A fitoterapia em Ji-Paraná começou a ser implantada na Atenção Primária da rede municipal como estratégia educativa e complementar ao cuidado em saúde. A iniciativa foi iniciada pela Semusa, por meio do Departamento de Atenção Básica, com apoio técnico do Ministério da Saúde.
A proposta não substitui consulta, medicamento ou tratamento prescrito. O objetivo é orientar o uso seguro de plantas medicinais, valorizar saberes populares com base técnica e evitar automedicação ou receitas caseiras sem acompanhamento profissional.
UBS terão rodas de conversa, capacitação e hortas medicinais para orientar a população sem estimular automedicação.
Fitoterapia em Ji-Paraná começa na Atenção Primária
Segundo a Prefeitura, a implantação da fitoterapia integra as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde, conhecidas como PICS, dentro da rede municipal.
Na prática, a fitoterapia em Ji-Paraná deve ser entendida como orientação complementar, educativa e acompanhada por profissionais da Atenção Primária. A comunicação precisa ser simples: planta medicinal também exige cuidado, histórico do paciente e avaliação da equipe de saúde.
A implantação é conduzida pelo Departamento de Atenção Básica da Semusa.
Profissionais foram capacitados pela plataforma AVASUS, vinculada ao Ministério da Saúde.
A Semagri deve apoiar o mapeamento de plantas medicinais existentes no município.
Equipes das UBS participam da primeira etapa
De acordo com o material divulgado, equipes das UBS de Nova Londrina e Nova Colina participaram da primeira reunião. A proposta prevê grupos de fitoterapia, ações educativas, rodas de conversa, orientações sobre uso seguro e hortas medicinais.
A fitoterapia em Ji-Paraná também segue referências do modelo de Farmácia Viva e diretrizes da RENISUS, relação nacional que reúne plantas medicinais de interesse ao SUS. Isso não significa, porém, liberação para uso sem orientação.
Plantas medicinais podem ter contraindicações, interações e riscos. O uso deve ser conversado com a equipe de saúde, especialmente em caso de doença crônica, gravidez ou uso contínuo de remédios.
Uso seguro exige acompanhamento profissional
A orientação central da fitoterapia em Ji-Paraná é evitar automedicação. Não se deve indicar chá, dose, receita caseira ou substituição de remédio sem avaliação profissional.
Para moradores, a chegada da iniciativa deve ser acompanhada como serviço educativo. A porta de entrada é a equipe de saúde, que pode explicar limites, esclarecer dúvidas e avaliar quando a planta medicinal pode ser apenas complemento ao cuidado já indicado.
Troca de tratamento: não abandone medicamento prescrito por conta própria.
Misturas: não combine plantas e remédios sem orientação profissional.
Receitas informais: não trate dica de internet ou de terceiros como prescrição.
O que ainda não foi informado pela Semusa
Até a publicação oficial, não há lista de plantas que serão usadas, calendário de grupos, ampliação para todas as UBS ou confirmação de distribuição de fitoterápicos. Por isso, a fitoterapia em Ji-Paraná deve ser tratada como implantação inicial.
A prefeitura informou a fase de organização, capacitação e construção de estratégias educativas. Isso significa que o morador deve acompanhar os canais oficiais e buscar orientação na unidade antes de usar qualquer planta com finalidade terapêutica.
1. Ainda depende de nova confirmação o calendário de grupos e rodas de conversa.
2. Não foi divulgada lista municipal de plantas medicinais mapeadas.
3. A forma de acesso para moradores de outras unidades ainda precisa ser detalhada.
Educação em saúde deve guiar a nova etapa
Em resumo, a fitoterapia em Ji-Paraná começa como estratégia de educação, orientação e organização dentro da Atenção Primária. O avanço pode aproximar conhecimento popular e base técnica, desde que o uso de plantas medicinais seja seguro e acompanhado.
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A mensagem principal é de cuidado responsável: conversar com a equipe da UBS, evitar automedicação e não abandonar tratamentos médicos por conta própria.



