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Alero celebra 42 anos com programação especial para crianças

Personagens infantis e balões coloridos celebram os 42 anos da Assembleia Legislativa de Rondônia com programação para famílias
Alero celebra 42 anos com programação especial para crianças, incluindo recreação, serviços sociais e a Corrida da Democracia em Porto Velho.

A Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) comemora 42 anos de história neste domingo (19) com uma programação especial voltada para toda a família. Desde as 10h da manhã, o público poderá participar de diversas atividades, que incluem recreação infantil, serviços gratuitos e a tradicional Corrida da Democracia. Assim, a celebração promete reunir milhares de pessoas na capital em um clima de alegria e cidadania.

Diversão e aprendizado para o público infantil

Entre as ações dedicadas ao público infantil, haverá pintura facial (Foto: Leandro Moraes)

A programação infantil será um dos pontos altos da festa. Além disso, haverá personagens temáticos, pintura facial e corporal, distribuição de balões e recreação supervisionada, o que garante um ambiente seguro e alegre para as crianças.
Enquanto isso, o Detran-RO preparou um espaço kids educativo, com dinâmicas de conscientização no trânsito e sorteios de brindes. Dessa maneira, o evento une entretenimento e aprendizado, incentivando o respeito e a responsabilidade desde cedo.

Serviços gratuitos e cidadania

Um espaço para as crianças será montado pelo Detran-RO (Foto: Leandro Moraes)

Durante o evento, a população também poderá usufruir de serviços sociais gratuitos, oferecidos em parceria com o Governo de Rondônia. Entre os atendimentos disponíveis, estarão emissão de carteira de identidade, certidão de nascimento, vacinação e orientações jurídicas e de saúde.
Por isso, a ação reforça o compromisso da Alero com a inclusão social e o bem-estar da comunidade, aproximando ainda mais o poder público dos cidadãos.

Corrida da Democracia celebra esporte e participação popular

Premiação da 3ª Corrida da Democracia soma cerca de R$ 140 mil (Foto: Arquivo I Secom ALE/RO)

Entre as atrações mais aguardadas está a 3ª edição da Corrida da Democracia, que já conta com 2.400 inscritos e distribuirá cerca de R$ 140 mil em prêmios. Além de promover a prática esportiva, o evento representa a união entre a cidadania e os valores democráticos, fortalecendo a imagem da Casa de Leis como promotora de ações que estimulam a saúde e a convivência social.
Ao mesmo tempo, a corrida integra as comemorações oficiais do aniversário da Alero, reforçando o simbolismo de um Parlamento que corre junto com o povo.

Celebração que aproxima o Parlamento da comunidade

As comemorações pelos 42 anos da Assembleia Legislativa consolidam a instituição como um espaço de diálogo, cidadania e lazer. Com isso, a programação reafirma o papel da Alero em aproximar o Parlamento da população, por meio de ações voltadas à família, ao esporte e à educação. Em resumo, é um aniversário que celebra conquistas e renova compromissos com o povo rondoniense.

Fonte: Alero

Como nasceu o Dia dos Professores no Brasil

Retrato histórico de Antonieta de Barros e Salomão Becker, símbolos da criação do Dia dos Professores no Brasil
A parlamentar negra Antonieta de Barros e o professor Salomão Becker inspiraram a criação do Dia dos Professores há quase 80 anos.

A origem de uma data que nasceu da sala de aula

O Dia dos Professores, celebrado em 15 de outubro, surgiu da iniciativa de Salomão Becker, professor de escola pública, e da parlamentar Antonieta de Barros, pioneira na luta pela educação e primeira mulher negra eleita no Brasil. O movimento começou de forma simples, dentro de uma sala de aula em São Paulo, e se transformou em símbolo nacional de valorização docente.

Becker lecionava no tradicional Ginásio Caetano de Campos, na Rua Augusta, e buscava uma pausa no calendário escolar para aliviar o cansaço de professores e alunos. Inspirado por uma tradição de sua cidade natal, Piracicaba, ele propôs um dia de confraternização entre mestres e estudantes — um gesto que, aos poucos, ganhou o país e mudou a forma de celebrar o ensino.

De São Paulo a todo o Brasil: o legado de Salomão Becker

Em 1947, a escola onde Becker ensinava passou a celebrar oficialmente o Dia dos Professores. No ano seguinte, a ideia virou lei em São Paulo e, com o tempo, se espalhou por outras regiões.

