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domingo, junho 28, 2026
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Pacientes de AVC recuperam a voz com tecnologia de IA

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Paciente utiliza dispositivo com inteligência artificial que ajuda a recuperar a voz após AVC
Tecnologia com inteligência artificial permite reconstruir a fala de pacientes que sofreram AVC

Pacientes que sofreram acidente vascular cerebral (AVC) e perderam a capacidade de falar podem estar mais próximos de recuperar a comunicação. Pesquisadores da Universidade de Cambridge desenvolveram um dispositivo vestível que utiliza inteligência artificial (IA) para ajudar pessoas com dificuldades de fala a se expressarem novamente, sem a necessidade de procedimentos invasivos.

A tecnologia, ainda em fase experimental, é capaz de captar sinais sutis da musculatura da garganta e transformar tentativas de fala em palavras e frases compreensíveis, em tempo real.

Como funciona o dispositivo

Chamado de Revoice, o equipamento é usado no pescoço, semelhante a uma gola flexível. Sensores instalados no dispositivo detectam vibrações musculares da garganta, mesmo quando o paciente não consegue emitir sons audíveis.

Esses sinais são analisados por sistemas de inteligência artificial que interpretam o que a pessoa tenta dizer, reconstruindo a fala de forma contínua. Diferentemente de outras tecnologias semelhantes, o Revoice não depende de implantes cerebrais nem de estruturas externas complexas.

Além dos movimentos da garganta, o aparelho também monitora dados fisiológicos, como batimentos cardíacos, que ajudam a IA a entender o contexto emocional e a situação do usuário.

Inteligência artificial aplicada à comunicação

Segundo os pesquisadores, dois sistemas de IA trabalham em conjunto no funcionamento do Revoice. Um deles identifica palavras a partir dos movimentos musculares da boca e da garganta. O outro analisa o contexto, levando em conta sinais emocionais e o ambiente, para formar frases mais completas e naturais.

Em um dos testes, uma tentativa de fala curta e fragmentada foi automaticamente convertida em uma frase mais clara, adequada ao momento e à condição física do paciente.

O modelo de linguagem utilizado foi projetado para consumir pouca energia e funciona diretamente no próprio dispositivo, permitindo respostas rápidas e contínuas.

Resultados iniciais do estudo

Os primeiros testes envolveram cinco pacientes com disartria — dificuldade de fala comum após um AVC — e dez voluntários sem alterações neurológicas. Os resultados mostraram uma taxa de erro de palavras de 4,2% e de frases de 2,9%.

Os participantes relataram um aumento de 55% na satisfação com a comunicação durante o uso do dispositivo, indicando impacto positivo na qualidade de vida e na interação social.

O estudo foi publicado na revista científica Nature Communications e também aponta potencial de uso da tecnologia em outros quadros neurológicos, como Parkinson e doenças do neurônio motor.

Complemento à terapia tradicional

Atualmente, pacientes com dificuldades de fala após um AVC costumam passar por longos processos de reabilitação com fonoaudiólogos. A recuperação pode levar meses ou até mais de um ano, dependendo da gravidade do caso.

De acordo com os pesquisadores, o Revoice não substitui a terapia tradicional, mas pode atuar como um complemento importante, especialmente em situações de comunicação espontânea do dia a dia, onde muitos pacientes ainda enfrentam grandes dificuldades.

Próximos passos da pesquisa

A equipe de Cambridge planeja iniciar estudos clínicos mais amplos ainda neste ano, com pacientes falantes da língua inglesa. A expectativa é avaliar o desempenho do sistema em ambientes reais e em situações mais próximas da rotina dos usuários.

Versões futuras do dispositivo devem incluir suporte a outros idiomas, aprimoramento no reconhecimento de emoções e maior autonomia para uso contínuo.

Embora ainda não esteja disponível comercialmente, a tecnologia representa um avanço promissor para milhões de pessoas que convivem com limitações na fala após um AVC, oferecendo uma nova possibilidade de comunicação e inclusão.

