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segunda-feira, maio 4, 2026
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Brasil se diz pronto para negociar com Trump após tarifaço

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Lula com fone de ouvido em evento diplomático, ao lado de citação sobre negociações com os EUA.
Lula afirma que o Brasil é um bom negociador, "sobretudo com quem quer conversar", em resposta às tarifas dos EUA.

Lula afirma que o Brasil está aberto a negociar com Trump após tarifa de 50% imposta às exportações nacionais. Diplomacia tenta evitar prejuízos.

Governo brasileiro quer evitar confronto com os EUA

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (24) que o Brasil está disposto a negociar com os Estados Unidos. A declaração foi feita após o ex-presidente Donald Trump anunciar a imposição de uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. O objetivo de Lula é evitar um conflito comercial que possa prejudicar as exportações do país.

Durante um evento em Minas Gerais, o presidente reforçou que o Brasil tem tradição de ser um bom negociador. Segundo ele, o país está aberto ao diálogo, sobretudo com quem quer conversar. Assim, negociação com Trump é vista como uma necessidade estratégica.

Agronegócio em alerta com tarifa e queda nos preços

A nova tarifa chega em um momento delicado para setores estratégicos da exportação brasileira. Por exemplo, o setor da laranja já sofre com uma queda expressiva nos preços: a caixa do produto passou de R$ 80 para R$ 26. Por isso, produtores alertam que a combinação entre preços baixos e taxação pode inviabilizar as vendas internacionais.

Diante desse cenário, o governo federal se comprometeu a adotar medidas de proteção. Além disso, Lula afirmou que vai defender os interesses dos empresários e dos bancos nacionais ao negociar com Trump.

Trump liga sanções à situação de Bolsonaro

Em carta enviada ao governo brasileiro, Trump justificou a tarifa com base na “perseguição política” ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo o republicano, a penalidade é uma resposta à condução dos processos que envolvem Bolsonaro, acusado de tentar um golpe após as eleições de 2022.

Enquanto isso, o senador Flávio Bolsonaro declarou que “não vê possibilidade de Trump voltar atrás”. A afirmação intensificou a tensão política e dividiu ainda mais opiniões no Brasil.

Brasil tenta preservar imagem de país conciliador

Apesar da tensão, Lula reafirmou que o Brasil continuará agindo com responsabilidade diplomática. Ele destacou que não se trata de submissão, mas de interesse nacional e defesa da economia brasileira.

Portanto, somos bons negociadores. E vamos continuar sendo. Mesmo diante de desafios, o respeito será nossa base”, disse o presidente, reforçando a negociação envolvendo Trump.

Enquanto isso, o Itamaraty acompanha de perto os desdobramentos e trabalha para reabrir canais de diálogo com os EUA, antes que os impactos econômicos se agravem.

Fonte: SBT News

Moraes nega prisão de Bolsonaro e alerta: Justiça não é tola

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Moraes em destaque com frase "Justiça é cega, mas não é tola", sobre decisão que negou prisão de Bolsonaro.
Ministro Alexandre de Moraes afirmou que nova infração de Bolsonaro resultará em prisão: “Justiça é cega, mas não é tola”.

Alexandre de Moraes nega prisão de Bolsonaro, mas faz alerta: nova violação das medidas cautelares resultará em prisão preventiva imediata.

Moraes descarta prisão e reforça alerta ao ex-presidente

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu manter Jair Bolsonaro em liberdade após o ex-presidente aparecer em um vídeo mostrando sua tornozeleira eletrônica. O vídeo circulou nas redes sociais por meio de uma postagem de seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), também investigado pela Corte. A decisão de prisão negada por Moraes não impede uma futura prisão caso haja novas infrações.

Jair Bolsonaro exibe tornozeleira eletrônica durante visita à Câmara dos Deputados, cercado por apoiadores e parlamentares.
Jair Bolsonaro exibiu publicamente sua tornozeleira eletrônica na Câmara, atitude considerada tentativa de driblar regras do STF.

Moraes avaliou que a atitude tentou contornar a proibição de uso das redes sociais. Apesar disso, ele classificou o episódio como isolado e preferiu não aplicar a prisão preventiva. “A Justiça é cega, mas não é tola”, afirmou na decisão.

