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terça-feira, maio 5, 2026
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Inflação recua em junho e reforça expectativa por juros menores

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Consumidoras analisam frutas e verduras com preços promocionais em mercado popular
Alimentos mais baratos aliviam o orçamento das famílias e ajudam a frear a inflação no país

Inflação recua em junho, com queda no IPCA-15 e nos alimentos, reforçando otimismo com política monetária e possível corte nos juros.

Panorama da inflação em junho

 Consumidora observa frutas frescas em supermercado durante queda da inflação
A redução nos preços dos alimentos impacta diretamente o orçamento das famílias e contribui para a desaceleração da inflação em junho

O IPCA-15, prévia da inflação oficial, ficou em 0,26% em junho, mostrando a quarta desaceleração consecutiva. Este é o menor resultado para o mês desde 2023.

Embora o índice ainda reflita pressões pontuais, como o reajuste da conta de luz (+3,29%), os dados demonstram uma tendência clara de contenção dos preços. Além disso, o número ficou abaixo da projeção de mercado, que esperava 0,30%.

Alívio no preço dos alimentos

O grupo de alimentos e bebidas apresentou a primeira queda desde agosto de 2024. Essa reversão ocorre após vários meses de aumentos consecutivos, principalmente em itens da cesta básica.

Esse recuo oferece alívio direto ao orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de menor renda, que sentem de forma mais intensa o impacto da inflação sobre alimentos, pois a inflação recua em junho.

Impacto no mercado e juros

A desaceleração da inflação reforça a expectativa de que o Banco Central possa adotar uma postura menos restritiva na política monetária. Isso abre caminho para uma possível queda gradual da taxa Selic nas próximas reuniões do Copom.

O movimento é bem visto por agentes econômicos, pois estimula o crédito, favorece o consumo e ajuda na recuperação do crescimento econômico no segundo semestre de 2025, especialmente agora que a inflação recua em junho.

Desafios ainda persistem

Mesmo com o cenário positivo, alguns pontos de atenção seguem no radar:

  • Possibilidade de novos aumentos nas tarifas públicas.

  • Incertezas climáticas que podem pressionar o custo da energia elétrica.

  • Oscilações no câmbio que influenciam os preços de produtos importados.

Esses fatores podem afetar a trajetória de desaceleração caso não sejam controlados.

Tendência e confiança no segundo semestre

O recuo do IPCA-15 indica uma tendência positiva para o controle da inflação no Brasil, ainda que o índice acumulado em 12 meses siga acima da meta. O resultado de junho fortalece a confiança do mercado, dos consumidores e do governo de que a inflação está convergindo para o centro da meta fiscal.

Com isso, a expectativa é de que os juros comecem a cair de forma mais consistente, dando fôlego à economia e ao consumo interno no segundo semestre.

Lula pode acionar STF após derrota do IOF no Congresso

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Lula cumprimenta ministros do STF durante cerimônia no Supremo em Brasília
Governo estuda acionar o STF para reverter decisão do Congresso que derrubou decreto sobre aumento do IOF em cooperativas de crédito.

Lula pode ir ao STF após derrota do IOF no Congresso, tentando reverter a decisão que impediu aumento do imposto sobre cooperativas, o que evidencia o caso Lula STF IOF.

Reação do governo à decisão do Congresso

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva avalia ir ao Supremo Tribunal Federal (STF) para reverter a decisão do Congresso. Parlamentares barraram o decreto presidencial que aumentava o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre cooperativas de crédito, destaca-se assim o cenário Lula STF IOF.

Na terça-feira (25), deputados e senadores derrubaram a medida com 417 votos contra e 27 a favor. O decreto igualava a alíquota das cooperativas à dos bancos, subindo de 0,0041% para 0,38%.

Embora a decisão tenha sido amplamente apoiada no Legislativo, o governo considera que há fundamentos jurídicos para contestá-la, portanto, é possível que Lula STF IOF seja levado ao Supremo nos próximos dias.

Objetivo: garantir a compensação da desoneração

O Palácio do Planalto defende o decreto como uma medida para compensar a desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia. O STF exigiu essa compensação para validar a prorrogação do benefício até 2027.

No entanto, parlamentares e líderes do setor cooperativo criticaram a proposta. Para eles, a cobrança seria injusta e prejudicaria o crédito em regiões menos atendidas, como o Norte e o interior do país.

Caminho jurídico em análise

A equipe jurídica do governo analisa como basear a argumentação. Um dos pontos estudados é a ideia de que o Congresso não poderia sustar atos administrativos que têm respaldo legal.

