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segunda-feira, junho 15, 2026
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Tecnologia 5G chega com muitas promessas e o risco de decepcionar

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Ela é a grande protagonista nos salões do Mobile World Congress (MWC) de Barcelona: após anos falando-se sobre ela, a tecnologia 5G tornou-se uma realidade, embora seja aconselhável que o público consumidor espere para para ver seus efeitos.

A quinta geração de tecnologia móvel é uma promessa de rapidez e de melhora do tempo de resposta graças ao uso de ainda mais banda larga e à associação de novas tecnologias que devem permitir um melhor funcionamento da rede.

No entanto, algumas vozes da indústria, como a sueca Ericsson, advertem que este acúmulo de promessas pode gerar grandes expectativas no grande público que não serão cumpridas com a capacidade das primeiras redes.

Segundo um estudo da Ericsson ConsumerLab apresentado no fim de 2018, uma das principais esperanças é que o 5G ofereça uma velocidade de conexão muito superior ao 4G desde suas primeiras implementações.

“Só estamos no começo”, alerta Yannick Sadowy, diretor-geral para meios e telecomunicações na Accenture.

“Promete-se tempo (de conexão) real e muito pouca latência, mas isto só será realidade em 2023 ou 2025”, acrescenta.

“Será uma tecnologia revolucionária mas no longo prazo, vai levar tempo para ver tudo que permitirá fazer com um smartphone, mas nos surpreenderá”, diz Dexter Thilien, analista na Fitch Solutions.

“O risco de decepção existe”, afirma Stéphane Téral, diretor executivo de pesquisa na indústria móvel na IHS Markit. “Isto que apresentamos hoje é uma espécie de 4G++, faz-se muito barulho para pouca coisa no fim das contas”.

Thomas Coudry, analista de telecomunicações para a Bryan, Garnier & Co, concorda: “Quando vemos os serviços existentes hoje em dia, com um bom nível de cobertura 4G, o interesse do 5G não é evidente. E é difícil identificar neste momento os futuros serviços que surgirão com o 5G”.

– Operadoras são prudentes –

A lista de serviços prometidos com o 5G é longa: envios a domicílio com drones, cinema de realidade virtual, robôs conectados e até mesmo a possibilidade de fazer ligações com hologramas.

Mas muitas destas aplicações não são imediatas, considera Stéphane Téral, porque “para tê-las, seria necessária uma rede cuja implementação custaria uma fortuna com um retorno incerto sobre o investimento”.

“Não vimos tantas promessas por parte das operadoras”, aponta Dexter Thillien. “Nos Estados Unidos pode ser que sim, mas na Europa as operadoras parecem ter aprendido com os erros no lançamento do 3G”.

Na época, a promessa de uma internet móvel demorou anos para ser realizada e o celular adaptado, o primeiro iPhone em 2007, só saiu três anos depois do lançamento das redes na Europa.

Esta vez, a implementação será progressiva, explica Mats Granryd, diretor-geral da GSMA, a associação mundial das operadoras que organiza o MWC.

“Só 15% das conexões no mundo serão feitas em 5G em 2025, vai continuar sendo uma tecnologia relativamente limitada”, insiste.

Por enquanto, as redes começam a funcionar e os primeiros telefones compatíveis são muito caros, de modo que as operadoras não têm muitos motivos para impulsar o marketing.

“No curto prazo, o principal interesse do 5G para as operadoras será absorver o crescimento do volume e do tráfego a um custo marginal inferior ao do 4G”, chegando inclusive a custar a metade, conclui Thomas Coudry.

O grande público, portanto, deverá aguardar pacientemente a chegada de novos serviços realmente inovadores.

Bolsonaro e Forças Armadas avaliam situação na fronteira com Venezuela

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A situação na fronteira do Brasil com a Venezuela foi assunto de reunião hoje (25), no Palácio do  Planalto, entre o presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e os quatro comandantes das Forças Armadas.

