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quarta-feira, maio 6, 2026
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Covid-19 se espalhou pelo mundo mais devagar do que o H1N1, aponta levantamento

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A comparação entre o total de países afetados na atual epidemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2) e na pandemia causada pelo H1N1 mostra que a Covid-19 teve número 41,8% inferior de territórios afetados. O cálculo considera igual período de dois meses no começo da circulação de cada vírus.

O H1N1, responsável pela gripe A, teve 55.867 casos entre 24 de abril e 24 de junho de 2009, contra mais 88.948 pessoas doentes pelo Sars-CoV-2 desde 31 de dezembro deste ano até 2 de março.

H1N1 e Sars-CoV-2, em dois meses:

Países com apenas 1 caso:

  • 16 de 110 na gripe A (14,5%)
  • 19 de 64 no novo coronavírus (29,6%)

Países com mais de 50 casos:

  • 39 de 110 na gripe A (35,4%)
  • 9 de 64 no novo coronavírus (14%)

Concentração em países:

  • Coronavírus – 95% dos casos na China
  • H1N1 – 63% dos casos nos Estados Unidos, Canadá e México

Por outro lado, se o novo coronavírus alcançou mais países do que a pandemia de H1N1, ele infectou mais pessoas, concentradas principalmente na China nos últimos dois meses.

A epidemia do H1N1 começou no interior do México, tendo o primeiro boletim da Organização Mundial da Saúde (OMS) em 24 de abril de 2009. Sessenta dias depois, o Brasil tinha 334 casos e nenhuma morte. O primeiro registro no país ocorreu em 8 de abril daquele ano, 15 dias depois do início do monitoramento do órgão de saúde da ONU.

No caso do coronavírus, 62 dias depois do alerta que apontou o surto na China, o Brasil tinha 2 casos confirmados.

Levantamento feito pelo G1 e publicado nesta segunda-feira (2) mostra que, até então, 41 dos 64 países tiveram casos importados. Para o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, o momento ainda é de trabalhar na contenção do vírus.

“Mais de 130 países não reportaram nenhum caso. Eu deixo a pergunta para vocês: isso não pode ser contido? Para nós, eu espero que fique claro, se render não é uma opção. Nós temos que fazer o melhor com uma estratégia de contenção”, declarou.

Diferença entre circulação do H1N1 e do coronavírus

A infectologista Nancy Bellei, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), estuda a família coronavírus e, além disso, também acompanha a circulação do H1N1 no Brasil. Para Bellei, fatores geográficos, políticos e tecnológicos contribuíram para a disseminação do H1N1 em mais países, além das características particulares do vírus. Um deles é que ocorria uma demora maior da OMS para os testes diagnósticos há 10 anos – hoje, a tecnologia e o mapeamento genético baratearam e agilizaram o processo.

“Agora, a gente não tem problema em identificar um gene novo, a genética dos seres vivos está na nossa mão”.

Outro ponto apontado pela pesquisadora é que, apesar da declaração de pandemia da OMS em 11 de junho de 2009, as barreiras internacionais contra a gripe A não foram estabelecidas como deveriam.

“Talvez porque era um vírus influenza. Havia uma preocupação da comunidade internacional de que fosse uma gripe aviária como a espanhola. Todo mundo achava que seria um H5N1. Mas rapidamente foi visto que tinham muitos casos em mais jovens e adultos, mas não havia a mortalidade da gripe espanhola”, disse Bellei.

Mais um fator, de acordo com médica, é que os casos surgiram no verão do México – época menos propícia para a disseminação de Influenza e, por isso, “pouco se achava que teria uma disseminação importante”. Isso influenciou em medidas preventivas menos rígidas contra o vírus H1N1, inicialmente.

Havia, ainda, um medicamento disponível: o tamiflu, que gerou uma corrida e mostrou uma discrepância entre países ricos e pobres, e seus sistemas de saúde.

