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sexta-feira, maio 1, 2026
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SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE ARBORIZA AVENIDAS COM MUDAS DE IPÊ E OITI

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Servidores da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) entraram 2020 trabalhando na execução do projeto de arborização e reposição de árvores cortadas das principais avenidas de Vilhena, onde, nessa etapa, serão plantadas mais de 100 mudas de ipês e oitis.

Na avenida Paraná já foram plantadas 36 mudas em parceria com a Secretaria Municipal de Obras (Semosp). E ainda ao longo desta semana a Semma plantará outras 100 mudas na avenida Presidente Nasser. Além disso, os servidores municipais também estão plantando flores nos canteiros centrais dessas duas avenidas.

A secretária da Semma, Marcela de Almeida, informou que a avenida Paraná também será beneficiada com o projeto de reposição de mudas onde foi necessário cortar árvores inadequadas para a arborização urbana. A secretária destaca que este processo colabora com a beleza do município. “Além de deixar a cidade mais bonita, a reposição de espécies invasoras por plantas próprias para a cidade propicia também a melhora do clima. É um trabalho cuidadoso, que vem sendo feito de forma planejada pela atual administração”, diz.

CONSCIENTIZAÇÃO – A secretária pede que a população ajude a cuidar das mudas recém-plantadas ao longo das avenidas. “Não vamos deixar que vândalos as arranquem. Se a gente conseguir fazer esse trabalho coletivo com os vilhenenses, em breve as árvores estarão floridas, deixando nossa cidade ainda mais bela. E se cada um plantar uma muda em frente à sua residência, além de ganhar uma sombra, vai melhorar nosso microclima.” Marcela orienta que agora com chuvas é o período ideal para o plantio, pois as árvores crescem mais fortes.

RETIRADA DE ÁRVORES – Em junho do ano passado, uma grande operação da Semma e Semosp retirou das principais vias da cidade algumas árvores, em especial as da espécie Ficus benjamin, por vários motivos técnicos, entre eles, grande quantidade de galhos podres, espécie prejudicial, ameaça à rede elétrica, assim como à rede de encanamentos e iluminação pública, além de obstrução do trânsito e danificação de calçadas. A matéria completa, pode ser relembrada neste link: http://bit.ly/retiradaespecies.

Ministério da Saúde faz alerta sobre febre amarela

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Rio de Janeiro - Rio Imagem abre posto de vacinação contra a febre amarela, no centro do Rio, com funcionamento das 7 às 22h. (Tomaz Silva/Agência Brasil)

O Ministério da Saúde alerta quem ainda não se vacinou contra a febre amarela a buscar a imunização contra a doença. O alerta é dirigido especialmente à população das regiões Sul e Sudeste, que estão no centro da atenção dos especialistas depois que 38 macacos contaminados morreram nos estados do Paraná, de Santa Catarina e São Paulo.

Ao todo, 1.087 notificações de mortes suspeitas de macacos foram registradas no país. Os dados são do boletim epidemiológico divulgado nesta quarta-feira (15) pelo Ministério da Saúde, que apresenta o monitoramento da doença de julho de 2019 a 8 de janeiro deste ano. O alerta se dá porque o Sul e o Sudeste são regiões de grande contingente populacional e baixo número de pessoas vacinadas, o que contribui diretamente para os casos da doença.

O público-alvo para vacinação inclui desde crianças a partir de 9 meses de vida até pessoas com 59 anos de idade que não tenham comprovante de vacinação. Neste ano, as crianças passam a receber um reforço da vacinação aos 4 anos de idade.

Casos em investigação

No mesmo período, foram notificados 327 casos suspeitos de febre amarela em humanos. Destes, 50 permanecem em investigação, e um foi confirmado. A vítima, residente do estado do Pará, faleceu.

Atualmente, o Brasil tem registros apenas de febre amarela silvestre, ou seja, transmitida por mosquitos que vivem no campo e em florestas. Os últimos casos de febre amarela urbana (transmitida pelo mosquito Aedes aegyptii) foram registrados em 1942, no Acre.

