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sábado, julho 4, 2026
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Banha de porco ou óleo de soja: qual faz melhor à saúde?

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Comparação entre banha de porco e óleo de soja em panelas sobre fogão de cozinha
Duas panelas em uso mostram banha de porco derretida e fritura em óleo de soja, destacando a comparação entre os tipos de gordura.

Afinal, banha de porco ou óleo de soja: qual faz melhor à saúde? Estudo recente reacende o debate sobre essas gorduras e levanta pontos importantes para quem deseja manter uma alimentação equilibrada.

Banha de porco ou óleo de soja: qual a escolha mais saudável?

A banha de porco voltou à mesa dos brasileiros, impulsionada pela popularidade de dietas low carb e paleo. Enquanto isso, o óleo de soja permanece como o mais comum nas cozinhas do país. Diante disso, surge uma dúvida frequente: qual das duas opções realmente favorece a saúde?

Pesquisadores da revista Food Chemistry realizaram um estudo comparativo. Eles descobriram que a banha de porco resiste melhor ao calor e libera menos compostos tóxicos durante o cozimento. Portanto, essa gordura animal pode ser mais segura em frituras realizadas em altas temperaturas.

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O que dizem os nutricionistas?

Por outro lado, os especialistas reforçam que a escolha precisa considerar o histórico de saúde de cada pessoa. A nutricionista Maria Fernanda Barca, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, orienta cautela.

“A banha de porco contém mais gordura saturada e colesterol, o que pode representar riscos para quem tem predisposição a doenças cardíacas. Em contrapartida, o óleo de soja oferece mais gorduras insaturadas, que são protetoras do coração”, explica.

Além disso, os especialistas alertam que o excesso de qualquer tipo de gordura é prejudicial. Por isso, a recomendação geral é que as gorduras saturadas não ultrapassem 10% das calorias diárias.

Comparativo: benefícios e riscos

? Banha de porco:

  • Apresenta alta estabilidade ao calor

  • Possui ácido oleico, também presente no azeite de oliva

  • Contém quantidade significativa de gordura saturada

? Óleo de soja:

  • É rico em gordura poli-insaturada

  • Fornece ômega 6, essencial para o sistema imunológico

  • Porém, tende a gerar compostos indesejáveis quando aquecido em excesso

Qual escolher no dia a dia?

Em resumo, a escolha ideal varia conforme os objetivos e o estado de saúde de cada pessoa. Para quem tem colesterol alto, o óleo de soja pode ser mais indicado. Já quem busca uma opção mais estável para frituras pode se beneficiar da banha de porco, desde que o uso seja moderado.

Além do tipo de gordura, é essencial analisar o padrão alimentar como um todo. Ou seja, mais importante do que escolher entre uma ou outra, é reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados e priorizar uma dieta equilibrada.

Avalie seu contexto e modere o consumo

Em conclusão, não há uma gordura perfeita. Tanto a banha quanto o óleo de soja podem compor uma alimentação saudável, desde que usados com equilíbrio. Sendo assim, a moderação e a diversidade de fontes alimentares continuam sendo as melhores estratégias para promover a saúde.

Fonte: G1

Pré-natal de alto risco: cuidado essencial para gestantes Rh negativo

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Médica realiza atendimento pré-natal com gestante em ambiente hospitalar
Profissional de saúde orienta gestante durante consulta de pré-natal em unidade pública de Rondônia

Gestantes com fator Rh negativo exigem atenção especial. O Governo de Rondônia alerta para os riscos da incompatibilidade sanguínea e reforça a importância do pré-natal de alto risco para prevenir complicações e proteger a saúde do bebê.

Rondônia alerta gestantes Rh negativo sobre risco de incompatibilidade sanguínea

O Governo de Rondônia iniciou uma campanha para conscientizar gestantes com fator Rh negativo. O objetivo é evitar complicações causadas pela incompatibilidade sanguínea entre mãe e bebê.

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) coordena a ação. De acordo com especialistas, a diferença entre os fatores Rh da mãe e do pai pode gerar sérios riscos à saúde do feto.

Além disso, a falta de acompanhamento adequado pode comprometer futuras gestações.

Diferença sanguínea pode causar doença grave no bebê

Essa incompatibilidade pode provocar a doença hemolítica do recém-nascido (DHRN). Nesse quadro, o organismo da gestante cria anticorpos que atacam os glóbulos vermelhos do bebê.