Defesa nega infração e sustenta respeito às regras

A defesa de Bolsonaro argumentou que ele não agiu com intenção de burlar as medidas. Os advogados afirmaram que o ex-presidente vem cumprindo as condições impostas pelo STF e que a publicação do vídeo partiu de terceiros, sem orientação dele. Moraes negou a prisão considerando os argumentos da defesa.

Moraes acatou o argumento da defesa de que o fato não se repete e decidiu manter as medidas cautelares. No entanto, deixou claro que qualquer nova violação implicará em prisão imediata, pois a situação ainda está sob vigilância.

Ministro critica uso político de entrevistas

Moraes esclareceu que Bolsonaro pode dar entrevistas, mas condenou o uso dessas falas como estratégia de divulgação por redes coordenadas. Ele mencionou a existência de uma prática articulada que transforma declarações públicas em “material pré-fabricado” para alimentar redes sociais de apoiadores, o que poderia levar a uma prisão negada por Moraes ser reconsiderada no futuro.

Segundo Moraes, essas ações buscam pressionar autoridades estrangeiras e interferir no processo judicial brasileiro, o que representa ameaça direta à soberania nacional.

STF mantém investigação sobre tentativa de golpe

Fachada iluminada do Supremo Tribunal Federal à noite, com escultura da Justiça em destaque.
STF mantém medidas cautelares contra Bolsonaro e alerta para nova prisão em caso de reincidência.

O ex-presidente é réu por suspeita de participar de uma tentativa de golpe de Estado após a eleição de 2022. A Operação Tempus Veritatis investiga articulações entre Bolsonaro, aliados e grupos digitais organizados para desacreditar o sistema eleitoral. Na decisão de prisão negada por Moraes, as investigações ainda prosseguem.

As medidas cautelares incluem o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de qualquer atividade em redes sociais. Apesar da recente polêmica, o STF ainda não identificou reincidência clara que justificasse uma prisão, mas estabeleceu uma linha vermelha, após a prisão ser negada por Moraes.

Fonte: CNN Brasil

Preço da laranja despenca e tarifa dos EUA ameaça exportações

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Cesta com laranjas e frase “Preço da laranja despenca” sobre fundo de pomar.
Queda no preço da laranja preocupa produtores e ameaça exportações brasileiras.

O preço da laranja caiu de R$ 80 para R$ 26. Com nova tarifa dos EUA, produtores temem prejuízos e colapso nas exportações. Essa situação leva ao cenário em que o preço da laranja despenca no mercado.

Queda nos preços da laranja ameaça colheita

O setor citrícola brasileiro vive uma das piores crises das últimas décadas. Em poucos meses, o preço da caixa de laranja caiu de R$ 80 para apenas R$ 26. Essa redução brusca compromete a viabilidade da colheita, pois os custos operacionais superam o valor recebido pelo produtor. Esta é uma situação onde o preço da laranja despenca rapidamente, causando inquietação.

Pomar de laranjas com frutas caídas no chão, simbolizando desperdício e crise na colheita.
Frutas se acumulam no chão de pomar por falta de colheita, diante da queda brusca no preço da laranja.

Como resultado, muitos agricultores cogitam deixar parte da produção apodrecer nos pomares. Além disso, o escoamento se torna inviável economicamente, o que aumenta o risco de perdas generalizadas.

Tarifa anunciada por Trump amplia crise do setor

Enquanto isso, um novo desafio se aproxima. O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, prevista para entrar em vigor em 1º de agosto. Com isso, as exportações de suco de laranja correm o risco de se tornarem inviáveis.

Contêineres empilhados em porto brasileiro com guindaste ao fundo, prontos para exportação.
Contêineres aguardam embarque em porto brasileiro, refletindo o impacto da tarifa dos EUA nas exportações de suco de laranja.

Atualmente, o Brasil destina 42% do seu suco de laranja ao mercado americano, o que corresponde a US$ 1,31 bilhão por safra. Portanto, qualquer aumento tarifário impactaria diretamente a receita do setor. Vale lembrar que o novo imposto representaria um aumento de 533% sobre a atual taxa de US$ 415 por tonelada.

Estoques em baixa nos EUA e dependência mútua

Do outro lado, os Estados Unidos enfrentam escassez. A safra 2024/25 no país deve alcançar apenas 108,3 milhões de galões, o menor volume desde 1970. Dessa forma, os estoques internos atingiram o nível mais baixo em 50 anos. Neste cenário onde o preço da laranja despenca, a economia global também terá que se adaptar.