Anvisa analisará proposta para produção de cannabis medicinal no Brasil

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Anvisa avalia proposta para regulamentar a produção de cannabis medicinal no Brasil
Anvisa avalia proposta que regulamenta a produção de cannabis medicinal no Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai analisar, nesta quarta-feira (4), a proposta que regulamenta a produção de cannabis medicinal no Brasil. O texto foi apresentado pela própria agência e será avaliado pelo colegiado diretor, em cumprimento a uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Caso seja aprovado, o regulamento poderá ser publicado ainda em março e terá validade inicial de seis meses, período em que a Anvisa deverá acompanhar de perto os impactos e a aplicação das novas regras.

Produção restrita e foco exclusivamente medicinal

A proposta estabelece que a produção de cannabis será autorizada exclusivamente para fins medicinais e farmacêuticos, ficando restrita a pessoas jurídicas. O cultivo doméstico segue proibido, e cada empresa deverá comprovar capacidade técnica, estrutural e de segurança para operar dentro das normas.

Segundo o texto, cada estabelecimento só poderá produzir a quantidade necessária para atender à demanda de medicamentos previamente autorizados pela Anvisa, evitando excedentes e desvios de finalidade.

Limite de THC e controle das áreas de cultivo

Um dos pontos centrais da proposta é o limite de até 0,3% de tetrahidrocanabinol (THC), substância responsável pelos efeitos psicoativos da cannabis. A regra segue parâmetros adotados internacionalmente e busca diferenciar o uso medicinal do uso recreativo da planta.

Além disso, as áreas de cultivo deverão ser georreferenciadas, fotografadas e monitoradas, com fiscalização contínua por parte da Anvisa. A agência afirma que se tratam de áreas pequenas, projetadas exclusivamente para atender à produção controlada de medicamentos.

“Lógica de compatibilidade” e fiscalização contínua

A regulamentação adota a chamada “lógica de compatibilidade”, que impede o plantio em quantidade superior à necessária para a fabricação dos produtos autorizados. O objetivo é garantir rastreabilidade total da cadeia produtiva, desde o cultivo até a distribuição dos medicamentos.

Cada etapa será acompanhada pela Anvisa, que poderá suspender autorizações em caso de descumprimento das regras.

Decisão do STJ impulsionou regulamentação

A análise da proposta atende a uma determinação do STJ, que cobrou do poder público a criação de regras claras para todas as etapas da cadeia produtiva da cannabis medicinal no país. Atualmente, o Brasil permite a importação e a comercialização de produtos à base de cannabis mediante autorização, mas não possui uma norma específica para o cultivo nacional.

A expectativa é que a regulamentação reduza custos, amplie o acesso de pacientes aos tratamentos e fortaleça o controle sanitário sobre esses produtos.

Correios completam 363 anos em data que também celebra o Dia do Carteiro

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Carteiro em entrega simboliza os 363 anos dos Correios no Dia do Carteiro
Correios celebram 363 anos de história no mesmo dia em que o Brasil homenageia os carteiros

Os Correios completaram 363 anos neste mês de janeiro, em uma data que também marca o Dia do Carteiro, celebrado em 25 de janeiro. A coincidência reforça o papel histórico e social desses profissionais, considerados a base do serviço postal brasileiro desde o início das atividades no país.

Vinculada ao Ministério das Comunicações, a estatal nasceu junto com o trabalho do carteiro, responsável por vencer distâncias e levar mensagens, documentos e encomendas a diferentes regiões do Brasil, inclusive às áreas mais remotas.

Desde então, os Correios se consolidaram como uma das instituições mais antigas em funcionamento contínuo no país.

Arquivo histórico preserva a memória dos Correios

O Arquivo do Ministério das Comunicações guarda documentos que ajudam a contar a trajetória dos Correios e de seus trabalhadores. Entre os registros estão livros de assentamento funcional, documentos de frequência, salários e outros dados administrativos dos primeiros profissionais da estatal.

O documento mais antigo preservado data de 1850 e reúne informações sobre diferentes funções exercidas ao longo dos anos, como carteiros, telegrafistas, guarda-fios, condutores de malas e escriturários.

