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segunda-feira, maio 4, 2026
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Site do Detran permite consulta a multas e pontos da CNH

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SÃO PAULO, SP, 27.06.2019: RENOVAÇÃO-CNH - O motorista que precisar renovar a sua CNH não será mais necessário sua ida a um Departamento Estadual de Trânsito de Sao Paulo (Detran-SP). O serviço poderá ser solicitado pelo site do órgão, que reaproveitara a última coleta biométrica do cidadão e emitira automaticamente a Carteira de Habilitação (CNH). Para receber o documento em casa será necessário agendar os exames médico e psicotécnico também pelo portal do Detran-SP, posteriormente ir a clínica e pagar a taxa de emissão e envios pelos Correios no valor de R$ 54,77. (Foto: Adriana Toffetti/A7 Press/Folhapress)

Site do Detran permite consulta a multas e pontos da CNH. Motoristas que desejam conferir os pontos existentes na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou as multas relacionadas ao veículo podem realizar a consulta de forma 100% online. O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) oferece o serviço por meio de seu portal www.detran.sp.gov.br e do aplicativo gratuito “Detran.SP” disponível para tablets e smartphones. Baixe o Aplicativo Gratuito do Portal Mix Vale

Detran: Validade da CNH do Detran poderá ser aumentada

No site, após fazer login, o usuário encontra essas informações no painel chamado “Meu Detran”, que carrega automaticamente na tela e traz os principais indicadores relacionados à habilitação e a até cinco veículos registrados no CPF do condutor.

A ferramenta mostra se a habilitação do motorista está regular ou suspensa, categoria, data de vencimento, se há pontuações e possibilidade de apresentar recurso ou fazer indicação de condutor de multas aplicadas pelo Detran.SP. Referente aos veículos consta se o licenciamento e o IPVA estão em dia, quantidade de multas e débitos pendentes, mês de licenciamento e existência de bloqueios ou outras restrições.

CNH gratuita vira tema de novos golpes online

Quem prefere utilizar o celular ou o tablet, é só fazer o download gratuito do aplicativo “Detran.SP” nas lojas Google Play ou Apple Store. Na interface do app, disponível para os sistemas Android e iOS, o usuário deve clicar nos ícones “Meus veículos” e em “Pontos na CNH” para obter as informações.

É preciso ter cadastro prévio para acessar os dados no portal e no aplicativo. Em www.detran.sp.gov.br, no topo da página, é só clicar em “Entre ou Cadastre-se”, informar o CPF e seguir o passo a passo para criar uma senha. O mesmo cadastro pode ser utilizado para logar no app, que também permite criar cadastro por ele.

Serviços eletrônicos – Ao todo, o Detran.SP oferece 36 serviços online em seu portal www.detran.sp.gov.br. Na página, o cidadão pode fazer procedimentos relacionados a Carteira Nacional de Habilitação (como 2ª via e PID), veículos (pesquisa de débitos e restrições) e infrações (consulta de multas e solicitação de recurso de penalidade), entre outros. Basta fazer cadastro e criar login e senha de acesso pessoal.

O Detran.SP oferece, ainda, três aplicativos gratuitos para tablets e smartphones, com diversas funcionalidades, como: solicitar 2ª via da CNH e acompanhar a emissão do documento; indicação de condutor por selfie; consultar multas do próprio veículo e débitos de veículos de terceiros; treinar para a prova teórica; além do jogo educativo do Clube do Bem-te-vi. Os aplicativos estão disponíveis para as plataformas Android e iOS.

Direito ao novo Seguro Desemprego: Confira

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Direito ao novo Seguro Desemprego: Confira. As faixas para o cálculo do seguro-desemprego foram reajustadas em 4,48%, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado de janeiro a dezembro de 2019, divulgado pelo IBGE. Com isso, a parcela máxima a ser paga ao trabalhador — que era de R$ 1.735,29 — sobe para R$ 1.813,03. Baixe o Aplicativo Gratuito do Portal Mix Vale

Para calcular o valor das parcelas, é considerada a média de salários do trabalhador dos últimos três meses anteriores à dispensa. A questão é que ninguém pode receber menos do que o salário mínimo. Como o piso nacional foi reajustado em 4,1% na virada do ano, o pagamento mínimo do seguro-desemprego subiu de R$ 998 para R$ 1.039.