Segundo o pesquisador Rinaldo Allara Filho, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, a proposta surgiu de uma “gênese afetiva e comunitária”. Ele explica que Becker enxergava o esgotamento dos colegas e quis criar um momento de pausa, reflexão e reconhecimento. “Era um dia para trocar experiências, descansar e sentir-se valorizado por seus pares”, afirmou.

Além disso, a iniciativa de Becker nasceu “de baixo para cima”, baseada na vivência real da docência. Esse espírito colaborativo se tornou a base da comemoração nacional instituída em 1963, por decreto do presidente João Goulart. Assim, a data passou a representar não apenas descanso, mas também o reconhecimento de uma classe essencial.

Antonieta de Barros: pioneirismo, luta e representatividade

Antonieta de Barros foi uma das figuras centrais na criação do Dia do Professor

Enquanto isso, em Santa Catarina, Antonieta de Barros também trabalhava por uma causa semelhante. Professora, jornalista e política, ela foi responsável por criar uma lei estadual que transformou o Dia dos Professores em feriado escolar.

Filha de uma ex-escravizada, Antonieta cresceu em meio à pobreza, mas construiu uma trajetória marcante. Criou um curso particular para alfabetizar crianças carentes, fundou o jornal A Semana e se tornou a primeira mulher negra eleita deputada estadual no Brasil.

Além de educadora, Antonieta foi símbolo de resistência e igualdade. Seu trabalho combinava educação, equidade e empoderamento. Para estudiosos como Allara, sua contribuição “ressignifica a data”, pois mostra que a valorização docente está profundamente ligada à luta por uma sociedade mais justa e democrática.

Por fim, em 2023, seu nome foi inscrito no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria, um reconhecimento tardio, mas essencial para a história da educação brasileira.

A importância da Lei Imperial de 1827

A escolha de 15 de outubro também tem um peso simbólico. Nessa data, o imperador Dom Pedro I sancionou, em 1827, a primeira lei que organizou o ensino público no Brasil. Essa norma determinou a criação de escolas de primeiras letras em todo o território nacional — marco fundador da educação básica brasileira.

De acordo com o linguista Vicente de Paula da Silva Martins, professor da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), o decreto imperial foi “o reconhecimento jurídico do papel fundamental do professor na formação moral e cívica do cidadão”.

Além disso, a lei previa remuneração aos docentes e definia currículos com leitura, escrita, aritmética, moral cristã e história do Brasil. Para a época, tratava-se de um avanço ousado em direção à universalização do ensino.

Celebração e desafios da valorização docente

Apesar do simbolismo histórico, a valorização efetiva dos professores ainda enfrenta obstáculos. Especialistas destacam que o 15 de outubro mantém viva a dimensão afetiva e simbólica da profissão. No entanto, o reconhecimento estrutural continua sendo um desafio.

“Há uma dualidade entre a homenagem e a realidade”, observa Allara. “Enquanto o dia desperta gratidão e carinho, o magistério ainda luta por melhores condições de trabalho e políticas de valorização.”

Por outro lado, o legado de Salomão Becker e Antonieta de Barros permanece inspirando gerações. A data é um lembrete de que a educação é o pilar da transformação social e que cada professor é um agente fundamental da cidadania brasileira.

Assim, o Dia dos Professores segue como um símbolo de esperança, resistência e amor pelo conhecimento.

Fonte: BBC Brasil

Ozempic e Mounjaro reduzem o desejo de beber, mostra estudo da Virginia Tech

Seringa de medicamento e copo de bebida simbolizam estudo sobre o efeito de Ozempic e Mounjaro no consumo de álcool
Estudo da Virginia Tech mostra que Ozempic e Mounjaro reduzem o desejo de beber e retardam os efeitos do álcool no organismo.

Um novo estudo conduzido pela Virginia Tech, nos Estados Unidos, indica que medicamentos à base de semaglutida, tirzepatida e liraglutida — comercializados como Ozempic, Mounjaro e Wegovy — podem reduzir o desejo e o consumo de álcool. As substâncias, conhecidas por seu uso no tratamento da diabetes tipo 2 e da obesidade, parecem retardar os efeitos do álcool e diminuir a sensação de embriaguez, segundo os pesquisadores.

O que a pesquisa revelou

A investigação envolveu 20 pessoas com obesidade, sendo metade em uso contínuo dos medicamentos e metade sem uso. Todos receberam doses padronizadas de álcool suficientes para atingir cerca de 0,08% de concentração no ar expirado, equivalente a uma taça de vinho.

Como resultado, os cientistas observaram que, mesmo consumindo a mesma quantidade de bebida, o álcool entrou mais lentamente na corrente sanguínea dos que usavam os fármacos. Além disso, esses participantes relataram menor sensação de embriaguez nas escalas aplicadas durante o experimento.