Por isso, mesmo diante da crise brasileira, os consumidores norte-americanos também sentirão os efeitos. O Brasil é responsável por 70% de todo o suco de laranja importado pelos EUA, sendo um fornecedor difícil de substituir.

Produtores pressionam por soluções

O agricultor Ederson Kogler, por exemplo, afirma que encontrar novos mercados “não acontece da noite para o dia”. Segundo ele, a pressão econômica tem sido intensa, principalmente após a queda vertiginosa dos preços.

Enquanto aguardam uma solução, os produtores enfrentam incertezas quanto à colheita, à logística e à manutenção dos empregos no campo. Ou seja, o impacto da tarifa não se limita às exportações, mas se estende a toda a cadeia produtiva. É fundamental pensar nas consequências da situação onde despencam os preços da laranja.

Reação do Brasil e articulação diplomática

Diante desse cenário, o governo brasileiro apresentou críticas formais à Organização Mundial do Comércio (OMC). Segundo nota oficial, as medidas de Trump são “arbitrárias e caóticas”, prejudicando diretamente o fluxo comercial com um de seus principais parceiros.

Caso não haja acordo, o setor citrícola pode sofrer um colapso. O desperdício de frutas, o desemprego no campo e a desestruturação da indústria de suco são consequências cada vez mais possíveis.

Fonte: SBT News

BC confirma vazamento de dados de 11 milhões de chaves Pix

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Arte sobre vazamento no Pix, com destaque para o prédio do Banco Central e chamada da TVdoPOVO.com
Imagem destaca a gravidade do vazamento de chaves Pix, com arte institucional da TVdoPOVO.com e o prédio do Banco Central ao entardecer.

Vazamento de dados no Pix afeta mais de 11 milhões de usuários

O Banco Central (BC) confirmou que um acesso indevido ao sistema SisbaJud, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), expos dados de 11.003.398 chaves Pix entre os dias 20 e 21 de julho de 2025. A falha comprometeu informações como nome, número da conta, agência e instituição bancária. Este vazamento de dados de chaves Pix exigiu respostas rápidas das autoridades.

Dados vazados não permitem acesso às contas

De acordo com o BC, nenhuma informação sensível foi violada. Portanto, senhas, saldos e extratos seguem protegidos. Ainda assim, o vazamento revelou dados cadastrais, o que pode gerar riscos. Por exemplo, golpistas podem usar essas informações para aplicar fraudes com engenharia social. O vazamento de dados de chaves Pix é uma preocupação pelo impacto potencial em fraudes.

Além disso, o banco reforça que os dados expostos não possibilitam movimentações financeiras nem consulta às contas.

CNJ adotou medidas imediatas

Logo após identificar o incidente, o CNJ restabeleceu a segurança do sistema e acionou a Polícia Federal e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Dessa forma, as investigações seguem em andamento.

Além disso, a instituição declarou que vai abrir um canal de consulta online. Por meio dele, os usuários poderão verificar se suas chaves Pix foram afetadas pelo vazamento de dados de chaves Pix. No entanto, o CNJ alertou que não fará contato direto com os usuários por nenhum canal.

Riscos de fraudes exigem atenção dos usuários

Embora o vazamento não comprometa valores financeiros, o CNJ alerta para tentativas de golpes com base nos dados expostos. Dessa maneira, recomenda-se que a população redobre os cuidados com mensagens suspeitas. E-mails, SMS e ligações não devem ser respondidos sem verificação de origem.

Por fim, é importante manter a atenção às comunicações que solicitem dados bancários ou códigos de confirmação.

Destaque internacional reacende debate sobre o Pix

Enquanto o Brasil enfrenta os efeitos desse vazamento, o sistema Pix ganha visibilidade internacional. Recentemente, o economista Paul Krugman, ganhador do Prêmio Nobel, declarou que o país pode ter inventado o futuro do dinheiro. Em sua análise, ele comparou o Pix com modelos de pagamento discutidos nos Estados Unidos, inclusive com críticas à regulação de criptomoedas.

Além disso, documentos oficiais revelam que o Pix está sob monitoramento dos EUA desde 2022, por supostamente representar uma ameaça competitiva às empresas norte-americanas do setor financeiro.

