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Príncipe Charles contrai novo coronavírus

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Príncipe Charles contrai novo coronavírus

LONDRES, 25 MAR (ANSA) – A família real do Reino Unido anunciou nesta quarta-feira (25) que o príncipe Charles, primeiro na linha de sucessão do trono britânico, contraiu o novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Príncipe Charles contrai novo coronavírus

Segundo o porta-voz da realeza, o príncipe de Gales, que tem 71 anos, apresenta sintomas “suaves” e “permanece em boa saúde”.

Sua esposa, a duquesa da Cornualha, Camilla, foi examinada, mas testou negativo para o novo coronavírus.

O casal está isolado no Castelo de Balmoral, na Escócia, e, segundo o porta-voz, “não é possível certificar de quem o príncipe pegou o vírus”. Até o momento, o Reino Unido é o 10º país mais atingido pela pandemia em termos absolutos, com 8,2 mil contágios e mais de 400 mortos. (ANSA)

Vídeo Completo: 2 Novos Casos Confirmados de Coronavírus na Capital.

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Em entrevista coletiva, convocada de última hora, o secretário estadual de saúde, Fernando Máximo, confirmou dois novos caso de Coronavírus, os dois pacientes são de Porto Velho,1 homem de 39 anos e uma mulher de 36 anos.

No total agora Rondônia contabiliza 5 casos confirmados sendo 4 em Porto velho, os casos suspeitos não foram divulgados.

Aneel suspende corte de energia por inadimplência por 90 dias

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (24) um pacote de medidas especiais em resposta à pandemia de coronavírus, incluindo a suspensão por 90 dias de cortes do serviço de eletricidade por inadimplência para consumidores residenciais e serviços essenciais.

As medidas, aprovadas em reunião extraordinária de diretoria do regulador realizada por meio de videoconferência, incluem também a flexibilização pelo mesmo prazo de algumas obrigações das distribuidoras de energia, como de atendimento presencial a clientes e entrega de faturas a domicílio.

O diretor-geral da agência, André Pepitone, disse que ainda haverá uma avaliação à parte, em discussão junto ao governo, de medidas adicionais em benefício de consumidores de baixa renda.

“Nos foi demandado que se avaliasse a possibilidade de haver um suporte maior ao (consumidor de) baixa renda, e isso vai ser tratado nos canais de governo, com o Ministério de Minas e Energia e da Economia, com coordenação da Casa Civil”, afirmou.

Rondônia não divulga boletim atualizado de casos de Coronavírus há dois dias.

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Rondônia não divulga bolem atualizado de casos de Coronavírus há dois dias

Casos de Coronavívus Sobe de 32 Para 47 no Amazonas.

O Governo do Amazonas confirmou 47 casos do novo coronavírus no estado. A informação foi confirmada divulgada na tarde desta terça-feira (24). De acordo com a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), dois pacientes estão internados no Hospital Delphina Aziz, e outros três em unidades particulares de saúde.

Fonte: G1

 

Casos de Coronavívus Sobe de 17 Para 21 no Acre.

Quatro novos casos de Covid-19, o novo coronavírus, foram confirmados no Acre em boletim da Secretaria de Saúde do estado (Sesacre) divulgado nesta terça-feira (24). Com os novos casos, sobe para 21 o número de infectados pela doença no estado.

O boletim aponta que a Saúde recebeu 248 casos suspeitos, descartou 224, confirmou 21 e mais três seguem em análise. Todos os pacientes confirmados estão em Rio Branco. No último boletim da segunda-feira (23), eram 17 casos confirmados.

Fonte: G1

 

ENQUANTO ISSO RONDÔNIA NÃO DIVULGA DADOS HÁ 2 DIA

Apenas uma mensagem chegou a imprensa através de aplicativo de mensagens

SEGUNDA-FEIRA 23-03-2020 em Rondônia

Prezados,

 

Por instabilidade no sistema de dados do Ministério da Saúde (REDCap),

o boletim diário com informações sobre coronavirus (Covid-19) em Rondônia,

previsto para hoje (23), foi adiado para esta terça-feira (24).

