back to top
quarta-feira, maio 6, 2026
Início Site Página 2033

Indígena Cinta Larga se forma em administração e vira orgulho da aldeia Tenente Marques, em RO

0

Virou motivo de orgulho na aldeia Tenente Marques, da etnia Cinta Larga, a conclusão do curso superior de Katyane Dias em Espigão do Oeste (RO). Aos 22 anos, ela se tornou a primeira indígena da aldeia a se formar em administração.

Em entrevista ao G1, a nova administradora conta que, quando tinha 6 anos de idade, o pai deixou a aldeia Tenente Marques em Espigão do Oeste para ela poder estudar em Cacoal (RO). ‘Meu pai queria me dar o estudo que ele não teve’, diz, feliz.

A escolha pelo curso de administração, segundo Katyane, aconteceu por conta da paixão pelas disciplinas de exatas.

” Sempre fui muito organizada, principalmente com os gastos do meu dinheiro. Mas confesso que quando criança queria ser médica veterinária”, fala.

Foram oito semestres intensos de estudo e, no fim de 2019, após entregar o Termo de Conclusão de Curso (TCC), Katyane diz ter sido tomada por uma emoção. E a emoção foi ainda maior no final de fevereiro, quando aconteceu a festa de formatura da jovem indígena.

1° diploma da aldeia

“Meu professor me informou que eu era a primeira da minha etnia a se formar em administração. Nossa, aquilo foi muito gratificante, pois eu seria a primeira Cinta Larga a ter faculdade. Com certeza um sentimento inexplicável, chorei muito, pois é uma honra poder carregar esse título. Lembro do meu pai falando que ele queria me dar o estudo que ele não teve, e foi com muita luta e vencendo várias barreiras que consegui me formar. Graças a ele, hoje sou a primeira da minha etnia a me formar e estou muito feliz”, diz Katyane.

Para Paulo Cinta Larga, o pai da Katyane, ter a filha formada vai além do orgulho em saber que ela pôde concluir os estudos.

” Ela inspira a minha outra filha e também a minha sobrinha que está estudando ainda. Eu nunca tive estudo e me esforcei para ela fazer medicina, mas ela não quis. Ela me falou que queria fazer administração. Ajudei no que pude. E e meu pai também estamos muito muito orgulhosos dela, é a primeira a se formar também na família”, diz pai de Katyane.

Obras da primeira etapa no Centro de Convenções Cidade da Cultura estão a todo vapor

0

O canteiro de obras no Centro de Convenções Cidade da Cultura, em Porto Velho, está a todo vapor com a primeira etapa do projeto em execução com os trabalhos de terraplanagem. O espaço, conhecido anteriormente como Parque dos Tanques, será um local fixo para todas as atividades culturais promovidas pelo Estado.

A ordem de serviço foi assinada pelo governador coronel Marcos Rocha em dezembro de 2019, e a obra iniciou em janeiro deste ano. O valor investido nesta etapa é de R$ 14,5 milhões, com recursos repassados pelo Ministério do Turismo (R$ 14.292.180,83) e contrapartida do Governo do Estado (R$ 207.819,17). O prazo de execução é de 540 dias corridos (18 meses), com previsão de conclusão para junho de 2021.

A primeira etapa compreende o Bloco 1: uma arquibancada para aproximadamente 10 mil pessoas; seis salas destinadas à Escola de Artes; quatro bares; dois auditórios com capacidade para 400 e 200 pessoas, respectivamente; três banheiros masculinos e femininos; rampas de acessibilidade; dois acessos pelo subsolo (do Bloco 1 para os outros a serem construídos na segunda etapa); calçamento externo e acessibilidade; execução de drenagem; guarita; combate à incêndio e Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA); área pavimentada de 35.687,11 metros²; estacionamento com 265 vagas convencionais e 31 preferenciais.

Segundo o técnico da Coordenação de Projetos da Superintendência Estadual da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel), Alexandre Costa de Araújo, é importante ressaltar que, para a execução da segunda etapa, haverá nova licitação após a conclusão deste primeiro bloco. “Tudo correndo conforme o previsto, a conclusão será no meio do ano que vem e aí é que será licitada a segunda etapa do projeto”.

Professoras de Rondônia vencem Olimpíada de Inglês e participam de imersão acadêmica e cultural

0

As professoras de Inglês da rede pública estadual de Rondônia, Alice do Nascimento Ramalho, da Escola Cordeiro de Farias, no município de Pimenta Bueno, e Raquel Martins Cangussu, da Escola Carlos Drummond de Andrade, no município de Presidente Médici, foram vencedoras da Olimpíada de Inglês 2019 e participaram de uma semana de imersão Acadêmica e Cultural na Língua Inglesa, um encontro dos 30 professores ganhadores, que ocorreu em Salvador  (BA).