Tempo no Seguro Desemprego pode ser contado para Aposentadoria?

Veja como fica o cálculo

Para calcular o valor das parcelas, é considerada a média dos salários dos últimos três meses anteriores à dispensa.

Para quem ganhava, em média, até R$ 1.599,61 — Multiplica-se o salário médio por 0,8 (80%), não podendo o pagamento ser inferior ao salário mínimo (R$ 1.039).

Para quem ganhava, em média, de R$ 1.599,62 a R$ 2.666,29 — O que exceder a R$ 1.599,61 multiplica-se por 0,5 (50%) e soma-se a R$ 1.279,69.

Acima de R$ 2.666,29 — O valor da parcela será de R$ 1.813,03 invariavelmente.

Número de parcelas a receber

O pagamento do benefício é feito em de três a cinco parcelas, dependendo do número de meses em que o trabalhador teve vínculo empregatício e se esta é a primeira, a segunda ou a terceira solicitação feita.

Primeira solicitação

Se a pessoa tinha de 12 a 23 meses comprovados de vínculo empregatício no período de referência, ela receberá quatro parcelas. Se o trabalhador comprovar 24 meses ou mais, receberá cinco prestações.

Segunda solicitação

Se o empregado tinha entre 9 e 11 meses de vínculo formal no período de referência, terá direito a três parcelas. Se comprovar de 12 a 23 meses de contrato, ganhará quatro prestações. Caso tenha somado 24 meses ou mais de emprego, fará jus a cinco parcelas.

Terceira solicitação

Três parcelas serão devidas ao trabalhador que teve de 6 a 11 meses de vínculo empregatício no período de referência. No caso de 12 a 23 meses comprovados de registro formal, o pagamento será de quatro prestações. O governo federal pagará cinco parcelas a quem comprova a partir de 24 meses de emprego.

Confira os documentos necessários para poder dar entrada no Seguro Desemprego

Para pedir o seguro-desemprego, é preciso apresentar os seguintes documentos:

– Guias do seguro-desemprego conforme Resolução 736 do Codefat (Empregador Web)

– Cartão do PIS-Pasep, extrato atualizado ou Cartão do Cidadão

– Carteira de trabalho (todas as que o requerente tiver)

– Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho (TRCT) quitado

– Documentos de identificação (carteira de identidade; certidão de nascimento ou de casamento; Carteira Nacional de Habilitação (CNH); passaporte; ou certificado de reservista)

– Três últimos contracheques, dos três meses anteriores ao mês de demissão

– Documento de levantamento dos depósitos do FGTS (CPFGTS) ou extrato comprobatório dos depósitos ou relatório da fiscalização ou documento judicial (Certidão das Comissões de Conciliação Prévia / Núcleos Intersindicais / Sentença / Certidão da Justiça)

– Comprovante de residência

– Comprovante de escolaridade

*Para vínculos trabalhistas com mais de um ano de duração e data da demissão anterior à 11/11/2017. É obrigatório apresentar a TRCT homologada.

Onde requerer

O trabalhador pode solicitar o benefício nas Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego, nos postos do Sistema Nacional de Emprego (Sine) ou pelo site Emprega Brasil.

No período em que estiver recebendo o seguro-desemprego, o trabalhador não poderá receber outra remuneração oriunda de vínculo empregatício formal ou informal.

Anvisa só inspeciona aviões da China quando suspeita de coronavírus é notificada

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Medical staff members wearing protective clothing to help stop the spread of a deadly virus which began in the city, walk at the Wuhan Red Cross Hospital in Wuhan on January 25, 2020. - The Chinese army deployed medical specialists on January 25 to the epicentre of a spiralling viral outbreak that has killed 41 people and spread around the world, as millions spent their normally festive Lunar New Year holiday under lockdown. (Photo by Hector RETAMAL / AFP)

O presidente substituto da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, informou nesta segunda-feira, 27, que o órgão ainda não faz a inspeção de todas as aeronaves que chegam da China, epicentro do coronavírus.

Segundo o Torres, a vigilância sanitária será chamada para uma análise mais detalhada apenas se for notificada presença de pessoa com suspeita de coronavírus, o que ainda não aconteceu em voos que chegaram ao Brasil.

