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Governo de RO realiza formatura da 1ª turma da Academia de Agentes de Segurança Viária

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Agentes de trânsito de Rondônia marcham em formação durante a formatura da primeira turma da AcadeVia.
Agentes marcham durante a formação da AcadeVia, que concluiu sua primeira turma em Porto Velho.

O Governo de Rondônia realizou, nesta sexta-feira (28), a formatura da primeira turma da Academia de Formação e Especialização de Agentes de Segurança Viária (AcadeVia). O evento reuniu cerca de mil pessoas e marcou um avanço importante para a segurança viária do estado. Além disso, reforçou o compromisso do Detran-RO com a formação contínua de servidores.

AcadeVia forma 500 agentes e reconhece servidores veteranos

A cerimônia destacou a conclusão do curso por 500 novos agentes de trânsito. Além disso, 130 servidores do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RO) receberam homenagens pelos mais de 30 anos de serviços prestados. Houve também a entrega de Medalhas de Mérito de Trânsito. O reconhecimento reforçou a dedicação dos profissionais que contribuíram para transformar o setor ao longo dos anos.

Durante o evento, o público acompanhou momentos de emoção e valorização da categoria. Assim, a solenidade marcou a união entre gerações e simbolizou o início de uma nova etapa para o sistema de trânsito estadual.

Academia nasce alinhada às novas atribuições do Detran-RO

A AcadeVia segue as diretrizes da Lei nº 6.143, que reestruturou o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) do órgão. Por isso, a academia passou a centralizar a formação de novos agentes e a atualização de condutores. Dessa forma, o estado fortalece políticas públicas de prevenção, fiscalização e educação no trânsito.

O diretor-geral do Detran-RO, Sandro Rocha, destacou a importância da preparação técnica. Segundo ele, a formação adequada garante ações mais eficientes e respeitosas. “Este é um marco histórico para a segurança viária rondoniense. Nosso objetivo é salvar vidas e promover um trânsito mais humano”, afirmou.

Evento reforça integração e modernização

A formatura reuniu autoridades, servidores e familiares. Além disso, apresentou o impacto da AcadeVia na formação de profissionais preparados para atuar com responsabilidade e tecnologia. Com isso, Rondônia passa a contar com um centro de capacitação atualizado e conectado às demandas atuais da mobilidade urbana.

A solenidade também reforçou a importância de políticas integradas. Afinal, um trânsito mais seguro depende de agentes qualificados, fiscalização eficiente e ações de educação contínua. Por isso, a criação da academia representa um avanço estratégico para o estado.

Serviço

Evento: Formatura da Academia de Formação e Especialização de Agentes de Segurança Viária (AcadeVia)
Data: 28/11, às 16h
Local: Rua Matrinchã, nº 9.96, Bairro Lagoa, Porto Velho

Alero libera R$ 160 milhões para reforçar a Saúde de Rondônia

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Equipe médica realiza procedimento cirúrgico enquanto título destaca investimento de R$ 160 milhões para a Saúde de Rondônia.
Equipe médica durante procedimento cirúrgico; arte destaca a autorização de cerca de R$ 160 milhões para reforçar cirurgias, medicamentos e serviços essenciais em Rondônia.

A Assembleia Legislativa de Rondônia aprovou um novo pacote de investimentos que soma cerca de R$ 160 milhões para fortalecer a Saúde do estado. A votação ocorreu durante a 35ª sessão ordinária, realizada na última terça-feira (25). Os recursos permitirão ampliar cirurgias eletivas, comprar medicamentos, manter unidades e garantir o pagamento de servidores.

Reforço direto ao Fundo Estadual de Saúde

O primeiro repasse está previsto no Projeto de Lei 1210/2025, que autoriza crédito adicional suplementar de R$ 93,8 milhões ao Fundo Estadual de Saúde. O valor vem do excesso de arrecadação do próprio fundo. Assim, o governo ampliará ações de vigilância em saúde e fortalecerá atendimentos ambulatoriais.

Além disso, a verba assegura cirurgias eletivas, amplia a compra de insumos e mantém o abastecimento de medicamentos. O Lacen também receberá apoio para aprimorar análises e diagnósticos.

