Produtos sem registro foram proibidos após uma nova medida de fiscalização da Anvisa. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou a apreensão de itens vendidos de forma irregular, incluindo maquiagem capilar, saneantes à base de álcool e creme para cabelos.
De acordo com a Anvisa, os produtos citados não possuem registro, têm origem não identificada ou estão ligados a empresas sem autorização adequada. Com a decisão, ficam proibidos a comercialização, a distribuição, a fabricação, a propaganda e o uso dos itens listados pela agência.
O alerta é importante para consumidores que compram cosméticos, produtos capilares e saneantes pela internet, em lojas informais ou por canais sem procedência clara. Quando não há registro sanitário, não existe garantia adequada sobre segurança, qualidade, composição e rastreabilidade.
Neste artigo, você vai ver
Produto proibido
O que muda para o consumidor
Apreensão: produtos sem registro foram alvo de medida sanitária.
Proibição: venda, fabricação, divulgação e uso foram vetados.
Alvo: maquiagem capilar, saneantes à base de álcool e creme para cabelos.
Produtos sem registro são alvo de apreensão
Entre os itens citados pela Anvisa está a Sombra disfarça falhas/Maquiagem capilar para retocar raiz, da marca Suake. Segundo a agência, o produto não possui registro e é fabricado por empresa sem autorização de funcionamento.
A medida também alcança os produtos Bottox Amazon Therapy Natuvegan. A Anvisa informou que o produto não tem registro ou notificação e utiliza indevidamente dados cadastrais de outra empresa junto à agência.
Na prática, os produtos sem registro citados não devem ser vendidos, anunciados, distribuídos, fabricados ou usados. A orientação é que o consumidor evite qualquer item sem procedência clara, especialmente quando não há identificação confiável do fabricante.
Atenção imediata
O que não fazer
Não compre: produtos sem rótulo completo ou sem origem confiável.
Não use: itens citados em medidas de apreensão ou proibição.
Não compartilhe propaganda: anúncios de produtos irregulares podem ampliar o risco.
Alerta vale para compras pela internet e lojas informais
O risco dos produtos sem registro é que o consumidor não tem garantia de que a fórmula, a fabricação, a rotulagem e o armazenamento seguem critérios sanitários. Em cosméticos e itens capilares, esse cuidado é ainda mais importante porque o contato ocorre diretamente com a pele, o couro cabeludo e os fios.
Produtos vendidos sem procedência também dificultam a identificação do fabricante em caso de reação adversa, irritação, queimadura, intoxicação ou outro problema. Sem registro, notificação ou origem clara, a fiscalização e a responsabilização ficam mais difíceis.
Por isso, a recomendação é redobrar a atenção antes da compra, principalmente em redes sociais, marketplaces, promoções informais ou pontos de venda que não fornecem dados completos sobre o produto.
Sinais de alerta
Saneantes à base de álcool também entram na medida
A Anvisa informou que a decisão também atinge os saneantes SupperÁlcool 92,8° INPM, SupperÁlcool 70° INPM e SupperÁlcool 46° INPM, apontados como produtos de origem não identificada.
Segundo a agência, a comercialização, a distribuição, a fabricação, a propaganda e o uso desses itens estão proibidos. A empresa detentora do registro da marca informou à Anvisa desconhecer a fabricação desses produtos.
O alerta é relevante porque saneantes são usados em ambientes domésticos, comerciais e de limpeza. Quando não há controle sanitário adequado, podem existir falhas na concentração, na eficácia ou na segurança de uso.
Como se proteger antes de comprar ou usar
A principal orientação é não comprar nem utilizar produtos sem registro ou de origem desconhecida. Caso a pessoa já tenha adquirido algum item suspeito, o ideal é interromper o uso e buscar orientação nos canais oficiais de vigilância sanitária.
Também é importante observar se o produto tem rótulo completo, identificação do fabricante, lote, validade, composição e informações de regularização. Desconfie de preços muito baixos, promessas exageradas ou venda apenas por canais informais.
As informações oficiais sobre a medida podem ser verificadas no portal da Anvisa e no Diário Oficial da União.
Resumo final
A Anvisa determinou a apreensão de produtos sem registro e proibiu venda, fabricação, propaganda e uso dos itens citados. O consumidor deve evitar produtos sem procedência clara ou sem informações confiáveis no rótulo.
Fonte da notícia:
Anvisa — Agência Nacional de Vigilância Sanitária.



