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sábado, maio 16, 2026
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Com epidemia de síndromes respiratórias, mortes no AM chegam a 45, e número de notificações sobe para 500

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Entre novembro de 2019 e abril de 2020, o Amazonas registrou 500 casos de doenças incluídas na Síndrome Respiratória Aguda Grave. O cenário é de epidemia no estado. No total, durante esse período, 45 pessoas morreram por SRAG – dez foram por vírus respiratórios e 35 por outras síndromes respiratórias.

De acordo com a última edição do Boletim Epidemiológico divulgado pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), entre os 500 casos de síndromes respiratórias, foram internados 73 casos por vírus respiratórios, sendo identificados 24 casos provocados por adenovírus, 16 casos de influenza B, 13 para Vírus Sincicial Respiratório (VRS), 10 para metapneumovírus, seis para influenza A (H1N1) e quatro para parainfluenza 1.

A FVS informa que no total foram registrados, a partir de novembro, 45 óbitos por SRAG. Desses, dez foram por vírus respiratórios e 35 por outras síndromes respiratórias. Dos dez óbitos todos são residentes de Manaus, cinco adenovírus, três por influenza B, um por Vírus Sincicial Respiratório (VRS) e 1 por metapnemovírus.

Ainda em relação aos óbitos, 80% dos casos apresentam pelo menos um fator de risco respiratório, com 66% respectivamente em pacientes idosos, cardiovasculares ou com diabetes, 50% pneumopatas e 16% em crianças de 1 a 4 anos.

Mais de 800 pessoas aguardam resultado de exame para Covid-19 no Amazonas

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Pelo menos 860 pessoas que estão com suspeita de contaminação por coronavírus no Amazonas aguardam o resultado dos exames. Os números foram atualizados nesta segunda-feira (6) pelo governo, que informou ainda são 532 casos confirmados em todo o estado e 19 mortes. A letalidade local é de 3,57%.

O Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-AM), único no estado credenciado para análise das amostras, já testou 2.753 amostras, segundo a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS) do Amazonas, e 19.3% resultaram positivas. No sábado, o Amazonas aguardava o resultado de 1.034 resultados de testes para o novo coronavírus.

De acordo com a diretora-presidente da FVS-AM, Rosemary Costa Pinto, o Lacen está com um tempo de funcionamento de 24h, realizando os testes em pessoas com suspeita de coronavírus no Estado.

Ela afirmou ainda que, com a realização de 80 testes feitos por dia, os resultados saem entre 24 e 48 horas após serem feitos. Isso, segundo ela, tem sido um facilitador para a constatação e descarte de possíveis casos no Estado.

Com uma morte, Acre tem 50 casos de Covid-19 confirmados pela Saúde

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Depois de ter registrado, nesta segunda-feira (6), a primeira morte causada por Covid-19, o Acre tem mais 50 casos da doença. A informação faz parte do novo boletim da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) divulgado nesta segunda.

No último boletim, eram 48 casos, com duas novas testagens positivas para a doença, esse número foi para 50. Os casos se concentram nas cidades de Rio Branco, Acrelândia, Porto Acre e agora também em Plácido de Castro.

O novos casos confirmados são da aposentada de 79 anos que faleceu na UPA do Segundo Distrito, no início da tarde desta segunda-feira. O segundo caso confirmado é do município de Plácido de Castro, um professor de 54 anos, que foi instruído a ficar de quarentena.

Saúde diz que dos 50 pacientes, 26 já podem ser considerados recuperados, ou seja, não apresentam mais o vírus no organismo, configurando assim uma taxa de recuperação de 52% dos pacientes.

A Saúde informou que recebeu 641 casos suspeitos, descartou 512, confirmou 50 e mais 79 seguem em análise. Dos confirmados, 39 são em Rio Branco; nove em Acrelândia, um em Porto Acre e um em Plácido de Castro.

Coronavírus: Operação Teixeirão II do Projeto Rondon é adiada para 2021 em RO

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A Operação Teixeirão II, do Projeto Rondon, inicialmente prevista para julho deste ano, foi adiada para as férias escolares de 2021. A mudança ocorreu devido as mudanças no calendário escolar e a pandemia do novo coronavírus.