“Se os agonistas de GLP-1 retardam a entrada do álcool no sangue, podem ajudar as pessoas a beber menos”, explicou Alex DiFeliceantonio, professora da Virginia Tech e uma das autoras do estudo.

Como o mecanismo funciona

Os agonistas de GLP-1 retardam o esvaziamento do estômago, o que faz com que a absorção do álcool aconteça de forma mais gradual. Dessa maneira, o pico de embriaguez é alterado e o cérebro reage de modo diferente à bebida.

Enquanto medicamentos tradicionais para tratar o alcoolismo — como naltrexona e acamprosato — agem diretamente no sistema nervoso central, os GLP-1s atuam de outra forma. Por isso, os especialistas acreditam que essa abordagem pode abrir um novo caminho terapêutico para tratar a dependência alcoólica.

Origem curiosa do estudo

A ideia de investigar o tema surgiu após cientistas notarem relatos em redes sociais de pessoas que, ao começar o uso de Ozempic ou Mounjaro, afirmavam sentir menos vontade de beber.

O projeto foi liderado por Warren Bickel, especialista em comportamento e dependência química, que faleceu em 2024. A primeira autora, Fatima Quddos, dedicou o estudo à memória do orientador. Assim, o trabalho ganhou um caráter não apenas científico, mas também simbólico.

Implicações e próximos passos

Embora os resultados sejam preliminares e baseados em um grupo pequeno, o estudo abre caminho para ensaios clínicos mais amplos. Além disso, ele reforça o interesse da comunidade médica em entender como os GLP-1s podem ajudar no combate ao alcoolismo.

Nos Estados Unidos, 1 em cada 10 adultos sofre com transtornos relacionados ao uso de álcool. Já no Brasil, segundo o Datafolha (2025), cerca de 20% dos adultos consomem bebidas alcoólicas uma ou duas vezes por semana. Esses dados evidenciam que a descoberta pode representar um avanço relevante na saúde pública.

O que são os medicamentos GLP-1

  • GLP-1 significa glucagon-like peptide 1, hormônio que regula glicose e apetite.

  • Principais marcas: Ozempic, Wegovy e Mounjaro.

  • Uso principal: controle da diabetes tipo 2 e tratamento da obesidade.

  • Ação no organismo: retardam o esvaziamento gástrico e reduzem o apetite.

  • Efeitos observados: perda de peso, melhor controle glicêmico e possível redução do consumo de álcool.

Fonte: G1

Governo mantém ofensiva contra atos ilegais em terra indígena de Rondônia

Ofensiva federal em Rondônia contra invasores de terras indígenas reforça presença do Estado na Amazônia
A ação do Governo Federal em Rondônia combate atividades ilegais na Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau e impõe R$ 6,7 milhões em prejuízos a invasores.

As ações de combate às atividades ilegais na Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau, em Rondônia, continuam firmes e bem coordenadas. Em quatro semanas, o Governo Federal gerou R$ 6,7 milhões em prejuízos às estruturas criminosas instaladas no entorno da área. Essa mobilização integra a Operação de Desintrusão, liderada pela Casa Civil da Presidência da República, em cumprimento à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Até o momento, as equipes concluíram 229 ações de fiscalização. Além disso, durante a última semana, realizaram 47 novas operações de controle e patrulhamento ambiental. As multas aplicadas totalizam R$ 5,6 milhões, e os agentes confiscaram equipamentos usados no garimpo e no transporte ilegal de madeira e minérios, reforçando a eficiência das ações ao longo da ofensiva federal em Rondônia.

Ação integrada fortalece presença federal em Rondônia

A ofensiva reúne diversos órgãos e forças federais, o que amplia a efetividade das operações. Participam da iniciativa a Funai, o Ibama, o ICMBio, o Ministério dos Povos Indígenas, o Censipam, a Polícia Federal, a PRF, a Força Nacional, o Exército, o Incra e a Abin.

Enquanto o Ibama e o ICMBio se concentram na fiscalização ambiental, a PRF intensifica o patrulhamento nas rodovias e nos acessos à terra indígena. Com isso, a ofensiva federal em Rondônia controla melhor o transporte de madeira, ouro e drogas, tornando-se mais eficaz. Ao mesmo tempo, a Funai mantém diálogo contínuo com as aldeias e acompanha de perto as comunidades próximas à base operacional.

Graças à cooperação entre os órgãos, a operação avança de maneira planejada, transparente e permanente, consolidando a presença do Estado na Amazônia e garantindo o cumprimento da lei.