Queda no preço do café anima brasileiros após 16 meses de alta

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Xícara de café preto vista de cima ao lado de grãos, com texto “Após alta histórica, café começa a ficar mais acessível”
Após mais de um ano de aumentos, preço do café começa a cair e alivia o bolso do consumidor brasileiro

A queda no preço do café começou a se consolidar após 16 meses de alta. Em julho, os grãos ficaram até 20% mais baratos, com impacto direto nos supermercados e alívio para o consumidor.

Após alta recorde, café começa a ficar mais barato

Depois de 16 meses consecutivos de aumento, o preço do café finalmente começou a cair. Em julho, o valor do grão recuou quase 20%, segundo dados do setor. Por isso, a notícia foi recebida com entusiasmo pelos consumidores e gera expectativas positivas para o restante do ano. Essa queda no preço do café traz alívio para muitos.

Colheita intensa pressiona os preços para baixo

Desde março, o Brasil iniciou uma nova safra de café. Agora, com o pico da colheita entre junho e julho, a oferta no mercado cresceu consideravelmente. Consequentemente, os preços começaram a recuar, sendo um fator principal na queda do café.

Produtora rural segurando grãos maduros de café, com sorriso e plantação ao fundo
A colheita intensa no Brasil em 2025 impulsionou a queda no preço do café e trouxe alívio para o consumidor

De acordo com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o café em pó teve uma redução de 0,18% entre 16 de junho e 15 de julho. Embora o número pareça modesto, representa a primeira queda real desde o início de 2023 — e um indicativo claro de mudança na curva dos preços.

Café arábica e robusta lideram o recuo

Os dois principais tipos de grão também apresentaram redução. O arábica ficou cerca de 14% mais barato. Já o robusta teve uma queda ainda maior: 18,4%, sendo a mais expressiva do ano. Dessa forma, produtos como o café tradicional e o extraforte já estão com preços mais baixos nas gôndolas.

Sacas e cestos com grãos de café armazenados em ambiente rústico, iluminado naturalmente
Aumento na oferta e armazenamento do café contribuem para a redução de preços percebida pelos consumidores em julho de 2025

Além disso, o consumidor nota esse impacto de forma imediata, especialmente nas compras do mês.

Consumo interno deve crescer no inverno

Com a chegada do inverno, o consumo de café tende a aumentar. A Associação Brasileira da Indústria do Café projeta que o mercado interno se fortalecerá nos próximos meses. Assim, a redução dos preços pode gerar ainda mais demanda. O preço do café em queda é benéfico e pode estimular o consumo.

Ao mesmo tempo, o cenário favorece as indústrias que operam com cafés mais populares, abrindo espaço para promoções e crescimento das vendas.

Tarifa dos EUA preocupa exportações

Apesar do cenário positivo no Brasil, o mercado externo traz desafios. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impôs uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, incluindo o café. Por isso, exportadores estão atentos aos desdobramentos.

Navio cargueiro com contêineres atracando em porto industrial movimentado
Setor cafeeiro monitora impacto da tarifa dos EUA sobre produtos brasileiros; exportações representam 16% da produção nacional

Os EUA compram 16% do café exportado pelo Brasil, sendo nosso maior cliente. No entanto, outras nações como China, Índia, Indonésia e Austrália surgem como alternativas para minimizar os impactos.

Expectativas para os próximos meses

Embora o café ainda custe cerca de 86,5% mais do que há um ano, a atual redução já representa um alívio.
Caso a colheita continue em bom ritmo e o consumo interno se mantenha elevado, a tendência é de novos recuos nos preços, antecipando uma queda importante no preço do café.

Para o consumidor, isso significa mais tranquilidade na hora de garantir o cafezinho de todo dia — sem pesar no bolso.

Fonte: Só Notícia Boa

Doação de mudas fortalece aldeia indígena Sakurabiat em RO

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Banner com muda de planta e viveiro, destacando doação de mudas frutíferas à aldeia indígena Sakurabiat em Porto Velho.
Prefeitura de Porto Velho e Governo de Rondônia entregam mais de mil mudas frutíferas à comunidade indígena Sakurabiat, em ação conjunta pela sustentabilidade.

Prefeitura de Porto Velho e Governo de Rondônia entregam 1.129 mudas frutíferas à aldeia indígena Sakurabiat, com ações ambientais e educativas. A doação de mudas à aldeia Sakurabiat fortalece a sustentabilidade.

