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quinta-feira, outubro 29, 2026
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Vida Plena mostra como terapias integrativas ajudam no cuidado integral

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Capa do Vida Plena sobre terapias integrativas com especialistas em acupuntura, medicina chinesa e cuidado integral
Vida Plena reúne especialistas para explicar terapias integrativas, PICS, acupuntura e cuidado integral pelo SUS.

Terapias integrativas são o tema deste episódio do Vida Plena, que apresenta as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde, conhecidas como PICS, e mostra como elas podem contribuir para um cuidado mais amplo com corpo, mente e emoções.

Participam do programa Dra. Margareth Kath Lucca, médica anestesiologista e especialista em medicina chinesa do Hospital de Amor; Débora Pagnano Garcia, fisioterapeuta e especialista em acupuntura; e Roberto Gonçalves, especialista em acupuntura. A conversa reúne orientações sobre prevenção, dor crônica, ansiedade, estresse, bem-estar e uso dessas práticas como apoio aos tratamentos convencionais.

▶️ Ative o som e assista ao primeiro bloco

Entenda o que são as terapias integrativas e por que o cuidado integral tem ganhado espaço na saúde.

Terapias integrativas fazem parte do cuidado pelo SUS

O primeiro bloco explica que as terapias integrativas fazem parte de uma política pública voltada ao cuidado ampliado. Segundo a apresentação do programa, mais de 9 milhões de pessoas já utilizam as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde de forma gratuita pelo SUS.

A conversa também destaca que o sistema público oferece 29 modalidades para a população. A proposta é olhar o paciente de forma global, considerando sintomas, rotina, emoções, qualidade do sono, estresse, dor, hábitos de vida e prevenção.

Cuidado integral não substitui tratamento convencional

Os especialistas reforçam que as PICS não devem ser vistas como substituição ao tratamento médico tradicional. Elas podem atuar como complemento, dentro de um plano orientado por profissionais capacitados e integrado ao acompanhamento de saúde.

No episódio, práticas como medicina chinesa e acupuntura aparecem como exemplos de abordagens que valorizam escuta, vínculo e avaliação individual. O objetivo é entender a pessoa além da doença, respeitando limites, histórico, sintomas e necessidades reais.

▶️ Assista também ao segundo bloco

Veja como acupuntura, meditação e outras práticas entram no cuidado com dor, ansiedade e estresse.

Acupuntura é explicada pela tradição e pela ciência

No segundo bloco, os convidados explicam que a acupuntura tem origem milenar, mas também é estudada a partir de respostas fisiológicas observadas pela medicina ocidental. A conversa aborda pontos de acupuntura, estímulos no corpo, sistema nervoso e possíveis efeitos no controle de sintomas.

As terapias integrativas são apresentadas como ferramentas de apoio em casos como dores persistentes, tensão, ansiedade e estresse. O programa evita promessas milagrosas e reforça a importância de avaliação profissional antes de iniciar qualquer prática.

Ansiedade, estresse e rotina também entram na conversa

O episódio mostra que o cuidado integral pode ajudar o paciente a perceber melhor a própria rotina. Técnicas como meditação e mindfulness são citadas como recursos que podem favorecer atenção, respiração, presença e manejo emocional.

Os especialistas lembram que cada pessoa responde de um jeito. Por isso, o melhor caminho depende da condição física, do histórico de saúde, das expectativas e da integração com outros cuidados já indicados por profissionais.

▶️ Assista ao terceiro bloco

Acompanhe os benefícios relatados pelos especialistas e a importância da continuidade no cuidado.

Benefícios podem aparecer no sono, na dor e no bem-estar

No terceiro bloco, os especialistas comentam benefícios observados em pacientes que recebem acompanhamento com essas práticas. Entre os pontos citados estão melhora da qualidade do sono, redução de estresse emocional, alívio da dor e mais equilíbrio na rotina.

A conversa reforça que as terapias integrativas tendem a funcionar melhor quando fazem parte de um plano contínuo. Em muitos casos, a resposta não depende apenas de uma sessão, mas de adesão, regularidade, orientação profissional e avaliação conforme a evolução de cada pessoa.

Práticas integrativas exigem orientação qualificada

O programa alerta que cuidado integral não significa improviso. As práticas devem ser realizadas por profissionais preparados, com atenção à segurança, às condições de saúde do paciente e aos tratamentos já em andamento.

A mensagem central é que saúde também envolve prevenção, bem-estar, escuta e mudança de hábitos. Ao integrar corpo, mente e emoções, as PICS podem ampliar a participação do paciente no próprio cuidado e fortalecer a qualidade de vida.

Acesso gratuito amplia o alcance do cuidado integral

O episódio destaca que o acesso gratuito pelo SUS ajuda a levar essas práticas a mais pessoas. Quando bem indicadas, elas podem apoiar pacientes que convivem com dor, ansiedade, estresse, alterações do sono e outras condições que afetam o dia a dia.

As terapias integrativas aparecem, portanto, como uma forma de complementar o cuidado tradicional e estimular uma visão mais ampla da saúde. A orientação é procurar serviços de saúde, tirar dúvidas com profissionais capacitados e nunca interromper tratamentos prescritos sem avaliação médica.

Fonte da notícia:
Vida Plena no YouTube.

RuralCast mostra café sustentável dos Paiter Suruí em Rondônia

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Celso Suruí participa do RuralCast sobre café sustentável, cacau, cooperativismo indígena e preservação da floresta em Rondônia
No RuralCast, Celso Suruí mostra como os Paiter Suruí unem café, cacau, cooperativismo e produção sem desmatamento.

Café sustentável em Rondônia, cooperativismo indígena e produção sem desmatamento foram destaque em um episódio especial do RuralCast.

Gravado durante o Dia de Campo Paiter Suruí, na Comunidade Lapetanha, em Cacoal, o programa recebeu Celso Suruí, liderança da Terra Indígena Sete de Setembro e presidente de uma cooperativa indígena Paiter Suruí.

Na conversa com Adalto Costa, Celso explicou como assistência técnica, organização coletiva e cooperativismo vêm fortalecendo a cafeicultura, a cacauicultura, a fruticultura e outras atividades produtivas no território.

O episódio mostra que o café sustentável em Rondônia produzido pelos Paiter Suruí não depende da abertura de novas áreas.

A proposta defendida pela liderança é melhorar a qualidade da produção, ampliar a renda das famílias e preservar a floresta, as nascentes e a biodiversidade.

▶️ Ative o som e assista ao episódio completo

Adalto Costa conversa com Celso Suruí sobre café sustentável, cooperativismo, assistência técnica, cacau e preservação da floresta.

Café sustentável em Rondônia ganhou força na Terra Sete de Setembro

No início da entrevista, Celso Suruí se apresenta como presidente de uma cooperativa do povo Paiter Suruí, com atuação na Linha 11, na Aldeia Lapetanha.

Ele também é uma das lideranças ligadas à organização do Dia de Campo Paiter Suruí, realizado na Terra Indígena Sete de Setembro.

Ao falar sobre a transformação produtiva no território, Celso destacou que os últimos anos foram marcados por mais assistência técnica, mais organização e maior valorização da produção indígena.

Café, cacau, banana e fruticultura aparecem como alternativas para gerar renda sem romper com a preservação ambiental.

Para a liderança, o café sustentável em Rondônia mostra que o povo indígena produz, trabalha, busca conhecimento e pode colocar no mercado um produto de qualidade, com origem e responsabilidade.

▶️ Assista ao trecho sobre Celso Suruí e o Dia de Campo

A abertura apresenta Celso Suruí, a cooperativa indígena e o contexto do Dia de Campo Paiter Suruí.