“A notificação (de casos suspeitos) não é uma opção do comandante. É compulsória. Nos casos em que é feita a notificação, a equipe terá acesso ao veículo. Vai efetuar triagem inicial”, disse o presidente substituto do órgão.

Se houver suspeita, a abordagem da Anvisa poderá, por exemplo, isolar o voo e levar os passageiros a um local seguro. Eles poderão ser monitorados por equipes de vigilância sanitária nos dias seguintes. A abordagem da agência, no entanto, dependerá de cada caso, segundo Torres.

“Os riscos existem. Estamos diante de situação de um agente viral levando a graves consequências de saúde. Estamos buscando melhor forma de lidar”, declarou ele.

Para o presidente substituto da Anvisa, as regras da agência são suficientes, até agora, para acompanhar o avanço da doença. “É óbvio que, se amanhã ou hoje à noite identificarmos que algo precisa ser acionado, vamos mobilizar recursos disponíveis. É uma situação dinâmica”, disse Torres.

Apesar de a Organização Mundial da Saúde (OMS) passar a classificar como “elevado” o risco internacional do coronavírus, Torres disse que a Anvisa ainda não irá mudar a forma de monitorar a doença.

Ele listou como uma das medidas já tomadas pela Anvisa a leitura em alto-falantes de aeroportos de informações sobre a doença. Disse ainda que a agência criou um grupo de trabalho, mas não informou quantos membros participam.

A Anvisa também fará uma reunião na terça-feira, 28, com empresa aéreas no Rio de Janeiro. A ideia é orientar sobre formas de detecção de casos suspeitos e de proteção a equipes que atuam na limpeza da aeronave. Uma conversa já foi feita com companhias de São Paulo.

Até o momento, o Brasil não registrou casos de coronavírus. Todas as suspeitas levantadas no País foram descartadas pelo Ministério da Saúde por não se enquadrarem nos parâmetros da Organização Mundial da Saúde (OMS). Para se enquadrar, é preciso apresentar sintomas de crise gripal como febre, dificuldade para respirar e tosse. Também se enquadram pessoas que viajaram para a cidade chinesa de Wuhan e que tiveram contato com pessoas com suspeita ou confirmação de infecção.

A pasta, porém, colocou o País em alerta para o risco de transmissão. De acordo com o governo, o Brasil entrou no nível de alerta é 1, que é inicial, em uma escala que vai de 1 a 3. O nível mais elevado é ativado quando são confirmados casos transmitidos em solo nacional.

Universidades suspendem processos seletivos até que dúvidas sejam respondidas

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Pelo menos três universidades federais do País decidiram suspender seus processos seletivos até que o Ministério da Educação (MEC) comprove ter superado todas as falhas na correção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As instituições têm modelos próprios de ingresso, mas utilizam a nota do exame para compor a o processo de seleção. São os casos da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), de Santa Catarina (UFSC) e do Pará (UFPA).

No domingo, 23, a presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), desembargadora Therezinha Cazerta, manteve a decisão que suspendeu a divulgação dos resultados do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Para ela, os entendimentos da Justiça Federal de São Paulo “nada mais fizeram do que proteger o direito individual dos candidatos do Enem a obterem, da administração pública, um posicionamento seguro e transparente a respeito da prova que fizeram”.

O Sisu seleciona ingressantes para mais de 235 mil vagas em 128 instituições públicas de ensino do País. Apesar de os alunos terem se inscrito (o prazo terminou neste domingo, 26), a divulgação está suspensa pela Justiça Federal.

A decisão de suspender a seleção pelos outros processos, além do Sisu, parte de uma preocupação das universidades em relação à correção das provas do Enem. O MEC diz ter encontrado erros nos testes de 5.974 candidatos, de um total de 3,9 milhões de participantes. Apesar de garantir que o problema foi superado, o ministério não apresentou ainda nenhum documento ou nota técnica que assegure a correção ou que mais nenhum aluno tenha sido prejudicado.

A Unifesp, por exemplo, previa divulgar nesta segunda-feira, 27, o resultado do vestibular misto (sistema que utiliza a nota do Enem e do vestibular próprio), que seleciona ingressantes para os cursos de Medicina, Engenharia Química e Ciências Biológicas. A divulgação foi suspensa por tempo indeterminado. “Assim que o Inep/MEC responder aos questionamentos que compõem a decisão liminar e a questão for resolvida, a universidade divulgará as listas dos processos seletivos afetados”, diz em nota a instituição.

