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sábado, maio 30, 2026

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Domingos Debarba revela por que Rondônia ainda é terra de oportunidades

Rondônia terra de oportunidades foi a mensagem central defendida pelo empresário Domingos Debarba durante participação no RuralCast, apresentado pelo jornalista Isaías Sena. Em uma conversa voltada ao futuro econômico do estado, ele falou sobre agroindústria, logística, energia solar, turismo, hotelaria, sucessão no campo e os desafios para transformar a produção regional em mais valor agregado.

A entrevista, realizada durante a programação da 13ª Rondônia Rural Show Internacional 2026, colocou em destaque uma visão empresarial sobre o estado. Para Debarba, Rondônia ainda tem muito espaço para crescer, especialmente se conseguir industrializar produtos que hoje saem como matéria-prima, melhorar o escoamento da produção, ampliar segurança jurídica no campo e atrair investidores de fora.

Rondônia terra de oportunidades é tema de entrevista com Domingos Debarba no RuralCast
Domingos Debarba participou do RuralCast e falou sobre agroindústria, logística, energia solar e desenvolvimento econômico.

Rondônia terra de oportunidades para quem quer investir

Logo no início da entrevista, Domingos Debarba afirmou que Rondônia continua sendo um estado novo, em expansão e com espaço para diferentes tipos de negócios. Segundo ele, o estado oferece oportunidades no agro, na pecuária, no comércio, na indústria, nos serviços e também em áreas que ainda precisam ser melhor exploradas.

A fala tem peso porque vem de um empresário com trajetória consolidada em Rondônia. Debarba citou que chegou ao estado ainda na década de 1970, passou por municípios como Cacoal, Vilhena, Pimenta Bueno e Ji-Paraná, trabalhou como empregado e depois montou sua própria empresa. Para ele, a experiência mostra que quem vem disposto a trabalhar encontra espaço para crescer em uma Rondônia terra de oportunidades.

Debarba explica por que Rondônia ainda atrai oportunidades

O trecho destaca a avaliação de Debarba sobre o potencial econômico do estado e o convite a novos investidores.

Pontos centrais da entrevista
O empresário defendeu que Rondônia precisa transformar produção em indústria, reduzir gargalos logísticos e aproveitar melhor energia, turismo e agro.

Agroindústria
foi apontada como caminho para agregar valor à produção regional

BR-364
entrou no debate como gargalo central para transporte e competitividade

Pacífico
foi citado como alternativa estratégica para exportação e integração econômica

Industrialização pode mudar o peso econômico do estado

Um dos pontos mais fortes da entrevista sobre Rondônia terra de oportunidades foi a defesa da industrialização da produção regional. Debarba afirmou que Rondônia produz muito, mas ainda manda grande parte da matéria-prima para outros estados ou países, perdendo a chance de gerar mais empregos, arrecadação e renda local.

Ele citou exemplos como soja, milho, carne, café e cacau. No caso da soja, por exemplo, avaliou que o estado ainda exporta muito grão sem transformar essa produção em óleo ou outros derivados. Com o milho, apontou oportunidades ligadas à produção de ração, sal mineral e até álcool à base do cereal. Na carne, destacou que parte importante ainda sai sem maior processamento.

Industrializar produtos locais é apontado como oportunidade

O vídeo mostra Debarba defendendo que soja, milho, carne, café e cacau podem gerar mais valor dentro de Rondônia.

BR-364 e novas rotas aparecem como desafios logísticos

A logística também ocupou espaço central na conversa sobre Rondônia terra de oportunidades. Para Domingos Debarba, a BR-364 é a espinha dorsal de Rondônia, porque concentra o fluxo de transporte do estado e também atende parte das ligações com Acre e Amazonas. No entanto, ele criticou a forma como a concessão da rodovia foi estruturada e afirmou que o custo do pedágio pesa na competitividade.

Além da BR-364, Debarba defendeu outras alternativas para desafogar o transporte. Ele citou a chamada Rodovia do Boi, com potencial para ligar regiões produtivas ao porto de Porto Velho, e mencionou rotas que podem melhorar a integração com Guajará-Mirim, a ponte binacional e a saída para o Pacífico.

BR-364, Rodovia do Boi e logística entram no debate

O trecho reúne críticas à BR-364 e a defesa de novas rotas para melhorar o escoamento da produção.

Leitura econômica

Oportunidade existe, mas depende de estrutura

Indústria: o estado precisa transformar mais matéria-prima em produtos de maior valor.

Logística: rodovias, porto e saída internacional podem reduzir custos e abrir mercados.

Campo: segurança jurídica e apoio ao produtor são apontados como bases para manter famílias produzindo.

Saída para o Pacífico pode reduzir custos de exportação

Outro tema importante foi a abertura logística para o Pacífico. Debarba afirmou que a ponte binacional em Guajará-Mirim e a ligação com portos do Peru e do Chile podem representar economia significativa para Rondônia, Acre, Mato Grosso e outros estados próximos.

Na avaliação do empresário, essa rota pode melhorar o escoamento da produção e também facilitar a chegada de insumos para setores industriais. Ele citou a relação com a China como parte desse debate, destacando que o interesse internacional em produtos brasileiros pode se conectar a uma necessidade regional de transporte mais rápido e mais barato.

Saída para o Pacífico é vista como rota estratégica

O trecho aborda a ponte binacional, os portos do Pacífico e a possibilidade de reduzir custos logísticos.

Energia solar aparece como alternativa para novos negócios

A energia também entrou no debate porque Rondônia terra de oportunidades depende também de soluções mais baratas e sustentáveis para novos negócios. Debarba avaliou que Rondônia é produtora de energia por causa das usinas no Rio Madeira, mas ainda enfrenta limitações locais. Segundo ele, a energia solar surge como uma alternativa importante para empresas, propriedades e novos empreendimentos.

O empresário afirmou que o estado tem uma vantagem natural: forte incidência de sol durante a maior parte do ano. Para ele, esse cenário torna Rondônia um ambiente favorável para projetos de energia solar e pode ajudar a sustentar novas atividades industriais, agroindustriais e comerciais.

Sol de Rondônia é apontado como vantagem energética

O vídeo mostra a avaliação de Debarba sobre o potencial da energia solar no estado.

Turismo, hotelaria e sucessão no campo também foram citados

Na parte final da entrevista, Domingos Debarba reforçou a ideia de Rondônia terra de oportunidades ao ampliar o olhar para turismo, hotelaria e sucessão no campo. Ele destacou que cidades como Ji-Paraná e Ariquemes ainda sofrem com falta de hotelaria em períodos de grandes eventos, como a Rondônia Rural Show e exposições regionais.

O empresário também apontou o turismo como setor pouco explorado e falou sobre a necessidade de manter o produtor rural no campo com segurança jurídica, documentação e regras ambientais aplicadas com equilíbrio. Para ele, o pequeno produtor movimenta cidades e precisa de condições para continuar produzindo, enquanto novos empreendedores podem encontrar espaço em diferentes áreas.

Hotelaria, turismo e campo entram na lista de oportunidades

O trecho final mostra o empresário falando sobre segurança jurídica, campo, turismo, hotelaria e novas oportunidades.

No fechamento, Debarba reforçou o convite para que pessoas de fora conheçam Rondônia. Segundo ele, o estado ainda carrega a imagem de lugar distante para quem vive em outras regiões, mas, para quem está aqui, há estrutura, trabalho, receptividade e caminhos de crescimento. A mensagem final foi direta: Rondônia terra de oportunidades segue como uma realidade para quem deseja produzir, investir e empreender.

Fonte da notícia:
RuralCast.

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