Luis Miranda Covaxin voltou ao centro da crise política após o deputado afirmar que o caso envolvendo a compra da vacina indiana poderia revelar problemas maiores no Ministério da Saúde.
Em entrevista, Miranda disse que o contrato de R$ 1,6 bilhão não seria “nada” diante do que poderia surgir se servidores do ministério denunciassem irregularidades de forma anônima.

Luis Miranda Covaxin e a fala sobre R$ 1,6 bilhão
O deputado Luis Miranda afirmou que o escândalo envolvendo a Covaxin poderia ser maior do que o contrato de R$ 1,6 bilhão. Segundo ele, se houvesse um canal anônimo para servidores do Ministério da Saúde denunciarem irregularidades, novas informações poderiam surgir.
Miranda disse que levou ao presidente Jair Bolsonaro suspeitas de irregularidades na compra da vacina indiana e afirmou que a situação teria sido tratada como grave.
Pontos centrais da fala
Valor do contrato citado no caso da Covaxin.
Vacina indiana ligada às suspeitas de irregularidade na compra.
Comissão investigava ações e omissões do governo durante a pandemia.
Deputado diz que levou denúncia ao presidente
Segundo Miranda, ele e o irmão, Luis Ricardo Miranda, servidor do Ministério da Saúde, procuraram Bolsonaro para relatar suspeitas envolvendo a compra da Covaxin.
O parlamentar afirmou que a intenção era preservar dinheiro público e evitar um escândalo. Depois, disse ter se sentido traído pelo governo diante da reação de aliados e de ataques nas redes sociais.
Ricardo Barros foi citado no caso
Na entrevista, Miranda relatou que Bolsonaro teria perguntado se Ricardo Barros, líder do governo na Câmara à época, teria relação com o episódio. Barros negou ligação com o caso.
A menção ao nome do parlamentar ganhou peso político porque a CPI da Covid preparava desdobramentos envolvendo a conduta do governo diante das denúncias.
Vídeo complementar mostra principais momentos
Além da entrevista, o caso também teve repercussão em depoimentos e vídeos com os principais momentos dos irmãos Miranda na CPI da Covid.
Crise ampliou pressão sobre o governo
O caso Luis Miranda Covaxin ampliou a pressão política sobre o governo federal durante a pandemia. A discussão envolveu suspeitas sobre contratos, responsabilidades internas no Ministério da Saúde e possível omissão diante das denúncias.
Miranda afirmou que não queria prejudicar o governo, mas sim alertar para irregularidades. A fala de que o contrato de R$ 1,6 bilhão “não é nada” passou a simbolizar a gravidade atribuída por ele ao caso.
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