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terça-feira, abril 28, 2026
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Senadora quer CPI para investigar planos de saúde

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Senadora Soraya Thronicke defende no plenário a criação da CPI dos planos de saúde para investigar abusos e prejuízos ao SUS.
Soraya Thronicke propôs a criação da CPI dos planos de saúde para apurar cancelamentos de contratos, negativas de cobertura e dívidas com o SUS.

A senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) apresentou um pedido para criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). O objetivo é investigar abusos praticados por planos de saúde em todo o país. O requerimento, protocolado nesta quarta-feira (15), já conta com dez assinaturas de apoio no Senado.

Segundo a parlamentar, a investigação deve apurar cancelamentos de contratos durante tratamentos, negativas de cobertura e dívidas das operadoras com o Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, ela afirmou que recebeu centenas de relatos de consumidores que pagam caro pelos planos, mas acabam sem atendimento quando precisam.

“Ouvi histórias de pessoas em todo o país. Elas pagam o plano, mas não recebem assistência. Isso é injusto e desumano”, disse Soraya no plenário.

Recusas de cobertura ampliam pressão sobre o SUS

Soraya ressaltou que a recusa de cobertura aumenta a demanda no sistema público e gera altos custos ao governo federal. Entre 2000 e 2024, mais de 9 milhões de beneficiários de planos privados recorreram ao SUS, o que gerou despesas superiores a R$ 16 bilhões.

Por outro lado, as operadoras reembolsaram apenas R$ 6,78 bilhões, o que deixou um prejuízo de quase R$ 10 bilhões. Para a senadora, essa diferença mostra que as empresas descumprem suas obrigações contratuais e transferem responsabilidades para o Estado.

Ela também destacou os custos com tratamentos de diálise, que chegaram a 2,6 milhões de sessões realizadas pelo SUS para pacientes com planos privados. Esses procedimentos custaram mais de R$ 2 bilhões aos cofres públicos, reforçando, portanto, a sobrecarga financeira do sistema.

“As operadoras negam cobertura, excluem pacientes e empurram a conta para o SUS”, criticou Soraya.

CPI busca transparência e proteção ao consumidor

De acordo com a senadora, a CPI deve garantir transparência na atuação das operadoras e melhorar a proteção dos beneficiários. Caso o Senado aprove o pedido, os parlamentares vão investigar cláusulas abusivas, negações de atendimento e inadimplência das empresas com o SUS.

O requerimento surge justamente em um momento de aumento nas denúncias de cancelamentos unilaterais e atrasos de reembolso. Diante desse cenário, Soraya acredita que a CPI pode responsabilizar as operadoras e evitar novos prejuízos à saúde pública.

Fonte: Agência Senado

Pesquisadores criam papel biodegradável brasileiro inovador

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Papel biodegradável desenvolvido no Brasil a partir de bagaço de cana e látex natural, apresentado como alternativa sustentável ao plástico.
Pesquisadores do CNPEM desenvolveram um papel biodegradável feito de bagaço de cana e látex natural, capaz de substituir o plástico em embalagens.

Inovação verde desenvolvida no CNPEM

Pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) desenvolveram um papel biodegradável de origem vegetal capaz de substituir plásticos em embalagens de alimentos e cosméticos. O material é resultado de anos de pesquisa e une sustentabilidade, resistência e eficiência. Assim, o projeto abre caminho para reduzir a dependência de plásticos descartáveis no país.

A tecnologia usa a interação eletrostática entre nanocelulose — extraída do bagaço de cana-de-açúcar — e o látex natural da seringueira. Essa combinação forma um revestimento em múltiplas camadas, criando um papel impermeável, antibacteriano e reciclável, sem adição de flúor ou compostos tóxicos.

Resultados que impressionam

Os testes realizados no Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano/CNPEM), em parceria com a Unicamp e a UFABC, apresentaram resultados expressivos. O novo material reduz em até 20 vezes a passagem de vapor de água, o que prolonga a vida útil dos alimentos. Além disso, a permeabilidade ao oxigênio caiu 4 mil vezes, evitando oxidação e perda de qualidade.

Outro destaque é a alta resistência a óleos e gorduras, além da ação antibacteriana comprovada. Após contato direto, o papel eliminou mais de 99% das bactérias E. coli, tornando-se uma opção segura e higiênica para embalagens.

Sustentabilidade e retorno à cadeia produtiva

O novo papel também pode retornar à cadeia produtiva sem perder suas propriedades. Por isso, ele representa uma solução circular e ambientalmente responsável. O projeto teve apoio da Fapesp e do CNPq e já conta com pedido de patente.

