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sexta-feira, maio 15, 2026
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Itália tem 889 novas mortes por coronavírus neste sábado e supera 10 mil vítimas

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A Itália registou 889 novas mortes por coronavírus neste sábado (28) e superou as 10 mil vítimas. O país tem o maior número de mortos no mundo por causa do vírus.

Os 10.023 mortos na Itália são mais de três vezes mais mortos do que o total registrado na China, primeiro país afetado pela pandemia, que já diminuiu seu avanço e teve 3.295 mil mortos no total.

A Itália, país o mais afetado na Europa, chegou a 92.472 casos confirmados neste sábado. O aumento em 24 horas foi de 5.974 novos casos.

A Itália é o segundo país mais afetado do mundo em número de casos, atrás dos EUA, que já passaram dos 110 mil confirmações . Mas os EUA têm 1,9 mortes registradas, menos do que na Itália.

Confinamento e estímulo econômico

O governo federal italiano também anunciou neste sábado que se prepara para ampliar as medidas de confinamento até o meio de abril.

O governo está elaborando seu segundo pacote de estímulo econômico para amenizar a crise na Itália.

Justiça libera mais de 300 presos de presídio de Porto Velho devido ao novo coronavírus

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A Justiça liberou 320 presos do semiaberto que cumprem pena na penitenciária Colônia Penal, em Porto Velho, para conter o avanço do novo coronavírus, por meio da portaria nº 13/2020. A informação foi repassada pelo Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO) neste sábado (28).

Conforme o TJ-RO, a falta de estrutura do presídio na capital também foi motivo para a liberação dos presos. De acordo com o juiz de Direito Bruno Darwich, a unidade prisional segue parcialmente interditada desde 2018 por causa do problema.

Na portaria, o TJ-RO cita que “as condições carcerárias (aglomeração, pouca iluminação e aeração, serviço de saúde precário) são favoráveis à propagação do vírus e a necessidade de adoção de medidas humanitárias para o resguardo da saúde dos presos e das pessoas que ali trabalham”.

Os presos que foram liberados estão sem monitoramento eletrônico, já que a empresa que fornece o serviço está com os trabalhos suspensos também por causa da pandemia. A liberação é válida por sete dias, podendo ser prorrogada por mais sete.

A Secretaria do Estado de Justiça (Sejus) também pode, caso haja necessidade, pedir a prorrogação do prazo por mais dias, “requerendo a medida diretamente nos autos do processo de execução, se for o caso”, diz a portaria do TJ-RO.

A liberação dos presos ocorreu no último dia 21 de março. No total, foram 149 detentos que possuem carta de trabalho e obedecem a portaria e outros 171 sem carta de trabalho, mas que têm bom comportamento.

O documento ainda cita que a Sejus deve tomar algumas medidas, tais como:

  • Instaurar de ofício o presente Processo Administrativo, com o escopo de monitorar a execução das medidas preventivas à propagação da infecção pelo novo coronavírus (Covid-19)
  • Realizar levantamento e identificação dos presos da Comarca de Porto Velho que se enquadram no grupo de risco para infecção pelo novo coronavírus, o qual compreende pessoas idosas, gestantes e pessoas com doenças crônicas, imunossupressoras, respiratórias e outras comorbidades preexistentes que possam conduzir a um agravamento do estado geral de saúde a partir do contágio, com especial atenção para diabetes, tuberculose, doenças renais, HIV e coinfecções;
  • As pessoas cumprindo pena em estabelecimento penal do regime semiaberto que se enquadrem na situação descrita no caput devem ser incluídas no regime de monitoramento eletrônico já utilizado na Comarca ou, na ausência de equipamento, em regime de prisão domiciliar, com recolhimento em tempo integral em seus domicílios em ambos os casos;
  • Ainda em relação aos presos do regime semiaberto que se encontram em estabelecimentos penais, deverá a Sejus apresentar proposta de calendário de saídas temporárias adequada ao plano de contingência já elaborado pelo executivo.

