A capacitação Família Acolhedora ocorre de 8 a 11 de setembro, sempre às 19h, no auditório do Sest/Senat, em Porto Velho. A programação reúne famílias acolhedoras, profissionais da rede de proteção e pessoas interessadas em conhecer melhor como funciona o acolhimento familiar temporário.
Os encontros abordam aspectos históricos, sociais, psicológicos e jurídicos do serviço, além de vínculos, desenvolvimento de crianças e adolescentes, trauma e responsabilidades das famílias. Participar ou demonstrar interesse, porém, não significa habilitação automática nem ingresso imediato em uma família acolhedora.
Capacitação Família Acolhedora segue até o dia 11
A programação está prevista para quatro noites consecutivas, de 8 a 11 de setembro, com início às 19h. O local informado é o auditório do Sest/Senat, na Rua da Beira, nº 6.290, bairro do Roque, em Porto Velho.
Informações adicionais podem ser buscadas pelo telefone (69) 98473-6021. A capacitação Família Acolhedora em andamento deve ser tratada como formação e orientação, sem promessa de vaga imediata para quem fizer contato durante esta semana.
Formação aborda vínculos, trauma e responsabilidades
Entre os temas previstos estão desenvolvimento infantojuvenil, construção de vínculos, efeitos de situações traumáticas, responsabilidades das famílias e funcionamento da rede de proteção. A programação também inclui relatos de experiências de pessoas que já participam do serviço.
A formação também aproxima famílias e profissionais que atuam em áreas diferentes da proteção social. Esse contato ajuda a esclarecer fluxos de atendimento, responsabilidades da equipe técnica e cuidados necessários para preservar vínculos, rotina, escolarização e acompanhamento de saúde durante o período de acolhimento.
A proposta da capacitação Família Acolhedora é preparar os participantes para compreender o caráter temporário do acolhimento, as responsabilidades assumidas pela família e o papel dos profissionais que acompanham cada caso.
Cadastro não garante habilitação automática
Quem demonstra interesse pelo serviço pode passar por etapas como cadastro, entrevistas, visitas e avaliação psicossocial. A sequência depende dos procedimentos adotados pela equipe responsável e não deve ser reduzida a uma simples inscrição.
Mesmo depois da habilitação, o acolhimento não acontece automaticamente. A capacitação Família Acolhedora integra um processo maior, e eventual encaminhamento de criança ou adolescente depende da necessidade identificada pela rede de proteção e de decisão judicial.
Família Acolhedora não é adoção
O acolhimento familiar tem caráter temporário e busca oferecer cuidado em ambiente familiar enquanto a situação da criança ou do adolescente é acompanhada pela rede de proteção e pelo Judiciário. Adoção segue procedimento próprio e tem natureza permanente.
Essa diferença é central na capacitação Família Acolhedora. As famílias participantes precisam compreender que acolher significa proteger temporariamente, dentro das condições e responsabilidades definidas para o serviço, sem criar expectativa automática de adoção.
A Prefeitura de Porto Velho publicou as informações sobre a programação por meio da Agência de Notícias municipal. Quem precisa confirmar detalhes da atividade pode usar os canais divulgados pela Semias.
A capacitação Família Acolhedora também ajuda a alinhar expectativas sobre o papel das famílias e os limites do acolhimento temporário.
A capacitação Família Acolhedora continua até o dia 11 e deve ser entendida como formação para adultos interessados ou já envolvidos com o acolhimento familiar, e não como processo de adoção ou entrega imediata de crianças.






