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sexta-feira, maio 1, 2026
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Jovens iniciam o curso de formação para prestação de serviços voluntários no Corpo de Bombeiros e Polícia Militar, em Cacoal

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A história da Polícia Militar, vivências e experiências da carreira fazem parte das aulas ministradas pelo 2º tenente Ancelmo Fogaça de Jesus aos 11 jovens selecionados pelo Programa de Prestação Voluntária de Serviços Administrativos na Polícia e no Corpo de Bombeiros Militar, na região de Cacoal. O programa é oferecido pelo governo de Rondônia em todo o estado, através da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec).

Na aula na quinta-feira (16), no 4º Batalhão de Polícia Militar, o 2º Tenente Ancelmo despertou ainda mais o interesse dos alunos, falando um pouco sobre a hierarquia militar, o exercício da cidadania e o respeito aos símbolos nacionais. Em posição de sentido, com muito respeito, os alunos cantaram os hinos do Brasil e de Rondônia.

O início desta experiência nas instituições e a interação com os militares tem animado os jovens prestadores de serviço.  “Eu fiz esse processo seletivo com o objetivo de ter uma experiência profissional! Este será o meu primeiro emprego e atuar no serviço público me oportuniza ter uma carga melhor no currículo. A minha expectativa é ter um conhecimento melhor em relação às instituições militares e também passar por um aprimoramento pessoal, pela base da instituição, que é Disciplina e Hierarquia. Acredito que este é um ganho tanto no aspecto social,como pessoal, de convívio e harmonia com o grupo. Espero ser de grande valia ao Corpo de Bombeiros Militar”, enfatiza Mateus Carkeno do Carmo, de 19 anos e acadêmico do curso de direito da Universidade Federal de Rondônia.

Os jovens que hoje participam do Curso de Capacitação no 4º Batalhão de Polícia Militar, em Cacoal, foram selecionados através de um processo seletivo realizado no dia 22 de setembro de 2019, onde mais de 500 candidatos disputaram as vagas oferecidas para a região de Cacoal, que engloba também os municípios de Rolim de Moura, Pimenta Bueno e Espigão D’Oeste. Em todo o estado de Rondônia, aproximadamente 5 mil jovens concorreram a um total de 140 vagas disponibilizadas pelo programa.

Durante as próximas semana, assim como acontece em Cacoal, os Batalhões de Vilhena, Ji-Paraná, Porto Velho e Guajará-Mirim se tornaram polos de educação do Curso de Capacitação do Programa de Prestadores Voluntários de Serviços Administrativos. Ao longo das semanas, os alunos vão passar por 192 horas de formação teórica e 72 horas de estágio supervisionado. Esse processo é indispensável para a conclusão de todo o processo de seleção para o provimento das vagas disponibilizadas pela Sesdec.

Além da oportunidade de emprego e enriquecimento profissional, a atividade desempenhada pelos prestadores voluntários facilita a desburocratização no serviço público, dando maior celeridade às ações.

“Para nós do 4º Batalhão, a vinda destes jovens é um ganho enorme, primeiro porque nos alegra ter a chance de demonstrar a cultura organizacional militar para eles, que estão sendo inseridos no mercado de trabalho. Esse curso de formação, e o tempo que estarão conosco aqui, tem como objetivo torná-los capacitados, eficientes, pessoas comprometidas com a organização e com a sociedade”, destaca o subcomandante do 4º BPM, capitão Antônio Rodrigues de Mattos.

Já em relação à efetividade dos serviços que serão realizados pelos jovens dentro da instituição militar, o subcomandante enaltece os ganhos para a PM. “No ponto de vista da administração, o maior ganho é a possibilidade de substituir os militares que estão em serviços administrativos pelos jovens prestadores voluntários. Com isso, a PM poderá empregar os militares que hoje estão nos setores administrativos nas atividades fim da corporação. Ou seja, o policiamento ostensivo, trabalhando efetivamente na preservação da ordem pública e no combate ao crime”, ressalta o capitão Antônio.

O trabalho consiste em atender administrativamente os interesses do Estado, no desenvolvimento de atividades internas na Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar, seja nos serviços de videomonitoramento, atendimento ao público, setores de estatísticas e também nos canais de emergência do 190 da Polícia Militar e 193 do Corpo de Bombeiros Militar.

