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Não coloque os ovos na água fria: o erro que estraga o sabor

Ovo cozido rachando ao ser colocado em água fria após o cozimento
Colocar ovos em água fria após o cozimento altera textura e sabor, dizem especialistas

Cozinhar ovos parece simples, mas até essa tarefa exige atenção a detalhes que influenciam o resultado final. Um dos erros mais comuns é mergulhar os ovos quentes diretamente em água fria para interromper o cozimento. Embora pareça prático, esse hábito pode alterar completamente a textura e o sabor do alimento.

O que acontece quando o ovo cozinha

Quando a água ferve, o calor desnatura as proteínas da clara e da gema, transformando a textura líquida em firme. O processo, porém, não termina assim que o fogo é desligado — o calor residual continua cozinhando o ovo por alguns minutos. É justamente nesse ponto que muitas pessoas recorrem à água fria, acreditando que isso “pararia” o cozimento imediatamente.
Mas o choque térmico pode causar danos que vão além do ponto ideal da gema.

1. Risco de rachaduras e contaminação

Assim como um copo quente pode trincar ao entrar em contato com água gelada, a casca do ovo também pode sofrer microfissuras invisíveis. Essas rachaduras permitem a entrada de água e até de bactérias, reduzindo o tempo de conservação — um risco especialmente para quem guarda ovos cozidos na geladeira por vários dias.

2. Textura borrachuda e sabor alterado

O choque térmico afeta diretamente a qualidade da proteína. As claras tendem a ficar duras e emborrachadas, enquanto a gema perde a cremosidade, adquirindo textura granulada e sabor residual de enxofre. Para quem aprecia ovos cozidos macios e equilibrados, o resfriamento brusco é um inimigo silencioso.

3. Perda da proteção natural

Logo abaixo da casca existe uma membrana protetora que ajuda a preservar o ovo. Quando resfriado de forma abrupta, essa camada pode se soltar, acelerando o processo de deterioração. O resultado é um alimento que estraga mais rápido e perde suas propriedades nutricionais.

O jeito certo de resfriar ovos cozidos

Para garantir textura, sabor e segurança alimentar, siga este passo a passo simples:

  • Desligue o fogo e mantenha os ovos na panela tampada por 3 a 5 minutos.

  • Troque a água quente por morna e, depois, adicione um pouco de água fria até chegar à temperatura ambiente.

  • Deixe esfriar naturalmente antes de armazenar.

  • Se for consumir na hora, uma rápida passada em água fria pode facilitar ao descascar, mas sem deixar o ovo de molho.

Paciência é o segredo do ponto perfeito

Ovos cozidos com textura firme são resultado do cozimento e resfriamento corretos, sem o uso de água fria após o fogo.

A pressa de interromper o cozimento pode parecer prática, mas compromete o resultado final. Com alguns minutos de paciência e resfriamento gradual, é possível garantir ovos cremosos, seguros e saborosos — ideais para qualquer refeição.

Fonte: Tudo Gostoso

Congresso vota isenção do Imposto de Renda nesta quinta-feira

Congresso Nacional ao entardecer com documentos do Imposto de Renda sobrepostos e bandeira do Brasil ao fundo, simbolizando votação da isenção tributária.
Congresso Nacional realiza sessão conjunta para votar a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda, que pode beneficiar 10 milhões de brasileiros.

O Congresso Nacional realiza nesta quinta-feira (30) uma sessão conjunta com um único item na pauta: o projeto de ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda apresentado pelo governo federal. A proposta representa uma das principais mudanças fiscais para 2026 e promete aliviar o orçamento de milhões de famílias.

Ampliação da faixa de isenção

O texto amplia o limite de isenção do Imposto de Renda (IR) de R$ 2.824 para R$ 5 mil mensais, permitindo que trabalhadores com rendimentos até esse valor fiquem totalmente livres da cobrança.
Com isso, a medida deve beneficiar cerca de 10 milhões de contribuintes em todo o país.

Além disso, haverá isenção parcial para rendas entre R$ 5 mil e R$ 7,35 mil, faixa que pagará alíquotas reduzidas. Esse novo formato foi definido após ajustes feitos pela Câmara dos Deputados, o que ampliou o alcance social da proposta.

Compensação e equilíbrio fiscal

Para compensar a queda na arrecadação, o governo propôs novas regras de taxação sobre contribuintes de alta renda. A mudança atinge, principalmente, quem recebe acima de R$ 50 mil por mês.
As empresas terão tributação máxima de 34% sobre dividendos, enquanto instituições financeiras poderão chegar a 45%.