 

TERÇA-FEIRA 24-03-2020 em Rondônia

Prezados, boa tarde

Todos os estados do Brasil usam a plataforma conhecida como RedCap, do Ministério da Saúde, e é através dela que saem os resultados oficiais de casos, pois todos passam por essa plataforma, obrigatoriamente. Desde ontem, a plataforma está passando por mudanças.  Sistemas estão sendo integrados para agilizar e melhorar o trabalho entre o Ministério e os Estados. Por isso, nenhum Governo está publicando, desde ontem, seus Boletins de Casos. Enquanto a plataforma não finalizar essa integração, e os Estados entenderem como essa nova  integração funcionará, não será possível retirar o dados para divulgação. 

Estamos produzindo um informativo oficial que será publicado o quanto antes em nosso Portal.

Em seguida foi divulgado do portal do Governo a Seguinte informação:

Ministério da Saúde muda plataforma de informações e altera rotina de envio de dados sobre coronavírus em Rondônia

24 de março de 2020 | Governo do Estado de Rondônia

O Ministério da Saúde (MS) está em processo de mudança e adequação na plataforma de dados que agrega as informações relacionadas ao novo coronavírus (Covid-19), com limitação de acesso aos Estados e mudança na nomenclatura de casos.

Uma das mudanças foi quanto à utilização do sistema de notificação REDCap, que está sendo integrado ao link  Kibana/formsus2. A alteração causou instabilidade nas informações e impediu o envio de relatório para compor o Boletim 11, que deveria ser emitido na segunda-feira (23), pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs), gerência ligada à Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa).

O coordenador do Cievs estadual, Sid Orleans, explicou que o sistema do Ministério, além de corrigido para o funcionamento normal, brevemente será atualizado com novas definições operacionais que serão definidas pela pasta de saúde do Executivo Federal.

Nessa configuração, o Ministério da Saúde divulga os casos notificados (todos os registros), os casos descartados, que são os que já tem resultado do exame laboratorial, os casos confirmados e há ainda uma nova variável para casos aguardando resultado.

Os únicos dados de acesso do Estado de Rondônia ao novo link do kibana/formsus2, no dia 24 de março, às 17:37  horas são 555 casos notificados de coronavírus em Rondônia, sendo, 48 descartados e 3 casos confirmados, divulgados anteriormente.

Dados detalhados com a situação individual dos municípios não estão disponíveis nesse processo de integração.

 

Maia defende redução de salário nos Três Poderes e de concursados

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O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) falou, na manhã desta terça-feira (24/3), sobre como conter a crise do coronavírus. O deputado trata o problema como situação de guerra. Entre outros pontos, defendeu a redução do salário de funcionários públicos concursados ou dos eleitos nos Três Poderes — Executivo, Legislativo e Judiciário.

Maia afirmou que a folha de pagamento atinge um valor de R$ 200 bilhões e que uma economia de 15% a 20% por mês poderia ajudar, mas destacou que o assunto ainda será debatido.

O deputado também voltou a falar na proposta de emenda à Constituição (PEC) que segrega o orçamento da crise do orçamento anual do governo federal, como uma forma de impedir que gastos necessários para a prevenção e combate ao Coronavírus e seus efeitos na saúde, educação e segurança não continuem pelos próximos anos.

“Quando a gente fala em recessão, fala em empobrecimento do país. Estamos ficando mais pobres. Quando ficamos mais pobres na nossa casa, readequamos nossos gastos para outra realidade”, explicou o presidente da Câmara. Maia conversou sobre as dificuldades que o Brasil enfrentará durante entrevista a José Luís Datena, na Rádio Bandeirantes.

Desoneração de estados e municípios

Maia abordou as dificuldades que o Brasil enfrentará. A entrevista começou com o presidente da Câmara falando sobre o Plano Mansueto. Maia explicou que o projeto de lei complementar vai garantir empréstimos para os estados. Afirmou também que o texto ainda sofrerá alterações e melhorias, inclusive, no que diz respeito à recuperação fiscal do Rio de Janeiro, que também deve ser estendido à Minas Gerais e Goiás.

“Você suspende o pagamento da dívida. O governo vai autorizar a suspensão para todos, para todos gastarem menos com o  dívida e ter o que gastar com coronavírus. O governo federal, ontem, anunciou a recomposição dos fundos estaduais e municipais. A queda deve ser grande, de R$ 16 bilhões. Também vamos resolver o problema legal do BNDES para que ele possa suspender pagamento de juros da dívida, o que também precisa de projeto de lei complementar que é do Mansueto. É na linha de organizar para que estados tenham alívio de suas obrigações, que possam ter força para enfrentar a crise na economia, no social e, em especial, na saúde pública.”