Entre os registros históricos está, inclusive, a vida funcional de José Telles Velloso, conhecido como “Seu Zezinho”, pai do cantor Caetano Veloso, que atuou como telegrafista dos Correios.

Trabalho de catalogação e preservação do acervo

Segundo o Ministério das Comunicações, a equipe responsável pelo arquivo iniciou um processo de catalogação e organização desses documentos históricos. O trabalho envolve a separação dos livros por cidade e período histórico, além de etapas de higienização e indexação.

A iniciativa busca garantir a preservação do acervo e permitir, no futuro, o desenvolvimento de ações educativas e culturais que valorizem a história dos Correios e de seus trabalhadores.

Dia do Carteiro simboliza a origem do serviço postal

O Dia do Carteiro, comemorado em 25 de janeiro, marca também o início oficial dos serviços postais no Brasil. A data simboliza a origem da instituição e o papel central desses profissionais na construção da comunicação nacional.

Quase quatro séculos depois, os Correios seguem presentes na rotina de milhões de brasileiros, conectando pessoas, empresas e comunidades, graças ao trabalho diário dos carteiros, que continuam sendo o elo direto entre o serviço postal e a população.

Assassinato do cão Orelha comove redes sociais e gera revolta

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Cão Orelha, mascote da Praia Brava em Florianópolis, em imagem em preto e branco usada em reportagem sobre seu assassinato.
Orelha era um cão comunitário da Praia Brava, em Florianópolis, e teve a morte causada após agressões que geraram comoção nacional.

A morte do cão comunitário Orelha provocou forte comoção nas redes sociais e reacendeu o debate sobre maus-tratos contra animais no Brasil. O animal, conhecido e cuidado por moradores da Praia Brava, em Florianópolis (SC), não resistiu às agressões sofridas e precisou ser submetido à eutanásia.

O caso aconteceu no último fim de semana e ganhou repercussão nacional após imagens e relatos circularem nas redes, mobilizando internautas, artistas, organizações de proteção animal e autoridades.

Orelha era símbolo da comunidade local

Orelha vivia há anos na Praia Brava, onde se tornou um verdadeiro mascote da região. O cão circulava livremente pelo bairro, convivia com moradores e outros animais e dormia em uma das casinhas instaladas pela própria comunidade.

Segundo a Associação de Moradores da Praia Brava, o animal era cuidado de forma espontânea por diversas pessoas e representava um símbolo de convivência e afeto no local. “Orelha fazia parte do cotidiano do bairro e era querido por todos”, destacou a entidade em nota.

Adolescente são investigados por agressões

De acordo com a Polícia Civil, quatro adolescentes são suspeitos de envolvimento nas agressões. Eles foram identificados após análise de imagens de câmeras de segurança e depoimentos de moradores da região.

As investigações seguem em andamento, e todos os envolvidos já foram localizados. A polícia apura as circunstâncias do crime e as possíveis responsabilidades legais.

Relatos indicam ainda que outro cachorro também teria sido atacado pelo mesmo grupo, mas conseguiu sobreviver e acabou sendo adotado.

Mobilização e indignação nas redes sociais

A morte de Orelha gerou uma onda de revolta e tristeza na internet. Celebridades como Ana Castela, Luana Piovani e Rafael Portugal se manifestaram publicamente, repudiando a violência e pedindo justiça.

Internautas também compartilharam mensagens emocionadas. Em uma das postagens, uma usuária relatou que o cão teria sido chamado pelos agressores acreditando que receberia carinho, o que aumentou ainda mais a indignação diante da crueldade do crime.

Pedido de homenagem e cobrança por justiça

O deputado estadual Mário Motta anunciou a criação de um abaixo-assinado para a construção de uma estátua em homenagem a Orelha. Segundo o parlamentar, a iniciativa busca preservar a memória do animal e transformar a dor coletiva em um símbolo de conscientização.

“Não há mais espaço para esse tipo de crime em nossa sociedade. Queremos justiça para o Orelha e para todos os animais vítimas da violência humana”, declarou.

