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quarta-feira, julho 1, 2026
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Líquido magnético pode transformar a medicina

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Gota de líquido magnético flutuando sobre ferrofluido azul metálico em ambiente de laboratório
Descoberta científica inaugura nova era para aplicações médicas e nanotecnológicas

Uma descoberta que muda tudo

Pesquisadores criaram o primeiro líquido magnético permanente do mundo. O material é capaz de se mover, dividir e se recompor sem perder suas propriedades. Além disso, ele marca um avanço histórico na física e na biotecnologia médica.

Até agora, o magnetismo era algo exclusivo de materiais sólidos, como ferro e níquel. No entanto, essa descoberta mostra que o magnetismo também pode existir em um estado líquido estável, abrindo espaço para aplicações médicas totalmente novas.

Como o líquido foi criado

A equipe da Universidade da Califórnia, em Berkeley, usou nanopartículas de óxido de ferro misturadas em uma solução líquida. Essa solução continha tensoativos, substâncias que evitam a aglomeração das partículas.

Depois, os cientistas aplicaram um campo magnético e observaram algo surpreendente. O líquido reagiu como um ímã vivo, mantendo o magnetismo mesmo após o campo ser desligado. Assim, nasceu o primeiro material líquido com comportamento magnético permanente.

“Ver um fluido reagir de forma permanente a um campo magnético é como assistir o impossível acontecer”, afirmou o professor Thomas Russell, um dos líderes da pesquisa.

Aplicações médicas que impressionam

Essa descoberta promete revolucionar a medicina moderna. O líquido magnético pode, por exemplo, transportar medicamentos até tumores de forma precisa e controlada. Além disso, ele pode guiar nanorrobôs pelo sistema circulatório, permitindo procedimentos menos invasivos.

Com o uso de campos magnéticos externos, os médicos poderão controlar o movimento do líquido dentro do corpo humano. Dessa maneira, será possível tratar doenças com maior eficiência e causar menos efeitos colaterais.

O material também poderá ajudar na criação de órgãos artificiais adaptáveis, que respondem a estímulos magnéticos. Como resultado, cirurgias e terapias regenerativas terão mais precisão e segurança.

Além da medicina, um novo horizonte

Embora o impacto na saúde seja o mais evidente, o potencial desse líquido vai ainda mais longe. Ele poderá ser usado em robótica flexível, armazenamento de dados e engenharia de materiais inteligentes.

Além disso, o controle magnético em estruturas líquidas cria novas possibilidades para a indústria tecnológica. Essa versatilidade faz do líquido magnético um dos maiores marcos científicos das últimas décadas.

O futuro dos materiais inteligentes

A criação do líquido magnético estável marca o início da era dos “ferrofluidos inteligentes”. Eles combinam o comportamento adaptável dos líquidos com o controle dos campos magnéticos, resultando em algo totalmente novo.

De acordo com os cientistas, será possível programar esses líquidos para executar tarefas dentro do corpo humano. Por exemplo, um dia eles poderão atuar na reconstrução de tecidos ou na remoção de células doentes.

“Estamos apenas no começo dessa jornada. O potencial desses materiais é praticamente ilimitado”, destacou Russell.

Um novo marco para a ciência moderna

A descoberta do líquido magnético estável é mais do que um avanço técnico — é uma revolução. Ela redefine o modo como entendemos a matéria e o funcionamento da medicina.

Com esse passo, a ciência entra em uma nova era, onde o magnetismo líquido poderá salvar vidas, melhorar tratamentos e transformar a tecnologia.
Assim, a fronteira entre o impossível e o real torna-se cada vez mais fina.

Fonte: BBC Brasil

A mulher que vivia com suas 3 filhas em abrigo e se tornou cientista renomada

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Ijeoma Uchegbu, cientista nigeriana, sorri em ambiente acadêmico, simbolizando superação feminina e avanço da ciência no Reino Unido.
Da pobreza em Londres à liderança mundial na nanociência, a nigeriana Ijeoma Uchegbu superou a adversidade e se tornou uma das cientistas mais respeitadas do Reino Unido.

Infância marcada por rupturas

Eles a chamaram de Ijeoma, nome que significa “tenha uma boa viagem”. O significado refletia o desejo dos pais de que tudo desse certo na nova vida da família, que havia deixado a Nigéria rumo ao Reino Unido, onde Ijeoma cresceria antes de se tornar uma mulher em abrigo e posteriormente cientista.

Naquele período, seus pais estudavam em Londres — a mãe cursava economia e o pai, engenharia elétrica. Por isso, deixaram a filha pequena sob os cuidados de uma família temporária.