Maia afirmou que o trabalho ocorrerá semana a semana, por ser imprevisível a forma que o coronavírus deve atingir o brasileiro. Cabe lembrar que o país está no começo da subida no crescimento de número de contaminação. “Temos que trabalhar semana a semana. Ainda não sabemos os verdadeiros impactos do vírus na nossa sociedade. A gente sabe que ele tem uma letalidade muito grande nos mais velhos, mas que eles são vulneráveis, tem diabetes. Temos essa informação. Temos uma população mais jovem que na Itália. O vírus não disseminou dentro das comunidades, que são as pessoas mais vulneráveis”, disse.

“Precisamos dar tranquilidade aos brasileiros, investir em saúde pública para ter leito de UTI, os respiradores necessários para quem ficar doente, precisa ter essa garantia. Todo mundo está trabalhando nessa linha. Ontem, eu vi em São Paulo a construção de muitos leitos. O Rio de Janeiro está fazendo a mesma coisa e, certamente, Goiás. Mas não sabemos o impacto da crise na nossa sociedade. Por isso que eu acho que o governo tem que dar garantia para a saúde pública. E o governo federal, com o setor privado, construir um entendimento para que o Estado coloque recurso e mantenha os sistema produtivo privado, de pequenas, médias e micro empresas, por um período. Por isso, temos períodos de 60 dias. E a cada semana, ir revisando as decisões”, detalhou.

Maia também falou sobre o isolamento da população e disse que a medida poderia ser revista em três semanas, a depender de como o vírus se alastrará entre os brasileiros. “Hoje, a decisão é o isolamento. Ninguém tem dúvida que esse é o melhor caminho. Amanhã, daqui a 15 dias, três semanas, pode ter outra posição, liberar do isolamento as pessoas mais jovens, para que a economia volte a caminhar. Mas a prioridade é a vida. Temos que trabalhar com muito cuidado, dando tranquilidade para a sociedade do ponto de vista da saúde pública, da economia, da parte social dos mais vulneráveis, e cada semana vamos avaliando o que vai acontecer, ver o impacto da contaminação do vírus, o impacto nos hospitais, as filas, a ocupação de leitos, e acho que o Brasil está se preparando de forma correta”, supôs.

Sobre o conflito entre presidente e governadores, Maia lembrou que todos trabalham com o mesmo objetivo. “É importante que todo mundo está com o mesmo objetivo: enfrentar essa crise em todos os aspéctos. Em guerra, a gente não tem como prever coisas muito longas. A minha opinião é que o governo deveria dar um conforto para pequenos, micro e médio empresário nesses 60 dias. Garantir o recurso dos governadores para ter uma estrutura de leitos necessários e, a cada semana, vamos avaliando e tomando decisões em conjunto, todos os Poderes”, afirmou.

Conversa com Covas

O prefeito de São Paulo (SP), Bruno Covas, fez uma participação rápida na entrevista com Maia, para anunciar que o teste que fez para coronavírus deu negativo. Covas, recentemente, passou por um tratamento para lutar contra um câncer e, por isso, está no grupo de risco. Maia elogiou o desempenho do prefeito da capital paulista no combate à pandemia. “O Bruno tem sido um exemplo. Não de agora, mas de toda a superação, de tudo que vem passando. Para todos os brasileiros”, disse.

“Sei do papel dele nessa crise. Decretou estado de emergência na frente de muitos outros, com uma estrutura construída por meio da prefeitura. Tem feito um grande trabalho. Graças a deus, testou negativo e assim pode continuar a nos ajudar com o talento dele”, completou. “Agradeço o Rodrigo Maia por ser uma das vozes lúcidas para essa crise que o Brasil atravessa”, respondeu Covas.

Recessão econômica

O presidente da Câmara também falou sobre o empobrecimento do Brasil em decorrência das crises provocadas pelo coronavírus. Foi nesse momento que Maia abordou a redução do salário dos servidores públicos. “Quando a gente fala em recessão, fala em empobrecimento do país. Estamos ficando mais pobres. Quando ficamos mais pobres na nossa casa, readequamos nossos gastos para outra realidade. Se a economia parou, nossa renda vai ser reduzida. No governo federal, deve acontecer a mesma coisa. Os servidores públicos, sejam aqueles concursados ou eleitos, todos têm uma estabilidade. Eu acho que, nesse momento, nada mais justo que a gente possa fazer, dialogando. Mas sem parecer uma coisa oportunista, de que fui eu que falei, eu que reduzi o salário primeiro, é um gesto que todos nós precisamos fazer”, afirmou.