“Na época, tivemos muitos problemas em São Paulo. Tinha uma série de protocolos para seguir, se segurou muito medicamento no início e se tratou só quem estava hospitalizado. Principalmente porque a gente não tinha estoque. Tanto que proporcionalmente, no final, o Brasil teve um grande número de óbitos. Foram muitos desacertos”, disse a infectologista.

Coronavírus

Apesar das barreiras implementadas pelo governo chinês ainda no primeiro mês de epidemia do Sars-CoV-2, o número de casos continuou a crescer. Porém, de fato, o maior número de registros está centralizado no país asiático e na província de Hubei – 5% das infecções estão em outros países do mundo. Bellei avalia que o confinamento dos pacientes na China pode ter contribuído.

Mesmo assim, de acordo com a médica, prever exatamente como será a disseminação nos próximos meses ainda depende de novos dados públicos sobre o novo vírus.

Ela avalia que, ao comparar o Sars-CoV-2 com o H1N1, a velocidade da divulgação das informações foi mais rápida há 10 anos. O governo chinês ainda não liberou e/ou estudou informações importantes sobre o vírus.

“Nós não sabemos a taxa de ataque, quantos % dos pacientes são assintomáticos, como de fato é feita a transmissão. É possível que o coronavírus tenha características que ainda não descobrimos que justificam essa transmissão mais fácil. Por exemplo, esses dias fizeram um teste molecular PCR em fezes e encontraram o vírus lá. Qual é o impacto disso na infecção?”, questiona a pesquisadora.

A taxa de ataque é a porcentagem oficial de pessoas que será infectada em um determinado local e em um determinado espaço de tempo. No caso do navio Diamond Princess, que teve centenas de infecções entre 3,7 mil passageiros e tripulantes, um “laboratório vivo” foi montado, disse a pesquisadora. Se analisarmos o local, de 10% a 20% das pessoas foram infectadas entre 8 a 10 semanas. De qualquer forma, apenas uma pesquisa científica real poderá confirmar esses números.

Desafio no Brasil

O status do problema de saúde com o coronavírus no Brasil é diferente do que foi visto em 2009 com o H1N1. O primeiro ponto é que, em dois meses, o país tem 2 caso da Covid-19, contra mais de 300 registros da gripe A no mesmo espaço de tempo há 10 anos.

A infectologista, que chegou a cuidar de um hospital para receber pacientes com a Gripe A, diz que algumas diferenças entre os cenários podem fazer a dispersão do Sars-CoV-2 no Brasil ser diferente.

  1. Em 2009, o Ministério da Saúde chegou a negar uma circulação local do H1N1 no país. Neste ano, a pasta acompanha o coronavírus desde a primeira suspeita no território brasileiro, com divulgações diárias.
  2. O H1N1 já tinha um medicamento pronto para tratar a doença, o tamiflu. No caso do Sars-CoV-2, não existe uma droga pronta, apesar de estudos com remédios do ebola e da malária apontarem uma taxa de sucesso.
  3. No caso do H1N1, as vacinas da gripe já existiam, e foi relativamente rápida a adaptação pelos cientistas. Nenhum integrante da família coronavírus, nem Sars, nem Mers, tem uma vacina base para fazer mudanças e usar contra o novo integrante.

Uma coincidência entre os dois vírus respiratórios é que a disseminação começou durante o inverno e no Sudeste do país. A pesquisadora defende que a experiência vivida há 10 anos seja retomada, e que o país não repita os mesmos erros.

“Você precisa ter um local para atender os pacientes mais graves e outro para os menos graves. A comunicação precisa ser muito bem alinhada, com mapeamentos semanais. Temos que evitar o pânico em todas as classes sociais, porque assim vamos conseguir tratar quem realmente está em risco”.

No dia da posse de Regina Duarte, governo publica exonerações de dirigentes da Secretaria de Cultura

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O governo publicou nesta quarta-feira (4) uma série de exonerações de servidores em cargos de chefia na Secretaria de Cultura. As exonerações saíram no mesmo dia em que a nova secretária, a atriz Regina Duarte, vai tomar posse.

