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sexta-feira, julho 3, 2026
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Brasil fora do Mapa da Fome, diz relatório da ONU 2025

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Brasil fora do Mapa da Fome segundo a ONU, com destaque para políticas sociais
Arte destaca a saída do Brasil do Mapa da Fome com apoio de políticas sociais, segundo relatório da ONU

ONU confirma saída do Brasil do Mapa da Fome

O Brasil deixou o Mapa da Fome, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO). O anúncio ocorreu nesta segunda-feira (28/7), durante a 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU, em Adis Abeba, Etiópia, marcando assim o Brasil fora do mapa da fome.

O relatório “O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2025 (SOFI 2025)” traz a confirmação. A média dos anos de 2022 a 2024 indica que menos de 2,5% da população brasileira enfrenta subnutrição — o limite que determina a inclusão no mapa.

País reverteu quadro grave em apenas dois anos

A FAO destacou que o Brasil atingiu esse resultado em apenas dois anos. O feito se torna ainda mais relevante quando lembramos que 2022 foi considerado o pior ano da fome no país. O governo federal, diante disso, acelerou programas sociais e ampliou o atendimento a famílias em situação de vulnerabilidade, com o objetivo de tirar o Brasil do mapa.

Ação do governo leva alimentos a famílias carentes, reforçando que o Brasil saiu do Mapa da Fome
Famílias do semiárido nordestino recebem alimentos em ação emergencial contra a fome

O IBGE também apontou avanços. A Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA) mostrou que 24 milhões de brasileiros saíram da fome grave até o fim de 2023, reforçando o papel do Brasil fora do mapa da fome.

Governo Lula priorizou o combate à fome

O ministro Wellington Dias afirmou que retirar o Brasil do Mapa da Fome era o principal objetivo do presidente Lula desde o início do mandato. Ele atribuiu a conquista à retomada de políticas públicas eficientes e ao trabalho conjunto entre governo federal, estados e municípios, visando manter o Brasil fora do mapa da fome.

“O exemplo brasileiro pode servir a muitos países. Mas queremos ir além: buscar justiça alimentar e bem-estar duradouro”, declarou Dias.

FAO recomenda continuidade das ações sociais

Refeitório comunitário oferece comida gratuita e ajuda a reduzir a fome no Brasil
Pessoas em situação de rua fazem fila para refeição em projeto social em cidade brasileira

O Brasil já havia deixado o mapa em 2014, mas voltou à lista em 2018. Agora, com investimento estratégico, o país reverteu novamente a situação. A FAO considerou o caso um modelo de resposta rápida e eficaz.

Porém, a organização lembra que a fome pode retornar se não houver vigilância. Por isso, recomenda que o Brasil mantenha os esforços para garantir segurança alimentar a longo prazo e evitar que o Brasil volte ao mapa.

Fonte: CNN Brasil

CFM proíbe uso de anestesia e sedação para fazer tatuagem

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Homem tatuando perna de cliente com tarja informativa sobre a proibição de anestesia em tatuagens, conforme resolução do CFM
CFM proíbe uso de anestesia e sedação para tatuagens estéticas. Regra já está em vigor em todo o país.

O CFM proibiu o uso de anestesia para tatuagem em caso de tatuagens estéticas. No entanto, a norma permite o procedimento apenas em casos médicos com justificativa clínica.

Tatuagem com anestesia é proibida, salvo indicação médica

O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou, nesta segunda-feira (28), a Resolução nº 2.436/2025, que impede os médicos de utilizarem anestesia, sedação ou bloqueios periféricos em tatuagens com finalidade estética. A medida vale para qualquer área do corpo, independentemente do tamanho da tatuagem.

Nova regra protege o paciente e reforça a ética médica

O CFM orientou que a anestesia só deve ser aplicada quando houver justificativa clínica. Por isso, a norma estabelece que o uso desses recursos em procedimentos estéticos fere os princípios da boa prática médica. Além disso, a medida evita riscos desnecessários, especialmente em ambientes que não possuem estrutura adequada para controle anestésico.