Governo desmente boatos sobre ampliação de terras

Nos últimos dias, boatos se espalharam nas redes sociais sobre uma possível ampliação da Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau. No entanto, o Governo Federal esclareceu que o território foi homologado há mais de trinta anos e não há nenhuma proposta de expansão em curso.

Essa ação segue as determinações da ADPF 709, decisão do STF que visa proteger a vida, a dignidade e os direitos dos povos indígenas, e também preservar a floresta amazônica como parte da contínua ofensiva federal em Rondônia. Assim, o Governo reafirma o compromisso com a verdade, a transparência e a legalidade, combatendo a desinformação com dados e clareza.

Compromisso com os povos indígenas e o meio ambiente

A Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau abriga 426 indígenas dos povos Jupaú, Amondawa, Juma, Oro Win e Cabixi, distribuídos em 12 aldeias. Além disso, há grupos isolados que vivem de forma autônoma na floresta. Por esse motivo, a operação se tornou essencial para proteger a integridade territorial e garantir a sobrevivência cultural dessas populações.

Parte do material apreendido, como madeira retirada de forma ilegal, foi destinada ao Governo de Rondônia e à Funai. Essa medida assegura o aproveitamento responsável dos recursos e gera benefícios sociais diretos, fortalecendo o papel do Estado na região através da contínua ofensiva federal.

Ofensiva reafirma compromisso com a sustentabilidade

A ação em Rondônia representa uma nova fase de cooperação entre ministérios e forças de segurança. Além de combater o garimpo e a exploração irregular de recursos naturais, o Governo trabalha para restaurar a ordem ambiental e social nas áreas mais vulneráveis da Amazônia Legal.

Com planejamento, diálogo e responsabilidade, a Operação Uru-Eu-Wau-Wau demonstra o empenho do Estado em proteger o bioma amazônico e os povos indígenas, fortalecendo a soberania nacional e promovendo o desenvolvimento sustentável da região.

Fonte: Governo Federal

Hanseníase tem cura com tratamento gratuito em Rondônia

Médico da Policlínica Oswaldo Cruz examina a mão de um paciente durante atendimento especializado gratuito contra hanseníase em Rondônia
A Policlínica Oswaldo Cruz, em Porto Velho, oferece diagnóstico precoce, acompanhamento e tratamento gratuito para hanseníase pela rede estadual de saúde.

A Policlínica Oswaldo Cruz (POC), em Porto Velho, é referência no diagnóstico, acompanhamento e tratamento da hanseníase, doença infecciosa que ainda enfrenta estigmas sociais. O serviço é oferecido gratuitamente pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), com o objetivo de garantir o diagnóstico precoce e interromper a cadeia de transmissão em Rondônia. Além disso, o atendimento busca conscientizar a população sobre os sintomas e a importância do tratamento.

Atendimento especializado e humanizado

O coordenador do Núcleo de Hanseníase da POC, Wanderlei Ruffato, destaca que o diagnóstico rápido é fundamental para evitar sequelas e reduzir o preconceito.

“Buscar acompanhamento médico com antecedência evita manifestações visíveis no corpo. Aqui na POC, oferecemos desde a consulta até a medicação necessária para tratar e curar o paciente”, explica o especialista.

De acordo com o governador Marcos Rocha, cuidar da saúde da população é prioridade.

“Nossas unidades estão preparadas para acolher com responsabilidade e qualidade, oferecendo serviços completos e promovendo a saúde dos rondonienses”, reforça.

Com isso, o governo estadual amplia o acesso ao tratamento gratuito e fortalece a rede de atenção básica em todo o estado.

Sobre a doença e o tratamento

A hanseníase é causada pelo Mycobacterium leprae, bactéria que atinge os nervos periféricos e áreas mais frias do corpo. A transmissão ocorre pela inalação de gotículas liberadas por pessoas infectadas sem tratamento.
Segundo o clínico geral Dahier Atallah, o contágio não acontece por contato casual, mas sim por convivência prolongada, geralmente dentro do mesmo ambiente.

O tratamento segue o esquema poliquimioterápico, combinação de medicamentos como rifampicina, clofazimina e dapsona, capazes de eliminar a bactéria e interromper a transmissão. Além disso, os pacientes recebem acompanhamento até a alta por cura, bem como suporte em casos de reações hansênicas e cirurgias de descompressão nervosa, que ajudam a preservar a mobilidade e a qualidade de vida.