Essas medidas integram o esforço da equipe econômica para manter o equilíbrio fiscal e reforçar o princípio da progressividade tributária — isto é, quem ganha mais, paga mais imposto. Assim, o governo busca garantir justiça fiscal e preservar os recursos públicos.

Validade ampliada das alíquotas

Outro ponto importante do projeto é a ampliação do prazo de validade das alíquotas.
Atualmente, as mudanças têm duração máxima de cinco anos, conforme a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Com a nova proposta, as reduções poderão ter validade indeterminada, oferecendo mais estabilidade e previsibilidade tanto para o contribuinte quanto para o governo.

Impacto social e político

A votação ocorre em um momento de pressão popular por mais justiça tributária.
Por isso, a expectativa é de ampla aprovação nas duas Casas. O governo aposta no projeto como um gesto de alívio econômico para a classe média e um sinal de compromisso com os trabalhadores de menor renda.

Além do impacto direto no bolso da população, a medida também deve influenciar o debate político sobre a reforma tributária, que segue em tramitação no Congresso.

Congresso decide ampliação da isenção do Imposto de Renda

Se for aprovada, a nova faixa de isenção do Imposto de Renda representará um marco na política fiscal brasileira.
A medida tende a fortalecer o poder de compra das famílias e a reduzir desigualdades sociais, reforçando o compromisso do Estado com uma tributação mais justa e equilibrada.

Fonte: Band News

Anvisa proíbe substâncias tóxicas de esmaltes em gel

Mão feminina com unhas de gel sob luz ultravioleta, representando a proibição da Anvisa por risco de câncer.
A Anvisa determinou a retirada de esmaltes em gel com compostos TPO e DMPT por risco de câncer e infertilidade.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, nesta quarta-feira (29), a proibição do uso de duas substâncias químicas presentes em esmaltes e produtos para unhas em gel. A decisão foi tomada após estudos indicarem risco de câncer e danos à fertilidade.
Além disso, a medida segue padrões internacionais da União Europeia, reforçando o compromisso do Brasil com a segurança de consumidores e profissionais da beleza.

Substâncias vetadas pela Anvisa

A resolução veta o uso do TPO (óxido de difenil [2,4,6-trimetilbenzol] fosfina) e do DMPT (N,N-dimetil-p-toluidina), também conhecido como dimetiltolilamina (DMTA).
Esses compostos são utilizados para endurecer o esmalte em gel quando expostos à luz ultravioleta (UV) ou LED — técnica bastante comum em salões de beleza.
De acordo com a Anvisa, o DMPT é potencialmente cancerígeno, enquanto o TPO é tóxico para a reprodução, podendo afetar a fertilidade de quem tem contato frequente com esses produtos.

As substâncias banidas são o TPO (óxido de difenil [2,4,6-trimetilbenzol] fosfina) e o DMPT (N,N-dimetil-p-toluidina). — Foto: Freepik

Por outro lado, a agência destacou que a exposição ocasional representa risco menor, mas a exposição prolongada — especialmente entre manicures e profissionais do setor — pode causar efeitos nocivos cumulativos.

Impacto para o setor de cosméticos

Com a nova resolução, estão proibidas imediatamente a fabricação, importação e o registro de produtos que contenham as substâncias vetadas.
Empresas e salões terão até 90 dias para retirar os itens do mercado, conforme o cronograma definido pela agência.
Durante esse período, será necessário revisar estoques, suspender o uso e adequar rótulos às novas normas.

“Ainda que o risco ocupacional seja mais intenso, usuárias e usuários também estão sujeitos aos efeitos nocivos. Cabe ao Estado atuar preventivamente, evitando a perpetuação de risco sabidamente evitável”, afirmou Daniela Marreco, diretora da Anvisa e relatora do processo.

Portanto, após o prazo de 90 dias, a Anvisa cancelará todos os registros e notificações existentes, obrigando as empresas a recolher produtos ainda disponíveis no comércio.

Brasil segue tendência internacional

Com a decisão, o Brasil se alinha às normas da União Europeia, que já haviam banido o uso do TPO e do DMPT em cosméticos.
Dessa forma, o país avança na harmonização de suas regras sanitárias e reforça o compromisso com padrões globais de segurança química.
Além de proteger consumidores, a decisão estimula boas práticas no setor cosmético, que movimenta bilhões de reais por ano e emprega milhares de profissionais.

Orientação aos consumidores

A Anvisa recomenda que usuários evitem o uso de esmaltes em gel de origem desconhecida e fiquem atentos a rótulos e composições químicas.
Além disso, salões de beleza devem revisar seus estoques e garantir que nenhum produto com TPO ou DMPT permaneça em uso.
Assim, consumidores e profissionais estarão mais protegidos contra substâncias com risco comprovado à saúde.