Já sobre os detentos que estão em regime fechado, a Sejus deve indicar “local adequado para isolamento na própria unidade, a necessidade de colocação em prisão domiciliar, preferencialmente sob monitoramento eletrônico, salvo ausência de equipamento”.

COVID-19 – Procon Rondônia alerta sobre ensino e pagamento de faculdades e escolas privadas no período de pandemia

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Após o Decreto 24.887, publicado pelo Governo de Rondônia, que declarou estado de calamidade pública, as escolas e faculdades privadas suspenderam as aulas por 15 dias, a partir do dia 20 de março, podendo ser prorrogado por mais 15. Diante disso, estudantes têm se mobilizado para pedir a redução, ou mesmo a suspensão, de mensalidades no período de quarentena.

O coordenador estadual do Procon Rondônia, Ihgor Rego, ressalta que diferente das contratações de serviços eventuais e temporários, como viagens, eventos e academias, os prestadores de serviços educacionais são obrigados a ministrar todo o conteúdo programado pela legislação, assim como aderir às regras definidas pelo Ministério da Educação (MEC).

“Com a utilização do ensino à distância (EAD), ou as reposições da aula em outro período, não haverá prejuízo significativo aos alunos” diz.

Diante disso, o consumidor continuará realizando o pagamento das mensalidades desde que a instituição realize a reposição das aulas ou adote meios EAD para que as aulas sejam ministradas.

O ensino à distância é uma modalidade onde o conteúdo é de autoinstrução com apoio de professores online. O modelo que está sendo implantado em caráter emergencial se dá por meio de aulas, que são ministradas em sua maioria, no mesmo horário convencional da aula, por tutores ou professores.

Agevisa orienta municípios sobre normas para realização de barreiras sanitárias contra avanço da Covid-19

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As pessoas que transitam em Rondônia vindas de outros  estados ou outros países, por orientação da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), devem passar por ação educativa de conscientização das medidas protetivas para conter o aumento de casos da Covid-19, doença causada pelo coronavírus.

As ações devem acontecer em barreiras sanitárias como áreas de fronteira, portos, aeroportos, rodoviárias e nas rodovias nos pontos de entrada das cidades.

A responsabilidade de realização das barreiras é dos municípios, com exceção dos aeroportos que é feita pela Agevisa com apoio das vigilâncias municipais, e cabe ainda à Agevisa a orientação das normativas aos municípios.

De caráter educativo, as abordagens nas barreiras sanitárias têm como função identificar se as pessoas em deslocamento apresentam sintomas da Covid-19, caso sim, a Agevisa orienta aos profissionais de saúde que direcionem essas pessoas a ligarem no Disque Coronavírus dos municípios de destino para receberem as orientações pertinentes a cada caso. Os viajantes, com sintomas ou assintomáticos, são orientados ao isolamento social por 14 dias.

‘‘As informações básicas que são colhidas na abordagem das pessoas que estão em deslocamento são quanto a origem e destino, assim como a captação de telefones de contato. Se apresentarem sintomas, as pessoas são orientação a entrar em contato pelo Disque Corona municipais. Para os profissionais estamos orientando que na abordagem respeitem a distância de 2 metros e façam uso de EPI (Equipamento de Proteção Individual) ’’, disse o gerente técnico de Vigilância em Saúde Ambiental, Cesarino Junior Lima Aprígio.

A gerente técnica de Vigilância Sanitária,Vanessa Ezaki, reforça que os dados devem ser colhidos conforme o padrão adotado no Formulário de Identificação do Viajante – Covid-19,  e que além das orientação sobre sinais e sintomas, também devem ser ensinados os cuidados básicos como lavagem regular das mãos e cobertura da boca e do nariz ao tossir e espirrar. As vigilâncias sanitárias deverão reportar à Agevisa as informações obtidas na barreira sanitária.