Um dos exonerados é o agora ex-presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte), Dante Mantovani, que, em vídeo, disse que o rock leva “ao aborto e ao satanismo”. Veja a lista dos servidores que deixaram a secretaria:

  • Dante Mantovani: presidente da Funarte
  • Ricardo Freire Vasconcellos: diretor do Departamento do Sistema Nacional de Cultura
  • Paulo César do Amaral: presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram)
  • Reynaldo Campanatti: secretário de Economia Criativa
  • Camilo Calandreli: secretário de Fomento e Incentivo à Cultura
  • Ednagela dos Santos Barroso dos Santos: diretora do Departamento de Promoção da Diversidade Cultural
  • Maurício Noblat Waissman: coordenador-geral da Política Nacional de Cultura Viva
  • Raquel Cristina Brugnera: chefe de gabinete da Secretaria da Economia Criativa
  • Gislaine Targa Neves Simoncelli: chefe de gabinete da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura
  • Leônidas José de Oliveira: diretor-executivo da Fundação Nacional de Artes (Funarte)
  • Marcos Villaça: secretário de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual
  • Rodrigo Junqueira: secretário de Difusão e Infraestrutura Cultural

Posse da nova secretária

A cerimônia de posse de Regina Duarte está marcada para as 11h no Palácio do Planalto. No cargo, Regina terá o desafio de encerrar a rotatividade da pasta e buscar pacificação ou, ao menos, uma convivência mais harmoniosa entre o governo e a classe artística.

Apoiadora de Bolsonaro desde a eleição, a atriz foi convidada para o cargo em 17 de janeiro e anunciou o “sim” duas semanas depois. No fim de fevereiro, Regina Duarte e a Globo anunciaram a rescisão em comum acordo do contrato de mais de 50 anos.

Durante o “noivado”, entre o convite e o aceite, a atriz viajou a Brasília para conhecer a estrutura da secretaria. Chegou a se reunir com a secretária interina, reverenda Jane Silva, que acabou exonerada semanas depois – o governo diz que Regina Duarte não interferiu.

Aos 73 anos, considerada um ícone das telenovelas no país, ela comandará uma estrutura vinculada ao Ministério do Turismo que ultrapassa as barreiras da dramaturgia. Cabe à pasta lidar com temas como economia criativa, direitos autorais, preservação do patrimônio histórico e democratização do acesso a teatros e museus, por exemplo.

Lançamento do Espetáculo Teatral ‘O Homem de Nazaré’ 2020

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O Grupo Teatral Êxodo realiza nesta quarta-feira (04) o Coquetel de Lançamento da edição 2020 do Espetáculo “O Homem de Nazaré”, considerado a maior encenação da Paixão de Cristo na Amazônia. O evento que acontece no Teatro Guaporé, em Porto Velho, às 19h30, é aberto ao público, inclusive com acessibilidade aos surdos, pois haverá tradução simultânea na linguagem de sinais, e contará com a presença de autoridades públicas, convidados, atores, membros das equipes técnica, de produção e direção, sócios do Grupo e religiosos cristãos.

De acordo com o presidente do Grupo Êxodo, José Monteiro, o maior espetáculo teatral da Região Norte, encenado na mística e segunda maior cidade cenográfica do Brasil, a Jerusalém da Amazônia, já tem data marcada: 11, 12 e 13 de junho de 2020, com previsão de início sempre às 18h de cada dia.

“O ano de 2019 marcou o resgate da peça que já não era encenada há alguns anos e que agora consolida-se como Patrimônio Imaterial Cultural do Estado de Rondônia”, ressaltou ao se referir ao Projeto de Lei aprovado pela Assembleia Legislativa, de autoria do deputado estadual Anderson Pereira (Pros).