Como resultado, a medida representa um passo importante na modernização das normas sanitárias brasileiras, aproximando o país das melhores práticas internacionais em cosméticos e higiene pessoal.

Fonte: G1

Sancionada nova lei que endurece o combate ao crime organizado no Brasil

Lula sanciona nova lei que endurece o combate ao crime organizado no Brasil
Presidente Lula assina nova lei que aumenta penas e reforça a proteção de autoridades no enfrentamento ao crime organizado.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quarta-feira (29), a nova lei de combate ao crime organizado. A norma, publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (30), fortalece o Código Penal e amplia a proteção de autoridades que enfrentam o poder das facções.

Com as mudanças, o governo busca reduzir a impunidade e fortalecer a atuação do Estado na segurança pública. Além disso, a medida demonstra uma reação direta após a megaoperação no Rio de Janeiro que deixou mais de 120 mortos e expôs o avanço do Comando Vermelho (CV).

O que muda com a nova lei

A legislação cria duas novas modalidades de crime:

  • Obstrução de ações contra o crime organizado.

  • Conspiração para obstrução dessas ações.

As penas variam de 4 a 12 anos de prisão, além de multa. O governo determinou que os condenados e investigados cumpram pena em presídios federais de segurança máxima, o que deve reduzir a influência das facções no sistema estadual.

O artigo 288 do Código Penal também passou por mudanças. Agora, quem contratar ou solicitar crimes a membros de organizações criminosas poderá receber pena de 1 a 3 anos, somada à punição pelo delito executado. Dessa forma, o Estado passa a punir tanto o mandante quanto o executor.

Proteção reforçada para quem combate o crime

A nova lei garante proteção especial a juízes, promotores, policiais e militares, inclusive aposentados. Quando houver risco comprovado, o amparo se estende a familiares diretos.

Além disso, o texto reconhece a vulnerabilidade das regiões de fronteira, usadas por facções para tráfico e contrabando. Assim, profissionais que atuam nessas áreas passam a ter segurança reforçada por lei, o que reduz a exposição a ameaças e retaliações.

Por que a medida é importante

Especialistas em direito penal afirmam que a lei fecha brechas jurídicas usadas por criminosos para escapar de punições. Até então, muitos mandantes terceirizavam a execução de delitos, o que dificultava a responsabilização direta.

Com as novas regras, o governo pretende fortalecer o sistema penal e garantir proteção integral aos agentes públicos que enfrentam o crime organizado. Além disso, a medida envia uma mensagem política de que o Estado não recuará diante das facções.

Segurança pública como prioridade

O Planalto trata a sanção como um marco na política de segurança pública. O texto reflete a tentativa de equilibrar rigor penal e proteção institucional. Dessa forma, o país reforça sua estrutura jurídica e demonstra que o enfrentamento ao crime precisa acontecer com inteligência, firmeza e apoio legal.

A lei já está em vigor e deverá servir como base para futuras ações integradas entre União, estados e órgãos de segurança. Para o governo, o momento marca uma nova etapa na defesa do Estado Democrático de Direito.

Fonte: G1

Mel com sabor de chocolate une ciência e sustentabilidade

Frasco de mel dourado sobre cascas de cacau com abelhas nativas sem ferrão, representando inovação científica brasileira
Arte mostra o novo mel com gosto de chocolate desenvolvido por pesquisadores da Unicamp, que reaproveitam cascas de cacau e usam abelhas nativas sem ferrão

Ciência transforma casca de cacau em mel nutritivo e aromático

Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) criaram um mel com sabor e propriedades do chocolate a partir da casca da amêndoa do cacau, que muitas vezes seria descartada. O estudo, publicado na revista ACS Sustainable Chemistry & Engineering, mostra como a ciência pode unir inovação e aproveitamento de resíduos.

Para alcançar esse resultado, os cientistas usaram mel de abelhas nativas sem ferrão como solvente natural. Assim, conseguiram extrair compostos bioativos presentes no cacau, como teobromina e cafeína, reconhecidos por seus efeitos estimulantes e benefícios à saúde cardiovascular. Além disso, o método mantém o valor nutricional do mel e amplia suas possibilidades de uso.

Um dos méis testados foi o da mandaçaia (Melipona quadrifasciata). Crédito: Lucas Rubio/iNaturalist

Técnica verde realça sabor e valor funcional

Durante o processo, os pesquisadores aplicaram uma técnica de extração assistida por ultrassom, capaz de aumentar a concentração de compostos antioxidantes e anti-inflamatórios. Dessa forma, o mel ganhou sabor intenso de chocolate e maior potencial funcional.