Casos médicos com finalidade reparadora estão liberados

Apesar da proibição, o conselho manteve uma exceção importante. Em situações com indicação médica, o médico pode realizar o ato anestésico. Um exemplo claro é a reconstrução da aréola mamária após a mastectomia, procedimento comum e respaldado pela literatura científica. Para isso, é necessário justificar a intervenção e seguir protocolos reconhecidos.

Conselho aprovou a resolução em sessão plenária

Os conselheiros aprovaram a medida durante a 22ª Sessão Plenária Extraordinária, que aconteceu em 10 de julho de 2025. O presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo, e o secretário-geral, Alexandre Menezes de Rodrigues, assinaram o texto. Ambos reforçaram o compromisso do órgão com a segurança dos pacientes e a legalidade do exercício profissional.

Resolução já está em vigor em todo o país

A norma entrou em vigor no próprio dia da publicação, em 28 de julho de 2025. Desde então, qualquer médico que aplicar anestesia em tatuagens sem justificativa médica poderá responder eticamente. Com essa medida, o CFM pretende padronizar condutas, proteger o público e limitar o uso de técnicas médicas a contextos autorizados.

Fonte: Governo Federal

Rondônia sobe para 2º lugar no crescimento do PIB em 2025

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Vista urbana de Porto Velho com destaque para crescimento econômico de Rondônia em 2025
Rondônia sobe para 2º lugar no país em crescimento do PIB. Com previsão de 5,5% em 2025, o estado se destaca como líder da Região Norte.

O crescimento do PIB de Rondônia alcançou um novo patamar no cenário econômico brasileiro. De acordo com a mais recente Resenha Regional de uma instituição financeira, atualizada em julho, o estado subiu da terceira para a segunda posição no ranking nacional de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, com projeção de alta de 5,5% no crescimento do PIB de Rondônia. Isso o coloca atrás apenas do Mato Grosso e como líder isolado na Região Norte.

Essa conquista revela mais que números. Na prática, ela representa uma economia fortalecida, com investimentos crescentes, geração de empregos e reconhecimento nacional. O crescimento do PIB de Rondônia, em comparação com anos anteriores, confirma que as estratégias adotadas pelo Governo de Rondônia estão gerando resultados concretos.

Ranking dos estados com maior crescimento previsto do PIB em 2025, com Rondônia em segundo lugar
Infográfico da Resenha Regional do Banco do Brasil mostra Rondônia em segundo lugar, com 5,5% de crescimento do PIB previsto para 2025

A força das políticas públicas e da população

Segundo o governador Marcos Rocha, o sucesso do estado se deve à combinação entre a dedicação da população e políticas públicas eficazes. Afinal, o crescimento do PIB de Rondônia reflete uma fase inédita de desenvolvimento, com qualificação profissional gratuita, abertura de empresas facilitada e novas oportunidades surgindo em diversos setores.

“Rondônia está batendo recordes de exportações, tem uma das melhores educações do Brasil e uma das menores taxas de desemprego. O avanço do PIB é reflexo direto desse conjunto de ações”, afirmou o governador.

Investimentos, inovação e geração de empregos

Enquanto muitos estados enfrentam desafios econômicos, Rondônia tem aproveitado seu potencial agrícola, comercial e de serviços. De acordo com o secretário da Sedec, Lauro Fernandes, o dinamismo do estado é sustentado por políticas que estimulam a inovação, fortalecem os pequenos negócios e promovem a competitividade.

Dessa forma, Rondônia tem se consolidado como um ambiente ideal para empreender. Com isso, vem sendo reconhecido como a “Terra das Oportunidades”, onde empresas prosperam e empregos são gerados em ritmo crescente.

