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quarta-feira, maio 6, 2026
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Prefeito aprova projeto de revitalização da praia de Jacy Paraná

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Nesta terça-feira (3), o prefeito Hildon Chaves recebeu no Prédio do Relógio (sede do poder executivo), o subsecretário Euzébio Lopes da Subsecretária de Desenvolvimento Socieconômico e Turismo (Semdestur), acompanhados de técnicos da pasta para averiguar o projeto de revitalização da praia de Jacy Paraná.

Visando proporcionar maior conforto e oferecer serviços em fomento a hospitalidade, o projeto tem como o objetivo valorizar toda a extensão da praia que é tida como um importante ponto turístico da capital.

O projeto de revitalização da praia contempla a construção de seis quiosques, um pier e várias duchas distribuídas pela praia, com um investimento orçado em torno de um milhão de reais.

Depois de apresentado o projeto base, o prefeito sugeriu que as estruturas dos quiosques fossem reforçadas e construídas com concreto, para que sejam permanentes, seguras e não demande tanta manutenção.

Ainda de acordo com o prefeito o local é um importante ponto turístico de Rondônia e merece ter uma revitalização para que possa receber cada vez mais turistas interessados em apreciar lazer e as belezas naturais do estado.

“Serão feitas diversas benfeitorias no local que é um importante ponto turístico da capital e do estado, o projeto foi bem recebido, fizemos algumas alterações, agora esperamos que em um prazo de 30 dias o projeto seja atualizado para que possamos licitar ainda este ano a obra”, disse o prefeito.

VÍDEO: CASO SUSPEITO de CORONAVÍRUS em Porto Velho – COLETIVA COMPLETA

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Paciente de 43 anos que viajou para o Japão é o primeiro CASO SUSPEITO de CORONAVÍRUS em Porto Velho.

https://www.facebook.com/TVdoPOVORO/videos/188181455847267/

Secretário Diz Que Caso Não Gera Preocupação

Sid Orleans – Coordenador do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde

 

 

Ararinhas-azuis chegam ao Brasil nesta terça-feira

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Cinquenta ararinhas-azuis devem desembarcar no Brasil, na tarde desta terça-feira (3), no Aeroporto de Petrolina, em Senador Nilo Coelho (PE). As aves, vindas da Alemanha, serão levadas para a cidade de Curaçá, na Bahia, onde um centro de reprodução foi construído especialmente para elas.

De acordo com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), por medida de segurança, as araras vão passar por um período de quarentena para adaptação e treinamento. Depois disso, serão soltas na natureza para viver em vida livre. A primeira soltura está prevista para 2021. O ICMBio informou que existem hoje pelo mundo 163 aves da espécie.

Segundo o instituto a data – 3 de março – foi escolhida por ser o Dia Internacional da Vida Selvagem, com objetivo de lembrar a fauna e a flora do planeta, assim como alertar para os perigos do tráfico de espécies animais selvagens no mundo.

Parceria

O ICMBio e a organização não governamental Association for the Conservation of Threatend Parrots (ACTP), da Alemanha, firmaram no ano passado um acordo que oficializou a vinda das ararinhas do país europeu para o Brasil. Entre os parceiros, estão, além da ONG alemã ACTP, o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), a Sociedade para a Conservação das Aves do Brasil (SAVE Brasil), o Criadouro Fazenda Cachoeira, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade de São Paulo (USP).

Histórico

As aves foram descobertas no início do século 19 pelo naturalista alemão Johann Baptist von Spix. A ararinha-azul (Cyanopsitta spixii), espécie exclusiva da Caatinga brasileira, teve sua população dizimada pela ação do homem. O último exemplar conhecido na natureza desapareceu em outubro de 2000, por ser alvo de caçadores e traficantes de animais. informou o Instituto.

O ICMBio explicou que os poucos exemplares que restaram em coleções particulares no mundo vêm sendo usados para reproduzir a espécie em cativeiro, todos no exterior.

A ararinha é considerada uma das espécies de ave mais ameaçadas do mundo. Em 2000, foi classificada como Criticamente em Perigo possivelmente Extinta na Natureza, restando apenas indivíduos em cativeiro.

Parceria entre Emater-RO e Agevisa prioriza saúde no campo

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Em reunião realizada na última segunda-feira (2), representantes da Emater-RO e da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa) discutiram ações que visam facilitar o acesso às políticas públicas de saúde a produtores rurais. A proposta é intercambiar informações que possam ser uteis às duas instituições, a fim de resultar uma maior eficácia no levantamento de dados e nas ações efetivas da segurança sanitária no campo.