Como consequência, o feto pode sofrer anemia, icterícia severa ou até morte intrauterina. Portanto, o pré-natal de alto risco torna-se essencial para a prevenção dessas ocorrências.

“A partir da identificação do fator Rh, a equipe médica pode planejar o uso da imunoglobulina anti-D e evitar complicações”, afirmou Jucilene Brito, coordenadora de Saúde da Mulher da Sesau.

Exame e imunoglobulina reduzem os riscos

Logo no início da gravidez, a gestante deve realizar o exame de tipagem sanguínea. Caso a mãe tenha fator Rh negativo e o bebê seja potencialmente Rh positivo, o tratamento preventivo é iniciado.

Para isso, os profissionais de saúde aplicam a imunoglobulina anti-D, geralmente na 28ª semana de gestação. Além disso, a aplicação ocorre também após o parto, se houver contato direto entre os sangues.

Dessa forma, o risco de sensibilização da mãe diminui significativamente. Em Rondônia, diversas unidades especializadas oferecem esse suporte com segurança e acompanhamento contínuo.

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Informação e prevenção salvam vidas

Muitas mulheres desconhecem o próprio tipo sanguíneo. Por isso, a campanha busca ampliar o acesso à informação de forma clara e acessível.

Além disso, a Sesau reforça que toda gestante deve buscar atendimento pré-natal logo no início da gestação. Essa atitude ajuda a prevenir complicações evitáveis e melhora os desfechos maternos e neonatais.

O Governo de Rondônia reafirma seu compromisso com a saúde da mulher. Ao investir em orientação e estrutura, o Estado fortalece as ações de combate à mortalidade materna e infantil.

Fonte: SESAU

Julho começa com frio no Sul e calor acima da média no Norte

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Cena urbana com contraste entre clima quente à esquerda e clima frio e chuvoso à direita, destacando duas pessoas
Enquanto uma pessoa enfrenta o calor intenso, outra caminha sob chuva e frio — retrato dos contrastes climáticos no Brasil

Clima em julho de 2025 será marcado por extremos: frio no Sul e calor intenso no Norte, segundo o INMET.

Clima em julho de 2025 será marcado por extremos, aponta INMET

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) divulgou a previsão climática para julho de 2025, indicando contrastes acentuados entre as regiões brasileiras. Enquanto o Sul deve enfrentar massas de ar frio, o Norte registrará temperaturas acima da média. Além disso, a baixa umidade relativa do ar preocupa especialmente o Centro-Oeste e parte da Amazônia.

Frio, geadas e chuvas no Sul e Sudeste

Na Região Sul, o clima continuará influenciado por frequentes entradas de frentes frias. Como resultado, as temperaturas mínimas devem cair ainda mais. É possível que ocorram geadas fortes, sobretudo em áreas de serra e planalto no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Durante as noites em julho de 2025, a diferença de clima entre as regiões será marcante.

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Além disso, o Sul poderá registrar chuvas ligeiramente acima da média, especialmente no noroeste do RS e no litoral catarinense.

Já no Sudeste, o tempo seco predomina. No entanto, frentes frias ocasionais devem trazer quedas acentuadas de temperatura, com maior intensidade no sul de Minas Gerais e interior paulista. Apesar disso, as chuvas continuarão escassas, o que reforça o cenário típico do inverno na região.

Mapa climático do Brasil mostra contraste entre calor no Norte e frio no Sul em julho de 2025
Mapa do INMET destaca clima quente no Norte e temperaturas baixas no Sul neste início de julho

Calor intenso, seca e baixa umidade no Norte e Centro-Oeste

O Norte do Brasil deve enfrentar temperaturas bem acima da média histórica. Por isso, a sensação térmica poderá ser desconfortável, sobretudo no Amazonas, Acre, Tocantins e Rondônia. O INMET alerta que a umidade relativa do ar ficará muito baixa, agravando os riscos de queimadas e problemas respiratórios. Fortes ondas de calor estarão presentes durante o clima em julho de 2025.

No Centro-Oeste, a estiagem será intensa. Como consequência, os níveis de umidade devem cair ainda mais, com destaque para Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul. Nessas áreas, o calor se intensifica durante o dia, enquanto as noites tendem a ser mais frias.