O encontro ocorreu após um fim de semana de tensão e conflitos em Pacaraima, Roraima, na fronteira​ do Brasil​ com a Venezuela, e a tentativa frustrada de envio de ajuda humanitária do governo federal ao país vizinho, que enfrenta crise de abastecimento.

​Ao deixar o Palácio do Planalto​, o​ chefe de Logística e Mobilização do Exército, general Laerte de Souza Santos, ​disse que a ajuda humanitária do Brasil pro​ssegue na fronteira, por meio da Operação Acolhida​. Além de Azevedo, estiveram na reunião os comandantes da Marinha, almirante Ilques Barbosa Júnior; do Exército, general Edson Leal Pujol; da Aeronáutica, tenente-brigadeiro Antonio Carlos Moretti Bermudez; e do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, interino, almirante Cláudio Portugal de Viveiros

Enquanto isso, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, estão em Bogotá, na Colômbia. Eles participam de encontro do Grupo de Lima, formado por países das Américas para tratar do acirramento da crise na Venezuela.

Lava Jato aponta erro material em sentença contra Lula

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O Ministério Público Federal apontou “omissões e contradições por erro material” na sentença da juíza federal Gabriela Hardt, da 13ª Vara Federal, contra o ex-presidente Lula na Operação Lava Jato. A magistrada condenou o petista, em janeiro passado, a 12 anos e 11 meses de prisão por corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro no processo do sítio de Atibaia.

Segundo a Procuradoria da República, Lula foi denunciado por dez crimes de corrupção passiva. “Em alguns pontos da sentença houve menção à prática do crime de corrupção ativa por Luiz Inácio Lula da Silva”, relatou a Lava Jato. “Tratando-se de mero erro material, o Ministério Público Federal requer seja essa contradição retificada, para que passe a constar o crime de corrupção passiva.”

Na manifestação, os procuradores apontaram uma “omissão na parte dispositiva da sentença”. “Embora no mérito, a sentença proferida mencione a absolvição de Agenor Medeiros, José Adelmário Pinheiro Filho e Luiz Inácio Lula da Silva, em relação aos crimes de corrupção ativa e passiva em razão dos contratos do Gasoduto Pilar-Ipojuca e GPL Duto Urucu-Coari, deixou de fazê-lo na parte dispositiva”, indicaram. “Requer o Ministério Público Federal seja suprida a omissão da r. sentença para fins de inclusão da absolvição dos réus quanto às imputações feitas em relação a esses dois contratos.”

O petista foi sentenciado por supostamente receber R$ 1 milhão em propinas referentes às reformas do imóvel, que está em nome de Fernando Bittar, filho do amigo de Lula e ex-prefeito de Campinas, Jacó Bittar. A Lava Jato afirma que o sítio passou por três reformas: uma sob comando do pecuarista José Carlos Bumlai, no valor de R$ 150 mil, outra da Odebrecht, de R$ 700 mil e uma terceira reforma na cozinha, pela OAS, de R$ 170 mil, em um total de R$ 1,02 milhão. Lula nega ter cometido qualquer irregularidade.

A pena imposta por Gabriela Hardt é maior do que a estabelecida pelo ex-juiz federal Sérgio Moro. Em julho de 2017, o então magistrado da Lava Jato condenou o ex-presidente no caso triplex a 9 anos e seis meses de prisão, pena depois ampliada para 12 anos e um mês pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, o tribunal de apelações da Lava Jato.

No dia em que Lula foi condenado, sua defesa se manifestou desta forma:

“A defesa do ex-presidente Lula recorrerá de mais uma decisão condenatória proferida pela 13ª Justiça Federal de Curitiba que atenta aos mais basilares parâmetros jurídicos e reforça o uso perverso das leis e dos procedimentos jurídicos para fins de perseguição política, prática que reputamos como ‘lawfare’”, diz o texto.