As barreiras devem acontecer em uma ação conjunta das equipes de vigilâncias sanitárias, vigilância epidemiológica e ambiental, da saúde do trabalhador, agentes comunitários de saúde, voluntários. E ainda Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, e também Polícia Federal nas rodovias.

Conforme a Gerência Técnica de Vigilância em Saúde Ambiental, 34 municípios já ativaram barreiras sanitárias em Rondônia:

1. Alta Floresta
2. Costa Marques
3.Buritis
4.Cabixi
5.Alto Alegre
6. Seringueiras
7. Urupá
8. Parecis
9.Cujubim
10. Nova União
11. Espigão do Oeste
12. Cacaulândia
13. Corumbiara
14. Alvorada do Oeste
15.  Theobroma
16. Vale do Paraíso
17. Mirante da Serra
18. São Francisco do Guaporé
19. Santa Luzia
20. Nova Mamoré
21. Rio Crespo
22. Vilhena
23. Campo Novo de Rondônia
24. Pimenteiras
25. Jaru
26. Teixeirópolis
27. Cerejeiras
28. Colorado
29. Monte Negro
30. Ministro Andreazza
31.  Nova Brasilândia D`Oeste
32. Ariquemes
33. Castanheiras
34.  Guajará -Mirim

CORONAVÍRUS – Semusa monta força tarefa exclusiva para população em situação de rua

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Preocupada em conter o avanço do coronavírus em Porto Velho, a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), através do Departamento de Atenção Básica (DAB), elaborou um plano contingencial de enfrentamento ao coronavírus, voltado para população em situação de vulnerabilidade social, ou seja, moradores que vivem na rua. O plano foi apresentado ao prefeito Hildon Chaves que aprovou as ações que serão executadas pelo Consultório de Rua, que atua na assistência à saúde deste público.

O Consultório de Rua é uma ação já consolidada que oferece consultas médicas, odontológicas e psicológica para moradores de rua. É composta por equipe multiprofissional formada por médico, enfermeiro, técnicos de enfermagem, odontólogo, psicólogo, assistente social e administrativo.

Para o enfrentamento ao novo coronavíruas, as ações foram intensificadas. “Ampliamos nosso leque de atuação para garantir a saúde das pessoas que vivem na rua e também para evitar a proliferação da doença”, explica Maria Zilma, diretora do DAB.

O plano contingencial foi elaborado em conjunto pela Secretaria Municipal de Saúde e Secretaria de Assistência Social e Família (Semasf). As ações de responsabilidade da Semasf são: distribuição de kits de higiene pessoal; alimentação; isolamento social em albergues para quem apresentar gripes e resfriado; pontos de acolhimento como tendas, abrigos e albergues.

Juntas as duas secretarias farão o rastreamento dos casos suspeitos; acolhimento em unidades de saúde; parcerias com escolas e outras instituições para utilização de banheiros públicos; maior emprego de recursos humanos para atender as demandas, entre outros.

A vacinação contra a gripe H1N1 foi outra ação desenvolvida pela equipe do Consultório de Rua. Os profissionais passaram dois dias em campo mapeando e vacinando os moradores de rua. Nesta primeira etapa 100 pessoas foram vacinadas, trabalho que terá continuidade assim que as Semusa receber o segundo lote de vacinas do Ministério da Saúde.

Segundo a assistente social do Consultório de Rua, Iolanda Souza Silva, o novo corona vírus é uma grande preocupação também dos moradores de rua. “Eles sempre procuram informações sobre a doença. No geral todos tem recebido muito bem as ações que estão sendo executadas e até indicam outros moradores de rua para receber o atendimento”, explicou a assistente social.

Para a secretária municipal de Saúde, Eliana Pasini, “além de oferecer assistência de saúde a esse público, nosso objetivo é reduzir a disseminação da COVID-19 e proteger a população vulnerável para não adoecer”.

Os atendimentos de saúde a esta população estão, preferencialmente, sendo realizados nas unidades Oswaldo Piana, das 7h às 18h, e Maurício Bustani, das 7h às 22h.