Se o STF aceitar o caso, os ministros precisarão avaliar os limites entre os poderes. Assim, a disputa pode se transformar em mais um embate institucional envolvendo Executivo, Legislativo e Judiciário.

Além disso, o governo prepara uma nota técnica para embasar o pedido, caso decida mesmo entrar com a ação. O documento deve ser apresentado ao presidente ainda esta semana.

Cooperativas comemoram decisão

A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) celebrou o resultado da votação no Congresso. A entidade reforçou que cooperativas não atuam com fins lucrativos, mas sim com foco no desenvolvimento local.

Segundo a OCB, a alíquota menor do IOF viabiliza milhares de operações de crédito de pequeno valor, fundamentais para produtores rurais e famílias em áreas remotas.

Portanto, manter a alíquota reduzida garante a sustentabilidade dessas instituições e o acesso ao crédito para milhões de brasileiros.

Próximos passos

O governo Lula avalia entrar com ação no STF para reverter a decisão do Congresso. Caso isso ocorra, o Supremo terá de decidir se houve extrapolação legislativa ao sustar o decreto no contexto do caso Lula STF IOF.

Enquanto isso, a equipe econômica trabalha em alternativas. Afinal, a compensação fiscal para a desoneração continua obrigatória, conforme determinou o próprio STF.

Clima em Rondônia hoje: Manhã Úmida e Tarde Quente

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Montagem mostra o clima em Rondônia com sol, nevoeiro e chuva ao longo do dia
Imagem representa as variações climáticas desta quinta-feira em Rondônia: sol pela manhã, neblina no início do dia e pancadas à tarde

Clima em Rondônia tem sol, nevoeiro e chance de chuva hoje (26/06), com manhãs úmidas, tarde abafada e pancadas isoladas em Porto Velho e região.

Clima tropical com início da estação seca define o tempo em Rondônia

Nesta quinta-feira, 26 de junho de 2025, o clima em Porto Velho e demais regiões de Rondônia apresenta características típicas do início da estação seca. O dia começou com nevoeiro leve e temperaturas em torno de 21 °C, um cenário comum nesta época do ano na região amazônica. Ao longo da manhã, o céu variou entre aberto e parcialmente nublado, com as temperaturas subindo gradualmente até atingirem os 30 °C no início da tarde.

Mesmo com a presença do sol, há possibilidade de pancadas de chuva isoladas no meio da tarde, especialmente entre 15h e 17h. Mais tarde, as nuvens devem se dissipar e o céu tende a ficar limpo novamente, garantindo uma noite estável e mais amena.

Tarde quente com chance de chuva rápida

O calor atinge o pico entre 14h e 16h, quando os termômetros marcam acima de 30 °C em boa parte do estado. Apesar disso, a previsão indica pancadas rápidas, com baixo volume. Essas chuvas devem ocorrer principalmente em áreas próximas à capital e podem vir acompanhadas de aumento na nebulosidade.

Manhãs úmidas e noites agradáveis

Durante o amanhecer, a umidade relativa do ar se manteve alta, o que favoreceu a formação de nevoeiros em áreas próximas a rios e florestas. Além disso, a sensação térmica permaneceu mais amena até o fim da manhã. No período noturno, o céu deve permanecer limpo, e os termômetros devem marcar cerca de 25 °C, oferecendo uma condição ideal para atividades externas.

Recomendações para o dia

  • Utilize roupas leves durante o dia, mas leve uma capa de chuva ou guarda-chuva por precaução.

  • Em trechos de rodovias ou zonas rurais, mantenha atenção redobrada no início da manhã, pois o nevoeiro pode reduzir a visibilidade.

  • Hidrate-se com frequência, especialmente se estiver em áreas abertas sob o sol.

  • Aproveite o clima firme no período da noite para caminhar ou praticar atividades ao ar livre.

Tendência para os próximos dias

Os próximos dias seguirão com temperaturas elevadas e chuvas pontuais. Esse comportamento reforça a transição entre a umidade amazônica e a estação seca que se consolida em Rondônia durante o inverno. Por isso, é importante acompanhar atualizações diárias, já que pequenas instabilidades podem gerar variações localizadas no clima.

Panorama climático do dia

O tempo em Rondônia nesta quinta-feira reflete o padrão climático típico da região Norte para junho: manhãs com neblina, tardes quentes com chance real de pancadas de chuva e noites mais confortáveis. A população deve se manter atenta às variações pontuais e aproveitar os períodos de sol com segurança e hidratação.