De acordo com Juliana Bernardes, pesquisadora do LNNano/CNPEM, a meta era oferecer uma alternativa prática e segura.

“Nosso objetivo foi criar uma opção viável para reduzir o uso de plásticos descartáveis. O resultado é um papel funcional, sustentável e seguro para o mercado de embalagens”, afirmou.

Brasil na vanguarda da inovação

Com essa descoberta, o Brasil reforça sua posição entre os países que investem em soluções sustentáveis e de alto impacto. O avanço do CNPEM mostra que a biotecnologia brasileira tem potencial global, especialmente quando aplicada à economia circular.

Assim, o papel biodegradável brasileiro surge como símbolo de inovação verde e orgulho nacional. Ele alia pesquisa científica, tecnologia limpa e compromisso ambiental — uma combinação que pode transformar o mercado e inspirar novos projetos.

Fonte: Istoé Dinheiro

Mamãe Cheguei garante conforto e segurança a recém-nascidos

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Gestante observa o kit Mamãe Cheguei com enxoval e balões durante entrega do Governo de Rondônia
O novo kit Mamãe Cheguei, do Governo de Rondônia, inclui berço portátil e 20 itens para garantir conforto aos recém-nascidos de famílias vulneráveis.

O Governo de Rondônia reforça o cuidado com a primeira infância ao lançar o novo kit do programa Mamãe Cheguei, que agora inclui um berço portátil com mosquiteiro. A novidade amplia o conforto e a segurança dos recém-nascidos em todo o Estado. A entrega simbólica aconteceu nesta quarta-feira (15), no Palácio Rio Madeira, em Porto Velho, durante uma cerimônia conduzida pelo governador Marcos Rocha e pela secretária da Seas, Luana Rocha.

Desde 2020, o programa já beneficiou mais de 22,7 mil famílias em vulnerabilidade social. Agora, além de incluir o novo item, o Governo facilita o acesso ao benefício. Isso porque as gestantes inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) podem realizar autoinscrição online no site rondoniasocial.ro.gov.br/mamaecheguei, sem a necessidade de comparecer pessoalmente ao Cras.
Com essa mudança, o processo ficou mais simples, rápido e acessível.

Mães comemoram o novo kit

Ao receber o kit pela segunda vez, Jaqueline elogiou o berço e a nova banheira

Durante o evento, 60 gestantes receberam o enxoval completo, composto por 20 itens essenciais para o bebê. Entre as contempladas estava Ana Cristina, de 23 anos, que se emocionou ao ouvir a notícia.

“Tenho orado muito a Deus. Tudo o que consegui para minha filha veio de doações, e esse berço só reforça minha gratidão”, declarou, entre lágrimas e sorrisos.

Além disso, Ana Gabriela, grávida de gêmeos, destacou a importância do programa.

“Com dois bebês chegando, cada item faz diferença. Esse kit ajuda muito e representa um grande apoio para as famílias”, afirmou com alívio.

Esses depoimentos refletem o impacto social e emocional da iniciativa, que vai além da entrega de produtos e se torna uma ação de acolhimento e esperança.

Mais segurança e cuidado para os bebês

Durante a cerimônia, o governador Marcos Rocha explicou que o berço portátil tem papel importante na prevenção de acidentes domésticos.

“Muitos pais acabam dividindo a cama com o recém-nascido, o que não é seguro. O berço garante conforto e proteção às crianças”, ressaltou.

Em seguida, a secretária Luana Rocha reforçou que o Mamãe Cheguei é um programa em constante evolução.

“A primeira inovação foi a fralda ecológica. Agora, o berço portátil reafirma nosso compromisso com a primeira infância e com o cuidado das mães”, afirmou.

Dessa forma, o programa se consolida como uma política pública de cuidado integral, que valoriza o vínculo entre mãe e bebê desde a gestação.

Kit completo e ações integradas

O novo enxoval inclui banheira, roupas, fraldas descartáveis e ecológicas, toalha, bolsa, travesseiro, sapatinhos e produtos de higiene. Além disso, durante as entregas, as gestantes participam de rodas de conversa, palestras e orientações sobre o pré-natal e os cuidados com o bebê.
Essas atividades fortalecem os laços familiares e garantem informação e acolhimento durante todo o processo de gestação.

O programa também integra outras ações da Seas, como Crescendo Bem, Criança Protegida, Prato Fácil e Vencer. Assim, o Governo de Rondônia reforça a rede de proteção social e estimula o desenvolvimento pleno da primeira infância.