O pesquisador Felipe Sanchez Bragagnolo, autor principal do estudo, explica que o produto se destaca não apenas pelo gosto, mas também pelas propriedades funcionais.

“O apelo sensorial é forte, mas o diferencial está nos compostos bioativos, que tornam o produto interessante tanto para a alimentação quanto para a cosmética”, afirma.

Portanto, o novo mel representa um avanço que une ciência e prazer gastronômico, mostrando o poder da pesquisa aplicada.

Abelhas nativas fortalecem a biodiversidade e a sustentabilidade

A pesquisa também valoriza a biodiversidade brasileira. Os cientistas utilizaram méis de cinco espécies de abelhas sem ferrão — borá, jataí, mandaçaia, mandaguari e moça-branca. Esses méis possuem mais água e menor viscosidade, o que facilita a extração dos compostos e os torna excelentes solventes naturais.

Além disso, o uso dessas espécies ajuda a preservar ecossistemas nativos e estimula a meliponicultura sustentável. Assim, a produção de mel sem ferrão ganha espaço como alternativa ecológica e de alto valor econômico.

Inovação sustentável impulsiona novas oportunidades

O processo desenvolvido pela equipe da Unicamp segue os princípios da química verde, que reduz impactos ambientais e aproveita resíduos de forma eficiente. Além disso, a avaliação feita com o software Path2Green comprovou alta pontuação em sustentabilidade, reforçando o caráter inovador da pesquisa.

O professor Mauricio Ariel Rostagno, coordenador do estudo, ressalta que a técnica pode fortalecer pequenas indústrias e cooperativas que já trabalham com cacau e mel.

“Com esse equipamento, as comunidades conseguem transformar resíduos do cacau e do mel em produtos de alto valor agregado, inclusive para a gastronomia premium”, explica.

Portanto, a inovação não beneficia apenas a ciência, mas também gera renda, reduz desperdício e impulsiona o desenvolvimento regional.

Próximos passos da pesquisa

Agora, a equipe da Unicamp analisa como o ultrassom pode afetar a microbiologia do mel, pois o processo pode aumentar a durabilidade e a segurança alimentar. Além disso, os pesquisadores planejam testar outros resíduos vegetais, o que deve ampliar as aplicações da tecnologia e fortalecer o compromisso com a sustentabilidade ambiental.

Conclusão

O mel com sabor de chocolate mostra como a ciência brasileira pode transformar resíduos em produtos inovadores e sustentáveis. Por meio da tecnologia verde, do uso de abelhas nativas e da pesquisa aplicada, o país demonstra que é possível gerar valor econômico, ambiental e social a partir da natureza.

Fonte: Tempo

Caixa muda horário dos sorteios da Mega-Sena

Caixa muda horário dos sorteios da Mega-Sena
A Caixa Econômica Federal anunciou novo horário para os sorteios da Mega-Sena, com transmissões agora no período noturno.

A Caixa Econômica Federal anunciou uma mudança no horário dos sorteios das Loterias Caixa, incluindo a Mega-Sena, a mais popular entre os brasileiros. A partir de 3 de novembro, as extrações serão realizadas às 21h (horário de Brasília), e não mais às 20h, como acontecia até então.

A alteração visa padronizar a grade de transmissões e ajustar o cronograma dos concursos, especialmente para os sorteios exibidos ao vivo pela televisão e pela internet. Além disso, a medida faz parte de um processo de modernização das transmissões oficiais.

Objetivo é unificar e modernizar o cronograma

De acordo com a instituição, a mudança busca oferecer mais transparência e comodidade ao público, já que o novo horário facilita o acompanhamento dos resultados em tempo real. Ao mesmo tempo, o novo formato permite que os sorteios de diferentes modalidades aconteçam de forma mais organizada.

Comunicado da Caixa Econômica Federal anunciou as mudanças (Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Portanto, além da Mega-Sena, outras modalidades como Lotofácil, Quina, Lotomania e Dupla Sena também terão seus horários atualizados. Os sorteios continuam sendo realizados no Espaço da Sorte, na Avenida Paulista, em São Paulo (SP), com transmissão ao vivo pelos canais oficiais da Caixa no YouTube e na Rede TV!.

Impacto direto para quem aposta

Com a mudança, os apostadores terão mais tempo para registrar seus bilhetes. Dessa forma, as casas lotéricas e os canais eletrônicos da Caixa — como o aplicativo Loterias Caixa e o site oficialencerrarão as apostas às 20h, uma hora antes do início das transmissões.