Durante o programa, os prestadores de serviço receberão auxílio financeiro no valor de R$1 mil, além de alguns auxílios, como transporte, saúde, fardamento. A jornada semanal é de 30 horas. Para a renovação do contrato, para o segundo ano, os jovens deverão, obrigatoriamente, estar cursando o ensino superior. No segundo ano também será acrescido mais R$ 200,00 ao auxílio financeiro.

“O que me motivou a participar deste programa, além da remuneração e a carga horária de 30 horas, é a oportunidade de conhecer a instituição militar. Como eu curso direito, geralmente a gente pensa mais na área judiciária e não na segurança pública, então eu me interessei em conhecer, criar essa experiência na parte administrativa e eu sei que aqui vamos estar usando o direito também, pois trabalharemos com as ocorrências, sindicância. Mas me anima muito ter a oportunidade de entender melhor a segurança pública”, completa Izabella da Rosa Webber, acadêmica da Unir.

ATIVIDADE FÍSICA | Prefeitura inicia instalação de academia no Skate Parque

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A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Subsecretaria de Indústria, Comércio, Turismo e Trabalho (Semdestur), iniciou na terça-feira (14) a instalação de mais uma academia ao ar livre. Dessa vez foi na praça do Skate Parque, localizada nas avenidas José Vieira Caúla e Guaporé, bairro Cuniã.

A ação faz parte de um pacote de 29 kits adquiridos, sendo que parte dos recursos foram da Semdestur e outra parte com emenda do ex-deputado federal Lindomar Garçon.

No dia 20 de dezembro o prefeito Hildon Chaves, entregou várias melhorias realizadas no Skate Parque, como por exemplo nova iluminação, pista de caminhada mais larga e com pavimentação asfáltica, além da construção de quadras esportivas.

Já nesta semana a população que utiliza aquele espaço para atividades físicas ganhou uma academia ao ar livre, composta de equipamentos como esqui individual, caminhada dupla, pressão de pernas duplo, remada sentada duplo, entre outros.

O subsecretário Euzébio Lopes, explicou que para este ano estão previstas até o mês de março a instalação de aproximadamente 40 academias que inclusive terão equipamentos híbridos para que a pessoa com deficiência tenha acesso.

Ele destacou que as academias ao ar livre, localizadas em praças e parques oferecem uma série de benefícios para quem está a fim de praticar atividade física, sem falar que o incentivo à saúde também é uma obrigação da gestão pública.

As melhorias na praça do Skate Parque não param por aí. Em breve será realizada a 2ª etapa dos trabalhos para instalação de acessórios na quadra, pintura e demarcação esportiva, reforma da pista de skate, construção de estação de treinamento e de uma nova quadra poliesportiva, espaço para prática de zumba, entre outras, tudo para atender cada vez melhor os frequentadores do local.

Comunidades amazônicas fazem aliança para resistir a projetos de Bolsonaro

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Dezenas de líderes indígenas brasileiros e representantes de outras comunidades da floresta reunidos em uma aldeia amazônica acertaram formar uma aliança para resistir aos projetos do presidente Jair Bolsonaro de abrir essas regiões à mineração e exploração agrícola.

“Eu não quero que ninguém morra na minha frente, eu não quero que seja a matança de todo mundo, de branco contra índio”, declarou o chefe Raoni na quarta-feira, falando à membros da imprensa, entre eles uma equipe da AFP.

Para a reunião de líderes indígenas foram convidados outros grupos de habitantes da aldeia do Piaraçu, localizada às margens do rio Xingu, em Mato Grosso.

“Bolsonaro está falando muito mal da gente (…) Não está atacando só índio, mas está atacando índio mais forte ainda [que outra pessoa]”, acrescentou Raoni, com o corpo pintado de preto, o enorme disco no lábio inferior e o tradicional cocar de penas amarelas.

O chefe Kayapó, com idade estimada em 89 anos, espera levar ao Congresso em Brasília o documento resultante dessa reunião, que durará até sexta-feira.