Fonte: Governo de Rondônia

Carteira Nacional Docente já pode ser solicitada em todo o Brasil

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Professora escreve no quadro ao lado da nova Carteira Nacional Docente emitida pelo MEC
A Carteira Nacional Docente reconhece oficialmente o professor e garante benefícios culturais em todo o país

A partir desta quinta-feira (16), todos os professores do país podem solicitar a Carteira Nacional Docente do Brasil (CNDB). O documento reconhece oficialmente a atuação dos profissionais da educação e oferece benefícios em eventos culturais, hospedagens e serviços.

Além de ser uma forma de identificação, a nova carteira simboliza respeito e reconhecimento à categoria docente. Com isso, o governo federal busca fortalecer o vínculo entre o educador e as políticas de valorização do ensino.

Valorização e benefícios para o professor

A iniciativa integra o programa Mais Professores para o Brasil, criado pelo Ministério da Educação (MEC). Por meio dele, os docentes passam a ter descontos em teatros, shows e cinemas, o que incentiva o acesso à cultura e ao lazer.

Além disso, o documento garante 15% de abatimento em diárias de hotéis filiados à Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH Nacional). Há ainda a possibilidade de obter cartões de crédito da Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil sem cobrança de anuidade, o que amplia as vantagens financeiras para a categoria.

Quem pode emitir a Carteira Nacional Docente

Todos os professores da rede pública e privada — federais, estaduais e municipais — têm direito à carteira. Para que a emissão ocorra corretamente, as secretarias de educação precisam manter os dados atualizados em seus sistemas. Dessa forma, o processo se torna mais ágil e confiável.

Como solicitar o documento

O pedido é feito de forma totalmente digital e segura. Veja como emitir:

  1. Acesse o site maisprofessores.mec.gov.br.

  2. Faça login com seu CPF e senha gov.br.

  3. Verifique as informações de vínculo e dados pessoais.

  4. Caso exista algum erro, solicite a correção junto à sua instituição de ensino.

  5. Envie uma foto recente, conforme os padrões indicados no sistema.

  6. Visualize a prévia digital da carteira.

  7. Após confirmar, faça o download imediato da versão digital, que já libera os benefícios.

Além do formato digital, o MEC estuda permitir a emissão física, o que trará ainda mais praticidade ao uso do documento.

Símbolo de reconhecimento nacional

Mais do que um simples documento, a Carteira Nacional Docente representa valorização e pertencimento. Segundo o MEC, novas parcerias estão sendo firmadas para ampliar os benefícios até o fim do ano.

Assim, o governo pretende estimular o orgulho e o engajamento dos professores, reforçando o papel fundamental desses profissionais na formação da sociedade. Com a CNDB, cada educador passa a ter não apenas um documento, mas também um símbolo do seu compromisso com o ensino e o futuro do Brasil.

Fonte: G1

Correios buscam empréstimo de R$ 20 bilhões para sair da crise

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Logo dos Correios rachado sobre fundo amarelo e azul com gráficos em queda, simbolizando a crise financeira da estatal
Arte mostra o símbolo dos Correios com rachaduras e luz dourada ao fundo, representando o esforço da estatal em buscar um empréstimo de R$ 20 bilhões para reequilibrar suas finanças.

Os Correios anunciaram que estão em negociação com bancos públicos e privados para obter um empréstimo de R$ 20 bilhões. O objetivo é recuperar a liquidez, retomar a capacidade operacional e, ao mesmo tempo, restabelecer a confiança do mercado. A medida faz parte de uma tentativa mais ampla de reorganizar as finanças da estatal, que enfrenta um dos períodos mais críticos de sua história recente.

Empresa tenta recuperar liquidez e manter operações

De acordo com o presidente Emmanoel Schmidt Rondon, no cargo há menos de um mês, o contrato de crédito ainda está em fase de negociação. Segundo ele, os Correios buscam obter um empréstimo bilionário como parte central de um plano de reestruturação financeira que prevê, além da captação de recursos, corte de despesas, venda de imóveis e lançamento de novos produtos.

“Precisamos recuperar a liquidez da empresa para ter capacidade de pagar o Plano de Demissão Voluntária (PDV) e restabelecer o fluxo de caixa”, afirmou Rondon.

O novo aporte deve garantir fôlego para que a estatal regularize pagamentos atrasados a fornecedores, planos de saúde e programas como o Remessa Conforme e o Postalis, fundo de pensão dos funcionários. Dessa forma, a empresa busca restabelecer sua credibilidade junto aos parceiros e empregados.