Polônia e Brasil lideram receita do turismo mundial em 2025

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Turistas visitam o Cristo Redentor no Brasil e a praça central de Cracóvia na Polônia em 2025
Brasil e Polônia lideram receitas do turismo mundial em 2025 com recordes de visitantes e impacto no PIB

Polônia e Brasil lideram receita do turismo mundial em 2025, segundo relatório internacional com dados econômicos e projeções setoriais.

Polônia e Brasil se destacam com recordes históricos no turismo em 2025

26 de junho de 2025 – A recuperação do setor de turismo global após a pandemia segue firme. Em 2025, Polônia e Brasil se consolidam como protagonistas desse cenário, registrando receitas recordes e impulsionando o crescimento econômico.

?? Polônia: turismo doméstico liderando a retomada

 Castelo de Wawel em Cracóvia, símbolo do turismo histórico e cultural na Polônia em 2025
Castelo de Wawel, um dos pontos mais visitados da Polônia, destaca o crescimento do turismo europeu em 2025

A Polônia deve registrar um aporte equivalente a 4,4% da economia nacional, superando em 5,9% o patamar de 2019. Além disso, o país vem fortalecendo sua rede interna de turismo com investimentos em transporte e hospedagem.

  • Emprego no setor deve ultrapassar 900 mil postos de trabalho, superando os níveis pré-pandemia.

  • O gasto interno crescerá mais de 10% em relação a 2019.

  • Embora o turismo internacional ainda esteja abaixo dos números de 2019, há sinais de recuperação gradual.

Portanto, o robusto desempenho interno sustenta a retomada do setor no país.

?? Brasil: recordes internacionais e receitas históricas

 Turistas nas passarelas das Cataratas do Iguaçu, um dos principais destinos turísticos do Brasil em 2025
As Cataratas do Iguaçu atraem milhares de visitantes e reforçam o turismo nacional como pilar da economia brasileira

No Brasil, o setor de turismo também alcança marcos expressivos. Com isso, a contribuição para o PIB brasileiro deve atingir cerca de 7,7% em 2025.

  • O turismo sustenta mais de 8 milhões de empregos diretos e indiretos.

  • Entre janeiro e maio de 2025, mais de 4,8 milhões de turistas internacionais entraram no país, um recorde para o período.

  • Além disso, a receita gerada pelos estrangeiros no primeiro quadrimestre supera US$ 6 bilhões, crescimento de mais de 50% sobre 2024.

Dessa forma, o Brasil consolida sua liderança no turismo internacional na América do Sul.

? Comparativo: Polônia x Brasil

Indicador Polônia (2025) Brasil (2025)
Receita turística ao PIB ~US$ 40 bilhões US$ 167,6 bilhões
% do PIB 4,4 % 7,7 %
Geração de empregos 901.100 postos 8,2 milhões de empregos
Dinâmica doméstica/internacional Forte turismo interno Recordes internacionais e domésticos

Em resumo, ambos os países mostram crescimento robusto, embora em escalas diferentes.

? Fatores convergentes e diferenças estratégicas

Polônia: o aumento do turismo doméstico é o motor principal, sustentado por demanda nacional crescente e foco em conectividade e infraestrutura interna.

Brasil: o crescimento é alimentado tanto por fatores internos quanto pela forte recuperação do turismo internacional, com facilitação de vistos, eventos internacionais e valorização do real competitivo.

Apesar das diferenças, ambos adotam estratégias sólidas para impulsionar o setor.

? Significado e próximos passos

  • Para a Polônia, expandir o turismo internacional e recuperar os níveis de antes da pandemia são prioridades.

  • Para o Brasil, manter os recordes atuais depende da sustentabilidade nas regiões turísticas e de infraestrutura preparada para receber o fluxo crescente.

Assim sendo, os dois países investem em conectividade aérea, marketing internacional e promoção regional como pilares para sustentar essa trajetória.

✅ Perspectiva para o Turismo Global

Em 2025, Polônia e Brasil se consolidam entre os maiores destaques do turismo mundial:

  • A Polônia lidera a retomada com base no turismo interno.

  • O Brasil bate recordes com o crescimento expressivo do turismo internacional.

Em última análise, os dois países mostram que o turismo pode ser um motor sólido de recuperação econômica, desde que acompanhado de planejamento, sustentabilidade e inovação.