‘Chegando do hospital após o meu nascimento (minha mãe tem as mãos nos bolsos e sou carregada nos braços por uma mulher que mais tarde se tornaria minha madrinha)’

Quando Ijeoma foi finalmente buscada, descobriu que a mulher com quem vivia era, na verdade, sua madrasta. “Foi a primeira vez que percebi que havia outra mãe por aí”, relembra. A descoberta, portanto, marcou profundamente sua infância e moldou sua forma de enxergar o mundo.

Entre duas mães e duas culturas

Aos 13 anos, Ijeoma conheceu sua mãe biológica. “Ela estava muito feliz, mas também nervosa. Tive medo de abraçá-la. Para mim, era uma estranha”, contou.

O reencontro, porém, trouxe novos desafios. Agora, ela vivia com seis irmãos e precisava se adaptar a uma nova rotina familiar. Além disso, a convivência exigia equilíbrio entre duas culturas — uma britânica, outra nigeriana.

Ijeoma Uchegbu brinca com as irmãs adotivas em Kent, na Inglaterra

Na escola, enfrentou o preconceito e o choque cultural. “Parecia uma vítima de queimaduras. Falava diferente, e diziam que só eu via as coisas erradas”, lembrou em entrevista à BBC.

Mesmo assim, Ijeoma decidiu não se deixar abater. Refugiou-se nos estudos e descobriu nas ciências e na matemática uma forma de compreender e transformar o mundo ao seu redor. A partir daí, a curiosidade científica se tornaria seu caminho para a liberdade.

Do abrigo ao amor

Aos 16 anos, ingressou na universidade para estudar Farmácia. Pouco tempo depois, casou-se e teve três filhas. A mulher, que enfrentaria diversos desafios, entre eles tempo em abrigo, seguiu adiante para se tornar uma cientista.

Um dos poucos dias que passou com a mãe biológica

“Fiquei por sete meses em um abrigo com minhas três filhas. Onze famílias dividiam um único banheiro”, relembra. Apesar das dificuldades, Ijeoma manteve a determinação. Assim, decidiu buscar um doutorado e mergulhou em uma área quase desconhecida: as partículas minúsculas capazes de transportar medicamentos — o que mais tarde seria reconhecido como nanotecnologia.

Durante esse período, participou de uma conferência científica e conheceu o dentista alemão Andreas Schätzlein. “Tivemos algumas conversas e, depois de quatro dias, estávamos perdidamente apaixonados.” Consequentemente, o encontro marcou o início de uma parceria pessoal e científica que mudaria o rumo da medicina moderna.

O enorme no diminuto

Ijeoma estudou Farmácia na Universidade de Benin, na Nigéria

Juntos, o casal desenvolveu nanopartículas capazes de levar medicamentos diretamente ao local da doença, reduzindo efeitos colaterais e aumentando a eficácia dos tratamentos.

“Quando você toma um remédio, ele alcança todos os órgãos, até os que não precisam. As nanopartículas resolvem isso”, explica Ijeoma.

Com isso, a pesquisa abriu novas perspectivas para o tratamento de doenças graves, como câncer, dores crônicas e dependência de opioides. Por consequência, a nanotecnologia passou a ser vista como um divisor de águas na medicina.

Segundo a cientista, “esperamos transformar o futuro da medicina com essa tecnologia”. Dessa forma, Ijeoma consolidou seu papel como uma das pioneiras da nanociência farmacêutica.

Entre riscos e revoluções

Ijeoma Uchegbu dedicou a carreira ao estudo da nanociência farmacêutica, é defensora da igualdade racial e também revela talento para a comédia

Atualmente, Ijeoma Uchegbu é professora de Nanociência Farmacêutica na University College de Londres (UCL) e presidente do Wolfson College, da Universidade de Cambridge. Ela se tornou uma das cientistas negras mais respeitadas do Reino Unido, sua jornada de uma mulher que esteve em um abrigo se tornando uma cientista notável.

Além da pesquisa, Ijeoma descobriu uma forma criativa de ensinar. “Percebi que, quando eu fazia piadas, os alunos prestavam mais atenção. Fiz um curso de comédia e comecei a usar isso nas minhas palestras.”

Com isso, uniu humor e ciência, aproximando o público de temas complexos. Enquanto isso, continuou a lutar pela diversidade, pela igualdade racial e pela presença de mulheres na ciência. Sua trajetória, a de uma mulher em abrigo que virou cientista, mostra que a inteligência, aliada à coragem, pode transformar a dor em propósito.

Impacto e legado

Com o tempo, Ijeoma Uchegbu tornou-se uma voz influente pela inclusão e diversidade na academia. Por meio de sua liderança, ela participa de programas que incentivam minorias a ingressar nas ciências e remove barreiras raciais ainda existentes.