Pontos centrais
O episódio mostra como café, cacau, cooperativismo, assistência técnica e floresta fazem parte de um modelo produtivo sustentável.
Qualidade
manejo, irrigação, poda e adubação mudaram a realidade das lavouras
Floresta
produção deve caminhar junto com nascentes, mata e biodiversidade
Cooperativas
organizam a produção e ajudam a representar aldeias dentro do território

Assistência técnica mudou a qualidade da produção

Celso explicou que a parceria com o Senar ajudou produtores Paiter Suruí a compreenderem melhor práticas essenciais para a lavoura.

Entre os pontos citados estão irrigação, adubação, poda, manejo e acompanhamento técnico no dia a dia.

Segundo ele, muitos produtores ainda não dominavam a importância desses cuidados há poucos anos. Com o trabalho técnico, a produção passou a avançar em qualidade e produtividade.

Esse processo mostra que o café sustentável em Rondônia também depende de formação, orientação e troca de conhecimento.

A evolução ocorre sem substituir a experiência tradicional acumulada dentro das comunidades.

▶️ Assista ao trecho sobre assistência técnica

Celso explica como orientação técnica, irrigação, poda e adubação fortaleceram o café dos Paiter Suruí.

Café Paiter ganhou valorização com concursos e mercado

Na entrevista, Celso também fala sobre a valorização da produção indígena.

Ele cita a participação em projetos, concursos e iniciativas ligadas ao mercado, que ajudaram a dar visibilidade ao café produzido dentro da Terra Indígena Sete de Setembro.

Para a liderança, esse reconhecimento não se limita ao produto.

Quando o café chega a novos espaços, também leva a história dos produtores, da cultura Paiter Suruí e do modelo de produção com responsabilidade ambiental.

O resultado é sentido na renda e na vida social das famílias.

O café sustentável em Rondônia passa a ser uma alternativa de desenvolvimento capaz de fortalecer o território sem abrir mão da floresta.

▶️ Assista ao trecho sobre concursos e valorização

A entrevista aborda concursos, mercado e reconhecimento da produção Paiter Suruí.

Produção sem desmatamento é prioridade no território

Um dos trechos mais fortes do episódio é quando Celso afirma que produzir café não significa abrir novas áreas dentro do território indígena.

Para ele, o caminho é equilibrar produção, qualidade e preservação ambiental.

A liderança destaca a necessidade de manter a floresta, proteger nascentes e cuidar da biodiversidade.

Esse cuidado também aparece como um diferencial para o mercado, que passa a observar não apenas o produto, mas a forma como ele foi produzido.

Assim, o café sustentável em Rondônia ganha valor por unir qualidade, origem, saúde, responsabilidade ambiental e respeito à Terra Indígena Sete de Setembro.

▶️ Assista ao trecho sobre produção sem desmatamento

Celso defende produzir café com consciência, preservando floresta, nascentes e biodiversidade.

Leitura analítica

Café, cacau e floresta caminham juntos

Produção: a meta é aumentar qualidade e produtividade sem abrir mão do território preservado.

Ambiente: nascentes, mata e biodiversidade são tratadas como parte da riqueza da comunidade.

Mercado: a origem sustentável pode fortalecer a imagem do produto e abrir novas oportunidades.

Cooperativismo indígena organiza produção e comercialização

O episódio também aborda a organização das cooperativas dentro da Terra Indígena Sete de Setembro.

Celso explica que diferentes cooperativas atuam para atender produtores de várias aldeias, sem concorrência entre elas.

Segundo ele, o objetivo é comum: melhorar a qualidade de vida da comunidade Paiter Suruí, apoiar a venda da produção e fortalecer projetos coletivos.

O cooperativismo aparece como ferramenta de organização, comercialização e representação.

Esse modelo ajuda a dar escala ao café sustentável em Rondônia e a outras cadeias produtivas, como cacau, banana e fruticultura, sempre com foco em renda e valorização cultural.

▶️ Assista ao trecho sobre cooperativismo indígena

Celso explica a organização das cooperativas e o papel delas na produção Paiter Suruí.

Dia de Campo foi considerado marco histórico

Celso também avaliou o Dia de Campo Paiter Suruí como um momento histórico para a comunidade.

O evento reuniu produtores, técnicos, instituições públicas, empresas privadas e representantes de vários municípios de Rondônia.

Para a liderança, a presença de tantas pessoas dentro da aldeia ajuda a mostrar para a sociedade que o povo indígena trabalha, produz e avança na cafeicultura, na cacauicultura e em outras atividades.

O encontro também foi apresentado como espaço de troca de conhecimento, valorização da cultura e aproximação entre comunidades, instituições e mercado.

▶️ Assista ao trecho sobre o Dia de Campo Paiter Suruí

A liderança fala sobre a importância do evento para mostrar a realidade produtiva das comunidades.

Produção sustentável também abre portas para turismo e valorização cultural

Na parte final da entrevista, Celso agradece ao RuralCast, ao Senar, às cooperativas indígenas e às instituições envolvidas no Dia de Campo.

Ele também convida a sociedade a conhecer melhor o território, as lavouras, a cultura e o trabalho desenvolvido pelos Paiter Suruí.

A fala reforça que a produção agrícola não está isolada da cultura.

Café, cacau, floresta, turismo, cooperativismo e comunicação aparecem como partes de uma mesma estratégia de valorização do território.

Para Rondônia, o episódio mostra um modelo de agro ligado à sustentabilidade, à identidade indígena e ao uso responsável dos recursos naturais.

Nesse caminho, o café sustentável em Rondônia dos Paiter Suruí se torna exemplo de produção com renda, cultura e preservação.

Fonte da notícia:
RuralCast no YouTube.

Leia também na fonte original:
RuralCast Show.

Café indígena em Rondônia fortalece produtores Paiter Suruí no RuralCast

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Joel Suruí e Adalto Costa no RuralCast em imagem sobre café indígena em Rondônia, produção sustentável e tradição Paiter Suruí
No RuralCast, Joel Suruí explica como o café indígena em Rondônia fortalece famílias, jovens e produtores Paiter Suruí.

Café indígena em Rondônia, produção sustentável e protagonismo dos produtores Paiter Suruí foram destaque em um episódio do RuralCast. Gravado durante o Dia de Campo Paiter Suruí, na Comunidade Lapetanha, em Cacoal, o programa recebeu Joel Suruí, também conhecido como Oyyeter Suruí, produtor da Aldeia Amaral, na Terra Indígena Sete de Setembro.

Na conversa com Adalto Costa, Joel contou como a cafeicultura ajudou a mudar a rotina de famílias, gerar renda, valorizar a produção local e incentivar jovens a permanecerem no próprio território.

O episódio mostra que o café indígena em Rondônia vai além da lavoura. Ele reúne memória familiar, identidade cultural, preservação ambiental, assistência técnica e oportunidades de mercado para produtores Paiter Suruí.

▶️ Ative o som e assista ao episódio completo

Adalto Costa conversa com Joel Suruí sobre café indígena, renda, tradição, assistência técnica e o futuro dos jovens Paiter Suruí no campo.

Café indígena em Rondônia ganhou força na Terra Sete de Setembro

No início da entrevista, Joel Suruí se apresenta como morador da Aldeia Amaral, na Linha 11, dentro da Terra Indígena Sete de Setembro, em Cacoal. Ele explica que a ligação com o café acompanha sua família há muitos anos.

Segundo Joel, o café passou a fazer parte da cultura produtiva da comunidade. A castanha segue importante na alimentação, na medicina tradicional e na história do povo Paiter Suruí, mas a cafeicultura ganhou espaço como fonte de renda e visibilidade.

Para o produtor, falar de café indígena em Rondônia também é falar de continuidade. A lavoura aproxima gerações, valoriza o trabalho dos mais velhos e abre caminhos para os jovens dentro da própria aldeia.