A ação tem como objetivo capacitar agentes para o desenvolvimento de atividades que valorizem o cidadão, a cultura local e promovam intercâmbio de informações. O projeto conta com a participação de instituições de ensino superior superior, que tem como missão propor ações que contribuam para o desenvolvimento sustentável das comunidades.

O projeto também prevê a realização de oficinas em escolas do ensino básico, que são utilizadas como alojamento. Com isso, considerando a alteração do calendário escolar, que pode vir a cancelar o recesso do meio do ano, a Operação Rondon II não poderá ser realizada.

Segundo o Governo de Rondônia, quando o calendário escolar de 2021 for definido, as novas datas para a operação serão divulgadas. Para tirar dúvidas basta entrar em contato pelo (69) 98413-1699.

Vídeo: O maior ERRO de Mandetta

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O ministro Luiz Henrique Mandetta vinha sendo saudado como oásis de racionalidade e determinação no combate ao novo coronavírus, fonte de luzes num governo contaminado pelas trevas, pelo desprezo à ciência, onde o próprio presidente, chamado de “cético-chefe” pela imprensa internacional, se tornou um risco sanitário. Pois ontem Mandetta cometeu o maior erro de em sua gestão à frente da pasta da Saúde – um erro que deverá custar a vida de milhares de brasileiros.

Como resultado de um acordo político costurado pelos militares para garantir sua permanência no cargo, Mandetta aceitou relaxar as diretrizes para o distanciamento social no país. Ao final de uma reunião tensa que sucedeu os boatos de demissão, afirmou que o governo “se reposiciona” para enfrentar o problema.

Durante a tarde, o ministério baixou normas em que estabelece três níveis de isolamento e aceita, nas cidades com mais da metade do atendimento médico disponível, o que chama de “distanciamento social seletivo”, situação em que apenas idosos e demais grupos de risco são proibidos de circular livremente. Pode ter sido uma medida eficaz para atender demandas políticas, mas a ciência estava ausente da reunião. O resultado deverá ser dramático.

Todas as tentativas de adotar estratégias do tipo no mundo deram errado. Itália e Estados Unidos desprezaram o avanço da Covid-19 quando havia poucos casos, apenas para ser engolfados por um crescimento incontrolável poucos dias depois. Depois de ensaiar um modelo similar ao proposto pelo governo brasileiro, o Reino Unido voltou atrás e a partiu para o isolamento draconiano, o “lockdown”.

A Holanda, que apostava numa postura mais permissiva de contágio para tentar tornar parte da população imune e deter a circulação do vírus, se viu obrigada a proibir eventos e fechar escolas e restaurantes até o final do mês ante a escalada nos casos. “Fiquem em casa tanto quanto possível”, afirmou o premiê Mark Rutte.

O Japão, que também resistiu a medidas mais drásticas, declarou estado de emergência para impôr o isolamento radical em seis regiões metropolitanas. Mesmo a Suécia, que ainda evita manter os cidadãos em casa, passou a adotar normas duríssimas de distanciamento, impraticáveis em países de cultura menos glacial.

O crescimento exponencial do início da curva epidêmica não perdoa atitudes lenientes. Números aparentemente baixos no início se multiplicam rapidamente e, em questão de dias, bastam para abarrotar hospitais e UTIs, como se viu em Milão e em toda a região da Lombardia, a mais atingida pela epidemia na Itália.

É natural que a resposta ao vírus tenha de levar em conta condições locais e que nem toda região de um país continental como o Brasil deva estar sujeita às mesmas regras. Mas o critério adotado pelo Ministério da Saúde é absurdo, para não dizer criminoso. Várias outras variáveis teriam de ser levadas em conta para garantir a preservação de vidas nas regiões menos atingidas.

A primeira, e mais óbvia, é a restrição a viagens. Enquanto houver circulação livre, um único infectado vindo das áreas mais críticas pode criar um foco com milhares de casos, como aconteceu em cultos religiosos na Coreia do Sul e na França. Para conter o vírus em Wuhan, o epicentro da pandemia, o governo chinês passou a monitorar todas as entradas e saídas da cidade e da província de Hubei. Em postos de estrada e estações de trem de todo o país, termômetros capazes de detectar sinais de febre à distância se tornaram ubíquos.