Parceria fortalece autonomia indígena e incentiva a sustentabilidade

A Prefeitura de Porto Velho e o Governo de Rondônia uniram forças para beneficiar a Aldeia Nova Mariana, da etnia Sakurabiat, em Alta Floresta D’Oeste. A ação de doação de mudas à aldeia Sakurabiat, realizada por meio da Sema e da Sedam, garantiu a entrega de 1.129 mudas frutíferas e nativas.

Filas de mudas frutíferas em viveiro protegido por tela de sombreamento, com árvores ao fundo.
Viveiro Municipal de Porto Velho abriga mudas de cacau, açaí, cupuaçu e outras espécies nativas destinadas à aldeia Sakurabiat.

Como resultado, a comunidade poderá cultivar alimentos com mais autonomia, respeitando suas práticas tradicionais. Além disso, o projeto estimula a sustentabilidade em áreas indígenas e promove o fortalecimento da cultura local. O pedido partiu da Associação Comunitária Kerecoura, presidida por Ines Mariana Sakurabiat, reforçando a importância da doação de mudas à aldeia Sakurabiat.

Entrega de mudas reforça segurança alimentar e respeito ao bioma

Entre as espécies doadas estão cacau, cupuaçu, caju, açaí, goiaba, jenipapo e ipês. Por isso, a escolha das mudas levou em consideração tanto a produção de alimentos quanto a recuperação do bioma local. A doação de mudas à aldeia Sakurabiat inclui todas as espécies nativas ou adaptadas à região.

Filas de mudas frutíferas em viveiro coberto, com vegetação ao fundo e solo coberto por musgo.
O viveiro municipal abriga centenas de mudas destinadas à aldeia indígena Sakurabiat, como parte de ação conjunta pela sustentabilidade em Rondônia.

Além das mudas, a Sedam vai prestar apoio técnico à comunidade. Estão programadas visitas à aldeia, oficinas de plantio e ações educativas voltadas à prevenção de queimadas. Com essas medidas, o projeto segue as diretrizes da Política Estadual de Manejo Integrado do Fogo.

Ações educativas complementam apoio ao povo Sakurabiat

Segundo Vinícius Miguel, secretário da Sema, a colaboração entre diferentes esferas de governo fortalece ações eficazes. Dessa forma, é possível entregar resultados reais à doação de mudas à aldeia Sakurabiat, beneficiando comunidades que vivem em regiões remotas.

Waldemir Barabadá Coiryn, da Sedam, reforçou que o projeto vai além da entrega das mudas. De acordo com ele, a ideia é desenvolver um processo contínuo de educação ambiental. Assim, a comunidade poderá gerenciar melhor seus recursos e reduzir os riscos de incêndios florestais.

Compromisso com os povos originários vai além da entrega

Por fim, a iniciativa representa um passo concreto no respeito aos direitos indígenas. Ela contribui não apenas para o bem-estar imediato, mas também para a preservação de saberes ancestrais e da biodiversidade.

Consequentemente, a ação se consolida como exemplo de responsabilidade socioambiental. Seu impacto vai desde a segurança alimentar até a valorização do território e da identidade cultural do povo Sakurabiat.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

Pagamentos do acordo do INSS iniciam nesta quinta (24)

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Arte com notas de 100 reais ao fundo e texto em destaque sobre o início do pagamento de ressarcimentos pelo INSS nesta quinta-feira.
Primeira parcela do acordo do INSS beneficia 400 mil pessoas; pagamentos seguem ordem de adesão.

Quase 1 milhão de segurados do INSS já aderiram ao acordo que garante o ressarcimento de descontos indevidos relacionados a mensalidades associativas. O Instituto começará os pagamentos nesta quinta-feira, com a notícia de que o INSS começa a pagar ressarcimento a partir desta quinta-feira (24), beneficiando, inicialmente, 400 mil pessoas.

A ordem de pagamento seguirá a sequência de adesão. A partir de sexta, o INSS começará a pagar o ressarcimento e continuará liberando os valores em dias úteis, com lotes diários de 100 mil beneficiários.

Acordo evita ação judicial contra o INSS

Quem adere ao acordo opta por receber o reembolso por via administrativa, sem precisar recorrer à Justiça. Ao mesmo tempo, o segurado renuncia ao direito de processar o INSS futuramente. No entanto, ele ainda pode processar as associações responsáveis pelos descontos irregulares.