Prejuízo no primeiro semestre de 2025

O balanço financeiro divulgado em setembro revelou um prejuízo de R$ 4,3 bilhões apenas no primeiro semestre de 2025. Em comparação com o mesmo período de 2024, quando o déficit havia sido de R$ 1,3 bilhão, o aumento é expressivo.
Além disso, a estatal já havia consumido 92% do caixa disponível e recorrido a um empréstimo emergencial de R$ 1,8 bilhão para manter as operações básicas.

Essa situação provocou atrasos nos repasses a agências conveniadas e problemas no plano de saúde dos empregados, o que afetou diretamente o ritmo de entregas e o atendimento nas unidades. Além disso, os Correios continuam a buscar um empréstimo bilionário para superar tais dificuldades.

Três eixos do plano de recuperação

O plano estratégico apresentado pela nova gestão dos Correios está dividido em três frentes principais:

  1. Corte de despesas operacionais e administrativas, incluindo um novo PDV e a renegociação de contratos.

  2. Busca por diversificação de receitas, especialmente com novos produtos e o lançamento de um marketplace próprio. Essa diversificação refere-se à estratégia dos Correios para evitar recorrências como a busca atual de empréstimos bilionários.

  3. Captação de R$ 20 bilhões em empréstimos para reequilibrar o fluxo de caixa e financiar a reestruturação entre 2025 e 2026.

Com essas medidas, a direção acredita que será possível reduzir o déficit estrutural e garantir a sustentabilidade da empresa no longo prazo.

Reestruturação iniciada em maio

Antes mesmo da chegada da nova gestão, ações emergenciais já estavam em curso. Em maio, por exemplo, a empresa promoveu a redução de 20% das funções comissionadas, suspendeu férias e reduziu a jornada de trabalho. Além disso, deu início à venda de imóveis ociosos para gerar receita imediata, enquanto ainda buscavam um enorme empréstimo para sustentar suas operações.

Apesar disso, o atual presidente reconhece que os efeitos foram limitados. Segundo ele, as medidas anteriores tiveram caráter paliativo, mas não promoveram uma transformação duradoura.

“As medidas anteriores foram emergenciais, não reestruturantes. Agora buscamos ações de impacto duradouro”, afirmou Rondon.

Dívidas e obrigações adiadas

Em julho, os Correios adiaram o pagamento de R$ 2,75 bilhões em obrigações, entre dívidas tributárias, repasses a fundos internos e valores devidos a fornecedores. A estatal justificou que a decisão foi necessária para preservar a liquidez e manter as atividades essenciais.

Mesmo diante da crise, o presidente assegurou que a empresa segue comprometida em garantir o funcionamento dos serviços postais e restaurar a confiança da população. Contudo, sem dúvida, os Correios intensificaram sua busca por um empréstimo bilionário para equilibrar suas contas.

Fonte: G1

Alero celebra 42 anos com programação especial para crianças

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Personagens infantis e balões coloridos celebram os 42 anos da Assembleia Legislativa de Rondônia com programação para famílias
Alero celebra 42 anos com programação especial para crianças, incluindo recreação, serviços sociais e a Corrida da Democracia em Porto Velho.

A Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) comemora 42 anos de história neste domingo (19) com uma programação especial voltada para toda a família. Desde as 10h da manhã, o público poderá participar de diversas atividades, que incluem recreação infantil, serviços gratuitos e a tradicional Corrida da Democracia. Assim, a celebração promete reunir milhares de pessoas na capital em um clima de alegria e cidadania.

Diversão e aprendizado para o público infantil

Entre as ações dedicadas ao público infantil, haverá pintura facial (Foto: Leandro Moraes)

A programação infantil será um dos pontos altos da festa. Além disso, haverá personagens temáticos, pintura facial e corporal, distribuição de balões e recreação supervisionada, o que garante um ambiente seguro e alegre para as crianças.
Enquanto isso, o Detran-RO preparou um espaço kids educativo, com dinâmicas de conscientização no trânsito e sorteios de brindes. Dessa maneira, o evento une entretenimento e aprendizado, incentivando o respeito e a responsabilidade desde cedo.

Serviços gratuitos e cidadania

Um espaço para as crianças será montado pelo Detran-RO (Foto: Leandro Moraes)

Durante o evento, a população também poderá usufruir de serviços sociais gratuitos, oferecidos em parceria com o Governo de Rondônia. Entre os atendimentos disponíveis, estarão emissão de carteira de identidade, certidão de nascimento, vacinação e orientações jurídicas e de saúde.
Por isso, a ação reforça o compromisso da Alero com a inclusão social e o bem-estar da comunidade, aproximando ainda mais o poder público dos cidadãos.