Monitoramento

Segundo o Ministério da Saúde, o vírus da febre amarela se mantém naturalmente em um ciclo silvestre de transmissão, que envolve macacos e mosquitos silvestres. A pasta realiza um monitoramento para antecipar a ocorrência da doença e, dessa forma, intervir para evitar casos humanos, por meio de vacinação. Além disso, atua de forma a evitar a transmissão por mosquitos urbanos, com o controle de vetores nas cidades. O macaco, principal hospedeiro e vítima da febre amarela, funciona como sentinela, indicando se o vírus está presente em determinada região.

Vacina

A vacina contra a febre amarela está no Calendário Nacional de Vacinação e é distribuída mensalmente aos estados. No ano passado, mais de 16 milhões de doses da vacina foram distribuídas para todo o país. De acordo com Ministério da Saúde, apesar dessa disponibilidade, é baixa a procura da vacina pela população.

Para este ano, a pasta já adquiriu 71 milhões de doses da vacina, o suficiente para atender o país por mais de três anos. Está prevista para 2020 a ampliação gradativa da vacinação contra febre amarela para 1.101 municípios dos estados do Nordeste que ainda não faziam parte da área de recomendação de vacinação. Dessa forma, todo o país passa a contar com a vacina contra a febre amarela na rotina dos serviços.

 

APOIO INSTITUCIONAL Basa doa R$ 370 mil para Fundo da Criança e do Adolescente

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O prefeito Hildon Chaves recebeu nesta quinta-feira (16) de manhã em seu gabinete a visita do superintendente do Banco da Amazônia, Wilson Evaristo, juntamente com o coordenador de Suporte Operacional, Jansilson Filgueiras, o secretário municipal de Assistência a Família, Claudi Rocha, o vereador Maurício Carvalho e a presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente, Cleyanne Alvez, para receber uma doação do Basa ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Porto Velho no montante de R$ 370 mil.

O secretário Claudi Rocha disse que o valor será “gasto exclusivamente com o Fundo da Criança e do Adolescente e é de suma importância essa doação”.

Wilson Evaristo explicou que o banco dispõe de política de responsabilidade socioambiental que olha muito para o desenvolvimento do ser humano. “Dentro disso o banco começou a trabalhar com doações. Ao invés de pagar o imposto de renda, nós fazemos os depósitos aos fundos municipais e entidades filantrópicas de acordo com a lei, de forma regular”.

O prefeito destacou a importância do reforço financeiro para o Fundo. “A Prefeitura agradece ao Basa nesse processo e nessa oportunidade também discutimos várias alternativas para intensificar essas doações para beneficiar outras entidades importantes como a Casa Família Rosetta, Apae e tantas outras que precisam. Reconhecemos o Basa nessa ação de responsabilidade social e comprometimento na causa da criança e adolescente”, disse.

Ufam divulga lista de candidatos aprovados no PSC 2020

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A Universidade Federal do Amazonas divulgou na manhã desta quinta-feira (16) o resultado final do Processo Seletivo Contínuo (PSC) 2020 – 3ª Etapa. O anúncio foi feito no Hall do Auditório Eulálio Chaves. Para quem deseja realizar a consulta online, às 14h, a lista será divulgada no site da Comissão Permanente de Concursos.

A presidente da comissão, Ana Lúcia Queiroz de Assis, explicou ao G1 que os alunos classificados devem ficar atentos durante os próximos dias para o edital de matrículas.

“O aluno deve entrar no site da pró-reitoria e tomar ciência da documentação e passos necessários para matrícula”, disse.

Segundo ela, as próximas chamadas serão realizadas após a matrícula dos alunos classificados. Para o ano letivo de 2020, a Ufam disponibilizou 1.894 vagas em curso de graduação, a serem preenchidas pelos candidatos aprovados na terceira etapa do PSC.

A prova foi aplicada no dia 1º de dezembro, pela Ufam, em Manaus, Benjamin Constant, Coari, Humaitá, Itacoatiara e Parintins.