Monteiro destacou ainda que a edição 2020 promete emocionar ainda mais o público com o apoio duplo do Governo do Estado e da Prefeitura de Porto Velho. “Tanto a Superintendência Estadual de Turismo (Setur), Superintendência da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel) e a Fundação Cultural de Porto Velho (Funcultural), com a participação direta do Gabinete do prefeito Hildon Chaves, estão empenhados na realização do espetáculo”, completou.

No Lançamento, além do cerimonial que apresentará o plano de trabalho, membros da nova Direção, Produção e demais equipes, o Grupo revelará o ator que interpretará Jesus Cristo, bem como apresentará a cena do Sermão da Montanha, com duração de aproximadamente oito minutos. No evento de lançamento do ano passado, a cena da Santa Ceia que foi apresentada ao público.

Data: 04 de março de 2020

Horário: 19h30

Local: Teatro Guaporé (anexo do Teatro Palácio das Artes – Rua Tabajara, n. 148, bairro Olaria – Porto Velho/RO)

Procurador-Geral de Justiça se reúne com integrantes de Comissão Parlamentar de Inquérito da Assembleia Legislativa

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O Procurador-Geral de Justiça Aluildo de Oliveira Leite se reuniu, na manhã desta terça-feira (03/03), com integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia, que apura supostas irregularidades práticas abusivas contra os consumidores de energia elétrica no Estado.

Participaram da reunião a Promotora de Justiça de Defesa dos Direitos do Consumidor, Daniela Nicolai De Oliveira Lima; os deputados estaduais Alex Redano, que preside da CPI, e Jair Montes (relator); o Procurador da Assembleia Legislativa, Arthur Veiga e o coordenador do Procon, Igor Jean Rego.

Números do DPVAT mostram fragilidade dos veículos de duas rodas diante de acidentes

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Um Relatório com dados processados pela Seguradora Líder, administradora do Seguro DPVAT, mostra que em 10 anos (de 2009 a 2018) foram pagas quase 3,3 milhões de indenizações às vítimas de acidentes de trânsito envolvendo motocicletas e ciclomotores, entre condutores, passageiros e pedestres. Deste número, quase 200 mil pessoas morreram, 2,5 milhões ficaram inválidas permanente e quase 560 mil benefícios foram pagos para reembolso com despesas médicas e suplementares (DAMS).

Quando comparados a outros tipos de veículos, esses números dão uma dimensão do quanto os meios de transportes em duas rodas estão em condição mais fragilizada diante de um acidente. Automóveis, caminhões e ônibus somaram, no decorrer destes 10 anos, 1.289.018 indenizações (por morte, invalidez e DAMS), quase três vezes menos.  Em outra análise, o número total de casos de invalidez para todas as categorias de veículos somadas (automóveis, caminhões, ônibus, motocicletas e ciclomotores) foi de 3.275.815 no período. Só as motocicletas correspondem a 2.530.763 deste total.

Nos dez anos do estudo os pagamentos feitos pelo Seguro DPVAT cresceram 28%, mas quando observadas apenas as ocorrências com motocicletas e ciclomotores o aumento foi maior, saindo de cerca de 145 mil indenizações em 2009 para mais de 250 mil em 2018.  Os casos de invalidez permanente são os que mais chamam atenção: cresceram 142%, saltando de cerca de 76 mil para mais de 185 mil.

Estados mostram que é possível reduzir o número de acidentes

Apesar dos dados assustadores, há bons exemplos de redução de acidentes com veículos de duas rodas, e consequente queda no número de indenizações pagas. São Paulo, que detém a maior frota de motocicletas do país (5.604.639), foi, proporcionalmente, o estado com o menor número de indenizações em 2018. Esse posto era do Tocantins em 2009, que em 2018 passou a ocupar o 5º lugar no ranking dos estados com o maior número de indenização pagas (proporcional à frota). Voltando aos últimos da lista o Distrito Federal e os estados do Rio de JaneiroAmapá (com a menor frota) seguidos do Acre que, em 2009, foi o estado que mais pagou indenizações. Entre os estados com maior número de indenizações (proporcional à frota), Roraima e Santa Catarina se mantiveram entre os primeiros lugares da lista tanto em 2009 como em 2018.