“Excluindo servidores que ganham menos, que estão diretamente no enfrentamento ao coronavírus. Os que estão trabalham de forma remota, que podem dar uma colaboração, é importante. É importante, nesse momento, saber que tem milhões de brasileiros com medo de perder os  empregos. Mas sem oportunismo. Os Três Poderes devem, ao longo das próximos dias, da próxima semana, avaliar como vêm seguindo a crise, e tomar essa decisão de ajudar. O orçamento do governo federal, de salários, que os Três Poderes pagam por ano é na ordem de 200 bilhões. Tem mais baixos e mais alto. Acho que conseguimos uma economia de 15%, 20% por mês, vai ter uma economia que ajuda. O volume é muito maior. Mas tem horas que o importante não é só o valor, mas o simbolismo do ato dos que estão mais seguros e podem ajudar a mitigar o sofrimento de todos os brasileiros”, disse.

O presidente da Câmara também voltou a falar da expectativa de investimentos durante a crise, que, na visão do parlamentar, pode chegar a R$ 400 bilhões. “Acho que, de fato, a contaminação do vírus na área de saúde, na área econômica, vai ter impacto grande. O Estado tem que estar preparado para garantir esses primeiros meses. Não há outro caminho. O parlamento vem dando condições. O estado de calamidade foi aprovado muito rápido e isso dá espaço para o governo gastar. Estamos pensando em separar o Orçamento do governo do orçamento da crise, para que isso não contamine o futuro. Para que a gente fique restrito ao que é oficial”, ressaltou.

“Não queremos trabalhar em benefício de longo prazo, mas de curto prazo. Estamos pensando nisso. Estamos conversando com o governo sobre o Plano Mansueto, e alternativas para garantir os empregos. Não haverá outro caminho nos próximos meses que não seja colocar recursos públicos para garantir estabilidade, ações na sociedade, garantia dos empregos e na estrutura para enfrentamento da crise”, destacou.

Agenda legislativa

O presidente da Câmara também comentou o que espera votar nesta quarta-feira (25/3), na primeira sessão deliberativa digital da Câmara. “A princípio, queremos agilizar a PEC da segregação do orçamento. Para dar celeridade no orçamento e segurança para garantir o uso dos recursos. Temos um projeto dialogando com a equipe econômica na área social, que o governo anunciou $R$ 200 para os informais. Vamos avaliar uma contraproposta. Terminamos o texto hoje, que trata dos mais vulneráveis. Temos projetos na área de saúde, telemedicina, flexibilização de ações que os médicos estão pedindo para acelerar ações junto à sociedade. E tem o plano Mansueto, que, o próprio Mansueto (Mansueto Almeida, secretário de Tesouro Nacional) me pediu um prazo de 24 horas a 48 horas para fechar o texto com o relator, deputado Pedro Paulo, para que a gente possa votar. Se não votar quarta, podemos votar na sexta (27/3)”, elencou.

Novamente questionado sobre os investimentos necessários para conter a crise, Maia destacou que, apesar das previsões de gastos elevados, A quantia prevista ainda deve mudar. “Vai depender do que pode acontecer nas próximas semanas. Ninguém sabe como o vírus vai contaminar os brasileiros. A taxa de letalidade não é alta, mas não é baixa como a da Alemanha. Cada semana com a sua agonia. Olhando o que aconteceu nos outros países, vamos ter que garantir estabilidade social e econômica por três meses, mais o orçamento para conter a crise”, lembrou.

“Ontem (segunda-feira), o governo anunciou R$ 16 bilhões para os fundos estaduais e municipais, recursos na área de saúde, liberamos R$ 8 bilhões de emenda das bancadas de deputados e senadores, e mais R$ 5 bilhões da emenda de relator, e o programa de contenção dos empregos das micro pequenas e médias ainda não saiu. Vamos trabalhar para não ser um valor pequeno. Mas, só os R$ 200 para os mais vulneráveis anunciado pelo governo já dá R$ 15 bilhões. Para que orçamento futuro não seja contaminado, muitas vezes as pessoas vem com soluções de curto prazo e se estende para sempre beneficiados setores A, B ou C, que fizeram pressão. Temos que segregar para que o orçamento do próximo ano não seja maior”, explicou.