Caso reacende debate sobre maus-tratos a animais

O assassinato do cão Orelha reforça a necessidade de fiscalização, educação e punição rigorosa para crimes de maus-tratos contra animais. Especialistas e ativistas destacam que a violência contra animais é crime previsto em lei e deve ser tratada com seriedade.

Enquanto a investigação avança, a história de Orelha segue como um símbolo de alerta, empatia e cobrança por justiça.

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 63 milhões neste sábado 24

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Bilhetes da Mega-Sena ilustram prêmio acumulado de R$ 63 milhões sorteado neste sábado 24.
Mega-Sena pode pagar prêmio acumulado de R$ 63 milhões no sorteio deste sábado (24).

O concurso 2.964 da Mega-Sena pode pagar um prêmio acumulado de R$ 63 milhões neste sábado (24). O sorteio será realizado a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, em São Paulo, com transmissão ao vivo pelos canais oficiais da Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 20h, tanto nas lotéricas credenciadas quanto pela internet, por meio do site ou aplicativo das Loterias Caixa. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

Sorteio será transmitido ao vivo

O evento contará com transmissão ao vivo no canal da Caixa no YouTube e no perfil oficial das Loterias Caixa no Facebook, permitindo que apostadores de todo o país acompanhem a divulgação dos números em tempo real.

No concurso anterior, de número 2.963, ninguém acertou as seis dezenas. Com isso, o prêmio principal acumulou mais uma vez. Ainda assim, a quina teve 31 apostas vencedoras, e cada uma levou R$ 70.338,73.

Probabilidades variam conforme o tipo de aposta

De acordo com dados da Caixa Econômica Federal, a chance de ganhar o prêmio máximo com uma aposta simples de seis números é de uma em mais de 50 milhões. Já quem opta por marcar 20 dezenas, o máximo permitido, aumenta significativamente as chances, que passam a ser de uma em cerca de 1,2 mil. No entanto, o valor da aposta nesse caso ultrapassa R$ 232 mil.

Como apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser registradas:

  • Em casas lotéricas espalhadas por todo o país

  • Pelo site das Loterias Caixa

  • Pelo aplicativo oficial, disponível para Android e iOS

Para participar, o apostador deve ser maior de 18 anos e escolher de seis a 20 números entre os 60 disponíveis no volante.

Manutenção asfáltica é executada pelo governo de RO na Rodovia-490, em Alto Alegre dos Parecis

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Manutenção asfáltica na Rodovia-490 em Alto Alegre dos Parecis
Obras de manutenção asfáltica melhoram a trafegabilidade na Rodovia-490, em Alto Alegre dos Parecis

O governo de Rondônia executa manutenção asfáltica na Rodovia-490, no trecho que dá acesso ao município de Alto Alegre dos Parecis, na região da Zona da Mata. A obra alcança 25,17 quilômetros da via e, com isso, busca melhorar a trafegabilidade, além de aumentar a segurança e o conforto de motoristas e moradores da região.

Os serviços seguem sob responsabilidade do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transporte (DER-RO), por meio da Usina de Asfalto de Rolim de Moura. Dessa forma, a rodovia recebe intervenções estratégicas que fortalecem o deslocamento diário da população e o escoamento da produção rural.

Serviços reforçam mobilidade e reduzem riscos

As equipes realizam a recuperação do pavimento, corrigem pontos danificados e reforçam a estrutura da pista. Com essas ações, o governo reduz riscos de acidentes e melhora as condições de tráfego, principalmente em períodos de maior fluxo de veículos e durante o inverno amazônico.

Segundo o governador Marcos Rocha, a manutenção contínua das rodovias fortalece a infraestrutura viária e impulsiona o desenvolvimento regional.
“Trabalhamos para manter nossas estradas em boas condições. Assim, garantimos mobilidade e qualidade de vida à população. A RO-490 é estratégica para Alto Alegre dos Parecis e para toda a Zona da Mata”, afirmou.

DER-RO destaca impacto direto da obra

O diretor-geral do DER-RO, Eder André, explicou que a manutenção da rodovia assegura melhores condições de tráfego. Além disso, segundo ele, o trabalho amplia a segurança dos usuários e contribui diretamente para o progresso da região.