▶️ Assista ao trecho sobre a história de Joel Suruí

O produtor fala sobre sua relação familiar com o café e a produção dentro da Aldeia Amaral.

Pontos centrais
A entrevista mostra como cafeicultura, assistência técnica, família e território se conectam na produção Paiter Suruí.
Renda
o café passou a movimentar a economia das famílias no território
Qualidade
manejo, irrigação e orientação técnica ajudaram a melhorar a lavoura
Juventude
a produção ajuda jovens a enxergarem futuro dentro da aldeia

Assistência técnica mudou o rumo da lavoura

Durante a conversa, Joel relembra que chegou a pensar em abandonar o café. Na época, a banana apresentava bom resultado no território, e ele considerou cortar os pés de café para mudar de atividade.

A virada veio com a assistência técnica. A partir de orientações sobre manejo, irrigação, adubação e controle de pragas, a lavoura começou a responder melhor e o produtor retomou a confiança na cafeicultura.

Esse ponto mostra que o café indígena em Rondônia depende de tradição, mas também de conhecimento técnico, acompanhamento no campo e políticas capazes de apoiar a produção sustentável.

▶️ Assista ao trecho sobre assistência técnica

Joel conta como a orientação técnica ajudou a manter a produção de café na aldeia.

Família e qualidade sustentam o reconhecimento

Outro ponto importante da entrevista é o papel da família. Joel afirma que o apoio familiar foi essencial para que ele se tornasse uma referência dentro da Terra Indígena Sete de Setembro.

Ele também fala sobre a participação no Concurso Tribos, onde costuma colocar seu café entre os melhores produzidos no território. Para alcançar esse resultado, segundo o produtor, é preciso dedicação, manejo correto e trabalho coletivo.

Hoje, Joel trabalha com cerca de seis mil pés de café. Ele explica que já teve uma quantidade maior, mas reduziu a área para cuidar melhor da lavoura e priorizar qualidade em vez de apenas volume.

▶️ Assista ao trecho sobre família e qualidade

O produtor fala da força da família, dos concursos e da busca por um café melhor.

Café especial alcança consumidores fora de Rondônia

Na entrevista, Joel também destaca que o café especial produzido pelos Paiter Suruí já chega a consumidores em outras regiões. Segundo ele, o produto pode ser encontrado em mercados nacionais e aeroportos.

Para quem cresceu vendo a família cuidar dos cafezais com poucos recursos, saber que o café da aldeia chegou a outros estados tem forte significado. O avanço mostra reconhecimento, mas também reforça a importância de manter a origem do produto.

Esse alcance ajuda a consolidar o café indígena em Rondônia como produto de identidade, qualidade e vínculo territorial.

▶️ Assista ao trecho sobre mercados e aeroportos

Joel relata a emoção de ver o café da aldeia chegar a consumidores fora de Rondônia.

Leitura analítica

Produção une renda, território e preservação

Origem: o café ganha valor por estar ligado à história, à família e ao território Paiter Suruí.

Qualidade: assistência técnica, irrigação e manejo ajudam a melhorar o resultado da lavoura.

Futuro: a cafeicultura ajuda jovens a permanecerem no território com renda, trabalho e preservação ambiental.

Cafeicultura fortalece jovens dentro do território

Um dos momentos mais fortes do episódio é quando Joel fala sobre a juventude Paiter Suruí. Segundo ele, muitos jovens que antes pensavam em sair da aldeia para buscar trabalho fora passaram a enxergar na cafeicultura uma oportunidade dentro do próprio território.

Para Joel, produzir café também significa preservar o meio ambiente, manter a família próxima da terra e valorizar o trabalho da comunidade. Essa visão aproxima renda, identidade cultural e conservação ambiental.

O relato mostra que o café indígena em Rondônia pode conectar tradição e inovação. Ao mesmo tempo em que fortalece a produção, ajuda a manter a nova geração próxima da aldeia e da floresta.

▶️ Assista ao trecho sobre juventude e território

Joel explica como a cafeicultura mudou a visão dos jovens e fortaleceu o trabalho dentro da aldeia.

Produção Paiter Suruí aponta caminhos para o futuro

No encerramento, Joel agradece ao RuralCast, ao Senar, à Funai, às lideranças indígenas e às comunidades Paiter Suruí. Ele também reforça que a produção ainda pode avançar nos próximos anos.

A mensagem final é de valorização do trabalho coletivo. O café que sai da Terra Indígena Sete de Setembro carrega esforço, memória familiar, cuidado com a terra e esperança de futuro para novos produtores.

Para Rondônia, a história contada no RuralCast mostra como o agro também passa por experiências comunitárias, sustentáveis e ligadas à identidade dos povos indígenas. Nesse cenário, o café indígena em Rondônia se torna uma expressão de trabalho, cultura e desenvolvimento local.

Fonte da notícia:
RuralCast no YouTube.

Leia também na fonte original:
RuralCast Show.

Operação Podcast recebe Capitão Pitomba em episódio sobre humor, polícia e internet

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Capitão Pitomba participa do Operação Podcast com Paula Casagrande em episódio sobre humor, polícia, música e bastidores na internet
Paula Casagrande recebe Capitão Pitomba no Operação Podcast para falar sobre humor policial, música, internet e projetos futuros.

Operação Podcast recebeu o influenciador e humorista Capitão Jorge Luiz, conhecido nas redes sociais como Capitão Pitomba, em um episódio especial apresentado pela jornalista Paula Casagrande. A conversa passou por humor, polícia, música, internet e bastidores do personagem que ganhou grande repercussão nas redes.

Realizado em parceria com o PodRondônia, o episódio mostra como Capitão Pitomba transformou bordões, paródias, linguagem policial e presença digital em um conteúdo reconhecido por públicos ligados à segurança pública e ao entretenimento.

Durante a entrevista, o convidado falou sobre a origem do personagem, a relação com forças policiais, projetos futuros, produção de vídeos em Rondônia, música, humor e novidades voltadas ao público infantil e a concursos públicos.

▶️ Ative o som e assista ao episódio completo

Paula Casagrande conversa com Capitão Pitomba sobre humor policial, música, bastidores da internet e a passagem do personagem por Rondônia.

Operação Podcast mostra a origem de Capitão Pitomba

No início da entrevista, Capitão Pitomba relembra como o personagem surgiu e de que forma a internet ajudou a transformar uma ideia de humor em fenômeno nas redes sociais. Antes de aparecer como personagem, ele já tinha contato com bastidores artísticos, música e produção de conteúdo.

O convidado explica que o crescimento foi acontecendo de forma natural, com vídeos que misturam sátira, cotidiano policial, bordões e situações reconhecidas por quem acompanha o universo da segurança pública.

▶️ Assista ao trecho sobre a origem do personagem

O humorista explica como nasceu Capitão Pitomba e por que o personagem continuou usando a figura de “capitão”.

Música e paródias ampliaram o alcance nas redes

A música aparece como uma das principais marcas de Capitão Pitomba. No Operação Podcast, ele conta que composições e paródias ajudaram a espalhar o personagem entre policiais, seguidores e públicos que acompanham humor nas redes sociais.

Com letras simples, tom irreverente e referência ao cotidiano da segurança pública, as músicas passaram a circular com força e ajudaram o personagem a alcançar diferentes estados do país.

▶️ Assista ao trecho sobre música e viralização

Capitão Pitomba comenta como a música ajudou o personagem a ganhar projeção nacional.

Projeto infantil educativo foi anunciado no programa

Um dos pontos revelados na entrevista foi o projeto infantil do personagem. Capitão Pitomba contou que pretende levar o universo da segurança pública para crianças em formato educativo, com linguagem própria e separada do conteúdo voltado ao público adulto.

