O aterro sanitário Ecoparque Porto Velho passa a receber os resíduos sólidos gerados na capital, marcando uma mudança importante na destinação do lixo urbano com o fechamento do lixão da Vila Princesa.
A nova estrutura, instalada no km 16 da BR-319, no sentido Humaitá, começa a operar dentro das exigências da legislação federal e abre uma nova etapa no tratamento de resíduos em Porto Velho.
Nova operação substitui o lixão da Vila Princesa
Segundo a apresentação feita à imprensa, o Ecoparque Porto Velho tem licença para receber até 600 toneladas de resíduos por dia. A expectativa é de que a capital produza cerca de 400 toneladas diárias, volume equivalente a mais de 20 carretas bi-trem.
O encerramento das atividades do lixão da Vila Princesa representa uma mudança estrutural na política de resíduos sólidos do município, com foco em operação regular, controle ambiental e tratamento adequado do material recebido.
Estrutura foi planejada para tratamento e preservação
O projeto do Ecoparque começou em 2019 e ocupa uma área total de 120 hectares, com metade desse espaço destinada à preservação. A estrutura não foi licenciada para resíduos da construção civil, mas para resíduos residenciais, comerciais, varrição, podas e materiais semelhantes.
A empresa também projeta, nos próximos anos, a captação de gás para produção de biogás e metano, com possibilidade futura de geração de energia elétrica.
Até 600 toneladas por dia
Cerca de 400 toneladas diárias
120 hectares
Medidas sociais e reforço à coleta seletiva
Entre as contrapartidas previstas estão apoio direto às famílias de catadores da comunidade Vila Princesa, com benefício temporário, entrega de cesta básica, reforma do barracão da cooperativa e apoio logístico para transporte do material reciclável.
Além disso, a empresa prevê a instalação de 10 Ecopontos para recebimento de recicláveis. O material coletado deverá ser levado à cooperativa de catadores, fortalecendo a coleta seletiva e ampliando o volume disponível para processamento.