Três modalidades de crédito reforçam o orçamento

O Projeto de Lei 1224/2025 acrescenta outra parcela importante. O texto autoriza créditos adicionais por superávit financeiro, excesso de arrecadação e anulação de dotações. No total, o governo utilizará:

  • R$ 36,8 milhões do superávit

  • R$ 21,2 milhões do excesso de arrecadação

  • R$ 65,8 milhões da anulação de outras pastas

Com essa realocação, a Sesau mantém a continuidade dos serviços essenciais. A secretaria precisou reforçar a gestão de recursos para preservar a infraestrutura das unidades e garantir atendimento regular. Por isso, o governo destacou que o reforço orçamentário evita interrupções e assegura o pagamento da folha.

Deputados aprovam medidas e reforçam fiscalização

Os deputados estaduais aprovaram os projetos sem divergências. Eles destacaram a urgência das ações e defenderam repasses rápidos para a rede estadual. Dessa forma, cirurgias, exames e atendimentos de alta prioridade seguem em execução, mesmo com o aumento da demanda.

Durante a sessão, parlamentares afirmaram que acompanharão a aplicação dos recursos ao longo do ano. A intenção é garantir que cada etapa chegue de fato às unidades que enfrentam maior pressão assistencial.

Canais de acesso e transparência

As sessões da Assembleia Legislativa podem ser acompanhadas presencialmente, pela TV Assembleia (7.2) e pelo YouTube. Além disso, o conteúdo completo dos projetos e suas votações está disponível no Sistema de Apoio ao Processo Legislativo (Sapl) e no site oficial da Alero.

Fonte: Alero

Mortes em incêndio em Hong Kong sobem para 146 e comoção marca homenagens às vítimas

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Família em Hong Kong reza diante de flores colocadas em homenagem às vítimas do incêndio que deixou 146 mortos.
Moradores se reúnem diante do Wang Fuk Court para deixar flores e rezar pelas vítimas do incêndio que matou 146 pessoas em Hong Kong.

O número de mortos no incêndio que atingiu o complexo residencial Wang Fuk Court, em Hong Kong, alcançou 146 pessoas. As autoridades divulgaram o novo balanço neste domingo, e, com isso, a comoção aumentou. Enquanto equipes trabalham para atualizar as buscas, moradores se mobilizam para homenagear quem perdeu a vida na tragédia.

Desde as primeiras horas da manhã, familiares, amigos e vizinhos caminham até o local das homenagens. Aos poucos, a área se transformou em um corredor de flores, bilhetes escritos à mão e longos minutos de silêncio. Muitas pessoas permaneceram em oração, enquanto outras aguardaram pacientemente para deixar uma despedida. As filas chegaram a quase dois quilômetros e reforçaram o impacto emocional que domina a cidade.

Incêndio se espalhou rapidamente e consumiu sete prédios

O fogo começou na quarta-feira (26/11), por volta das 14h51, no bloco F do conjunto. Em poucos minutos, as chamas avançaram entre os edifícios e alcançaram sete dos oito prédios. As estruturas externas estavam cobertas por telas plásticas, poliestireno e andaimes de bambu usados na reforma, o que facilitou a propagação intensa.

Mais de 2 mil bombeiros atuaram no combate. Eles permaneceram no local por quase dois dias até eliminar todos os focos. Apesar do esforço, muitos moradores não conseguiram deixar os apartamentos. Além disso, os alarmes de incêndio falharam nos oito blocos, o que aumentou o risco e reduziu o tempo de reação.

Autoridades avançam na investigação e realizam novas prisões

A polícia iniciou as buscas por sobreviventes e por evidências ainda na quarta-feira. À medida que os agentes avançaram pelos prédios, encontraram sinais de irregularidades. Como resultado, 11 pessoas foram presas, entre elas diretores de empresas envolvidas nas reformas e trabalhadores responsáveis pelos andaimes.

Segundo as autoridades, a investigação segue em ritmo acelerado. Técnicos analisam documentos, materiais usados na obra e depoimentos de funcionários. Além disso, a polícia monitora denúncias e informações enviadas por moradores que acompanharam a reforma nos últimos meses. As equipes avaliam a conduta das empresas suspeitas e já indicaram possível negligência grave.

Hong Kong inicia dias de luto oficial e amplia apoio aos sobreviventes

O governo declarou três dias de luto oficial. Logo após o anúncio, bandeiras da China e de Hong Kong foram colocadas a meio mastro. As cerimônias começaram com três minutos de silêncio e, logo depois, voluntários organizaram pontos de apoio para os desabrigados.