“A sentença segue a mesma linha da sentença proferida pelo ex-juiz Sérgio Moro, que condenou Lula sem ele ter praticado qualquer ato de ofício vinculado ao recebimento de vantagens indevidas, vale dizer, sem ter praticado o crime de corrupção que lhe foi imputado. Uma vez mais a Justiça Federal de Curitiba atribuiu responsabilidade criminal ao ex-presidente tendo por base uma acusação que envolve um imóvel do qual ele não é o proprietário, um ‘caixa geral’ e outras narrativas acusatórias referenciadas apenas por delatores generosamente beneficiados.”

“A decisão desconsiderou as provas de inocência apresentadas pela Defesa de Lula nas 1.643 páginas das alegações finais protocoladas há menos de um mês (07/01/2019) – com exaustivo exame dos 101 depoimentos prestados no curso da ação penal, laudos técnicos e documentos anexados aos autos. Chega-se ao ponto de a sentença rebater genericamente a argumentação da defesa de Lula fazendo referência a ‘depoimentos prestados por colaboradores e co-réus Leo Pinheiro e José Adelmário’, como se fossem pessoas diferentes, o que evidencia o distanciamento dos fundamentos apresentados na sentença da realidade”.

“Ainda para evidenciar o absurdo da nova sentença condenatória, registra-se que:

– Lula foi condenado pelo ‘pelo recebimento de R$ 700 mil em vantagens indevidas da Odebrecht’ mesmo a defesa tendo comprovado, por meio de laudo pericial elaborado a partir da análise do próprio sistema de contabilidade paralelo da Odebrecht, que tal valor foi sacado em proveito de um dos principais executivos do grupo Odebrecht (presidente do Conselho de Administração); esse documento técnico (elaborado por auditor e perito com responsabilidade legal sobre o seu conteúdo) e comprovado por documentos do próprio sistema da Odebrecht foi descartado sob o censurável fundamento de que ‘esta é uma análise contratada por parte da ação penal, buscando corroborar a tese defensiva’ – como se toda demonstração técnica apresentada no processo pela defesa não tivesse valor probatório;

– Lula foi condenado pelo crime de corrupção passiva por afirmado ‘recebimento de R$ 170 mil em vantagens indevidas da OAS’ no ano de 2014 quando ele não exercia qualquer função pública e, a despeito do reconhecimento, já exposto, de que não foi identificado pela sentença qualquer ato de ofício praticado pelo ex-presidente em benefício das empreiteiras envolvidas no processo;

– foi aplicada a Lula, uma vez mais, uma pena fora de qualquer parâmetro das penas já aplicadas no âmbito da própria Operação Lava Jato – que segundo julgamento do TRF4 realizado em 2016, não precisa seguir as ‘regras gerais’ – mediante fundamentação retórica e sem a observância dos padrões legalmente estabelecidos.

Em 2016 a defesa demonstrou perante o Comitê de Direitos Humanos da ONU a ocorrência de grosseiras violações às garantais fundamentais, inclusive no tocante à ausência de um julgamento justo, imparcial e independente. O conteúdo da sentença condenatória proferida hoje somente confirma essa situação e por isso será levada ao conhecimento do Comitê, que poderá julgar o comunicado ainda neste ano – e eventualmente auxiliar o país a restabelecer os direitos de Lula”.

Assina a nota o advogado Cristiano Zanin Martins.

Secretário-geral da ONU alerta para ‘onda de racismo’

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GENEBRA, 25 FEV (ANSA) – O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, alertou nesta segunda-feira (25) para a existência de uma “onda de xenofobia, racismo e intolerância” no mundo.

O alarme foi lançado durante seu discurso de abertura no Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, evento que marcou a estreia da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, nos palcos internacionais.

“Precisamos fazer mais para defender os defensores e acabar com as represálias contra aqueles que compartilham histórias sobre direitos humanos”, disse Guterres, lembrando que mais de mil jornalistas e ativistas foram assassinados nos últimos três anos.

Segundo o secretário-geral, o mundo convive hoje com uma “redução do espaço cívico” e vê os direitos humanos “perdendo terreno”.