A proposta envolve o Capitão Pitombinha, personagem pensado para explicar, de forma lúdica, temas como cidadania, funções das forças de segurança e diferenças entre instituições policiais.

▶️ Assista ao trecho sobre o projeto infantil

O convidado fala sobre o Capitão Pitombinha e a proposta de conteúdo educativo para crianças.

Rondônia entrou nos bastidores da entrevista

A passagem de Capitão Pitomba por Rondônia também foi destaque no episódio. O convidado comentou a recepção no estado, a aproximação com policiais locais e os bastidores de gravações realizadas durante a visita.

O episódio mostra que o personagem tem circulado entre entretenimento, eventos, ações de comunicação e instituições ligadas à segurança pública, sempre usando o humor como forma de aproximação com o público.

▶️ Assista ao trecho sobre bastidores em Rondônia

Capitão Pitomba comenta a produção de vídeos e a recepção durante sua passagem pelo estado.

Humor policial aproxima público e segurança pública

Ao falar sobre paródias e vídeos, Capitão Pitomba explica que parte do conteúdo nasce da observação de situações comuns no universo policial. A sátira, nesse caso, vira ferramenta de identificação para quem acompanha o personagem.

Esse formato ajudou o humorista a alcançar públicos diferentes. O conteúdo conversa com quem gosta de música, com quem acompanha podcasts e também com pessoas próximas da rotina das forças de segurança.

▶️ Assista ao trecho sobre paródias e humor policial

O humorista fala sobre criação, sátira e o estilo que ajudou o personagem a ganhar força.

Curso preparatório e novos planos estão no radar

Na parte final, Capitão Pitomba falou sobre novos projetos. Além da proposta infantil, ele comentou a ideia de lançar um curso preparatório para concursos, reunindo professores e conteúdos voltados a quem deseja entrar na área pública.

A expansão mostra que o personagem já ultrapassa os vídeos de humor. A marca Capitão Pitomba passa a se conectar também a produtos, projetos educacionais, música e novas frentes de atuação.

▶️ Assista ao trecho sobre projetos futuros

Capitão Pitomba fala sobre curso preparatório, novos planos e expansão do personagem.

Episódio destaca bastidores de um fenômeno digital

Com apresentação de Paula Casagrande, o episódio mostra como Capitão Pitomba se tornou conhecido ao unir música, humor, referências policiais e linguagem popular. A conversa também revela o lado profissional por trás da produção dos vídeos e dos projetos em desenvolvimento.

O Operação Podcast reforça a força dos videocasts como espaço para contar histórias, mostrar bastidores e aproximar o público de personagens que ganham destaque dentro e fora das redes sociais.

Fonte da notícia:
Operação Podcast no YouTube.

PrevCast #7 debate saúde do homem e prevenção de cânceres urológicos

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Capa do PrevCast #7 sobre saúde do homem e prevenção de câncer de próstata, pênis e testículo
PrevCast #7 reúne especialistas para falar sobre saúde do homem, exames preventivos e prevenção de cânceres urológicos.

Saúde do homem é o tema do PrevCast #7, que discute prevenção, exames de rotina e cuidados relacionados ao câncer de próstata, pênis e testículo. O episódio reforça por que a saúde do homem precisa ser acompanhada antes que os sintomas apareçam.

Neste episódio, Dr. Júlio Possati recebe o médico urologista do Hospital de Amor, Dr. Roberto Dias Machado, e o urologista Dr. Gustavo Batista da Rocha. A conversa aborda os tabus que ainda afastam muitos homens do consultório, os sinais que merecem atenção e os riscos do uso recreativo de medicamentos e hormônios.

▶️ Ative o som e assista ao episódio

Entenda por que a prevenção deve fazer parte da rotina masculina antes do surgimento de sinais ou complicações.

Saúde do homem ainda enfrenta resistência aos exames

O episódio começa com uma provocação importante: muitos homens não lembram quando fizeram a última consulta médica. Segundo a abertura do programa, eles vivem cerca de sete anos a menos que as mulheres, e um dos motivos citados é a resistência aos exames preventivos.

A conversa mostra que o cuidado masculino não deve aparecer apenas quando existe dor, desconforto ou diagnóstico. A saúde do homem envolve prevenção, acompanhamento regular e atenção a riscos que mudam conforme a idade.

Próstata precisa ser acompanhada sem medo e sem atraso

Um dos pontos centrais do PrevCast é a próstata. Os especialistas explicam que muitos homens passam boa parte da vida sem pensar nesse órgão e, depois de certa idade, passam a enxergá-lo com medo. Na prática, falar de próstata também é falar de saúde do homem, prevenção e acompanhamento médico sem tabu.

A conversa diferencia o crescimento benigno da próstata, sintomas urinários e a necessidade de avaliação individual. Dificuldade para urinar, jato fraco, esforço para iniciar a micção e sensação de esvaziamento incompleto são sinais que devem ser avaliados por um profissional.

▶️ Assista ao trecho sobre próstata

Os especialistas explicam onde fica a próstata e por que ela exige acompanhamento com o avanço da idade.

Exames preventivos dependem da idade e do risco

No caso do câncer de próstata, o episódio reforça que a doença pode não apresentar sintomas nas fases iniciais. Por isso, a saúde do homem depende de avaliação preventiva, considerando idade, histórico familiar, etnia, PSA, toque retal, sintomas e condições individuais de cada paciente.

Os convidados explicam que homens sem histórico familiar e sem fatores adicionais costumam iniciar avaliações a partir de uma determinada faixa etária, enquanto pessoas com parentes próximos diagnosticados ou maior risco podem precisar começar antes. A recomendação é conversar com o urologista para definir o melhor momento e a frequência do acompanhamento.

▶️ Assista ao trecho sobre exames preventivos

Entenda por que idade, histórico familiar e avaliação médica mudam a estratégia de prevenção.

Câncer de testículo exige autoexame e atenção dos jovens

O programa também chama atenção para o câncer de testículo, que pode atingir principalmente adultos jovens. Dentro da saúde do homem, os especialistas explicam que nódulos ou caroços podem ser indolores e, por isso, o autoexame ajuda a perceber alterações mais cedo.

A orientação é não ignorar aumento de volume, nódulo, assimetria ou mudança percebida na região. Mesmo sendo uma doença menos frequente que o câncer de próstata, a detecção precoce pode reduzir atrasos no diagnóstico e no tratamento.

▶️ Assista ao trecho sobre câncer de testículo

Veja por que adolescentes e adultos jovens devem conhecer o próprio corpo e observar alterações.

Câncer de pênis tem relação com higiene, fimose e tabagismo

Outro alerta do episódio envolve o câncer de pênis. Os especialistas citam que, embora seja uma doença rara em muitos países, o Brasil ainda aparece como cenário de atenção. Entre os fatores discutidos estão dificuldade de higiene, fimose, tabagismo e infecção pelo HPV.

A conversa reforça que alterações persistentes, feridas, lesões, dificuldade para expor a glande ou infecções recorrentes precisam ser avaliadas. O tema mostra que prevenção também passa por educação em saúde, higiene adequada e busca por atendimento sem vergonha.

▶️ Assista ao trecho sobre câncer de pênis

Os convidados explicam fatores de risco e cuidados que ajudam na prevenção.

Uso recreativo de medicamentos para ereção preocupa especialistas

Na parte final, o PrevCast aborda o uso recreativo de medicamentos indicados para disfunção erétil. O tema preocupa porque a saúde do homem também envolve coração, circulação, metabolismo, autoestima e acompanhamento médico, não apenas desempenho sexual.

O episódio cita aumento expressivo nas vendas de substâncias como a tadalafila e alerta para o uso sem necessidade clínica, muitas vezes associado a álcool, academia e pressão por desempenho. Os especialistas explicam que esses medicamentos têm papel importante quando bem indicados, mas não devem ser tratados como reforço recreativo.