Ainda assim, a instituição reforça que as regras dos jogos permanecem as mesmas. A única alteração é o horário dos sorteios. Assim, o objetivo é otimizar a operação das modalidades e tornar o processo mais dinâmico e acessível.

Tradição e expectativa continuam

Criada em 1962, a Mega-Sena é responsável por transformar milhares de brasileiros em milionários, consolidando-se como o principal produto das Loterias Caixa. Por isso, a mudança no horário busca aproximar ainda mais o público da emoção dos sorteios, sem alterar a credibilidade que caracteriza o jogo há décadas.

Dessa maneira, a instituição reforça seu compromisso com a transparência, inovação e praticidade para o público que acompanha os sorteios diariamente.

Fonte: Olhar Digital

Rondônia amplia empregos e aquece o mercado de fim de ano

Trabalhadores de diferentes setores e servidor público simbolizam as ações do Governo de Rondônia para ampliar o emprego e a renda.
Governo de Rondônia destaca o aumento de vagas de emprego e contratações temporárias no fim de ano.

Governo amplia oportunidades e movimenta o mercado

O Governo de Rondônia segue fortalecendo as políticas públicas de empregabilidade. Nesta semana, o Sistema Nacional de Emprego (Sine-RO) cadastrou 429 novas vagas, totalizando 2.930 oportunidades disponíveis em todo o estado.
As chances abrangem áreas como comércio, construção civil, serviços gerais, transporte, agricultura e indústria. Além disso, o governo trabalha para conectar trabalhadores e empresas de forma mais eficiente.

As cidades de Ji-Paraná, Porto Velho e Vilhena lideram o número de ofertas. Há vagas para vendedor, auxiliar administrativo, operador de caixa e recepcionista. Dessa forma, Rondônia demonstra avanço na geração de emprego e na recuperação econômica.

Contratações temporárias crescem com o fim de ano

Com a aproximação das festas de fim de ano, o comércio tem ampliado as contratações temporárias. Enquanto isso, o setor de transporte e os serviços agrícolas também abriram novas oportunidades.
Essas vagas movimentam o consumo interno e garantem renda extra para muitas famílias.

Somente nesta semana, 429 novas oportunidades foram cadastradas pelo Sine-RO, abrangendo cargos em áreas como comércio, serviços gerais, construção civil, transporte, agricultura e indústria

A média salarial é de cerca de R$ 1.800, com benefícios como vale-alimentação, vale-transporte e bonificações. Por outro lado, muitos desses contratos podem se transformar em efetivações, principalmente para quem demonstra bom desempenho durante o período.

Parcerias fortalecem a política de empregabilidade

O governador Marcos Rocha ressaltou que o crescimento das contratações comprova o dinamismo da economia rondoniense.

“Nosso objetivo é garantir que o trabalhador rondoniense tenha oportunidades reais de inserção no mercado. Por isso, reforçamos parcerias com o setor privado e ações de intermediação de mão de obra, o que melhora a qualidade de vida das famílias”, afirmou.

O coordenador-geral de Trabalho, Emprego e Renda, Fábio Mota, destacou que o Sine-RO tem intensificado suas ações.

“Estamos promovendo parcerias com empresas locais, tanto na Capital quanto no interior. Assim, conseguimos facilitar o acesso do trabalhador e agilizar o preenchimento das vagas”, explicou.

Desenvolvimento sustentável e geração de renda

O secretário da Sedec, Lauro Fernandes, enfatizou que o Sine é essencial para o desenvolvimento econômico.

“Com o apoio do governo, fortalecemos o vínculo entre empregadores e trabalhadores. Portanto, incentivamos a formalização e o crescimento sustentável da economia de Rondônia”, afirmou.

As 429 vagas da semana estão distribuídas em 16 municípios. Ji-Paraná lidera com 119 vagas, seguida de Porto Velho (111), Cacoal (60), Vilhena (50), Pimenta Bueno (35) e Ariquemes (15).
Os interessados podem se cadastrar no site geracaoemprego.ro.gov.br ou no aplicativo Geração Emprego, disponível no Google Play. Além disso, o Sine oferece suporte presencial aos candidatos.

Rondônia segue avançando

O aumento das contratações reforça o papel de Rondônia como um dos estados mais dinâmicos da região Norte. Assim, o governo mostra resultados concretos na geração de empregos e renda.
Por fim, com as políticas públicas de incentivo, o estado garante novas oportunidades e fortalece o desenvolvimento econômico para milhares de famílias.