Neste trabalho, a Semusa conta com parceiros como a Secretaria de Assistência Social e Família (Semasf), Igreja Católica, através do projeto Levanta-te, Defesa Civil, Ministério Público, instituições religiosas e educacionais.

CORONAVÍRUS Farmácia do CEM é transferida para Policlínica Rafael Vaz e Silva

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A partir de segunda-feira (30), o Centro de Especialidades Médicas (CEM) se tornará referência no atendimento ao coronavírus. Para a nova configuração, a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) precisou mudar o local dos atendimentos para a Policlínica Rafael Vaz e Silva, localizada à rua Jacy Paraná 1943, bairro Mato Grosso.

A mudança no CEM atinge os ambulatórios de tuberculose, hanseníase e a Farmácia Básica Municipal, que serão temporariamente desativados. A população que era atendida pela Farmácia Básica, deve buscar os medicamentos na Policlínica Rafael Vaz e Silva, das 7h30 às 18h.

Quem tem acesso à internet pode consultar se o medicamento está disponível na rede municipal e em qual unidade de saúde através do farmapub.portovelho.ro.gov.br.

A secretária da Semusa, Eliana Pasini, orienta que a população também pode se dirigir ao posto de saúde mais próximo de casa, “observando sempre as recomendações de não aglomerar e evitar filas para garantir a saúde de todos”, enfatiza a secretária.

É #FAKE que início do surto de H1N1 no Brasil, em 2009, matou mais que o do novo coronavírus

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Várias mensagens têm circulado na web com a afirmação de que o surto de H1N1 no Brasil, em 2009, matou muito mais gente quando chegou ao país que o do novo coronavírus neste mesmo período. Uma publicação mostra, inclusive, uma estatística que contrapõe duas mortes agora a mais de 2 mil na época. É #FAKE.

A mensagem que mais tem viralizado é uma que diz: “Os dados não mentem. Entenda como a mídia esquerdista manipula a sua vida”. Ela foi compartilhada pelo pastor evangélico Silas Malafaia, que tem defendido a manutenção de igrejas abertas, a despeito da orientação das autoridades de saúde para que as pessoas fiquem em casa.

A comparação aponta que o surto de gripe suína, como ficou conhecida, deixou 58.178 infectados, com 2.101 mortos. Quando se refere à situação atual, o quadro usa o número de registros contabilizados até o dia 18 de março no Brasil – 394 infectados e duas mortes (na verdade, os óbitos neste dia já chegavam a 4). A mensagem falsa politiza a comparação, apontando que em 2009 o presidente era Luiz Inácio Lula da Silva (chamado de “Luladrão”).

A questão é que os períodos de tempo não são comparáveis. O primeiro dado é bem próximo ao número total de casos de H1N1 registrados no país em 2009 e 2010 juntos: 59.867. O número de mortes (2.173), também. Ou seja, quase dois anos de doença (já que o primeiro caso de H1N1 foi registrado em maio).

Além disso, é muito complicado comparar as taxas de letalidade, porque a do coronavírus ainda está mudando (ainda assim, ela varia entre 2% e 3%, e está relacionada a fatores de risco). Já a do H1N1 é, em média, de 0,02%.

Segundo o último balanço do Ministério da Saúde (de 25/3), são 2.433 contaminados pelo novo coronavírus no país. Já houve 57 mortes. Os dados se referem a um período menor que um mês. Em 30 dias de H1N1 em 2009, ou seja, um período inclusive maior, foram registrados 627 casos e apenas uma morte.

Para completar, uma análise dos dados globais, compilados pela Organização Mundial da Saúde, revela que, em menos de três meses, o novo coronavírus já registra um número oficial de mortes superior ao total de óbitos registrados em 16 meses de pandemia de gripe suína. Já são mais de 20 mil mortes pelo mundo em decorrência da Covid-19, contra cerca de 18.500 do H1N1 em um período bem maior.

