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sábado, junho 27, 2026
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Abertura do ano letivo impulsiona ações do governo em trabalho, saúde e segurança

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Alunos em sala de aula durante a abertura do ano letivo em Rondônia em 2026
Início do ano letivo de 2026 marca integração de ações do governo em educação, trabalho, saúde e segurança.

A abertura do ano letivo em Rondônia marcou o início de uma agenda integrada de políticas públicas em 2026. Ao mesmo tempo, o período concentrou ações do governo nas áreas de trabalho, saúde e segurança, ampliando oportunidades e fortalecendo serviços essenciais em todo o estado.

As iniciativas tiveram destaque em Porto Velho, porém alcançam municípios de todas as regiões. Por isso, o governo adotou uma estratégia articulada para fortalecer a infraestrutura social e econômica.

Emprego ganha reforço com mais de 2,3 mil vagas abertas

Vaga de vendedor lidera as oportunidades desta semana no Sine-RO, com destaque para Porto Velho

Na área do trabalho, o governo ampliou o acesso ao mercado formal com 2.344 vagas de emprego ofertadas pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine-RO). Desse total, 82 oportunidades ficaram concentradas em Porto Velho. O setor comercial liderou a demanda, especialmente para o cargo de vendedor.

Além disso, o estado disponibilizou vagas administrativas, funções de liderança e 60 oportunidades para jovens aprendizes. Assim, a iniciativa estimula o primeiro emprego e fortalece a renda das famílias. As candidaturas seguem disponíveis por meio digital, aplicativo oficial e atendimento presencial, o que facilita o acesso da população.

Educação inicia 2026 com investimentos estruturais

Distribuição de mais de 222 mil kits de materiais didáticos, um investimento de R$ 18,9 milhões do governo de Rondônia

Enquanto isso, a rede estadual de ensino iniciou o ano letivo atendendo mais de 170 mil estudantes em 408 escolas. O governo reforçou o início das aulas com investimentos diretos, incluindo a entrega de mais de 222 mil kits de materiais didáticos, resultado de um aporte de R$ 18,9 milhões.

Além disso, a política educacional acumula avanços recentes. O estado construiu 188 novas salas de aula, reformou 319 unidades e aplicou R$ 573,6 milhões no transporte escolar. Houve ainda reajuste salarial acumulado de 69,19% para servidores. Dessa maneira, os investimentos alcançam áreas urbanas, comunidades indígenas e regiões de difícil acesso.

Hospital de Base amplia capacidade com reestruturação histórica

Corredores modernizados melhoram fluxo de pacientes e profissionais

Na saúde pública, o início de 2026 ocorre após a conclusão da maior reestruturação já realizada no Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro. O governo investiu R$ 7,08 milhões em 2025 para modernizar a estrutura física e assistencial da unidade.

Durante as obras, o hospital manteve todos os atendimentos. Atualmente, a unidade realiza cerca de 60 cirurgias por dia e registrou 33.459 internações no último ano. Como resultado, a modernização melhorou os fluxos internos, elevou a segurança dos pacientes e garantiu melhores condições de trabalho às equipes de saúde.

Segurança no trânsito passa a integrar o retorno às aulas

Ao mesmo tempo, o governo reforçou ações educativas voltadas à segurança no trânsito, especialmente no entorno das escolas. Durante a abertura do ano letivo, estudantes, pais e educadores participaram da campanha “Retorno às Aulas – Comprometa-se com a Vida”.

A iniciativa orientou sobre o uso correto da faixa de pedestres, o respeito à sinalização e a redução da velocidade em áreas escolares. Além disso, alertou para os riscos do uso de celular durante travessias. Assim, a ação busca reduzir sinistros e fortalecer uma cultura permanente de proteção à vida.

Integração de políticas define o início de 2026

Por fim, o conjunto de medidas demonstra que o início de 2026 segue marcado pela integração entre políticas públicas. Educação, trabalho, saúde e segurança avançam de forma coordenada. Com programas ativos e novas frentes previstas, o governo aposta na continuidade dos investimentos e em resultados duradouros para o desenvolvimento de Rondônia.

Fonte: Governo de Rondônia

Pix vai responder por metade dos pagamentos do e-commerce nos próximos anos

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Pix alcança 50% dos pagamentos no e-commerce brasileiro
Pix deve responder por metade das transações do comércio eletrônico nos próximos anos

O Pix deve consolidar sua posição como principal meio de pagamento no comércio eletrônico brasileiro nos próximos anos. Segundo dados do setor, o sistema criado pelo Banco Central deve responder por cerca de 50% das transações do e-commerce até 2028. Com isso, amplia a vantagem sobre os cartões de crédito, que historicamente dominaram esse mercado.