“Eu vou levar o documento, aí vou perguntar para ele [Bolsonaro] porque está falando mal dos índios”, disse ainda.

O líder indígena também enfatizou a importância de buscar apoio político na Europa.

O encontro envolve representantes de comunidades tradicionais dedicadas a atividades sustentáveis, incluindo extração, em consonância com a Aliança dos Povos da Floresta, formada pelo líder ambiental Chico Mendes, seringueiro, morto em 1988.

“Há mais de 30 anos, num cenário muito parecido a este, foi pensada uma grande aliança dos povos da floresta, e o cenário político era tão preocupante como o de hoje”, afirma Angela Mendes, filha do falecido dirigente.

Sob um sol escaldante desde a primeira hora da manhã, os participantes do encontro convocado por Raoni se reuniram na maloca central da aldeia.

Alguns apresentaram danças tradicionais e cantaram canções de guerra, enquanto um coro de mulheres com vestidos coloridos e pinturas corporais em preto e vermelho se encontravam ao lado dos porta-vozes da nova aliança.

– “Quase cenário de guerra” –

Sonia Guajajara, coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), alertou que o contexto atual representa “um momento dramático, quase um cenário de guerra” e que os projetos de Bolsonaro prenunciam “uma tragédia para os povos povos indígenas tradicionais e comunidades extrativistas”.

“Não vamos a aceitar negociar os nossos territórios e as nossas vidas para resolver problemas da crise econômica que não foi causada por nós”, acrescentou Guajajara, que foi candidata a vice-presidente nas eleições de 2018 pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL).

Os líderes listaram o que consideram as principais ameaças: mineração, exploração madeireira, invasão de terras, contratempos no sistema de saúde indígena e assassinatos de líderes.

Bolsonaro, que atribui a pregação ambiental a interesses estrangeiros para explorar os recursos da Amazônia, prometeu em dezembro entregar ao Congresso um projeto de lei que abrirá a floresta à mineração.

Um rascunho do texto publicado pelo jornal O Globo afirma que o projeto também propõe legalizar as atividades de petróleo e energia.

Em várias ocasiões, o presidente disse que as reservas indígenas condenam as populações locais ao atraso e as comparou com “zoológicos”.

Dados oficiais preliminares mostram que a partir de janeiro de 2019, quando Bolsonaro assumiu o poder, até dezembro, o desmatamento da Amazônia brasileira aumentou 85% em relação a 2018, atingindo 9.166 km2.

“Bolsonaro, por que você não nos respeita? Por que quer acabar com os índios?”, questionou a líder kayapó Tuíra, após entoar um canto em sua língua natal.

A seu redor, a terra, de um vermelho intenso, contrasta com o azul do céu e o verde da floresta densa que cerca aldeia, próxima ao Parque Nacional do Xingu.

Raoni sabe que sua luta começou muito antes de ele nascer e insiste na necessidade de novas gerações assumirem “a proteção dos povos indígenas”.

“Estou velho, cansado”, desabafa, depois de fazer uma breve dança tradicional na maloca central.

Banco da Amazônia prevê investimentos acima de R$ 2 bilhões para o desenvolvimento de Rondônia

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Para 2020, o Banco da Amazônia disponibiliza R$ 9,9 bilhões para a região Norte, sendo R$ 2,04 bilhões para o desenvolvimento econômico e social no estado de Rondônia, conforme acentua o superintendente da instituição, Wilson Evaristo.

Desenvolvendo um forte papel social, com objetivo de incrementar o crescimento dos pequenos e médios produtores rurais, foram destinados R$ 860 milhões para agricultura familiar, os demais recursos para investimentos na indústria, comércio e agronegócio de precisão, soja, milho, bovinocultura, café e peixe.

Com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), e apoio do governo federal, incentivando as políticas público-privadas, a parceria entre o governo de Rondônia e o Banco da Amazônia vem contribuindo para o desenvolvimento sustentável.

O volume de recursos disponíveis vem ao encontro das propostas para induzir as boas práticas de produção, possibilitando aumentar a produtividade no campo e áreas urbanas, reduzindo a pressão sobre as florestas.