“Uma mulher me disse chorando: ‘Tenho uma deficiência e quero agradecer por tirar os nomes de eugenistas dos prédios’. Isso me tocou profundamente”, contou.

Hoje, ela resume sua jornada com simplicidade:

“Se você seguir sua paixão e fizer o que realmente gosta, ficará bem.”

Portanto, sua história é uma lição sobre resiliência e fé no conhecimento. Em síntese, Ijeoma Uchegbu prova que a ciência pode florescer mesmo em meio à escassez e que a determinação feminina tem o poder de mudar o mundo.

Fonte: BBC Brasil

Concafé 2025 consagra produtora de Rolim de Moura com o melhor café de Rondônia

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Produtora Débora Fuzinato é premiada no Concafé 2025 como autora do melhor café de Rondônia, representando Rolim de Moura
Débora Cristina Buziquia Fuzinato, de Rolim de Moura, conquista o 1º lugar no Concafé 2025 e leva o maior prêmio da história da cafeicultura rondoniense.

A cafeicultura rondoniense viveu um marco histórico com a realização do Concafé 2025, encerrado durante a 2ª Feira Tecnológica Robustas Amazônicos, em Cacoal. O evento distribuiu mais de R$ 400 mil em prêmios e reafirmou Rondônia como referência nacional no cultivo do café robusta amazônico.

Além disso, a edição deste ano reforçou a união entre produtores, técnicos e instituições públicas, fortalecendo o setor e promovendo a valorização do agricultor familiar.

Produtora de Rolim de Moura é a grande campeã

Grande campeã do Concafé é do município de Rolim de Moura

A grande campeã do concurso foi a cafeicultora Débora Cristina Buziquia Fuzinato, do município de Rolim de Moura. Ela conquistou 90,38 pontos entre mais de 250 inscritos, garantindo o primeiro lugar. Como resultado, recebeu um trator cabinado avaliado em R$ 220 mil e R$ 5 mil em dinheiro pela venda simbólica de uma saca de seu café.

Além disso, o técnico Marcelo Santos Lopes, que acompanhou o processo produtivo, também foi reconhecido. Ele ganhou R$ 7,5 mil para participar da Semana Internacional do Café 2025, em Minas Gerais. Assim, a premiação destacou não apenas a qualidade do café, mas também o papel essencial da assistência técnica no campo.

Competição acirrada e alto nível técnico

A disputa foi intensa e mostrou o quanto Rondônia tem se destacado em qualidade. O produtor Nilton Marques de Lima, de Alto Alegre dos Parecis, ficou em segundo lugar com 90,19 pontos. Ele recebeu um trator de 26 CV, avaliado em R$ 130 mil, e R$ 3,5 mil em dinheiro. Além dele, a técnica Cristina Lucimara Rosa, que prestou suporte, foi premiada com R$ 2 mil.

De acordo com o secretário de Estado da Agricultura, Luiz Paulo, a pequena diferença entre as notas demonstra o avanço técnico da cafeicultura rondoniense.

“A diferença mínima comprova o padrão de excelência que estamos alcançando. Esse sucesso é fruto do trabalho conjunto entre Seagri, Emater, Idaron e o setor privado”, afirmou.

Rondônia se destaca no cenário nacional

O Concafé 2025, realizado pela Seagri, em parceria com a Emater-RO, a Idaron e outras instituições, reforçou o protagonismo de Rondônia na produção de café sustentável e tecnificado.
Com recorde de público, o evento reuniu agricultores, técnicos e autoridades, demonstrando o orgulho e a prosperidade da cafeicultura regional.

Além disso, o concurso elevou ainda mais a imagem do café robusta amazônico no cenário nacional e internacional, ampliando as oportunidades de mercado e estimulando o turismo rural ligado à produção de café.

? Top 3 – Categoria Geral

  1. Débora Cristina Buziquia Fuzinato – Rolim de Moura – 90,38 pontos

  2. Nilton Marques de Lima – Alto Alegre dos Parecis – 90,19 pontos

  3. Luan Mopib Gorten Suruí – Cacoal – 89,19 pontos

Orgulho e prosperidade da cafeicultura rondoniense

O Concafé 2025 reafirma o compromisso de Rondônia com a sustentabilidade, a inovação tecnológica e a valorização dos produtores.
Graças a políticas públicas consistentes e parcerias entre governo e setor privado, o estado mantém seu protagonismo e segue fortalecendo o agronegócio.

Dessa forma, cada edição do evento representa não apenas uma competição, mas também a celebração da força e da tradição da cafeicultura rondoniense, que cresce com qualidade e reconhecimento.

Fonte: Governo de Rondônia

STF confirma condenação de Zambelli por perseguição armada em São Paulo

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STF confirma condenação de Carla Zambelli por perseguição armada em São Paulo
Arte mostra Carla Zambelli armada durante perseguição em São Paulo, com texto informando decisão definitiva do STF.