Ao mesmo tempo, o gerente da Usina de Asfalto de Rolim de Moura, Thiago Moreira, ressaltou o empenho das equipes. De acordo com ele, os serviços seguem critérios técnicos rigorosos e mantêm foco total na qualidade e na eficiência da pavimentação.

Rodovia é essencial para a Zona da Mata

A Rodovia RO-490 desempenha papel fundamental na ligação entre municípios da Zona da Mata. Além disso, a via sustenta o transporte de insumos, serviços essenciais e produção agrícola. Por esse motivo, a melhoria atende uma demanda antiga da população local.

As obras seguem em andamento. Conforme o governo estadual, outros trechos da malha rodoviária também devem receber serviços de manutenção ao longo do ano, ampliando os investimentos em infraestrutura em Rondônia.

Fonte: Governo de Rondônia

Feminicídio: Brasil registra recorde histórico em 2025

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Mulher em protesto contra o feminicídio simboliza recorde histórico de assassinatos de mulheres no Brasil em 2025
Brasil registra o maior número de feminicídios da série histórica, com média de quatro mulheres assassinadas por dia.

O Brasil registrou o maior número de feminicídios da série histórica em 2025. Ao longo do ano, 1.470 mulheres foram assassinadas pelo fato de serem mulheres, segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O número supera o recorde anterior, de 1.464 casos, registrado em 2024.

Na prática, os dados revelam uma realidade alarmante. Quatro mulheres morreram por dia no país em decorrência da violência de gênero. Além disso, o total ainda pode aumentar, já que estados como São Paulo não concluíram a atualização dos dados de dezembro na base nacional.

Crescimento acelerado em dez anos

O Brasil criou a tipificação do feminicídio em 2015. Naquele ano, o país contabilizou 535 mortes. Desde então, os registros cresceram de forma contínua. Em dez anos, o número aumentou 316%, até alcançar o patamar de 2025.

Mesmo com avanços legais, os dados mostram que a violência letal contra mulheres segue em alta. Em muitos casos, os crimes ocorrem dentro de relações afetivas marcadas por histórico de agressões, ameaças e perseguição.

Estados concentram maior número de casos

Mesmo sem os dados finais consolidados, São Paulo liderou o ranking nacional em 2025, com 233 feminicídios. Em seguida, aparecem:

  • Minas Gerais, com 139 casos

  • Rio de Janeiro, com 104 casos

Ao longo da última década, mais de 13,4 mil mulheres foram mortas no Brasil em crimes classificados como feminicídio. Esse volume representa uma média anual de 1.345 mortes.

Casos recentes expõem violência extrema

Durante 2025, diversos crimes chamaram atenção pela brutalidade. Em São Paulo, uma mulher morreu após quase um mês internada em estado grave. O ex-companheiro a atropelou e a arrastou por mais de um quilômetro. Inicialmente, a polícia tratou o caso como tentativa de feminicídio, mas a investigação mudou após a morte da vítima.

Enquanto isso, no Recife, um episódio ainda mais grave terminou com a morte de uma mulher e de seus quatro filhos. O companheiro ateou fogo na residência após uma discussão. As autoridades prenderam o suspeito.

Esses episódios reforçam um padrão recorrente. Grande parte dos feminicídios ocorre dentro do ambiente doméstico, após um ciclo prolongado de violência.

Lei ampliou penas, mas crimes persistem

Em outubro de 2025, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que ampliou as penas para crimes contra mulheres. Com a mudança, a punição para o feminicídio passou a variar entre 20 e 40 anos de prisão. Antes, a legislação previa penas de 12 a 30 anos.

Além disso, a lei determinou aumento da pena em situações específicas, como quando a vítima estava grávida, tinha menos de 14 anos ou mais de 60, ou quando o crime ocorreu na presença de filhos ou pais.

Ainda assim, os dados indicam que o endurecimento das penas, sozinho, não conseguiu conter o avanço dos crimes.