Nos abrigos, famílias buscam informações sobre parentes desaparecidos e recebem orientação de assistentes sociais. Muitos moradores relatam noites sem dormir devido ao trauma e ao medo de novos desabamentos. A comoção se intensifica porque quase 40% dos residentes do conjunto eram idosos, muitos vivendo no local desde 1983.

Tragédia supera registros históricos e marca gerações

O incêndio se tornou o mais mortal em Hong Kong desde 1948, quando uma explosão em um armazém matou 176 pessoas. Ele também ultrapassa o impacto emocional da tragédia do Hipódromo de Happy Valley, em 1918, que deixou mais de 600 mortos.

Agora, Hong Kong enfrenta um dos momentos mais dolorosos de sua história recente. Enquanto as equipes seguem com as buscas e a população mantém as homenagens, a cidade cobra respostas rápidas e medidas contundentes para garantir que uma tragédia dessa dimensão não volte a acontecer.

Fonte: BBC Brasil

Por que o mundo deveria viver como o Uruguai para frear a exploração dos recursos do planeta

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Ciclista em estrada rural no Uruguai com turbinas eólicas ao fundo, representando sustentabilidade e transição energética.
Ciclista percorre estrada no interior do Uruguai, país que ampliou o uso de energias renováveis e se tornou referência internacional em sustentabilidade.

O alerta que revela o limite dos recursos do planeta

O avanço das mudanças climáticas, da perda de biodiversidade e da pressão crescente sobre florestas e solos tem uma origem comum, segundo especialistas: o ritmo acelerado de consumo de recursos naturais. Para o engenheiro suíço Mathis Wackernagel, criador do conceito de pegada ecológica, o problema central não é apenas o aquecimento global, mas a incapacidade da humanidade de viver dentro dos limites do planeta. Uruguai exemplo global de sustentabilidade, é frequentemente citado como modelo de ações efetivas. Além disso, ele destaca que a atual pressão sobre os ecossistemas compromete diretamente a capacidade de regeneração da Terra.

Engenheiro suíço Mathis Wackernagel desenvolveu o conceito de ‘pegada ecológica’ nos anos 1990

A análise de Wackernagel mostra que o uso atual de recursos exige o equivalente a 1,8 planeta Terra para sustentar o estilo de vida médio global. “Estamos consumindo muito mais do que a capacidade de regeneração dos ecossistemas”, alerta.
Por isso, ele reforça que a humanidade já opera em déficit ecológico permanente.

Essa relação é medida todos os anos pelo Dia da Sobrecarga da Terra, data em que a demanda humana supera tudo o que o planeta consegue renovar no período de 12 meses. Em 2025, essa marca foi atingida em 24 de julho, três meses mais cedo do que há duas décadas.
Dessa forma, fica evidente que a tendência é insustentável.

Ainda assim, existem exemplos positivos — e um deles vem da América do Sul. O Uruguai, embora seja um país pequeno, demonstra que a combinação de planejamento, acordo político e inovação pode mudar cenários complexos, servindo como exemplo global de sustentabilidade.

Uruguai vira referência global em uso sustentável de recursos

O Dia da Sobrecarga da Terra adiantou três meses nas últimas duas décadas

Entre mais de 80 países analisados pela Global Footprint Network, o Uruguai aparece como o modelo mais próximo de equilíbrio. Se toda a população mundial vivesse como os uruguaios, o Dia da Sobrecarga cairia em 17 de dezembro, uma diferença significativa em relação às principais economias do mundo.
Além disso, o país mostra que é possível crescer sem ampliar a pressão sobre os recursos naturais.

O desempenho tem relação direta com a transformação radical da matriz energética uruguaia, iniciada há pouco mais de uma década. Hoje, 99,1% da eletricidade gerada no país vem de fontes renováveis, entre hidráulica, eólica, solar e biomassa.
Portanto, o país se tornou um exemplo concreto de transição energética acelerada, considerando-se como um Uruguai exemplo global de sustentabilidade.

Como o país fez essa virada energética

Físico Ramón Méndez Galain foi o arquiteto da transformação radical ocorrida na matriz elétrica uruguaia

A mudança começou em 2008, quando o país enfrentou uma crise de abastecimento e decidiu reestruturar todo o sistema elétrico. De acordo com Ramón Méndez Galain, físico e ex-diretor nacional de energia, três pilares tornaram a mudança possível e garantiram continuidade ao projeto.