Atualmente, o avanço do Pix reflete uma mudança clara no comportamento do consumidor. Cada vez mais, compradores e empresas escolhem o sistema pela rapidez, pelo custo reduzido e pela liquidação imediata.

Pix já superou os cartões no comércio eletrônico

Em 2024, o Pix respondeu por 42% das compras online no Brasil. Nesse cenário, superou levemente os cartões de crédito, que ficaram com 41%. Desde então, a diferença tende a crescer de forma consistente.

Além disso, projeções da consultoria Payments and Commerce Market Intelligence (PCMI) indicam que a participação do Pix deve alcançar 45% até o fim de 2025. Posteriormente, o índice pode chegar a 50% em 2028, abrindo uma distância de até 14 pontos percentuais em relação aos cartões.

Esse movimento reforça uma tendência iniciada após a popularização do sistema, lançado no fim de 2020.

Pagamentos recorrentes impulsionam o crescimento

De acordo com Eduardo de Abreu, líder global de produtos do Ebanx, o avanço do Pix no e-commerce está ligado à expansão dos pagamentos entre consumidores e empresas. Nesse contexto, o Pix Automático tem papel central.

A funcionalidade permite pagamentos recorrentes, como mensalidades, assinaturas e contas periódicas. Com isso, amplia o uso do Pix para além das transferências pontuais.

Enquanto isso, dados do Banco Central mostram que, desde setembro do ano passado, as transações de pessoa para empresa lideram o volume total do sistema. Em janeiro, esse tipo de operação representou 46% das transações, superando as transferências entre pessoas.

Cartões de crédito seguem relevantes

Apesar do crescimento acelerado do Pix, os cartões de crédito não devem desaparecer. Segundo especialistas, o crédito mantém uma base sólida de usuários no Brasil.

Isso ocorre principalmente por causa do hábito do parcelamento sem juros, ainda muito presente no consumo das famílias. Mesmo assim, o avanço do Pix pressiona um mercado historicamente controlado por grandes bandeiras internacionais.

Modelo brasileiro chama atenção internacional

O sucesso do Pix também gerou repercussão fora do país. No ano passado, autoridades dos Estados Unidos abriram uma investigação para avaliar se o modelo brasileiro poderia configurar práticas comerciais desleais.

A apuração questiona o papel do Banco Central como operador e regulador do sistema. Em resposta, a autoridade monetária afirma que atua como provedor neutro de uma infraestrutura pública digital, aberta à concorrência.

Transformação no comércio eletrônico

A consolidação do Pix como principal meio de pagamento indica uma mudança estrutural no e-commerce brasileiro. Com menor custo para lojistas e liquidação imediata, o sistema tende a ganhar ainda mais espaço.

Dessa forma, o Pix transforma a relação entre consumidores e empresas no ambiente digital e redefine o equilíbrio do setor de pagamentos no país.

Fonte: Olhar Digital

IPCA: preços sobem em janeiro e inflação fica acima das projeções

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IPCA sobe em janeiro e inflação fica acima das projeções do mercado
Inflação oficial avança em janeiro e supera as projeções do mercado, segundo dados do IBGE

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou 0,33% em janeiro de 2026, resultado que superou levemente as projeções do mercado, que apontavam alta de 0,32%. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados nesta terça-feira (10).

Com esse desempenho, a inflação oficial do país acumulou alta de 4,44% nos últimos 12 meses, acima dos 4,26% registrados no período anterior. Em janeiro de 2025, o índice havia subido 0,16%, o que confirma uma aceleração no início deste ano.

Transportes lideram a alta do IPCA em janeiro

O grupo Transportes exerceu a maior pressão sobre o índice mensal ao registrar alta de 0,60%, com impacto de 0,12 ponto percentual no IPCA. Os combustíveis responderam pela maior parte desse avanço e subiram 2,14% no mês.

A gasolina aumentou 2,06% e gerou o maior impacto individual do índice. Além disso, os preços do etanol cresceram 3,44%, enquanto o óleo diesel avançou 0,52% e o gás veicular, 0,20%.