Capacitação e prevenção

Além do atendimento direto, a Policlínica Oswaldo Cruz promove capacitações com profissionais de saúde em todo o estado. Assim, a rede pública amplia o número de diagnósticos e melhora a condução dos tratamentos.
A prevenção ocorre principalmente por meio do diagnóstico precoce, do exame dos contatos próximos e da vacina BCG, que oferece proteção parcial contra a doença.

“Nosso foco é identificar rapidamente os contatos de casos confirmados e oferecer avaliação médica”, ressalta o Dr. Dahier. “Homens adultos, crianças e pessoas com imunossupressão merecem atenção especial.”

Essas ações integradas fortalecem o combate à doença e reduzem o risco de novas transmissões.

Sinais de alerta

De acordo com o Ministério da Saúde, os principais sintomas da hanseníase incluem:

  • Manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou acastanhadas na pele, com perda de sensibilidade;

  • Dormência e formigamento em mãos e pés;

  • Diminuição da força muscular;

  • Ressecamento e perda de pelos;

  • Sensação de areia nos olhos;

  • Nódulos doloridos e deformidades em casos avançados.

Diante desses sinais, é essencial procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima para avaliação. Em seguida, caso necessário, o paciente é encaminhado à Policlínica Oswaldo Cruz, onde recebe atendimento gratuito e acompanhamento contínuo.

Conscientização e acolhimento

O secretário de Estado da Saúde, Jefferson Rocha, reforça que a informação é uma das principais armas contra a doença.

“A saúde pública começa com consciência e atitude. Temos profissionais capacitados e unidades preparadas para acolher e cuidar de cada cidadão.”

Dessa forma, Rondônia reafirma o compromisso com a saúde da população. Com atendimento gratuito e acompanhamento integral, o estado mostra que a hanseníase tem cura e que o tratamento está acessível a todos.

Fonte: Governo do Estado de Rondônia / Secom

STF proíbe reajuste de planos de saúde para idosos

Homem idoso sorri diante do prédio do STF, simbolizando decisão que proíbe reajuste em planos de saúde para pessoas com mais de 60 anos.
Supremo Tribunal Federal decide proibir reajuste em planos de saúde para idosos, reforçando direitos previstos no Estatuto do Idoso.

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu proibir o reajuste de planos de saúde para idosos com contratos assinados antes de 2003, quando começou a valer o Estatuto do Idoso. A decisão, aprovada por 7 votos a 2, considera inconstitucional qualquer aumento por faixa etária aplicado a pessoas com mais de 60 anos nesses contratos.

Com essa medida, o Supremo garante alívio financeiro e segurança jurídica a milhares de brasileiros. Além disso, o julgamento reafirma que envelhecer é um direito, e não uma penalidade. Por isso, a decisão representa um avanço importante para a justiça social e a proteção dos consumidores mais vulneráveis.

Entendimento da Corte

O ministro Gilmar Mendes foi o relator do processo e votou pela proibição. Ele seguiu o entendimento da ex-ministra Rosa Weber, que destacou que “o envelhecimento é natural e o consumidor não pode ser punido por essa condição”.

Além dele, os ministros Edson Fachin, Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia reforçaram o voto de Rosa Weber. Da mesma forma, os ministros aposentados Ricardo Lewandowski e Celso de Mello também acompanharam o posicionamento.

Por outro lado, Marco Aurélio Mello e Dias Toffoli divergiram. Eles defenderam que os reajustes poderiam ocorrer dentro dos limites contratuais e regulatórios estabelecidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Ainda assim, a maioria manteve a posição de que os aumentos ferem o princípio da dignidade humana.

Impacto para os consumidores

A decisão do STF proíbe as operadoras de aplicar aumentos por idade em contratos firmados antes de 2003. Dessa forma, os idosos passam a ter proteção completa garantida pelo Estatuto do Idoso.

Para os especialistas, o resultado do julgamento traz mais estabilidade ao setor e fortalece os direitos do consumidor. Além disso, muitos beneficiários podem agora acionar a Justiça para reverter reajustes considerados abusivos. Com isso, cresce a expectativa de que novas ações sirvam para consolidar o entendimento jurídico em todo o país.

Próximos passos

O presidente do STF, ministro Edson Fachin, ainda vai proclamar o resultado oficialmente. Isso acontecerá junto à análise da Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 90, relatada pelo ministro Flávio Dino, que trata de tema semelhante.

Assim, a decisão do Supremo marca um avanço histórico na defesa dos direitos dos idosos e consolida o respeito ao Estatuto do Idoso. Além disso, cria um precedente nacional que reforça a dignidade e o acesso à saúde de quem mais precisa. Por fim, o entendimento amplia a confiança dos consumidores na atuação do Judiciário.