Na análise regional, em 2009 a região Sul concentrava mais indenizações pagas por acidentes com motocicletas e ciclomotores (55.007). No entanto, o número foi reduzindo e, em 2018, a região apresentou uma queda de 22,7% (42.527). Atualmente, o Nordeste é a região que tem mais vítimas indenizadas pelo Seguro DPVAT.

Conscientização dos condutores deve ser prioridade

O diretor-presidente do Observatório Nacional de Segurança no Trânsito, José Aurélio Ramalho, lembra de alguns fatores que contribuíram para o aumento da frota de motocicletas no país. “Temos a questão do déficit de transporte público no Brasil e do aumento da população nos grandes centros urbanos, que têm levado pessoas a buscar a motocicleta como meio de transporte, pela facilidade de acesso”. Mas ele recorda que nem todos os condutores têm qualificação e preparo para usá-las com segurança. “O Código de Trânsito Brasileiro prevê que aulas de condução de motocicleta sejam executadas em vias públicas, ou seja, reproduzindo as condições normais de trânsito. E não há um Detran em nenhum estado da federação que cumpra essa legislação. Ou seja, o exame final é sempre em ambiente confinado”, alerta.

Quanto à segurança, Ramalho diz que a motocicleta, por ser um veículo automotor, deve ocupar na via o mesmo espaço que um automóvel, apesar do hábito inseguro de circular entre os carros, nos chamados corredores. Ainda assim, é preciso muita atenção do motociclista. “Colisões traseiras são eventuais hoje, com o advento dos smartphones. Se o automóvel colidir com uma moto, o motociclista pode ser prensado entre um veículo e outro. Também há a situação do motociclista que circulando atrás do automóvel fica sem a capacidade de observar, por exemplo, um buraco à frente. Temos que lembrar que o tempo de frenagem do automóvel é diferente da motocicleta, que precisa de um tempo maior para parar”, observa.

Em relação ao Relatório, Ramalho adverte que há um período de até três anos para requerer o seguro DPVAT após o sinistro, o que pode gerar diferença entre o número de ocorrências do documento e os que ocorrem efetivamente a cada ano. “Os dados do Datasus, do Ministério da Saúde, demonstram que está havendo uma queda no número de mortos nos últimos três anos”, aponta.

O relatório geral do DPVAT (com os números de todos os tipos de veículos) também apontou queda de mortalidade no período de 10 anos. Ainda assim, o volume de indenizações é alto, segundo observação de Luiz Gustavo Campos, especialista em trânsito e diretor da Perkons. “Ao observar o trânsito do dia a dia, no qual todos estamos inseridos, notamos que é preciso um trabalho de reeducação com todos os usuários da via para diminuir a violência no trânsito. A tendência de queda deve ser celebrada, mas enquanto nos depararmos com motoristas de automóveis nervosos pelo fato de uma motocicleta estar à sua frente, ocupando um espaço que no entendimento equivocado seria de um carro, ou motociclistas sem capacete e parando sobre a faixa de pedestres, infelizmente ainda perderemos muitas vidas. O respeito precisa prevalecer e os maus hábitos devem ser corrigidos. É de uma mudança de cultura que necessitamos”, comenta.

 

Audiência debate construção do novo Heuro em Porto Velho; obra será de até 2 anos, diz Sesau

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Uma audiência pública aconteceu nesta semana em Porto Velho para detalhar como será a construção do novo Hospital de Urgência e Emergência de Rondônia (Heuro) de grande capacidade.

De acordo com o secretário de Estado de Saúde (Sesau), Fernando Máximo, o prazo de construção será de até dois anos. O objetivo é que a nova unidade de saúde acomode 400 leitos.