Inmet emite alerta de frio intenso e chuvas fortes no Sul

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Homem caminha com guarda-chuva em rua chuvosa durante alerta de frio intenso no Sul
Cidades do Sul enfrentam onda de frio e temporais, segundo alerta emitido pelo Inmet nesta semana

O Inmet emitiu alerta de frio intenso e chuvas fortes para o Sul do Brasil. A previsão inclui queda de temperatura superior a 5 °C e risco de alagamentos em centenas de cidades até sexta-feira.

Onda de frio deve atingir mais de 500 municípios

Mapa do Sul do Brasil com alerta laranja para frio intenso
Mapa indica queda de mais de 5 °C em centenas de municípios do RS e SC

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja de frio intenso para o Sul do Brasil. A previsão indica queda de temperatura acima de 5 °C, o que representa riscos à saúde da população. Por isso, autoridades recomendam atenção especial com crianças, idosos e pessoas vulneráveis. É importante considerar o alerta sobre frio e chuvas no sul do Brasil em 2025 emitido pelo Inmet.

O alerta vale especialmente para o Rio Grande do Sul e oeste de Santa Catarina, atingindo mais de 500 municípios. Além disso, o frio pode ser sentido em outras regiões do país, ainda que de forma mais leve. No entanto, os efeitos mais graves do frio sul chuvas no Inmet alerta devem se concentrar no ano de 2025.

Chuvas intensas preocupam moradores

Mapa do Sul do Brasil com alerta laranja para chuvas intensas
Mapa destaca regiões do PR, SC e RS com risco de chuvas superiores a 60 mm

Outro alerta laranja foi emitido para a previsão de chuvas volumosas nos três estados do Sul. De acordo com os meteorologistas, os volumes podem ultrapassar 60 mm por hora. Consequentemente, os riscos envolvem alagamentos, deslizamentos de terra e transbordamento de rios em áreas urbanas e rurais, conforme previsto para o alerta do Inmet de chuvas e frio no sul em 2025.

Além do frio, a presença de umidade elevada agrava ainda mais o desconforto térmico e os danos à infraestrutura. Portanto, a população deve redobrar os cuidados nos próximos dias e se atentar ao alerta do Inmet sobre frio chuvas sul 2025.

Áreas afetadas e validade do alerta

O período mais crítico vai das 23h desta quarta-feira até as 23h59 de sexta-feira (27). A onda de frio se espalha também de forma mais leve para partes do Sudeste, Centro-Oeste e Norte, onde a queda de temperatura deve variar entre 3 °C e 5 °C. Por isso, moradores dessas regiões também devem se preparar devido ao alerta de Inmet sobre frio e chuvas abrangendo o sul em 2025.

Embora a intensidade seja menor fora do Sul, os impactos ainda podem ser sentidos por grupos vulneráveis. Logo, é importante acompanhar os boletins meteorológicos.

Recomendações para a população

A Defesa Civil orienta que a população tome medidas preventivas, como:

  • Evitar sair em horários de chuva intensa ou frio extremo

  • Monitorar áreas de encosta e rios próximos

  • Proteger itens elétricos contra umidade

  • Manter abrigo aquecido, especialmente para crianças e idosos

  • Acionar bombeiros (193) ou Defesa Civil (199) em caso de emergência

Além disso, recomenda-se acompanhar as atualizações meteorológicas para evitar surpresas. Se possível, mantenha-se em locais seguros e evite áreas de risco durante a vigência dos alertas do Inmet para frio chuvas sul 2025.

Condições climáticas e próximos dias

O fenômeno é causado por uma frente fria associada a uma massa de ar polar. Por esse motivo, as temperaturas caem bruscamente e a umidade aumenta. A previsão indica que, até o fim da semana, os estados do Sul devem continuar enfrentando temperaturas baixas e instabilidade climática conforme o inmet alerta frio chuvas sul 2025.

Há possibilidade de geadas e, em pontos elevados, até ocorrência de neve. Mesmo que a neve seja pontual, ela exige atenção redobrada nas estradas e áreas montanhosas. No entanto, a tendência é que, no fim de semana, a massa de ar frio se dissipe gradualmente, permitindo a elevação das temperaturas e reduzindo os efeitos do alerta emitido pelo Inmet sobre frio chuvas sul em 2025.