Emater-RO e Agevisa já vêm trabalhando em conjunto nas ações do Programa Estadual de Inclusão Produtiva com Segurança Sanitária (Praissan-RO), que visa à segurança sanitária na produção de alimentos, principalmente junto às agroindústrias familiares, visando às boas práticas de manuseio. A nova proposta pretende utilizar dados, já computados pela Emater-RO, através do Sistema de Gerenciamento da Emater-RO (Sigater), nos 52 municípios do estado.

Durante a reunião, o presidente da Emater-RO, Luciano Brandão, fez a apresentação de como o sistema faz o agrupamento dos dados e como os mesmos podem ser utilizados para melhorar a gestão da autarquia. “O desafio dentro da gestão pública é ter acesso à informação com metodologias que tragam informações mais precisas”, explica Luciano, enfatizando que, “dentro da administração pública é preciso que as informações se cruzem”, permitindo se trabalhar com dados reais e concretos e todos os seus segmentos.

Luciano explica ainda que, dentro do Sigater, é possível visualizar a situação global e detalhar até chegar à localização exata e georreferenciada do problema detectado, o que é de suma importância para solucionar problemas pontuais. O diretor da Emater-RO explica ainda que o papel da extensão rural é de orientação e educação e que, por estar presente em todos os municípios do estado, tem acesso facilitado a lugares que muitas vezes, outras secretarias não conseguem chegar, e essa parceria iria facilitar e contribuir para que mais ações cheguem às famílias rurais.

A diretora da Agevisa, Ana Flora Camargo Gehardt, salientou a importância da parceria com a Emater-RO, dizendo ser a extensão um dos órgãos de grande importância na execução das ações do Praissan-RO. “É a Emater-RO que leva nosso hipoclorito para as famílias da zona rural”, diz a diretora.

Os agentes de saúde participantes da reunião ficaram entusiasmados com a proposta e acreditam que a parceria entre Emater-RO e Agevisa deverá facilitar a localização de casos para que os mesmos sejam solucionados, trazendo maior benefício à população rural. Ana Flora alentou ainda a possibilidade de a Agevisa contratar um sistema semelhante ao da Emater-RO no intuito de direcionar ações específicas da saúde e assim tornar mais eficiente a aplicação das políticas públicas no meio rural.

Apesar de alerta da Defesa Civil, ribeirinhos permanecem em áreas alagadas em Ji-Paraná

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Apesar do crítico momento do período chuvoso amazônico, forte indicativo de inundação e enchente, moradores que residem às  margens dos rios Urupá e Machado insistem em não deixar as residências, conforme orientações da Defesa Civil de Ji-Paraná.

O aposentado Salvador Miranda da Silva, 69 anos, é um dos exemplos. O imóvel dele já está tomado pela água nas partes externas e apenas meio metro isola a edificação da área alagada, localizada na rua de acesso à unidade do Corpo de Bombeiros.

“Moro há 32 anos no mesmo endereço e já enfrentei seis grandes enchentes. Não pretendo me mudar, ainda que temporariamente. Pela experiência sei que esse ano a água não vai entrar na minha casa porque o carnaval já passou” disse Salvador Miranda, amparado pela vivência, que o período mais provável para acontecer enchente deveria ter ocorrido na semana passada, ocasião das festas carnavalescas.

Salvador Miranda é testemunha dos alertas expedidos pela Defesa Civil por meio do Corpo de Bombeiros sobre a importância de não correr riscos permanecendo no imóvel alagado. “Fui avisado sim, mas só saio de casa se a água subir muito e entrar nos cômodos”, declarou o aposentado.

“Até o mês de abril é possível que os rios ainda transbordem e provoquem enchentes. Estamos em alerta e notificando os moradores que vivem em áreas de risco. Nossa orientação é que estes ribeirinhos deixem os imóveis enquanto a água não invade por completo, pois assim o resgate se torna mais rápido e eficaz”, explica comandante do Corpo de Bombeiros de Ji-Paraná, capitão Dos Santos.

Na manhã de segunda-feira, a régua no rio Machado marcou 10,71 metros de água no leito do rio nas imediações do Corpo de Bombeiros. “Em 2014, aos 10,50 metros, já tínhamos registro de desabrigados no bairro Primavera”, lembra o comandante, ressaltando que o muro de contenção feito na praça do Beira Rio Cultural favoreceu a vazão d’água no leito do rio Machado evitando alagação comum naquele local.

RISCOS

“O perigo em permanecer nos imóveis em áreas já alagadas e propensas a alagar é recorrente. Orientamos as famílias que vivem nesse ambiente a deixarem imediatamente a residência, pois além de estarem sujeitas a perder bens, há risco de contraírem doenças e, ainda, serem picadas por animais peçonhentos”, alerta o comandante. dos Bombeiros.

Com os transbordamentos dos rios Urupá e Machado estão na rota de prováveis desabrigados, os moradores ribeirinhos dos bairros Centro, Casa Preta, União e Urupá, no 1º Distrito; e, Duque de Caxias, São Francisco e Primavera, no 2º Distrito.