A UFSC que tem um processo seletivo para vagas suplementares reservadas para cotas raciais também suspendeu o cronograma. “Em razão da indefinição quanto à divulgação das notas do Enem e da classificação pelo Sisu, somente após a informação oficial e definitiva repassada pelo Inep/MEC), serão publicados o cronograma e os procedimentos de matrícula para essas modalidades de ingresso na UFSC”, diz a nota. O mesmo foi decidido pela UFPA, que usa a nota do Enem como um dos critérios de avaliação na seleção de ingressantes.

Prejuízos

A suspensão da divulgação das notas do Sisu pode prejudicar o calendário letivo das universidades federais, que terão o período de matrículas alterado e consequentemente o início das aulas. O Estado apurou que o cronograma atual do Sisu já é considerado apertado pelas instituições de ensino, que há anos pedem ao MEC para que as notas do Enem e o sistema de seleção sejam adiantados para que possam ter mais tempo para matricular os estudantes.

Em nota, a Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições Federais de Ensino (Andifes) diz que, apesar do prejuízo ao calendário, acredita ser necessário o procedimento para que se tenha garantida de que os resultados estão corretos. “Pautadas na transparência, mérito e pelo dever de justiça com todos os candidatos, as universidades federais terão todo compromisso para efetivar as matrículas dos alunos aprovados a partir da confirmação dos resultados das notas do Enem, que devem ser corretos, em respeito aos padrões mais elevados de justiça.”

O atraso também afeta outros programas, como o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Financiamento Estudantil (Fies), que são opções de acesso ao ensino superior privado para os estudantes que não conseguiram uma vaga nas instituições públicas.

Para os técnicos e parte da alta cúpula do ministério, a suspensão do sistema e a exigência de que seja comprovado que as notas dos candidatos estão corretas pode ser a melhor alternativa para o governo federal. Eles temem que a correção e o sistema continue sendo questionado judicialmente, colocando em xeque a credibilidade e segurança da prova.

MEC suspende início das inscrições para o Prouni

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Estudantes fazem segundo dia de provas do ENEM, na UERJ

Inicialmente programadas para terem início nesta terça-feira (28), as inscrições para o Programa Universidade para Todos (Prouni) foram suspensas pelo Ministério da Educação nesta segunda-feira (27). O ministério ainda não estipulou nova data.

A decisão foi tomada após o Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região suspender a divulgação do resultado das inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Segundo o MEC, o cronograma do do Sisu e o do Prouni, ambos programas de acesso à educação superior, só serão divulgados após uma decisão final da justiça.

O Sisu oferta vagas em instituições públicas de ensino superior. Já o Prouni oferta bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior. Mas ambos utilizam notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Como foi comprovada a falha na correção (http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2020-01/inep-encontra-inconsistencia-em-correcao-do-enem) de algumas provas do Enem, a justiça atendeu o pedido da Defensoria Pública da União (DPU) de suspender a divulgação dos resultados do Sisu. A ideia é não comprometer a transparência e a lisura do procedimento que dá acesso às vagas, seja de um programa, seja de outro.

Segundo a DPU, em seu pedido, a revisão das notas pode provocar alteração nos resultados finais de todos os candidatos. E essa alteração, ainda que de décimos, pode ser a diferença entre conseguir ou não a vaga pretendida.

O MEC, no entanto, vai disponibilizar aos estudantes a consulta de bolsas do Prouni, uma vez que se trata apenas de uma informação. Com isso, a consulta das mais de 251 mil bolsas relativas ao processo seletivo 1/2020 já está aberta.

Trump vai anunciar plano de paz para o Oriente Médio

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O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, anuncia nesta terça-feira (28) seu plano de paz para o Oriente Médio, que tem o objetivo de resolver o conflito entre Israel e Palestina.

O anúncio foi confirmado ontem, no início de uma reunião com o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, na Casa Branca. O presidente afirmou que vai anunciar o que chamou de “grande plano” em relação à disputa entre Israel e Palestina,.

Trump disse ainda que está disposto a mediar o impasse das conversações de paz no Oriente Médio, oferecendo o que chamou de “acordo do século”. Acrescentou que, provavelmente, de início, os palestinos podem não gostar do plano, mas acredita que, com o tempo, passem a apoiá-lo.