▶️ Assista ao trecho sobre medicamentos e desempenho

Entenda por que remédios para ereção exigem indicação médica e avaliação do contexto de saúde.

Anabolizantes podem afetar fertilidade e saúde cardiovascular

O episódio também discute o uso de hormônios androgênicos e esteroides anabolizantes com foco em estética, ganho de massa muscular e performance. Segundo os especialistas, o uso sem acompanhamento pode trazer riscos importantes, inclusive para fertilidade, produção hormonal e saúde cardiovascular.

A mensagem é que não existe atalho seguro quando o assunto envolve hormônios. Atividade física, sono, alimentação, controle de peso e acompanhamento médico continuam sendo a base da saúde do homem antes de qualquer tratamento ou suplementação.

▶️ Assista ao trecho sobre anabolizantes e fertilidade

Os urologistas explicam riscos do uso sem prescrição e os possíveis impactos no futuro.

Prevenção deve fazer parte da rotina masculina

A mensagem final do PrevCast é que a saúde do homem precisa ser tratada como prioridade antes que os problemas apareçam. Procurar atendimento, fazer exames quando indicados, observar o próprio corpo e abandonar o medo do consultório são atitudes que podem mudar o futuro.

O cuidado masculino não deve ser visto como fraqueza. Pelo contrário: manter acompanhamento, controlar peso, praticar atividade física, dormir bem, alimentar-se melhor e buscar orientação profissional são formas de proteger a vida, a família e a qualidade de vida.

Fonte da notícia:
PrevCast no YouTube.

Ônibus acessíveis e impressoras Braille reforçam inclusão escolar em Rondônia

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Ônibus acessíveis em Rondônia estacionados para reforçar transporte escolar de estudantes com deficiência
Rondônia entregou 54 ônibus escolares acessíveis e 209 impressoras Braille para reforçar a inclusão na rede estadual. Foto: Ananda Carvalho e Esio Mendes/Secom-RO.
A entrega de ônibus acessíveis em Rondônia e impressoras Braille deve reforçar a inclusão escolar na Rede Pública Estadual de Ensino, com foco no transporte adaptado e no acesso a materiais pedagógicos para estudantes com deficiência.Segundo as informações divulgadas, foram entregues 54 Ônibus Urbano Escolar Acessível, modelo Onurea, e 209 impressoras Braille. O investimento total informado supera R$ 53 milhões.

Imagem-faixa mostra ônibus acessíveis em Rondônia e referência a impressoras Braille para inclusão escolar
Entrega de ônibus acessíveis em Rondônia e impressoras Braille reforça transporte escolar e acessibilidade pedagógica na rede estadual.
Ponto central

A ação une transporte escolar adaptado e tecnologia assistiva. Os ônibus apoiam o deslocamento até a escola, enquanto as impressoras Braille ajudam na produção de materiais acessíveis para estudantes com deficiência visual.

Entrega reforça transporte e acessibilidade na rede estadual

Os ônibus acessíveis em Rondônia foram adquiridos para atender estudantes com deficiência que dependem de transporte escolar adaptado. A estrutura dos veículos inclui elevador de acessibilidade, espaço para cadeirantes e dispositivos de segurança.

Somente a aquisição dos ônibus escolares acessíveis representa investimento de R$ 48.753.958,37. A proposta é ampliar as condições de deslocamento dos alunos até as unidades de ensino, com mais conforto e segurança durante o trajeto.

O que foi entregue
54 ônibus acessíveis
Veículos escolares urbanos adaptados, modelo Onurea, destinados ao reforço do transporte escolar.
209 impressoras Braille
Equipamentos de tecnologia assistiva para apoiar escolas da rede pública estadual.
Mais de R$ 53 milhões
Valor total informado para a entrega dos veículos e dos equipamentos.

Veículos têm elevador, espaço para cadeirantes e segurança

A estrutura dos ônibus acessíveis em Rondônia foi planejada para facilitar o embarque, o desembarque e o deslocamento de estudantes com deficiência ou mobilidade reduzida.

Os veículos contam com elevador de acessibilidade, espaço interno para cadeirantes e dispositivos de segurança. Esses recursos ajudam a tornar o transporte escolar mais adequado às necessidades dos estudantes atendidos.

A relação informada pela fonte inclui municípios como Alta Floresta d’Oeste, Ariquemes, Cacoal, Guajará-Mirim, Jaru, Ji-Paraná, Pimenta Bueno, Presidente Médici, Theobroma, Urupá e Vale do Paraíso, além de outras localidades citadas na divulgação.

Atenção editorial

A entrega dos veículos não significa que todos os municípios receberão ônibus. A informação deve ser lida conforme a lista de destinação indicada pela fonte oficial.

Impressoras Braille ampliam acessibilidade pedagógica

Além dos ônibus acessíveis em Rondônia, a entrega inclui 209 impressoras Braille que serão distribuídas para escolas da rede pública estadual em diversos municípios. Os equipamentos devem fortalecer o atendimento a estudantes com deficiência visual.

As impressoras permitem a produção de materiais adaptados para leitura em Braille, ampliando as condições de participação, permanência e aprendizagem em sala de aula.

No caso dos equipamentos Braille, a distribuição inclui unidades escolares em municípios como Porto Velho, Vilhena, Rolim de Moura, Cacoal, Ariquemes, Jaru, Ji-Paraná, Guajará-Mirim, Nova Mamoré, São Miguel do Guaporé e São Francisco do Guaporé, além de outras cidades citadas pela fonte.

Como entender a entrega

Ônibus: reforçam o transporte escolar acessível nos municípios contemplados.

Braille: apoia a produção de materiais pedagógicos adaptados para estudantes com deficiência visual.

Cuidado: a fonte não afirma que todas as escolas ou todos os municípios serão atendidos.

Inclusão escolar depende de acesso e permanência

Os ônibus acessíveis em Rondônia atuam em uma etapa essencial da educação inclusiva: o caminho até a escola. Já as impressoras Braille reforçam outra dimensão do atendimento, que é o acesso ao conteúdo pedagógico adaptado.

Uma política pública de inclusão precisa considerar o deslocamento, a entrada no ambiente escolar, a permanência em sala de aula e o acesso aos materiais de estudo. Por isso, transporte adaptado e tecnologia assistiva são medidas complementares.

A cobertura da pauta também deve tratar acessibilidade como direito, sem linguagem capacitista e sem tom de piedade. O foco deve permanecer na estrutura, no serviço público e nas condições de aprendizagem dos estudantes.

Acompanhamento será essencial para uso dos equipamentos

A entrega dos ônibus acessíveis em Rondônia amplia a estrutura disponível na rede estadual, mas o impacto prático dependerá de distribuição, manutenção, uso adequado dos veículos e acompanhamento pedagógico nas escolas.

No caso das impressoras Braille, também será importante observar a utilização dos equipamentos, a produção de materiais adaptados e o suporte às unidades escolares que receberem a tecnologia.

Outras notícias sobre educação, inclusão e serviços públicos em Rondônia podem ser acompanhadas na editoria Educação da TVdoPOVO.

Informações institucionais sobre a rede estadual podem ser consultadas no site da Secretaria de Estado da Educação de Rondônia.

Com informações do Governo do Estado de Rondônia / Seduc, via Tudo Rondônia e AgoraRO.

UTI do Hospital Regional de Vilhena é ampliada para 20 leitos

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UTI do Hospital Regional de Vilhena é ampliada para 20 leitos
Nova ala ampliou a capacidade da UTI do Hospital Regional de Vilhena de 17 para 20 leitos. Foto: SEMCOM/Prefeitura de Vilhena.
A UTI do Hospital Regional de Vilhena foi ampliada com uma nova ala instalada em prédio anexo ao hospital, reforçando a estrutura de atendimento de alta complexidade no Cone Sul de Rondônia.Segundo as informações divulgadas pela Prefeitura Municipal de Vilhena, a capacidade da unidade passou de 17 para 20 leitos. A obra recebeu investimento público de R$ 2 milhões e foi apresentada como reforço para pacientes em estado grave.