Quadro resumo dos alertas

Tipo de Alerta Região Risco Duração
Frio intenso RS e SC Queda >5 °C, risco à saúde Até sexta-feira (27)
Frio leve Norte, CO, Sudeste Queda 3–5 °C Até sexta-feira (27)
Chuvas fortes RS, SC e PR 60 mm/h – alagamentos Até sexta-feira (27)

Incêndios ilegais na Amazônia motivam ação da PF

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Agente da Polícia Federal observa incêndio intenso na floresta amazônica ao entardecer
Polícia Federal atua no combate a queimadas ilegais em operação na floresta amazônica de Rondônia

A Polícia Federal deflagrou operação emergencial contra incêndios ilegais na Amazônia, com foco em Rondônia e estados vizinhos.

Operação emergencial atinge áreas críticas

A Polícia Federal deflagrou uma operação emergencial contra os incêndios ilegais na Amazônia. A ação se concentra em Rondônia, Acre e Mato Grosso, onde o número de focos de calor cresceu de forma acelerada. Em resposta aos incêndios, medidas rápidas se tornaram essenciais para proteger a floresta.

Além disso, a operação reúne agentes do Ibama, ICMBio e brigadistas, que atuam em conjunto para reprimir crimes ambientais. Na Amazônia, o foco principal da operação são as terras indígenas, reservas extrativistas e áreas públicas invadidas devido aos incêndios.

Uso de tecnologia permite resposta rápida

Para aumentar a eficácia das ações, as equipes utilizam drones, sensores térmicos e inteligência artificial aplicada a imagens de satélite. Como resultado, é possível localizar focos ativos de maneira mais precisa, evitando a expansão dos incêndios ilegais na região amazônica.

Brigadistas combatem incêndio de grande proporção em árvore na floresta amazônica de Rondônia
Brigadistas atuam para conter queimadas ilegais em operação federal na floresta de Rondônia

Nos dois primeiros dias, a operação já gerou efeitos. Ao todo, cinco propriedades foram embargadas e quatro pessoas presas em flagrante. Os incêndios ilegais na Amazônia também geraram multas que somaram mais de R$ 250 mil.

Rondônia amplia combate com Operação Verde

Enquanto o governo federal age, o estado de Rondônia reforça a Operação Verde. Segundo autoridades locais, houve uma redução de 58% nos focos de calor em comparação com junho do ano passado. Rondônia intensifica esforços para controlar incêndios ilegais.

Fumaça avança sobre a floresta após linha de fogo atingir área extensa em Rondônia
Vista aérea mostra o avanço das queimadas ilegais em área de floresta amazônica no estado de Rondônia

Apesar desse avanço, o risco continua elevado. Isso ocorre porque a estação seca favorece a propagação do fogo, especialmente em áreas vulneráveis à grilagem e ao desmatamento. Portanto, a atenção ao combate aos incêndios ilegais na Amazônia deve ser redobrada.

Queimadas afetam saúde e geram pressão externa

As queimadas não causam impacto apenas ao meio ambiente. Elas também afetam diretamente a saúde da população. Em Porto Velho, por exemplo, aumentaram os atendimentos por problemas respiratórios, principalmente entre crianças e idosos. As áreas atingidas pelos incêndios ilegais na Amazônia sofrem as consequências disso.

Por fim, o Brasil volta a ser pressionado internacionalmente. Com a COP30 se aproximando, o governo precisa mostrar que está comprometido com a preservação da Amazônia.

Mais da metade dos recursos do seguro rural permanece retida

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Agricultor analisa solo seco durante o pôr do sol em lavoura de Rondônia
Agricultor preocupa-se com o impacto do bloqueio dos recursos do seguro rural em sua lavoura

Apesar da liberação de R$ 360 milhões, os recursos do seguro rural, totalizando R$ 445 milhões, permanecem retidos, gerando preocupação no agronegócio de Rondônia.

Situação atual preocupa o campo em Rondônia

Mesmo após a liberação de R$ 360,5 milhões, o governo ainda mantém R$ 445 milhões do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) sob contingência, afetando diretamente os recursos do seguro rural. Como resultado, o planejamento de milhares de produtores rurais em Rondônia está em risco. Eles dependem dessa subvenção para garantir a continuidade da produção agrícola e pecuária.

O que é o PSR e por que ele é vital

O PSR subsidia parte do valor dos seguros agrícolas. Dessa forma, pequenos e médios produtores conseguem contratar apólices com mais facilidade. Além disso, enfrentam menos riscos diante de situações climáticas adversas. Para 2025, o governo destinou R$ 1,06 bilhão ao programa. No entanto, cerca de 42% desse valor foi bloqueado. A medida surpreendeu o setor e intensificou a insegurança no campo, devido à diminuição dos recursos rurais do seguro.

