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terça-feira, junho 2, 2026

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População deve ficar alerta contra crime de maus-tratos aos animais

Maus-tratos aos animais em Porto Velho devem ser denunciados imediatamente pela população sempre que houver suspeita ou flagrante de abandono, agressão, negligência ou falta de cuidados básicos. A Prefeitura de Porto Velho orienta que os moradores utilizem os canais oficiais para comunicar esse tipo de crime e ajudar na proteção dos animais.

Além da agressão física, também são considerados maus-tratos situações como falta de abrigo, ausência de água e comida, espaço inadequado, abandono, falta de atendimento veterinário e condições que coloquem o animal em sofrimento. Com medidas simples e atenção aos sinais, a população pode colaborar para combater esse problema.

Maus-tratos aos animais em Porto Velho podem ser denunciados

Em Porto Velho, as denúncias podem ser feitas à Polícia Civil, pelo número 197, à fiscalização da Sema, pelo telefone e WhatsApp (69) 98423-4092, com envio de fotos e vídeos, ou ao Ministério Público, pelo número 0800 647 3700.

A recomendação é que, ao presenciar ou suspeitar de maus-tratos, o cidadão reúna o máximo de informações possíveis, como endereço, ponto de referência, imagens, vídeos e descrição da situação. Esses dados ajudam os órgãos responsáveis a apurar o caso com mais rapidez.

Canais de denúncia em Porto Velho

  • Polícia Civil: ligue 197;
  • Fiscalização da Sema: WhatsApp (69) 98423-4092 para envio de fotos e vídeos;
  • Ministério Público: ligue 0800 647 3700;
  • Em caso urgente: informe endereço, referência e situação observada;
  • Provas ajudam: registros de imagem podem fortalecer a apuração.

O que pode ser considerado maus-tratos

Os maus-tratos aos animais em Porto Velho não se limitam a agressões diretas. Manter um animal sem alimentação adequada, sem água limpa, preso em local insalubre, exposto ao sol ou à chuva, sem abrigo ou sem atendimento veterinário também pode caracterizar situação de sofrimento.

Ambientes pequenos, sem ventilação, com sujeira acumulada ou sem segurança também representam risco ao bem-estar animal. Por isso, a atenção da vizinhança, familiares e pessoas próximas é importante para identificar casos que muitas vezes acontecem dentro de residências, terrenos ou quintais fechados.

Sinais de alerta

Falta de água e comida

Animal sem acesso regular a alimento e água limpa precisa de atenção imediata.

Ambiente inadequado

Espaço sujo, apertado, sem abrigo ou exposto ao clima pode configurar negligência.

Ausência de cuidado

Ferimentos, doenças sem tratamento e abandono devem ser comunicados aos órgãos competentes.

Adoção responsável ajuda a reduzir abandono

Outro fator importante para o bem-estar animal é a adoção em vez da compra. A prática ajuda a reduzir o número de animais abandonados e incentiva uma relação mais consciente entre tutores e pets.

Adoção responsável significa assumir compromisso com alimentação, vacinação, consultas veterinárias, segurança e afeto. Antes de adotar, é essencial avaliar se a família tem tempo, espaço e condições de manter o animal com qualidade de vida.

Cuidados básicos protegem a saúde dos pets

Especialistas recomendam que cães, gatos e outros animais domésticos tenham alimentação balanceada, exercícios regulares, check-ups, vacinação e tratamentos preventivos. Esses cuidados evitam doenças e melhoram a qualidade de vida dos pets.

Também é importante oferecer ambiente seguro, brinquedos e atividades que estimulem a mente dos animais. Além disso, dedicar tempo de qualidade fortalece os laços afetivos e reduz estresse, ansiedade e comportamentos relacionados ao isolamento.

Cuidados que fazem diferença

  • Ofereça alimentação adequada e água limpa todos os dias;
  • Mantenha vacinação e vermifugação em dia;
  • Leve o animal ao veterinário em caso de ferimentos ou sinais de doença;
  • Garanta abrigo contra sol, chuva e frio;
  • Evite deixar o animal preso por longos períodos;
  • Ofereça espaço seguro, higiene e estímulos físicos e mentais.

Legislação prevê punição para maus-tratos

No Brasil, a legislação inclui a Lei nº 9.605/1998, que trata dos crimes ambientais, e a Lei nº 11.794/2008, relacionada ao uso científico de animais. Em Porto Velho, também há normas municipais citadas pela Prefeitura, como a Lei nº 138/2001, artigo 277, e a Lei nº 825/2020.

Essas regras reforçam que a proteção animal é uma responsabilidade coletiva. Quem presencia situações de sofrimento não deve se omitir, pois a denúncia pode interromper o ciclo de violência e garantir atendimento adequado ao animal.

População tem papel essencial na proteção animal

O combate aos maus-tratos aos animais em Porto Velho depende da atuação dos órgãos públicos, mas também da atenção da sociedade. Moradores, vizinhos, protetores independentes e organizações de proteção animal podem ajudar identificando situações de risco e acionando os canais corretos.

O trabalho voluntário em abrigos e iniciativas de proteção também é uma forma eficaz de colaborar. Doações, apoio em feiras de adoção, ajuda com transporte, lar temporário e divulgação de animais disponíveis para adoção fortalecem a rede de cuidado.

Mais informações sobre crimes ambientais podem ser consultadas na Lei nº 9.605/1998, que trata das sanções penais e administrativas derivadas de condutas lesivas ao meio ambiente.

Fonte da notícia:
Prefeitura de Porto Velho

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