Os reajustes nas tarifas de transporte público também influenciaram o resultado. O ônibus urbano subiu 5,14%, refletindo aumentos em diversas capitais. O metrô avançou 1,87%, enquanto o táxi registrou alta de 1,47%, com reajustes em cidades como Rio Branco, Fortaleza, Rio de Janeiro e Salvador.

Por outro lado, alguns itens ajudaram a reduzir uma pressão maior. As tarifas de transporte por aplicativo caíram 17,23%, enquanto as passagens aéreas recuaram 8,90%, após fortes altas no mês anterior.

Saúde e comunicação também pressionam os preços

O grupo Saúde e cuidados pessoais apresentou alta de 0,70%, a segunda maior variação entre os grupos. Os preços de artigos de higiene pessoal subiram 1,20%, enquanto os planos de saúde avançaram 0,49%.

Já o grupo Comunicação registrou aumento de 0,82%, puxado pela alta nos preços de aparelhos telefônicos e pelos reajustes nos serviços de TV por assinatura e combos de telefonia, internet e TV.

Alimentação desacelera e tem menor variação para janeiro desde 2006

O grupo Alimentação e bebidas desacelerou em janeiro e subiu 0,23%, abaixo dos 0,27% registrados em dezembro. Esse resultado representa a menor variação para o mês de janeiro desde 2006.

A alimentação no domicílio avançou apenas 0,10%, influenciada por quedas nos preços do leite longa vida e dos ovos. Em sentido oposto, o tomate registrou forte alta e limitou uma desaceleração maior do grupo.

Energia elétrica ajuda a conter a inflação

O grupo Habitação recuou 0,11% em janeiro, impulsionado principalmente pela queda de 2,73% na energia elétrica residencial. A mudança da bandeira tarifária, que passou de amarela para verde, contribuiu diretamente para esse recuo.

Mesmo assim, os reajustes nas tarifas de água e esgoto em diversas capitais e o aumento do gás encanado limitaram uma queda mais intensa do grupo.

Capitais registram comportamentos distintos

Entre as capitais, Rio Branco apresentou a maior variação do IPCA em janeiro, com alta de 0,81%, influenciada pelos preços da energia elétrica e dos artigos de higiene pessoal. Belém, por sua vez, registrou a menor variação, com 0,16%, puxada pela queda da energia elétrica residencial e das passagens aéreas.

No acumulado de 12 meses, Vitória e Porto Alegre ultrapassaram 5% de inflação, enquanto São Paulo acumulou alta de 4,92% no período.

Mercado mantém atenção sobre os próximos meses

O resultado de janeiro reforça o monitoramento do mercado e das autoridades econômicas sobre o comportamento da inflação ao longo de 2026. Os reajustes de serviços, a oscilação dos combustíveis e o impacto da energia elétrica seguirão no centro das análises nos próximos meses.

Fonte: G1

Hugo Motta encaminha à CCJ proposta que prevê o fim da escala 6×1

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Hugo Motta anuncia envio à CCJ de proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 na Câmara dos Deputados
Hugo Motta encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6x1

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) a Proposta de Emenda à Constituição que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 no Brasil. Com isso, o debate sobre a redução da jornada avança no Congresso e ganha novo peso institucional.

Agora, caberá à CCJ analisar a admissibilidade da proposta, etapa inicial do processo legislativo. Caso o colegiado aprove o texto, a matéria seguirá para uma comissão especial. Somente depois, o Plenário da Câmara poderá votar a PEC em dois turnos.

Propostas tramitam de forma conjunta

A comissão analisará duas propostas que tramitam apensadas. A primeira é a PEC 8/2025, apresentada pela deputada Erika Hilton (Psol-SP). A segunda é a PEC 221/2019, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). Ambas tratam da revisão do atual modelo de jornada, que prevê seis dias de trabalho para apenas um de descanso.

Segundo Hugo Motta, o tema exige cautela e diálogo amplo. Por isso, o presidente da Câmara defendeu que o Parlamento escute todos os setores envolvidos antes de avançar na formulação do texto final.

“O mundo avançou, principalmente na área tecnológica. Nesse sentido, o Brasil não pode ficar para trás. Vamos ouvir todos os setores para entregar a melhor lei para os brasileiros”, afirmou o deputado em suas redes sociais.

Debate envolve economia e qualidade de vida

Além disso, em entrevista a uma emissora de rádio na Paraíba, Motta ressaltou que o debate sobre o fim da escala 6×1 representa uma demanda antiga da classe trabalhadora. Segundo ele, a discussão tem impacto direto na economia brasileira e precisa considerar o atual cenário de pleno emprego.