Corrida da Democracia celebra esporte e participação popular

Premiação da 3ª Corrida da Democracia soma cerca de R$ 140 mil (Foto: Arquivo I Secom ALE/RO)

Entre as atrações mais aguardadas está a 3ª edição da Corrida da Democracia, que já conta com 2.400 inscritos e distribuirá cerca de R$ 140 mil em prêmios. Além de promover a prática esportiva, o evento representa a união entre a cidadania e os valores democráticos, fortalecendo a imagem da Casa de Leis como promotora de ações que estimulam a saúde e a convivência social.
Ao mesmo tempo, a corrida integra as comemorações oficiais do aniversário da Alero, reforçando o simbolismo de um Parlamento que corre junto com o povo.

Celebração que aproxima o Parlamento da comunidade

As comemorações pelos 42 anos da Assembleia Legislativa consolidam a instituição como um espaço de diálogo, cidadania e lazer. Com isso, a programação reafirma o papel da Alero em aproximar o Parlamento da população, por meio de ações voltadas à família, ao esporte e à educação. Em resumo, é um aniversário que celebra conquistas e renova compromissos com o povo rondoniense.

Fonte: Alero

Como nasceu o Dia dos Professores no Brasil

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Retrato histórico de Antonieta de Barros e Salomão Becker, símbolos da criação do Dia dos Professores no Brasil
A parlamentar negra Antonieta de Barros e o professor Salomão Becker inspiraram a criação do Dia dos Professores há quase 80 anos.

A origem de uma data que nasceu da sala de aula

O Dia dos Professores, celebrado em 15 de outubro, surgiu da iniciativa de Salomão Becker, professor de escola pública, e da parlamentar Antonieta de Barros, pioneira na luta pela educação e primeira mulher negra eleita no Brasil. O movimento começou de forma simples, dentro de uma sala de aula em São Paulo, e se transformou em símbolo nacional de valorização docente.

Becker lecionava no tradicional Ginásio Caetano de Campos, na Rua Augusta, e buscava uma pausa no calendário escolar para aliviar o cansaço de professores e alunos. Inspirado por uma tradição de sua cidade natal, Piracicaba, ele propôs um dia de confraternização entre mestres e estudantes — um gesto que, aos poucos, ganhou o país e mudou a forma de celebrar o ensino.

De São Paulo a todo o Brasil: o legado de Salomão Becker

Em 1947, a escola onde Becker ensinava passou a celebrar oficialmente o Dia dos Professores. No ano seguinte, a ideia virou lei em São Paulo e, com o tempo, se espalhou por outras regiões.

Segundo o pesquisador Rinaldo Allara Filho, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, a proposta surgiu de uma “gênese afetiva e comunitária”. Ele explica que Becker enxergava o esgotamento dos colegas e quis criar um momento de pausa, reflexão e reconhecimento. “Era um dia para trocar experiências, descansar e sentir-se valorizado por seus pares”, afirmou.

Além disso, a iniciativa de Becker nasceu “de baixo para cima”, baseada na vivência real da docência. Esse espírito colaborativo se tornou a base da comemoração nacional instituída em 1963, por decreto do presidente João Goulart. Assim, a data passou a representar não apenas descanso, mas também o reconhecimento de uma classe essencial.

Antonieta de Barros: pioneirismo, luta e representatividade

Antonieta de Barros foi uma das figuras centrais na criação do Dia do Professor

Enquanto isso, em Santa Catarina, Antonieta de Barros também trabalhava por uma causa semelhante. Professora, jornalista e política, ela foi responsável por criar uma lei estadual que transformou o Dia dos Professores em feriado escolar.

Filha de uma ex-escravizada, Antonieta cresceu em meio à pobreza, mas construiu uma trajetória marcante. Criou um curso particular para alfabetizar crianças carentes, fundou o jornal A Semana e se tornou a primeira mulher negra eleita deputada estadual no Brasil.

Além de educadora, Antonieta foi símbolo de resistência e igualdade. Seu trabalho combinava educação, equidade e empoderamento. Para estudiosos como Allara, sua contribuição “ressignifica a data”, pois mostra que a valorização docente está profundamente ligada à luta por uma sociedade mais justa e democrática.

Por fim, em 2023, seu nome foi inscrito no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria, um reconhecimento tardio, mas essencial para a história da educação brasileira.

A importância da Lei Imperial de 1827

A escolha de 15 de outubro também tem um peso simbólico. Nessa data, o imperador Dom Pedro I sancionou, em 1827, a primeira lei que organizou o ensino público no Brasil. Essa norma determinou a criação de escolas de primeiras letras em todo o território nacional — marco fundador da educação básica brasileira.

