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segunda-feira, abril 20, 2026

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Fim da gotinha: vacina injetável substitui a oral para poliomielite

A vacina injetável contra poliomielite passou a substituir a tradicional gotinha no processo de atualização do esquema vacinal no Brasil. A mudança foi adotada para ampliar a proteção da população e reforçar a segurança da imunização contra uma doença que marcou a história da saúde pública no país.

Mesmo com o fim gradual da vacina oral, o Zé Gotinha segue como símbolo das campanhas de vacinação. A estratégia mantém a comunicação com pais, responsáveis e crianças, enquanto o país avança para um modelo baseado na vacina inativada poliomielite (VIP), aplicada por via intramuscular.

▶ Ative o som e assista: o vídeo explica por que a vacina injetável contra poliomielite vai substituir a gotinha e o que muda na proteção das crianças.

Mudança busca ampliar a proteção

A substituição da vacina oral pela versão injetável foi definida pelo Ministério da Saúde com base em recomendações técnicas que apontam maior segurança e eficiência no esquema vacinal. A atualização começou a ser anunciada em 2023 e entrou em nova fase em 2024, com a retirada progressiva da gotinha e adoção do esquema com VIP.

No novo modelo, o esquema vacinal passou a contar com doses aos 2, 4 e 6 meses, além de um reforço aos 15 meses. A mudança não elimina o valor histórico da vacina oral, que teve papel decisivo na eliminação da poliomielite no Brasil, mas marca uma nova etapa da proteção infantil.

Mudança
VIP
A vacina injetável passa a ocupar o lugar da gotinha no esquema atualizado.
Esquema
2, 4 e 6
As doses básicas são aplicadas aos 2, 4 e 6 meses de idade.
Reforço
15 meses
O novo reforço passou a ser feito com a própria VIP.

Zé Gotinha continua nas campanhas

Apesar do fim gradual da gotinha, o Zé Gotinha seguirá presente nas ações de vacinação, mantendo seu papel histórico na sensibilização da população. O personagem continua sendo um dos símbolos mais fortes das campanhas de imunização no Brasil.

A troca do imunizante não reduz a importância da vacinação. Pelo contrário: o objetivo é fortalecer a proteção das crianças e manter o país vigilante contra o risco de reintrodução da poliomielite.

Fonte da notícia: Ministério da Saúde, com atualização oficial sobre a substituição da vacina oral poliomielite pela vacina inativada poliomielite no Brasil.

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