Dados reforçam desafio estrutural

Especialistas avaliam que o recorde registrado em 2025 expõe falhas na prevenção e na proteção de mulheres ameaçadas. Muitas vítimas chegaram a registrar ocorrências antes do crime, mas não receberam resposta eficaz do Estado.

Por isso, os números reforçam a necessidade de políticas públicas integradas, que envolvam prevenção, acolhimento, monitoramento de agressores e resposta rápida às denúncias.

Fonte: G1

Juiz sequestrado é resgatado após usar palavra secreta

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Juiz é resgatado pela polícia após usar palavra secreta durante sequestro
Operação policial resgatou juiz sequestrado após alerta feito com palavra secreta.

Um juiz conseguiu escapar de um sequestro após usar uma palavra secreta combinada previamente com o companheiro. Graças a essa estratégia, a Polícia Civil confirmou o crime rapidamente e iniciou as buscas sem atraso.

O sequestro ocorreu na noite de domingo (18). Na ocasião, criminosos abordaram o magistrado enquanto ele dirigia e, logo em seguida, o levaram para um cativeiro localizado na região oeste da capital.

Palavra-chave permitiu alerta discreto

Mesmo sob ameaça, o juiz conseguiu realizar uma ligação telefônica. Durante a conversa, ele mencionou a palavra-chave previamente combinada, o que indicou de forma imediata que estava em perigo.

Diante disso, o companheiro acionou a polícia. Assim, os investigadores validaram a denúncia em tempo real e, na sequência, mobilizaram equipes especializadas para acompanhar o caso de perto.

Polícia identifica cativeiro e age rapidamente

A Delegacia Antissequestro (DAS) assumiu a condução da ocorrência e contou com o apoio do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra). A partir do cruzamento de informações, os agentes avançaram nas diligências e localizaram o cativeiro.

Na manhã de terça-feira (20), a equipe entrou no local, libertou o magistrado e encerrou o sequestro. Ao mesmo tempo, os policiais prenderam quatro suspeitos, que seguiram para a sede da Delegacia Antissequestro, no prédio do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

Juiz não sofreu ferimentos

Após o resgate, o juiz passou por avaliação inicial e não apresentou ferimentos. Ele integra o Tribunal de Impostos e Taxas (TIT), órgão responsável pelo julgamento de processos administrativos tributários ligados à Secretaria da Fazenda estadual.

Enquanto isso, a polícia mantém as investigações. O objetivo agora é esclarecer a participação individual de cada suspeito e verificar se o grupo atua em outros crimes semelhantes.

Caso reforça importância de estratégias preventivas

Especialistas em segurança afirmam que palavras ou códigos secretos, quando combinados previamente, podem fazer a diferença em situações extremas. Nesse caso, a estratégia permitiu um pedido de ajuda discreto e eficaz.

Portanto, o desfecho do caso reforça como medidas simples, aliadas à ação rápida da polícia, aumentam as chances de um resgate seguro.

Fonte: Metrópoles

Feijão tropeiro entra no Top 5 dos pratos mais bem avaliados do mundo

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O feijão tropeiro, um dos pratos mais tradicionais da culinária brasileira, conquistou reconhecimento internacional ao entrar no Top 5 dos pratos mais bem avaliados do mundo, segundo ranking divulgado pela plataforma gastronômica TasteAtlas. A receita típica de Minas Gerais aparece ao lado de pratos consagrados da Itália, de Portugal e da Índia, reforçando o prestígio da cozinha brasileira no cenário global.

A seleção considera avaliações de usuários e especialistas de diferentes países, que analisam sabor, tradição, ingredientes e relevância cultural das receitas. No ranking, o feijão tropeiro foi classificado como “prato vegetal” e alcançou nota média de 4,29, uma das mais altas da lista.

Reconhecimento internacional da culinária mineira

De acordo com o TasteAtlas, o feijão tropeiro se destaca por sua combinação equilibrada de ingredientes simples e sabor marcante. A receita leva feijão, farinha de mandioca, alho, cebola, couve e cheiro-verde. Embora algumas versões incluam carne, a plataforma destacou a base vegetal do prato, o que contribuiu para sua classificação específica no ranking.