O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou, nesta quinta-feira (30), a condenação da deputada Carla Zambelli (PL-SP) por perseguir um homem armado em São Paulo, na véspera do segundo turno das eleições de 2022.
Com o trânsito em julgado, o Supremo encerrou todos os recursos e autorizou o início do cumprimento da pena de 5 anos e 3 meses de prisão.

STF encerra a disputa judicial

Os ministros mantiveram por unanimidade a condenação por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal com uso de arma de fogo.
O relator, ministro Gilmar Mendes, afirmou que o episódio demonstrou “alto grau de reprovabilidade”, pois Zambelli sacou a pistola e perseguiu um homem negro após uma discussão política.

Além disso, a Procuradoria-Geral da República (PGR) destacou que a deputada excedeu o direito de porte de arma, já que agiu fora dos limites da legítima defesa.
O vídeo da perseguição viralizou nas redes sociais e gerou forte repercussão nacional.

Segunda condenação confirmada pelo Supremo

Essa é a segunda condenação de Zambelli no STF.
Em agosto, os ministros decidiram impor 10 anos de prisão por invadir os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e alterar documentos eletrônicos.
Com as duas decisões, a parlamentar acumula 15 anos e 3 meses de pena.

O STF também determinou a cassação do mandato parlamentar, mas a Câmara dos Deputados ainda precisa decidir se confirma a perda do cargo.

Zambelli fugiu para a Itália

Após a primeira condenação, Zambelli fugiu para a Itália.
Desde então, ela aguarda o resultado do pedido de extradição feito pelo governo brasileiro.
Com a nova decisão, o Ministério da Justiça deve reforçar o pedido e pressionar por uma resposta rápida das autoridades italianas.

Enquanto isso, a deputada permanece foragida e não se apresentou às autoridades.
A situação reforça a imagem de desobediência judicial e agrava o cenário político em torno do caso.

Entenda o caso

O episódio ocorreu em um bairro nobre de São Paulo, em meio à tensão eleitoral de 2022.
Zambelli, vestida com uma camiseta verde e amarela, discutiu com um jornalista apoiador de Lula e, em seguida, o perseguiu com a arma em punho.
O ato foi interpretado como intimidação política e símbolo da radicalização vivida naquele período.

Por fim, a decisão do STF reforça a responsabilidade de agentes públicos armados e encerra um dos casos mais polêmicos da política recente.

Fonte: UOL

MPRO fortalece rede de apoio à Casa Família Rosetta em Porto Velho

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MPRO fortalece rede de apoio em Porto Velho durante evento da Casa Família Rosetta
MPRO participa do evento “Café com a Rede”, promovido pela Casa Família Rosetta, fortalecendo ações de apoio e inclusão social em Porto Velho.

Parceria em defesa da inclusão e do cuidado humano

O Ministério Público de Rondônia (MPRO) participou, nesta quinta-feira (30), do evento “Café com a Rede”, promovido pela Associação Casa Família Rosetta, em Porto Velho.
A iniciativa reuniu representantes da sociedade civil, empresas e órgãos públicos. O objetivo foi discutir novas formas de fortalecer o apoio à instituição, que atua há mais de 30 anos na reabilitação de pessoas com deficiência neurológica e dependência química.

A promotora de Justiça Daniela Nicolai de Oliveira Lima, titular da Promotoria da Pessoa com Deficiência, destacou a relevância do trabalho da Casa Família Rosetta. Segundo ela, é essencial garantir apoio financeiro do município para manter e ampliar os serviços prestados.
Além disso, a promotora reforçou a importância de atender pessoas neurodivergentes e sem vínculos familiares, bem como aquelas em tratamento de novas formas de dependência, como o vício em jogos digitais.

O encontro visa fortalecer a rede de apoio que sustenta os serviços oferecidos pela associação
“A proposta da Casa Família Rosetta, de oferecer cuidados semelhantes aos de uma família, é fundamental. O apoio integral vai além da saúde e ampara pessoas em vulnerabilidade”, afirmou a promotora.

Atuação integrada do Ministério Público

O Analista em Serviço Social do MPRO, Carlos Henrique Gomes Souza, também participou do encontro. Ele representou o Grupo de Atuação Especial Cível e de Defesa dos Direitos Humanos, da Cidadania, do Consumidor, das Crianças, Adolescentes e Jovens e da Saúde (Gaeciv).
De acordo com ele, o grupo tem a missão de articular políticas públicas e orientar sobre direitos fundamentais, sempre respeitando a autonomia dos órgãos parceiros.