A Covid-19 se espalhou de uma única cidade para toda a China em apenas 30 dias. No final de janeiro, depois de muito vacilar, o governo chinês decretou enfim o “lockdown” em Wuhan e noutras 15 cidades. Depois estendeu medidas de isolamento a todas as províncias. Nem todas foram submetidas ao mesmo rigor, mas passou a haver monitoramento rígido do transporte, para frear a contaminação.

A segunda medida a adotar, e a mais importante, é ampliar e disseminar a capacidade de testes. O objetivo é isolar quem estiver contaminado e rastrear todos os seus contatos. Na China, isso foi feito em todas as cidades que não estavam sujeitas às mesmas restrições que os principais focos da pandemia (leia mais aqui).

Na Itália, foi a ampliação da capacidade de testes que garantiu o perfil menos devastador da epidemia no Vêneto do que na vizinha Lombardia. Mesmo sem atingir a sofisticação de rastramento da Coreia do Sul ou de Cingapura, os venezianos trataram de identificar a maior quantidade possível de casos, mesmo aqueles com sintomas leves, e de isolá-los, além de rastrear todos os contatos. Aplicaram, até o final de março, quase 2 mil testes para cada 100 mil habitantes, o dobro da Lombardia. A letalidade (mortes por casos confirmados) ficou abaixo de 5%, ante quase 16% na região vizinha.

O relaxamento do isolamento social, sem monitoramento dos transportes nem uma capacidade de testes robusta, não passa de uma quimera. A Covid-19 é uma doença insidiosa, que pode ser transmitida por quem aparentemente não apresenta sintoma nenhum. A infecção pode levar até duas semanas para manifestar os primeiros sintomas. Deter o vírus significa saber quem são esses pacientes assintomáticos e isolá-los até da própria família.

O Brasil já tem sido leniente na aplicação das normas de distanciamento social impostas até agora. Um levantamento com base na localização de celulares sugere que elas têm sido cumpridas por pouco mais de 50% da população. O Reino Unido, que mal começa a deter o vírus, reduziu por volta de 73% dos contatos, de acordo com um estudo recente. Nas regiões da China que obtiveram êxito para barrar a disseminação, tal redução foi superior a 85%.

O desafio por aqui, portanto, ainda é enorme. Em especial, em favelas ou regiões de maior adensamento dos grandes centros urbanos – para cuja população precisará haver garantia de sustento durante um período que se anuncia longo.

Ao ignorar a conclusão dos principais estudos científicos e as práticas que deram resultado nos países mais atingidos, tudo o que o governo brasileiro conseguirá é ampliar a disseminação do vírus, a pressão sobre os sistemas de saúde estaduais e o número de mortos. Quando – e se – for reparar o erro, talvez já seja tarde demais.

Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro recebe 50 protetores faciais doados pelo Ifro

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O Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro (HBAP), em Porto Velho, recebeu 50 mascaras de Equipamento de Proteção Individual (EPI), face shields, doadas através de uma parceria com o Instituto Federal de Rondônia (Ifro) para auxiliar nas medidas de proteção e combate ao coronavírus (Covid-19).

A produção destes EPIs surgiu de uma campanha da Liga Acadêmica de Clínica Cirúrgica de Rondônia (Laccro), que inicialmente arrecadou material para produção das máscaras de proteção de maneira artesanal, com uso de poliestireno, mais conhecido por PS. Com o debate das ideias, buscaram o apoio do Instituto Federal de Rondônia (IFRO) para a criação de um protótipo.

Segundo o médico Horácio Tamada, diretor de Ensino e Pesquisa e membro do Núcleo de Segurança do Paciente do Hospital de Base e um dos colaboradores diretos do projeto, em momento de crise o apoio de todos é fundamental. “Nós, da educação, encontramos na confecção da face shield a nossa melhor maneira de contribuir. Como sabemos, a educação, o conhecimento e os hábitos de uma população são armas poderosas para enfrentar qualquer situação”.

A diretora geral do Hospital de Base, Raquel Gil Costa, disse que a unidade está em processo de organização, e sempre com ações para garantir a segurança dos servidores e aos usuários do SUS. “Essa parceria só vem reforçar tudo que temos feito aqui, e só temos a agradecer as 50 unidades dos protetores faciais recebidas. Esses EPIs serão distribuídas aos profissionais de saúde que atuam em setores que poderão receber pacientes acometidos pelo novo cornavírus, lembrando que não temos nenhum paciente internado em nossa unidade de Covid-19”.