Imagem-faixa da UTI do Hospital Regional de Vilhena com nova estrutura e leitos hospitalares
Nova ala da UTI do Hospital Regional de Vilhena reforça a estrutura de alta complexidade no Cone Sul.
Ponto central

A ampliação aumenta a capacidade instalada da UTI, mas não representa garantia automática de vaga. O acesso ao leito depende de regulação, critérios clínicos, equipe disponível e fluxo da rede de saúde.

UTI passa de 17 para 20 leitos

A UTI do Hospital Regional de Vilhena passou a contar com 20 leitos após a entrega da nova estrutura. A ampliação foi feita em uma ala anexa ao hospital, com ambiente modernizado para o cuidado de pacientes em situação crítica.

Leitos de terapia intensiva são usados em casos que exigem monitoramento contínuo, suporte especializado e resposta rápida das equipes de saúde. Por isso, a ampliação tem impacto direto na capacidade regional de atendimento.

O que muda na estrutura
20 leitos
A capacidade informada passou de 17 para 20 leitos de terapia intensiva.
R$ 2 milhões
Valor de investimento público informado para a nova ala.
Prédio anexo
A nova estrutura fica em área anexa ao Hospital Regional de Vilhena.

Nova ala reforça atendimento de alta complexidade

A UTI do Hospital Regional de Vilhena atende uma área sensível da saúde pública: o cuidado intensivo de pacientes graves. A estrutura reforçada pode ajudar o município e a região em situações que exigem suporte hospitalar especializado.

O impacto da ampliação precisa ser entendido como aumento de capacidade instalada. O funcionamento diário depende de equipes, manutenção, insumos, equipamentos, protocolos clínicos e organização da rede.

Para famílias do Cone Sul de Rondônia, a existência de leitos de UTI no município é um componente importante da assistência hospitalar, especialmente em casos de maior risco e necessidade de monitoramento constante.

Cuidado editorial

A ampliação de leitos não deve ser apresentada como fim de filas ou garantia imediata de atendimento para todos os casos. A pauta deve ser lida como reforço de estrutura pública, com acesso definido por critérios técnicos e regulação.

Cone Sul ganha reforço na rede hospitalar

O Hospital Regional tem papel relevante no atendimento de Vilhena e de municípios do Cone Sul. Nesse contexto, a nova ala da UTI do Hospital Regional de Vilhena amplia a estrutura disponível para casos de alta complexidade.

A ampliação não elimina os desafios da rede pública, mas representa uma etapa de reforço no atendimento regional. Em saúde, a estrutura física precisa caminhar junto com gestão de leitos, equipes preparadas e continuidade dos serviços.

O que acompanhar depois da entrega

Funcionamento: ocupação dos leitos, fluxo de atendimento e regulação.

Estrutura: manutenção, equipamentos, insumos e suporte técnico.

Equipe: profissionais disponíveis para atendimento intensivo e continuidade do cuidado.

UTI Guilherme Vacari preserva memória de mobilização

Durante a inauguração, a unidade recebeu oficialmente o nome de UTI Guilherme Vacari. A homenagem faz referência ao menino Guilherme Vacari, que morreu aos 3 anos, em 2007, após ser picado por uma abelha e não ter acesso a um leito de terapia intensiva no município.

A história deve ser tratada com sobriedade e respeito. Segundo a publicação oficial, a comoção causada pelo caso mobilizou a sociedade e contribuiu para um movimento regional que resultou, dois anos depois, na implantação da primeira UTI em Vilhena.

Memória e serviço

A homenagem preserva a memória de uma mobilização social por leitos de UTI, sem transformar a história em exploração emocional. O foco principal da matéria é o serviço público de saúde disponível para a região.

Estrutura exige continuidade e acompanhamento

A UTI do Hospital Regional de Vilhena passa a ter capacidade ampliada, mas a efetividade do serviço depende de funcionamento regular, profissionais especializados e acompanhamento contínuo da rede hospitalar.

Para a população, o reforço na estrutura de terapia intensiva deve ser acompanhado como serviço público essencial. A qualidade do atendimento depende não apenas da obra entregue, mas também da operação diária da unidade.

Outras notícias sobre atendimento, rede pública e serviços de saúde em Rondônia podem ser acompanhadas na editoria Saúde da TVdoPOVO.

Mais informações institucionais podem ser consultadas no site da Prefeitura Municipal de Vilhena.

Com informações da Prefeitura Municipal de Vilhena, via AgoraRO.

Café clonal em Cacoal terá 200 mil mudas para produtores rurais

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Produtor rural manuseia muda de café clonal em Cacoal durante renovação de lavouras
Programa Cacoal + Agricultura prevê distribuição de 200 mil mudas de café clonal para mais de 80 produtores rurais.
O café clonal em Cacoal começou a chegar aos produtores rurais com a entrega simbólica de mudas do Robusta Amazônico dentro do programa Cacoal + Agricultura.Segundo as informações divulgadas pela Prefeitura Municipal de Cacoal, a ação prevê a distribuição de 200 mil mudas para mais de 80 produtores rurais. Cada propriedade contemplada deve receber 2.500 mudas.

Imagem-faixa mostra café clonal em Cacoal com mudas, lavoura e produtores rurais
Programa Cacoal + Agricultura iniciou a entrega de 200 mil mudas de café clonal Robusta Amazônico para mais de 80 produtores rurais.
Ponto central

A iniciativa tem foco na renovação de lavouras cafeeiras, mas não significa aumento automático de produção ou de renda. O resultado dependerá de manejo, solo, clima, assistência técnica e comercialização.

Programa começa com entrega simbólica de mudas

A primeira etapa do café clonal em Cacoal foi marcada por uma entrega simbólica realizada na Secretaria Municipal de Agricultura. O programa municipal foi apresentado como uma ação de apoio ao setor produtivo rural.

A distribuição faz parte do Cacoal + Agricultura e tem como público previsto produtores rurais do município. A fonte oficial informa que a medida atende uma demanda da cafeicultura local e busca apoiar a renovação de áreas produtivas.

Os números informados
200 mil mudas
Total previsto para distribuição dentro do programa municipal.
Mais de 80 produtores
Público rural previsto na ação, conforme a divulgação oficial.
2.500 mudas por propriedade
Quantidade indicada para cada propriedade contemplada.

200 mil mudas devem apoiar a renovação das lavouras

O café clonal em Cacoal envolve mudas jovens do Robusta Amazônico, variedade que tem forte presença na cafeicultura de Rondônia. A proposta é apoiar propriedades que trabalham com café e dependem da atividade como parte da renda rural.

A renovação de lavouras é uma etapa importante para produtores que buscam organizar áreas produtivas, melhorar o planejamento da propriedade e manter a atividade agrícola em funcionamento. Ainda assim, a entrega das mudas é apenas uma parte do processo.

Para que as plantas tenham bom desenvolvimento, o produtor precisa observar preparo da área, condução inicial, sanidade, irrigação quando necessária, adubação, assistência técnica e cuidados com o manejo.

Cuidado editorial

A fonte confirma o início do programa, o total de mudas, a quantidade por propriedade e o público previsto. Não há, na base consultada, informação sobre clone específico, previsão de colheita, valor de investimento ou lista completa de comunidades atendidas.

Robusta Amazônico mantém força no agro de Rondônia

O café clonal em Cacoal também reforça a presença do Robusta Amazônico na economia rural do município. A cafeicultura movimenta propriedades familiares, serviços, comércio, beneficiamento e canais de comercialização do grão.

