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quinta-feira, abril 30, 2026

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Alimentação natural pode proteger o cérebro contra Alzheimer, diz estudo

Alimentação contra Alzheimer pode começar dentro da geladeira, segundo um estudo citado pelo portal Só Notícia Boa. A pesquisa analisou cerca de 92 mil pessoas e apontou que dietas com mais frutas, verduras, hortaliças, grãos e outros alimentos naturais estão associadas a menor risco de Alzheimer e outras demências.

O estudo foi publicado na revista científica Neurology e reforça uma mensagem direta: melhorar a qualidade da alimentação pode ajudar a proteger o cérebro, inclusive em idades mais avançadas. De acordo com a pesquisa, dietas baseadas em plantas reduziram o risco de demência em 12%.

Painel do estudo

Os principais números da pesquisa

92 mil
pessoas avaliadas

O levantamento observou a relação entre qualidade da dieta e risco de demência.

12%
menor risco

Dietas baseadas em plantas foram associadas à redução do risco de demência.

25%
maior risco

Pessoas que pioraram a dieta tiveram aumento no risco de demência.

alimentação contra Alzheimer, segundo o estudo, está ligada principalmente à presença de alimentos naturais no dia a dia.

Alimentação contra Alzheimer começa com escolhas naturais

A alimentação contra Alzheimer, segundo o estudo, está ligada principalmente à presença de alimentos naturais no dia a dia. A lista citada inclui grãos integrais, frutas, verduras, oleaginosas e óleos vegetais naturais. Esses itens aparecem como parte de um padrão alimentar associado à proteção do cérebro.

Imagem em macro de alimentos naturais organizados sobre fundo escuro, com grapefruit em formato de coração, salmão, abacate, frutas vermelhas, brócolis, maçãs, castanhas, sementes e grãos.
Composição em macro destaca alimentos naturais associados a uma dieta de melhor qualidade para a saúde do cérebro.

A pesquisadora Song-Yi Park, autora do estudo e membro do Centro de Câncer da Universidade do Havaí em Manoa, em Honolulu, afirmou que dietas à base de plantas já são reconhecidas por benefícios na redução do risco de doenças como diabetes e hipertensão. No entanto, segundo ela, ainda havia dúvidas sobre o efeito desse tipo de alimentação no risco de Alzheimer e outras demências.

O que colocar no prato

Alimentos citados como melhores escolhas

Grãos integrais
base alimentar

Aparecem na lista de alimentos recomendados pela fonte original.

Frutas e verduras
mais alimentos naturais

O estudo destaca o consumo de frutas, verduras e hortaliças.

Oleaginosas e óleos naturais
gorduras melhores

Também foram citados entre as escolhas alimentares positivas.

Um ponto importante do estudo é que ainda há tempo para mudar a alimentação. Segundo Song-Yi Park, adotar uma dieta à base de plantas mesmo em idade mais avançada, e evitar dietas vegetais de baixa qualidade, esteve associado a menor risco de Alzheimer e outras demências.

A pesquisa também apontou que pessoas que melhoraram a alimentação reduziram o risco de demência em 11%. Já as pessoas que pioraram a dieta tiveram aumento de 25% no risco. Por isso, o estudo chama atenção para a qualidade das escolhas feitas todos os dias.

Idoso segurando bola com ajuda

Ultraprocessados entram no alerta dos cientistas

O estudo também faz um alerta sobre alimentos industrializados. Segundo a fonte original, o consumo frequente de ultraprocessados está cada vez mais ligado ao aumento do risco de declínio cognitivo. A pesquisadora ainda observou que uma alimentação baseada em produtos industrializados pode ser prejudicial mesmo quando esses produtos são considerados “vegetais”.

Mapa do risco

O que evitar para proteger melhor o cérebro

1
Ultraprocessados

A fonte original cita esses produtos como itens a reduzir na rotina.

2
Açúcar, sódio e gorduras ruins

O texto também recomenda diminuir açúcar, sal e priorizar gorduras saudáveis.

Na prática, as atitudes diárias citadas no artigo original são simples: reduzir ultraprocessados, aumentar o consumo de alimentos naturais, diminuir açúcar e sal e priorizar gorduras saudáveis. Essas escolhas, segundo a matéria, ajudam a preservar memória, autonomia e qualidade de vida agora e no futuro.

Assim, a alimentação contra Alzheimer aparece como uma orientação de prevenção baseada em hábitos alimentares melhores. A mensagem central do estudo é que o cérebro continua respondendo às escolhas feitas no dia a dia, inclusive quando a mudança começa mais tarde.

Mensagem final

A mudança alimentar ainda pode fazer diferença

Memória, autonomia e qualidade de vida
efeito destacado pela fonte original

O artigo reforça que decisões alimentares diárias podem ajudar a preservar a memória e a autonomia no presente e no futuro.

O alerta final é direto: não basta apenas dizer que a dieta é vegetal. Para proteger melhor o cérebro, segundo os pesquisadores citados, é necessário escolher alimentos de boa qualidade e evitar dietas baseadas em produtos industrializados. Por isso, a alimentação contra Alzheimer deve priorizar comida natural, variedade e redução de ultraprocessados como parte das escolhas diárias.

Fonte da notícia: Só Notícia Boa

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