O evento foi promovido pelo Regional English Language Office (Relo), da Embaixada dos Estados Unidos, e organizado pela Acbeu, da Bahia.

“Foi um grande evento que combinou estudos acadêmicos e programa cultural. Tivemos uma semana incrível, rica em conhecimentos. Todas as atividades foram pensadas com carinho nos mínimos detalhes para que nós, professores, tivéssemos uma semana inesquecível. O curso, a troca de experiências com outros professores foram recursos valiosos para novas ideias e novas técnicas de ensino”, disse a professora Raquel.

OLIMPÍADA

A Olimpíada de Inglês foi realizada pela EduSim, startup nova iorquina fundada por Jan Krutzinna,  numa parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), apoio da Nova Escola, do grupo Acbeu (Associação Cultural Brasil-Estados Unidos) e Escritório de Ensino de Língua Inglesa (Relo) e da Embaixada e Consulados dos Estados Unidos,  com o objetivo de estimular o ensino de inglês e o uso do idioma na prática.

A Olimpíada foi gratuita e contou com a participação de mais de 130 mil competidores. “Inovando a experiência de aprendizado a competição trouxe conteúdos de inglês alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), por meio da tecnologia de aprendizagem ChatClass, que funciona no WhatsApp”, detalhou a professora Vânia Sales da Silva.

A premiação tanto para professores quanto para estudantes do ensino básico (Fundamental e Médio) foi dividida por regiões do Brasil. Como reconhecimento, além do encontro realizado em Salvador, as professoras receberam de presente material de ensino de língua inglesa e uma bolsa de estudos do Office of English Language Programs.

Projeto retorna nesta quarta feira, no Mercado Municipal

0

O tradicional Tacacá Musical, projeto criado na gestão Hildon Chaves para fomento do turismo através da gastronomia e cultura local, retorna as atividades nesta quarta-feira (4), na Travessa Manelão, em frente ao Mercado Cultural, a partir das 17h. A atividade é coordenada pela Fundação Cultural (Funcultural).

A pausa temporária do projeto acontece todos os anos em função do período chuvoso em comum acordo com os expositores e comerciantes. Bem aceito pela população, o Tacacá Musical reestreia com exposição de artes e de artesanato com os trabalhos do grupo Afro Empreendedorismo e Venezuelanas.

Serão seis barracas de comidas típicas e duas de artesanatos. “É uma opção a mais na nossa cidade, um lugar descontraído, na região do centro histórico de Porto Velho que inclusive está mais agradável após a reforma do Mercado Cultural”, lembrou o presidente Ocampo Fernandes.

O show para o primeiro ‘Tacacá Musical’ deste ano ainda fica por conta do músico Marcell Lobato. Ao longo do ano outros nomes também devem passar pelo projeto.

CAPS infantojuvenil não atenderá neste dia 6, a partir das 14 horas

0

Na sexta-feira (6) não haverá atendimento ao púbico no CAPS infantojuvenil, a partir das 14h, devido ao serviço de dedetização que será realizado no local. Os atendimentos que estão marcados para o período da tarde nessa data serão readaptados para a próxima semana, com aviso prévio aos pacientes.

O CAPS infantojuvenil conta com vários tipos de atendimentos e se constitui em serviço ambulatorial de atenção diária, para atendimento da população na faixa etária compreendida entre os 5 aos 16 anos e 11 meses, com funcionamento diurno, de segunda a sexta-feira, conforme agendamento, das 7h às 19h, à rua Matrinxã, 665, bairro Lagoa.

O atendimento é voltado aos pacientes que apresentem psicoses (alucinações, delírios, mudança muito brusca e incompreensível do comportamento); depressão constante grave; ansiedade constante grave; problemas emocionais constantes e graves que comprometam o dia-a-dia do usuário, além de crianças e adolescentes com alteração importante do comportamento ou intenso sofrimento psicológico.

Os usuários que necessitem apenas de acompanhamento psicológico devem ser referenciados para as faculdades de psicologia, com clínicas de atendimento comunitário.

Os CAPS contam com equipe técnica multiprofissional e desenvolvem dentre outros, atendimento individual; atendimento em grupos (psicoterapia, grupo operativo, atividades de suporte social, entre outras); atendimento em oficinas terapêuticas; visitas domiciliares; atendimento à família; atividades comunitárias enfocando a integração do doente mental na comunidade e sua inserção familiar e social.