Ações que impulsionam a economia

Diversas medidas do governo estadual têm colaborado para esse crescimento acelerado. Entre elas, destacam-se:

  • Apoio à produção de alimentos sustentáveis, do campo à comercialização;

  • Capacitações voltadas à cultura exportadora;

  • Crédito facilitado para pequenos negócios;

  • Fomento à inovação e à economia digital;

  • Abertura de empresas com mais agilidade e menos burocracia;

  • Promoção nacional e internacional do estado;

  • Educação profissional gratuita com escolas móveis tecnológicas;

  • Investimentos em infraestrutura nos 52 municípios de Rondônia.

Portanto, o crescimento do PIB é o reflexo de uma estratégia ampla, que vai desde a base educacional até o estímulo ao mercado global.

Perspectivas para o futuro

Palácio Rio Madeira, sede do Governo de Rondônia, símbolo da administração pública estadual
Fachada do complexo administrativo do Governo de Rondônia, responsável por coordenar as ações que impulsionam o crescimento do estado

Com esse desempenho, Rondônia projeta ainda mais conquistas em 2025. A expectativa é que o estado mantenha sua posição de destaque no crescimento do PIB de Rondônia, atraia novos investidores e continue valorizando a força de sua população. Assim, o PIB em alta se transforma em qualidade de vida, empregos e desenvolvimento para todos os municípios.

Fonte: Governo de Rondônia

Tarifa de 15% é definida em acordo entre EUA e União Europeia

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Aperto de mão entre Donald Trump e Ursula von der Leyen simboliza acordo tarifário entre EUA e União Europeia
Donald Trump e Ursula von der Leyen se cumprimentam após acordo tarifário bilionário entre EUA e União Europeia

Trump anuncia acordo tarifário com a União Europeia e evita escalada de tensões

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste domingo (27) um acordo tarifário com a União Europeia, em negociação com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. Este acordo EUA e União Europeia estabelece uma tarifa geral de 15% sobre todas as importações, o que evita o aumento para 30%, previsto para entrar em vigor em 1º de agosto.

O encontro aconteceu em Turnberry, na Escócia, e foi decisivo para conter o avanço de medidas mais duras. O pacto chega em um momento de alta tensão entre blocos econômicos e inclui investimentos bilionários em energia e defesa, além de ampliar a abertura comercial entre as partes.

União Europeia investirá mais de US$ 1 trilhão

Como parte do acordo, a União Europeia se compromete a investir:

  • US$ 750 bilhões em compra de energia dos EUA;

  • US$ 600 bilhões em equipamentos militares e na abertura de mercados com tarifa zero.

Mesmo com esses avanços, produtos como aço e alumínio seguem com tarifa de 50%, conforme destacou Trump. Os demais setores passam a se enquadrar na nova tarifa padrão de 15%.

Secretário dos EUA confirma prazo final para negociações

Durante entrevista à Fox News, o secretário de Comércio, Howard Lutnick, deixou claro que não haverá novas prorrogações. Ele afirmou que países que ainda não fecharam acordo com os EUA enfrentarão tarifas mais altas a partir de 1º de agosto, com exceção dos setores que já possuem taxação elevada.

Trump reforçou que os avisos tarifários já foram enviados a diversos parceiros comerciais, o que demonstra a seriedade da medida. Segundo ele, fora o pacto com a União Europeia, os demais blocos ainda podem negociar, mas terão pouco tempo para isso.

Brasil e outros países avaliam impacto e possíveis retaliações

Analistas da CNN apontam que o Brasil pode enfrentar impactos econômicos relevantes caso decida retaliar com novas tarifas sobre produtos norte-americanos. Conforme explicam os especialistas, um tarifaço global tende a desestabilizar setores como o agronegócio, a indústria de base e as exportações de commodities.

Fonte: CNN Brasil

Repelente brasileiro contra dengue protege por até 4 meses

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Pessoa aplicando spray repelente no braço com símbolo de mosquito riscado, destacando nova tecnologia contra a dengue
pesquisadores brasileiros desenvolvem um repelente que pode oferecer até quatro meses de proteção.

