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quinta-feira, maio 14, 2026
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CONVOCAÇÃO – Aprovados no último processo seletivo da saúde têm até sexta-feira para se apresentar

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Até a próxima sexta-feira (27), profissionais da área de saúde que passaram no último processo seletivo simplificado (regime celetista) realizado pela Prefeitura de Porto Velho, poderão comparecer a Secretaria Municipal de Administração (Semad) para dizer se aceitam ou não a vaga.

Por conta da pandemia de coronavírus e mediante determinação do prefeito Hildon Chaves, com objetivo de reforçar os atendimentos nas unidades de saúde do município, na sexta-feira (20) foi publicado o edital convocando 39 médicos, 11 enfermeiros e 60 técnicos de enfermagem, os quais tinham prazo de 48 horas para se apresentar.

“Até hoje pela manhã (24), tinham se apresentado na Semad em torno de 50 profissionais de enfermagem e 10 médicos. Todos já foram apresentados na Secretaria Municipal de Saúde”, declarou o secretário Alexey da Cunha Oliveira (Semad). Ele acrescentou que dos 108 profissionais convocados, 48 ainda não compareceram.

“Nós demos 48 horas para as pessoas comparecerem e darem o aceite, e todas as pessoas que compareceram já entregaram a documentação pessoal, saíram com ofício de apresentação e já foram direto para a Semusa trabalhar. Preparamos um contrato com base no Decreto de Calamidade e o restante da documentação eles poderão apresentar depois”, explicou o secretário.

Em tempos de isolamento, catarinense cria rede solidária para levar conforto aos idosos

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Uma parente de 84 anos e um curso foram as inspirações e motivações da jornalista de Florianópolis Juliana Germann para criar uma rede solidária para ajudar idosos. O objetivo é escutá-los, seja por telefone ou chamada de vídeo, e trazer conforto para eles, isolados socialmente por causa da prevenção ao coronavírus. “É muito importante que idosos saibam que não são invisíveis, não estão sozinhos”, disse a jornalista.

Nas redes sociais, Juliana começou a divulgar o projeto na terça-feira (24), com um número de telefone. Por ele, os idosos podem fazer contato e marcar um horário para conversar ela ou outros voluntários. O serviço é gratuito. “Vi que muitas pessoas da terceira idade não têm com quem conversar, sentem-se sozinhas. As próprias pessoas da família não têm mais paciência de ouvir as mesmas sagas repetidamente”, disse.

Segundo ela, o objetivo do projeto é “poder movimentar as pessoas da terceira idade, falar de coisas que são memórias que para elas são memórias felizes. Não ficar vivendo na dor, vivendo na nostalgia de quem já partiu ou na doença”.

Início em novembro

A iniciativa, chamada de “Escutatória de idosos”, já foi presencial. Em novembro, Juliana e outras duas pessoas faziam visitas para ouvir as histórias. “Veio o fim do ano, deu aquela parada. Justamente agora em março íamos retomar com tudo”, disse.

Com a rápida disseminação do novo coronavírus, além do cancelamento dos atendimentos presenciais, também surgiu outra mudança no projeto: a preocupação com a saúde mental dos idosos. “Agora eles estão se sentido muito frágeis. Tem muita gente que chora, está triste, só fala que vai morrer. Precisa de muito carinho, muito amor para ajudá-los a passar por essa fase”, declarou Juliana.

Além dela, havia quatro voluntários no projeto até a tarde de terça. Todos recebem treinamento por vídeo para poderem participar. “Meu sonho é que essa rede se expanda para todos os cantos, que eles [idosos] precisam muito. Se cada pessoa pegasse um idoso simplesmente para ligar e saber como está, faria grande diferença na vida dele”, finalizou a jornalista.

Casos de coronavírus no Brasil em 25 de março

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As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até 10h30 de quarta-feira (25), 2.274 casos confirmados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil com 47 mortos. O Rio de Janeiro registra seis mortos e São Paulo, 40O Amazonas registrou a primeira morte causada pela Covid-19.

Ministério da Saúde atualizou seus números na tarde de terça, informando que o Brasil registra 2.201 casos confirmados do novo coronavírus e que já foram registradas 46 mortes — a do Amazonas, divulgada no final da noite, ainda não foi computada.