1. Acordo político de longo prazo

Em 2010, todos os partidos firmaram um compromisso para orientar a transição pelos 25 anos seguintes. Cinco governos consecutivos mantiveram a mesma política energética.
Assim, o país conseguiu evitar retrocessos e disputas típicas de mudanças de governo.

2. Liderança estatal com participação privada

Embora a UTE, empresa pública de energia, controle a distribuição, a maior parte dos investimentos veio do setor privado — cerca de US$ 6 bilhões, o equivalente a 12% do PIB da época. As empresas passaram a vender energia para a estatal, com contratos garantidos por 20 anos.
Contudo, o Estado manteve o comando estratégico da transição.

3. Reformas regulatórias e criação de um ecossistema inovador

O país revisou regras, abriu espaço para novos modelos de geração, criou carreiras universitárias e fortaleceu centros de pesquisa para sustentar a migração para as renováveis.
Dessa maneira, o Uruguai reduziu barreiras estruturais e acelerou a expansão das fontes limpas, uma verdadeira inspiração de um Uruguai globalmente sustentável.

O resultado é visível: as tarifas caíram, a dependência de combustíveis fósseis diminuiu, foram criados 50 mil empregos e o Uruguai passou a exportar eletricidade para países vizinhos.
Além disso, a geração se tornou mais estável e menos vulnerável a crises internacionais.

A importância da biocapacidade

‘Entre 1° de janeiro e 24 de julho, consumimos tudo o que a Terra pode regenerar em todo o ano’

Wackernagel reforça que o fator-chave para o futuro não será apenas tecnologia ou finanças, mas a capacidade real dos ecossistemas de regenerar recursos — a chamada biocapacidade. Países com grande área natural preservada, como os da América do Sul, tendem a ter vantagem.
Ainda assim, ele afirma que a biocapacidade continua subvalorizada nos mercados atuais.

Entretanto, o especialista alerta que a humanidade segue consumindo o futuro para sustentar o presente. “Estamos praticando uma espécie de pirâmide com os recursos naturais”, afirma.
Por outro lado, ele destaca que ainda há tempo para corrigir o rumo.

Um futuro inevitavelmente regenerativo

Para Wackernagel, o mundo não precisa esperar por acordos climáticos perfeitos para agir. Soluções locais, como a do Uruguai considerado um exemplo global de sustentabilidade, mostram que mudanças estruturais são possíveis mesmo em países pequenos e com recursos limitados.
Enquanto isso, a demanda global por recursos cresce, o que torna ainda mais urgente a adoção de modelos sustentáveis.

“Não temos um problema comum — temos um contexto comum. E depende de como cada país vai se preparar para o futuro”, resume. Segundo ele, a equação é clara:
“O futuro será regenerativo, ou não haverá futuro.”

Fonte: BBC Brasil

Médicos operam coração de feto dentro do útero em hospital do RS

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Imagem ilustrativa mostra útero estilizado com coração iluminado durante representação de cirurgia fetal no RS.
Arte representa o procedimento cardíaco fetal realizado no Hospital Moinhos de Vento, no Rio Grande do Sul.

O Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, realizou uma cirurgia cardíaca fetal que marcou um avanço para a medicina do país. A intervenção, feita na 29ª semana de gestação, tratou uma atresia de valva pulmonar e devolveu o fluxo sanguíneo necessário para o desenvolvimento saudável do coração do bebê. Como resultado, a equipe evitou a evolução de complicações graves após o parto.

Diagnóstico acendeu o alerta durante exame de rotina

O problema apareceu em um exame morfológico. Os médicos perceberam que a válvula pulmonar do feto não se abria. Por isso, o sangue não chegava aos pulmões e o lado direito do coração não conseguia se desenvolver. Diante do risco, a equipe concluiu que a cirurgia intrauterina era a opção mais segura.

Além disso, o caso exigia uma resposta rápida. A malformação poderia comprometer a vida da criança logo após o nascimento. Dessa forma, a decisão pelo procedimento aconteceu de forma coordenada entre obstetras, cardiologistas intervencionistas e especialistas em cardiopatias congênitas.