Nordeste tem sol forte no interior e chuvas no litoral

No Nordeste, o clima será seco no interior e com chuvas localizadas no litoral leste, principalmente em Salvador, Maceió e João Pessoa. A influência da Zona de Convergência Intertropical será limitada, o que contribui para a persistência da estiagem no sertão nordestino. No entanto, em julho de 2025, as chuvas litorâneas marcarão o clima.

Impactos para o agronegócio e recomendações

As variações climáticas previstas podem impactar diretamente o setor produtivo. No Sul, produtores devem estar atentos às geadas que podem comprometer as lavouras de inverno, como trigo, cevada e aveia. Além disso, as pastagens podem sofrer prejuízos, afetando a pecuária. Os desafios para o agronegócio em julho de 2025 serão significativos.

Por outro lado, no Norte e no Centro-Oeste, a baixa umidade aumenta os riscos de incêndios florestais e danos à saúde animal. Portanto, é essencial manter medidas preventivas de irrigação e manejo sustentável.

O INMET recomenda o acompanhamento constante dos boletins climáticos. Além disso, a população deve seguir as orientações da Defesa Civil, principalmente durante eventos extremos de calor, seca ou frio intenso.

Fonte: INMET

CNU 2025: inscrições começam em 2 de julho; veja cronograma

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Inscrição para o CNU 2025 aberta no portal oficial do governo
Inscrições para o CNU 2025 começaram em 2 de julho no site oficial do governo

O CNU 2025 inicia o período de inscrições entre os dias 2 e 11 de julho, com taxa única de R$ 60 para todos os candidatos. Além disso, as provas acontecerão no dia 18 de agosto, em 220 cidades brasileiras, garantindo amplo acesso à seleção. No total, o concurso oferece 6.640 vagas, com oportunidades para nível médio e superior em 21 órgãos públicos federais.

CNU 2025 começa com inscrições abertas em 2 de julho

O governo federal inicia nesta terça-feira (2) as inscrições para o Concurso Nacional Unificado (CNU 2025). O prazo se estende até o dia 11 de julho, e a inscrição deve ser feita no site oficial gov.br/concursonacional.

Para facilitar a participação, o edital estabelece uma taxa única de R$ 60 para todos os candidatos. Ou seja, independentemente do bloco temático ou número de cargos escolhidos, o valor permanece o mesmo.

Além disso, o sistema unificado permite que os participantes concorram a múltiplas vagas com uma única prova, o que representa economia e praticidade.

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Provas serão aplicadas em 220 cidades

A aplicação das provas está agendada para o dia 18 de agosto de 2025. Ao todo, os exames ocorrerão em 220 municípios, abrangendo todas as regiões do Brasil. Dessa forma, o governo busca ampliar o acesso de candidatos que residem fora dos grandes centros urbanos.

O exame será composto por questões objetivas, discursivas e redação. O conteúdo varia conforme o bloco temático escolhido, respeitando as especificidades de cada área de atuação.

Cronograma oficial do concurso

De acordo com o edital publicado pelo Ministério da Gestão, o cronograma do CNU 2025 está assim definido:

  • Abertura das inscrições: 2 de julho

  • Encerramento das inscrições: 11 de julho

  • Data da prova: 18 de agosto

  • Resultado final: dezembro de 2025

  • Nomeações previstas: a partir de janeiro de 2026

Enquanto isso, os candidatos podem acessar o conteúdo programático detalhado diretamente no edital, conforme o bloco pretendido.

Concurso oferece 6.640 vagas em órgãos federais

O concurso reúne 6.640 vagas em 21 órgãos da administração pública federal. As oportunidades estão organizadas em oito blocos temáticos, que agrupam cargos por área de atuação, como:

  • Saúde, educação e desenvolvimento social

  • Meio ambiente e clima

  • Infraestrutura e engenharias

  • Gestão pública

  • Tecnologia e dados

  • Segurança pública

  • Regulação econômica

  • Nível intermediário (médio)

Com isso, o candidato escolhe um bloco e participa de uma única prova, podendo indicar até três cargos de preferência dentro desse grupo.

Salários variam de R$ 3,7 mil a R$ 23,5 mil

O edital prevê salários que variam entre R$ 3.741,84 e R$ 23.579,71. A maior remuneração será para o cargo de auditor-fiscal do trabalho, no Ministério do Trabalho e Emprego.