Na manhã desta quarta-feira (25), Minas Gerais registrou mais três casos e alcançou 133 infectados.

Também na quarta, a prefeitura de Porto Alegre confirmou a primeira morte pela Covid-19 no Rio Grande do Sul. Paciente era uma mulher de 91 anos que estava na UTI. Caso ainda não foi inserido no balanço da secretaria de Saúde do estado.

Confira o balanço das secretarias de Saúde:

Casos confirmados do novo coronavírus no Brasil

Estado Secretarias da Saúde Ministério da Saúde
AC 21 17
AL 10 9
AP 1 1
AM 47 47
BA 79 76
CE 185 182
DF 177 160
ES 40 33
GO 29 27
MA 8 8
MT 7 7
MS 24 23
MG 133 130
PA 5 5
PB 3 3
PR 70 65
PE 42 42
PI 8 6
RJ 305 305
RN 14 13
RS 112 98
RO 5 3
RR 8 2
SC 109 107
SP 810 810
SE 15 15
TO 7 7
Total 2274 2201

Abaixo, veja a evolução do número de casos confirmados do coronavírus no Brasil ao longo dos dias.

Bolsonaro contraria especialistas e pede fim do “confinamento em massa”

Contrariando tudo o que especialistas e autoridades sanitárias do país e do mundo inteiro vêm pregando como forma de evitar que o novo coronavírus se espalhe, o presidente Jair Bolsonaro criticou o pedido para que todas aqueles que possam fiquem em casa em pronunciamento na noite desta terça-feira (24), em rede nacional de televisão.

https://www.youtube.com/watch?v=Vl_DYb-XaAE

Prefeitura de Porto Alegre confirma primeira morte por coronavírus no RS

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A Prefeitura de Porto Alegre confirmou a primeira morte por coronavírus na Capital e no Rio Grande do Sul. O prefeito Nelson Marchezan Jr. divulgou a informação na madrugada desta quarta-feira (25). O caso ainda não foi oficializado pela Secretaria Estadual da Saúde.

A vítima é uma mulher de 91 anos que estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Moinhos de Vento.

Até a noite de terça, eram mais de 2,2 mil casos confirmados em todo o Brasil, e 47 mortes. A maioria em São Paulo e Rio de Janeiro, além de uma investigada no Amazonas, que não entrou no último boletim do Ministério da Saúde.

Marchezan afirmou que “chegamos a um triste patamar”.

“Deveríamos começar a contabilizar a contaminação do vírus pelo número de pessoas na UTI. Tinham nove confirmadas e 26 com suspeitas. A partir de hoje, temos o primeiro óbito, que é mais um número que passa a fazer parte do nosso acompanhamento”, relata o prefeito.

Pela contabilização da Secretaria Estadual de Saúde, Porto Alegre tem 47 casos confirmados. Já a Secretaria Municipal de Porto Alegre informa um número maior – 81 casos.

Na última atualização da Secretaria Estaduald a Saúde, feita na terça-feira (24), haviam 112 casos confirmados no estado, e nenhuma morte. Trinta e cinco cidades já têm registro da doença.

“Que a tristeza dessa primeira morte e tristeza da família dessas pessoas que estão na UTI sirva de referência para que os porto-alegrenses sigam de forma mais firme e com mais convicção a orientação do isolamento, principalmente daquelas pessoas com mais de 60 anos”, concluiu o prefeito.

Coronavírus: infográfico mostra principais sintomas da doença — Foto: Foto: Infografia/G1

Espanha supera o número de mortes da China por causa do coronavírus

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A Espanha superou o número de mortes registradas na China em decorrência do novo coronavírus, segundo dados fornecidos nesta quarta-feira (25) pelo Ministério da Saúde. O país registou 3.434 mortes desde o início do surto, sendo que 738 delas aconteceram nas últimas 24 horas.

O número total de casos registrados subiu 20% nesta terça-feira em relação ao dia anterior, atingindo 39.673 infectados, segundo o último balanço do Ministério da Saúde.

A expectativa é a de que a extensão do estado de emergência acordado pelo governo seja ratificada nesta quarta no Congresso espanhol.