Prefeitura informa número de vagas disponíveis para motoristas do transporte escolar

0

A Prefeitura de Porto Velho divulgou nesta segunda-feira (02/3), a relação anexa ao edital de chamamento público de processo seletivo simplificado, informando o quadro geral de vagas para candidatos (motoristas) interessados em conduzir os ônibus que farão o transporte escolar rural no Município.

Nesse anexo, além de constar a quantidade de vagas para condutores, também é informado o nome da escola a ser atendida, onde ela está localizada, a quilometragem diária e a rota a ser percorrida pelo motorista.

Confira mais as informações aqui.

Procuração geral e irrestrita não permite venda de imóvel não especificado

0
Gavel concept auction good product like home property

A procuração com poderes gerais e irrestritos não serve para alienação de imóvel não especificado, uma vez que não atende o requisito de especialidade exigido pelo Código Civil.

O entendimento é da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça ao declarar a nulidade de escritura de compra e venda de imóvel por entender que, embora o negócio tenha sido feito com base em procuração que concedeu poderes amplos, gerais e irrestritos, tal documento não especificava expressamente o bem alienado.

“A outorga de poderes de alienação de todos os bens do outorgante não supre o requisito de especialidade exigido por lei, que prevê referência e determinação dos bens concretamente mencionados na procuração”, afirmou a ministra Nancy Andrighi, relatora do recurso.

Na ação que deu origem ao recurso, o dono do imóvel afirmou que outorgou procuração ao irmão para que este cuidasse do seu patrimônio enquanto morava em outro estado. Posteriormente, soube que um imóvel foi vendido, mediante o uso da procuração, para uma empresa da qual o irmão era sócio, e ele mesmo — o proprietário — não recebeu nada pela operação.

A sentença julgou improcedente o pedido de anulação da escritura e aplicou multa por litigância de má-fé ao autor da ação. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais manteve a decisão, mas afastou a multa.

No recurso especial, o autor afirmou que o negócio é nulo porque foi embasado em procuração outorgada 17 anos antes, sem a delegação de poderes expressos, especiais e específicos para a alienação do imóvel, cuja descrição precisaria constar do documento.

A ministra Nancy Andrighi, relatora do recurso, considerou que, de acordo com o artigo 661 do Código Civil, a procuração em termos gerais só confere poderes para a administração de bens do mandante.

Ela citou doutrina em reforço do entendimento de que atos como o relatado no processo — venda de um imóvel — exigem a outorga de poderes especiais e expressos, incluindo a descrição específica do bem para o qual a procuração se destina.

“Os poderes expressos identificam, de forma explícita (não implícita ou tácita), exatamente qual o poder conferido (por exemplo, o poder de vender). Já os poderes serão especiais quando determinados, particularizados, individualizados os negócios para os quais se faz a outorga (por exemplo, o poder de vender tal ou qual imóvel)” — explicou a ministra sobre a exigência prevista no parágrafo 1º do artigo 661 do CC/2002.

A relatora destacou que, de acordo com os fatos reconhecidos pelo TJ-MG no caso julgado, embora a procuração fosse expressa quanto aos poderes de alienar bens, não foram conferidos ao mandatário os poderes especiais para vender aquele imóvel específico. Com informações da assessoria de imprensa do STJ.

REsp 1.836.584

Quem comprou um iPhone 6 ou 7 tem direito a receber uma grana da Apple nos EUA

0

A Apple foi condenada a reembolsar parte do dinheiro pago por consumidores dos Estados Unidos que usaram um iPhone antigo atualizado para o iOS 10.2.1 ou que tenha usado o iPhone 7 ou 7 Plus no iOS 11.2 ou posterior. Os pagamentos podem somar até US$ 500 milhões (R$ 2,2 milhões) e dependem da quantidade de dispositivos elegíveis.

Calcula-se que cada usuário com direito ao reembolso possa receber cerca de US$ 25, valor que pode aumentar ou diminuir dependendo da quantidade de consumidores atingidos. A decisão do juiz Edward Davila, de San Jose, na Califórnia, exige que a companhia some ao menos US$ 310 milhões em pagamentos.

O caso envolve a questão da redução de performance nos dispositivos da Maçã ao receberem uma nova versão do sistema operacional. Segundo a companhia, essa redução era necessária para evitar desligamentos inesperados por falta de bateria em aparelhos antigos. A empresa tentou reverter a frustração dos usuários oferecendo troca de bateria a preço reduzido e uma atualização que permitiria ao usuário escolher se manteria a performance total ou reduzida em seu telefone. No entanto, os esforços foram insuficientes e foram abertos ao menos 32 processos contra a Apple pelo caso.