Em Rondônia, o Robusta Amazônico ganhou espaço por sua relação com tecnologia no campo, qualidade das lavouras e identidade regional. No caso de Cacoal, a publicação oficial informa que o café produzido no município alcança mercados nacional e internacional.

Mesmo com esse potencial, a entrega de mudas deve ser acompanhada como política pública de apoio à produção rural, sem promessa de resultado imediato. Produtividade e renda dependem de fatores técnicos e de mercado.

O que o produtor deve acompanhar

Plantio: preparo da área, espaçamento e condução inicial das mudas.

Manejo: orientação técnica, controle de pragas, adubação e sanidade da lavoura.

Mercado: qualidade do grão, beneficiamento, venda e planejamento da produção.

Mais de 80 produtores devem receber mudas

No recorte municipal, o café clonal em Cacoal está previsto para atender mais de 80 produtores rurais. A distribuição informada pela fonte não significa atendimento a todos os produtores do município.

O dado confirmado é que o programa prevê 200 mil mudas, com 2.500 unidades por propriedade contemplada. Essa precisão é importante para evitar interpretações maiores do que as informações disponíveis.

Para a agricultura familiar, a renovação das lavouras pode ajudar no planejamento produtivo, desde que venha acompanhada de orientação técnica, acompanhamento no campo e condições adequadas para o desenvolvimento das plantas.

Renovação pode fortalecer propriedades rurais

O café clonal em Cacoal ganha relevância porque conecta uma cadeia tradicional do município a uma ação de renovação produtiva. Para o setor agro, mudas de qualidade representam o início de um ciclo que ainda dependerá de vários cuidados até chegar à produção.

A distribuição das mudas deve ser acompanhada nos próximos meses pelos produtores, pela assistência técnica e pelos órgãos ligados ao setor rural. O impacto real será medido pela aplicação no campo e pela capacidade de transformar renovação das lavouras em produção sustentável.

Com 200 mil mudas previstas, mais de 80 produtores e 2.500 mudas por propriedade, o café clonal em Cacoal passa a ser uma pauta importante para o agro regional e para as famílias que vivem da cafeicultura.

Outras notícias sobre produção rural, agricultura familiar e desenvolvimento do campo podem ser acompanhadas na editoria Agro da TVdoPOVO.

Mais informações institucionais podem ser consultadas no site da Prefeitura Municipal de Cacoal.

Com informações da Prefeitura Municipal de Cacoal, via AgoraRO.

Detran-RO libera agendamento online do exame teórico para primeira CNH

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Exame teórico do Detran-RO sendo agendado online pela Central de Serviços
Detran-RO passou a permitir agendamento online da prova teórica pela Central de Serviços.

O exame teórico do Detran-RO agora pode ser agendado pela internet por candidatos à primeira Carteira Nacional de Habilitação, a CNH, em Rondônia.

A nova funcionalidade permite escolher data e horário da prova pela Central de Serviços, no site oficial do órgão, depois das etapas de abertura do processo, coleta biométrica e exames de aptidão física e mental.

Com a mudança, o candidato deixa de retornar a uma Ciretran ou Posto Avançado apenas para marcar a avaliação. A prova continua presencial, mas o agendamento passa a ser feito online.

Na prática, o exame teórico do Detran-RO ganha uma etapa mais simples para quem já cumpriu as exigências anteriores do processo de primeira habilitação.

O tema integra a cobertura de Trânsito, Rondônia e Serviço Digital do TVdoPOVO. Veja também notícias de Trânsito, Rondônia e Tecnologia.

Exame teórico do Detran-RO com candidato acessando serviço online em computador
Serviço permite escolher data e horário da prova teórica pela Central de Serviços do Detran-RO.

Facilidade ao volante

Resumo para o candidato

Antes: era preciso voltar ao Detran-RO apenas para escolher a data da prova.

Agora: a escolha pode ser feita pela Central de Serviços.

Atenção: a prova continua dentro do fluxo obrigatório da primeira CNH.

Exame teórico do Detran-RO passa a ter agendamento online

Com a mudança, o exame teórico do Detran-RO deixa de exigir retorno presencial somente para escolha de data e horário. O candidato deve acessar a Central de Serviços e verificar as opções disponíveis.

Antes da implantação da ferramenta, após concluir fases iniciais como abertura do processo, coleta biométrica e exames de aptidão física e mental, o candidato precisava voltar a uma unidade apenas para marcar a prova teórica.

A novidade reduz deslocamentos e dá mais praticidade ao processo de primeira habilitação, especialmente para quem mora longe de unidades do órgão ou precisa organizar a rotina de trabalho e estudos.

O que mudou

Agendamento sem retorno presencial

Escolha: data e horário podem ser selecionados online.

Canal: Central de Serviços do Detran-RO.

Objetivo: reduzir deslocamentos e facilitar o processo da primeira CNH.

Quem pode usar o novo serviço

O serviço pode ser usado por candidatos em processo de primeira habilitação que já tenham cumprido as etapas exigidas antes da prova, conforme o fluxo informado pelo Detran-RO.

A diretora Técnica de Habilitação, Aline Lima, explicou que o candidato deve acessar a Central de Serviços e selecionar a data e o horário disponíveis conforme a própria preferência.

Mesmo com a facilidade, o exame teórico do Detran-RO só deve ser marcado quando o candidato estiver apto dentro do processo. A ferramenta não elimina fases anteriores nem substitui exames obrigatórios.

Antes de marcar a prova

Biometria: abertura do processo e coleta biométrica continuam no fluxo.
Exames: aptidão física e mental e avaliação psicológica seguem obrigatórios.
Sistema: com etapas aprovadas, a prova pode ser escolhida pela Central de Serviços.

Como acessar a Central de Serviços

Para marcar o exame teórico do Detran-RO, o candidato deve entrar no site oficial do órgão e acessar a Central de Serviços.

A orientação é usar apenas canais oficiais, conferir os dados antes de confirmar o agendamento e evitar links recebidos por mensagens ou redes sociais quando não houver confirmação de origem.

O agendamento online facilita a etapa de escolha da prova, mas o candidato continua responsável por acompanhar prazos, requisitos, confirmação do horário e orientações do processo de habilitação.

Atenção ao candidato

Use canal oficial: acesse o site do Detran-RO diretamente.

Confira os dados: verifique data, horário e etapa do processo.

Evite golpes: não use links sem origem confirmada.

Curso teórico não é a mesma coisa que prova teórica

O exame teórico é a avaliação aplicada depois das etapas iniciais do processo de habilitação. Ele não deve ser confundido com o curso teórico, que é uma fase de preparação do candidato antes da prova.

Segundo o fluxo informado na pauta, o candidato pode iniciar o processo pelo aplicativo CNH do Brasil, onde realiza o curso teórico. Também pode fazer o curso por meio de uma autoescola, se preferir.

O exame teórico do Detran-RO é a avaliação que deve ser agendada pela Central de Serviços quando o candidato estiver na etapa correta do processo.

Não confunda

Curso teórico: etapa de preparação do candidato.

Prova teórica: avaliação que pode ser agendada pela Central de Serviços.

Etapas da primeira CNH continuam obrigatórias

No fluxo da primeira CNH, o exame teórico entra depois da abertura do processo, da coleta biométrica, dos exames de aptidão física e mental e da avaliação psicológica em clínicas credenciadas.

Depois da aprovação na prova teórica, o candidato segue para aulas práticas em autoescola ou com instrutor autônomo credenciado. Em seguida, realiza o exame prático.

A ferramenta melhora o agendamento, mas não torna todo o processo de CNH digital. Biometria, exames, avaliação psicológica, aulas práticas, exame prático e demais exigências continuam no fluxo obrigatório.