CORONAVÍRUS: Sobe para 17 o número de casos em Porto Velho, Semusa divulga 3 novos casos.

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A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) informa mais três (3) casos positivos para o novo coronavírus (Covid-19), em Porto Velho, confirmados no início da noite desta segunda-feira (6). Com isso, sobe para 17 o total de pessoas que testaram positivo para a doença na Capital.

São três mulheres (75, 54 e 18 anos) da mesma família que se recuperam em casa em bom estado de saúde.

O Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) e Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) da Semusa estão monitorando e orientando os pacientes sobre os procedimentos que precisam ser adotados para bloquear a cadeia de transmissão do vírus.

Segundo os dados oficiais da Secretaria estadual de saúde de Rondônia, divulgado no final da tarde desta segunda-feira, 06, estavam confirmados 18 casos de coronavírus, 8 casos são considerados curados, 1 morte na capital, 692 exames com resultado negativo, 118 aguardando resultado e segundo o secretário estadual de saúde, Rondônia não tem nenhum paciente internado.

 

PISCICULTURA – De 11 frigoríficos habilitados para exportar Peixe para China, dois são de Rondônia

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A Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR), anunciou na semana passada a habilitação de 11 plantas frigoríficas em nove estados para exportação para a China. “É uma demanda antiga da atividade. Com a habilitação, temos a oportunidade real de enviar nossos produtos para um grande mercado consumidor, que tem sido o principal destino das exportações brasileiras”, avalia Francisco Medeiros, presidente da Peixe BR.

As empresas habilitadas para exportação de tilápia para a China são Copacol (PR), Netuno (BA), Trutas NR (MG), Vitalmar (SC), Global Food (SP), C.Vale (PR), Zaltana (RO), Frigopesca (MT), Lakes Fish (GO), Pescado DuVale (RO) e Bem Bom Pescados (GO).

Para o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Porto Velho, Luiz Cláudio, a abertura da via de exportação dos frigoríficos Zaltana e Pescado Duvale, de Rondônia, abre novas perspectivas para a atividade em todo o Estado, já que os exportadores precisarão de matéria prima para atender a demanda chinesa, sem falar que o consumo interno também é bastante grande.

“A política agrícola do prefeito Hildon Chaves tem incentivado, através da Semagric, a expansão da atividade e agora vamos criar mecanismos ainda mais eficientes para organizar a cadeia produtiva de peixes, investindo em tecnologia, boas práticas de manejo para qualificar produtores e reduzir custos de produção, aproveitando a oportunidade para exportação”, disse Luiz Cláudio.

Dentre as providências a serem tomadas para aproveitar a oportunidade, a gestão Hildon Chaves vai apoiar a política de pesquisa e desenvolvimento, principalmente para aproveitar o potencial das espécies nativas, como o pirarucu, na questão da alimentação e do tambaqui, na segurança sanitária, além de promover a utilização do maior potencial de águas públicas do país, que são os lagos das usinas, os quais já estão autorizados pela agência nacional das águas.

O município de Porto Velho, tem 166 produtores licenciados pela Sedam e mais 80 pequenos produtores que foram incentivados e licenciados pela Sema, com cerca de 1.200 hectares de tanques, estando entre os quatro municípios maiores produtores. Todavia, pelos gargalos logísticos de mercado, somente 30% estão ativos, o qual exigem apoio para a retomada e que será feito nos próximos meses, explicou Luiz Cláudio da Agricultura.

WhatsApp LIMITA REENVIO de Mensagens a 1 Destinatário Por Vez em Meio à Crise do Novo Coronavírus

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WhatsApp limita reenvio de mensagens a 1 destinatário por vez em meio à crise do novo coronavírus

O WhatsApp informou nesta terça-feira (7) que adotou novas medidas para evitar o compartilhamento de informações falsas pela plataforma em meio à pandemia do novo coronavírus. Agora uma mensagem que não foi criada pela pessoa que irá reenviá-la só poderá ser encaminhada para um destinatário por vez.

Por meio de nota divulgada em seu site, o aplicativo informou que também passará a usar a sinalização de setas duplas para indicar que a mensagem recebida não foi criada por quem a enviou.