Até o momento, a companhia não se pronunciou sobre a derrota na Justiça. Os pagamentos afetam apenas consumidores dos Estados Unidos que tenham um iPhone 6, 6 Plus, 6s, 6s Plus, 7, 7 Plus ou SE, e que tenham rodado a versão do iOS 10.2.1.

‘Chocolate Yanomami’ é aposta para evitar que garimpeiros recrutem jovens indígenas na Amazônia

0

Para evitar que jovens indígenas sejam recrutados para garimpos ilegais, os povos que vivem na Terra Yanomami passaram a investir na produção de chocolate. O cacau usado no doce é nativo dos municípios de Amajarí e Barcelos, em Roraima e Amazonas.

Com a produção do chocolate, feito apenas com cacau e rapadura orgânica, os índios pretendem criar um impacto econômico na região nos próximos cinco anos e, assim, mostrar aos mais jovens que existem possibilidades para geração de renda fora dos garimpos.

O produto é desenvolvido pelas comunidades indígenas Yanomami e Ye’kuana com apoio do Instituto Socioambiental (ISA) e supervisão do especialista em chocolate César de Jesus Mendes, o De Mendes.

“Este cacau diferente e natural só existe porque os índios estão protegendo a floresta e manejando ela há milhares de anos”, explica Moreno Martins, representante do ISA, em Boa Vista.

Em Roraima não há garimpos legalizados. No entanto, a Fundação Nacional do Índio (Funai) estima que há entre 7 e 10 mil garimpeiros atuando na terra Yanomami. Para se ter uma ideia, em três anos o estado exportou 771 kg de ouro – a alta é considerada um recorde no último ano.

“Há muitos garimpeiros que chegam armados e com grandes quantidades de dinheiro nas comunidades indígenas aliciando os jovens para irem trabalhar no garimpo”, frisa Martins.

A exploração ilegal na região já foi denunciada em carta aberta pelos povos indígenas. Eles apontaram o risco de massacre e exigiram a saída de garimpeiros da terra. A Terra Indígena Yanomami é a maior do país, com quase 10 milhões de hectares e população de 27 mil índios.

A primeira safra do cacau Yanomami rendeu mil barras de chocolate. O produto foi apresentado em dezembro de 2019 no Mercado de Pinheiros, em São Paulo, e esgotou logo no lançamento. Uma segunda remessa deve ser lançada ainda no primeiro semestre de 2020 com um acréscimo de até 50% na produção.

O cacau usado no “Chocolate Yanomami” pode ser ainda uma descoberta inédita. De acordo com o especialista em chocolates, De Mendes, existem mais de 35 mil tipos de cacau no mundo, todos com características específicas de sabor, textura, quantidade de polpa e sementes.

No caso do fruto nativo da Terra Yanomami, as características vão além da fertilidade da floresta amazônica.

“Tem notas de amêndoas, que é um sabor doce, tem um cheiro bastante adocicado também. É muito saboroso, lembra nozes e frutas secas. Sensorialmente falando, ele é muito elegante e sofisticado”, descreve o especialista.

Ritual do cacau Yanomami

A receita para se chegar ao Chocolate Yanomami leva 69% de cacau, 2% de manteiga de cacau e 21% de rapadura orgânica – um tipo doce de cana-de-açúcar com sabor similar ao de açúcar mascavo.

A versão indígena da iguaria à base do elixir dos deuses – nome científico do cacau – foi desenvolvida por De Mendes.

O cacau passa por um verdadeiro ritual antes de se tornar o chocolate: os frutos são colhidos e depois separam-se os verdes dos muito maduros. Os selecionados são quebrados e fermentados por até nove dias, depois expostos ao sol para secar. Tudo no meio da floresta.

A produção indígena é transportada à cidade de Santa Bárbara, no Pará, onde fica a fábrica de chocolates de De Mendes. Já a rapadura orgânica é produzida por um movimento de sem terras do Paraná.

“O açúcar tradicional não oferece nutrientes, é só caloria, por isso escolhemos esta rapadura para este chocolate”, explicou De Mendes. É na fábrica que a mistura ganha o formado da barra de chocolate.

Oficinas para indígenas

Visando um aumento na produção e impactos reais na economia em até cinco anos, os indígenas estão começando a plantar o cacau. Para isso, eles têm participando de oficinas desde 2018 com o especialista em chocolate, que os ensina a manejar a arvore que dá o fruto.

As aulas ocorrem na comunidade Waikas, em Amajarí, e costumam durar até doze dias. Entre homens, mulheres e crianças de todas as idades, são reservadas 50 vagas para que os indígenas aprendam a como fazer a poda e limpeza do cacaueiro. Uma nova oficina está programada para abril deste ano.