De acordo com o linguista Vicente de Paula da Silva Martins, professor da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), o decreto imperial foi “o reconhecimento jurídico do papel fundamental do professor na formação moral e cívica do cidadão”.

Além disso, a lei previa remuneração aos docentes e definia currículos com leitura, escrita, aritmética, moral cristã e história do Brasil. Para a época, tratava-se de um avanço ousado em direção à universalização do ensino.

Celebração e desafios da valorização docente

Apesar do simbolismo histórico, a valorização efetiva dos professores ainda enfrenta obstáculos. Especialistas destacam que o 15 de outubro mantém viva a dimensão afetiva e simbólica da profissão. No entanto, o reconhecimento estrutural continua sendo um desafio.

“Há uma dualidade entre a homenagem e a realidade”, observa Allara. “Enquanto o dia desperta gratidão e carinho, o magistério ainda luta por melhores condições de trabalho e políticas de valorização.”

Por outro lado, o legado de Salomão Becker e Antonieta de Barros permanece inspirando gerações. A data é um lembrete de que a educação é o pilar da transformação social e que cada professor é um agente fundamental da cidadania brasileira.

Assim, o Dia dos Professores segue como um símbolo de esperança, resistência e amor pelo conhecimento.

Fonte: BBC Brasil

Ozempic e Mounjaro reduzem o desejo de beber, mostra estudo da Virginia Tech

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Seringa de medicamento e copo de bebida simbolizam estudo sobre o efeito de Ozempic e Mounjaro no consumo de álcool
Estudo da Virginia Tech mostra que Ozempic e Mounjaro reduzem o desejo de beber e retardam os efeitos do álcool no organismo.

Um novo estudo conduzido pela Virginia Tech, nos Estados Unidos, indica que medicamentos à base de semaglutida, tirzepatida e liraglutida — comercializados como Ozempic, Mounjaro e Wegovy — podem reduzir o desejo e o consumo de álcool. As substâncias, conhecidas por seu uso no tratamento da diabetes tipo 2 e da obesidade, parecem retardar os efeitos do álcool e diminuir a sensação de embriaguez, segundo os pesquisadores.

O que a pesquisa revelou

A investigação envolveu 20 pessoas com obesidade, sendo metade em uso contínuo dos medicamentos e metade sem uso. Todos receberam doses padronizadas de álcool suficientes para atingir cerca de 0,08% de concentração no ar expirado, equivalente a uma taça de vinho.

Como resultado, os cientistas observaram que, mesmo consumindo a mesma quantidade de bebida, o álcool entrou mais lentamente na corrente sanguínea dos que usavam os fármacos. Além disso, esses participantes relataram menor sensação de embriaguez nas escalas aplicadas durante o experimento.

“Se os agonistas de GLP-1 retardam a entrada do álcool no sangue, podem ajudar as pessoas a beber menos”, explicou Alex DiFeliceantonio, professora da Virginia Tech e uma das autoras do estudo.

Como o mecanismo funciona

Os agonistas de GLP-1 retardam o esvaziamento do estômago, o que faz com que a absorção do álcool aconteça de forma mais gradual. Dessa maneira, o pico de embriaguez é alterado e o cérebro reage de modo diferente à bebida.

Enquanto medicamentos tradicionais para tratar o alcoolismo — como naltrexona e acamprosato — agem diretamente no sistema nervoso central, os GLP-1s atuam de outra forma. Por isso, os especialistas acreditam que essa abordagem pode abrir um novo caminho terapêutico para tratar a dependência alcoólica.

Origem curiosa do estudo

A ideia de investigar o tema surgiu após cientistas notarem relatos em redes sociais de pessoas que, ao começar o uso de Ozempic ou Mounjaro, afirmavam sentir menos vontade de beber.

O projeto foi liderado por Warren Bickel, especialista em comportamento e dependência química, que faleceu em 2024. A primeira autora, Fatima Quddos, dedicou o estudo à memória do orientador. Assim, o trabalho ganhou um caráter não apenas científico, mas também simbólico.

Implicações e próximos passos

Embora os resultados sejam preliminares e baseados em um grupo pequeno, o estudo abre caminho para ensaios clínicos mais amplos. Além disso, ele reforça o interesse da comunidade médica em entender como os GLP-1s podem ajudar no combate ao alcoolismo.