Analistas preveem que o plano será favorável a Israel.

*Emissora pública de televisão do Japão

Segurança foi um ‘compromisso’ de Bolsonaro, diz Moro

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O ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou nesta segunda-feira, 27, que o presidente Jair Bolsonaro, ainda em 2018, assumiu com ele o “compromisso” de integrar ações das áreas da Justiça e da Segurança Pública no “superministério” que o ex-juiz assumiu no atual governo. “Foi o compromisso que eu e Bolsonaro fizemos em 1.º de novembro (de 2018), quando ele me convidou (para ser ministro)”, disse Moro.

A declaração do ministro da Justiça diverge do que disse o presidente. “Se for criado (o Ministério da Segurança Pública), aí ele (Moro) fica na Justiça. É o que era inicialmente. Tanto é que, quando ele foi convidado, não existia ainda essa modulação de fundir (a pasta da Justiça) com o Ministério da Segurança”, afirmou Bolsonaro.

“Fui convidado, falei com ele (Bolsonaro) que os ministérios da Justiça e da Segurança Pública têm uma série de atribuições, mas o foco principal tem que ser o combate à criminalidade organizada, corrupção e criminalidade violenta. Essa era a ideia dele também”, afirmou Moro durante entrevista concedida ao programa Pânico, da rádio Jovem Pan. No governo Michel Temer, as duas pastas eram separadas e a Polícia Federal era subordinada ao Ministério da Segurança Pública.

Na semana passada, Bolsonaro anunciou que poderia recriar a pasta de Segurança Pública, o que reduziria o poder de Moro no governo. Depois de forte reação de aliados, no entanto, o presidente recuou da ideia de esvaziar a pasta da Justiça.

Moro afirmou ainda que não conversou pessoalmente com Bolsonaro sobre a polêmica da semana passada. “Ele (Bolsonaro) deu uma declaração categórica de que a chance (de recriar o Ministério da Segurança Pública) era zero. Para mim, está encerrado. Pode ser que, no futuro distante, possa se cogitar isso (dividir o Ministério da Justiça). Não acho uma ideia muito boa. Falei com parlamentares da bancada da segurança pública que os ministérios são mais fortes juntos do que separados”, disse o ministro.

“Eu nunca falei nada. O próprio presidente disse que esse negócio está encerrado. É um trabalho duro e os dados são positivos”, continuou Moro. “Antes de ser ministro, tenho 22 anos de magistratura. Tive processos envolvendo Fernandinho Beira-Mar, conhecemos a segurança pública profundamente. Boa parte da violência está vinculada ao crime organizado. Se você combate o crime organizado, tem reflexo disso nos crimes em geral.”

Questionado sobre a eleição presidencial de 2022, o ministro disse que, por “questão de lealdade”, apoiaria a candidatura de Bolsonaro à reeleição. “Eu já falei um milhão de vezes, vou ter que tatuar na testa. O presidente já apontou que pretende (disputar a) reeleição. Sou ministro do governo, vou apoiar Bolsonaro. O presidente está dando apoio às políticas da pasta.”

Moro defendeu ainda a manutenção de Hamilton Mourão na vice em uma chapa em 2022. “(Mas) quem vai decidir o vice é o presidente”, afirmou o ministro, que já teve o nome ventilado para ser candidato a vice de Bolsonaro na próxima disputa pelo Palácio do Planalto.

Supremo

O ministro da Justiça também disse considerar “natural” uma eventual indicação de seu nome para a vaga do ministro Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal (STF). O decano deixará o tribunal no fim do ano e Bolsonaro já prometeu indicá-lo para uma cadeira na Corte. “É uma perspectiva interessante, natural na minha carreira. A escolha cabe ao presidente. Ele tem a possibilidade de me indicar, mas se fala do Jorge Oliveira (ministro da Secretaria-Geral da Presidência), do AGU (advogado-geral da União, André Mendonça), tem outros nomes”, declarou.