Além do vencimento básico, os cargos oferecem benefícios como vale-alimentação, auxílio-saúde, auxílio-transporte e plano de carreira. Portanto, o CNU se destaca como uma das seleções mais vantajosas do setor público.

Modelo unificado prioriza diversidade e modernização

Mais do que unificar concursos, o CNU foi desenhado para ampliar a diversidade e a representatividade no serviço público. Por isso, o governo aplicará critérios de inclusão com reserva de vagas para negros, indígenas, pessoas com deficiência e pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

Consequentemente, a seleção espera alcançar candidatos de todos os estados, promovendo regionalização e acesso igualitário. Além disso, o modelo reduz os custos públicos e aumenta a transparência na ocupação dos cargos federais.

Fonte: UOL

ALE/RO autoriza recursos para transporte escolar fluvial

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Barco escolar com crianças navega em rio de Rondônia após liberação de recursos pela ALE-RO
Estudantes ribeirinhos são transportados por embarcação escolar com apoio de recursos autorizados pela Assembleia Legislativa de Rondônia

 A Assembleia Legislativa de Rondônia autorizou R$ 1,6 milhão para os recursos para transporte escolar fluvial. Dessa forma, estudantes de municípios ribeirinhos terão acesso à educação, mesmo em regiões isoladas, ao longo do ano letivo de 2025.

Recursos estaduais vão atender alunos da zona ribeirinha

A Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia (ALE-RO) autorizou a liberação de R$ 1,6 milhão em recursos para o transporte escolar fluvial, atendendo a uma demanda urgente de municípios que dependem desse tipo de locomoção para garantir o acesso dos estudantes à escola.

A medida beneficia, principalmente, comunidades ribeirinhas de difícil acesso, que enfrentam longas distâncias e limitações logísticas durante o período letivo. Os valores serão transferidos para as prefeituras mediante convênios com a Secretaria de Estado da Educação (Seduc).

Municípios beneficiados e importância da ação

Segundo a ALE-RO, os municípios de Porto Velho, Guajará-Mirim, Nova Mamoré, Candeias do Jamari e Costa Marques estão entre os contemplados com os repasses. A iniciativa busca assegurar o direito constitucional à educação para alunos que moram em regiões com acesso exclusivo por rios.

Além disso, o transporte fluvial escolar é essencial para reduzir a evasão escolar e garantir condições mínimas de permanência dos estudantes em sala de aula, especialmente durante o período de cheia na bacia amazônica.

Deputados destacam compromisso com a educação

O presidente da ALE-RO, Marcelo Cruz (PRTB), destacou que a autorização dos recursos demonstra o compromisso do Parlamento com a educação básica. “Trata-se de uma ação emergencial, mas estruturante, que fortalece a rede pública e apoia quem mais precisa”, afirmou.

Outros parlamentares também reforçaram que o investimento em logística educacional é uma das prioridades da Casa, especialmente em regiões com baixa infraestrutura.

Fonte: ALE/RO

Alta no preço do boi gordo deve começar no 2º semestre

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Alta no preço do boi gordo movimenta o agronegócio no segundo semestre de 2025
Imagem destaca a valorização da arroba e o impacto positivo no setor agropecuário brasileiro no 2º semestre de 2025

Com menor oferta de gado para abate e aumento das exportações, os preços do boi gordo tendem a subir no segundo semestre de 2025, segundo analistas do mercado pecuário.

Menor oferta e exportações aquecidas impulsionam projeções de alta

A partir do segundo semestre de 2025, os preços do boi gordo devem subir no Brasil. Essa tendência ocorre porque a oferta de animais para abate será menor, enquanto a demanda internacional por carne bovina segue aquecida.

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Segundo o analista César de Castro Alves, do Itaú BBA, os produtores ainda encontram um mercado abastecido. No entanto, a situação deve mudar nos próximos meses, o que pode favorecer a rentabilidade do pecuarista.

Fase de retenção de fêmeas afeta o ciclo da oferta

Com a expectativa de preços melhores, muitos criadores estão retendo fêmeas para reprodução. Essa decisão, por sua vez, diminui o número de animais disponíveis para o abate no curto prazo. Além disso, a estratégia visa aumentar o rebanho no médio prazo, influenciando diretamente o ciclo pecuário.