Fonte: Governo de Rondônia

Como as mudanças climáticas estão nos deixando doentes

Arte mostra o impacto das mudanças climáticas na saúde humana, com metade do rosto de um homem fundido ao planeta Terra em chamas.
O aquecimento global já provoca doenças, mortes e crises econômicas em todo o mundo, segundo o relatório Lancet Countdown.

As mudanças climáticas deixaram de ser apenas um problema ambiental. Elas estão afetando diretamente a saúde humana. De ataques cardíacos e exaustão pelo calor a problemas de saúde mental e à disseminação de doenças tropicais, a crise climática está ameaçando cada vez mais pessoas no mundo.

O alerta vem do relatório Lancet Countdown 2025, elaborado por 128 cientistas internacionais e publicado pela University College London. O documento mostra que as consequências do aquecimento global nunca foram tão perigosas para a saúde.

A escalada das doenças e mortes ligadas ao calor

Segundo o relatório, as mortes relacionadas ao calor aumentaram 23% desde os anos 1990, ultrapassando meio milhão por ano.
Além disso, a fumaça de incêndios florestais foi associada a um recorde de 154 mil mortes em 2024, enquanto a poluição do ar causada pela queima de combustíveis fósseis mata 2,5 milhões de pessoas anualmente.

“Estamos vendo milhões de mortes todos os anos por causa da dependência de combustíveis fósseis e da falta de adaptação às mudanças climáticas”, afirmou Marina Romanello, diretora executiva do Lancet Countdown.

Os riscos se espalham para todos os cantos do planeta

As conexões entre saúde e aquecimento global estão se tornando mais evidentes. O relatório mostra que o ano passado foi o mais quente já registrado, e os níveis de dióxido de carbono (CO₂) na atmosfera atingiram novos recordes.
Em média, o mundo enfrentou 16 dias adicionais de calor extremo prejudicial à saúde. Entre bebês e idosos, esse número chegou a 20 dias extras.

Além disso, treze dos vinte indicadores de saúde humana analisados pioraram significativamente no último ano. Assim, segundo Romanello, “quase todos estão indo na direção errada”.

Calor, secas, enchentes e desnutrição

Os efeitos das mudanças climáticas estão intensificando os eventos climáticos extremos, que se tornam cada vez mais frequentes e severos.
As ondas de calor — consideradas a forma mais mortal de evento climático — sobrecarregam órgãos vitais e dificultam o sono.
Por outro lado, inundações contaminam a água potável e espalham infecções. Já as secas agravam a fome e a desnutrição com a perda de colheitas.
A fumaça de incêndios florestais, que em 2024 atingiu área superior ao território da Índia, prejudica pulmões, coração e até bebês em gestação.

Além disso, os danos à infraestrutura e a interrupção da energia elétrica dificultam o acesso a cuidados médicos. Consequentemente, a maioria das pessoas afetadas não tem seguro de saúde, o que aumenta ainda mais a vulnerabilidade.

O impacto financeiro do aquecimento global

Esses riscos custam caro. A escassez de alimentos e água, somada à precariedade sanitária após desastres, gera centenas de bilhões de dólares em prejuízos anuais.
Em 2024, o calor extremo causou perdas de mais de US$ 1 trilhão — cerca de 1% da produção econômica global — devido à redução da produtividade e afastamentos no trabalho.

Além das perdas econômicas, o relatório indica que o aumento das temperaturas pressiona os sistemas de saúde e amplia as desigualdades entre países ricos e pobres. Por isso, os autores reforçam a urgência de medidas estruturais de adaptação.

Doenças tropicais avançam com o calor

Mosquitos e carrapatos transmissores de doenças estão invadindo novas regiões à medida que as temperaturas sobem.
Em outubro, mosquitos foram documentados pela primeira vez na Islândia, um exemplo claro da expansão causada pelo aquecimento.
O número global de casos de dengue bateu recorde em 2024, com 7,6 milhões de infecções. O potencial médio de transmissão da doença aumentou 49% desde os anos 1950.

“Sabemos que as mudanças climáticas estão alimentando parte dessa disseminação”, afirmou Romanello.
Mesmo quando não são fatais, essas doenças causam semanas de afastamento e graves impactos econômicos. Assim, o problema se torna tanto sanitário quanto social.

A saúde mental também está em risco

As mudanças climáticas afetam o equilíbrio psicológico. Pessoas expostas a enchentes, incêndios ou furacões podem desenvolver transtorno de estresse pós-traumático (TEPT).
De acordo com Jenni Miller, diretora da Global Climate and Health Alliance, perdas agrícolas, escassez de água e noites quentes geram ansiedade e insônia, agravando o quadro de saúde mental no mundo.