“Geralmente, as mensagens encaminhadas muitas vezes podem conter informações falsas e não são tão pessoais quanto as mensagens típicas enviadas pelos seus contatos no WhatsApp. Agora, atualizamos o limite de encaminhamento para que essas mensagens só possam ser encaminhadas para uma conversa por vez”, diz comunicado.

Segundo o WhatsApp, não é ruim que os usuários encaminhem informações úteis, vídeos divertidos, pensamentos ou orações. “Entretanto, temos visto um aumento significante na quantidade de mensagens encaminhadas que, de acordo com nossos usuários, podem contribuir para a disseminação de boatos e informações falsas.”

Redução do limite de reenvio em 2019

Em janeiro de 2019, o WhatsApp já tinha decidido mudar as regras de encaminhamento de mensagens. Na ocasião, caiu para cinco o total de destinatários por vez que poderiam receber uma mensagem encaminhada por alguém que a recebeu de outra pessoa.

Vídeo: Mandetta FICA no Ministério da Saúde

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O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou nesta segunda-feira (6), em entrevista coletiva no ministério, após reunião com o presidente Jair Bolsonaro e ministros no Palácio do Planalto, que permanecerá no cargo.

De acordo com o Blog do Camarotti, Bolsonaro havia decidido demitir o ministro, mas voltou atrás depois da reação de ministros do governo, dos presidentes de Senado e Câmara e de parlamentares.

O motivo que levou o presidente Jair Bolsonaro a cogitar a demissão de Mandetta foram as divergências públicas de ambos a respeito das estratégias para conter a velocidade do contágio pelo novo coronavírus. O presidente defende o que chama de “isolamento vertical”, ou seja, isolar somente idosos e pessoas com doenças graves, que estão no grupo de risco, a fim de não paralisar a economia. O ministro é a favor do isolamento amplo, adotado por governadores, pelo qual a recomendação é que as pessoas se mantenham em casa.

Segundo Mandetta, a reunião no Planalto serviu para demonstrar que agora o governo ‘se reposiciona’ em relação ao enfrentamento a novo coronavírus.

“A reunião foi muito produtiva. Foi uma reunião muito boa, acho que o governo se reposiciona de ter mais união, foco. Todos unidos em direção ao problema”, declarou.

O ministro chegou a afirmar que ele e auxiliares já estavam “limpando as gavetas”.

“Tinha gente aqui dentro limpando gaveta, pegando as coisas. Minhas gavetas, vocês ajudaram a fazer a limpeza das minhas gavetas. Nós vamos continuar porque, continuando, a gente vai enfrentar o nosso inimigo. O nosso inimigo tem nome e sobrenome: é o covid-19”, afirmou. E voltou a repetir: “Médico não abandona paciente. Eu não vou abandonar”, declarou o ministro.

Na entrevista coletiva, Mandetta também afirmou que não tem receio de crítica, mas que as críticas devem ser “construtivas”, sem tentativa de criar “dificuldade no ambiente de tabalho”.

“Trabalhamos o tempo todo com transparência nos números, nas discussões e nas tomadas de decisão. Não temos receio de crítica. A crítica construtiva enobrece e nos faz rever e dar um passo à frente. Gostamos da crítica construtiva. O que temos diferente é quando, em determinadas situações ou determinadas impressões, as críticas não vêm no sentido de construir, mas para trazer dificuldade no ambiente de trabalho”, afirmou.

Pouco antes de encerrar a fala, Mandetta se dirigiu aos servidores do ministério e afirmou que eles não devem parar o trabalho enquanto ele não determinar isso.

“Não é para parar enquanto eu não falar que é para parar. Quando eu deixar o ministério, vamos colaborar com quem entrar. Mas vamos sair juntos do Ministério da Saúde”, afirmou se dirigindo aos servidores que se encontravam na sala da entrevista.

Sem citar casos específicos, Mandetta disse ainda que a orientação no Ministério da Saúde é ter “foco”, independentemente de “barulhos” que surjam no momento.

“Esses barulhos que vêm ao lado: ‘Fulano falou isso, Beltrano falou aquilo’. Esquece isso. Isso está do lado. Apesar dos pesares, foco aqui. Foi o que disse para eles”, afirmou.

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