A Polícia Federal investiga o envio de cerca de 80 quilos de cocaína pelos Correios a partir de Porto Velho para outros estados. A apuração levou à Operação No Way, deflagrada em 7 de outubro, com cumprimento de um mandado de prisão preventiva e três de busca e apreensão na capital rondoniense.
Segundo a PF, a investigação sobre cocaína pelos Correios começou após a interceptação de encomendas postadas em agências da capital. As remessas tinham como destino Ceará, Paraíba e Pernambuco e, somadas, continham aproximadamente 80 quilos da droga.
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Como a investigação começou em Porto Velho
O ponto de partida foi a interceptação de encomendas enviadas a partir de Porto Velho. A PF não informou quantos pacotes foram apreendidos nem em quantas agências houve postagens, mas confirmou que o volume total localizado nessas remessas chegou a cerca de 80 quilos.
O caso de cocaína pelos Correios passou então a ser investigado como tráfico interestadual por via postal. A divulgação oficial não aponta participação dos Correios no esquema; o serviço aparece apenas como meio utilizado nas remessas sob investigação.
Os cerca de 80 quilos correspondem às encomendas interceptadas durante a investigação. A Polícia Federal não afirmou que esse volume foi apreendido durante a operação de 7 de outubro.
Remessas tinham três estados como destino
As encomendas identificadas pela PF seguiam para Ceará, Paraíba e Pernambuco. A corporação não detalhou cidades de destino, destinatários ou frequência dos envios.
Na apuração sobre cocaína pelos Correios, as diligências permitiram identificar etapas atribuídas ao grupo suspeito, entre elas a aquisição da droga, a preparação das embalagens e o encaminhamento dos pacotes às agências postais.
Operação cumpriu prisão preventiva e três buscas
A Operação No Way foi deflagrada em Porto Velho em 7 de outubro. Foram cumpridos um mandado de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão.
Essas medidas fazem parte da investigação de cocaína pelos Correios e não significam, por si só, condenação dos investigados. A Polícia Federal informou que eventual responsabilização dependerá da participação atribuída a cada pessoa.
1 mandado de prisão preventiva e 3 mandados de busca e apreensão cumpridos em Porto Velho.
O que a PF ainda tenta esclarecer
O material apreendido durante a operação será analisado para auxiliar na identificação de outros envolvidos e na apuração da origem da droga. Esses pontos ainda não foram esclarecidos na nota oficial.
Por isso, a investigação sobre cocaína pelos Correios permanece em andamento. A PF também não divulgou, até o momento, a origem exata da cocaína ou a identidade dos investigados.
origem da droga, eventual participação de outras pessoas e a extensão total da estrutura investigada.
O que já está confirmado sobre a rota
Até agora, o que está confirmado é que as postagens ocorreram em agências de Porto Velho, que os destinos incluíam três estados do Nordeste e que as remessas interceptadas somavam cerca de 80 quilos de cocaína.
O caso de cocaína pelos Correios mostra uma rota interestadual investigada a partir de Rondônia, mas ainda há informações pendentes sobre origem da droga, outros possíveis participantes e a extensão total da estrutura suspeita.
As apurações continuam, e novas informações sobre cocaína pelos Correios dependem da análise do material recolhido e de eventuais novas medidas adotadas pela Polícia Federal.
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Polícia Federal — Operação No Way. Informação publicada em 7 de outubro de 2026.