ATRAIR INVESTIDORES PRIVADOS

No ponto de vista do secretário de Agricultura, Evandro Padovani, “isso é bom porque serve para atrair empresários e motiva a instalação de indústrias no Estado, gerando emprego e benéficos sociais neste momento em que o país está recuperando a credibilidade”.

Padovani lembra que a disponibilidade de crédito rural é alta na região, mas por causa da falta de documentação necessária, muitos produtores não conseguem acessar as linhas de crédito.  Mesmo com as taxas de juros caindo para os financiamentos de longo prazo, isso demonstra, de acordo com o secretário, a necessidade de o governo federal agilizar a regularização fundiária, principalmente em Rondônia, que tem forte vocação para o agronegócio.

De uma maneira ou de outra, as linhas de crédito estão à disposição, dos grandes, médios e pequenos produtores rurais. “Vamos aproveitar esses recursos para realizar negócios na 9ª Rondônia Rural Show Internacional”, finalizou Padovani.

Bolsonaro se reúne com ministro de Minas e Energia para tratar de energia gerada e Itaipu Binacional

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O presidente Jair Bolsonaro se reuniu, nesta quinta-feira (15), com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e equipe técnica para tratar sobre geração de energia distribuída (GD) e Itaipu Binacional.

Durante a reunião, o presidente afirmou mais uma vez que a energia solar não sofrerá taxação. “Os consumidores que têm placa fotovoltaica em casa não precisam se preocupar com isso”, afirmou. A exceção, segundo Bolsonaro, serão os casos de “fazendas de geração de energia”, que tem meios próprios para o transporte.

O ministro Bento Albuquerque utilizou a Resolução 482/2015 da Aneel para explicar que o incentivo à geração deste tipo de energia por 25 anos será respeitado. O objetivo é ter uma transição, até 2040, de forma que todos os consumidores sejam beneficiados.

Após a reunião, em entrevista a jornalistas, o presidente afirmou que estão sendo buscados meios de quebrar monopólios e diminuir o preço do combustível e do gás, já que muitas vezes o preço diminui nas refinarias, mas para o consumidor final, o preço não cai.

Itaipu

Também participou da reunião o o Diretor-Geral Brasileiro da Itaipu Binacional, general Joaquim Silva e Luna, esclareceu detalhes sobre o Tratado de Itaipu, que tem uma de suas cláusulas, anexo C, que se encerra após 50 anos e que precisa ser revisto.

Segundo o general, o momento dessa revisão coincidirá com o pagamento do empréstimo, que foi feito para a construção da Usina Hidrelétrica de Itaipu e exigirá maior estudo para a tomada de decisões.

Silva e Luna também destacou o fato do Paraguai não utilizar os 50% que lhe cabe de Itaipu, o que resulta na venda de energia para o Brasil. “O Tratado foi uma vitória da nossa diplomacia e nos une ao Paraguai de uma forma quase permanente” disse o general ao enfatizar a importância da revisão que precisa ser feita.

Com câncer no pulmão aos 23 anos, jovem de MT alerta sobre narguilé: ‘usava aos finais de semana’

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Foi em julho do ano passado, após sentir algumas dores no corpo e perder aproximadamente 12 quilos em menos de um mês, que a tangaraense Nayara Moura, de 23 anos, descobriu que estava com câncer. A suspeita é que seu estado de saúde tenha sido prejudicado pelo uso de narguilé, que a jovem costumava fumar aos finais de semana ou sempre que ia em festas.

Ao Olhar Direto, Nayara explicou que começou a sentir falta de ar, dores das costas, suor noturno. Ela também teria começado a perder peso rápido. Segundo ela, o diagnóstico lhe abalou muito, entretanto, seu medo maior não seria a doença. “Eu era muito vaidosa, só que o meu medo não era da doença, por incrível que, pareça eu tinha muito medo de perder o meu cabelo”.

“Eu nunca fui fumante, eu usava muito o narguilé aos finais de semanas, em festinhas. Sempre tinha, eu sempre estava usando”, lembra. Foi então que surgiram os primeiros sintomas na jovem. “Comecei a ter muitas tosses quando eu usava o narguilé, mas na minha cabeça, nunca que seria ele [narguilé] que estaria me fazendo mal”.