Liberação parcial não resolve o problema

Nos últimos dias, o governo liberou R$ 280 milhões para culturas de inverno. Também destinou valores menores para frutas, pecuária, florestas e outras culturas, deixando muitos setores ainda dependentes dos recursos do seguro rural. Apesar dessa ação, a quantia restante ainda é insuficiente para cobrir as demandas da próxima safra.

Consequentemente, muitos agricultores já demonstram preocupação com a produção de verão. Sem a cobertura do seguro, que depende dos recursos do seguro rural bloqueados, eles assumem riscos financeiros significativos e evitáveis.

Agricultores e lideranças cobram solução

Entidades do agronegócio, parlamentares e cooperativas solicitaram a liberação total do recurso. Eles defendem que o governo reveja a meta fiscal e utilize receitas extraordinárias para cumprir os compromissos com o campo, citando a importância de garantir os recursos do seguro rural.

Além disso, o setor propõe ajustes no orçamento ou até mesmo medidas compensatórias. Caso contrário, milhares de produtores poderão ficar desamparados no próximo ciclo agrícola devido à falta de seguro rural adequado, evidenciando a necessidade urgente dos recursos rurais.

Rondônia pode sentir o impacto primeiro

O estado de Rondônia desponta como um dos maiores produtores da Região Norte. No entanto, o bloqueio dos recursos ameaça diretamente:

  • A produção de grãos, como soja e milho

  • O crescimento do café, uma das culturas mais valorizadas localmente

  • A pecuária leiteira e de corte

Além disso, o estado vive um momento de avanço no agronegócio, com alta nas exportações e no valor bruto da produção. Se os recursos do seguro não forem garantidos, esse cenário promissor pode se reverter rapidamente, devido à falta dos indispensáveis recursos rurais.

O que o setor espera agora

O governo federal deve anunciar o Plano Safra 2025/26 até o início de julho. Até lá, os produtores esperam medidas concretas. Entre as principais reivindicações estão:

  • A liberação dos R$ 445 milhões ainda retidos

  • A ampliação do acesso ao seguro rural em 2025

  • A criação de mecanismos de proteção mais robustos

Enquanto isso, o setor produtivo segue mobilizado, aguardando garantias e compromissos públicos, especialmente a liberação total dos recursos do seguro rural.

A retenção de R$ 445 milhões no seguro rural cria um cenário de incertezas para milhares de agricultores. Rondônia, que vive um momento promissor no campo, pode sentir o impacto desse bloqueio de forma intensa. Portanto, o setor aguarda com expectativa o anúncio oficial do Plano Safra. A liberação dos recursos é vista como essencial para preservar a produção, os empregos e a confiança no campo.

Andressa Urach cirurgia olhos: complicações e pedido de orações

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Andressa Urach visivelmente abalada após complicações por cirurgia estética nos olhos
Imagem mostra influenciadora brasileira com sinais de dor após tentativa de mudar a cor dos olhos

Andressa Urach revelou estar arrependida após cirurgia estética para mudar a cor dos olhos. Com fortes dores, pediu orações e retorna ao Brasil para atendimento médico.

Andressa Urach relata arrependimento após cirurgia nos olhos

A influenciadora e modelo Andressa Urach está enfrentando sérias complicações após realizar uma cirurgia estética para mudar a cor dos olhos. Em seus Stories no Instagram, nesta quarta-feira (25), ela descreveu estar com dores intensas e revelou estar arrependida da decisão.

O procedimento, chamado ceratopigmentação, foi realizado em uma clínica na França. Embora tenha sido originalmente desenvolvido para fins terapêuticos — como tratamento de sequelas oculares —, a técnica tem sido utilizada por algumas pessoas com fins puramente estéticos, o que aumenta os riscos.

Influenciadora pede orações e diz que vai buscar ajuda médica

Ainda no aeroporto, antes de embarcar de volta ao Brasil, Andressa desabafou com seus seguidores:

“Chegando no Brasil, preciso ir urgente ao médico. Estou arrependida. Orem por mim.”

Segundo ela, o desconforto é intenso e constante: “A dor que estou sentindo não tem igual”, afirmou em vídeo publicado em suas redes sociais.