Fonte: Só Notícia Boa

Lote extra do PIS-Pasep começa a ser pago nesta quarta

Fila de pessoas em agência da Caixa Econômica Federal para receber o lote extra do PIS-Pasep liberado pelo governo.
Lote extra do PIS-Pasep será pago a partir desta quarta-feira (15) a mais de 1,6 milhão de trabalhadores.

O governo federal inicia nesta quarta-feira (15) o pagamento do lote extra do abono salarial PIS-Pasep. A nova etapa alcança 1,6 milhão de trabalhadores e disponibiliza R$ 1,5 bilhão em benefícios até 29 de dezembro de 2025.
Esse pagamento extra corrige atrasos de informações enviadas pelas empresas e garante o direito de quem ficou fora do calendário anterior.

Quem tem direito

O abono salarial é concedido a quem trabalhou com carteira assinada por pelo menos 30 dias no ano-base e recebeu até dois salários mínimos mensais, em média. O valor varia conforme o tempo de serviço e pode chegar a um salário mínimo completo.

Além disso, a Resolução Codefat/MTE nº 1.013/2025 criou um novo prazo para empresas e órgãos públicos corrigirem informações no sistema federal.
Graças a esse ajuste, o pagamento ocorre em parcela única, o que simplifica o processo e acelera o repasse.

Como consultar o benefício

O trabalhador pode confirmar se tem direito ao PIS-Pasep pelos aplicativos:

  • Carteira de Trabalho Digital;

  • Caixa Trabalhador;

  • Caixa Tem.

Para consultar, basta acessar o app com CPF e senha do gov.br, escolher “Benefícios” e clicar em “Abono Salarial”.
Logo após, o sistema informa se o cidadão está apto a receber o pagamento.
Além disso, o processo é rápido, gratuito e totalmente online, o que evita filas e deslocamentos.

Requisitos para receber

O benefício atende aos trabalhadores que cumprem os seguintes critérios:

  • Ter cadastro no programa há pelo menos cinco anos;

  • Trabalhar para empregador que contribui para o PIS ou Pasep;

  • Receber até dois salários mínimos médios no ano-base (2023);

  • Exercer atividade remunerada por 30 dias ou mais;

  • Manter os dados corretamente informados na Rais ou no eSocial.

Por outro lado, ficam de fora os empregados domésticos, trabalhadores rurais e urbanos contratados por pessoa física e autônomos.
Por isso, é importante verificar o vínculo formal e o envio correto das informações.

Como será feito o pagamento

O PIS, destinado aos profissionais da iniciativa privada, é pago pela Caixa Econômica Federal.
Já o Pasep, voltado aos servidores públicos, fica sob responsabilidade do Banco do Brasil.

O trabalhador pode receber o dinheiro de diferentes maneiras:

  1. Crédito direto em conta bancária;

  2. Transferência via PIX ou TED;

  3. Saque em agências, lotéricas ou terminais Caixa;

  4. Atendimento presencial com documento de identidade, caso não possua cartão social.

Além disso, quem tem conta na Caixa recebe automaticamente o valor, o que facilita o acesso e reduz etapas.
Dessa forma, o processo se torna mais rápido, eficiente e acessível para todos os beneficiários.

Onde tirar dúvidas

O Ministério do Trabalho oferece atendimento pelo telefone 158 e pelo e-mail trabalho.uf@economia.gov.br, substituindo UF pela sigla do estado.
Esses canais garantem segurança e orientação direta para quem busca informações sobre o benefício.

Fonte: G1

Porto Velho registra queda no custo da cesta básica mensal

Cesta de alimentos com tomate, arroz, manteiga e banana representa a redução no preço da cesta básica em Porto Velho, segundo Conab e Dieese.
Tomate, arroz e manteiga lideram as reduções de preço da cesta básica em Porto Velho, conforme levantamento da Conab e Dieese.

O custo da cesta básica de alimentos caiu em 22 das 27 capitais brasileiras durante o mês de setembro. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Em Porto Velho, a queda foi de 1,61%, e o valor médio da cesta chegou a R$ 621,09. O resultado reflete um movimento positivo no orçamento familiar, pois oito dos 12 produtos analisados apresentaram queda. Entre eles, destacam-se o tomate (-8,96%), a manteiga (-5,71%) e o arroz agulhinha (-3,59%).

Além desses, o leite integral, o açúcar cristal, a banana, o feijão carioca e o café em pó também tiveram reduções. Assim, o consumidor passou a sentir leve alívio nas despesas mensais com alimentação.