Depois de uma semana e meia de confinamento quase total para os espanhóis, que deve prosseguir até 11 de abril, o governo advertiu que esta semana seria “difícil”, mas que acredita que o país está próximo de atingir o pico de contágios.

Curados

Apesar de registrar o maior número de mortes em um dia no país desde o início do surto, o Ministério da Saúde também anunciou um aumento expressivo no número de pacientes curados, que saltou de quase 3.800 a 5.367.

Mais da metade das mortes (53%) se concentra na região de Madri, a mais afetada pela epidemia, tanto em óbitos como em casos diagnosticados. A área da capital registrou 290 mortes nas últimas 24 horas.

Diante da saturação dos sistema de saúde e funerário, as autoridades regionais instalaram um hospital de campanha em um centro de convenções que poderá receber até 5.500 leitos e prepararam uma pista de gelo para funcionar como necrotério.

Pista de patinação "Palácio de Gelo" em Madri servirá como necrotério para mortes provocadas pela Covid-19 — Foto: PIERRE-PHILIPPE MARCOU / AFP

Entidades de saúde condenam pronunciamento de Bolsonaro sobre a Covid-19

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Entidades de saúde condenaram o pronunciamento, na noite desta terça-feira (24), do presidente Jair Bolsonaro sobre a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Na fala, veiculada em rede nacional, o presidente chamou a doença de “resfriadinho”, contrariou especialistas e pediu o fim do “confinamento em massa”. Ele também fez um apelo pela “volta à normalidade” e culpou a imprensa por “espalhar pavor”.

A Associação Brasileira de Saúde Coletiva considerou “intolerável e irresponsável” o que chamou de “discurso da morte” do presidente Jair Bolsonaro. A entidade afirmou que, em sua fala, que classificou como “incoerente e criminosa”, o presidente “nega o conjunto de evidências científicas que vem pautando o combate à pandemia da COVID-19 em todo o mundo, desvalorizando o trabalho sério e dedicado de toda uma rede nacional e mundial de cientistas e desenvolvedores de tecnologias em saúde.”

A Sociedade Brasileira de Infectologia se disse preocupada com a fala de Bolsonaro, e considerou que as declarações podem dar a falsa impressão de que as medidas de contenção social são inadequadas. Os infectologistas classificaram a pandemia como “grave”, e disseram que é temerário associar que as cerca de 800 mortes por dia causadas pela doença na Itália, a maioria entre idosos, esteja relacionada apenas ao clima frio do inverno europeu.

Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia disse que qualquer medida que abrande o isolamento da população será “extremante prejudicial” para o combate à Covid-19.

Associação Paulista de Medicina afirmou que, “se a intenção foi acalmar, a reação da sociedade mostra que ele [Bolsonaro] não alcançou seus objetivos. Você não traz esperança minimizando o problema, mas reforçando as soluções. Existe um perigo próximo, evidente, real e gravíssimo. Enfrentá-lo é prioritário.”

Veja, abaixo, as íntegras das notas divulgadas pelas organizações:

Sociedade Brasileira de Infectologia

“Neste difícil momento da pandemia de COVID-19 em todo o mundo e no Brasil, trouxe-nos preocupação o pronunciamento oficial do Presidente da República Jair Bolsonaro, ao ser contra o fechamento de escolas e ao se referir a essa nova doença infecciosa como “um resfriadinho”.

Tais mensagens podem dar a falsa impressão à população que as medidas de contenção social são inadequadas e que a COVID-19 é semelhante ao resfriado comum, esta sim uma doença com baixa letalidade. É também temerário dizer que as cerca de 800 mortes diárias que estão ocorrendo na Itália, realmente a maioria entre idosos, seja relacionada apenas ao clima frio do inverno europeu. A pandemia é grave, pois até hoje já foram registrados mais de 420 mil casos confirmados no mundo e quase 19 mil óbitos, sendo 46 no Brasil.

O Brasil está numa curva crescente de casos, com transmissão comunitária do vírus e o número de infectados está dobrando a cada três dias.

Concordamos com o Presidente quando elogia o trabalho do Ministro da Saúde, Dr. Luiz Henrique Mandetta, e sua equipe, cujas ações têm sido de grande gestor na mais grave epidemia que o Brasil já enfrentou em sua história recente. Desde o início da epidemia, o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) estão trabalhando em conjunto com várias sociedades médicas científicas, em especial com a Sociedade Brasileira de Infectologia, com várias reuniões presenciais, teleconferências e trocas de informações quase que diariamente.