Como a cirurgia foi realizada

Hospital em Porto Alegre realiza cirurgia cardíaca fetal para tratamento de malformação congênita. Imagem: Hospital Moinhos de Vento / Divulgação

A intervenção utilizou uma técnica minimamente invasiva. Com acesso percutâneo, os especialistas introduziram uma agulha através do útero até alcançar a válvula cardíaca fechada. Em seguida, passaram um cateter para abrir a obstrução e restabelecer o fluxo sanguíneo.

Segundo o coordenador do Serviço de Cirurgia Fetal, Eduardo Becker, a precisão foi decisiva para o sucesso:
“Conseguimos recuperar o fluxo na artéria pulmonar e permitir que o coração volte a se desenvolver de forma adequada.”

A operação durou poucos minutos, mas exigiu atenção constante da equipe, já que qualquer movimento poderia alterar o posicionamento do cateter.

Recuperação mostra evolução positiva

Desenvolvimento de um bebê dentro da placenta (Imagem: vetre/Shutterstock)

Logo após a cirurgia, o ultrassom revelou que a válvula estava aberta e o sangue circulava normalmente. Esse resultado imediato trouxe alívio para a equipe e, principalmente, para a gestante.

A mãe, Jéssica Peruzzo, descreveu o processo como emocional e desafiador. Entretanto, ela afirmou que o acolhimento dos profissionais deu forças para seguir:
“O medo virou confiança. Quero que outras mães entendam a importância dos exames cardíacos na gestação. Eles podem salvar vidas.”

Avanço importante para a medicina fetal no Brasil

O procedimento reforça o avanço das técnicas de cirurgia fetal no país. Embora a abordagem ainda seja rara, ela amplia as possibilidades de intervenção e reduz a necessidade de cirurgias complexas após o parto.

Além disso, casos como esse mostram que o diagnóstico precoce e a ação rápida podem transformar o desfecho de gestantes que enfrentam malformações cardíacas graves.

Importância do avanço

A cirurgia realizada em Porto Alegre representa um marco. Ela não apenas corrigiu a obstrução, mas também garantiu melhores condições para o nascimento do bebê. Com isso, o caso se torna um exemplo de como a medicina fetal evolui e oferece novas perspectivas para famílias afetadas por cardiopatias congênitas.

Fonte: Olhar Digital

Deputados aprovam R$ 10 milhões para o combate à pobreza em RO

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Pessoa segurando marmita com arroz, feijão, farofa, salada e frango, representando ações sociais de combate à pobreza em Rondônia.
Marmita distribuída em ação social simboliza os projetos que serão financiados com os R$ 10 milhões aprovados pela Assembleia Legislativa de Rondônia.

Os deputados de Rondônia aprovaram R$ 10 milhões para ampliar ações de combate à pobreza no estado. A votação ocorreu na sessão ordinária de terça-feira (25) e reforçou a prioridade do tema na agenda pública. Além disso, o governo afirmou que o investimento cria condições para expandir políticas sociais já planejadas.

Crédito reforça o fundo de combate à pobreza

O Projeto de Lei 1171/2025 autorizou a abertura de crédito adicional suplementar de até R$ 10.737.280,11. O valor vai para o Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep/RO), responsável por financiar iniciativas de assistência social.

O governo explicou que o montante vem do superávit financeiro de 2024. Dessa forma, o Fecoep ganha fôlego para executar projetos e atender demandas que cresceram durante o ano. O fundo permanece sob gestão da Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas).

Edital vai selecionar 35 iniciativas sociais

Com o crédito aprovado, a Seas poderá lançar um novo edital de chamamento público. O documento escolherá Organizações da Sociedade Civil (OSCs) com capacidade de desenvolver ações sociais estratégicas.

A previsão inclui o financiamento de 35 projetos de inclusão, fortalecimento comunitário e promoção da cidadania. Assim, o estado busca reduzir desigualdades e apoiar famílias em situação de vulnerabilidade.

Fundo criado para reduzir desigualdades

O Fecoep surgiu em 2015, por meio da Lei Complementar nº 842. Desde então, o fundo financia programas de distribuição de alimentos, capacitação profissional e ações voltadas à proteção de grupos vulneráveis.

Segundo a Seas, os projetos apoiados costumam alcançar regiões urbanas e rurais. Além disso, muitas iniciativas fortalecem lideranças comunitárias e ampliam o acesso a serviços públicos essenciais.