Pesquisadores da UFMG desenvolvem repelente brasileiro contra dengue com ação de 120 dias contra o mosquito da dengue. Produto está em fase de testes e pode revolucionar a prevenção.

Produto nacional pode transformar a prevenção contra o mosquito Aedes aegypti

Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolveram uma inovação que pode mudar radicalmente a prevenção da dengue. Trata-se do Repeltex, um repelente brasileiro contra dengue que garante até 4 meses de proteção com apenas uma aplicação.

Inovação com longa duração e aplicação simples

Ao contrário dos repelentes convencionais, que precisam ser reaplicados várias vezes ao dia, o Repeltex cria uma barreira invisível e atóxica. Além disso, essa proteção permanece ativa por até 120 dias e cobre um raio de seis metros ao redor da aplicação.

Pesquisador em laboratório da UFMG testa aplicação do novo repelente em tecidos como parte do combate ao mosquito da dengue
Pesquisadores da UFMG testam o repelente Repeltex em superfícies como tecidos e calçados, ampliando sua eficácia no dia a dia.

Por isso, o produto se mostra ideal para o uso em ambientes internos e externos. Inclusive, os testes realizados no Brasil e na Tanzânia comprovaram sua eficácia: 74% contra o Aedes aegypti e 84% contra o mosquito da malária.

Tecnologia nacional com aplicação versátil

Inicialmente, o produto foi desenvolvido para calçados de sisal, visto que pernas e pés são alvos frequentes de picadas. No entanto, com o avanço das pesquisas, a aplicação foi ampliada para roupas, cortinas, mochilas e até móveis.

Dessa forma, o Repeltex se adapta facilmente a diferentes contextos do cotidiano. Além disso, seu uso não libera odores, sendo totalmente inodoro e seguro para adultos e crianças.

Solução promissora para a saúde pública

Mulher aplica repelente no braço de uma criança em área verde, simbolizando proteção prolongada contra o mosquito da dengue
O novo repelente em desenvolvimento no Brasil pode ser aplicado em ambientes abertos, garantindo proteção prolongada para crianças e adultos.

O Brasil registrou, somente em 2024, mais de 6,5 milhões de casos prováveis de dengue. Em consequência, os gastos do governo ultrapassaram R$ 28 bilhões. Com isso, a chegada de um produto de longo prazo e fácil aplicação se torna estratégica para o controle da doença.

Por fim, a startup InnoVec trabalha na ampliação da produção e na distribuição nacional do Repeltex. A expectativa, segundo os desenvolvedores, é que o produto esteja disponível no mercado ainda em 2025.

Fonte: Só Notícia Boa

Venezuela taxa Brasil e impacta exportações de Roraima

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Maduro e Lula com bandeiras ao fundo; Venezuela taxa Brasil e surpreende aliados comerciais
Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, impõe tarifas a produtos brasileiros, surpreendendo aliados como o presidente Lula

Empresas relatam tarifas inesperadas da Venezuela sobre produtos brasileiros. O comércio com Roraima é o mais afetado, já que Venezuela taxa Brasil inesperadamente.

Venezuela taxa Brasil e exportadores suspendem envios

Empresas brasileiras relatam obstáculos inesperados para vender à Venezuela. Desde meados de julho, autoridades venezuelanas passaram a cobrar tarifas sobre produtos antes isentos. Mesmo com certificados de origem válidos, a cobrança ocorreu de forma inesperada.

A Federação das Indústrias do Estado de Roraima (Fier) afirma que a medida contraria o Acordo de Complementação Econômica nº 69 (ACE 69), que garante tarifa zero para diversos itens entre os dois países.

“Mesmo com os certificados emitidos por nós, as empresas informam que os produtos estão sendo taxados”, relatou Ivan Gonzalo, analista da Fier.