Também concordamos que devemos ter enorme preocupação com o impacto socioeconômico desta pandemia e a preocupação com os empregos e sustento das famílias. Entretanto, do ponto de vista científico-epidemiológico, o distanciamento social é fundamental para conter a disseminação do novo coronavírus, quando ele atinge a fase de transmissão comunitária. Essa medida deve ser associada ao isolamento respiratório dos pacientes que apresentam a doença, ao uso de equipamentos de proteção individual (EPI) pelos profissionais de saúde e à higienização frequente das mãos por toda a população. As medidas de maior ou menor restrição social vão depender da evolução da epidemia no Brasil e, nas próximas semanas, poderemos ter diferentes medidas para regiões que apresentem fases distantes da sua disseminação.

Quando a COVID-19 chega à fase de franca disseminação comunitária, a maior restrição social, com fechamento do comércio e da indústria não essencial, além de não permitir aglomerações humanas, se impõe. Por isso, ela está sendo tomada em países europeus desenvolvidos e nos Estados Unidos da América.

Médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas e todos os demais profissionais de saúde estão trabalhando arduamente nos hospitais e unidades de saúde em todo o país. A epidemia é dinâmica, assim como devem ser as medidas para minimizar sua disseminação. “Ficar em casa” é a resposta mais adequada para a maioria das cidades brasileiras neste momento, principalmente as mais populosas.”

Associação Brasileira de Saúde Coletiva

“As entidades de saúde coletiva e da bioética consideram intolerável e irresponsável o “discurso da morte” feito pelo Presidente da República, na noite de 24 de março, em cadeia nacional de rádio e TV.

Nessa manifestação, incoerente e criminosa, o Sr. Jair Bolsonaro, no momento ocupante do principal cargo do Executivo Federal, nega o conjunto de evidências científicas que vem pautando o combate à pandemia da COVID-19 em todo o mundo, desvalorizando o trabalho sério e dedicado de toda uma rede nacional e mundial de cientistas e desenvolvedores de tecnologias em saúde. Nesse ato, desrespeita o excelente trabalho da imprensa e de numerosas redes de difusão de conhecimento, essenciais para o esclarecimento geral sobre a COVID-19, e desmobiliza a população a dar seguimento às medidas fundamentais de contenção para evitar mortes. Medidas estas cruciais encaminhadas com muito esforço pelas autoridades municipais e estaduais, implementadas por técnicos e profissionais do SUS, os quais vêm expondo suas vidas para salvar pessoas. Além disso, comete o crime de “infração de medida sanitária preventiva”, a ser enquadrado no Art. 268 do Código Penal Brasileiro, ao desrespeitar “determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa”.

Nossas entidades representativas da comunidade brasileira de sanitaristas, epidemiologistas, planejadores e gestores de saúde, cientistas sociais e outros profissionais da área de saúde pública vêm a público denunciar os efeitos nocivos das posições do presidente da República sobre a grave situação epidemiológica que estamos vivendo. Seu pronunciamento perverso pode resultar em mais sofrimento e mortes na já tão sofrida população brasileira, particularmente entre os segmentos vulneráveis da sociedade.

As instituições da República precisam reagir e parar a irresponsabilidade do ocupante da cadeira de presidente antes que o caos se torne irreversível.

Assinam esta nota as seguintes entidades:

  • Associação Brasileira de Saúde Coletiva – ABRASCO
  • Centro Brasileiro de Estudos da Saúde – Cebes
  • Associação Brasileira de Economia da Saúde – ABrES
  • Associação Brasileira da Rede Unida
  • Associação Brasileira de Enfermagem – ABEn
  • Associação Paulista de Medicina – APM
  • Sociedade Brasileira de Bioética – SBB

Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia

Em nota, a entidade afirmou que “a SBGG tem um comprometimento sério e humano com a população e endossa a manutenção de todas as medidas tomadas até este momento. Para a SBGG qualquer medida que abrande o isolamento da população será extremante prejudicial para o combate ao Coronavírus, acarretando em maior número de infectados e morte. Salientamos que a maioria dos países adotam a mesma medida de contenção, apresentando sucesso.Seremos militantes do nosso posicionamento para o bem dos idosos e da população brasileira.”