“Podemos colaborar oferecendo orientação jurídica e técnica. Além disso, promovemos espaços de diálogo e capacitação, e apoiamos a criação de protocolos entre as áreas envolvidas”, explicou Carlos.
“Essa cooperação entre assistência social, saúde, direitos humanos e rede comunitária fortalece o atendimento e garante mais eficiência nas ações”, completou.

Assim, o Gaeciv busca integrar esforços e evitar a sobreposição de atendimentos, contribuindo para uma gestão mais humanizada e eficiente das políticas públicas.

Café com a Rede: união e cooperação social

O evento “Café com a Rede” tem como propósito aproximar instituições públicas e privadas. Dessa forma, a Casa Família Rosetta amplia sua rede de apoio e fortalece o relacionamento com parceiros que sustentam seus serviços.
Durante o encontro, os participantes discutiram novas formas de colaboração e elaboraram propostas de projetos conjuntos voltados à manutenção e expansão das atividades da entidade.

Promotora de Justiça Daniela Nicolai e outros participantes do MPRO integram o evento Café com a Rede, promovido pela Casa Família Rosetta, em Porto Velho.

A Casa Família Rosetta, fundada em 1992, é uma organização sem fins lucrativos. Ela oferece atendimento a pessoas com deficiência física e motora, além de tratamento especializado para dependência química.
Seus programas abrangem saúde, educação, cultura e convivência social. Por isso, a instituição é reconhecida pelo compromisso com a autonomia e a dignidade humana.

Além disso, a atuação da Casa Rosetta vai muito além do acolhimento. Ela promove reintegração familiar e social, incentivando cada pessoa atendida a retomar o protagonismo de sua própria vida.

Compromisso institucional com a dignidade humana

A presença do MPRO no evento reafirma o comprometimento da instituição com os direitos fundamentais. O Ministério Público atua para que todos tenham acesso à saúde, educação e assistência social, pilares essenciais da cidadania.
Além disso, a instituição trabalha em parceria com órgãos públicos e entidades sociais para fortalecer políticas inclusivas e combater desigualdades.

O apoio à Casa Família Rosetta reforça o papel do MPRO como defensor da cidadania, da solidariedade e da dignidade humana. Dessa forma, a instituição reafirma seu compromisso com uma atuação ética, humanizada e transformadora.

Fonte: Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Não coloque os ovos na água fria: o erro que estraga o sabor

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Ovo cozido rachando ao ser colocado em água fria após o cozimento
Colocar ovos em água fria após o cozimento altera textura e sabor, dizem especialistas

Cozinhar ovos parece simples, mas até essa tarefa exige atenção a detalhes que influenciam o resultado final. Um dos erros mais comuns é mergulhar os ovos quentes diretamente em água fria para interromper o cozimento. Embora pareça prático, esse hábito pode alterar completamente a textura e o sabor do alimento.

O que acontece quando o ovo cozinha

Quando a água ferve, o calor desnatura as proteínas da clara e da gema, transformando a textura líquida em firme. O processo, porém, não termina assim que o fogo é desligado — o calor residual continua cozinhando o ovo por alguns minutos. É justamente nesse ponto que muitas pessoas recorrem à água fria, acreditando que isso “pararia” o cozimento imediatamente.
Mas o choque térmico pode causar danos que vão além do ponto ideal da gema.

1. Risco de rachaduras e contaminação

Assim como um copo quente pode trincar ao entrar em contato com água gelada, a casca do ovo também pode sofrer microfissuras invisíveis. Essas rachaduras permitem a entrada de água e até de bactérias, reduzindo o tempo de conservação — um risco especialmente para quem guarda ovos cozidos na geladeira por vários dias.

2. Textura borrachuda e sabor alterado

O choque térmico afeta diretamente a qualidade da proteína. As claras tendem a ficar duras e emborrachadas, enquanto a gema perde a cremosidade, adquirindo textura granulada e sabor residual de enxofre. Para quem aprecia ovos cozidos macios e equilibrados, o resfriamento brusco é um inimigo silencioso.

3. Perda da proteção natural

Logo abaixo da casca existe uma membrana protetora que ajuda a preservar o ovo. Quando resfriado de forma abrupta, essa camada pode se soltar, acelerando o processo de deterioração. O resultado é um alimento que estraga mais rápido e perde suas propriedades nutricionais.

O jeito certo de resfriar ovos cozidos

Para garantir textura, sabor e segurança alimentar, siga este passo a passo simples:

  • Desligue o fogo e mantenha os ovos na panela tampada por 3 a 5 minutos.

  • Troque a água quente por morna e, depois, adicione um pouco de água fria até chegar à temperatura ambiente.

  • Deixe esfriar naturalmente antes de armazenar.