Entre abril e setembro de 2025, nove alimentos registraram queda acumulada de preço. O tomate e o arroz agulhinha, por exemplo, tiveram recuos acima de 24%. Já o açúcar cristal e a manteiga caíram cerca de 9%. Por fim, itens como farinha de mandioca e leite integral também apresentaram variações negativas.

Segundo o presidente da Conab, Edegar Pretto, a tendência de redução é consequência direta das políticas públicas de abastecimento e incentivo à produção nacional.

“A queda no custo da cesta básica em boa parte das capitais mostra que as políticas de abastecimento e apoio à produção de alimentos estão funcionando. Nosso foco é garantir preços justos e comida de qualidade para todas as famílias brasileiras”, afirmou.

Em nível nacional, Fortaleza (-6,31%), Palmas (-5,91%) e Rio Branco (-3,16%) apresentaram as maiores quedas. Enquanto isso, Aracaju manteve o menor custo médio, R$ 552,65, e São Paulo teve o valor mais alto, R$ 842,26.

A pesquisa, ampliada em 2025, passou a incluir todas as 27 capitais do país. Essa parceria entre Conab e Dieese fortalece a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, garantindo mais transparência e acompanhamento constante dos preços dos alimentos essenciais.

Fonte: Governo Federal

Proteína vegetal x animal: proporção ideal e benefícios

Composição visual mostrando alimentos de origem vegetal e animal lado a lado, simbolizando o equilíbrio nutricional entre proteínas vegetais e animais.
Arte destaca a proporção ideal de consumo entre proteínas vegetais e animais — 70% de origem vegetal e 30% animal, conforme estudo científico citado pela TVdoPOVO.com.

Pesquisadores internacionais apontam que priorizar proteínas de origem vegetal traz benefícios tanto para a saúde quanto para o meio ambiente. Além disso, quando combinadas de forma correta, essas fontes podem alcançar o mesmo valor biológico das proteínas animais. A recomendação é que 70% das proteínas diárias venham de alimentos vegetais e 30% de fontes animais.

O que diz o estudo internacional

Um relatório elaborado por 37 especialistas de 16 países, reunidos pela EAT Foundation em parceria com a revista científica The Lancet, destacou que as proteínas vegetais possuem menos gordura e são mais ricas em fibras e antioxidantes.
Por isso, os pesquisadores afirmam que dietas com maior proporção vegetal estão associadas a melhor desempenho cardiometabólico e redução de doenças crônicas.
Em outras palavras, comer mais vegetais pode ser decisivo para uma vida mais longa e equilibrada.

Diferenças nutricionais e combinações ideais

As proteínas de origem animal são consideradas mais completas, pois contêm todos os aminoácidos essenciais. No entanto, uma mistura equilibrada de fontes vegetais — como feijão, lentilha, grão-de-bico, arroz e cereais integrais — também é capaz de atingir excelente valor nutricional.

A nutricionista Desirée Coelho explica que as proteínas vegetais podem ter digestibilidade menor, mas em contrapartida, oferecem compostos bioativos, antioxidantes e fibras que protegem o coração e reduzem inflamações.
Já a pesquisadora Heloísa Santo André, doutora em Ciências Nutricionais pela Unicamp, reforça que a combinação adequada é o segredo:

“Um único alimento vegetal não tem todos os aminoácidos essenciais, mas cada um oferece um tipo diferente. Quando combinados, fornecem tudo o que o corpo precisa.”

Riscos e moderação no consumo de carnes

O relatório também destacou que o consumo excessivo de carnes processadas e ultraprocessadas está ligado a maior risco de câncer intestinal, especialmente pela presença de nitritos e nitratos.
Por outro lado, as carnes frescas e os preparos com pouca gordura não apresentam o mesmo risco.
Portanto, o segredo é moderar o consumo e priorizar alimentos naturais.

Estudo brasileiro sobre veganos

Entre 2021 e 2023, uma pesquisa com 1.014 adultos veganos brasileiros revelou que a maioria consegue atingir as metas de proteína e aminoácidos essenciais, mesmo com baixo consumo de ultraprocessados.
Os resultados mostraram que alimentos como soja texturizada, feijões, lentilhas e tofu são as principais fontes de proteína vegetal utilizadas no país.
Além disso, os pesquisadores sugerem que políticas públicas ampliem o acesso a opções vegetais nutritivas e acessíveis, favorecendo dietas mais sustentáveis.