Acesso às informações da Alero

A população pode acompanhar as sessões da Assembleia Legislativa presencialmente ou pelos canais da TV Assembleia (7.2) e do YouTube. As propostas em tramitação e os detalhes das votações estão disponíveis no Sistema de Apoio ao Processo Legislativo (Sapl) e no site oficial da Alero.

Com isso, o cidadão consegue fiscalizar decisões, entender prioridades e participar do debate público.

Fonte: Alero

Mega-Sena pode pagar R$ 27 milhões neste sábado

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Imagem ilustrativa com bolas douradas de sorteio sobre fundo verde desfocado, destacando o prêmio estimado de R$ 27 milhões da Mega-Sena.
Arte ilustrativa mostra esferas de sorteio e destaca o prêmio de R$ 27 milhões do concurso 2.945 da Mega-Sena.

A Mega-Sena volta a movimentar apostadores neste sábado com o concurso 2.945, que oferece R$ 27 milhões para quem acertar as seis dezenas. O prêmio aumentou porque ninguém venceu o sorteio anterior, realizado na quinta-feira. Por isso, a expectativa cresce em todo o país. O resultado será conhecido às 21h, em São Paulo.

Prêmio acumulado e horário do sorteio

O valor acumulado atrai muitos jogadores, além de reforçar o interesse pelo sorteio deste sábado. A Mega-Sena mantém a rotina de sorteios às terças, quintas e sábados, o que acelera a sequência de concursos e aumenta o ritmo das premiações. Logo após o sorteio, os resultados ficam disponíveis nas plataformas das Loterias Caixa.

Como apostar

Mega-Sena

As apostas ficam disponíveis até as 20h (horário de Brasília) e podem ser feitas nas lotéricas, no site Loterias Online ou no aplicativo oficial. A aposta mínima custa R$ 6, permitindo marcar seis dezenas. Além disso, quem busca ampliar as chances pode participar dos bolões digitais, liberados até 20h30 exclusivamente no portal e no app. Dessa forma, o apostador divide o valor da aposta com outras pessoas e aumenta as possibilidades de acerto.

Probabilidades de ganhar

As chances de vitória variam conforme a quantidade de dezenas escolhidas. Em um jogo simples, a probabilidade é de 1 em 50.063.860. No entanto, quem decide apostar com 20 dezenas — o limite máximo permitido — alcança uma probabilidade bem maior: 1 em 1.292. Em contrapartida, o preço da aposta sobe para R$ 232.560,00, segundo a Caixa.

Rotina atual da Mega-Sena

A Mega-Sena passou a realizar três sorteios semanais depois da mudança no calendário. Com isso, os acúmulos se tornaram mais frequentes, o que aumenta o interesse do público e impulsiona os prêmios. Consequentemente, os valores crescem mais rápido e estimulam novos jogadores a participar dos concursos.

Conclusão

Com o prêmio estimado em R$ 27 milhões, a Mega-Sena deve registrar um grande volume de apostas neste sábado. Portanto, quem pretende concorrer precisa garantir o jogo até 20h. O resultado será divulgado às 21h, diretamente de São Paulo.

Fonte: G1

TRF-1 manda soltar Daniel Vorcaro e outros quatro executivos do Banco Master

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Justiça manda soltar Daniel Vorcaro e executivos do Banco Master com uso de tornozeleira eletrônica
Decisão do TRF-1 determina a soltura de Daniel Vorcaro e executivos do Banco Master com medidas restritivas.

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região decidiu libertar o empresário Daniel Vorcaro e quatro executivos do Banco Master investigados na Operação Compliance Zero. O TRF-1 manda soltar executivos do Banco Master após a decisão da desembargadora Solange Salgado, que autorizou a soltura após concluir que medidas alternativas conseguem manter o andamento das apurações sem comprometer a ordem econômica.

A decisão mudou o cenário da investigação porque o grupo estava preso havia dez dias. Apesar da libertação, todos continuam sob monitoramento e passam a cumprir medidas restritivas consideradas severas.

Executivos deixam a prisão, mas seguem sob controle judicial

A medida também alcança:

  • Augusto Ferreira Lima, ex-CEO do Master;

  • Luiz Antônio Bull, diretor de Riscos e Compliance;

  • Alberto Felix de Oliveira Neto, superintendente de Tesouraria;

  • Ângelo Antônio Ribeiro da Silva, sócio do banco.