A jovem então fez um raio-x no pulmão. Assim que o médico viu o resultado, ela foi encaminhada rapidamente para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O tumor já media 12 centímetros e o pulmão estaria coberto por uma espécie de massa. “Recebi essa notícia eu tinha 22 anos, hoje estou com 23. Já tem uns oito meses que eu estou nessa luta constante”. Nayara diz que o tratamento com quimioterapia deve prosseguir até março deste ano. Atualmente, ela mora em Dourados (MS).

Nas redes sociais, ela fez uma publicação alertando outras pessoas sobre o uso do narguilé. “Ah se eu pudesse voltar atrás, ah se eu tivesse ouvido os meus pais quando me diziam o quanto o famoso narguilé me faria mal.. ah se eu pudesse… mas eu não posso. Sabe de uma coisa eu não consigo entender, o por que insistimos em coisas que só nos fazem mal”, relata.

“Hoje eu estou lutando para viver por causa disso, e cara na moral, quando você ouvir que o narguilé lhe faz mal e não der a mínima. Lembre-se de mim que sou a prova viva disso. Tenho câncer no pulmão, com apenas 23 anos, por causa de uma fase da minha vida que eu achava que sabia tudo e que tudo era massa .. sabe o que é de fato? É que nunca achamos que vai acontecer com a gente, até acontecer”, alerta.

RETROSPECTIVA BOI 2020: OFERTA RESTRITA E DEMANDA FIRME PODEM SEGUIR SUSTENTANDO PREÇOS EM 2020

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O setor pecuário nacional inicia 2020 com perspectivas de que o mercado siga firme. De acordo com pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, o fundamento vem da baixa oferta de animais para o abate e da possível continuidade da demanda internacional aquecida. Nesse sentido, em 2020, a pecuária nacional vai ter que responder com aumento de produtividade para conseguir atender à crescente demanda por novos lotes para abate.

No geral, o cenário econômico brasileiro é favorável. O Relatório Focus, divulgado pelo Banco Central (BC) no encerramento de dezembro, prevê crescimento de 2,3% da economia brasileira em 2020. Além disso, estimativas indicam inflação controlada e taxa de juros baixa, contexto que pode atrair novos investimentos na produção e estimular a demanda.

Do lado da oferta, a disponibilidade de animais está baixa em todas regiões acompanhadas pelo Cepea. De modo geral, esse cenário é resultado do crescente abate de fêmeas em anos recentes. Além disso, os preços considerados baixos por operadores de mercado entre 2017 e início de 2019 também desestimularam parte dos pecuaristas, o que freou o ritmo de investimentos nos últimos anos. Nesse sentido, os preços do bezerro devem continuar firmes ao longo dos próximos dois anos.

Quanto à procura, pesquisadores do Cepea indicam que a esperada melhora da economia tende a elevar a demanda por carne bovina. Ressalta-se, contudo, que o atual alto patamar dessa proteína pode fazer com que parte dos demandantes migre para proteínas mais competitivas, como a suína e a de frango.

Já no contexto internacional, os persistentes casos de Peste Suína Africada (PSA) na China podem manter o país asiático comprando volumes elevados de carne bovina brasileira. O alto patamar do dólar, por sua vez, deve continuar estimulando frigoríficos exportadores a realizarem novos contratos externos. Ressalta-se que, em novembro de 2019, novas plantas frigoríficas brasileiras foram habilitadas para exportar carne à China e, para 2020, há possibilidade de abertura de novos mercados, como a Indonésia.

Assim, agentes do setor acreditam que os embarques brasileiros de carne bovina sigam acima de 100 mil toneladas por mês, cenário que tem sido verificado desde julho de 2018, conforme dados da Secex.

CUSTOS DE PRODUÇÃO – As perspectivas são de aumento nos custos de produção da pecuária de corte em 2020. O principal motivo é a baixa oferta de animais de reposição e sua consequente valorização – vale lembrar que esse item chega a representar mais da metade dos gastos dentro da fazenda de recria. Somado a isso, os fundamentos atuais indicam sustentação nos preços do milho, que estão mais elevados no mercado domésticos, devido, entre outros fatores, às exportações recordes desse cereal em 2019.