Associação Paulista de Medicina

“Se a intenção foi acalmar, a reação da sociedade mostra que ele não alcançou seus objetivos. Você não traz esperança minimizando o problema, mas reforçando as soluções. Existe um perigo próximo, evidente, real e gravíssimo. Enfrentá-lo é prioritário. Todos nos preocupamos com o impacto do isolamento social na economia, particularmente o impacto da recessão sobre a saúde. Também isso não deve ser minimizado. Mas que não se deixe a preocupação com o futuro inviabilizar o presente.”

Aeroporto e rodoviárias são desinfetados com bombas de pulverização em operação contra o coronavírus em MT

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Uma operação do Corpo de Bombeiros contra o coronavírus está desinfetando locais públicos que ainda reúnem grande quantidade de pessoas em Cuiabá e Várzea Grande, região metropolitana da capital. Essa é uma ação estratégica para a contenção da transmissão.

De acordo com os militares, nesta quarta-feira (25), a Rodoviária Central de Cuiabá passará pela pulverização. Já nessa quinta-feira (26) será a Rodoviária de Várzea Grande, e na sexta-feira (27) o Aeroporto Marechal Rondon.

A Operação de Desinfecção Biológica, segundo os bombeiros, usará bombas de pulverização com solução desinfetante nesses ambientes.

Apenas os bombeiros capacitados em Operações com Produtos Perigosos devem participar da ação de pulverização.

Conforme o último balanço, divulgado no fim da tarde dessa terça-feira (24), a Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou que investiga 269 casos suspeitos. Outros sete casos foram confirmados, sendo cindo em Cuiabá, um em Várzea Grande e um em Nova Monte Verde.

Barreira policial é feita em fronteira de MT com a Bolívia para impedir entrada de estrangeiros

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Uma barreira para impedir a entrada de estrangeiros em Mato Grosso está sendo feita pelo Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron-MT) em toda faixa que liga o Brasil com a Bolívia. A medida visa evitar a propagação do novo coronavírus.

Conforme o último balanço, divulgado no fim da tarde dessa terça-feira (24), a Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou que investiga 269 casos suspeitos em Mato Grosso. Outros sete casos foram confirmados, sendo cindo em Cuiabá, um em Várzea Grande e um em Nova Monte Verde.

A restrição, segundo a Polícia Militar, é de caráter excepcional para evitar novas contaminações. A medida vale para pelos próximos 15 dias, podendo ser prorrogada.

Nesse período, estão proibidas as entradas de cidadãos da Bolívia, Argentina, Colômbia, República Francesa, Paraguai, Peru, Suriname e Guiana. O trabalho será desenvolvido dentro “Operação Hórus”, do Programa Vigia, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Conforme a portaria, fica autorizada apenas a entrada de brasileiro, nato ou naturalizado, imigrante com prévia autorização de residência definitiva em território brasileiro, profissional estrangeiro em missão a serviço de organismo internacional, desde que devidamente identificado, funcionário estrangeiro acreditado junto ao governo brasileiro.

A restrição não impede o livre tráfego do transporte rodoviário de cargas, na forma da legislação vigente, a execução de ações humanitárias entre as fronteiras, previamente autorizada pelas autoridades sanitárias locais, o tráfego de residentes de cidades gêmeas com linha de fronteira exclusivamente terrestre.

Segundo a polícia, o descumprimento das medidas disciplinadas implicará em responsabilização civil, administrativa e penal, a deportação imediata e a inabilitação de pedido de refúgio.

De acordo com a polícia, a vigilância será contínua nos postos de fiscalização e por meio de barreiras volantes. A intensificação das ações atende à Portaria 125, de 19 de março deste ano, do Governo Federal.

A base operacional do grupo fica no município Porto Esperidião. Outros pontos de fiscalização estão distribuídos na região do Matão (no município de Pontes e Lacerda), Vila Cardoso, Avião Caído e Canil Integrado (em Cáceres).