Os interessados podem aderir pelo aplicativo ou site Meu INSS, ou então presencialmente em agências dos Correios.

Fila do INSS cresce com falhas e greves

Apesar do avanço com os pagamentos, o INSS enfrenta outro problema grave: a fila de espera por benefícios voltou a crescer. Em junho, mais de 2,4 milhões de pessoas aguardavam aposentadorias ou pensões, o que representa 79% a mais que no ano passado.

O governo atribui esse aumento a greves de servidores e peritos ocorridas em 2024. Além disso, as falhas nos sistemas da Dataprev também atrapalham o andamento das análises.

“Isso é grave. Os sistemas são jurássicos e geram prejuízo direto ao segurado”, declarou Gilberto Waller Jr., presidente do INSS.

Tempo médio de espera chega a 51 dias

Devido ao cenário atual, o tempo médio para concessão de benefícios chegou a 51 dias em junho. O pior momento foi em março, quando a fila bateu 2,7 milhões de pessoas. O começo do pagamento de ressarcimentos do INSS também pode ajudar a desafogar.

Para reduzir esse número, o governo lançou mutirões de análise e criou bônus por produtividade para servidores que superam metas.

Recursos administrativos também enfrentam atrasos

Além da fila comum, o prazo para análise de recursos administrativos cresceu de forma alarmante. Esses recursos são pedidos de segurados que tiveram benefícios negados e decidiram recorrer.

Entre 2024 e 2025, o tempo médio para o INSS encaminhar esses recursos ao Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS) saltou de 93 para 310 dias — um aumento de 233%.

Por isso, o Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP) enviou um ofício exigindo melhorias no processo, além de mais transparência nas decisões. Uma ação assim é esperada até que o INSS comece a pagar R$ ressarcimentos.

Fonte: G1

Polícia Federal investiga fraudes no DNIT do Amapá

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Agente da Polícia Federal durante operação que investiga escândalo de R$ 10 bilhões no DNIT com contratos da LCM.
PF investiga contratos bilionários com a LCM, apreende Porsches e afasta chefes do DNIT no Amapá.

A PF investiga o escândalo no DNIT envolvendo a empreiteira LCM, que recebeu mais de R$ 10 bilhões do governo federal. Fraudes e lavagem de dinheiro estão entre as acusações.

LCM acumula bilhões em contratos com o governo

Desde 2014, a LCM Construção e Comércio assinou contratos que ultrapassam R$ 23 bilhões, com o governo federal. Esse extenso histórico de negócios traz à tona alguns desdobramentos que envolvem o escândalo no DNIT. Somente em pagamentos já realizados, a empresa recebeu R$ 10,8 bilhões, conforme informações do Portal da Transparência.

Em 2023, a empreiteira concentrou o maior volume: aproximadamente R$ 10 bilhões. Esse montante foi pago no primeiro ano do atual governo Lula. Por outro lado, entre 2019 e 2022, durante a gestão Bolsonaro, os valores somaram R$ 6,9 bilhões.

Além disso, os contratos estão distribuídos por quase todos os estados. Apenas São Paulo e Goiás ficaram fora do alcance da LCM no contexto do escândalo.

Operação Route 156 revela fraudes em editais no Amapá

A Operação Route 156, conduzida pela Polícia Federal, aponta manipulações em licitações realizadas pelo DNIT no Amapá. De acordo com os investigadores, quatro pregões eletrônicos favoreceram empresas específicas, o que prejudicou a concorrência. Como consequência, a Justiça determinou o afastamento de Marcello Linhares, então superintendente do DNIT no estado, envolvido diretamente no escândalo.

Agentes da Polícia Federal realizam operação sobre fraudes no DNIT
Ação da PF durante a Operação Route 156 no Amapá

No mesmo contexto, a PF passou a investigar o empresário Breno Chaves Pinto, suplente do senador Davi Alcolumbre. A apuração indica que ele pode ter usado sua influência política para facilitar a liberação de verbas que beneficiaram a LCM.

Carros de luxo, emendas e saques suspeitos ampliam o escândalo

Durante uma ação de busca e apreensão em Nova Lima (MG), agentes da PF encontraram três carros da marca Porsche na casa de Luiz Otávio Fontes Junqueira, presidente da LCM. Segundo a investigação, Junqueira teria movimentado R$ 680 mil por meio de saques fracionados e intermediários — uma prática que caracteriza lavagem de dinheiro.