Brasil é o 3º país em que pessoas passam mais tempo em aplicativos

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As pessoas passaram 3 horas e 40 minutos, em média, utilizando aplicativos (também conhecidos como apps) em 2019. O índice é 35% maior do que em 2017. As informações são do principal relatório sobre o tema no mundo, da consultoria App Annie. A edição de 2020 foi divulgada ontem (15).

O Brasil ficou na terceira colocação no ranking dos países em termos de tempo gasto em apps, levemente acima da média, com 3 horas e 45 minutos.

O país foi superado pela China, onde as pessoas mexem com esses programas durante quase 4 horas, e a Indonésia, onde o tempo diário chegou a 4 horas e 40 minutos. Em seguida, vêm a Coreia do Sul (3h40) e Índia (3h30).

Na comparação entre 2019 e 2017, a China obteve a maior ampliação (60%), seguida pela Índia, o Canadá e a França (25%), a Indonésia (20%) e o Brasil, a Alemanha, Coreia do Sul, o Japão e Reino Unido (15%).

No recorte por idade, a chamada geração Z (nascida entre 1997 e 2012) passou 3 horas e 46 minutos por app por mês e teve 150 sessões por mês nos principais aplicativos.

download anual de aplicativos cresceu 45% nos últimos três anos: saiu de 140 bilhões em 2016 para chegar a quase 204 bilhões em 2019.

No Brasil, esse aumento foi de 40%, atingindo cerca de 5 bi no ano passado. Entre as nações, o maior aumento no período foi da Índia: 190%.

Tipos

Os apps de finanças foram acessados 1 trilhão de vezes em 2019, um crescimento de 100% na comparação com 2017. O Brasil também ficou em terceiro no ranking desse tipo de programa, atrás apenas da Índia e da China.

Mas enquanto alguns países já têm a maioria de acessos em carteiras virtuais (China e Coreia do Sul), no Brasil e em outros (como Indonésia, França e Alemanha) as transações digitais são realizadas em sua maioria por apps de bancos. Os apps mais baixados nessa categoria foram Nubank, FGTS, Picpay, Caixa e Mercadopago.

O Brasil seguiu na terceira colocação também no ranking do crescimento em tempo gasto em apps de compras, atrás da Índia e Indonésia.

Entre 2018 e 2019, os brasileiros ampliaram em 32% a sua presença nesse tipo de ferramenta. Os apps mais baixados com essa finalidade foram Mercadolivre, Americanas, Magazine Luiza, AliExpress e Wish.

A colocação foi mantida também no caso dos apps de entrega de comida. O número de sessões nesse tipo de ferramenta entre os usuários daqui foi de 8 bilhões, ficando atrás dos Estados Unidos (10 bi) e da Indonésia (20 bi).

Nas aplicações voltadas ao entretenimento, o Brasil ficou em 7º lugar no ranking de crescimento entre 2018 e 2019, ainda assim com um índice de 32%.

Entre os locais onde o uso desse tipo de app foi maior estão Índia (78%), França (60%) e Japão (58%). Os mais baixados dessa modalidade foram Netflix, Youtube Go, Amazon PrimeVideo, Globoplay e Viki.

Entre as redes sociais, o estudo não divulgou ranking mundial, mas registrou a força do app chinês Tik Tok. A lista de mais baixados no Brasil é formada por Whatsapp, Status Saver, Snapchat, Telegram e Hago.

Investimentos

Já os gastos com aplicativos aumentaram 110%, passando de US$ 55 bilhões para US$ 120 bilhões no mesmo período. Os jogos são responsáveis por 72% do faturamento. A China aumentou 190% nos últimos três anos, chegando a acumular 40% do mercado mundial.

Em 2019, foram gastos US$ 190 bilhões em publicidade em dispositivos móveis. Neste ano, a projeção da consultoria é de que essa movimentação chegue a US$ 240 bilhões.

Internet das Coisas

O documento destaca o papel dos apps no ambiente interconectado que vem sendo chamado de Internet das Coisas. Nos Estados Unidos, os apps mais baixados para esse tipo ecossistema foram os assistentes Alexa e Google Home, o agregador de serviços audiovisuais Roku, o sistema de videogame Xbox, o sistema de segurança doméstica Ring e o aplicativo vinculado a um relógio conectado Fitbit.

