referência de preparação. Como o Cadastro do produtor rural possui fluxo eletrônico individual, os campos apresentados podem variar conforme as informações fornecidas pelo próprio usuário durante o procedimento.

ATENÇÃO
O cadastro não libera benefícios automaticamente
✓ Organiza o acesso aos serviços municipais da Semagric.
✓ Não representa aprovação automática de crédito, máquinas ou transporte.
✓ Não substitui CAF, CAR ou inscrição estadual.
✓ Cada programa pode ter regras e documentos próprios.

Cadastro do produtor rural não substitui CAF, CAR e outros registros

O registro disponibilizado pelo município tem finalidade própria e não deve ser confundido com documentos exigidos para outras políticas ou obrigações. O Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), o Cadastro Ambiental Rural (CAR), a inscrição estadual e documentos fiscais seguem regras específicas.

Isso significa que manter o Cadastro do produtor rural atualizado pode facilitar a identificação e o relacionamento com a Semagric, mas não elimina outras exigências relacionadas ao serviço que o produtor pretende solicitar.

Produtor deve conferir as regras do serviço que pretende solicitar

Depois de concluir o registro municipal, o próximo passo depende da necessidade de cada produtor. Transporte da produção, participação em programas, atendimento técnico ou outros serviços podem exigir documentação e condições adicionais.

Por isso, o Cadastro do produtor rural deve ser entendido como uma etapa de organização e acesso aos canais da Secretaria, e não como uma autorização automática. Antes de fazer um pedido específico, vale consultar os critérios correspondentes e manter os dados informados atualizados.

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Flor do Maracujá 2026 será realizado de 18 a 27 de setembro em Porto Velho

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Flor do Maracujá 2026 no Parque dos Tanques, em Porto Velho, onde a 42ª edição será realizada em setembro.
42ª edição do arraial foi remarcada para o período de 18 a 27 de setembro no Parque dos Tanques.

O Flor do Maracujá 2026 ganhou uma nova data em Porto Velho. A 42ª edição será realizada de 18 a 27 de setembro, no Parque dos Tanques, depois de ter sido anunciada inicialmente para o período de 21 a 30 de agosto.

A alteração foi discutida entre a Secretaria de Estado da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel), a Unajup e representantes das agremiações. Segundo as informações divulgadas, a mudança levou em consideração questões técnicas, operacionais e organizacionais ligadas à realização do evento.

NOVA DATA
Neste artigo, você vai ver
  • qual era o calendário anunciado anteriormente;
  • quando acontecerá a 42ª edição;
  • onde será realizado o arraial;
  • quais informações ainda aguardam divulgação.

Flor do Maracujá 2026 passa de agosto para setembro

O calendário anterior reservava os dias 21 a 30 de agosto para a festa. Com a remarcação, a abertura foi transferida para 18 de setembro e o encerramento para o dia 27, mantendo dez dias de realização no Parque dos Tanques.

Para quem já começava a se organizar com base no período anterior, a principal providência é atualizar as datas. O Flor do Maracujá 2026 não começará mais em agosto, mas o local anunciado para a edição permanece o mesmo.

Datas da 42ª edição
Antes: 21 a 30 de agosto de 2026.
Agora: 18 a 27 de setembro de 2026.
Local: Parque dos Tanques, em Porto Velho.

Mudança foi discutida com representantes das agremiações

A definição do novo período ocorreu depois de discussões envolvendo a Sejucel, a Unajup e representantes das agremiações juninas. A justificativa apresentada para a remarcação menciona necessidades técnicas, operacionais e organizacionais relacionadas à festa.

A confirmação da nova data, porém, não significa que todos os preparativos do Flor do Maracujá 2026 estejam concluídos. O anúncio confirma o período e o local, mas vários detalhes importantes para o público ainda precisam ser apresentados.

Flor do Maracujá 2026 terá o Parque dos Tanques como local da 42ª edição em Porto Velho.

Parque dos Tanques permanece como local confirmado para a 42ª edição do arraial em Porto Velho.

O que já está confirmado

Edição: 42ª edição.

Período: 18 a 27 de setembro.

Local: Parque dos Tanques, em Porto Velho.

Programação do Flor do Maracujá 2026 ainda será detalhada

Até o momento, a confirmação da nova data não veio acompanhada de uma grade completa das apresentações. Ainda não foram detalhados os horários, a ordem das quadrilhas e bois-bumbás, atrações paralelas ou a sequência prevista para cada noite.

Também não foram apresentados, na comunicação que confirmou a mudança, todos os detalhes sobre montagem, arquibancadas, acessos, estacionamento, segurança e funcionamento das áreas destinadas ao público. Essas informações dependem de divulgação específica.

Por isso, quem pretende acompanhar o Flor do Maracujá 2026 deve evitar usar horários ou sequências de apresentações de edições anteriores como referência para este ano. A programação de 2026 precisa ser publicada especificamente para a 42ª edição.

ANTES DE SE PROGRAMAR
O que ainda falta divulgar
✓ Grade diária das apresentações.
✓ Horários de quadrilhas, bois-bumbás e demais atrações.
✓ Informações atualizadas sobre a organização da 42ª edição.
✓ Detalhes de acesso, estrutura e serviços destinados ao público.

Parque dos Tanques continua como local da 42ª edição

O Parque dos Tanques permanece definido como sede da festa em Porto Velho. O espaço já recebeu edições anteriores do arraial e continua sendo a referência anunciada para as apresentações folclóricas da próxima edição.

Para o público, a informação mais importante neste momento é a atualização do calendário: o Flor do Maracujá 2026 está marcado para começar em 18 de setembro e terminar no dia 27. Horários, atrações e demais informações operacionais ainda precisam de divulgação detalhada.

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Comitê contra trabalho infantil: material educativo sobre proteção à infância em Porto Velho

Comitê contra o trabalho infantil será lançado em Porto Velho nesta terça-feira (27)

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