Na avaliação do presidente da Câmara, a mudança pode representar um avanço social relevante. A redução da jornada, segundo o parlamentar, contribui para melhorar a qualidade de vida e fortalecer a dignidade do trabalhador.

“A escala 6×1 precisa ser diminuída. Dessa forma, vamos dar um passo firme na valorização do trabalhador, com mais qualidade de vida e respeito aos brasileiros”, declarou.

Tramitação ainda terá novas etapas

Apesar do avanço, a proposta ainda precisa cumprir etapas importantes. Primeiramente, a CCJ analisará se o texto atende aos requisitos constitucionais. Em seguida, uma comissão especial discutirá o mérito da proposta. Somente após esse percurso, o Plenário poderá deliberar sobre a mudança.

Enquanto isso, o debate sobre a jornada de trabalho segue ganhando espaço no Congresso e na sociedade. Ao mesmo tempo, trabalhadores, especialistas e setores produtivos acompanham a discussão, que envolve produtividade, bem-estar e adaptação às novas relações de trabalho.

Fonte: Câmara dos Deputados

Pó para decoração de doces é suspenso e deve ser recolhido

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Pó para decoração de doces suspenso pela Anvisa após fiscalização sanitária
Anvisa suspendeu e determinou o recolhimento de pó decorativo para doces após identificar materiais não autorizados.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão e o recolhimento do pó para decoração de doces da marca Mago, produzido pela empresa Mago Indústria e Comércio de Produtos para Confeitaria Ltda. A decisão entrou em vigor nesta sexta-feira (6) e atinge a fabricação, a comercialização, a distribuição, a divulgação e o uso do produto em todo o país.

A ação ocorreu depois que análises laboratoriais identificaram materiais plásticos, resinas e pigmentos de composição desconhecida. Esses elementos não são compatíveis com o uso em alimentos. Mesmo assim, vendedores ofereciam o produto para aplicação direta em doces e sobremesas, inclusive em plataformas digitais.

Produto oferece risco direto à saúde

Segundo a Anvisa, o consumo de substâncias não autorizadas pode causar riscos à saúde. Por isso, a agência ordenou o recolhimento imediato de todos os lotes disponíveis no mercado.

Além disso, o órgão orienta que consumidores não utilizem o produto. Da mesma forma, comerciantes devem interromper imediatamente a venda e retirar os estoques de circulação.

Fiscalização também atingiu azeite de oliva

Durante a mesma operação, a Anvisa proibiu o azeite de oliva extravirgem da marca Campo Ourique. O produto não comprovou a origem e apresentou resultado insatisfatório em laudo do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF).

Diante desse cenário, a agência vetou a comercialização, a distribuição, a fabricação, a importação, a propaganda e o consumo do azeite em todo o país.

Café de açaí teve apreensão determinada

Além do azeite, a fiscalização também alcançou o café de açaí da empresa DU Brasil. O produto apresentava origem desconhecida e utilizava ingrediente não autorizado em suplementos alimentares.

Além disso, fiscais identificaram condições inadequadas de armazenamento. O rótulo, por sua vez, trazia alegações terapêuticas proibidas, como promessas de tratamento para diabetes e fibromialgia. Dessa forma, a Anvisa determinou a apreensão do produto e proibiu todas as etapas de comercialização e consumo.

Anvisa orienta consumidores

Diante das irregularidades, a Anvisa reforça a importância de verificar rótulos, procedência e autorizações sanitárias antes da compra. Especialmente, o cuidado deve ser maior com produtos vendidos como suplementos ou ingredientes de uso direto em alimentos.

As resoluções que fundamentam as decisões já constam no Diário Oficial da União. Assim, todas as medidas estão em vigor.

Fonte: Governo Federal

Anvisa emite alerta para risco de pancreatite com canetas emagrecedoras

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Anvisa alerta para risco de pancreatite associado ao uso indevido de canetas emagrecedoras
Anvisa alerta para risco de pancreatite aguda ligado ao uso indevido de canetas emagrecedoras

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária emitiu um alerta de farmacovigilância sobre o risco de pancreatite aguda ligado ao uso indevido das chamadas canetas emagrecedoras. Embora a reação já conste em bula, o uso fora das indicações aprovadas tem elevado a ocorrência de casos graves.