Damares – Em seu discurso no Conselho, Damares defendeu o direito à vida “desde a concepção” e garantiu que uma das prioridades de sua gestão é o combate ao feminicídio. “Vamos alcançar mulheres muitas vezes invisíveis, que integram povos e comunidades tradicionais, como as indígenas, quilombolas, pescadoras artesanais, as quebradeiras de coco, as ribeirinhas, as ciganas, entre outras”, disse.

A ministra ainda ressaltou que o governo Bolsonaro não agirá contra o “direito constitucional dos povos indígenas” na demarcação de terras, apesar de essa responsabilidade ter sido transferida para o Ministério da Agricultura. (ANSA)

Mais Três Sargentos Venezuelanos Desertam em Pacaraima

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Outros três sargentos venezuelanos desertaram e cruzaram a fronteira para Pacaraima, em Roraima, informou nesta segunda-feira à AFP o coronel Georges Feres Kanaan, membro da Operação Acolhida, que recebe os migrantes venezolanos.

Kanaan disse que os militares cruzaram por estradas alternativas e chegaram no domingo à noite vestidos em trajes civis. Um deles estava em condições de desnutrição, informou outra fonte militar.

A fronteira venezuelana continua fechada desde quinta-feira por decreto do presidente Nicolás Maduro.

Desde então, seis sargentos já deixaram a Venezuela na direção do Brasil. Outros 156 policiais e militares deixaram o país e foram para a Colômbia.

As deserções acontecem após uma frustrada operação internacional de entrega de ajuda humanitária organizada pela oposição política a Maduro.

“Nos quarteis militares, não há comida. Não tem colchões. Nós, sargentos da Guarda Nacional, estamos dormindo no chão”, contou o sargento Carlos Eduardo Zapata, um dos três primeiros a chegar ao Brasil.

A fronteira entre os dois países, tradicionalmente tranquila, viveu horas estressantes no fim de semana com o fechamento decretado por Maduro para impedir a entrada de alimentos e remédios doados pelos Estados Unidos e pelo Brasil.

Manifestantes venezuelanos em território brasileiro jogaram pedras e coquetéis molotov contra integrantes da Guarda Nacional Bolivariana, gerando confrontos rapidamente controlados.

Os militares brasileiros, para diminuir a tensão no local, estabeleceram um cordão de segurança, que foi mantido nesta segunda-feira.

O presidente Jair Bolsonaro se reuniu pela manhã em Brasília com seu ministro da Defesa, Fernando Azevedo, e membros do alto-comando militar.

Essa reunião acontece paralelamente ao Grupo Lima em Bogotá, do qual participam os Estados Unidos e o líder da oposição Juan Guaidó, para definir os passos a serem seguidos na crise venezuelana.

Contratos da Secretaria de Comunicação estão sob avaliação

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Brasília - O secretário nacional de Segurança Pública, general Carlos Alberto Santos Cruz, durante reunião com secretários de Segurança Pública dos estados (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Apesar da ordem de corte de gastos, não houve até agora o detalhamento de quais contratos da área de comunicação do governo serão extintos, mantidos ou alterados. O assunto vem sendo tratado com reserva pelo ministro da Secretaria de Governo, Carlos Alberto dos Santos Cruz, e pelo chefe da Secom, Floriano Barbosa de Amorim. Em todo o Executivo, os acordos com agências de publicidade somam R$ 3,1 bilhões.

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Santos Cruz disse à reportagem, em janeiro, que pretendia rever contratos de R$ 400 milhões apenas na Secom. Na época, ele admitiu preocupação com o marketing do governo, para que ele não se transformasse em uma forma de “expansão de ideologia”.

Os ministérios, empresas e demais órgãos possuem, hoje, negociações independentes para a área de comunicação. Na Secom, dois contratos de comunicação com a TV1 e a AgênciaClick, que incluem produção de vídeos, administração de sites e redes sociais e produção de conteúdo, com valor de R$ 90 milhões, vencem em 6 de março. A continuidade deles é incerta.

Uma das ideias em estudo na Secretaria de Imprensa é acabar com a divisão no atendimento a jornalistas. As áreas de imprensa nacional, regional e internacional seriam unificadas em uma equipe só, reduzida.