Candidatos aprovados

Pouco antes das 10h, a tensão tomava conta dos candidatos, pais e professores que foram acompanhar os jovens durante o resultado.

jornalista Melyssa Geber, de 46 anos, se emocionou ao ver o nome do filho entre os classificados — Foto: Eliana Nascimento/G1 AM

Logo ao chegar ao auditório e verificar a lista de aprovados, a jornalista Melyssa Geber, de 46 anos, se emocionou e gritou ao ver o nome do filho entre os classificados. O filho Elias Emanoel Rebouças, de 18 anos, foi aprovado para o curso de administração.

“A sensação é de alívio pois ele teve um ano difícil, dificuldades na escola e ele não passou nos outros processos seletivos, mas passar na Ufam era o que ele queria. A minha sensação é de dever cumprido”, disse.

A professora Osmarcila Reis, de 44 anos, foi uma das mães que choraram de felicidade. A filha dela, Júlia Noemia, de 18 anos, foi aprovada para o curso de Artes Visuais. A jovem contou que foi o que ela sempre quis fazer.

“Desacreditada, mas muito feliz, parece um sonho. É o que escolhi, pois parece que eu posso fazer várias coisas por meio da arte. Isso me deixa animada, eu quero poder ajudar as pessoas por meio da arte. Demonstrar o que eu sou, fazer o que eu penso e sinto”, contou.

Professora Osmarcila Reis, de 44 anos e a filha, Júlia Noemia, de 18 anos — Foto: Eliana Nascimento/G1 AM

Aos 16 anos, a adolescente Lidsen Dias, foi aprovada pela segunda vez. Ela concluiu o ensino médio no Colégio Militar. Por meio do vestibular da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), ela foi aprovada para o curso de Engenharia Civil. Com o resultado do PSC, a menina conseguiu uma vaga para o curso de arquitetura.

“É uma sensação única. Eu já tinha passado na UEA, mas nem se compara porque eu falo de arquitetura desde os meus quatro anos, e conseguir passar na federal de primeira é incrível”.

Aos 16 anos, a adolescente Lidsen Dias foi aprovada para o curso de Arquitetura na UFAM — Foto: Eliana Nascimento/G1 AM

Pesquisadores do Amazonas desenvolvem células de energia solar a partir de pigmentos vegetais

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Com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), pesquisadores desenvolvem estudo para produzir energia elétrica utilizando células solares que empregam pigmentos vegetais extraídos de plantas amazônicas, como bujuju, açaí, urucum, jenipapo, murtinha e crajiru.

A pesquisa consiste no desenvolvimento de células solares fotossensibilizadas por corantes vegetais, baseadas no modelo concebido por Michael Grätzel, que substituem os custosos corantes sintéticos à base de metais pesados. Trata-se de uma solução alternativa de baixo custo para a geração de eletricidade com aplicabilidade de materiais orgânicos como fontes renováveis de energia.

O projeto foi desenvolvido no Laboratório de Bioeletrônica e Eletroanálises (Label) da Central Analítica (CA) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e é amparado pelo Programa Universal Amazonas, da Fapeam, conforme o Edital nº 030/2013.

Para o coordenador do projeto, Walter Ricardo Brito, o aproveitamento da energia solar é uma das alternativas mais promissoras diante de outras fontes como, por exemplo, a hidrelétrica. “Também será possível a prospecção e seleção de materiais e pigmentos vegetais do Amazonas para aplicar em sistemas sustentáveis de geração de energia”, disse.

A pesquisa também pretende mostrar o potencial do capital técnico-científico que a região possui, possibilitando o desenvolvimento de estudos na área de produção de energia a partir de tecnologias de última geração.

Segundo Brito, a limitação dos recursos energéticos na natureza, o aumento do consumo de energia e o aumento da conscientização para a conservação do meio ambiente favorecem a pesquisa e o desenvolvimento em sistemas de células solares, especialmente em regiões como a Amazônia.