Nos Estados Unidos, 1 em cada 10 adultos sofre com transtornos relacionados ao uso de álcool. Já no Brasil, segundo o Datafolha (2025), cerca de 20% dos adultos consomem bebidas alcoólicas uma ou duas vezes por semana. Esses dados evidenciam que a descoberta pode representar um avanço relevante na saúde pública.

O que são os medicamentos GLP-1

  • GLP-1 significa glucagon-like peptide 1, hormônio que regula glicose e apetite.

  • Principais marcas: Ozempic, Wegovy e Mounjaro.

  • Uso principal: controle da diabetes tipo 2 e tratamento da obesidade.

  • Ação no organismo: retardam o esvaziamento gástrico e reduzem o apetite.

  • Efeitos observados: perda de peso, melhor controle glicêmico e possível redução do consumo de álcool.

Fonte: G1

Governo mantém ofensiva contra atos ilegais em terra indígena de Rondônia

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Ofensiva federal em Rondônia contra invasores de terras indígenas reforça presença do Estado na Amazônia
A ação do Governo Federal em Rondônia combate atividades ilegais na Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau e impõe R$ 6,7 milhões em prejuízos a invasores.

As ações de combate às atividades ilegais na Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau, em Rondônia, continuam firmes e bem coordenadas. Em quatro semanas, o Governo Federal gerou R$ 6,7 milhões em prejuízos às estruturas criminosas instaladas no entorno da área. Essa mobilização integra a Operação de Desintrusão, liderada pela Casa Civil da Presidência da República, em cumprimento à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Até o momento, as equipes concluíram 229 ações de fiscalização. Além disso, durante a última semana, realizaram 47 novas operações de controle e patrulhamento ambiental. As multas aplicadas totalizam R$ 5,6 milhões, e os agentes confiscaram equipamentos usados no garimpo e no transporte ilegal de madeira e minérios, reforçando a eficiência das ações ao longo da ofensiva federal em Rondônia.

Ação integrada fortalece presença federal em Rondônia

A ofensiva reúne diversos órgãos e forças federais, o que amplia a efetividade das operações. Participam da iniciativa a Funai, o Ibama, o ICMBio, o Ministério dos Povos Indígenas, o Censipam, a Polícia Federal, a PRF, a Força Nacional, o Exército, o Incra e a Abin.

Enquanto o Ibama e o ICMBio se concentram na fiscalização ambiental, a PRF intensifica o patrulhamento nas rodovias e nos acessos à terra indígena. Com isso, a ofensiva federal em Rondônia controla melhor o transporte de madeira, ouro e drogas, tornando-se mais eficaz. Ao mesmo tempo, a Funai mantém diálogo contínuo com as aldeias e acompanha de perto as comunidades próximas à base operacional.

Graças à cooperação entre os órgãos, a operação avança de maneira planejada, transparente e permanente, consolidando a presença do Estado na Amazônia e garantindo o cumprimento da lei.

Governo desmente boatos sobre ampliação de terras

Nos últimos dias, boatos se espalharam nas redes sociais sobre uma possível ampliação da Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau. No entanto, o Governo Federal esclareceu que o território foi homologado há mais de trinta anos e não há nenhuma proposta de expansão em curso.

Essa ação segue as determinações da ADPF 709, decisão do STF que visa proteger a vida, a dignidade e os direitos dos povos indígenas, e também preservar a floresta amazônica como parte da contínua ofensiva federal em Rondônia. Assim, o Governo reafirma o compromisso com a verdade, a transparência e a legalidade, combatendo a desinformação com dados e clareza.

Compromisso com os povos indígenas e o meio ambiente

A Terra Indígena Uru-Eu-Wau-Wau abriga 426 indígenas dos povos Jupaú, Amondawa, Juma, Oro Win e Cabixi, distribuídos em 12 aldeias. Além disso, há grupos isolados que vivem de forma autônoma na floresta. Por esse motivo, a operação se tornou essencial para proteger a integridade territorial e garantir a sobrevivência cultural dessas populações.

Parte do material apreendido, como madeira retirada de forma ilegal, foi destinada ao Governo de Rondônia e à Funai. Essa medida assegura o aproveitamento responsável dos recursos e gera benefícios sociais diretos, fortalecendo o papel do Estado na região através da contínua ofensiva federal.

Ofensiva reafirma compromisso com a sustentabilidade

A ação em Rondônia representa uma nova fase de cooperação entre ministérios e forças de segurança. Além de combater o garimpo e a exploração irregular de recursos naturais, o Governo trabalha para restaurar a ordem ambiental e social nas áreas mais vulneráveis da Amazônia Legal.