Além disso, a Agência reforçou que esses medicamentos exigem prescrição médica e acompanhamento contínuo. Sem esse controle, o risco de eventos adversos aumenta de forma significativa.

Uso inadequado de medicamentos GLP-1 eleva riscos

O alerta envolve medicamentos agonistas do receptor GLP-1, como dulaglutida, liraglutida, semaglutida e tirzepatida. Esses fármacos oferecem benefícios terapêuticos quando usados corretamente. No entanto, o uso inadequado pode provocar eventos adversos graves, incluindo pancreatite aguda.

Por esse motivo, a Anvisa destacou que o uso indiscriminado, especialmente para emagrecimento sem indicação clínica, compromete a segurança do paciente e dificulta o diagnóstico precoce de complicações.

Registros nacionais e internacionais reforçam preocupação

Enquanto autoridades internacionais monitoram o problema, dados recentes reforçam o alerta. No Reino Unido, órgãos reguladores registraram mais de mil notificações de pancreatite associadas a esses medicamentos, incluindo casos fatais.

No Brasil, sistemas de farmacovigilância também apontaram dezenas de notificações de suspeitas de eventos adversos, além de investigações envolvendo óbitos. Diante disso, a Anvisa intensificou as ações regulatórias.

Retenção de receita busca conter uso indevido

Em junho de 2025, a Anvisa determinou a retenção obrigatória da receita médica para a venda desses medicamentos. Desde então, farmácias e drogarias só podem comercializar as substâncias mediante prescrição em duas vias, com validade de até 90 dias.

Com essa medida, a Agência busca reduzir o uso fora das indicações aprovadas e proteger a saúde da população.

Orientações à população e aos profissionais de saúde

A Anvisa orienta que usuários procurem atendimento médico imediato ao apresentar dor abdominal intensa e persistente, especialmente quando acompanhada de náuseas ou vômitos, sinais compatíveis com pancreatite.

Da mesma forma, profissionais de saúde devem interromper o tratamento ao suspeitar da reação adversa. Caso confirmem o diagnóstico, não devem retomar o uso do medicamento. Além disso, a Agência reforça a importância da notificação de eventos adversos no sistema VigiMed.

Monitoramento contínuo da classe terapêutica

Nos últimos anos, a Anvisa já emitiu outros alertas relacionados aos agonistas de GLP-1. Entre eles, estão riscos durante procedimentos anestésicos e relatos raros de perda de visão. Esse histórico demonstra o monitoramento permanente desses medicamentos no mercado brasileiro.

Fonte: Governo Federal

Piloto preso por pedofilia pagava mães e avós para abusar de meninas

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Piloto é preso dentro de avião em Congonhas suspeito de liderar rede de exploração sexual infantil
Piloto foi preso dentro de aeronave no Aeroporto de Congonhas durante operação da Polícia Civil.

A Polícia Civil de São Paulo prendeu, na manhã desta segunda-feira (9), um piloto de avião comercial no Aeroporto de Congonhas, sob a acusação de liderar uma rede de exploração sexual de menores . Inicialmente, as autoridades apontam que o suspeito aliciava as vítimas ao pagar diretamente a mães e avós para obter acesso às crianças e adolescentes .

A ação policial integra a Operação Apertem os Cintos . Para capturar o piloto, que reside em Guararema, na Grande São Paulo, a equipe de investigação solicitou a escala de voo à companhia aérea . Dessa forma, os agentes efetuaram a detenção dentro da aeronave, antes da decolagem, estratégia que impediu qualquer tentativa de fuga do criminoso .

Família participava ativamente dos crimes

Além disso, o inquérito revelou a participação direta de familiares das vítimas . Juntamente com o piloto, a polícia deteve duas mulheres :

  • Uma avó: A polícia a acusa de “vender” o acesso a três netas para o piloto .

  • Uma mãe: Ela cedeu a própria filha e, inclusive, auxiliava o homem ao enviar fotos e vídeos da menor .

Conforme apurado, o piloto utilizava uma abordagem calculada. Ele contatava as responsáveis e afirmava gostar de crianças, entretanto, ele também se relacionava com as mulheres adultas como um meio de chegar até as menores .

Pagamentos irrisórios e violência extrema

Em contrapartida ao abuso e ao material pornográfico, o acusado pagava valores baixos, que variavam entre R$ 30, R$ 50 e R$ 100 às responsáveis . Ademais, ele fornecia “agrados”, visto que comprava medicamentos, pagava aluguéis e até mesmo presenteou uma das famílias com um aparelho de TV .