De Mendes também trabalha com pesquisas sobre chocolate e acredita que o fruto usado para produzir o chocolate Yanomami ainda não está catalogado. O fruto tem como características específicas a casca fina, grande quantidade de polpa e baixa acidez, o que é incomum na Amazônia.

Nativo da Amazônia brasileira, o cacau já se espalhou por outros lugares, como na Mata Atlântica. Para adaptar o cacaueiro em novos biomas, os produtores precisaram fazer cruzas genéticas – híbridos – do fruto, que resultaram em diversas ramificações.

Um iPhone consegue tirar fotos melhores que uma câmera profissional?

0

Recentemente, o iPhone 11 Pro estampou manchetes ao ser utilizado para filmar o novo clipe de Lady Gaga, ‘Stupid Love’. Com o vídeo, a Apple aproveitou para exaltar a qualidade da câmera do smartphone e compará-la a uma câmera profissional.

O mercado de smartphones avançou muito nos últimos anos, principalmente no quesito fotografia. A equipe do Yahoo! foi dar uma volta por São Paulo para tirar algumas fotos com uma câmera Canon 5D Mark II e um iPhone 11 Pro – produtos de faixas de preço semelhantes. Afinal, qual fotografa melhor?

O primeiro teste que nós fizemos foi o de contraste, enquadrando uma flor com o céu claro de fundo. A foto do iPhone preserva muito mais detalhes, mantendo os contornos das nuvens visíveis juntamente com o objeto em primeiro plano. Na foto da Canon, porém, o céu sai excessivamente claro.

Outro teste foi o de profundidade. Um truque que já ficou comum entre celulares é o do modo retrato, que usa software para separar o primeiro do segundo plano e deixar o fundo desfocado. Dá pra fazer o mesmo com uma câmera profissional graças à lente maior. Mas qual faz melhor?

A câmera profissional dá um baile no iPhone e permite mais níveis de desfoque, além de preservar mais detalhes e separar melhor o primeiro do segundo plano. O software do celular, por sua vez, comete mais falhas, misturando o primeiro e o segundo plano, deixando vazamentos que mostram que o efeito é artificial.

Na captura de movimentos, a diferença entre a Canon e o iPhone é mais técnica. Com uma câmera profissional, você pode regular o tempo de exposição, o que permitido ao fotógrafo escolher se ele quer capturar movimentos de forma nítida ou com um borrão.

No caso do iPhone, você não tem escolha. A Apple – e a maioria dos smartphones – mantém o obturador travado na maior velocidade possível, com o objetivo de tirar a foto mais nítida, sem borrões indesejados. Em contrapartida, em algumas fotos, não dá para saber se o objeto está se movendo ou parado.

Já no escuro, a Canon tira fotos mais bem definidas que o iPhone. Mas para chegar nesse resultado, você gasta mais tempo configurando a câmera para balancear a entrada de luz e nitidez das imagens. Já no celular, o resultado vem automaticamente – o iPhone faz tudo por você -, mas nem sempre acerta.

Uma câmera profissional é ideal para quem quer aprender a fotografar e experimentar os diferentes recursos que o dispositivo oferece. Mas se você só quer bombar no Instagram, pode confiar no seu celular. Ele dá conta do recado.

RolimCast debate autismo em Rolim de Moura com Angélica Cristina e Caroline Azevedo da Abrace

RolimCast mostra a realidade do autismo e o trabalho da Abrace em Rolim de...

0
Caroline Azevedo relata desafios das famílias, direitos, acolhimento e apoio a cerca de 300 atendidos
memorando EUA e Irã

EUA e Irã avançam em memorando para encerrar guerra no Golfo

0
Negociação mediada pelo Paquistão pode abrir caminho para suspender bloqueios, sanções e restrições no estreito.
PrevCast debate câncer de pulmão, riscos, tabagismo e rastreamento com especialistas

PrevCast debate prevenção do câncer de pulmão e importância do rastreamento

0
Especialistas explicam riscos, diagnóstico precoce, tabagismo e rastreamento por imagem em grupos de risco
frutas frescas por mais tempo

Cientistas criam técnica natural que ajuda frutas a durarem mais

0
Pesquisa testa lavagem biodegradável que reduz resíduos, preserva qualidade e pode diminuir desperdício.
Arroz de forno para o Dia das Mães em travessa de vidro com queijo gratinado e salada

Faltam 4 dias para o Dia das Mães: arroz de forno facilita o almoço...

0
Travessa completa ajuda a organizar a refeição com ingredientes simples e pouco trabalho