Falta de aviso oficial aumenta a incerteza

Nicolás Maduro discursa com expressão séria e dedo apontado durante cerimônia oficial na Venezuela
Presidente Nicolás Maduro adota postura firme ao anunciar novas tarifas para produtos brasileiros, surpreendendo empresários e autoridades diplomáticas

Até o momento, o governo da Venezuela não publicou nenhum comunicado oficial sobre a mudança. Essa ausência, portanto, gera dúvidas sobre uma possível falha no sistema ou uma decisão deliberada.

A Câmara de Comércio de La Guaira informa que o sistema parou de aplicar automaticamente os benefícios dos acordos com Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Além disso, agentes aduaneiros relatam dificuldades para registrar certificados de origem, o que resultou na cobrança de impostos.

Embora a imprensa local mencione alíquotas entre 15% e 77%, a Fier ainda não confirmou esses percentuais. Por isso, o cenário permanece indefinido.

Exportações de Roraima sofrem o maior impacto

Fronteira entre Brasil e Venezuela em Pacaraima com bandeiras hasteadas e monumentos coloridos dos dois países
Marco da fronteira entre Brasil e Venezuela, em Pacaraima, destaca a ligação entre os dois países em meio à tensão comercial recente

Apesar de a Venezuela representar apenas 0,4% das exportações brasileiras, o país é o principal destino das exportações de Roraima. Em 2024, 46,1% das vendas externas do estado tiveram como destino o país vizinho.

Entre os produtos exportados estão óleo de soja, margarina, farinha de trigo e compostos lácteos. Muitos desses itens são produzidos em outros estados. No entanto, são escoados por empresas com sede em Roraima.

“Apesar da crise, a Venezuela continua sendo um cliente importante, especialmente para o Norte do Brasil”, destacou Gonzalo.

Governo brasileiro atua para resolver a crise

O Itamaraty e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) acompanham a situação. Ambos acionaram a Embaixada do Brasil em Caracas. A intenção é esclarecer os motivos da cobrança e restabelecer os termos do acordo bilateral.

A Câmara Venezuelana Brasileira de Comércio de Roraima também notificou a embaixadora brasileira, alertando para os impactos imediatos da situação. Além disso, o governo de Roraima afirmou, em nota, que a medida prejudica a competitividade dos produtos locais, o agronegócio, os empregos e a arrecadação do estado.

Tensão comercial exige resposta rápida

O episódio reforça a instabilidade do comércio com a Venezuela. Diante disso, exportadores aguardam uma definição urgente para retomar os envios. Enquanto isso, o governo brasileiro busca uma saída diplomática que preserve os acordos firmados.

Fonte: BBC Brasil

Justiça torna Bruno Henrique réu por fraude em apostas esportivas

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Bruno Henrique denunciado por fraude em apostas esportivas com imagem de cartão amarelo ao fundo.
Arte mostra o jogador Bruno Henrique em destaque, com o fundo vermelho e elementos visuais como balança da Justiça, cartão amarelo e manchas de campo, representando a denúncia por manipulação de resultado.

Bruno Henrique réu por fraude esportiva. A Justiça do Distrito Federal aceitou a denúncia contra o atacante do Flamengo, que teria forjado um cartão amarelo para favorecer apostadores durante o Brasileirão 2023.

Justiça aceita denúncia contra Bruno Henrique

A Justiça do Distrito Federal aceitou a denúncia do Ministério Público e transformou o atacante Bruno Henrique, do Flamengo, em réu por fraude esportiva. O juiz Fernando Brandini Barbagalo, da 7ª Vara Criminal de Brasília, decidiu abrir a ação penal na última sexta-feira (25).

Bruno Henrique recebe cartão amarelo em partida entre Flamengo e Santos pelo Brasileirão 2023
Momento em que o árbitro aplica cartão amarelo ao jogador Bruno Henrique, do Flamengo, durante jogo contra o Santos.

De forma intencional, segundo o MPDFT, Bruno forçou um cartão amarelo durante a partida contra o Santos, válida pelo Brasileirão 2023. Ele informou o plano ao irmão, Wander Nunes Pinto Júnior, que passou a informação a terceiros interessados em apostas.