A delegada Ivalda Aleixo relatou a brutalidade dos encontros. “Quando ele tinha contato físico com essas crianças, ele as estuprava“, afirmou a autoridade . Recentemente, o homem espancou uma das vítimas dentro de um motel .

Perfil do suspeito e vítimas

Por outro lado, o piloto afirmou em depoimento ser casado e ter filhos . A atual esposa, uma psicóloga, compareceu à delegacia e se mostrou horrorizada, pois, segundo a polícia, ela desconhecia os crimes do marido .

Atualmente, a operação já identificou dez vítimas, com idades entre 12 e 13 anos . No entanto, a análise preliminar do celular do piloto indica a existência de dezenas de outras crianças em fotos e vídeos armazenados . Portanto, a Polícia Civil continua as investigações para localizar e amparar as outras vítimas .

Fonte: Agência Brasil

Governo anuncia vacinação nacional contra dengue a partir desta segunda (9)

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Vacinação nacional contra a dengue começa pelo SUS com vacina do Instituto Butantan
Governo federal inicia vacinação nacional contra a dengue com vacina brasileira em dose única

O governo federal anunciou, nesta segunda-feira (9), o início da vacinação nacional contra a dengue. A campanha começa pelos profissionais da atenção primária do Sistema Único de Saúde (SUS). Com isso, a estratégia protege quem atua na linha de frente e, ao mesmo tempo, organiza a ampliação gradual da imunização em todo o país.

O anúncio ocorreu durante visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Instituto Butantan, em São Paulo. Na ocasião, o governo confirmou a incorporação da vacina Butantan-DV ao calendário público. Assim, o Brasil passa a contar com um imunizante inédito no enfrentamento da doença.

Profissionais do SUS recebem as primeiras doses

Nesta fase inicial, o Ministério da Saúde direciona a vacinação nacional contra a dengue aos profissionais cadastrados nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Dessa forma, o governo prioriza quem mantém contato direto com pacientes e, além disso, reduz riscos operacionais no início da campanha.

A vacina já integra oficialmente o Programa Nacional de Imunizações (PNI). Para isso, a Anvisa aprovou o imunizante em novembro de 2025, após análise dos dados de segurança e eficácia. Desde então, o Ministério da Saúde estruturou a logística nacional de distribuição.

Até agora, o Instituto Butantan entregou 1,3 milhão de doses ao PNI. Ao todo, o governo federal adquiriu 3,9 milhões de doses, que seguirão para estados e municípios de forma escalonada.

Vacina em dose única acelera a proteção da população

A Butantan-DV é a primeira vacina do mundo em dose única capaz de proteger contra os quatro sorotipos do vírus da dengue. Por esse motivo, o imunizante simplifica a aplicação em massa e, consequentemente, reduz gargalos logísticos no SUS.

Antes da adoção nacional, equipes técnicas testaram a vacina em cidades como Botucatu (SP), Maranguape (CE) e Nova Lima (MG). Esses estudos, portanto, confirmaram a segurança e a eficácia do imunizante em diferentes realidades regionais.

Governo amplia investimentos na produção de vacinas

Além do início da vacinação nacional contra a dengue, o governo federal anunciou um pacote de R$ 1,8 bilhão para ampliar e modernizar a produção nacional de vacinas e soros. Desse total, R$ 1 bilhão vem do Novo PAC, enquanto cerca de R$ 400 milhões correspondem a aportes da Fundação Butantan.

Os recursos serão aplicados, principalmente, em quatro frentes:

  • construção de fábrica para produção de vacinas contra HPV

  • modernização de unidade para vacinas com tecnologia mRNA

  • ampliação da produção da vacina tríplice bacteriana (DTPa)

  • aumento da capacidade anual de produção de soros

Com isso, o país reduz a dependência externa de insumos biológicos e, ao mesmo tempo, fortalece a soberania sanitária.

Quem pode receber a vacina contra a dengue

A vacina Butantan-DV é indicada para pessoas de 12 a 59 anos. No entanto, o Ministério da Saúde poderá ampliar o público-alvo conforme a disponibilidade de doses e o avanço da produção nacional.

Segundo o Instituto Butantan, a expectativa é alcançar até 25 milhões de doses produzidas até o fim do ano. Assim, o governo pretende ampliar a cobertura da vacinação nacional contra a dengue de forma progressiva e organizada.