  • Se for consumir na hora, uma rápida passada em água fria pode facilitar ao descascar, mas sem deixar o ovo de molho.

Paciência é o segredo do ponto perfeito

Ovos cozidos com textura firme são resultado do cozimento e resfriamento corretos, sem o uso de água fria após o fogo.

A pressa de interromper o cozimento pode parecer prática, mas compromete o resultado final. Com alguns minutos de paciência e resfriamento gradual, é possível garantir ovos cremosos, seguros e saborosos — ideais para qualquer refeição.

Fonte: Tudo Gostoso

Congresso vota isenção do Imposto de Renda nesta quinta-feira

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Congresso Nacional ao entardecer com documentos do Imposto de Renda sobrepostos e bandeira do Brasil ao fundo, simbolizando votação da isenção tributária.
Congresso Nacional realiza sessão conjunta para votar a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda, que pode beneficiar 10 milhões de brasileiros.

O Congresso Nacional realiza nesta quinta-feira (30) uma sessão conjunta com um único item na pauta: o projeto de ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda apresentado pelo governo federal. A proposta representa uma das principais mudanças fiscais para 2026 e promete aliviar o orçamento de milhões de famílias.

Ampliação da faixa de isenção

O texto amplia o limite de isenção do Imposto de Renda (IR) de R$ 2.824 para R$ 5 mil mensais, permitindo que trabalhadores com rendimentos até esse valor fiquem totalmente livres da cobrança.
Com isso, a medida deve beneficiar cerca de 10 milhões de contribuintes em todo o país.

Além disso, haverá isenção parcial para rendas entre R$ 5 mil e R$ 7,35 mil, faixa que pagará alíquotas reduzidas. Esse novo formato foi definido após ajustes feitos pela Câmara dos Deputados, o que ampliou o alcance social da proposta.

Compensação e equilíbrio fiscal

Para compensar a queda na arrecadação, o governo propôs novas regras de taxação sobre contribuintes de alta renda. A mudança atinge, principalmente, quem recebe acima de R$ 50 mil por mês.
As empresas terão tributação máxima de 34% sobre dividendos, enquanto instituições financeiras poderão chegar a 45%.

Essas medidas integram o esforço da equipe econômica para manter o equilíbrio fiscal e reforçar o princípio da progressividade tributária — isto é, quem ganha mais, paga mais imposto. Assim, o governo busca garantir justiça fiscal e preservar os recursos públicos.

Validade ampliada das alíquotas

Outro ponto importante do projeto é a ampliação do prazo de validade das alíquotas.
Atualmente, as mudanças têm duração máxima de cinco anos, conforme a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Com a nova proposta, as reduções poderão ter validade indeterminada, oferecendo mais estabilidade e previsibilidade tanto para o contribuinte quanto para o governo.

Impacto social e político

A votação ocorre em um momento de pressão popular por mais justiça tributária.
Por isso, a expectativa é de ampla aprovação nas duas Casas. O governo aposta no projeto como um gesto de alívio econômico para a classe média e um sinal de compromisso com os trabalhadores de menor renda.

Além do impacto direto no bolso da população, a medida também deve influenciar o debate político sobre a reforma tributária, que segue em tramitação no Congresso.

Congresso decide ampliação da isenção do Imposto de Renda

Se for aprovada, a nova faixa de isenção do Imposto de Renda representará um marco na política fiscal brasileira.
A medida tende a fortalecer o poder de compra das famílias e a reduzir desigualdades sociais, reforçando o compromisso do Estado com uma tributação mais justa e equilibrada.

Fonte: Band News

Anvisa proíbe substâncias tóxicas de esmaltes em gel

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Mão feminina com unhas de gel sob luz ultravioleta, representando a proibição da Anvisa por risco de câncer.
A Anvisa determinou a retirada de esmaltes em gel com compostos TPO e DMPT por risco de câncer e infertilidade.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, nesta quarta-feira (29), a proibição do uso de duas substâncias químicas presentes em esmaltes e produtos para unhas em gel. A decisão foi tomada após estudos indicarem risco de câncer e danos à fertilidade.
Além disso, a medida segue padrões internacionais da União Europeia, reforçando o compromisso do Brasil com a segurança de consumidores e profissionais da beleza.

Substâncias vetadas pela Anvisa

A resolução veta o uso do TPO (óxido de difenil [2,4,6-trimetilbenzol] fosfina) e do DMPT (N,N-dimetil-p-toluidina), também conhecido como dimetiltolilamina (DMTA).
Esses compostos são utilizados para endurecer o esmalte em gel quando expostos à luz ultravioleta (UV) ou LED — técnica bastante comum em salões de beleza.
De acordo com a Anvisa, o DMPT é potencialmente cancerígeno, enquanto o TPO é tóxico para a reprodução, podendo afetar a fertilidade de quem tem contato frequente com esses produtos.