Enem libera notas nesta sexta-feira; veja como recuperar senha

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Amanhã (17), os quase 4 milhões de participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 terão acesso às notas que obtiveram na avaliação. Para acessar os resultados é preciso informar, na Página do Participante o CPF e a senha cadastrados na hora da inscrição no exame.

Desde já, os estudantes podem se preparar para conferir as notas. Aqueles que não lembram a senha, podem recuperá-la no próprio sistema. É possível acessar o resultado também pelo aplicativo do Enem.

Para acessar as notas na Página do Participante, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela aplicação do exame, divulgou um passo a passo:

Ao entrar na página, logo aparece a Nanda, uma personagem digital com uma pergunta. Para avançar, é preciso responder ao desafio. Isso é feito para evitar o acesso de robôs.

Em seguida, os estudantes devem informar o CPF e inserir a senha. Caso não se lembrem da senha, basta clicar no link “Esqueci minha senha”, que está logo abaixo do campo de preenchimento.

O sistema vai, então, pedir para o usuário escolher se a senha cadastrada será enviada para o e-mail registrado durante a inscrição ou se quer alterar o e-mail. O sistema dá uma pista para que o participante se lembre de qual e-mail foi cadastrado durante a inscrição.

Caso a opção seja por receber a senha no e-mail cadastrado, basta procurar na caixa de entrada. Se não encontrar, o Inep orienta a verificar a caixa de spam.

Quem não tem mais acesso ao e-mail informado na inscrição ou quiser trocar o endereço do correio eletrônico deverá responder às perguntas solicitadas a respeito dos dados informados na inscrição. Acertando todas as respostas, é só informar o novo e-mail.

O Inep irá, então, enviar a senha para o novo e-mail, e o participante poderá acessar as notas no exame. É possível, inclusive, consultar os resultados de edições passadas, caso o usuário tenha feito o Enem em outros anos.

A senha deve ser guardada em local seguro e de fácil acesso. Ela ainda será usada para a inscrição nos programas federais de acesso ao ensino superior. Na Página do Participante, os candidatos têm acesso ao número de inscrição, também usado para concorrer a vagas no ensino superior.

Nesta sexta-feira (17), os estudantes terão acesso à nota da redação e à pontuação de cada uma das quatro áreas de conhecimento: linguagens, ciências humanas, ciências da natureza e matemática.

Ensino superior

Com os resultados, os estudantes poderão concorrer a vagas no ensino superior público pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), e participar do Fundo de Financiapróximo ›mento Estudantil (Fies).

O primeiro processo que terá as inscrições abertas é o Sisu. Para participar é preciso fazer a inscrição online no período de 21 a 24 de janeiro. As inscrições para o ProUni poderão ser feitas de 28 a 31 de janeiro e, para o Fies, de 5 a 12 de fevereiro.

Além dos programas nacionais, os estudantes podem usar as notas para cursar o ensino superior em Portugal. O Inep tem convênio com mais de 40 instituições portuguesas.

Servidor do INSS é contra uso de militares

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A decisão do governo de recrutar militares da reserva para repor mão de obra no INSS deflagrou uma onda de críticas entre servidores dentro e fora do órgão. Categorias cogitam ir à Justiça contra a medida e defendem que o Executivo contrate de forma temporária servidores do INSS já aposentados, além de fazer novos concursos para reforçar o corpo técnico de forma permanente.

A reação é uma mostra das resistências que serão levantadas à reforma administrativa que a equipe econômica pretende propor para enxugar o tamanho da máquina pública. Os servidores pretendem usar o anúncio do governo como uma admissão pública de que falta mão de obra na administração federal, contrariando o discurso de redução de cargos e limitação de novos concursos.

O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, rechaçou na terça-feira, 14, essa conexão e disse que são “situações completamente distintas”. “Temos convicção de que o Estado brasileiro precisa ser do tamanho que a sociedade pode suportar”, afirmou na entrevista.

Marinho prometeu para esta semana um decreto para abrir caminho à contratação de sete mil militares da reserva, que serão remunerados com um adicional de 30%.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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