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quinta-feira, julho 2, 2026

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Uso de celular por crianças cai e segurança preocupa famílias em Rondônia

O debate sobre crianças com celular em Rondônia ganhou força com um novo dado nacional do IBGE: pela primeira vez desde o início da série histórica, caiu a proporção de brasileiros de 10 a 13 anos que tinham o próprio aparelho.

Segundo a Agência Brasil, com base no módulo de tecnologia da informação e comunicação da Pnad Contínua, 55,2% das crianças de 10 a 13 anos tinham celular em 2025. O índice representa queda de 1,5 ponto percentual em relação a 2024.

O levantamento não traz recorte específico para Rondônia, mas serve de alerta para famílias em Porto Velho e no interior. O tema envolve segurança digital infantil, privacidade, redes sociais, exposição de imagem e uso consciente da tecnologia.

Na prática, a discussão sobre crianças com celular em Rondônia não deve ser tratada com pânico nem com liberação sem acompanhamento. O ponto central é criar diálogo, regras proporcionais à idade e orientação segura dentro de casa e na escola.

O tema integra a cobertura de Tecnologia, Educação e Direitos Humanos do TVdoPOVO. Veja também notícias de Tecnologia, Educação e Rondônia.

Segurança digital

Resumo para pais e responsáveis

Faixa etária: crianças de 10 a 13 anos.

Dado nacional: 55,2% tinham celular em 2025.

Preocupação: segurança e privacidade passaram a liderar os motivos citados.

Crianças com celular em Rondônia: dado nacional acende alerta

Em 2025, o IBGE identificou que 55,2% dos brasileiros de 10 a 13 anos tinham celular. Foi a primeira queda desde que a pesquisa começou a ser feita, em 2016.

Esse grupo etário foi o único com redução na posse do aparelho. Nas demais faixas de idade, o uso de celular continuou crescendo, e o aparelho segue presente na rotina da maior parte da população.

Para famílias de Rondônia, a leitura correta é de referência nacional. Não é possível afirmar, com base no material analisado, que houve queda específica no estado. Ainda assim, o assunto ajuda pais, mães, responsáveis e escolas a discutirem limites e segurança.

Ponto central

55,2% tinham celular em 2025

Faixa etária: crianças de 10 a 13 anos.

Variação: queda de 1,5 ponto percentual em relação a 2024.

Leitura: foi o único grupo etário com recuo na posse do aparelho.

Segurança e privacidade viram motivo principal

Entre os responsáveis por crianças que não têm celular, a preocupação com privacidade e segurança foi citada por 32%. O índice subiu 7,8 pontos percentuais em relação a 2024 e quase dobrou desde 2022.

Esse dado mostra uma mudança importante. Antes, o preço do aparelho aparecia como principal razão para a criança não ter celular. Agora, a decisão passou a envolver mais fortemente exposição digital, aplicativos, mensagens e redes sociais.

No debate sobre crianças com celular em Rondônia, esse ponto ajuda as famílias a fazerem uma pergunta mais ampla: a criança está preparada para lidar com contatos desconhecidos, privacidade, imagens, grupos e regras de convivência online?

Por que algumas famílias evitam o aparelho

2025: privacidade e segurança foram o motivo mais citado.
Alta: preocupação subiu 7,8 pontos percentuais em relação a 2024.
Mudança: segurança passou de preocupação secundária para principal razão apontada.

Internet, escola e uso consciente do celular

O acesso à internet entre crianças de 10 a 13 anos também teve leve queda, independentemente do aparelho usado, passando de 84,9% para 84,4% no recorte nacional.

O tema ganhou outra camada com a Lei nº 15.100/2025, que trata do uso de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais, inclusive celulares, em escolas públicas e privadas da educação básica.

Para famílias e escolas, o tema não deve ser tratado como guerra contra a tecnologia. O caminho mais equilibrado é construir regras de uso, horários, orientação sobre aplicativos, cuidado com imagens e diálogo sobre redes sociais.

Alerta para famílias e escolas

Sem pânico: tecnologia pode apoiar estudo, comunicação e acesso a serviços.

Combinados: horários, aplicativos, privacidade e redes sociais precisam ser discutidos.

Escola: regras de uso devem proteger aprendizagem, convivência e saúde dos estudantes.

Tecnologia cresce entre idosos e no acesso a serviços

Enquanto houve recuo entre crianças de 10 a 13 anos, a tecnologia avançou entre idosos. Em 2025, 74,5% dos brasileiros com mais de 60 anos usavam internet, alta de 4,4 pontos percentuais em relação a 2024.

A proporção de idosos com celular passou de 78,3% em 2024 para 80,3% em 2025. Na população geral, o uso da internet também cresceu, mostrando que a conexão segue cada vez mais presente na vida cotidiana.

Esse contraste reforça que o debate sobre crianças com celular em Rondônia não é contra a tecnologia. A questão é adequar idade, contexto, supervisão e finalidade de uso.

Tecnologia no cotidiano

Bancos: acesso digital facilita pagamentos e serviços financeiros.

Serviços públicos: internet virou caminho para consultas, cadastros e solicitações.

Compras: mais pessoas usam a rede para comprar ou encomendar produtos.

Como famílias de Rondônia podem tratar o tema

O debate não deve culpabilizar pais, mães, escolas ou estudantes. A tecnologia faz parte da vida social, mas exige orientação, limites claros e cuidado com exposição de imagem, contatos desconhecidos e redes sociais.

Uma forma prática de começar é conversar sobre horários de uso, locais onde o celular pode ser utilizado, tipos de aplicativo permitidos, privacidade em fotos e vídeos, grupos de mensagens e o que fazer diante de conteúdo inadequado.

Como serviço público, o tema crianças com celular em Rondônia precisa ser tratado com equilíbrio: reconhecer os usos positivos da internet e, ao mesmo tempo, orientar crianças e adolescentes sobre segurança digital.

Mais informações podem ser acompanhadas na reportagem da Agência Brasil e nos materiais oficiais do IBGE sobre a Pnad Contínua.

Atenção ao leitor

O levantamento é nacional e não traz recorte específico para Rondônia. A leitura local deve ser de orientação para famílias, escolas e responsáveis sobre segurança digital infantil.

Resumo final

O debate sobre crianças com celular em Rondônia deve envolver privacidade, segurança, rotina escolar, diálogo familiar e uso consciente da tecnologia.

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