Avanço histórico no combate à dengue

Com produção nacional, aplicação em dose única e distribuição gratuita pelo SUS, a vacinação nacional contra a dengue representa um avanço histórico na saúde pública brasileira. Além disso, a iniciativa consolida o Instituto Butantan como referência internacional em imunização.

Dessa maneira, o início da campanha marca uma nova etapa no enfrentamento da dengue e reforça o compromisso do Brasil com a proteção da população.

Fonte: CNN Brasil

Socialista Antônio Seguro é eleito presidente de Portugal

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Antônio Seguro discursa após ser eleito presidente de Portugal
Antônio Seguro discursa após vencer o segundo turno das eleições presidenciais em Portugal

O socialista Antônio José Seguro venceu neste domingo (8) as eleições presidenciais e foi eleito presidente de Portugal. Ele ultrapassou a marca de 3 milhões de votos e superou o candidato da extrema direita, André Ventura, no segundo turno.

Até as 21h30 no horário local, Seguro somava cerca de 3,3 milhões de votos. Enquanto isso, Ventura havia obtido aproximadamente 1,6 milhão. Já a taxa de abstenção ficou próxima de 50%, segundo dados oficiais das autoridades eleitorais.

Vitória amplia legitimidade política

Com esse resultado, Antônio Seguro entra para um grupo restrito de presidentes portugueses que ultrapassaram a marca de 3 milhões de votos desde a redemocratização do país, em 1976. Além disso, o desempenho reforça sua legitimidade política logo no início do mandato.

Ao mesmo tempo, a votação expressiva sinaliza uma resposta do eleitorado à polarização política. Nos últimos anos, o país enfrentou o avanço de discursos extremistas, sobretudo no campo conservador.

Contexto eleitoral e cenário europeu

Portugal conta atualmente com mais de 11 milhões de eleitores aptos. Durante a campanha, Antônio Seguro defendeu o fortalecimento das instituições democráticas, a proteção social e o respeito às liberdades civis.

Além disso, o socialista destacou a importância do diálogo político e do compromisso com a União Europeia. Por outro lado, seu adversário apostou em um discurso mais radical, o que ampliou o contraste entre os projetos apresentados ao eleitorado.

Transição presidencial em 2026

Antônio Seguro assumirá oficialmente a Presidência da República em março de 2026. Ele substituirá Marcelo Rebelo de Sousa, que encerra seu segundo mandato consecutivo no cargo.

Desde 1976, Portugal teve como presidentes António Ramalho Eanes, Mário Soares, Jorge Sampaio, Cavaco Silva e Marcelo Rebelo de Sousa. Agora, com a eleição de Seguro, o país inicia um novo ciclo político.

Novo ciclo político em Portugal

A posse do novo presidente ocorre em um momento decisivo para Portugal. Entre os principais desafios estão a economia, a política social e o posicionamento do país no cenário internacional.

Dessa forma, a expectativa gira em torno da capacidade de Antônio Seguro de promover estabilidade institucional e responder às demandas da população portuguesa nos próximos anos.

Fonte: Agência Brasil

Sonhava em me tornar uma estrela do K-pop, mas fui vítima de um golpe

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Jovem em silhueta com microfone simboliza vítimas de golpe no K-pop em academias privadas na Coreia do Sul
Imagem representa o sonho de jovens estrangeiras no K-pop que terminou em denúncias de golpe e falsas promessas

O crescimento global do K-pop transformou a Coreia do Sul em um destino disputado por jovens de vários países que sonham em se tornar idols. No entanto, por trás do brilho dos palcos, surgem relatos de promessas não cumpridas, contratos frágeis e um possível golpe aplicado por academias privadas de treinamento.

A experiência de uma adolescente estrangeira, identificada como Miyu para preservar sua identidade, ilustra esse cenário. Ela afirma que pagou quase R$ 100 mil por um programa de seis meses em Seul. O curso prometia aulas profissionais e acesso a audições com grandes agências do K-pop. Apesar disso, segundo a jovem, essas oportunidades nunca se concretizaram.

Promessas que ficaram no papel

A Coreia do Sul se tornou um destino para jovens do mundo todo que desejam entrar no mundo do K-pop

Miyu decidiu viajar à Coreia do Sul inspirada por idols estrangeiras que alcançaram fama mundial. Inicialmente, a academia apresentou um plano de treinamento intensivo em canto e dança. Na prática, porém, as aulas ocorreram com pouca frequência e apresentaram um nível abaixo do esperado.

