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domingo, julho 12, 2026

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Alex Guaitolini fala sobre gestão, tecnologia e futuro do agro em RO

O agro de Rondônia, a gestão rural e o futuro da pecuária foram temas centrais do episódio do RuralCast com Alex Guaitolini, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Cacoal e Ministro Andreazza.

Na conversa conduzida por Dhiony Costa e Silva, diretor executivo da APRON, Alex relembra a chegada da família ao estado na década de 1980, fala sobre os desafios dos pioneiros e explica por que associativismo, capacitação, tecnologia e controle de custos são decisivos para o produtor rural.

O episódio mostra que o agro de Rondônia tem força para crescer, mas precisa de entidades organizadas, jovens preparados, gestão eficiente e produtores capazes de tomar decisões com base em informação.

▶️ Ative o som e acompanhe o episódio completo

Alex Guaitolini fala sobre pecuária, gestão de custos, sucessão familiar, tecnologia, associativismo e novos caminhos para o campo rondoniense.

Agro de Rondônia passa pela história dos produtores

Alex Guaitolini conta que chegou a Rondônia ainda criança, acompanhando a família na década de 1980. A entrevista relembra viagens difíceis, estradas de chão, vida na zona rural, escolas do campo e os desafios enfrentados por famílias que vieram construir uma nova realidade no estado.

Essa trajetória ajuda a explicar o vínculo do convidado com a atividade rural. Antes de assumir funções empresariais e sindicais, Alex cresceu em meio ao trabalho no campo, acompanhando a rotina de produtores que enfrentavam limitações de infraestrutura, saúde, transporte e comercialização.

Ao recuperar essa memória, o episódio mostra que o agro de Rondônia não é apenas uma atividade econômica. Ele também carrega histórias familiares, migração, esforço coletivo e adaptação a uma região que passou por profundas transformações.

▶️ Veja o trecho sobre a chegada a Rondônia

Alex relembra a infância no estado, a vida rural e os primeiros desafios enfrentados pela família.

Pontos do episódio
O agro de Rondônia aparece como um setor que precisa unir tradição produtiva, gestão moderna e representação forte.
Entidades
sindicatos e associações ajudam o produtor da porteira para fora
Gestão
conhecer custos e números muda a tomada de decisão
Futuro
tecnologia e sucessão familiar são temas decisivos para o campo

Associativismo transforma demandas individuais em força coletiva

Um dos pontos mais fortes da entrevista é a defesa do associativismo. Alex afirma que o produtor rural costuma estar concentrado na produção, enquanto muitos problemas precisam ser enfrentados fora da porteira, em diálogo com entidades, instituições e poder público.

Na avaliação dele, sindicatos, associações e sistemas organizados permitem somar forças em torno de objetivos comuns. Isso ajuda a defender políticas públicas, melhorar a capacitação e dar mais peso às demandas do setor produtivo.

Para o agro de Rondônia, esse tipo de organização é estratégico. Quanto mais fortes forem as entidades, maior a capacidade de apresentar propostas, cobrar continuidade de projetos e mostrar ao público o que o produtor já faz de positivo.

▶️ Assista ao trecho sobre associativismo rural

Alex explica por que entidades organizadas ajudam o produtor a enfrentar problemas coletivos.

Gestão de custos define margem e competitividade

Ao falar das principais preocupações do setor, Alex aponta a gestão eficiente como uma necessidade urgente. Ele defende que o produtor precisa conhecer os números da propriedade, saber quanto custa produzir e usar essa informação para reduzir gastos ou aumentar a rentabilidade.

A entrevista também destaca a importância da capacitação profissional. Cursos, assistência técnica e orientação ajudam o produtor a tomar decisões mais seguras, especialmente em uma atividade que exige planejamento antecipado.

Para o agro de Rondônia, esse debate é essencial porque propriedades próximas podem ter níveis muito diferentes de produtividade. Quem mede custos, acompanha indicadores e planeja melhor tende a responder com mais rapidez às mudanças do mercado.

▶️ Veja o trecho sobre gestão e custos

Alex fala sobre números da propriedade, custo de produção, decisão com informação e planejamento rural.

Leitura analítica

Produtor que conhece os números decide melhor

Custos: saber quanto custa produzir ajuda a proteger margem e corrigir falhas.

Informação: capacitação e assistência técnica tornam a decisão mais segura.

Mercado: organização e qualidade ajudam Rondônia a disputar novos espaços.

Tecnologia pode aproximar a nova geração do campo

A sucessão familiar também aparece como preocupação central. Alex afirma que o campo precisa criar condições para que os jovens encontrem espaço na atividade rural, especialmente por meio da tecnologia e de soluções que dialoguem com a realidade da nova geração.

Ele cita exemplos como manejo, rastreamento, drones, aplicativos, controle de custos e outras ferramentas que podem melhorar a produção e reduzir despesas. A tecnologia, nesse sentido, não substitui o produtor, mas amplia sua capacidade de gestão.

Para o agro de Rondônia, essa mudança pode ser decisiva. Tornar a atividade mais moderna, atrativa e organizada ajuda a manter jovens no campo e prepara as propriedades para os próximos anos.

▶️ Assista ao trecho sobre juventude e tecnologia

Alex comenta o espaço dos jovens no agro e como a tecnologia pode melhorar a atividade rural.

Futuro do agro passa por união, mercado e continuidade

Ao projetar os próximos anos, Alex se mostra otimista com Rondônia. Ele afirma que o estado tem potencial produtivo, aceita inovação e pode avançar tanto na produção quanto na organização do setor.

O convidado compara o caminho da pecuária ao avanço do café rondoniense, que ganhou reconhecimento pela qualidade e pela capacidade de superar barreiras de mercado. Para ele, a pecuária ainda tem muito espaço para evoluir e pode aprender com esse movimento.

O RuralCast com Alex Guaitolini reforça que o agro de Rondônia depende de união, gestão, tecnologia, capacitação e representação forte para crescer com mais competitividade.

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