Covid-19: Brasil tem 46 mortes e mais de 2 mil casos confirmados

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O número de mortes decorrentes do novo coronavírus (covid-19) chegou a 46, conforme atualização do Ministério da Saúde publicada hoje (24). Até ontem (23), o número de pessoas que vieram a óbito estava em 34. No domingo (22), era de 25, um aumento de quase 20 casos em apenas dois dias.

O total de casos confirmados saiu de 1.891 ontem para 2.201 hoje, um acréscimo proporcional de 16% e de 310 em números absolutos. O resultado de hoje marcou um aumento de 42% nos casos em relação a domingo, quando foram registradas 1.546 pessoas infectadas.

As mortes continuam restritas a São Paulo, com 40 óbitos, e Rio de Janeiro, com 6 falecimentos. A taxa de letalidade saiu de 1,8% ontem (23) para 2,1% hoje.

Como local de maior circulação do vírus no país, São Paulo também lidera o número de pessoas infectadas, com 810 casos confirmados. Em seguida vêm Rio de Janeiro (305), Ceará (182), Distrito Federal (160), Minas Gerais (130) e Santa Catarina (107).

Também registram casos confirmados Rio Grande do Sul (98), Bahia (76), Paraná (65), Amazonas (47), Pernambuco (42), Espírito Santo (33), Goiás (27), Mato Grosso do Sul (23), Acre (17), Sergipe (15), Rio Grande do Norte (13), Alagoas (nove), Maranhão (oito), Tocantins (sete), Mato Grosso (sete), Piauí (seis), Pará (cinco), Rondônia (três), Paraíba (três), Roraima (dois) e Amapá (um).

Ministério da Saúde divulga novo balanço do coronavírus no país neste momento.

Acompanhe ao vivo

https://www.facebook.com/agenciabrasil.ebc/videos/577931876147308/

Medidas de socorro

O presidente Jair Bolsonaro realizou hoje (24) mais duas videoconferências com governadores dos estados do Sul e Centro-Oeste para atualizá-los sobre as medidas de socorro aos estados que o governo federal está adotando para enfrentamento dos efeitos da pandemia de covid-19 no país. Bolsonaro e a equipe do governo federal também ouviram os pedidos e alinharam as demandas dos estados.

Fundo Nacional de Segurança Pública

Portaria publicada hoje (24) no Diário Oficial da União, assinada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, autoriza estados a utilizarem R$ 202 milhões do Fundo Nacional de Segurança Pública e mais R$ 18 milhões do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos em ações de controle ao novo coronavírus.

Apesar da possibilidade de realocação dos recursos, a portaria ressalta que devem ser respeitados os percentuais destinados ao custeio e ao investimento.

Jogos Olímpicos

O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou, nesta terça-feira (24), o adiamento dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio 2020 para 2021. O entendimento sobre a impossibilidade do início das competições no dia 24 de julho, por conta da pandemia do novo coronavírus, aconteceu após conversa por teleconferência entre o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, e o presidente do COI, Thomas Bach.

Vacinação contra a gripe

O Ministério da Saúde recomendou hoje (24) às secretarias estaduais e municipais de Saúde que adiem a vacinação de crianças nesta primeira etapa da campanha de imunização contra a gripe, como forma de prevenção à contaminação pelo novo coronavírus (covid-19). A campanha teve início nesse fim de semana em alguns estados e ontem em outros, para idosos acima de 60 anos.

Coronavírus: Prefeito chora ao denunciar aumento de 4.500% no preço de máscaras

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O prefeito de Diadema (SP), Lauro Michels (PV), chorou após denunciar, durante entrevista à TV Bandeirantes, aumento de preço abusivo de até 4.500%  no preço de máscaras hospitalares em meio à epidemia do novo coronavírus.

Segundo o prefeito, o material, que era comprado pelo município pelo preço de R$ 0,11 a unidade há um mês, hoje custa R$ 5. “É uma vergonha o que as empresas de máscaras, as empresa fornecedoras de EPIs (equipamento de proteção individual) da saúde estão fazendo com o mercado da saúde”, disse Michels.