O infectologista Roberto Medronho, doutor em saúde pública e professor da UFRJ, diz que é preciso tomar cuidado com comparações estatísticas, ainda mais com uma das pandemias em pleno curso. Ele afirma que, numa conta dessas, é necessário que o denominador seja o mesmo. Ou seja, a informação que está sendo compartilhada carece de rigor científico.

“Infelizmente, essa pandemia tem um potencial de fazer um estrago maior do que o que fez a de H1N1. No Brasil, atingiu as classes média e alta e, agora, as comunidades pobres. Nós estamos prevendo uma epidemia muito pior daqui pra frente. A única chance que temos é pelas medidas restritivas de circulação das pessoas”, explica.

O médico frisa que não se pode minimizar o cenário. “Como é uma doença com alto poder de transmissão, mesmo que a proporção de óbitos seja pequena, o número absoluto será muito grande. É nisso que temos que pensar: quantos vão morrer.”

A pneumologista Patricia Canto, da Escola Nacional de Saúde Pública, da Fundação Oswaldo Cruz, afirma que o quadro agora é muito mais desfavorável na comparação com a crise do H1N1. “Na época, já estava disponível um tratamento antiviral. O paciente chegava com sinais de gravidade, a gente tratava, e ele respondia. E logo a vacina surgiu”, diz. “Isso não existe para o novo coronavírus. Não há protocolo de tratamento, e a vacina deve levar um ano, um ano e meio.”

A médica, que atuou na contenção da propagação da gripe suína em 2009, lembra que houve, sim, mobilização para isolar pessoas; embora, de fato, menor da que se vê agora. Escolas foram fechadas, e postos de atendimento foram espalhados para atender pacientes, relembra.

A transmissão do H1N1 se deu pela mesma forma que o novo coronavírus, de uma pessoa para outra, por gotículas que saem na fala, no espirro ou na tosse, ou em superfícies contaminadas.

Nos vídeos que compartilha em seu canal no YouTube sobre o coronavírus, o pastor Silas Malafaia tem dito que as igrejas precisam ficar abertas para que as pessoas encontrem conforto emocional no momento de aflição por conta do medo da propagação. “Que vergonha, um monte de pastor assustado e com medo! Temos que profetizar contra essa praga. Se parar tudo, vai ter uma porta aberta da igreja, eu vou estar, para qualquer um que chegar aflito”, diz o pastor, em um dos vídeos.

Vídeo Completo: Feiras Livres VOLTAM À FUNCIONA em Porto Velho

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Feiras Livres VOLTAM À FUNCIONA em Porto Velho

FEIRANTES RECLAMAM Que PRODUTOS ESTÃO ESTRAGANDO Por Causa das Restrições

https://www.facebook.com/TVdoPOVORO/videos/2618991678389080/

Vídeo Completo: CORONAVÍRUS – Situação de saúde dos pacientes na capital é divulgada pela Semusa

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A secretária titular da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), Eliana Pasini, reuniu a imprensa nesta sexta-feira (27) para detalhar a situação de saúde das pessoas positivadas para o novo coronavírus (Covid-19), do trabalho de monitoramento e apoio aos pacientes, familiares e vizinhos (em casos de condomínio).

Ela também esclareceu sobre o funcionamento das Unidades Básicas de Saúde (UBS) a partir da próxima semana. Participaram da coletiva a coordenadora do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), Jorilda Monteira, e a diretora do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), Régia Martins Pacheco.

Sobre a situação de saúde dos cinco pacientes positivados em Porto Velho, Eliana Pasini afirmou que todos estão bem e que os sintomas clássicos como coriza, falta de ar, febre e diarreia já desapareceram. “Porém eles continuam em isolamento, quarentena por 14 dias, por ainda serem transmissores da doença”, esclareceu a secretária.

Todos os casos confirmados estão sendo acompanhados e monitorados pelo Cievs e pela vigilância epidemiológica, que também orientam os familiares e vizinhos, nos casos de condomínio, sobre as medidas de segurança obrigatórias para evitar novos casos.