Por outro lado, o clima e o custo da alimentação também afetam o ritmo de terminação dos bois. Dessa forma, a disponibilidade de animais prontos tende a cair nos próximos meses.

Exportações seguem firmes e ajudam a sustentar preços

As exportações de carne bovina continuam fortes em 2025. De acordo com especialistas, países como China, Emirados Árabes e Egito mantêm um alto volume de compras. Com isso, parte da produção deixa o mercado interno, o que contribui para a elevação dos preços da arroba.

Se esse ritmo de exportações persistir, os frigoríficos terão que competir mais pelos animais, impulsionando os valores pagos ao produtor.

Expectativa positiva para o pecuarista

O segundo semestre representa uma possível recuperação de margens para quem investiu em nutrição e manejo nos últimos meses. Por isso, muitos produtores enxergam esse período como uma oportunidade.

Ainda assim, o cenário exige atenção. Eventuais barreiras sanitárias, variações climáticas ou instabilidade logística podem interferir na trajetória de alta. Portanto, o planejamento e a gestão de risco continuam sendo fundamentais.

Fonte: Notícias Agrícolas

Iluminação antifurto na Avenida Guaporé já está em funcionamento

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Vista aérea da Avenida Guaporé iluminada com tecnologia antifurto em Porto Velho
Avenida Guaporé recebe iluminação LED com sistema antifurto em Porto Velho — Foto: Leandro Morais/Prefeitura

 A Prefeitura de Porto Velho iniciou a instalação de iluminação antifurto com LED na Avenida Guaporé. Com isso, a obra aumenta a segurança, evita o furto de cabos e, além disso, gera economia para os moradores da zona Leste da capital.

Iluminação pública recebe tecnologia antifurto

A Prefeitura de Porto Velho concluiu a primeira etapa da instalação de iluminação com tecnologia antifurto na Avenida Guaporé, localizada na zona Leste da capital. O projeto adicionou postes ornamentais e luminárias LED, que além de modernizarem a via, ajudam a dificultar o furto de cabos — um problema frequente em áreas urbanas.

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Prefeitura entrega primeira etapa da iluminação da avenida Guaporé, em  Porto Velho
Prefeitura entrega primeira etapa da iluminação da avenida Guaporé, em Porto Velho

Segurança e economia caminham juntas

A Secretaria Municipal de Obras (Semob) explicou que o novo sistema foi projetado para reduzir gastos com manutenção, garantindo mais durabilidade. No entanto, a principal inovação está na combinação entre eficiência energética e maior segurança. Além disso, a iluminação LED proporciona melhor visibilidade noturna para motoristas e pedestres, aumentando a tranquilidade de quem circula pela região.

A Avenida Guaporé desempenha um papel estratégico na mobilidade urbana, pois conecta bairros populosos da zona Leste ao centro. Por isso, a melhoria da iluminação pública valoriza a área e beneficia diretamente os moradores e comerciantes locais.

Prevenção contra furtos e vandalismo

Segundo o secretário Diego Lage, a Prefeitura adotou um sistema reforçado com tubos blindados e postes resistentes para evitar furtos e vandalismo. “A tecnologia antifurto protege o patrimônio público e garante iluminação constante, sem quedas inesperadas”, destacou.

Além de blindar os cabos, os dispositivos de fixação dificultam a ação de criminosos. Esse modelo de prevenção já mostrou resultados positivos em outras cidades, o que motivou a sua adoção em Porto Velho.

Próximas etapas do projeto

O governo municipal já confirmou que expandirá a tecnologia antifurto para outras regiões da cidade. A iniciativa faz parte do plano de modernização da infraestrutura urbana e reforça o compromisso da Prefeitura com inovação e segurança.

Com isso, Porto Velho avança no uso de soluções sustentáveis para tornar o ambiente urbano mais seguro, funcional e econômico para a população.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

Barba cheia de bactérias? O que estudos revelam vai te surpreender

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Homem com barba densa ao centro, com os dizeres “Bactéria na barba: mito ou verdade?” ao fundo; imagem conceitual sobre higiene facial
Imagem ilustrativa sobre microrganismos em barbas humanas e cuidados com a higiene pessoal

Estudos mostram que barbas podem conter microrganismos, mas não são mais sujas que privadas. Veja o que a ciência realmente diz e como cuidar da higiene facial.