Com planejamento, diálogo e responsabilidade, a Operação Uru-Eu-Wau-Wau demonstra o empenho do Estado em proteger o bioma amazônico e os povos indígenas, fortalecendo a soberania nacional e promovendo o desenvolvimento sustentável da região.

Fonte: Governo Federal

Hanseníase tem cura com tratamento gratuito em Rondônia

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Médico da Policlínica Oswaldo Cruz examina a mão de um paciente durante atendimento especializado gratuito contra hanseníase em Rondônia
A Policlínica Oswaldo Cruz, em Porto Velho, oferece diagnóstico precoce, acompanhamento e tratamento gratuito para hanseníase pela rede estadual de saúde.

A Policlínica Oswaldo Cruz (POC), em Porto Velho, é referência no diagnóstico, acompanhamento e tratamento da hanseníase, doença infecciosa que ainda enfrenta estigmas sociais. O serviço é oferecido gratuitamente pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), com o objetivo de garantir o diagnóstico precoce e interromper a cadeia de transmissão em Rondônia. Além disso, o atendimento busca conscientizar a população sobre os sintomas e a importância do tratamento.

Atendimento especializado e humanizado

O coordenador do Núcleo de Hanseníase da POC, Wanderlei Ruffato, destaca que o diagnóstico rápido é fundamental para evitar sequelas e reduzir o preconceito.

“Buscar acompanhamento médico com antecedência evita manifestações visíveis no corpo. Aqui na POC, oferecemos desde a consulta até a medicação necessária para tratar e curar o paciente”, explica o especialista.

De acordo com o governador Marcos Rocha, cuidar da saúde da população é prioridade.

“Nossas unidades estão preparadas para acolher com responsabilidade e qualidade, oferecendo serviços completos e promovendo a saúde dos rondonienses”, reforça.

Com isso, o governo estadual amplia o acesso ao tratamento gratuito e fortalece a rede de atenção básica em todo o estado.

Sobre a doença e o tratamento

A hanseníase é causada pelo Mycobacterium leprae, bactéria que atinge os nervos periféricos e áreas mais frias do corpo. A transmissão ocorre pela inalação de gotículas liberadas por pessoas infectadas sem tratamento.
Segundo o clínico geral Dahier Atallah, o contágio não acontece por contato casual, mas sim por convivência prolongada, geralmente dentro do mesmo ambiente.

O tratamento segue o esquema poliquimioterápico, combinação de medicamentos como rifampicina, clofazimina e dapsona, capazes de eliminar a bactéria e interromper a transmissão. Além disso, os pacientes recebem acompanhamento até a alta por cura, bem como suporte em casos de reações hansênicas e cirurgias de descompressão nervosa, que ajudam a preservar a mobilidade e a qualidade de vida.

Capacitação e prevenção

Além do atendimento direto, a Policlínica Oswaldo Cruz promove capacitações com profissionais de saúde em todo o estado. Assim, a rede pública amplia o número de diagnósticos e melhora a condução dos tratamentos.
A prevenção ocorre principalmente por meio do diagnóstico precoce, do exame dos contatos próximos e da vacina BCG, que oferece proteção parcial contra a doença.

“Nosso foco é identificar rapidamente os contatos de casos confirmados e oferecer avaliação médica”, ressalta o Dr. Dahier. “Homens adultos, crianças e pessoas com imunossupressão merecem atenção especial.”

Essas ações integradas fortalecem o combate à doença e reduzem o risco de novas transmissões.

Sinais de alerta

De acordo com o Ministério da Saúde, os principais sintomas da hanseníase incluem:

  • Manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou acastanhadas na pele, com perda de sensibilidade;

  • Dormência e formigamento em mãos e pés;

  • Diminuição da força muscular;

  • Ressecamento e perda de pelos;

  • Sensação de areia nos olhos;

  • Nódulos doloridos e deformidades em casos avançados.

Diante desses sinais, é essencial procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima para avaliação. Em seguida, caso necessário, o paciente é encaminhado à Policlínica Oswaldo Cruz, onde recebe atendimento gratuito e acompanhamento contínuo.

Conscientização e acolhimento

O secretário de Estado da Saúde, Jefferson Rocha, reforça que a informação é uma das principais armas contra a doença.

“A saúde pública começa com consciência e atitude. Temos profissionais capacitados e unidades preparadas para acolher e cuidar de cada cidadão.”

Dessa forma, Rondônia reafirma o compromisso com a saúde da população. Com atendimento gratuito e acompanhamento integral, o estado mostra que a hanseníase tem cura e que o tratamento está acessível a todos.

Fonte: Governo do Estado de Rondônia / Secom

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