Apostas dispararam e alertaram entidades de integridade

Em seguida, diversas apostas registraram volume atípico nas plataformas Betano, GaleraBET e KTO. Como resultado, as empresas bloquearam os pagamentos e acionaram entidades responsáveis pela integridade esportiva.

Tela do aplicativo de apostas Betano exibida em smartphone, com interface de jogos ao vivo
Imagem mostra o app da plataforma Betano aberto em um celular, com destaque para apostas em partidas de futebol e odds visíveis.

A International Integrity Betting Association (IBIA) identificou o padrão anormal e enviou um alerta à CBF. A confederação, por sua vez, repassou o caso às autoridades judiciais. A partir desse relatório, o Ministério Público do DF construiu a denúncia com base na Lei Geral do Esporte.

Justiça descarta estelionato por falta de provas formais

Embora tenha aceitado a acusação por fraude esportiva, o juiz recusou o pedido de denúncia por estelionato. Como as casas de apostas não se manifestaram como vítimas no processo, a acusação não pôde avançar nesse ponto.

Fachada do STJD com logotipo do Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol
Imagem mostra a entrada do STJD, órgão responsável por julgar infrações no futebol brasileiro, com destaque para o logotipo na parede.

Além disso, a Justiça também rejeitou pedidos de medidas cautelares, como a aplicação de fiança de R$ 2 milhões, a proibição de abertura de contas em sites de apostas e a suspensão de contratos de publicidade. Para o juiz, faltam elementos objetivos que justifiquem essas restrições no atual estágio do processo.

Bruno Henrique segue jogando e ainda não foi punido

Apesar da ação penal em curso, Bruno Henrique segue em campo com o Flamengo. O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) acompanha o caso, mas ainda não aplicou qualquer punição ao atleta.

Com a denúncia aceita, tanto Bruno quanto o irmão Wander terão 10 dias para apresentar defesa, contados a partir da citação formal. Até agora, a Justiça não definiu a data do julgamento, mas o caso segue sob investigação.

Fonte: Band News

Rondônia investe R$ 27 milhões na agricultura familiar em 2025

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Investimentos de R$ 179 milhões fortalecem agricultura familiar em Rondônia com apoio direto a produtores rurais
Arte destaca o investimento do Governo de Rondônia na agricultura familiar, com foco no fortalecimento da produção rural em 2025.

Governo de Rondônia investe R$ 179 milhões em crédito fundiário, assistência técnica e programas produtivos para agricultura familiar.

Rondônia amplia apoio à agricultura familiar com crédito, capacitação e sustentabilidade

Para celebrar o Dia Nacional da Agricultura Familiar, o governo de Rondônia reforça seu compromisso com o campo e anuncia R$ 27 milhões em investimentos no primeiro semestre de 2025. Esse recurso, aplicado por meio do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF), beneficia 107 famílias de municípios como Alvorada do Oeste, Rolim de Moura, Theobroma e Primavera de Rondônia.

Agricultores retiram mudas de café em viveiro coberto no interior de Rondônia
Trabalhadores rurais transportam mudas de café em viveiro, representando ações de incentivo à agricultura familiar no estado de Rondônia.

Em Vilhena, por exemplo, o governo entregou 28 contratos do PNCF, que somam R$ 4,8 milhões. As próximas entregas devem ocorrer no segundo semestre. Atualmente, os contratos estão em fase de pagamento ou finalização no cartório. Consequentemente, mais famílias passarão a ter acesso à terra e meios de produção.

Governo projeta R$ 152 milhões no segundo semestre

A partir de agosto, o governo inicia um novo ciclo de crédito fundiário. A expectativa é aplicar R$ 152 milhões até dezembro, o que vai beneficiar 518 famílias em localidades como Novo Horizonte d’Oeste, Pimenta Bueno, Parecis e Vilhena. A equipe técnica já inseriu os processos no sistema “Obter Crédito” e segue com os trâmites para viabilizar os repasses. Com isso, o volume total de investimentos em 2025 ultrapassa R$ 179 milhões.