Ainda no aeroporto, antes de embarcar de volta ao Brasil, Andressa desabafou com seus seguidores:

Leia também: Andressa Urach tira a roupa no Programa Agora é Tarde

Procedimento não é regulamentado para fins estéticos no Brasil

A ceratopigmentação consiste na introdução de pigmentos coloridos na córnea, criando a aparência de uma nova cor dos olhos. Porém, oftalmologistas alertam para os riscos dessa prática fora de contextos médicos:

Close dos olhos de Andressa Urach com sinais de complicações após cirurgia estética
Imagem mostra os olhos de Andressa Urach com sinais de dor e alteração ocular dias após o procedimento de ceratopigmentação
  • Dor crônica

  • Inflamação e infecção

  • Rejeição do pigmento

  • Possível perda de visão

Além disso, o procedimento não é regulamentado no Brasil quando feito com objetivo puramente estético, levando pacientes a procurar clínicas em outros países, onde o controle pode ser menos rígido.

Repercussão nas redes e alerta médico

O caso de Urach gerou ampla comoção nas redes sociais, com mensagens de apoio e preocupação. Médicos especialistas em oftalmologia voltaram a alertar sobre a necessidade de prudência e informação antes de procedimentos oculares invasivos.

A influenciadora, que já havia passado por outras intervenções estéticas polêmicas no passado, reforça que este episódio é mais um chamado para reflexão sobre os limites da busca pela aparência ideal.

Fonte: O Tempo

Aumento no número de deputados federais será votado hoje

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Senadores durante sessão plenária no Congresso Nacional
Plenário do Senado analisa proposta de aumento de deputados federais

Senado analisa proposta para redistribuir cadeiras na Câmara

O Senado Federal vota nesta quarta-feira, 25 de junho de 2025, o projeto que se refere ao aumento no número de deputados federais de 513 para 531. A proposta acrescenta 18 novas cadeiras à Câmara dos Deputados, em cumprimento à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a atualização da proporcionalidade entre estados com base nos dados do Censo de 2022.

Fachada iluminada do Congresso Nacional em Brasília
O Senado vota hoje projeto que altera a composição da Câmara

O relator da matéria manteve o texto já aprovado pela Câmara dos Deputados, evitando modificações que poderiam atrasar o processo. Além disso, a decisão de manter o texto visa garantir que o prazo estabelecido pelo STF seja respeitado. A sessão deliberativa está prevista para iniciar às 14h, discutindo o esperado aumento no número de deputados federais.

Entenda a motivação do projeto

O objetivo principal da proposta é corrigir a representação proporcional dos estados, sem reduzir o número de cadeiras dos que perderiam vagas pela nova distribuição. Por isso, o aumento no número de deputados federais busca preservar as bancadas menores e, ao mesmo tempo, garantir acréscimos para os estados que tiveram crescimento populacional mais expressivo.

Por esse motivo, o número total de cadeiras será ampliado, em vez de redistribuído. Portanto, todos os estados manterão suas vagas atuais, e apenas os que cresceram em população terão novas representações. A medida também evita disputas políticas regionais e promove maior equilíbrio entre as unidades federativas com aumento significativo no número de deputados.

Estados contemplados com novas vagas

Estado Vagas adicionais
Pará 4
Santa Catarina 4
Amazonas 2
Mato Grosso 2
Rio Grande do Norte 2
Ceará 1
Goiás 1
Minas Gerais 1
Paraná 1

Dessa forma, a nova composição entrará em vigor a partir das eleições de 2026, refletindo na legislatura que terá início em 2027.

Impacto financeiro previsto

De acordo com estimativas da Câmara, a ampliação da bancada federal devido ao aumento no número de deputados federais acarretará um custo adicional anual de R$ 64,6 milhões. No entanto, a previsão é de que o orçamento de 2027 já comporte a nova estrutura, sem necessidade de suplementação orçamentária. Ainda assim, o valor foi alvo de críticas por parte de setores que defendem o controle de gastos públicos.

Tramitação e próximos passos

A proposta será votada diretamente no plenário do Senado, com requerimento de urgência que dispensa a análise em comissões. Para isso, são necessários ao menos 41 votos favoráveis.

Se aprovada, a medida segue para sanção do presidente da República. Caso contrário, o Congresso poderá perder o prazo estipulado. Por outro lado, se a votação não ocorrer até o dia 30 de junho, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) poderá realizar a redistribuição das cadeiras por decisão própria.

A proposta busca adequar a representatividade dos estados à realidade demográfica atual, sem prejudicar unidades federativas com menor população. Assim, o projeto evita cortes e amplia o número de representantes com base em critérios populacionais, resultando no tão esperado aumento no número total de deputados federais.

