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quinta-feira, maio 14, 2026

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El Niño pode agravar calor extremo e elevar risco de incêndios em 2026

El Niño em 2026 pode intensificar uma sequência de extremos climáticos já observada nos primeiros meses do ano, com risco maior de ondas de calor, secas, temperaturas recordes e incêndios florestais em escala global. O alerta foi destacado a partir de análise da World Weather Attribution, organização que avalia a relação entre eventos extremos e mudanças climáticas.

Segundo o conteúdo original, o cenário preocupa porque 2026 já apresenta sinais fortes de desequilíbrio climático. As temperaturas da superfície do mar se aproximam de máximas históricas, o gelo marinho do Hemisfério Norte encolheu para níveis muito baixos no período e eventos severos atingem diferentes continentes.

Painel de alerta

2026 já começou sob pressão climática

Os primeiros meses do ano já combinam mar mais quente, gelo em queda, chuvas extremas e risco elevado de incêndios.

2026
Ano em observação

Especialistas já apontam o ano como candidato a registrar calor histórico.

40°C+
Calor extremo

Temperaturas acima desse patamar foram citadas na Austrália, com risco severo de fogo.

46°C
Marca na Índia

O país apareceu entre os exemplos de calor intenso já registrados no ano.

El Niño em 2026 deve pressionar chuvas, secas e calor

O El Niño é associado ao aquecimento das águas no Pacífico tropical oriental e a mudanças na pressão atmosférica. Esse conjunto altera padrões de chuva, seca, ciclones e ondas de calor em várias regiões do planeta. Por isso, a possível intensificação do fenômeno acende um alerta adicional para os próximos meses.

Paisagem seca com sol intenso, solo rachado e fumaça de incêndio ao fundo simboliza calor extremo em 2026.
Cenário de seca, calor intenso e fumaça representa o risco de eventos climáticos extremos com o avanço do El Niño.

De acordo com a matéria original, El Niño em 2026 tende a empurrar as temperaturas médias globais para cima. Esse efeito aumenta a chance de recordes e pode ampliar a severidade de eventos que já estavam em curso antes mesmo da consolidação de um fenômeno forte.

Como funciona

O efeito em cadeia do El Niño

No cenário de El Niño em 2026, a mudança começa no oceano, passa pela atmosfera e chega aos extremos climáticos sentidos em diferentes regiões.

Etapa 1
Oceano mais aquecido

O aumento das temperaturas no Pacífico tropical oriental reorganiza padrões atmosféricos.

Etapa 2
Atmosfera mais instável

As mudanças podem influenciar chuvas, períodos secos, ciclones e ondas de calor.

Etapa 3
Extremos mais severos

Com aquecimento global de longo prazo, um El Niño forte pode ampliar os riscos.

Eventos extremos se espalham por vários continentes

O levantamento citado pela fonte aponta sinais em diferentes regiões. Estados americanos registraram invernos muito quentes, a Groenlândia teve seu janeiro mais quente já medido e a França quebrou recordes mensais de temperatura em fevereiro.

A Espanha enfrentou o início de ano mais chuvoso em quase cinco décadas, depois de ter passado por um período de seca extrema em anos anteriores. No Brasil, estados registraram mês muito chuvoso, com enchentes e deslizamentos. A fonte também cita incêndios florestais extensos em partes da Ásia, África e América do Sul.

Mapa do impacto

O clima extremo aparece em diferentes regiões

A sequência citada na fonte mostra calor, chuva intensa e incêndios distribuídos por vários continentes.

Américas
Calor, chuva e fogo

Invernos quentes nos Estados Unidos, chuvas intensas no Brasil e incêndios na América do Sul.

Europa
Recordes e chuva

França aparece com recordes mensais de temperatura e Espanha com início de ano muito chuvoso.

Ásia e África
Incêndios extensos

A reportagem menciona incêndios florestais em partes dos dois continentes.

El Niño em 2026 amplia preocupação com incêndios florestais

O ponto mais sensível do alerta é o risco de incêndios florestais. A avaliação citada na reportagem afirma que a temporada global de incêndios ainda não chegou ao seu ponto mais quente em muitas regiões, mas o início rápido dos eventos, somado à previsão de El Niño, indica um ano particularmente severo em formação.

O especialista Theodore Keeping, do Imperial College London e integrante da WWA, afirmou que a probabilidade de incêndios extremos prejudiciais pode atingir o maior nível visto na história recente caso um El Niño forte se desenvolva. A fala reforça a preocupação com áreas já afetadas por calor, seca e vegetação mais vulnerável ao fogo.

Risco principal

Por que os incêndios preocupam tanto

A combinação de calor, seca, vegetação vulnerável e possível El Niño forte pode tornar a temporada mais severa.

Calor extremo
Pressão alta

Temperaturas elevadas aumentam a pressão sobre áreas naturais e regiões habitadas.

Seca e vegetação vulnerável
Fator crítico

Condições secas favorecem a propagação rápida do fogo em temporadas severas.

El Niño forte
Pressão adicional

O fenômeno pode elevar médias globais e ampliar extremos em diferentes continentes.

O alerta sobre El Niño em 2026 não aponta apenas para um fenômeno climático isolado. Ele mostra uma combinação de fatores que pode tornar o ano mais difícil em várias regiões, especialmente onde calor, seca e incêndios já aparecem como sinais de risco.

Ao mesmo tempo, a reportagem reforça que muitos eventos recentes estão ligados ao aumento das temperaturas e à perturbação dos sistemas meteorológicos causados pelas mudanças climáticas de origem humana. Assim, o possível fortalecimento do El Niño em 2026 surge como mais uma camada de pressão sobre um cenário climático já sensível.

Fonte da notícia: Olhar Digital

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