Além disso, a combinação entre calor extremo e insegurança alimentar está associada ao aumento de depressão e esgotamento emocional, especialmente em comunidades rurais e regiões mais pobres.

Caminhos para reduzir os danos

Os cientistas propõem três medidas centrais para conter os impactos sobre a saúde:

  1. Expandir a produção de energia renovável, reduzindo o uso de combustíveis fósseis.

  2. Adaptar cidades e edifícios às condições climáticas extremas.

  3. Reforçar os sistemas de saúde, tornando-os mais preparados para emergências climáticas.

Entre 2010 e 2022, o avanço da energia limpa evitou mais de 160 mil mortes, segundo o relatório. Mesmo assim, o balanço é claro: o planeta está adoecendo — e nós junto com ele.
Portanto, a mitigação da crise climática é, ao mesmo tempo, uma ação ambiental e uma política de saúde pública.

Fonte: Istoé

Energisa Rondônia abre vagas de emprego até 30 de outubro

Energisa Rondônia abre vagas de emprego em várias cidades com processo seletivo digital e oportunidades para pessoas com deficiência.
Energisa Rondônia oferece vagas para eletricistas em municípios como Nova Brasilândia, Chupinguaia, Buritis e Porto Velho, com inscrições até 30 de outubro.

Inscrições abertas até quinta-feira (30)

A Energisa Rondônia está com vagas de emprego abertas em diferentes municípios do estado. As inscrições seguem até quinta-feira, 30 de outubro de 2025, e contemplam também pessoas com deficiência (PcD).
Com isso, a empresa reforça o compromisso com a diversidade, a inclusão e o desenvolvimento regional.

As funções abertas são fundamentais para a operação e manutenção do sistema elétrico, garantindo segurança e continuidade no fornecimento de energia em Rondônia. Além disso, as vagas oferecem boas condições de trabalho e oportunidades de crescimento profissional.

Processo seletivo 100% digital e acessível

O processo seletivo é realizado de forma totalmente digital, o que facilita a participação de candidatos de qualquer região. Dessa forma, é possível acompanhar todas as etapas de maneira simples e prática.

As fases incluem o cadastro de currículo, a triagem de perfis, as entrevistas e, por fim, a avaliação técnica. Além disso, a Energisa garante um ambiente de trabalho seguro, colaborativo e alinhado às melhores práticas do setor.

Outro ponto positivo é que a empresa oferece benefícios compatíveis com o mercado, como plano de saúde, auxílio-alimentação e programas de capacitação contínua.

Confira as vagas disponíveis em Rondônia

As oportunidades são para municípios de diferentes regiões do estado. Veja as funções abertas:

Cada cargo exige perfil técnico e comprometimento com a segurança operacional. Portanto, candidatos com experiência na área terão diferencial no processo de seleção.

Desenvolvimento e propósito coletivo

De acordo com Sabrina Amorim, coordenadora de Recursos Humanos da Energisa Rondônia, a empresa procura talentos que buscam evoluir com o grupo e contribuir com o desenvolvimento do estado.

“Valorizamos pessoas comprometidas, que buscam aprendizado e que se identifiquem com o nosso propósito de transformar energia em desenvolvimento. Trabalhar na Energisa é fazer parte de uma equipe que preza pela segurança, respeito e crescimento coletivo”, afirma Sabrina.

Além disso, a companhia investe em tecnologia e inovação para oferecer soluções mais eficientes. Assim, cria oportunidades de crescimento profissional e impulsiona o progresso econômico regional.

Compromisso com inclusão e sustentabilidade

A Energisa é reconhecida como uma das principais empregadoras do setor elétrico na região Norte. Nos últimos anos, tem ampliado seus programas de inclusão e acessibilidade, valorizando o potencial de cada colaborador.

Por outro lado, a empresa também investe em tecnologia, eficiência energética e sustentabilidade. Com isso, reforça sua atuação responsável e seu papel no desenvolvimento sustentável de Rondônia.

Atualmente, a companhia atende milhares de clientes no estado, garantindo energia de qualidade e contribuindo para o crescimento das cidades onde atua.

Serviço

? Prazo das inscrições: até 30 de outubro de 2025
? Processo seletivo: 100% digital
? Site oficial: grupoenergisa.gupy.io

Comando Vermelho: origem e expansão da facção no Brasil

Silhuetas armadas diante de uma favela iluminada e mapa do Brasil em vermelho, simbolizando a expansão do Comando Vermelho.
Capa jornalística retrata a origem e expansão do Comando Vermelho, em meio à violência urbana e às operações policiais no Rio de Janeiro.