O ex-juiz da Lava Jato voltou a criticar a mudança de entendimento do STF sobre prisão após condenação em segunda instância – a decisão beneficiou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado por Moro. “O correto era ter cumprido toda a pena dele. “Com respeito ao Supremo, o julgamento foi um retrocesso. Vou tentar ajudar o Congresso a aprovar projetos para retomar a prisão em segunda instância.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Irritado com “voo particular”, Bolsonaro deve rever uso de aviões da FAB

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O presidente Jair Bolsonaro deve pedir a auxiliares que revisem as regras de uso de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) após o secretário executivo da Casa Civil, Vicente Santini, utilizar uma aeronave oficial para se deslocar até Nova Délhi, na Índia. Bolsonaro ficou incomodado com o voo particular do número 2 da pasta comandada por Onyx Lorenzoni, enquanto outros ministros optaram por viajar por companhias comerciais.

Santini, que substitui Onyx durante as férias do ministro, viajou no dia 21 do Brasil para Davos, na Suíça, onde participou do Fórum Econômico Mundial, e, de lá, para a capital indiana, onde se juntou à comitiva presidencial. Todos os deslocamentos foram feitos em um jato Legacy, da Aeronáutica. A viagem de FAB do secretário executivo da Casa Civil foi noticiada pelo site do jornal O Globo.

O governo não informa o custo da viagem, mas, de acordo com oficiais da FAB ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, um deslocamento como este não sai por menos de R$ 740 mil.

Santini viajou acompanhado de mais duas servidoras. A secretária do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Martha Seillier, e a assessora internacional do PPI, a diplomata Bertha Gadelha.

Segundo interlocutores, Bolsonaro ficou “muito irritado” com o voo “particular” e a mensagem negativa que pode passar para a opinião pública, contrária ao discurso de austeridade nas contas públicas adotado pelo governo federal. O presidente não quis se dirigir a Santini, mas fez chegar a “bronca” ao secretário executivo.

A estes interlocutores, Bolsonaro disse ainda que quer saber como funcionam as regras de solicitação de aviões da FAB para modificá-las, a fim de evitar “abusos”, como classificou o episódio com Santini.

O assunto já deverá entrar na pauta hoje, quando Bolsonaro desembarca em Brasília. Santini, no entanto, deverá chegar depois, já que o voo “especial” é mais demorado.

A indignação do presidente, de acordo com interlocutores, foi maior pelo fato de ministros importantes de seu governo, como Paulo Guedes (Economia), terem enfrentado as horas de voo até Davos em aviões comerciais. Além de Guedes, que pagou um “upgrade” para viajar de classe executiva do próprio bolso, foram em voos regulares a ministra Tereza Cristina (Agricultura), Bento de Albuquerque (Minas e Energia) e Luiz Henrique Mandetta (Saúde).

Histórico

O incômodo com Santini tem crescido em setores do governo. Auxiliares do presidente questionam sua presença constante em eventos com Bolsonaro, mesmo os que não têm qualquer relação com sua área de atuação. Também questionam a “desenvoltura” com que o secretário executivo da Casa Civil circula no terceiro andar do Planalto, onde fica o gabinete presidencial.

De acordo com o Diário Oficial da União, a viagem de Santini foi autorizada pelo presidente “com ônus”. Mas o decreto não fala em autorização para solicitar voos da FAB. Questionada, a Casa Civil informou que “a solicitação cumpriu todos os requisitos previstos na legislação vigente”. “Por uma questão de agenda, o secretário Santini participou da reunião do Conselho de Governo na terça-feira (21) e embarcou para Davos às 14h, chegando justo a tempo de participar de compromissos assumidos naquela cidade”, afirmou a pasta em nota.

A FAB informou que o pedido cumpriu os requisitos legais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

MPF pede à Polícia Federal que investigue secretário da Secom por corrupção e peculato

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O Ministério Público Federal em Brasília pediu à Polícia Federal nesta segunda-feira (27) a abertura de inquérito criminal para investigar o chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom), Fabio Wajngarten. As informações são do jornal Folhas de S.Paulo.

A investigação visa apurar apurar supostas práticas de corrupção passiva, peculato (desvio de recursos públicos feito por funcionário público, para proveito pessoal ou alheio) e advocacia administrativa (patrocínio de interesses privados na administração pública, valendo-se da condição de servidor).

O pedido do MPF ocorre após uma série de reportagens da Folha que indicam Wajngarten como sócio majoritário da Fw Comunicação, que recebe dinheiro de emissoras de TV (entre elas Record e Band) e de agências de publicidade contratadas pela própria Secom e outros órgãos do governo de Jair Bolsonaro.