Estudos revelam o que vive nos pelos faciais

A ideia de que barbas masculinas estão cheias de bactérias causa espanto e curiosidade. Vira e mexe, manchetes sensacionalistas afirmam que os pelos faciais teriam mais micróbios do que um vaso sanitário. Mas o que dizem os estudos científicos? E será que essa comparação faz sentido?

A resposta envolve mais nuances do que aparenta: barbas realmente acumulam bactérias — assim como outras partes do corpo —, mas isso não significa que sejam sujas ou perigosas. Pelo contrário, a ideia de barba cheia de bactérias não deve ser motivo de alarde, pois tudo depende dos hábitos. A ciência explica que a chave está nos hábitos de higiene, não na existência da barba em si.

O que os estudos realmente mostram

Pesquisadores do estado do Novo México, nos Estados Unidos, realizaram um estudo em 2015 para investigar quais tipos de bactérias poderiam ser encontradas em barbas humanas. O resultado? Foram identificadas bactérias comuns à pele, à cavidade oral e, em alguns casos, semelhantes às de ambientes como vasos sanitários.

No entanto, os próprios autores alertaram que as descobertas foram mal interpretadas. A presença de microrganismos não significa automaticamente sujeira ou risco à saúde. Muitos desses micróbios são naturais do corpo humano.

Para a microbiologista Sally Bloomfield, da London School of Hygiene & Tropical Medicine, “a barba pode abrigar bactérias típicas da boca e da pele, especialmente se não for lavada regularmente. Mas isso não é diferente do que ocorre em outras partes do corpo”. Assim, a ideia de uma barba cheia de bactérias deve ser contextualizada.

A polêmica comparação com privadas

A associação entre barbas e vasos sanitários surgiu como uma analogia sensacionalista. Embora privadas realmente concentrem diversos tipos de bactérias, elas não mantêm contato constante com mãos, alimentos e superfícies — ao contrário da barba, que está próxima à boca e ao nariz.

Especialistas explicam que os ambientes são completamente distintos e que o risco depende de vários fatores, principalmente a higiene. O microbiologista Patrick Romano afirma: “Não faz sentido dizer que barbas são mais sujas que privadas. São ecossistemas diferentes. O problema não está na barba, mas no cuidado que se tem com ela”. Portanto, a questão de a barba estar cheia de bactérias não é tão alarmante quanto aparenta.

Como manter a barba limpa e saudável

Dermatologistas reforçam que o segredo está nos hábitos diários. Com cuidados simples, a barba deixa de ser um potencial acúmulo de bactérias e se torna apenas mais uma parte saudável do corpo. Adotar bons hábitos pode evitar que a barba fique cheia de bactérias.

Dicas básicas incluem:

  • Lavar a barba diariamente com sabonete adequado;

  • Evitar coçar ou tocar com as mãos sujas;

  • Aparar os pelos com frequência;

  • Secar bem após o banho;

  • Hidratar a pele sob a barba.

Seguindo essas práticas, não há motivo para se preocupar com excesso de microrganismos.

O que realmente importa: bons hábitos de higiene

A ciência confirma que barbas podem conter uma diversidade de bactérias, como qualquer outra parte do corpo. Mas isso não significa que sejam mais sujas que privadas. A diferença está nos cuidados: uma barba bem lavada e mantida é totalmente segura.

Portanto, não é preciso temer os pelos faciais — basta cuidar bem deles. O mito da barba suja como um vaso sanitário não se sustenta quando analisado com rigor científico. O foco deve estar em hábitos que mantenham a barba sem bactérias.

Fonte: BBC Brasil

Plano Safra 2025/26 terá mais de R$ 500 bilhões e juros mais altos

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Agricultor segurando cesta com alimentos diante do letreiro Plano Safra 2025/2026, representando a agricultura familiar no Brasil
Imagem ilustrativa do Plano Safra 2025/26, com foco na produção rural e na agricultura familiar

O governo federal lançará oficialmente o Plano Safra 2025/2026 nesta terça-feira (1º), durante cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, participarão do evento. Com esse novo ciclo, o volume total de crédito rural passará de R$ 500 bilhões. Assim, o plano programa safra de 2025/26 supera os valores aplicados no biênio anterior e estabelece um novo recorde histórico para o financiamento do agronegócio brasileiro.