Carros de luxo apreendidos na casa do presidente da LCM
Três Porsches foram apreendidos durante ação em Nova Lima (MG)

Além dos contratos diretos com a União, a LCM recebeu R$ 418 milhões em emendas parlamentares. Desse total, R$ 71 milhões vieram do orçamento secreto, instrumento relacionado ao escândalo que ainda gera críticas por falta de transparência e controle social.

Portanto, o escândalo no DNIT envolve recursos públicos de múltiplas origens e aponta para um possível conluio entre empresários e agentes políticos.

Empresa e envolvidos negam qualquer ilegalidade

A LCM declarou que os contratos seguiram todos os trâmites legais. A empresa reforçou que está à disposição da Justiça e confia na elucidação dos fatos. No âmbito do escândalo mencionado, a investigação continua.

Por sua vez, o DNIT divulgou nota oficial em que se compromete com a apuração interna. Além disso, destacou a existência de uma política antifraude e anticorrupção ativa na autarquia.

A assessoria de Davi Alcolumbre afirmou que o senador não possui relação com as empresas investigadas, nem com a atuação empresarial de seu suplente.

Fonte: Metrópoles

Morango do amor viraliza e lota docerias no Espírito Santo

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Foto de capa com morangos do amor brilhantes e o título “Morango do Amor vira sensação e provoca filas em docerias”
Bombom “morango do amor”, nova febre em confeitarias do Espírito Santo

À medida que o sucesso do morango do amor se espalhava pelas redes sociais, ele rapidamente conquistou o Espírito Santo. Por isso, muitas docerias não apenas dobraram a produção, como também optaram por fechar temporariamente as portas. Dessa forma, conseguiram atender à crescente demanda pelo bombom que viralizou em todo o estado.

Docerias fecham as portas para atender à produção

O morango do amor virou sensação no Espírito Santo. Inspirado na maçã do amor, o doce artesanal combina morango fresco, brigadeiro e uma casquinha crocante. Com o sucesso nas redes sociais, confeitarias de Vila Velha e da Serra passaram a fechar as portas temporariamente para focar apenas na produção.

Detalhe do recheio do morango do amor, evidenciando a calda crocante e a fruta fresca

Millena Moreira, confeiteira de Vila Velha, relatou que sua produção saltou de 400 para 800 unidades diárias nas últimas duas semanas. “Nem abri a loja para focar na produção. Está parecendo uma segunda Páscoa, até mais!”, afirmou.

Alta demanda surpreende e gera filas

A confeiteira Roberta Carolina Soares, do bairro São Diogo 2, também enfrentou um cenário inusitado. Segundo ela, houve dias em que clientes se sentaram e até se deitaram na calçada para garantir o bombom. “Hoje tinha gente olhando pela porta abaixada para ver se eu ia abrir, com medo de perder o horário”, contou.

Como resultado da procura intensa, Roberta suspendeu o atendimento por mensagens e o delivery. Cada unidade do doce é vendida por R$ 12.

Redes sociais impulsionam o sucesso do doce

Embora o doce já existisse há pelo menos cinco anos, foi a força da internet que reacendeu o interesse popular. Afinal, vídeos mostrando a mordida no doce e o som da casquinha quebrando viralizaram rapidamente. “É um doce muito bonito. A crocância e os vídeos fizeram a diferença”, avaliou Millena.

Além disso, a estética visual e o apelo sonoro dos vídeos contribuíram para o desejo dos consumidores. Dessa forma, o bombom conquistou espaço em diversas docerias do estado.

Novos sabores e inovação na confeitaria capixaba

Aproveitando a tendência, Millena lançou versões com brigadeiro de ninho, pistache e maracujá, vendidas a R$ 16. Além disso, começou a gravar aulas ensinando a preparar o bombom para suas alunas. A produção exige morangos grandes e de qualidade, o que aumentou a pressão sobre os fornecedores.

Mesmo com a correria, ela pretende manter o doce no cardápio. “Enquanto o público quiser, vou continuar fazendo. Tomara que ele fique no cardápio pelo menos em alguns dias da semana”, concluiu.

Fonte: G1

Controle de hipertensão e diabetes atinge só 13% no país

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Arte em fundo vermelho com as palavras “Hipertensão e Diabetes Descontroladas” e ilustração de um aparelho de pressão, coração e estetoscópio.
Arte com destaque para o controle insuficiente de hipertensão e diabetes, tema abordado em matéria da TVdoPOVO.com.