A instituição Fundação Escola de Sociologia Política de São Paulo foi contratada para conduzir o processo de modelagem financeira do Heuro.

Ainda não há um local para a construção, já que a fundação ainda precisa fazer um levantamento de possíveis locais às obras.

Uma das regras contratuais é que a empresa faça a manutenção predial durante todo o prazo de contrato. Isso ainda será definido. Com isso, a empresa acaba construindo com materiais de primeira qualidade. Se tiverem problemas físicos na construção, eles pagarão multas.

Durante cirurgia para retirar tumor da cabeça, paciente faz cálculos matemáticos

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A administradora Fabíola Marques de Barros, de 37 anos, realizou no último mês uma cirurgia delicada em Natal, no Rio Grande do Norte. Mas, o curioso foi que, durante o procedimento cirúrgico para retirada de um tumor no cérebro, ela ficou acordada e fazendo cálculos matemáticos, além de outros testes.

Ao portal G1, a administradora contou: “Não tive nenhum medo”. No último dia 12, Fabíola teve que ser levada às pressas ao hospital após uma crise epilética, com quatro convulsões em um espaço de tempo menor que cinco minutos.

No hospital, foi constatado um tumor menigioma na parte esquerda do cérebro. Felizmente, o abcesso era benigno e já foi retirado. Fabíola que tem uma vida ativa de exercícios e fazia uma reeducação alimentar antes do incidente recebeu alta no último dia 26 de fevereiro.

De acordo com o neurocirurgião Thiago Rocha, responsável pela cirurgia, o tumor estava perto da área do cérebro que controla as linguagens, por isso houve a opção pelo procedimento chamado awake craniotomy – traduzido livremente para o português como “craniotomia acordada”.

“O objetivo da cirurgia acordada é minimizar possíveis déficits. Ela é usada principalmente em pacientes que têm tumor próximo à área da linguagem, ou outras áreas funcionais do cérebro, como a motora ou visual”, explicou o neurocirurgião. “Com o paciente acordado, nós podemos perceber imediatamente se a remoção da lesão causa alguma alteração do raciocínio ou da linguagem”, pontuou ao portal.

Entretanto, não é qualquer paciente que pode ser submetido a este procedimento, principalmente em casos de pessoas ansiosas. O fato da administradora estar tranquila e confiante ajudou bastante.

“Eles fizeram a proposta, passaram muita tranquilidade, confiança e aceitei”, conta ele. “Foram profissionais muito humanizados. Lembro que tinha música na sala e eles riram porque eu pedi para botarem música de Fábio Júnior”, lembra ela.

O uso dos cálculos durante a cirurgia também não foi por acaso. Fabíola cursa licenciatura em Matemática e tem paixão pela ciência exata desde a infância.”É interessante usar talentos do paciente. Pode ser algo voltado para a música. No caso dela, era a Matemática”, ressaltou o médico.

Pré-venda de ingressos para Campus Party Amazônia segue até dia 8 de março em Manaus

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A pré-venda de ingressos para a Campus Party Amazônia, que vai ocorrer de 18 e 22 de março na Arena da Amazônia em Manaus, encerra no dia 8. Os ingressos podem ser adquiridos online.

Nesta edição, o tema central é “Meios de Pagamento”. A programação vai ter palestras, painéis, workshops, networking e diferentes trilhas de conteúdo non-stop para todos os públicos.

Na Arena, área paga do evento, participantes terão acesso a palestras, workshops, hackathons, bancadas com internet de alta velocidade. Já a Village, também área paga, é reservada para as pessoas que compraram ingresso com camping. O local terá barracas, duchas, e um espaço wellness para cuidados com a saúde e bem-estar ficam à disposição. E a Experience, área gratuita do evento, contará Startup & Makers, Campus Future, Educação do Futuro, Roboticampus, Drones e Simuladores.