O prefeito ainda reclamou do presidente Jair Bolsonaro “não fazer nada pelos prefeitos”e ainda disse que todos estão “desesperados”. Estamos passando um caos. É um crime com a nação. Estou envergonhado de ser brasileiro”, desabafou Michels.

Ativista Greta Thunberg está em isolamento após sentir sintomas do coronavírus

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Em sua rede social, Greta Thunberg contou que ficou em isolamento por duas semanas ao apresentar sintomas do novo coronavírus.

A ativista disse que ela e o pai começaram a sentir os sintomas há pelo menos 10 dias.

“Eu estava me sentindo cansada, tendo calafrios, dor de garganta e tossindo. Meu pai teve os mesmos sintomas, mas muito mais intensos e com febre”, revelou Greta.

Além disso, a ativista disse que optou pelo isolamento, pois na Suécia o teste para o Covid-19 só é feito caso a pessoa precise de tratamento médico.

“Não fiz o teste para Covid-19, mas é extremamente provável que eu tenha tido, dados os sintomas e as circunstâncias combinadas”, explica.

“Eu quase não me senti mal. Minha última gripe foi muito pior do que isso! Se não fosse por outra pessoa com o vírus simultaneamente, eu poderia nem suspeitar de nada. Então, eu teria pensado que estava me sentindo mais cansada que o normal e com um pouco de tosse”, descreve.

Thunberg aproveitou para chamar a atenção dos mais jovens quanto a gravidade da doença, já que os sintomas costumam ser mais brandos e as vezes imperceptíveis em determinadas idades.

“Muitos [especialmente jovens] podem não notar nenhum sintoma ou ter sintomas muito leves. Então, eles não sabem que têm o vírus e podem transmiti-lo a pessoas em grupos de risco. Nós que não pertencemos a um grupo de risco temos uma enorme responsabilidade. Nossas ações podem ser a diferença entre vida e morte para muitos outros”, alertou.

https://www.instagram.com/p/B-HwpQkJqrc/?utm_source=ig_embed

Roraima registra mais seis casos de infectados pelo novo coronavírus

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Roraima registrou mais seis casos da Covid-19, informou o governo na tarde desta terça-feira (24). Com esta atualização, o estado tem oito registros positivos da doença causada pelo novo coronavírus.

A prefeita Teresa Surita (MDB) disse, em uma rede social, que todos os novos casos estão em Boa Vista, capital do estado.

A Secretaria de Saúde (Sesau) ainda não informou idade, nem se os novos casos chegaram recentemente de viagem ou tiveram contato com outros infectados.

O último boletim epidemiológico foi liberado na noite desta segunda-feira (23) e constavam apenas dois casos suspeitos. Já haviam sido descartadas 24 suspeitas. Ao todo, 68 exames foram realizados no estado.

Os dois primeiros casos, trata-se de um casal que viajou recentemente para São Paulo.

Rodoviária de Manaus é interditada como forma de prevenção ao novo coronavírus, diz Governo

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O Governo do Amazonas anunciou na tarde desta terça-feira (24) que irá interditar a rodoviária, além de suspender o tráfego de passageiros nas BR-174 (Manaus/Boa Vista), BR-319 (Manaus/Porto Velho) e AM-010, que liga os municípios de Manaus, Rio Preto da Eva e Itacoatiara.

A diretora da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), Rosemary Costa Pinto, disse que a medida faz parte das ações de prevenção ao coronavírus.

“Qualquer circulação de pessoas na rodovia, seja interestadual ou intermunicipal, está suspensa e não deve ocorrer. Fica ainda vetado o Fica vetado o tráfego nas BRs 174, 319 e Am 010”, comentou.

O Governo do Amazonas confirmou 47 casos do novo coronavírus no estado. A informação foi confirmada divulgada na tarde desta terça-feira (24). De acordo FVS, dois pacientes estão internados no Hospital Delphina Aziz, e outros três em unidades particulares de saúde.

Nesta segunda (23), Rosemary já havia adiantado que o governo não trabalha, ainda, com uma projeção de expectativa dos números.

“Estamos lidando com um vírus novo, então não temos linha de base pra dizer se isso é esperado ou não. Sabemos que a transmissão é alta. portanto, a expectativa é o aumento repentino de caso a cada dois ou três dias”, explicou.

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