Mesmo em liberdade, os cinco executivos precisam seguir regras como:

  • uso de tornozeleira eletrônica;

  • comparecimento periódico à Justiça;

  • permanência obrigatória no município de residência;

  • proibição de contato com investigados, testemunhas e ex-funcionários ligados ao Master ou ao BRB;

  • entrega e retenção dos passaportes.

Essas medidas, segundo a magistrada, evitam novos riscos à investigação e impedem interferências no processo.

Defesa diz que prisão perdeu sentido após liquidação do banco

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master — Foto: Banco Master

A defesa de Vorcaro sustentou, desde o início, que a prisão não tinha fundamento. Segundo os advogados, o empresário perdeu qualquer influência sobre o Banco Master porque o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da instituição. Assim, ele não poderia alterar documentos, orientar funcionários ou repetir as condutas investigadas.

Além disso, a defesa afirmou que os autos não apresentavam provas de tentativa de fuga ou de obstrução. Por isso, os advogados recorreram ao TRF-1, ao STJ e ao STF para derrubar a prisão. No Supremo, o pedido ainda aguarda análise pelo ministro Dias Toffoli. O fato de o TRF-1 ter mandado soltar os executivos do Banco Master destaca um ponto crucial da defesa.

Operação aponta fraudes bilionárias e promete novos desdobramentos

A Operação Compliance Zero investiga fraudes na venda de títulos de crédito ao Banco de Brasília (BRB) e a emissão de CDBs com rendimentos acima do mercado. De acordo com a Polícia Federal, o esquema movimentou cerca de R$ 12 bilhões, valor que chamou a atenção dos investigadores e acelerou a atuação do Banco Central.

Vorcaro foi preso no aeroporto de Guarulhos quando embarcava para Dubai. Depois disso, passou pela sede da PF em São Paulo e seguiu para o Centro de Detenção Provisória 2, também em Guarulhos. A libertação muda o cenário, mas a investigação continua avançando com expectativa de novos depoimentos e análises técnicas.

Fonte: G1

Lei garante conta de luz gratuita para idosos brasileiros; veja como conseguir

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Idosa sorridente segurando uma conta de luz, com título sobre conta de luz gratuita para idosos inscritos no CadÚnico.
Arte de capa com idosa segurando uma conta de energia, destacando a nova lei que garante isenção da tarifa para idosos cadastrados no CadÚnico.

Idosos com mais de 60 anos inscritos no CadÚnico agora têm direito à conta de luz gratuita em todo o país. A mudança entrou em vigor com a Lei nº 15.235/2025 e, por isso, ampliou a Tarifa Social de Energia Elétrica. O governo busca reduzir gastos essenciais e, ao mesmo tempo, fortalecer políticas de proteção às famílias vulneráveis.

Quem tem direito à isenção

A medida beneficia consumidores que atendem aos critérios da Tarifa Social. De acordo com estimativas da Agência Gov, até 60 milhões de brasileiros podem ser alcançados. Para receber a isenção, o consumidor precisa atender a um dos requisitos abaixo:

  • Idosos ou pessoas com deficiência inscritos no CadÚnico que recebem o BPC

  • Famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa

  • Comunidades indígenas e quilombolas registradas

  • Moradores abastecidos por sistemas isolados que funcionam com energia solar e baterias

A isenção cobre até 80 kWh por mês. Contudo, o beneficiário continua responsável pela taxa de iluminação pública e, em alguns estados, pelo ICMS. Ainda assim, o alívio no valor total é significativo.

Como a isenção foi regulamentada

A ANEEL realizou consulta pública para definir a aplicação da nova lei. Dessa forma, o órgão revisou procedimentos, atualizou critérios de enquadramento e definiu como as distribuidoras devem calcular compensações. Assim, o processo ficou padronizado e transparente, o que facilita o acesso ao benefício.

Como solicitar o benefício

A concessão acontece automaticamente para idosos com cadastro atualizado. Mesmo assim, quem não aparece na Tarifa Social pode seguir alguns passos simples para garantir a inclusão:

  • Conferir se os dados do CadÚnico estão atualizados

  • Procurar o CRAS para corrigir eventuais pendências

  • Contatar a distribuidora local e solicitar a revisão do enquadramento

Essas etapas evitam erros e, além disso, agilizam o recebimento do desconto.

