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terça-feira, agosto 4, 2026

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PF encontra R$ 2 milhões em veículo após saque em Porto Velho

A Polícia Federal apreendeu R$ 2 milhões em espécie durante uma ação realizada em Porto Velho. O dinheiro estava dentro de um veículo abordado na segunda-feira, 3 de agosto, pouco depois de ter sido retirado de uma agência bancária.

Segundo o comunicado oficial, a abordagem ocorreu depois de trabalho de inteligência e contou com apoio técnico da Controladoria-Geral da União. A origem, o destino e a justificativa apresentada para o transporte dos recursos ainda serão analisados.

Dinheiro sob investigação
Neste artigo, você vai ver
Como ocorreu a abordagem do veículo depois do saque bancário.
O que foi confirmado sobre o transporte do dinheiro.
Qual explicação foi apresentada para o pagamento em espécie.
Quais informações ainda não foram divulgadas pela investigação.

R$ 2 milhões foram encontrados depois de saque

A abordagem ocorreu logo após a retirada dos valores em uma agência bancária da capital. O dinheiro foi localizado no interior do automóvel, mas a PF não informou qual banco realizou a operação, quem era o proprietário do veículo ou quem havia autorizado o saque.

O apoio técnico da CGU não permite concluir que os recursos sejam públicos ou estejam ligados a contrato governamental. A participação do órgão deve ser apresentada apenas como colaboração técnica na apuração divulgada pela Polícia Federal.

Dados confirmados

Valor: R$ 2 milhões em espécie.

Data: 3 de agosto de 2026.

Local: Porto Velho.

Apoio técnico: Controladoria-Geral da União.

Veículo era acompanhado por seguranças armados

De acordo com a Polícia Federal, o veículo que transportava os R$ 2 milhões era acompanhado por seguranças armados. Eles deixaram o local durante a abordagem e foram encontrados posteriormente durante as diligências realizadas pelas equipes.

O comunicado não informa prisão, condução para depoimento ou apreensão das armas mencionadas. A presença da escolta também não comprova confronto, tentativa de ataque, associação criminosa ou responsabilidade penal de qualquer pessoa.

R$ 2 milhões são fotografados e catalogados em embalagens de evidência durante investigação da Polícia Federal.
Volumes de dinheiro foram separados, fotografados e registrados para análise no procedimento investigativo.

A imagem panorâmica mostra o processo de catalogação dos valores. Os pacotes aparecem em embalagens de evidência enquanto profissionais realizam registros fotográficos e anotações relacionadas ao material recolhido.

Esse procedimento permite preservar a identificação, a quantidade e a movimentação dos volumes durante a investigação. Documentos e registros financeiros também poderão ser confrontados com a justificativa apresentada para o saque.

Investigação em andamento
O que será apurado sobre o dinheiro
Origem: de onde vieram os recursos retirados da agência bancária.
Destino: para onde o dinheiro seria levado depois do saque.
Justificativa: relação entre o pagamento declarado e o fornecedor citado.
Participação: atuação individual das pessoas relacionadas ao transporte.

Explicação apresentada para o pagamento será analisada

A justificativa declarada para o transporte dos R$ 2 milhões mencionava o pagamento de um fornecedor ligado a uma obra em outro município. Segundo a PF, a explicação era incompatível com o local onde os valores estavam sendo retirados, distante da obra alegada.

A corporação não identificou o fornecedor, a empresa, o município ou o tipo de obra. Também não informou se o serviço era público ou privado. Portanto, não há base para atribuir o dinheiro a prefeitura, governo, campanha eleitoral, corrupção ou desvio de recursos públicos.

Informações preservadas
O que ainda não foi divulgado
Nomes das pessoas investigadas, da empresa ou do fornecedor.
Banco, agência e origem bancária dos recursos.
Município, fornecedor e natureza pública ou privada da obra.
Eventuais prisões, apreensão de armas ou número do inquérito.

Apreensão não representa condenação

A apreensão dos valores não significa que as pessoas relacionadas ao caso tenham sido condenadas. A Polícia Federal informou que os investigados poderão responder por lavagem de capitais conforme a participação individual, além de outros delitos eventualmente identificados durante a apuração.

A existência do dinheiro em espécie, isoladamente, também não comprova a origem criminosa. A investigação deverá reunir movimentações financeiras, documentos, depoimentos e outros elementos capazes de esclarecer a retirada e o transporte dos recursos.

Origem e destino dos recursos seguem sob investigação

Novas conclusões dependerão de informações oficiais sobre indiciamentos, decisões judiciais, empresa envolvida, origem financeira ou natureza da obra. Até o momento, os fatos confirmados são a abordagem do veículo, a apreensão dos R$ 2 milhões e a abertura da investigação.

O caso deve continuar sendo acompanhado sem exposição antecipada das pessoas citadas e sem associação a autoridades, empresas ou órgãos que não tenham sido formalmente identificados pela Polícia Federal.

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