A Operação Fornalha, realizada pela Polícia Federal e pelo Ibama nos dias 24 e 25 de setembro, atingiu estruturas usadas em garimpo ilegal nas terras indígenas Sete de Setembro, Zoró e Roosevelt, entre Rondônia e Mato Grosso. A fiscalização inutilizou máquinas, dragas, motores e acampamentos usados na atividade.
Segundo a Polícia Federal, foram inutilizadas duas escavadeiras hidráulicas, quatro dragas, cinco motores e dois acampamentos. Também foram apreendidos mercúrio, uma espingarda e celulares. A fonte oficial não informa qual minério era explorado e não registra prisões ou identificação dos responsáveis.
Operação Fornalha alcançou três terras indígenas
A ação ocorreu nas terras indígenas Sete de Setembro, Zoró e Roosevelt, em uma faixa territorial entre Rondônia e Mato Grosso. A Operação Fornalha foi descrita pela PF como uma ação conjunta com o Ibama contra estruturas relacionadas ao garimpo ilegal nessas áreas.
O material oficial não detalha coordenadas, pontos exatos da fiscalização ou localização individual de cada equipamento. Por segurança e precisão, a notícia mantém apenas as áreas expressamente identificadas pela Polícia Federal.
Escavadeiras, dragas, motores e acampamentos foram inutilizados
O balanço da Operação Fornalha registra duas escavadeiras hidráulicas, quatro dragas, cinco motores e dois acampamentos inutilizados. Os equipamentos e estruturas foram associados pela fiscalização ao funcionamento do garimpo ilegal.
A inutilização impede que os bens sejam apresentados como simples apreensão disponível para retirada posterior. O comunicado da PF usa especificamente o termo “inutilizados” para as máquinas, dragas, motores e acampamentos atingidos pela operação.
Mercúrio, espingarda e celulares foram apreendidos
Além dos equipamentos inutilizados, a Polícia Federal informou a apreensão de mercúrio, uma espingarda e aparelhos celulares. O comunicado não informa quantidades ou peso do mercúrio, nem detalha o número de celulares recolhidos.
A presença de mercúrio no balanço integra o registro da Operação Fornalha, mas a fonte não identifica o tipo de minério explorado. Por isso, não há base documental para afirmar que a atividade estivesse voltada especificamente à extração de ouro.
PF estima prejuízo superior a R$ 2 milhões aos responsáveis
A PF atribui à ação um prejuízo superior a R$ 2 milhões para os responsáveis pela atividade ilegal. Esse valor se refere a uma estimativa de perdas decorrentes da inutilização de bens e estruturas ligadas ao garimpo.
O montante citado no balanço da Operação Fornalha não deve ser apresentado como dinheiro apreendido, recuperado ou pago em multa. A fonte oficial fala em prejuízo estimado, sem indicar depósito, bloqueio ou recolhimento financeiro nesse valor.
Comunicado não informa prisões nem tipo de minério
A fonte consultada não informa prisão, detenção, nomes ou identificação dos responsáveis pelas estruturas encontradas. Também não informa se houve indiciamentos imediatos ou outras medidas individuais durante os dois dias de fiscalização.
O mesmo limite vale para o minério. Embora a Operação Fornalha tenha ocorrido contra garimpo ilegal e tenha localizado mercúrio, o comunicado não diz qual substância mineral era extraída. Qualquer especificação além disso extrapolaria o material oficial.
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Fonte e estágio da informação: o balanço da Operação Fornalha corresponde à ação realizada nos dias 24 e 25 de setembro de 2026 e preserva os limites do comunicado oficial sobre minério, prisões e identificação de responsáveis.