O governador Marcos Rocha reforça o impacto da medida. Segundo ele, o crédito garante dignidade para quem produz alimentos no campo. Já o secretário de Agricultura, Luiz Paulo, afirma que o planejamento estratégico vem impulsionando resultados. Ele destaca que o governo não oferece apenas terra, mas também capacitação, assistência técnica e acompanhamento contínuo.

Mais ações fortalecem a produção no campo

Além disso, o governo executa diversas ações que fortalecem a agricultura familiar. A Ação Rural, por exemplo, atendeu mais de 200 agricultores no Assentamento Joana D’Arc III, em Porto Velho. A iniciativa promove inclusão produtiva e aproxima os técnicos dos produtores.

Em Ji-Paraná, 77 participantes concluíram o Curso de Produção Queijeira, o que fortalece a cadeia do leite na região. Da mesma forma, o governo lançou as colheitas de cacau em Buritis e café em São Miguel do Guaporé, com participação de aproximadamente 800 pessoas. Essas cerimônias valorizam os produtores e incentivam a troca de experiências.

A gestão estadual também levou adiante outras iniciativas. O programa Peixe Saudável, por exemplo, realizou 26 atendimentos. O Mais Produção distribuiu 7.385 toneladas de calcário, ampliando a capacidade produtiva das propriedades rurais. Além do mais, os programas PAA Estadual e Federal compraram alimentos da agricultura familiar e investiram mais de R$ 8 milhões em compras públicas.

Outro destaque é o Prove – Programa de Verticalização da Produção Agropecuária –, que já apoiou 35 empreendimentos com certificações, elaboração de projetos e espaço para exposição. Assim, os agricultores ganham mais visibilidade e acesso a mercados.

Fonte: Governo de Rondônia

Anvisa suspende uso do Elevidys no Brasil por risco de morte

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Anvisa proíbe o uso do Elevidys após mortes nos Estados Unidos
Arte destaca frascos de medicamentos ao fundo, o logotipo da Anvisa e o frasco do Elevidys, com título sobre a suspensão após mortes nos EUA

Anvisa proíbe Elevidys após mortes por falência do fígado nos EUA. Decisão atinge tratamento da distrofia muscular no Brasil. A suspensão de Elevidys por Anvisa marca uma importante medida regulatória. Anvisa proíbe Elevidys para garantir maior segurança.

Anvisa suspende Elevidys no Brasil após mortes nos EUA

A Anvisa suspendeu o uso, a venda e a fabricação do Elevidys no Brasil. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (24). A medida é preventiva e responde a relatos de mortes por falência hepática em pacientes que receberam o medicamento nos Estados Unidos.

Embora o remédio represente um avanço no combate à distrofia muscular de Duchenne (DMD), uma condição rara e degenerativa, os efeitos adversos identificados elevaram o nível de alerta. Ainda assim, a decisão de proibir Elevidys por Anvisa foi considerada prudente.

Terapia cara e de alto risco

O Elevidys é uma terapia gênica de uso restrito. Segundo a Anvisa, o custo do tratamento pode chegar a R$ 17 milhões por paciente. No entanto, a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) limitou o preço a R$ 11 milhões para fornecimento pelo SUS.

Paciente sentado em leito hospitalar sendo atendido por dois profissionais de saúde com roupas de proteção
Cena mostra paciente em leito hospitalar ao lado de equipe médica em ambiente controlado, simbolizando protocolos de segurança em tratamentos sensíveis

Ainda em fevereiro deste ano, o SUS aplicou a primeira dose do medicamento no Brasil. Desde então, novas informações surgiram, o que motivou a proibição de Elevidys por parte de Anvisa. Recentemente, Anvisa proíbe Elevidys devido aos riscos.