As substâncias banidas são o TPO (óxido de difenil [2,4,6-trimetilbenzol] fosfina) e o DMPT (N,N-dimetil-p-toluidina). — Foto: Freepik

Por outro lado, a agência destacou que a exposição ocasional representa risco menor, mas a exposição prolongada — especialmente entre manicures e profissionais do setor — pode causar efeitos nocivos cumulativos.

Impacto para o setor de cosméticos

Com a nova resolução, estão proibidas imediatamente a fabricação, importação e o registro de produtos que contenham as substâncias vetadas.
Empresas e salões terão até 90 dias para retirar os itens do mercado, conforme o cronograma definido pela agência.
Durante esse período, será necessário revisar estoques, suspender o uso e adequar rótulos às novas normas.

“Ainda que o risco ocupacional seja mais intenso, usuárias e usuários também estão sujeitos aos efeitos nocivos. Cabe ao Estado atuar preventivamente, evitando a perpetuação de risco sabidamente evitável”, afirmou Daniela Marreco, diretora da Anvisa e relatora do processo.

Portanto, após o prazo de 90 dias, a Anvisa cancelará todos os registros e notificações existentes, obrigando as empresas a recolher produtos ainda disponíveis no comércio.

Brasil segue tendência internacional

Com a decisão, o Brasil se alinha às normas da União Europeia, que já haviam banido o uso do TPO e do DMPT em cosméticos.
Dessa forma, o país avança na harmonização de suas regras sanitárias e reforça o compromisso com padrões globais de segurança química.
Além de proteger consumidores, a decisão estimula boas práticas no setor cosmético, que movimenta bilhões de reais por ano e emprega milhares de profissionais.

Orientação aos consumidores

A Anvisa recomenda que usuários evitem o uso de esmaltes em gel de origem desconhecida e fiquem atentos a rótulos e composições químicas.
Além disso, salões de beleza devem revisar seus estoques e garantir que nenhum produto com TPO ou DMPT permaneça em uso.
Assim, consumidores e profissionais estarão mais protegidos contra substâncias com risco comprovado à saúde.

Como resultado, a medida representa um passo importante na modernização das normas sanitárias brasileiras, aproximando o país das melhores práticas internacionais em cosméticos e higiene pessoal.

Fonte: G1

Sancionada nova lei que endurece o combate ao crime organizado no Brasil

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Lula sanciona nova lei que endurece o combate ao crime organizado no Brasil
Presidente Lula assina nova lei que aumenta penas e reforça a proteção de autoridades no enfrentamento ao crime organizado.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quarta-feira (29), a nova lei de combate ao crime organizado. A norma, publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (30), fortalece o Código Penal e amplia a proteção de autoridades que enfrentam o poder das facções.

Com as mudanças, o governo busca reduzir a impunidade e fortalecer a atuação do Estado na segurança pública. Além disso, a medida demonstra uma reação direta após a megaoperação no Rio de Janeiro que deixou mais de 120 mortos e expôs o avanço do Comando Vermelho (CV).

O que muda com a nova lei

A legislação cria duas novas modalidades de crime:

  • Obstrução de ações contra o crime organizado.

  • Conspiração para obstrução dessas ações.

As penas variam de 4 a 12 anos de prisão, além de multa. O governo determinou que os condenados e investigados cumpram pena em presídios federais de segurança máxima, o que deve reduzir a influência das facções no sistema estadual.

O artigo 288 do Código Penal também passou por mudanças. Agora, quem contratar ou solicitar crimes a membros de organizações criminosas poderá receber pena de 1 a 3 anos, somada à punição pelo delito executado. Dessa forma, o Estado passa a punir tanto o mandante quanto o executor.

Proteção reforçada para quem combate o crime

A nova lei garante proteção especial a juízes, promotores, policiais e militares, inclusive aposentados. Quando houver risco comprovado, o amparo se estende a familiares diretos.

Além disso, o texto reconhece a vulnerabilidade das regiões de fronteira, usadas por facções para tráfico e contrabando. Assim, profissionais que atuam nessas áreas passam a ter segurança reforçada por lei, o que reduz a exposição a ameaças e retaliações.

Por que a medida é importante

Especialistas em direito penal afirmam que a lei fecha brechas jurídicas usadas por criminosos para escapar de punições. Até então, muitos mandantes terceirizavam a execução de delitos, o que dificultava a responsabilização direta.

Com as novas regras, o governo pretende fortalecer o sistema penal e garantir proteção integral aos agentes públicos que enfrentam o crime organizado. Além disso, a medida envia uma mensagem política de que o Estado não recuará diante das facções.