Call Center

Segundo Eliana Pasini, de janeiro a março 763 casos foram notificados em Porto Velho. São pessoas que apresentaram sintomas parecidos com os do novo coronavírus. Somente no mês de março foram 429 casos suspeitos. “Não são casos confirmados, apenas pessoas que procuraram as unidades de saúde com queixas gripais semelhantes a da Covid-19”, enfatizou a secretária da Semusa.

Para evitar uma superlotação nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), o prefeito Hildon Chaves orientou a Semusa a implantar um Centro de Teleatendimento (Call Center), com médicos para atender as ligações da população. Haverá um fluxo de atendimento para cada sintoma relatado (leve, moderado ou grave), que será identificado pelo médico na teleconsulta. Conforme os sintomas apresentados, o paciente será orientado como deve proceder e de que forma receberá o atendimento.

Mudanças no CEM

Para que o Centro de Atendimento a Covid-19 possa atender os casos suspeitos sem colocar em risco a saúde de outros pacientes, a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) remanejou os atendimentos do CEM. O ambulatório de tuberculose, hanseníase e farmácia central funcionarão na Policlínica Rafael Vaz e Silva (Rua Jacy Paraná 1943 – Mato Grosso). Medidas que começam a valer a partir da próxima segunda-feira (30).

Atendimento normalizado nas UBS

Também por sugestão do prefeito Hildon Chaves, com a aprovação de profissionais médicos e enfermeiros, a partir da próxima segunda-feira (30), os atendimentos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) que estavam suspensos voltam ao normal, porém com a orientação de que os pacientes evitem aglomerações.

Serviços como pré-natal, programa de hipertensos, farmácias, laboratórios, voltará a rotina de atendimento. “Não podemos deixar de atender esse público. Mas, pedimos a colaboração e a compreensão da população que siga a risca o pedido de não aglomerar”, enfatizou a secretária da Semusa, Eliana Pasini.

A orientação da Prefeitura é para que o cidadão, antes de sair de casa, ligue se possível na unidade mais próxima, para orientações dos profissionais. Os agentes comunitários de saúde também ajudarão no atendimento destes pacientes, divulgando os números de telefones das unidades, evitando aglomerações ou viagens perdidas.

As unidades portas abertas continuam o atendimento normal. No Centro de Saúde Mauricio Bustani, os atendimentos são sempre das 7h às 22h.

NOTA DE ESCLARECIMENTO

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A Prefeitura de Porto Velho, através da Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família, informa a toda população que os R$ 600 que o Governo Federal pagará a trabalhadores informais, autônomos e sem renda fixa por três meses em razão da crise econômica do período da pandemia do coronavírus ainda está em fase de aprovação pelo Senado Federal.

A Câmara dos Deputados aprovou o projeto na quinta-feira (26). O texto segue para votação no Senado. Ainda não há data definida para a análise pelos senadores.

Portanto, esclarece a Semasf, é falsa qualquer informação que circula em redes sociais e whatsapp dizendo que o projeto já está aprovado e que procure a Central de Cadastro Único das prefeituras para receber.

Como o projeto ainda não foi aprovado, os municípios ainda não receberam as orientações e normativas sobre como de fato irá funcionar o pagamento desse benefício.

Assim que o projeto for aprovado e a Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semasf) receber as orientações do Ministério da Cidadania, de imediato serão divulgadas as normativas sobre como de fato irá se processar o pagamento do benefício.

Qualquer dúvida, entrar em contato com os seguintes canais, de segunda a sexta-feira: Cras Betinho – 98473-6269; Cras Paulo Freire : 98473- 6076; Cras Irmã Dorothy : 98473-4364; Cras Dona Cotinha: 98473- 6030; Cras Elizabeth Paranhos : 98473-6030 e Central do Cadastro Único: 98473-3814.

Porto Velho, 27 de março de 2020

Claudi Rocha

Secretario/ Semasf

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