Agricultura Familiar tem valores anunciados com foco em inclusão e alimentação

Governo lança o maior programa de crédito rural da história, com foco na agricultura familiar, sustentabilidade e inclusão produtiva, parte do novo ciclo do Plano Safra 2025/26.

O governo federal lançará oficialmente o Plano Safra 2025/2026 nesta terça-feira (1º), no Palácio do Planalto, em Brasília. O evento contará com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. Desta vez, o plano superará R$ 500 bilhões em volume total de crédito, estabelecendo um recorde no financiamento rural brasileiro.

Enquanto isso, nesta segunda-feira (30), o governo antecipou os valores destinados à agricultura familiar, sinalizando prioridade para inclusão social, alimentos saudáveis e estímulo à produção sustentável, parte do histórico Plano Safra 2025/26.

Mais crédito para a agricultura familiar

Autoridades do governo federal durante o anúncio oficial do Plano Safra 2025/2026 no Palácio do Planalto
Lula e equipe ministerial apresentam o Plano Safra 2025/26, que destina mais de R$ 500 bilhões ao crédito rural

A agricultura familiar receberá R$ 78,2 bilhões, valor superior ao disponibilizado no ciclo 2024/25. Além disso, o plano traz novidades para fortalecer pequenos produtores e cooperativas. Entre os principais pontos:

Leia também: BNDES disponibiliza mais R$ 4,8 bilhões no Plano Safra 2024/2025.

  • Juros reduzidos, variando entre 0,5% e 8% ao ano, conforme o tipo de produção, são uma das características do Plano Safra 2025/26.

  • Prioridade para alimentos da cesta básica, como arroz, feijão, mandioca, frutas e hortaliças, enfatizando o foco do Plano Safra 2025/26.

  • Linhas de crédito específicas para mulheres rurais, quilombolas, indígenas e comunidades tradicionais.

  • Bonificações por adimplência para agricultores do Pronaf B e mulheres no novo ciclo de crédito do Plano Safra 2025/26.

  • Criação de faixas de crédito adaptadas aos diferentes perfis de agricultores familiares

Com essas medidas, o governo busca garantir não apenas renda no campo, mas também segurança alimentar e abastecimento nacional.

Juros mais altos desafiam o setor

Apesar do volume recorde de recursos, as taxas de juros serão mais elevadas em 2025/26. Esse aumento ocorre principalmente por causa da taxa Selic, que segue em 15% ao ano. Como resultado, as linhas voltadas aos médios e grandes produtores apresentarão elevação nas taxas em relação ao plano anterior.

Enquanto isso, produtores familiares ainda contarão com condições diferenciadas, que seguem subsidiadas em algumas modalidades do Pronaf, conforme definido pelo Plano Safra 2025/26. No entanto, produtores empresariais devem enfrentar crédito mais caro em linhas como Pronamp, Moderfrota e Prodecoop.

Incentivos à sustentabilidade

Outro eixo importante do plano está na promoção da agricultura sustentável. O Programa ABC+ será mantido como estratégia para apoiar práticas ecológicas, como recuperação de áreas degradadas, reflorestamento e uso eficiente dos recursos naturais.

Produtores que aderirem a essas ações poderão obter juros mais baixos e condições facilitadas de pagamento. Dessa forma, o governo incentiva uma transição ecológica alinhada ao compromisso ambiental do país.

Crédito empresarial será anunciado nesta terça

A divulgação dos recursos destinados à agricultura empresarial ocorrerá nesta terça-feira (1º), durante a cerimônia oficial. A expectativa é que o volume supere R$ 430 bilhões, atendendo a produtores de maior porte que atuam no custeio, investimento, inovação tecnológica e armazenagem.

Combinando inclusão, inovação e sustentabilidade, o ambicioso Plano Safra 2025/26 marca um novo ciclo para o setor agropecuário brasileiro.

Fonte:Governo Federal

Indústria de ultraprocessados repete táticas do tabaco

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Homem consome salgadinho enquanto assiste propaganda de fast food na televisão
Comercial de hambúrguer, refrigerante e batata frita reforça o consumo de alimentos ultraprocessados no ambiente doméstico

A indústria de ultraprocessados copia estratégias da indústria do cigarro para impedir avanços em saúde pública. Indústria de ultraprocessados pode resultar em consequências graves. Estudo aponta uso de influenciadores, desinformação e lobby político para atrasar regulações essenciais.