Enriquecimento de urânio: energia limpa ou ameaça mundial?

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Montagem com minério de urânio e explosão nuclear representando o impacto do enriquecimento de urânio
Contraste entre o urânio bruto e seu uso em armas nucleares após o processo de enriquecimento

O enriquecimento de urânio está no centro dos debates sobre energia e segurança internacional. Esse processo permite gerar eletricidade de forma eficiente. No entanto, também levanta sérias preocupações quando aplicado com fins militares. Nos últimos anos, países como Irã e Coreia do Norte intensificaram seus programas nucleares, o que acendeu alertas ao redor do mundo.

O que é o enriquecimento de urânio

O urânio natural contém apenas 0,7% do isótopo U-235, que é o responsável por reações nucleares. Por isso, é necessário aumentar essa proporção para que o material se torne útil em reatores. Esse procedimento é conhecido como enriquecimento de urânio. Ele eleva a concentração de U-235 para cerca de 3% a 5% nos usos civis e, em contextos militares, pode ultrapassar 90%.

Centrífugas girando em cascata em instalação nuclear
As centrífugas são utilizadas para separar os isótopos U-235 e U-238 durante o processo de enriquecimento

Esse enriquecimento ocorre por meio da separação dos isótopos U-235 e U-238. Para isso, os técnicos utilizam centrífugas de alta rotação, que giram o gás hexafluoreto de urânio em velocidades extremas. Dessa forma, é possível separar as partículas mais leves das mais pesadas. Além da ultracentrifugação, há outros métodos, como a difusão gasosa e a separação a laser. Contudo, essas técnicas são menos comuns.

Para que serve e como é aplicado

O urânio enriquecido em baixo teor é essencial para abastecer usinas nucleares. Atualmente, países como Brasil, França e Rússia utilizam essa tecnologia para gerar energia elétrica limpa. Além disso, versões com enriquecimento entre 5% e 20% são empregadas em tratamentos médicos e pesquisas científicas.

Entretanto, quando o urânio atinge concentrações superiores a 85%, ele se torna matéria-prima para armas nucleares. Por essa razão, o processo de enriquecimento de urânio exige constante fiscalização. A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), por exemplo, acompanha programas sensíveis para garantir o uso exclusivamente pacífico da tecnologia.

Por que o mundo está em alerta

Muitos países temem o uso indevido da tecnologia. Em diversos casos, governos iniciam projetos sob o pretexto de desenvolver energia limpa. No entanto, com o tempo, aumentam a concentração de U-235 além dos limites acordados. Foi o que ocorreu com o Irã, após a saída dos Estados Unidos do pacto nuclear. Desde então, o país enfrenta sanções e monitoramento contínuo.

Usina subterrânea de enriquecimento de urânio no Irã
A instalação de Fordow, no Irã, é monitorada pela AIEA por suspeita de enriquecimento acima do permitido

Além disso, o urânio empobrecido — subproduto do processo — é utilizado em munições e blindagens. Embora sua aplicação militar tenha vantagens táticas, ela também gera impactos ambientais e preocupações com a saúde pública. Durante os conflitos no Iraque, por exemplo, surgiram diversos questionamentos sobre contaminação radioativa.

A importância da fiscalização

A fiscalização internacional é essencial para evitar abusos. O Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP) obriga seus signatários a declarar seus programas nucleares e a receber inspeções regulares. Ainda assim, alguns países desafiam essas regras, o que torna a atuação da AIEA e de organismos multilaterais ainda mais relevante.

Além das inspeções, os acordos também visam garantir a segurança das instalações. Dessa forma, buscam evitar acidentes, vazamentos e possíveis ataques a usinas. A transparência dos programas é outro ponto-chave para reduzir tensões internacionais.

Futuro do enriquecimento de urânio

A busca por alternativas energéticas sustentáveis impulsiona o interesse por reatores nucleares de nova geração. Muitos deles utilizam urânio levemente enriquecido, com maior eficiência e menos riscos. Essa tendência pode contribuir com a transição para uma matriz energética mais limpa e menos dependente de combustíveis fósseis.

Entretanto, para que isso aconteça de forma segura, é necessário manter o compromisso internacional com a paz. O avanço tecnológico precisa caminhar junto com responsabilidade, diálogo e controle. Assim, o enriquecimento de urânio poderá ser aliado do desenvolvimento, e não uma ameaça ao futuro da humanidade.

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