Além disso, o site descreve o feijão tropeiro como uma receita tradicional do estado de Minas Gerais, ressaltando sua importância histórica e cultural para o Brasil.

Ranking reúne pratos famosos de diferentes países

O levantamento colocou o feijão tropeiro ao lado de receitas mundialmente conhecidas. O primeiro lugar ficou com a parmigiana alla napoletana, da Itália, seguida da sopa de pedra, de Portugal. Em terceiro aparece o malai kofta, prato típico da Índia. A Itália também ocupa a quarta posição com outra versão da tradicional parmigiana.

Mesmo competindo com pratos consagrados da gastronomia europeia e asiática, o feijão tropeiro garantiu a quinta colocação, representando o Brasil no ranking global.

Orgulho brasileiro à mesa

O resultado reforça a valorização da culinária nacional e mostra como receitas regionais ganham espaço fora do país. Para especialistas, o reconhecimento do feijão tropeiro evidencia o potencial da gastronomia brasileira, que alia tradição, diversidade de ingredientes e identidade cultural.

Com o destaque no TasteAtlas, o prato mineiro passa a integrar oficialmente a lista das melhores receitas do planeta, fortalecendo o orgulho brasileiro e projetando ainda mais a cozinha nacional no exterior.

Fonte: Só Notícia Boa

Transporte especializado Porto Velho: Prefeitura entrega cinco micro-ônibus adaptados

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Micro-ônibus adaptado do transporte especializado de Porto Velho entregue para atendimento a pessoas com deficiência e TEA
Prefeitura de Porto Velho entrega micro-ônibus adaptado para reforçar o transporte especializado de pessoas com deficiência e TEA

Este vídeo mostra a entrega de cinco micro-ônibus adaptados realizada pela Prefeitura de Porto Velho, ampliando o transporte especializado em Porto Velho voltado a pessoas com deficiência e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Durante a reportagem, o prefeito Léo Moraes destaca que a ampliação da frota reforça as políticas públicas de inclusão e garante mais dignidade no deslocamento dos usuários.

A importância do serviço também é ressaltada por familiares e representantes da sociedade civil. Regina Silva, avó de pessoas com TEA, relata que o transporte facilita o acesso a terapias e atendimentos essenciais. Já Sílvia Thomaz, vice-presidente da AMA Rondônia, enfatiza que a acessibilidade é fundamental para promover autonomia e inclusão social.

O vídeo também traz o depoimento de José Roberto, presidente do Clube de Basquetebol em Cadeira de Rodas Vida Ativa, que destaca o impacto do transporte acessível na mobilidade e independência das pessoas com deficiência.

A iniciativa integra os esforços para tornar Porto Velho uma cidade mais acessível, humana e preparada para atender às necessidades específicas da população.

Saúde mental em Rondônia ganha residências terapêuticas com moradia e acompanhamento para pacientes do SUS.

Saúde mental em Rondônia ganha moradia e acompanhamento

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Residências terapêuticas acolhem pacientes do SUS com suporte, rotina e reinserção social.
Emprego em Rondônia com jovens em qualificação profissional e uso de tecnologia

IA muda profissões, mas Rondônia tem vagas e cursos para quem se prepara

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Rondônia tem vagas formais, cursos gratuitos e caminhos para quem busca se preparar para o impacto da IA no trabalho.
Garimpo no Madeira é alvo de operação da PF e Ibama contra extração ilegal de minério em Rondônia.

PF e Ibama desmontam garimpo no Madeira e miram financiadores

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Ação inutilizou dragas, embarcações e motores usados na extração clandestina de minério.
Dentista proibida de fazer plásticas em Rondônia acende alerta sobre segurança em procedimentos estéticos.

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Decisão da Justiça Federal barra procedimentos como rinoplastia e blefaroplastia e reforça cuidado dos pacientes.
Golpe amoroso pela internet causa prejuízo de R$ 80 mil a mulher em Rondônia.

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Mulher fez Pix e empréstimos após promessa de relacionamento; caso é investigado em Rondônia.