Megaoperação reacende debate sobre o poder das facções

Na terça-feira (28), o Rio de Janeiro viveu um dos dias mais violentos de sua história recente. A Operação Contenção, organizada pelas polícias Civil e Militar, resultou em 64 mortos e 81 presos, quase o triplo do número inicial de vítimas. O objetivo era impedir o avanço territorial do Comando Vermelho (CV), grupo que domina comunidades e impõe regras em diversas regiões da cidade.

Entretanto, a ação gerou um clima de caos. Enquanto tiroteios se espalhavam pela Tijuca e pelo centro, ônibus foram bloqueados e lojas encerraram o expediente antes do previsto. Nos metrôs lotados, os moradores trocaram palavras de coragem e desejaram sorte uns aos outros para voltar para casa em segurança.

Megaoperação no Rio provocou recorde de mortes

Assim, o episódio se tornou símbolo da fragilidade do Estado diante do poder das facções, reacendendo o debate sobre o uso da força e a eficácia das estratégias de segurança pública.

Das celas à favela: o nascimento do Comando Vermelho

O Comando Vermelho surgiu entre as décadas de 1970 e 1980, dentro do sistema prisional do Rio de Janeiro. Naquele período, presos políticos e criminosos comuns foram colocados nas mesmas celas durante a ditadura militar. Essa convivência forçada acabou criando um senso de união e lealdade entre os detentos, que passaram a compartilhar ideias, estratégias e objetivos.

O Comando Vermelho nasceu no interior dos presídios — “no coração do Estado”, segundo a socióloga Carolina Grillo

Com o passar dos anos, porém, o ideal político foi se perdendo. A facção então adotou uma estrutura voltada para o tráfico de drogas e o controle das favelas, especialmente na Penitenciária Cândido Mendes, na Ilha Grande, onde nasceu oficialmente.
Desde então, o CV se transformou em um poder paralelo dentro e fora dos presídios, mantendo códigos próprios de conduta e uma forte rede de comunicação.

A expansão pelo território nacional

Ao longo das décadas seguintes, o Comando Vermelho ampliou seu domínio para além do Rio de Janeiro. A facção aproveitou brechas no sistema prisional e a ausência de políticas públicas eficazes para expandir sua influência. Além disso, travou guerras contra rivais como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e estabeleceu alianças estratégicas em diversas regiões.

Mais de 100 fuzis apreendidos e 81 pessoas foram presas na operação desta semana

Atualmente, o grupo atua em cerca de 20 Estados brasileiros e controla rotas internacionais de drogas, especialmente nas fronteiras do Norte e do Centro-Oeste.
Por causa da sua estrutura descentralizada, o CV consegue se reorganizar rapidamente sempre que líderes são presos ou mortos. Essa flexibilidade explica por que, mesmo após décadas de repressão, a facção continua ativa e com grande capacidade de articulação.

O poder paralelo nas comunidades

De acordo com especialistas em segurança pública, o Comando Vermelho se fortalece ao ocupar espaços deixados pelo Estado. Em muitas comunidades, o grupo atua como autoridade local, impondo regras, distribuindo alimentos e até interferindo na segurança dos moradores. Dessa forma, cria uma relação complexa com a população, misturando medo e dependência.

Além disso, o grupo mantém uma identidade simbólica forte, baseada em códigos de conduta e valores de “irmandade”. Essa estrutura garante coesão entre os membros e dificulta a infiltração de agentes externos.

Segundo um pesquisador ouvido pela BBC, “o Rio virou um abrigo para chefes do tráfico do Brasil inteiro”. Essa afirmação reforça a necessidade de ações integradas entre os governos federal e estaduais, já que operações isoladas não são capazes de conter um fenômeno tão enraizado.

O futuro da segurança pública

A megaoperação no Rio de Janeiro reacendeu discussões sobre os limites do uso da força e os impactos das operações policiais em áreas densamente povoadas. De um lado, o governo estadual defende a ação, alegando que ela foi necessária para enfraquecer o poder das facções. De outro, organizações de direitos humanos pedem investigações sobre possíveis abusos e violações cometidos durante a operação.

Diante desse cenário, fica evidente que o combate ao crime organizado precisa ir além da repressão. É essencial investir em educação, oportunidades e políticas sociais, especialmente nas áreas dominadas por facções.
Somente assim será possível enfraquecer a influência do Comando Vermelho e garantir segurança pública de forma sustentável.

Fonte: BBC Brasil

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