Um contrato de R$ 30 milhões para relações públicas com a imprensa internacional, firmado com a empresa CDN, foi encerrado em janeiro.

Na ONU, Damares pede esforço conjunto contra violações na Venezuela

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Ao participar da 40ª reunião do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, apelou hoje (25), em Genebra, que para que a comunidade internacional congregue esforços para pacificar a crise política pela qual passa a Venezuela.

“Não poderia deixar de expressar a preocupação do governo brasileiro com as persistentes e sérias violações de direitos humanos cometidas pelo regime ilegítimo – repito, regime ilegítimo – de Nicolás Maduro”, disse.

A ministra acrescentou que o governo brasileiro está comprometido com as políticas de defesa dos direitos humanos, a democracia e o pleno funcionamento do estado de direito.

“O Brasil uniu-se aos esforços do presidente encarregado, Juan Guaidó, não para intervir, mas para prover imediata ajuda humanitária ao povo venezuelano. O Brasil apela à comunidade internacional à somar-se aos esforços de liberação internacional da Venezuela, reconhecendo o governo legítimo de Guaidó e exigindo o fim da violência das forças do regime contra sua própria população.”

Direito à vida

Segundo Damares, o governo federal irá reguardar o direito à vida. “Defenderemos tenazmente o pleno exercício por todos do direito à vida, desde a concepção, e à segurança da pessoa.”

“Quero assegurar a todos o compromisso inabalável do governo brasileiro com os mais altos padrões de direitos humanos, com a defesa da democracia e com o pleno funcionamento do Estado de Direito”, enfatizou.

Feminicídio

A ministra ressaltou que um dos principais focos da sua gestão será o enfrentamento à violência contra a mulher. “Não pouparemos esforços no enfrentamento da discriminação e da violência contra as mulheres, sobretudo o feminicídio e o assédio sexual.”

“Vamos alcançar, portanto, mulheres, muitas vezes invisíveis, que integram povos e comunidades tradicionais, como as mulheres indígenas, quilombolas, pescadoras artesanais, as quebradeiras de coco, as ribeirinhas, as ciganas, entre outras.”

Demarcação de terras

Outra questão abordada pela ministra foi a mudança no processo de demarcação de terras indígenas, que avaliou como “especialmente positiva”, garantindo que “em nada afetará o direito constitucional dos povos indígenas”.

A nova dinâmica vigora desde o dia 1º de janeiro, data de edição da medida provisória que transferiu para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento a função.

Agenda

De acordo com a assessoria do ministério, além das atividades do conselho, compõem a agenda de Damares Alves encontros com a alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, e o alto comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi.

Também há reuniões com a ministra federal dos Direitos Humanos do Paquistão, Shireen Mazari, o secretário executivo da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), Francisco Ribeiro Telles, a imprensa e representantes de organizações da sociedade civil.

O Brasil completa seu quarto mandato como membro do conselho.

Petrobras Mantém Preço Médio da Gasolina nas Refinarias em R$ 1,6538 para dia 26

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A Petrobras manteve o preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias, válido para a terça-feira, 26, em R$ 1,6538. Além disso, a estatal manteve o preço do diesel, em R$ 2,1224, conforme tabela disponível no site da empresa.

Em dezembro, a Petrobras anunciou um mecanismo de proteção complementar em que ela pode alterar a frequência dos reajustes diários do preço do diesel no mercado interno em momento de elevada volatilidade, podendo mantê-lo estável por curtos períodos de tempo de até sete dias, “conciliando seus interesses empresariais com as demandas de seus clientes e agentes de mercado em geral”.

Já o hedge da gasolina, que passou a ser adotado em setembro, permite à empresa manter os valores estáveis nas refinarias por até 15 dias.

Lady Gaga e Bradley Cooper levam público à loucura com apresentação no Oscar

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Lady Gaga e Bradley Cooper tiveram uma performance e tanto no Oscar 2019, graças à interpretação da música ‘Shallow’, faixa de grande sucesso do filme ‘Nasce Uma Estrela’ e que ganhou o prêmio de ‘Melhor canção original’.