A indústria que copia o cigarro: estratégias para sabotar a saúde

Estudo publicado pela BBC revela que a indústria de alimentos ultraprocessados adotou táticas semelhantes às utilizadas por empresas de tabaco. O objetivo é evidente: proteger lucros enquanto milhões de pessoas enfrentam doenças crônicas relacionadas à má alimentação. A indústria de ultraprocessados segue um padrão semelhante. Esse comportamento não é casual, mas parte de uma ação coordenada e sistemática.

Assim como os fabricantes de cigarro esconderam os riscos do tabagismo por décadas, as corporações alimentícias desacreditam pesquisas que associam seus produtos ao aumento de doenças como diabetes, obesidade e hipertensão. Para reforçar essa estratégia, a indústria de ultraprocessados financia estudos enviesados, contratam especialistas alinhados aos seus interesses e promovem confusão na opinião pública. Consequentemente, boa parte da população continua desinformada.

Leia Também: Diabetes tipo 2 e ultraprocessados: principais causas e alerta

Além disso, a influência digital reforça a naturalização desses produtos. Influenciadores contratados promovem snacks, biscoitos recheados e bebidas açucaradas como parte da rotina diária. Como muitos não informam o patrocínio, o conteúdo parece espontâneo, o que aumenta a eficácia da propaganda. Dessa forma, o consumo se fortalece, especialmente entre jovens e crianças, beneficiando a indústria de ultraprocessados.

Influência digital promove produtos prejudiciais

A indústria investe de forma agressiva em campanhas nas redes sociais. Enquanto pesquisadores alertam sobre os riscos dos ultraprocessados, influenciadores pagos divulgam esses produtos como inofensivos ou até benéficos. Essa prática engana o público, especialmente quando a publicidade aparece disfarçada de opinião pessoal.

Além disso, empresas monitoram e respondem críticas online com rapidez. Quando algum conteúdo viraliza questionando os malefícios de seus produtos, as marcas reagem com campanhas que tentam suavizar os impactos negativos. Essa ação, embora sutil, ajuda a manter o controle do debate público e a evitar perdas comerciais.

Lobby político enfraquece legislações protetivas

 Reunião entre empresários e políticos em sala de gabinete com pauta institucional
Líderes empresariais e representantes políticos discutem estratégias e acordos em ambiente formal

Enquanto isso, grupos empresariais atuam diretamente no Congresso e nos órgãos reguladores para bloquear leis de interesse público. Eles entregam documentos técnicos manipulados, convidam parlamentares para eventos e oferecem consultorias que favorecem sua visão de mercado.

Essas ações não apenas atrasam medidas de proteção, mas também impedem que o Brasil avance em práticas já consolidadas em outros países. Projetos que visam proibir mascotes em embalagens, restringir a publicidade infantil ou exigir rótulos mais informativos continuam paralisados por pressão do setor produtivo.

América Latina avança, mas Brasil ainda resiste

Países como Chile, Uruguai e México já adotaram leis rigorosas contra os ultraprocessados. Por exemplo, o Chile aplicou rótulos frontais com advertências visuais, baniu personagens infantis e restringiu horários de propaganda. Como resultado, o consumo de alimentos nocivos caiu e a consciência alimentar aumentou, enquanto o impacto da indústria de ultraprocessados diminuiu.

Em contrapartida, o Brasil ainda caminha de forma lenta. Embora instituições como Anvisa, Fiocruz e USP defendam a regulação, as propostas enfrentam forte resistência de grandes corporações e setores políticos aliados. A falta de avanços práticos compromete a saúde pública e aumenta os custos futuros com tratamentos de doenças evitáveis.

Autoridades alertam: o tempo está se esgotando

A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificaram os ultraprocessados como uma ameaça urgente à saúde global. Ambas recomendam que os países adotem políticas semelhantes às que reduziram o tabagismo a partir dos anos 1990.

Segundo especialistas, o Brasil precisa agir com firmeza. Regulamentar esses produtos não é apenas uma questão técnica, mas uma decisão de saúde pública. Enquanto o Estado posterga, a indústria avança e os impactos se agravam. Para mudar esse cenário, sociedade civil, imprensa e órgãos públicos devem agir de forma coordenada.

Fonte: BBC Brasil

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