“É pertinente que os ribeirinhos acolham as orientações das autoridades, no caso o Corpo de Bombeiros, evitando transtornos futuros”, reforçou o secretário regional de Governo em Ji-Paraná, Everton Esteves, que acompanhou de perto uma das ações do Corpo de Bombeiros nas orientações aos moradores das margens dos rios.

O volume d’água no rio Machado vem mantendo o nível médio há três dias, porém caso ocorra chuvas regulares nas regiões de Cacoal, Pimenta Bueno e Rolim de Moura os riscos de enchentes aumentam.

As chuvas nas regiões de Alvorada do Oeste, Urupá e Mirante da Serra também contribuem para ocorrer enchente em alguns pontos de Ji-Paraná. É que os rios dessas regiões são afluentes do rio Urupá, que por sua vez tem a foz no rio Machado.

Ouro Preto do Oeste ganha agroindústria para abate de frangos

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A realização de um sonho transformou-se em negócio rentável para 43 mulheres da região central do Estado. Foi inaugurada no último sábado (28), em Ouro Preto do Oeste, a agroindústria de abate de frango – Abatedouro Vale-Ouro. Além de ser um forte incremento econômico para o município, a instalação da agroindústria contribuirá na geração de renda para várias famílias que criam a ave de forma informal.

O sonho começou com 23 mulheres que desde o ano de 2010 trabalharam muito para dar início às atividades que iriam mudar suas vidas. Primeiro elas utilizaram suas habilidades manuais e culinárias e venderam trufas de chocolate e ovos de páscoa que aprenderam a fazer através de cursos oferecidos pela Emater-RO. Com o dinheiro arrecadado compraram pintinhos e ração dando início à criação de frangos.

Para consolidar a atividade, as mulheres envolvidas criaram uma associação: a Associação de Mulheres da Agricultura Familiar (Amaf). Elas também conseguiram um terreno, construíram um barracão e assim que tiveram oportunidade adquiriram mais animais iniciando o processo produtivo.

Com a criação em andamento, essas mulheres sentiram a necessidade de um trabalho com mão de obra especializada. Com apoio da Emater-RO, elas participaram de cursos de boas práticas de fabricação, visitaram agroindústrias e, em 2018, com apoio da prefeitura local, por meio da secretaria municipal de agricultura, ganharam o primeiro Selo de Inspeção Municipal (SIM), que concedeu ao Abatedouro Vale-ouro o certificado de garantia da qualidade de seus produtos.

A consolidação veio através de um projeto de captação de recursos a fundo perdido, oferecido pela Fundação Banco do Brasil e executado pela Emater-RO. O recurso financeiro, no valor de R$ 245.673,95 foi destinado à ampliação das instalações e aquisição de equipamentos, inclusive de um veículo para transporte e comercialização da produção. A contra-partida da Associação, no valor de R$ 29.250.30, foi destinada para participação em cursos de capacitação técnica e infraestrutura da agroindústria (equipamentos de informática, plotagem, embalagem, aquisição de pintinhos, etc.).

Hoje, a Amaf conta com 43 sócios e já possui metas pré-estabelecidas. Até o ano de 2021 está previsto o abate de 500 aves semanais com diminuição dos custos de produção e aumento do controle zootécnico, garantindo assim, um produto de qualidade.

Com ordem de serviço assinada, obras de reforma e ampliação do Cemetron devem começar em dez dias

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Mais uma obra será executada pelo Governo de Rondônia para melhorar o atendimento à população. Na segunda-feira (2), no gabinete do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura e Serviços Públicos (DER), foi assinada a ordem de serviço para reforma e ampliação do Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron).

Com um investimento que ultrapassa a casa dos R$ 11 milhões, os serviços serão executados pela empresa vencedora do processo licitatório, Rair Construtora e Incorporadora LTDA , e fiscalizado pela Coordenadoria de Infraestrutura, Ações Urbanísticas e Serviços Públicos (Cinfra/DER). Segundo o coordenador da Cinfra, arquiteto Francisco Meleiro Neto, o projeto de reforma e ampliação foi realizado pelo setor de obras da Sesau e será fiscalizado pelo DER. “Legalmente, a empresa tem, a partir desta segunda-feira (2), um prazo de dez dias para começar efetivamente a obra”, informa o arquiteto do DER.

Ele também informou que o prazo de execução da obra é de 360 dias corridos, e conta com a ampliação do estacionamento e construção de três novos blocos que incluem auditório, administração, reservatório, necrotério, almoxarifado, UTI/CME, abrigo de geradores, quadros e transformadores além da reforma geral dos blocos existentes e guarita .