Gaga e Cooper, protagonistas do filme, subiram ao palco para cantar a música, com ela no piano e ele sentado na frente. Já no fim da apresentação, o ator se sentou ao lado da cantora e terminaram de cantar juntinhos, com os rostos colados.

Após a apresentação, o público presente no Dolby Theatre fez questão de aplaudir de pé. Além disso, nas redes sociais, os internautas foram à loucura com a performance. “Surreal de maravilhosos”, afirmou um usuário no Twitter. “Lady Gaga terminou de ganhar o mundo com essa apresentação”, disse outro.

Presidente do Hospital de Amor Busca Parceria Com a Assembleia Legislativa

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Em busca de parceria com a Assembleia Legislativa, o presidente do Hospital de Amor (antigo Hospital de Câncer de Barretos), Henrique Prata, esteve com o presidente da Casa de Leis, Laerte Gomes, em reunião com diretores do hospital, unidade de Porto Velho.

Ao lado da deputada Cássia Muleta (Podemos), Laerte Gomes ouviu Prata explanar sobre o desempenho da instituição que dirige e os resultados do Hospital de Amor de Barretos, um dos maiores centros de referência em oncologia do Brasil e mundialmente conhecido.

Além de Porto Velho, o Hospital de Amor tem unidades em Fernandópolis (SP) Jales (SP), Campinas (SP), Juazeiro (BA), Macapá (AP) e Campo Grande (MS), com vários alojamentos e casas de apoio para pacientes e acompanhantes.

“Quem puder ajudar de um jeito, ajuda, quem puder ajudar de dois jeitos, ajuda também, o que buscamos é apoio para tocar esse barco”, disse Prata que defende uma mudança na política de isenção fiscal, para que haja uma diferenciação no tratamento de instituições que de fato são filantrópicas e de outras que, em sua análise, apenas buscam certificações com o objetivo de ter benefícios tributários.

Após ouvir o empreendedor filantropo, Laerte Gomes disse que irá sugerir aos demais deputados da Assembleia, que na próxima vinda de Henrique Prata a Porto Velho, uma caravana com todos os parlamentares da Casa faça uma visita ao Hospital de Amor da capital.

“Precisamos levar todos os deputados para conhecerem de perto, na vida real mesmo, toda a estrutura que vocês têm e como funciona a gestão do Hospital de Amor. E com isso, buscarmos emendas de cada deputado para colocarmos em prol desse trabalho maravilhoso que o Henrique Prata faz pela nossa população, pelo nosso Estado de Rondônia”, disse o presidente.

“A única coisa que eu quero é essa parceria, essa aliança, porque sozinho a gente não toca um projeto dessa envergadura, com a tecnologia de ponta que mantemos no hospital hoje. Fazer, através do SUS, o que fazemos hoje aqui, nem a medicina privada não dá conta de competir com a gente, em nada, em nenhum serviço”, declarou Henrique Prata.

Laerte explicou que a Assembleia está passando por um período de readequação após a mudança para uma sede nova, segundo o presidente, muito maior estruturalmente e em todos os sentidos.

“Eu não prometo nada que eu não possa cumprir. Esse ano vamos trabalhar com muita transparência e economia para vermos o que é possível fazer para atendermos projetos como o do Hospital de Amor. Acredito que a partir de outubro já podemos conversar. Já somos parceiros e queremos dar continuidade a esse trabalho, porém, no momento certo para podermos, de fato, contribuirmos”, concluiu o presidente.

Acompanharam Henrique Prata o diretor executivo do Hospital de Amor de Porto Velho, Jean Negreiros, a diretora administrativa, Raquel Keller, o advogado Odair Flausino e, a convite do presidente Laerte Gomes, o ex-secretário da Sesau, Carlos Eduardo Maiorquim e a ex-adjunta da pasta, Socorro Rodrigues da Silva.

Texto: Juliana Martins – DECOM/ALE

Fotos: José Hilde – DECOM/ALE

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