A vacina injetável contra poliomielite passou a substituir a tradicional gotinha no processo de atualização do esquema vacinal no Brasil. A mudança foi adotada para ampliar a proteção da população e reforçar a segurança da imunização contra uma doença que marcou a história da saúde pública no país.
Mesmo com o fim gradual da vacina oral, o Zé Gotinha segue como símbolo das campanhas de vacinação. A estratégia mantém a comunicação com pais, responsáveis e crianças, enquanto o país avança para um modelo baseado na vacina inativada poliomielite (VIP), aplicada por via intramuscular.
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Mudança busca ampliar a proteção
A substituição da vacina oral pela versão injetável foi definida pelo Ministério da Saúde com base em recomendações técnicas que apontam maior segurança e eficiência no esquema vacinal. A atualização começou a ser anunciada em 2023 e entrou em nova fase em 2024, com a retirada progressiva da gotinha e adoção do esquema com VIP.
No novo modelo, o esquema vacinal passou a contar com doses aos 2, 4 e 6 meses, além de um reforço aos 15 meses. A mudança não elimina o valor histórico da vacina oral, que teve papel decisivo na eliminação da poliomielite no Brasil, mas marca uma nova etapa da proteção infantil.
Zé Gotinha continua nas campanhas
Apesar do fim gradual da gotinha, o Zé Gotinha seguirá presente nas ações de vacinação, mantendo seu papel histórico na sensibilização da população. O personagem continua sendo um dos símbolos mais fortes das campanhas de imunização no Brasil.
A troca do imunizante não reduz a importância da vacinação. Pelo contrário: o objetivo é fortalecer a proteção das crianças e manter o país vigilante contra o risco de reintrodução da poliomielite.
Fonte da notícia: Ministério da Saúde, com atualização oficial sobre a substituição da vacina oral poliomielite pela vacina inativada poliomielite no Brasil.