Além disso, outras duas jovens estrangeiras que frequentaram a mesma academia relataram experiências semelhantes. Em comum, todas afirmam que a empresa prometeu audições regulares, mas nenhuma delas participou desses processos.

A empresa responsável nega as acusações e afirma que cerca de 200 alunas estrangeiras já passaram pelos programas desde a inauguração.

Relatos de assédio e vigilância constante

A empresa afirma que as câmeras de segurança foram instaladas após incidentes de segurança ocorridos no passado, para ‘proteger a segurança das trainees’

Além das falhas no treinamento, as ex-trainees relatam episódios ainda mais graves. Duas delas acusam um membro sênior da equipe de assédio sexual, incluindo toques indevidos, convites para encontros a sós e abordagens consideradas intimidatórias.

Além disso, as jovens denunciam a instalação de câmeras de segurança em áreas sensíveis, como dormitórios femininos. Segundo os relatos, os equipamentos funcionavam de forma contínua, com captação de áudio, sem consentimento formal. Com isso, elas afirmam que passaram a se sentir observadas durante os treinos e constrangidas por comentários inadequados sobre seus corpos.

A empresa nega todas as acusações. Em resposta, afirma que instalou as câmeras apenas em áreas comuns, exclusivamente por motivos de segurança.

Falhas na fiscalização do setor

O caso expõe fragilidades estruturais da indústria do K-pop. Muitas academias se registram como agências de entretenimento, e não como instituições educacionais. Por esse motivo, elas escapam da fiscalização direta do sistema de ensino sul-coreano.

Como resultado, programas de treinamento não passam por inspeções regulares. Consequentemente, jovens estrangeiros enfrentam maior vulnerabilidade, sobretudo adolescentes que lidam com barreiras linguísticas, restrições de visto e pouco conhecimento do sistema jurídico local.

Medo, silêncio e dificuldades para denunciar

A história de Miyu lança luz sobre uma indústria não regulamentada, mas em crescimento

As jovens afirmam que demoraram a procurar ajuda. De um lado, temiam prejudicar qualquer chance futura na indústria musical. De outro, enfrentaram dificuldades para relatar os fatos às próprias famílias, que haviam feito grandes sacrifícios financeiros.

Em um dos casos, a polícia arquivou a denúncia por falta de provas. Mesmo assim, uma das ex-trainees ingressou com ações judiciais contra a empresa por quebra de contrato e danos morais relacionados ao suposto golpe.

Um sonho que ainda persiste

Apesar da experiência traumática, Miyu afirma que ainda deseja seguir carreira no K-pop. Segundo ela, a música continuou sendo uma forma de apoio emocional mesmo após os episódios vividos.

Especialistas alertam que o sucesso internacional do K-pop ampliou a responsabilidade das empresas do setor. Enquanto isso, histórias como a de Miyu mostram que, longe dos holofotes, o caminho até o estrelato pode esconder riscos graves para jovens que buscam realizar um sonho.

Fonte: BBC Brasil

Saúde mental em Rondônia ganha residências terapêuticas com moradia e acompanhamento para pacientes do SUS.

Saúde mental em Rondônia ganha moradia e acompanhamento

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Residências terapêuticas acolhem pacientes do SUS com suporte, rotina e reinserção social.
Emprego em Rondônia com jovens em qualificação profissional e uso de tecnologia

IA muda profissões, mas Rondônia tem vagas e cursos para quem se prepara

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Rondônia tem vagas formais, cursos gratuitos e caminhos para quem busca se preparar para o impacto da IA no trabalho.
Garimpo no Madeira é alvo de operação da PF e Ibama contra extração ilegal de minério em Rondônia.

PF e Ibama desmontam garimpo no Madeira e miram financiadores

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Ação inutilizou dragas, embarcações e motores usados na extração clandestina de minério.
Dentista proibida de fazer plásticas em Rondônia acende alerta sobre segurança em procedimentos estéticos.

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Decisão da Justiça Federal barra procedimentos como rinoplastia e blefaroplastia e reforça cuidado dos pacientes.
Golpe amoroso pela internet causa prejuízo de R$ 80 mil a mulher em Rondônia.

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Mulher fez Pix e empréstimos após promessa de relacionamento; caso é investigado em Rondônia.