Passo a passo

1. Curso teórico pelo CNH do Brasil ou por autoescola.
2. Abertura do processo, biometria e exames exigidos.
3. Agendamento da prova teórica pela Central de Serviços.
4. Aulas práticas, exame prático e etapas finais da habilitação.

Mais informações devem ser acompanhadas no portal oficial do Detran-RO e na Central de Serviços do órgão.

Resumo final

O exame teórico do Detran-RO agora pode ser agendado online pela Central de Serviços, facilitando a etapa da primeira CNH sem eliminar as exigências obrigatórias.

Porto Velho recebe Unidade Odontológica Móvel e tecnologia inédita para próteses no SUS

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Saúde bucal em Porto Velho com Unidade Odontológica Móvel entregue para atendimento pelo SUS
Porto Velho recebeu Unidade Odontológica Móvel, equipamentos de endodontia e tecnologia de prótese digital para a rede pública.

A saúde bucal em Porto Velho ganhou novos equipamentos para ampliar e modernizar o atendimento odontológico pelo Sistema Único de Saúde, o SUS.

A Prefeitura de Porto Velho oficializou a entrega de uma Unidade Odontológica Móvel, equipamentos de endodontia e tecnologia inédita para produção de próteses digitais na rede pública de Rondônia.

Segundo a Prefeitura Municipal de Porto Velho, a entrega foi realizada pela Secretaria Municipal de Saúde, a Semusa, com investimentos do Ministério da Saúde por meio do Novo PAC Saúde e do Brasil Sorridente.

A nova estrutura deve fortalecer a saúde bucal em Porto Velho na capital, nos distritos, na zona rural e em regiões ribeirinhas, aproximando o serviço odontológico de moradores que vivem longe da rede fixa.

O tema integra a cobertura de Saúde, Porto Velho e SUS do TVdoPOVO. Veja também notícias de Saúde, Porto Velho e Rondônia.

Cuidado perto de casa

Resumo da entrega

Unidade móvel: consultório odontológico itinerante para ampliar o acesso.

Endodontia: equipamentos para modernizar tratamentos de canal.

Prótese digital: scanner oral, impressora 3D, notebook de alta performance e resinas.

Saúde bucal em Porto Velho ganha Unidade Odontológica Móvel

A Unidade Odontológica Móvel, UOM, é o principal equipamento de aproximação do serviço público. A estrutura deve levar atendimento odontológico a comunidades da capital, distritos, zona rural e regiões ribeirinhas.

De acordo com a fonte oficial, a unidade conta com cadeira odontológica, refletor, autoclave, compressor, aparelho de raio-X e gerador de energia próprio.

Com funcionamento autônomo, a UOM dá mais flexibilidade para ações fora dos pontos tradicionais de atendimento e fortalece a saúde bucal em Porto Velho em locais onde o deslocamento até uma unidade fixa pode ser mais difícil.

O que chega à rede

Estrutura para ampliar atendimento

UOM: consultório odontológico móvel com estrutura autônoma.

Canal: seis motores rotatórios endodônticos e seis localizadores apicais.

Próteses: scanner oral, impressora 3D, notebook e kit de resinas.

Brasil Sorridente reforça atendimento pelo SUS

Os investimentos fazem parte de ações do Ministério da Saúde ligadas ao Novo PAC Saúde e ao Brasil Sorridente, programa federal que integra a Política Nacional de Saúde Bucal.

O objetivo é ampliar o acesso aos serviços odontológicos e reduzir desigualdades no atendimento. Em Porto Velho, a entrega reforça tanto o atendimento itinerante quanto procedimentos especializados.

A pauta sobre saúde bucal em Porto Velho deve ser lida como avanço estrutural de serviço público, mas não como promessa de atendimento automático para todos os pacientes.

Como cada frente ajuda

Unidade móvel: leva estrutura odontológica a regiões onde o acesso exige maior deslocamento.
Canal: equipamentos devem agilizar e dar mais precisão aos procedimentos.
Próteses: fluxo digital deve modernizar a produção de dentaduras e próteses.

Equipamentos devem agilizar tratamentos de canal

Para o Centro de Especialidades Odontológicas, o CEO, a Semusa recebeu seis motores rotatórios endodônticos e seis localizadores apicais.

Esses equipamentos devem modernizar e agilizar tratamentos de canal realizados pela rede municipal, com maior precisão nos procedimentos e redução do tempo de atendimento aos pacientes.

Essa frente fortalece a saúde bucal em Porto Velho porque atua em uma etapa especializada do atendimento odontológico, que exige técnica, estrutura e acompanhamento adequado.

Atenção editorial

Entrega: amplia a estrutura, mas não informa cronograma de atendimento nos distritos.

Prótese digital: não deve ser apresentada como solução imediata para zerar fila.

Serviço público: a medida representa avanço estrutural e tecnológico na rede municipal.

Prótese digital é inédita no SUS de Rondônia

Outro ponto de destaque é o fluxo de prótese digital. Segundo a Prefeitura, Porto Velho passa a ser o único município de Rondônia contemplado pelo SUS com essa tecnologia.

O sistema inclui scanner oral, impressora 3D, notebook de alta performance e kit de resinas para a confecção das próteses.

Com a inovação, o processo de produção de dentaduras e próteses será digitalizado, com proposta de oferecer mais conforto aos pacientes, maior precisão e eliminação dos moldes manuais tradicionais.

Tecnologia no SUS

Scanner oral: digitaliza a etapa de captura das informações do paciente.

Impressora 3D: apoia a confecção das estruturas com maior precisão.

Kit de resinas: integra o fluxo de produção das dentaduras e próteses.

Atendimento deve alcançar áreas mais distantes

A nova estrutura tem peso especial para distritos, zona rural e comunidades ribeirinhas. A proposta é aproximar o atendimento de moradores que dependem de deslocamentos longos para acessar serviços odontológicos.

Na política nacional, o acesso à saúde bucal pelo SUS ocorre pela atenção primária, por equipes de saúde bucal em Unidades Básicas de Saúde e também por Unidades Odontológicas Móveis.

Quando há necessidade de procedimentos mais complexos, o encaminhamento pode seguir para Centros de Especialidades Odontológicas e outros serviços especializados.

Para a saúde bucal em Porto Velho, o conjunto de equipamentos cria uma combinação de acesso móvel, atendimento especializado e tecnologia, com potencial de modernizar o cuidado na rede pública.

Mais informações podem ser acompanhadas no portal oficial da Prefeitura de Porto Velho e nos canais da Semusa.

Resumo final

A saúde bucal em Porto Velho ganha reforço com Unidade Odontológica Móvel, equipamentos para canal e tecnologia de prótese digital inédita no SUS de Rondônia.

Jardim de chuva urbano ilustra manutenção preventiva de estruturas de drenagem em Porto Velho.

Porto Velho inicia limpeza de jardins de chuva e retira 2 mil litros de...

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Limpeza em duas estruturas retirou 2 mil litros de resíduos e desobstruiu entradas de água.
Composição digital ilustrativa de quatro participantes à mesa de entrevistas do Vida Plena, com microfones e tela temática sobre neurodesenvolvimento ao fundo.

Vida Plena debate TDAH e autismo, terapias e inclusão

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Episódio do Vida Plena reúne especialistas para falar sobre TDAH, autismo, terapias e inclusão.
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Semed registra 117 votantes entre 137 aptos; resultado ainda depende de etapas previstas no edital.
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Hospital de Base recebe dois aparelhos para tratamentos dos olhos

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Hospital de Base recebe dois aparelhos para tratamentos dos olhos; início da utilização ainda não foi confirmado.
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Edital da SEMA prevê até R$ 400 mil para futura parceria voltada à borracha e até 60 famílias.