Brasileiros enfrentam dificuldades para controlar doenças crônicas

Um novo estudo revelou que apenas 12,7% dos brasileiros com hipertensão e diabetes tipo 2 conseguem manter as duas doenças sob controle ao mesmo tempo. A pesquisa foi apresentada no Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp) e aponta um cenário preocupante para a saúde pública. Esta realidade destaca o problema das hipertensão e diabetes descontroladas no país.

Paciente com perna gravemente inchada durante consulta médica.
Edema grave em paciente destaca possíveis consequências da hipertensão e diabetes mal controladas.

Realizado pelo laboratório Servier do Brasil com apoio de médicos de grandes centros clínicos, o levantamento avaliou 451 pacientes em todas as regiões do país. A amostra incluiu atendimentos tanto na rede pública quanto na rede privada, o que confere representatividade nacional aos dados. No entanto, muitos ainda lidam com hipertensão e diabetes descontroladas.

Leia Também: Novo medicamento mostra potencial de cura para forma grave de diabetes

Metas clínicas ainda estão longe da realidade

Embora 98% dos pacientes recebam medicamentos contra diabetes e 97,9% façam tratamento para hipertensão, os resultados continuam insatisfatórios. Com hipertensão descontrolada e 61% não atingindo o ideal para hemoglobina glicada, a situação se agrava. Apenas 28,9% conseguem controlar a pressão arterial completamente.

O professor Emilton Lima Jr., da Universidade Federal do Paraná (UFPR), coordenou o estudo e alertou para os riscos. Segundo ele, seguir o tratamento sem alcançar as metas é como não tratar, pois o risco de complicações permanece alto. Isso ressalta o perigo da hipertensão e diabetes estarem descontroladas.

Além disso, os pacientes tomam, em média, 9,7 comprimidos por dia. Porém, somente 20% utilizam medicamentos combinados em pílula única, uma estratégia recomendada para melhorar a adesão. Pacientes com hipertensão ou diabetes descontroladas podem se beneficiar dessa abordagem.

 Mão feminina segura copo de água e medicamentos sobre mesa, com relógio ao fundo.
Paciente se prepara para tomar remédios, representando a rotina de quem convive com hipertensão e diabetes.

Médicos subestimam risco cardiovascular

Outro dado relevante do estudo é a discrepância entre a avaliação médica e os critérios objetivos de risco. Apesar de 93% dos pacientes apresentarem comorbidades cardiovasculares — como colesterol alto, infarto prévio ou doença arterial periférica —, muitos profissionais classificaram seus casos como de risco moderado.

Profissional de saúde mede a pressão arterial de paciente com estetoscópio e esfigmomanômetro.
Aferição da pressão arterial durante atendimento ambulatorial representa a rotina de pacientes com hipertensão no SUS.

No entanto, a análise científica demonstrou que 100% dos pacientes estavam em risco alto ou muito alto. Essa subestimação pode atrasar intervenções e comprometer a qualidade do tratamento. Isso é especialmente relevante quando hipertensão e diabetes estão descontroladas.

Modelo intensivo é a chave para mudar o cenário

Para reverter esse quadro, o professor Emilton Lima Jr. defende o modelo CTI: trate cedo, trate tudo e trate intensivamente. De acordo com ele, agir rapidamente e de forma simultânea nos principais fatores de risco é a única maneira de aumentar a expectativa de vida desses pacientes. Deve-se atentar às situações em que diabetes e hipertensão estão descontroladas, aplicando essa abordagem.

Ele reforça que a simples prescrição de remédios não é suficiente. É preciso alcançar resultados clínicos concretos para proteger o paciente de complicações como AVC e infarto, principalmente quando a hipertensão e diabetes não estão controladas.

Estudo pode influenciar políticas públicas de saúde

O artigo científico está em fase final de revisão e deve ser publicado ainda em 2025. Os pesquisadores esperam que os dados sirvam como base para novas estratégias no SUS e em hospitais privados.

Além de ampliar o acesso a medicamentos combinados, o estudo aponta a necessidade de capacitação médica para identificar corretamente o risco cardiovascular. Também propõe mais ações de educação em saúde para garantir o engajamento do paciente. O tratamento das hipertensão e diabetes descontroladas exige atenção contínua.

Fonte: CNN Brasil

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