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terça-feira, setembro 8, 2026

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Família Acolhedora terá quatro noites de capacitação em Porto Velho

A capacitação Família Acolhedora ocorre de 8 a 11 de setembro, sempre às 19h, no auditório do Sest/Senat, em Porto Velho. A programação reúne famílias acolhedoras, profissionais da rede de proteção e pessoas interessadas em conhecer melhor como funciona o acolhimento familiar temporário.

Os encontros abordam aspectos históricos, sociais, psicológicos e jurídicos do serviço, além de vínculos, desenvolvimento de crianças e adolescentes, trauma e responsabilidades das famílias. Participar ou demonstrar interesse, porém, não significa habilitação automática nem ingresso imediato em uma família acolhedora.

Capacitação Família Acolhedora segue até o dia 11

A programação está prevista para quatro noites consecutivas, de 8 a 11 de setembro, com início às 19h. O local informado é o auditório do Sest/Senat, na Rua da Beira, nº 6.290, bairro do Roque, em Porto Velho.

Informações adicionais podem ser buscadas pelo telefone (69) 98473-6021. A capacitação Família Acolhedora em andamento deve ser tratada como formação e orientação, sem promessa de vaga imediata para quem fizer contato durante esta semana.

Serviço
DATAS: 8 a 11 de setembro de 2026
HORÁRIO: 19h
LOCAL: auditório do Sest/Senat
INFORMAÇÕES: (69) 98473-6021

Formação aborda vínculos, trauma e responsabilidades

Entre os temas previstos estão desenvolvimento infantojuvenil, construção de vínculos, efeitos de situações traumáticas, responsabilidades das famílias e funcionamento da rede de proteção. A programação também inclui relatos de experiências de pessoas que já participam do serviço.

A formação também aproxima famílias e profissionais que atuam em áreas diferentes da proteção social. Esse contato ajuda a esclarecer fluxos de atendimento, responsabilidades da equipe técnica e cuidados necessários para preservar vínculos, rotina, escolarização e acompanhamento de saúde durante o período de acolhimento.

A proposta da capacitação Família Acolhedora é preparar os participantes para compreender o caráter temporário do acolhimento, as responsabilidades assumidas pela família e o papel dos profissionais que acompanham cada caso.

Participantes acompanham capacitação Família Acolhedora em roda de conversa institucional em Porto Velho
Imagem editorial representa atividade de formação com adultos em ambiente institucional.

Cadastro não garante habilitação automática

Quem demonstra interesse pelo serviço pode passar por etapas como cadastro, entrevistas, visitas e avaliação psicossocial. A sequência depende dos procedimentos adotados pela equipe responsável e não deve ser reduzida a uma simples inscrição.

Mesmo depois da habilitação, o acolhimento não acontece automaticamente. A capacitação Família Acolhedora integra um processo maior, e eventual encaminhamento de criança ou adolescente depende da necessidade identificada pela rede de proteção e de decisão judicial.

Inscrição não é vaga garantida
Não há, nas informações reunidas para esta matéria, prazo final confirmado de inscrição para esta turma nem número oficial de vagas. Por isso, não é correto anunciar “últimas vagas” ou afirmar que quem se cadastrar agora entrará imediatamente na formação em andamento.

Família Acolhedora não é adoção

O acolhimento familiar tem caráter temporário e busca oferecer cuidado em ambiente familiar enquanto a situação da criança ou do adolescente é acompanhada pela rede de proteção e pelo Judiciário. Adoção segue procedimento próprio e tem natureza permanente.

Essa diferença é central na capacitação Família Acolhedora. As famílias participantes precisam compreender que acolher significa proteger temporariamente, dentro das condições e responsabilidades definidas para o serviço, sem criar expectativa automática de adoção.

A Prefeitura de Porto Velho publicou as informações sobre a programação por meio da Agência de Notícias municipal. Quem precisa confirmar detalhes da atividade pode usar os canais divulgados pela Semias.

A capacitação Família Acolhedora também ajuda a alinhar expectativas sobre o papel das famílias e os limites do acolhimento temporário.

A capacitação Família Acolhedora continua até o dia 11 e deve ser entendida como formação para adultos interessados ou já envolvidos com o acolhimento familiar, e não como processo de adoção ou entrega imediata de crianças.

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