Benefícios

As novas células solares sensibilizadas por corantes podem ser utilizadas por meio de diferentes tecnologias, principalmente o sistema fotovoltaico, ou seja, painéis solares que captam a luz do sol e a transformam em energia elétrica.

De acordo com os pesquisadores, a nova geração de painéis solares será uma das opções tecnológicas que permitirão a inclusão da população de comunidades isoladas, sem acesso à eletricidade, representando também um incremento na bioeconomia por meio de uma exploração sustentável dos recursos naturais que a floresta amazônica oferece.

Universal Amazonas

O objetivo do Programa Universal Amazonas é apoiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, ou de transferência tecnológica, em todas as áreas do conhecimento, que representem contribuição significativa para o desenvolvimento socioeconômico e ambiental do Amazonas. O programa tem como foco instituições de pesquisa ou ensino superior ou centro de pesquisa, públicos ou privados, sem fins lucrativos, com sede ou unidade permanente no estado do Amazonas.

Perícia da barragem de Brumadinho deve ser concluída só no fim do semestre

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A principal perícia necessária à Polícia Federal para que aponte criminalmente possíveis culpados pelo rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, a que indicará os motivos que levaram à liquefação da estrutura, está sendo realizada em parceria com universidades da Europa e só deve ficar pronta em meados de 2020. A corporação vai voltar a ouvir executivos da mineradora em fevereiro.

A perícia é fundamental, conforme informou nesta quinta-feira, 16, o delegado responsável pelas investigações, Luís Augusto Pessoa Nogueira, para determinar se poderá haver indiciamentos por homicídio doloso, quando há a intenção de matar, ou culposo. O rompimento da barragem completa um ano no próximo dia 25. Até agora, foram confirmadas 259 mortes, além do desaparecimento de 11 pessoas.

O delegado afirmou que a decisão foi procurar por universidades europeias, de Barcelona, na Espanha, e do Porto, em Portugal. Nogueira disse que os equipamentos da PF para realização da perícia não seriam suficientes para o serviço. O início dos trabalhos em conjunto com as instituições europeias ocorreu em dezembro.

“Nossa perícia não se sentiu habilitada. Prefiro fazer algo que não tenha o resultado questionado”, explicou o delegado.

Explosões realizadas perto da barragem ao longo do tempo podem ter provocado o colapso da estrutura, segundo o delegado, minando, aos poucos, o complexo. Conforme Nogueira, explosões realizadas no dia não foram responsáveis pelo rompimento. Podem ter contribuído abalos sísmicos, também ao longo do tempo.

Apesar da necessidade da perícia, o delegado afirmou que as investigações em relação a “alvos” mais importantes estão avançadas. Um executivo da empresa alemã Tüv Süd, organização de consultoria que atestou a estabilidade da barragem, negou-se a vir ao Brasil. A PF estuda maneira de tomar o depoimento do executivo que, conforme as investigações, teve participação fundamental na decisão da empresa em emitir o laudo pela estabilidade.

Em setembro, a PF concluiu as investigações em relação a crimes de falsidade ideológica e produção de documentos falsos. Foi feito o indiciamento de sete funcionários da Vale e seis da Tüv Süd.

Os crimes foram cometidos, conforme as investigações, em junho e por duas vezes, em setembro de 2018, durante envio de documentos a autoridades da Agência Nacional de Produção Mineral (DNPM) e da Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam).

Peixe de cerca de 160 Kg capturado na Flórida teria 50 anos

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Quando o Brasil conquistou a Copa do Mundo de futebol no México em 1970, com Pelé à frente da seleção, em algum lugar no oceano nascia o mero de 159 kg que foi capturado em dezembro na Flórida, um dos mais antigos já capturados.

Pesquisadores disseram que estimam que o “mero de Varsóvia”, capturado em dezembro no estado americano, tinha 50 anos.

“Esta é a amostra mais antiga coletada em nosso programa de identificação”, relatou sexta-feira através do Facebook o Instituto de Pesquisa da Comissão de Conservação de Peixes e Fauna Silvestre da Flórida (FWC).