Proibição vai além do uso em pacientes

A decisão da Anvisa não se limita à suspensão clínica. A agência também proibiu a importação, a propaganda e a produção do Elevidys em território nacional. O bloqueio valerá até que a empresa fabricante comprove a segurança do produto, com base em novas evidências científicas. Nesse contexto, Anvisa proíbe Elevidys como medida de precaução.

Segundo a Anvisa, qualquer dúvida razoável sobre a segurança de medicamentos complexos exige ação regulatória imediata, especialmente em terapias inovadoras como essa. Assim, Anvisa optou por proibir Elevidys até levantamento de segurança.

Segurança do paciente está em primeiro lugar

Embora o Elevidys seja o único tratamento capaz de frear o avanço da DMD, os riscos detectados exigem cautela. A Anvisa destacou que a suspensão visa garantir a proteção da saúde pública e evitar novos casos fatais enquanto os dados clínicos são reavaliados. Proibir Elevidys, segundo Anvisa, é um passo importante para a segurança.

Fonte: Band News

Conta de luz mais cara em agosto com bandeira vermelha nível 2

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Conta de luz mais cara em agosto com bandeira vermelha nível 2, segundo a Aneel.
Aneel aciona bandeira vermelha nível 2 e conta de luz terá cobrança extra de R$ 7,87 por 100 kWh em agosto.

A conta de luz mais cara será realidade para os brasileiros a partir de agosto. A Aneel confirmou o acionamento da bandeira vermelha nível 2, o que implica uma cobrança extra de R$ 7,87 a cada 100 kWh consumidos. Entenda os motivos da mudança e o impacto no bolso do consumidor.

Aneel confirma tarifa extra para o próximo mês

A conta de luz mais cara começará a pesar no bolso dos brasileiros a partir de agosto. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu acionar a bandeira vermelha nível 2, que representa o nível máximo de cobrança do sistema tarifário.

Por isso, os consumidores pagarão R$ 7,87 a mais a cada 100 kWh consumidos. Em média, uma família brasileira consome entre 150 e 200 kWh mensais. Logo, o impacto pode ultrapassar R$ 15 no fim do mês.

Chuvas fracas aumentam o custo da energia

A falta de chuvas provocou a queda no volume dos reservatórios das hidrelétricas. Diante disso, o governo autorizou o acionamento de usinas termelétricas, cuja geração é mais cara. Esse custo adicional eleva o valor da energia.

Assim, a Aneel repassa automaticamente essa elevação ao consumidor por meio das bandeiras tarifárias.

Como funcionam as bandeiras tarifárias

O sistema de bandeiras informa os custos reais da geração de energia no Brasil. Cada cor indica uma condição diferente:

  • ? Bandeira verde – sem cobrança extra;

  • ? Bandeira amarela – R$ 1,88 por 100 kWh;

  • ? Bandeira vermelha patamar 1 – R$ 4,46 por 100 kWh;

  • ? Bandeira vermelha patamar 2R$ 7,87 por 100 kWh.

Portanto, quanto mais crítico o cenário de geração, maior será o valor adicional na conta.

Tarifa mais alta pressiona orçamento familiar

Com a energia elétrica mais cara, os consumidores precisam adotar práticas de economia. Além disso, pequenas atitudes no dia a dia fazem diferença:

  • Desligue os aparelhos da tomada quando não estiver usando;

  • Use o modo econômico dos eletrodomésticos sempre que possível;

  • Aproveite a luz natural durante o dia;

  • Por fim, evite o uso prolongado de chuveiros e ar-condicionado.

Dessa forma, é possível reduzir o consumo e amenizar o impacto da bandeira tarifária.

Alerta para o uso consciente de energia

A adoção da bandeira vermelha nível 2 reflete o cenário de seca e o alto custo da geração de energia. Por isso, o uso consciente da eletricidade se torna ainda mais importante. Além de economizar, o consumidor colabora com a sustentabilidade do sistema elétrico.

Fonte: G1

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