O que deve compor uma dieta saudável

Segundo a EAT Foundation, uma dieta equilibrada de 2.500 kcal diárias deve incluir:

  • Grãos integrais: 232 g/dia

  • Legumes e verduras: 300 g/dia

  • Frutas: 200 g/dia

  • Leguminosas (feijão, lentilha, grão-de-bico): 50 g/dia

  • Oleaginosas (nozes, amendoim): 50 g/dia

  • Carne vermelha: até 14 g/dia

  • Frango: até 29 g/dia

  • Peixe: até 28 g/dia

  • Ovos: até 13 g/dia

Essas proporções ajudam a manter o equilíbrio energético e nutricional, além de reduzir o impacto ambiental das escolhas alimentares.

Por que o equilíbrio entre proteínas é o segredo da boa saúde

A ciência confirma que o equilíbrio é a chave. Mais do que escolher entre vegetal e animal, o importante é variar as fontes de proteína e priorizar alimentos naturais.
Desse modo, é possível fortalecer o coração, reduzir inflamações e promover um envelhecimento saudável — sem abrir mão do sabor e da qualidade de vida.

Fonte: G1

Apagão deixa 23 estados e o DF sem energia durante a madrugada

mapa do Brasil com pontos vermelhos representando o apagão que atingiu 23 estados e o DF
Arte mostra mapa do Brasil escurecido com 23 pontos de apagão e título destacando falha em subestação no Paraná

Apagão nacional causa interrupções em todo o país

O Brasil viveu um apagão nacional na madrugada desta terça-feira (14). Ao todo, 23 estados e o Distrito Federal ficaram sem energia elétrica por várias horas. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que a falha começou em uma subestação no Paraná, o que provocou uma reação em cadeia e derrubou o sistema interligado.

Por causa disso, diversas capitais e cidades do interior ficaram completamente no escuro. Embora a energia tenha voltado antes do amanhecer, o episódio reacendeu o debate sobre a segurança da rede elétrica e a necessidade de investimentos em manutenção preventiva.

Falha no Paraná provocou efeito em cascata

Segundo o ONS, o problema afetou o Sistema Interligado Nacional (SIN), responsável por conectar as redes elétricas de todas as regiões. Assim que a falha foi identificada, o sistema de proteção entrou em ação para evitar sobrecargas, mas o processo acabou desligando linhas de transmissão em sequência.

Enquanto os técnicos atuavam para restabelecer a energia, parte do país permaneceu sem luz. Ainda assim, as equipes conseguiram reverter a falha gradualmente, o que evitou danos maiores. Às 4h30, a maioria das capitais já havia normalizado o fornecimento.

Regiões mais atingidas pelo blecaute

O Centro-Oeste, o Sudeste e o Nordeste registraram os maiores prejuízos. Cidades como São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Salvador e Fortaleza tiveram apagões completos. Em alguns locais, o retorno da energia demorou até três horas.

No Sul, o Paraná concentrou o impacto mais severo, já que o problema começou no estado. Entretanto, o Norte do país também sofreu, com capitais como Porto Velho, Belém e Macapá relatando longos períodos sem energia. A falta de luz atingiu hospitais, sistemas de abastecimento de água e o transporte público, o que causou transtornos significativos à população.

Governo determina apuração imediata

O Ministério de Minas e Energia iniciou uma investigação para descobrir a origem do apagão. A pasta analisa se houve erro operacional, falha mecânica ou sobrecarga nas linhas de transmissão.

O ministro Alexandre Silveira determinou prioridade total na apuração e exigiu respostas rápidas. Segundo ele, “episódios como esse comprometem o funcionamento da economia e colocam a segurança da população em risco. Precisamos agir com firmeza para evitar novas ocorrências.”

Cidades acionaram planos de emergência

Durante o blecaute, semáforos, elevadores e sistemas de abastecimento de água deixaram de funcionar em várias cidades. Consequentemente, o trânsito travou e os serviços públicos sofreram paralisações.

Diante da situação, as prefeituras acionaram planos de contingência e colocaram equipes de emergência nas ruas para garantir o funcionamento mínimo dos serviços essenciais. Além disso, especialistas em energia reforçaram que o caso demonstra a importância de modernizar a infraestrutura elétrica e ampliar os investimentos em tecnologia de monitoramento.

Fornecimento foi normalizado ao amanhecer

Por volta das 6h, o ONS confirmou que todo o fornecimento havia sido restabelecido. O órgão deve divulgar um relatório técnico detalhado nas próximas horas.

Enquanto isso, o governo federal anunciou que pretende revisar os protocolos de segurança e reforçar o monitoramento das subestações críticas. Dessa forma, o objetivo é aumentar a confiabilidade do sistema elétrico e evitar novos apagões de grande escala.

Fonte: G1

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