Os biólogos do Laboratório de Idade e Crescimento da FWC calcularam a idade do peixe analisando o otólito, uma estrutura de cálcio na cabeça do animal com a qual os cientistas podem estimar sua idade.

A FWC acompanhou as informações com a fotografia do Instagram de Jason Boyll, um pescador amador de Siesta Key (sudoeste) que posa ao lado do mero gigante, maior do que ele.

O peixe foi capturado na costa oeste da Flórida em 29 de dezembro, a 182 metros de profundidade, de acordo com a FWC.

O mero de Varsóvia pode pesar até 260 kg.

Casos de hanseníase registram queda em Porto Velho

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A Capital teve 63 novos casos de hanseníase diagnosticados em 2019, dois dos quais em menores de 15 anos. Em 2018 foram diagnosticados 86 casos novos. A Secretaria Municipal de Saúde alerta a população quanto aos sinais e sintomas da hanseníase e mobilizará os profissionais de saúde para a busca ativa de diagnóstico precoce e prevenção de incapacidades para promover, sob coordenação geral de Vigilância e Doenças em Eliminação, a Campanha Nacional de Luta contra a Hanseníase no Brasil.

A proposta é diagnosticar é prevenir, tendo em vista que a hanseníase tem tratamento e cura. Mas o diagnóstico tardio pode provocar incapacidades físicas e deformidades visíveis. A campanha visa enfatizar o combate ao estigma e discriminação, porque a hanseníase não é mais uma doença como vista no passado.

O tratamento está disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS) nas Unidades de Saúde do Município e no Centro de Especialidades Médicas (Avenida Rio Madeira com a Avenida Sete de Setembro), no bairro Agenor de Carvalho, e é feito com uso de medicamentos orais, constituídos pela associação de 2 ou 3 medicamentos, denominado poliquimioterapia (PQT), padronizado em todo o Brasil.

O tratamento normalmente dura entre 6 e 12 meses, dependendo da forma clínica, e o paciente deve comparecer mensalmente ao serviço de saúde, para ser examinado, receber a medicação (Dose supervisionada) e orientações. O paciente que inicia o tratamento não transmite a doença a familiares, amigos, colegas de trabalho ou escola. Todas as pessoas que convivem ou conviveram com o paciente de Hanseníase devem ser examinadas.

A hanseníase é uma doença infecciosa e contagiosa que causa manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas na pele. A pele também pode ter alteração de sensibilidade e o paciente não sente (ou tem sensibilidade diminuída) ao calor, frio, dor e mesmo ao toque. É comum ter a sensação de formigamentos, fisgadas ou dormência nas extremidades (pés e mãos) e em algumas áreas diminuições do suor e de pelos.

O paciente pode ter dificuldades para segurar objetos, pode queimar-se e não sentir ou, por exemplo perder os chinelos sem perceber. A doença pode provocar o surgimento de caroços e placas em qualquer local do corpo. A transmissão ocorre através do contato direto com doentes sem tratamento, pois estes eliminam os bacilos através do aparelho respiratório superior em meio às secreções nasais e gotículas da tosse e espirro. O Brasil ocupa o 2º lugar no ranking mundial da doença, atrás da Índia. São cerca de 30mil casos novos registrados por ano, a falta de informação ajuda a agravar o problema.

Ao cumprir agenda em Vilhena, Nazif não descarta disputar eleições em Porto Velho e critica prefeito Hildon Chaves: “em pouco tempo botou tudo fora”

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O deputado federal Mauro Nazif, do PSB, esteve em Vilhena cumprindo agenda oficial nesta terça-feira, 14, em entrevista exclusiva ao Extra de Rondônia, falou sobre a possibilidade de concorrer à prefeitura da capital, que esteve sob seu comando na gestão passada.

Em sua análise, as demandas federais são importantes e ele está no mandato parlamentar para dar o melhor de si, mas – segundo ele – há um clamor em torno de sua volta ao Executivo de Porto Velho que não pode ser ignorado. “É uma questão de tempo e paciência, e na hora adequada as coisas serão decididas”, declarou Nazif.