De acordo com o jornal, o secretário estaria privilegiando as empresas com a qual a FW Comunicação tem contrato. O caso correrá em sigilo. As penas previstas para os crimes de corrupção passiva e peculato variam de 2 a 12 anos de prisão, além de multa. No caso do crime de advocacia administrativa, aplica-se detenção de um mês a um ano.

Procurado na segunda-feira pela reportagem da Folha, Wajngarten não se manifestou. Ele tem negado irregularidades. A legislação vigente proíbe integrantes da cúpula do governo de manter negócios com pessoas físicas ou jurídicas que possam ser afetadas por suas decisões. A prática implica conflito de interesses e pode configurar ato de improbidade administrativa, se demonstrado o benefício indevido. Wajngarten nega irregularidades.

Fila para obter o Bolsa Família já chega a quase 500 mil pessoas

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O número de concessões do Bolsa Família despencou em 2019. Quase meio milhão de pessoas aguardam o benefício.

Jéssica tem sete filhos, o mais novo tem 13 dias. Ela depende do Bolsa Família para viver. Recebeu por dois anos e meio, mas, em julho de 2019, o dinheiro foi bloqueado. Ela tentou resolver, mas a resposta era que o governo estava cortando alguns benefícios e pediram para ela esperar.

“A renda mínima da gente é R$ 200 por mês com a reciclagem. Está fazendo bastante falta”.

Jéssica é mais uma na fila do benefício criado para famílias em situação de pobreza e extrema pobreza, com renda mensal de até R$ 89 por pessoa ou até R$ 178 mensais por pessoa, com filhos de zero a 17anos.

O jornal “O Globo” mostrou nesta segunda-feira (27) que a fila para obter o benefício já chega a quase 500 mil pessoas. A espera de agora é a maior desde o governo Dilma Rousseff.

Em 2014, a fila de espera do programa chegou a 824 mil pessoas. No ano seguinte, mais de 1,2 milhão de famílias aguardavam o benefício. Em 2016, a fila caiu para 375 mil famílias. O número continuou caindo em 2017, quando 153 mil esperaram pelo benefício.

Em 2018, o governo Michel Temer conseguiu zerar a fila de espera – naquele ano, o ministro responsável pelo Bolsa Família já era Osmar Terra, que continua no cargo.

Essas informações só foram obtidas por meio da Lei de Acesso à Informação. O ministério demorou quatro meses para informar os números e só o fez por determinação da Controladoria Geral da União.

De acordo com a reportagem do jornal “O Globo”, a média de novas concessões, que de janeiro a maio de 2019 era de mais de 260 mil por mês, caiu drasticamente desde junho de 2019. Hoje o governo concede, em média, pouco mais de cinco mil novos benefícios.

A resposta do Ministério da Cidadania veio por meio de nota em que admite:

“Nos últimos meses, houve redução no número de inclusões de famílias, o que deve ser normalizado com a conclusão dos estudos de reformulação do Bolsa Família”.

O ministério não explicou como nem quando será feita essa reformulação. Ainda segundo a nota, “o número de beneficiários flutua mensalmente em virtude dos processos de inclusão, exclusão e manutenção de famílias”.

Os cancelamentos, de acordo com o ministério, “estão relacionados aos procedimentos de averiguação e revisão cadastrais, fiscalização, desligamentos voluntários, descumprimento de condicionalidades e superação das condições necessárias para a manutenção dos benefícios”.

Em 2019, o governo gastou R$ 32 bilhões com o Bolsa Família. A previsão para 2020 é de R$ 29 bilhões. Mas o governo diz que a reformulação do programa vai prever aumento dos recursos.

O economista Gil Castello Branco, do Contas Abertas, diz que o orçamento apertado não justifica cortar benefícios sociais.

“Nada justifica esses números. A situação fiscal é difícil? É difícil. Mas, de qualquer forma, não se pode tentar minorar a situação fiscal grave reduzindo-se benefícios do Bolsa Família, um programa social extremamente importante. Por outro lado, essa questão de se passar um pente-fino no Bolsa Família para se corrigir fraudes, ou mesmo no desenvolvimento de um novo programa, isso tem que ser feito sem que aquelas pessoas que hoje têm direito e estão na fila fiquem sem receber o benefício”.

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