Amazonas tem primeira morte por novo coronavírus, diz Susam

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O Amazonas teve o primeiro registro de morte por coronavírus confirmado nesta terça-feira (24), pela Secretaria de Estado de Saúde (Susam). De acordo com o órgão, a vítima é um dos pacientes com a Covid-19 no município de Parintins, distante 369 km de Manaus e tinha 49 anos. O número de casos confirmados no Estado era de 47 , após o último balanço divulgado pelo Governo.

O paciente era portador de hipertensão arterial sistêmica. Conforme a Susam, o homem diagnosticado com o novo coronavírus faleceu no início da noite desta terça-feira (24) no Hospital e Pronto Socorro (HPS) Delphina Aziz, na Zona Norte de Manaus.

Proveniente do município de Parintins, ele foi internado no HPS no último sábado (21), por conta do agravamento dos sintomas do Covid-19.

No último domingo, segundo a Susam, o paciente sofreu uma parada cardiorrespiratória, mas foi prontamente socorrido e estabilizado, sendo acompanhado pela equipe médica na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Delphina. Nesta terça-feira, o quadro do paciente voltou a agravar e, no início da noite, ele faleceu. Maiores informações serão fornecidas posteriormente.

Coronavírus no Amazonas

O último balanço divulgado pelo Governo do Amazonas apontou 47 casos do novo coronavírus no estado, na terça-feira (24), antes do primeiro registro de morte pelo Covid-19. De acordo com a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), dois pacientes estão internados no Hospital Delphina Aziz, e outros três em unidades particulares de saúde.

Medidas

Na segunda-feira (23), o governador do Amazonas, Wilson Lima, decretou estado de calamidade pública no estado. Entre as medidas anunciadas, está o fechamento de todos os estabelecimentos comerciais que não sejam de serviços básicos, como supermercados, farmácias e padarias.

Detentas do Amazonas trabalham na confecção de 250 mil máscaras de proteção ao coronavírus

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Em meio à pandemia do novo coronavírus, com a alta demanda por produtos de proteção, detentas do sistema prisional do Amazonas iniciaram a produção de 120 mil máscaras descartáveis. Além disso, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) também firmou uma parceria para a produção de 250 mil garrafas de álcool 70º.

As máscaras estão sendo produzidas no núcleo de costura na Penitenciária Feminina de Manaus (PFM), por detentas do regime fechado que trabalham para remição de pena remição de pena.

Serão confeccionadas 10 mil máscaras de proteção semanais, com a expectativa total de 120 mil. Após a produção, o material passará por um processo de esterilização na Fundação de Vigilância Sanitária (FVS). De lá, elas serão destinadas para usuários do sistema de saúde que apresentarem sintomas leves do novo coronavírus e aos profissionais da área de assistência social e de outros serviços de atendimento ao público.

“O serviço de confecção das máscaras reverte às apenadas ganho duplo. Pois garante a remição da pena pelo trabalho e, também, com o aumento da autoestima dessas pessoas que se sentem valorizadas por contribuir com uma causa nobre de saúde pública”, comentou o titular da Seap, coronel Vinícius Almeida.

Álcool 70º

A Seap firmou parceria com uma distribuidora de petróleo e uma indústria química que vai permitir a produção de álcool 70º, um dos itens de prevenção indicado pelas autoridades de saúde contra o coronavírus.

Em parceria com as empresas de cogestão do sistema prisional, serão produzidas 250 mil garrafas de 100 ml do produto. “A distribuidora de petróleo fará a doação do álcool e a empresa química fará o envasamento”, informou Vinícius Almeida.

Toda produção será enviada à Secretaria de Estado da Saúde (Susam), que ficará responsável pela distribuição aos agentes dos sistemas de saúde e de segurança pública.

Coronavírus no Amazonas

O Amazonas teve a primeira morte pelo Covid-19 confirmada na noite desta terça-feira (24). Era um homem de 49 anos, com quadro de hipertensão, morador de Parintins. O último balanço divulgado pelo Governo do Amazonas apontou 47 casos do novo coronavírus no estado, na terça-feira (24), antes do primeiro registro de morte pelo Covid-19.

De acordo com a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), dois pacientes estão internados no Hospital Delphina Aziz, e outros três em unidades particulares de saúde.

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