Impacto para os idosos

O benefício reduz custos fixos e, portanto, melhora o orçamento das famílias. Além disso, oferece mais segurança financeira e diminui o risco de inadimplência. Para muitos idosos, a economia mensal representa tranquilidade e estabilidade.

Fonte: Só Notícia Boa

Sul terá enchentes mais severas até 2100, diz estudo

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Mapa da região Sul sob chuva intensa com destaque para projeções de enchentes até 2100
Arte mostra mapa da região Sul sob chuva intensa, destacando projeções de enchentes mais severas até 2100.

Um novo estudo do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da UFRGS revela que o Sul do Brasil deve enfrentar enchentes mais severas até 2100. Além disso, as projeções climáticas mostram que os eventos extremos tendem a ocorrer com mais frequência e intensidade. Como resultado, o risco para cidades vulneráveis aumenta, sobretudo porque os períodos secos também devem ficar mais longos.

Região Sul pode registrar até cinco vezes mais eventos extremos

De acordo com os pesquisadores, a região Sul pode experimentar até cinco vezes mais eventos extremos nos próximos anos. Para chegar aos resultados, os especialistas cruzaram diversos modelos climáticos com simulações hidrológicas. Assim, identificaram que a vazão das cheias frequentes deve crescer 14% no Rio Grande do Sul, 17% em Santa Catarina e 18% no Paraná.

Além disso, o estudo indica que o nível das cheias pode subir até 3 metros em áreas serranas. Já nas regiões planas, a elevação varia entre 50 centímetros e 1 metro. Embora os percentuais pareçam pequenos, eles representam danos consideráveis quando aplicados a municípios que já sofrem com enchentes recorrentes.

Cidades vulneráveis enfrentam risco maior

 

Muitas cidades gaúchas convivem com enchentes quase todos os anos. Por isso, os impactos projetados podem ser ainda mais intensos nesses locais. As regiões próximas aos rios Jacuí, Caí e Taquari — além das áreas ribeirinhas de Porto Alegre — ainda se recuperam da maior cheia já registrada no estado.

O evento deixou 185 mortos, 23 desaparecidos e mais de 540 mil desalojados. Além disso, afetou 2,3 milhões de pessoas. Dessa forma, o estudo reforça que pequenas mudanças na vazão dos rios ampliam drasticamente o risco humano, ambiental e econômico.

Santa Catarina e Paraná também estão no centro das projeções

Vista aérea de bairro alagado no Sul do Brasil após forte enchente
Vista aérea mostra casas, comércios e ruas tomadas pela água após uma forte enchente em cidade da região Sul, evidenciando a gravidade dos eventos climáticos extremos.

Em Santa Catarina, a bacia do Itajaí-Açu aparece como uma das áreas mais sensíveis. Em novembro, um temporal colocou 11 municípios em situação de emergência. Como consequência, mais de 360 casas foram danificadas. O estudo indica que esses episódios podem se tornar mais frequentes conforme as projeções climáticas avançam.

Enquanto isso, a bacia do rio Uruguai apresenta aumento de 15% nas cheias regulares e 14% nas cheias raras. Entre os rios avaliados, o rio Uruguai é o único que deve registrar aumento na disponibilidade hídrica, estimado em 7,9%. Entretanto, esse ganho não elimina os riscos, já que chuvas muito intensas podem provocar deslizamentos e transbordamentos.

No Paraná, o cenário é diferente. Apesar do aumento nas cheias, o estado deve enfrentar seca mais dura. As projeções apontam queda de 2% na precipitação anual e até dez dias extras de estiagem. Por isso, agricultores e cidades que dependem de reservatórios podem sofrer impactos expressivos.

Projeções combinam dados históricos e modelos avançados

Os pesquisadores utilizaram um modelo hidrológico sofisticado, além de 28 Modelos Climáticos Globais. Em seguida, compararam os resultados com dados coletados entre 1951 e 2014. Apesar disso, o relatório reconhece limitações naturais, como incertezas do próprio clima. Ainda assim, os especialistas afirmam que os sinais de mudança são consistentes e preocupantes.

Por outro lado, o estudo reforça que políticas de adaptação podem reduzir danos. Investimentos em infraestrutura, drenagem eficiente, monitoramento constante e planos municipais de prevenção ajudam a evitar tragédias e prejuízos.

Assim, os pesquisadores destacam que a preparação antecipada é fundamental para enfrentar um cenário de mudanças climáticas cada vez mais intenso.

Fonte: Folha

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