Segurança pública como prioridade

O Planalto trata a sanção como um marco na política de segurança pública. O texto reflete a tentativa de equilibrar rigor penal e proteção institucional. Dessa forma, o país reforça sua estrutura jurídica e demonstra que o enfrentamento ao crime precisa acontecer com inteligência, firmeza e apoio legal.

A lei já está em vigor e deverá servir como base para futuras ações integradas entre União, estados e órgãos de segurança. Para o governo, o momento marca uma nova etapa na defesa do Estado Democrático de Direito.

Fonte: G1

Mel com sabor de chocolate une ciência e sustentabilidade

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Frasco de mel dourado sobre cascas de cacau com abelhas nativas sem ferrão, representando inovação científica brasileira
Arte mostra o novo mel com gosto de chocolate desenvolvido por pesquisadores da Unicamp, que reaproveitam cascas de cacau e usam abelhas nativas sem ferrão

Ciência transforma casca de cacau em mel nutritivo e aromático

Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) criaram um mel com sabor e propriedades do chocolate a partir da casca da amêndoa do cacau, que muitas vezes seria descartada. O estudo, publicado na revista ACS Sustainable Chemistry & Engineering, mostra como a ciência pode unir inovação e aproveitamento de resíduos.

Para alcançar esse resultado, os cientistas usaram mel de abelhas nativas sem ferrão como solvente natural. Assim, conseguiram extrair compostos bioativos presentes no cacau, como teobromina e cafeína, reconhecidos por seus efeitos estimulantes e benefícios à saúde cardiovascular. Além disso, o método mantém o valor nutricional do mel e amplia suas possibilidades de uso.

Um dos méis testados foi o da mandaçaia (Melipona quadrifasciata). Crédito: Lucas Rubio/iNaturalist

Técnica verde realça sabor e valor funcional

Durante o processo, os pesquisadores aplicaram uma técnica de extração assistida por ultrassom, capaz de aumentar a concentração de compostos antioxidantes e anti-inflamatórios. Dessa forma, o mel ganhou sabor intenso de chocolate e maior potencial funcional.

O pesquisador Felipe Sanchez Bragagnolo, autor principal do estudo, explica que o produto se destaca não apenas pelo gosto, mas também pelas propriedades funcionais.

“O apelo sensorial é forte, mas o diferencial está nos compostos bioativos, que tornam o produto interessante tanto para a alimentação quanto para a cosmética”, afirma.

Portanto, o novo mel representa um avanço que une ciência e prazer gastronômico, mostrando o poder da pesquisa aplicada.

Abelhas nativas fortalecem a biodiversidade e a sustentabilidade

A pesquisa também valoriza a biodiversidade brasileira. Os cientistas utilizaram méis de cinco espécies de abelhas sem ferrão — borá, jataí, mandaçaia, mandaguari e moça-branca. Esses méis possuem mais água e menor viscosidade, o que facilita a extração dos compostos e os torna excelentes solventes naturais.

Além disso, o uso dessas espécies ajuda a preservar ecossistemas nativos e estimula a meliponicultura sustentável. Assim, a produção de mel sem ferrão ganha espaço como alternativa ecológica e de alto valor econômico.

Inovação sustentável impulsiona novas oportunidades

O processo desenvolvido pela equipe da Unicamp segue os princípios da química verde, que reduz impactos ambientais e aproveita resíduos de forma eficiente. Além disso, a avaliação feita com o software Path2Green comprovou alta pontuação em sustentabilidade, reforçando o caráter inovador da pesquisa.

O professor Mauricio Ariel Rostagno, coordenador do estudo, ressalta que a técnica pode fortalecer pequenas indústrias e cooperativas que já trabalham com cacau e mel.

“Com esse equipamento, as comunidades conseguem transformar resíduos do cacau e do mel em produtos de alto valor agregado, inclusive para a gastronomia premium”, explica.

Portanto, a inovação não beneficia apenas a ciência, mas também gera renda, reduz desperdício e impulsiona o desenvolvimento regional.

Próximos passos da pesquisa

Agora, a equipe da Unicamp analisa como o ultrassom pode afetar a microbiologia do mel, pois o processo pode aumentar a durabilidade e a segurança alimentar. Além disso, os pesquisadores planejam testar outros resíduos vegetais, o que deve ampliar as aplicações da tecnologia e fortalecer o compromisso com a sustentabilidade ambiental.

Conclusão

O mel com sabor de chocolate mostra como a ciência brasileira pode transformar resíduos em produtos inovadores e sustentáveis. Por meio da tecnologia verde, do uso de abelhas nativas e da pesquisa aplicada, o país demonstra que é possível gerar valor econômico, ambiental e social a partir da natureza.

Fonte: Tempo

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