Mauro Nazif, que foi prefeito da capital em 2012, afirmou que deve ter sido o político que “mais apanhou na história de Rondônia durante sua gestão na prefeitura”, e, no entanto, foi o único que teve as contas de seus quatro anos de gestão aprovadas, e também é o único político a passar pela prefeitura da capital e eleger-se para outro cargo em seguida.

“Deixei a prefeitura sob críticas para ser eleito deputado federal dois anos depois”, relembra.

O deputado também declarou ter recebido uma prefeitura falida, com salários defasados e sem aparelhamento.

“Quando saí, Porto Velho foi a terceira capital do país a ter mais dinheiro em caixa, o salário do servidor municipal era o melhor de Rondônia, e tínhamos 350 máquinas na patrulha mecanizada. E isso porque no primeiro ano do mandato a prefeitura estava falida e no segundo aconteceu a maior enchente de Porto Velho, com 30 mil desabrigados sem que ocorresse um óbito sequer. Construímos 150 quilômetros de asfalto com galerias para acabar com alagamentos, resolvendo o problema de milhares de pessoas. É isso que as pessoas enxergam agora, por isso pedem meu retorno”, argumenta.

Sobre a gestão que o sucedeu, com o prefeito Hildon Chaves (PSDB), Mauro Nazif faz a seguinte comparação: “a pessoa trabalhava a vida toda, junta um certo capital e quando está perto de morrer deixa para os filhos. Depois que parte, em três meses os herdeiros acabam com tudo. Foi isso que aconteceu na nossa capital, o prefeito atual recebeu um legado e em pouco tempo botou tudo fora. Como ainda estou aqui, em pleno exercício da atividade política, muita gente pede para que eu retorne, mas como eu disse no início, para tudo tem o tempo certo, e agora temos que ter um pouco de paciência”, encerrou.

Policiais relatam como combateram pornografia infantil na internet

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Em artigo publicado na revista científica Nature três policiais federais apresentaram as estratégias usadas para o combate às redes de pornografia infantil. O trabalho faz uma análise da Operação Darknet que investigou, de 2014 a 2016, criminosos que atuavam em diversas partes do território brasileiro e no exterior. O estudo foi desenvolvido pelos policiais Bruno Requião da Cunha, Luiz Walmocyr dos Santos Júnior e Jean Fernando Passoldem em parceria com pesquisadores da Universidade de Limerick, na Irlanda.

As redes de produção e distribuição de conteúdo envolvendo abuso de crianças e adolescentes se organizam, segundo a descrição feita pelos pesquisadores, na chamada dark web – parte da internet que necessita de ferramentas específicas para ser acessada e com maiores possibilidades de anonimato. Pelos resultados da operação da Polícia Federal, os estudiosos apontam que apesar das redes envolverem milhares de usuários, a maior parte da distribuição é feita por um pequeno número de usuários.

Redes centralizadas

Segundo o estudo, apenas 7,4% dos membros das redes efetivamente publicam conteúdo ilegal e metade dos acessos a esses vídeos e fotografias é feito por um grupo de 0,27% dos participantes da rede. Os pesquisadores ressaltam que essa é uma “diferença marcante em relação a outras redes clandestinas”.

Nos dois anos de investigação, a Operação Darknet identificou, de acordo com o artigo, 182 usuários da rede de distribuição de pornografia infantil com quase 10 mil membros. Com o monitoramento do fórum, foi possível solicitar mandados de busca e apreensão e prisão para alguns dos elos considerados chave no esquema.

Os pesquisadores destacam que apesar de ser uma rede “robusta”, a operação foi bem-sucedida em interromper a maior parte das atividades criminosas. Segundo o artigo, apenas 10 usuários eram responsáveis por um terço das visualizações dos conteúdos de abuso, sendo que 8 deles foram presos na ação. No cálculo final, a operação conseguiu chegar aos membros que eram responsáveis por 60% do movimento no esquema.

 

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