O prazo de vigência do contrato é de 540 dias. “A fiscalização do DER será intensa, iremos disponibilizar uma equipe para que faça revezamento e fique de plantão no local, nosso objetivo é cumprir a determinação do governador do estado de Rondônia, coronel Marcos Rocha, de garantir obras de qualidade, fazendo melhor uso dos recursos públicos, evitando desperdícios e erros na execução”, finaliza o coordenador.

Mutirão de exames preventivos de câncer de colo de útero é realizado na Zona Leste de Porto Velho

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Um mutirão será realizado nos próximos dias 5 e 6 março para a coleta de material para exames preventivos de colo uterino. A ação acontece na Zona Leste de Porto Velho em alusão ao Dia Internacional da Mulher.

Segundo a prefeitura da capital, o cadastramento para o exame será realizado das 7h30 às 9h30 na sede da Associação Assistencial e Educacional Dr. Aparício Carvalho, localizada na Rua dos Andrades, 10260, bairro Mariana.

Todas as mulheres devem ser atendidas na quinta (5) e sexta-feira (6). No entanto, caso o número de cadastradas passe da quantidade que a unidade consegue atender nesses dias, será realizado um agendamento para atendimento posterior.

Podem se cadastrar para a realização de exames gratuitos mulheres que já tenham iniciado a vida sexual. É necessário a apresentação de documentos como cartão do SUS, documento oficial com foto e comprovante de endereço.

Pré-requisitos para o exame preventivo:

  • Mulheres que já iniciaram vida sexual;
  • Não ter relações sexuais pelo menos 2 dias antes do exame;
  • Não usar pomadas ginecológicas pelo menos 2 dias antes do exame;
  • Não estar menstruada no dia do exame.

Documentos necessários:

  • Cartão do SUS;
  • Documento oficial com foto;
  • Comprovante de endereço.

Rondônia investiga um caso suspeito de coronavírus, diz Ministério da Saúde

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O Ministério da Saúde confirmou que Rondônia tem um caso suspeito de coronavírus, segundo balanço divulgado nesta segunda-feira (2). De acordo com a atualização, o estado não conta com casos confirmados ou descartados. No Amazonas, por exemplo, há um suspeito e outro descartado. No Brasil já são 433suspeitos ao todo.

A informação sobre a suspeita também foi confirmada pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesau) e pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa). Ainda não há mais detalhes sobre o paciente doente, mas a Agevisa e o secretário de Saúde, Fernando Máximo, devem comentar o caso na próxima terça-feira (3).

O ministério não apontou nenhum “caso provável”, ou seja, uma nova categoria incluída pela pasta entre as possíveis em seus balanços. Um caso provável será aquele do paciente que apresentar sintomas e tiver tido contato direto com uma pessoa que teve Covid-19 confirmado.

No início de fevereiro, dois casos em Rondônia chegaram a ser apontados como suspeitos pela Sesau, após dois moradores rondonienses viajarem até São Paulo e dividirem um táxi com um chinês. Depois que retornaram, o homem e a mulher apresentaram sintomas “sugestivos” ao coronavírus.

Mas, em uma postagem no Twitter, o ministro Luiz Henrique Mandetta afirmou que a pasta revisou os casos notificados em Porto Velho e os descartou.

Qual é a origem do coronavírus?

O novo vírus é apontado como uma variação da família coronavírus. Os primeiros foram identificados em meados da década de 1960, de acordo com o Ministério da Saúde.

O nome do vírus não foi definido pela organização. Temporariamente, recebeu a nomenclatura de 2019-nCoV.

A doença provocada pela variação originada na China foi nomeada oficialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como COVID-19, em 11 de fevereiro. Ainda não está claro como ocorreu a mutação que permitiu o surgimento do novo vírus.

Outras variações mais antigas de coronavírus, como SARS-CoV e MERS-CoV, são conhecidas pelos cientistas. Eles também chegaram aos humanos por contato com animais: gatos, no caso da Sars, e dromedários, no vírus Mers.

Veja a previsão do tempo em Rondônia nesta terça, 3

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A terça-feira (3) deve ser de tempo instável em Rondônia, de acordo com dados do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam). A previsão indica dia chuvoso em todo o centro norte do estado e a nebulosidade deve variar entre nublado e encoberto.

Em Porto Velho, os termômetros devem marcar mínima de 24ºC e máxima de 27ºC. A umidade relativa do ar na cidade pode oscilar entre 50% e 90%.

Em Ariquemes (RO), o dia deve amanhecer com mínima de 23ºC e a máxima de 30ºC. Assim como na capital, a umidade relativa do ar no município do Vale do Jamari deve oscilar entre 50% e 90%.

Já em Vilhena (RO), no sul do estado, a previsão é de que o dia amanheça com 21ºC e termine marcando 28ºC. A umidade do ar fica entre 55% e 95%.

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