A Campus Party é a maior imersão tecnológica em Internet das Coisas, Blockchain, Cultura Maker, Educação e Empreendedorismo do mundo. O evento conta hoje com mais de 550 mil campuseiros cadastrados em todo mundo e já teve edições na Espanha, Holanda, México, Alemanha, Reino Unido, Argentina, Panamá, El Salvador, Costa Rica, Colômbia, Equador, Itália e Singapura.

O evento está presente no Brasil há 12 anos e a edição de Brasília realizada no ano passado foi considerada a segunda maior do mundo, perdendo apenas para a Campus Party Brasil, que acontece em São Paulo.

Presos fazem greve de fome ‘fake’ no AC e polícia acha comida estocada em garrafas, diz Iapen

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Durante revista dentro do Complexo Prisional Francisco d’Oliveira Conde (FOC), em Rio Branco, nesta terça-feira (3), policiais penais encontraram grande quantidade de comida armazenada dentro das celas. A surpresa foi maior para os policiais, porque os detentos da unidade tinham anunciado, na segunda (2), uma greve de fome após a suspensão das visitas.

Além de garrafas pet com farofa, o Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC) informou que foram encontrados outros alimentos como pão, iogurte, bolacha, refrigerante, torrada, doce de leite e suco estocados pelos detentos.

“Entramos nas celas dos pavilhões O e P, que estariam em greve de fome, e encontramos bastante comida estocada, inclusive farofa em garrafas pet que estavam enterradas. Então, a gente acredita que eles estão mais dissimulando. Parte da comida que foi encontrada está comprometida e foi descartada e parte nós fizemos doação”, afirmou o diretor-presidente do Iapen, Lucas Gomes.

Além dos cinco pavilhões que tinham anunciado a greve na segunda, as presas do pavilhão do presídio feminino de Rio Branco, também tinham aderido ao movimento, nesta terça, e não aceitaram o café da manhã.

Ainda segundo o Iapen, detentos de outros dois pavilhões do presídio de segurança máxima Antônio Amaro anunciaram a greve, além de presos que da penitenciária de Cruzeiro do Sul.

A comida recusada pelos detentos foi doada para o Educandário Santa Margarida, Lar dos Vicentinos e também para as famílias de venezuelanos indígenas que estão morando em um prédio abandonado em Rio Branco.

Visitas suspensas

O Iapen-AC decidiu suspender as visitas no sábado (29) e domingo (1º) após encontrar bilhetes com planos de uma fuga em massa, semelhante a que houve no dia 20 de janeiro na mesma unidade prisional, quando 26 presos escaparam da unidade. No total, 14 foram recapturados e 12 seguem foragidos.

Também nesta segunda parentes dos detentos fizeram uma manifestação em frente ao Palácio Rio Branco, no Centro da capital acreana, para reivindicar alguns direitos que, segundo eles, foram retirados dos reeducandos.

Mulheres, mães e outros familiares de presos exigiram a volta de alguns direitos e fizeram a manifestação para chamar atenção do governo. O Batalhão de Trânsito esteve nos pontos de protestos para tentar garantir a fluidez do tráfego, que ficou lento.

Marcus Rito é nomeado novo secretário de Justiça de Rondônia

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O governo de Rondônia publicou, em edição suplementar, a nomeação de Marcus Castelo Branco Alves Semeraro Rito como o novo chefe da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus). A publicação, assinada por Marcos Rocha, é da segunda-feira (2).

Marcus Rito, a partir desta semana, vai ocupar o cargo de Etelvina da Costa Rocha. Ela pediu exoneração após ficar um ano na gestão da pasta.

Segundo o governo, Marcus Rito não é de Rondônia e já ocupou o cargo de coordenador-Geral de Alternativas Penais do Departamento Penitenciário Nacional (Depen).

Durante visita ao estado em 2017, Rito elogiou o sistema prisional de Rondônia, pois, à época, o estado foi o único da federação a solicitar a “utilização dos recursos do fundo a fundo para implantar um Novo Modelo de Gestão Prisional com base nas diretrizes traçadas pelo Depen”.

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