back to top
quarta-feira, abril 29, 2026
Início Site Página 2105

Como a ‘MP da grilagem’ pode mudar o mapa de regiões da Amazônia

0

Assinada em 10 de dezembro de 2019, a Medida Provisória 910 permite que terras públicas desmatadas com até 2.500 hectares (o equivalente a 2.500 campos de futebol) se tornem propriedade de quem as ocupou irregularmente, desde que se cumpram alguns requisitos.

Críticos apelidaram a medida de “MP da grilagem” e dizem que premia desmatadores, além de estimular a destruição de novas áreas de floresta.

Já o governo, que chama a iniciativa de “MP da Regularização Fundiária”, diz que ela busca desburocratizar a concessão de títulos a agricultores “que produzem e ocupam terras da União de forma mansa e pacífica”.

O que são terras públicas não destinadas

A Medida Provisória tem como alvo terras públicas não destinadas, áreas que pertencem à União mas ainda não tiveram uma função definida, como, por exemplo, se tornarem parques nacionais ou reservas extrativistas.

A medida vale para todo o Brasil, mas terá maior impacto na Amazônia Legal, região que engloba os nove Estados onde há vegetações amazônicas e que concentra as terras públicas não designadas no país. Segundo o Ministério da Agricultura, na Amazônia, essas áreas somam cerca de 57 milhões de hectares, ou pouco mais do que o território da França.

A medida já entrou em vigor, mas precisa ser aprovada pelo Congresso em até 120 dias para não perder validade. A bancada ruralista apoia a iniciativa e está mobilizada em prol da aprovação.

Fogo na Amazônia

Regularizações sucessivas

De toda a área desmatada na Amazônia entre agosto de 2018 e julho de 2019, 35% são terras públicas não destinadas, segundo uma análise do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam).

A prática de desmatar áreas públicas e fraudar documentos para simular a posse dos terrenos é conhecida como grilagem. O objetivo principal dos grileiros é vender as terras, lucrando com a valorização ocorrida após o desmatamento, uma vez que a área se torne apta para atividades agropecuárias. A pecuária é a atividade preferencial.

A grilagem é apontada como uma das maiores causas do desmatamento na Amazônia. A prática alimenta o mercado ilegal de terras na região, gerando uma corrida incessante por novas áreas de floresta.

Essas áreas são visadas por desmatadores na expectativa de que venham a ser regularizadas futuramente — o que de fato tem acontecido.

Em 2017, o então presidente Michel Temer assinou a Medida Provisória 759, que à época também foi apelidada de “MP da grilagem” por críticos. A iniciativa flexibilizava os critérios para a concessão de áreas públicas na Amazônia ocupadas até 2014. Tanto a MP 910, de Bolsonaro, quanto a MP 759, de Temer, são vistas como atualizações e desdobramentos de uma iniciativa de 2009 do governo Luiz Inácio Lula da Silva, a Medida Provisória 458, que deu origem ao Programa Terra Legal.

Na época, Lula também disse ter como objetivo regularizar posses de pequenos agricultores na Amazônia. No entanto, o livro Dono é quem desmata: conexões entre grilagem e desmatamento no sudoeste paraense, dos pesquisadores Mauricio Torres, Juan Doblas e Daniela Alarcon, apontou outros efeitos da iniciativa. Segundo os autores, embora 90% do público-alvo do programa de fato ocupasse pequenas porções de terra, essas áreas correspondiam a apenas 19% do território coberto pela iniciativa, enquanto 63% das áreas ficariam nas mãos de 5,7% dos requerentes.

Dispensa de vistoria

Entre as condições definidas pela MP 910, de Bolsonaro, para que terras públicas sejam apropriadas por indivíduos estão:

– o reivindicante não pode ter outros imóveis rurais;

– a área deve estar inscrita no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e ser georreferenciada (identificada por coordenadas de satélite);

– não pode haver multas ou embargos ambientais sobre a área, que tampouco pode ser objeto de disputas registradas na Ouvidoria Agrária Nacional;

– o reivindicante deve estar realizando atividades agropecuárias no território;

– o reivindicante não pode manter trabalhadores em condições análogas às de escravos.

A MP define que, para áreas que cumpram os requisitos e tenham até 15 módulos fiscais, o título será concedido sem a necessidade de vistoria.

Módulos fiscais são uma unidade de medida que varia por município. Nos municípios da Amazônia, os módulos fiscais costumam ter entre 70 e 110 hectares.

Em partes da Amazônia, portanto, a MP permitirá a concessão de títulos de áreas com até 1.650 hectares (1.650 campos de futebol) sem vistoria. Antes da MP, a dispensa de vistoria valia para áreas com até quatro módulos fiscais (no máximo 440 hectares).

Especialistas ouvidos pela BBC News Brasil dizem que a dispensa da vistoria pode permitir que grandes áreas desmatadas ilegalmente sejam apossadas por indivíduos.

Isso porque a MP só proíbe a regularização de áreas que tenham sido objeto de multas ou embargos ambientais, e nem todas as violações ambientais são conhecidas e autuadas pelo poder público.

Dizem ainda que, sem vistoria, o governo não terá como checar se a área está realmente livre de trabalho escravo e se o reclamante de fato vive e trabalha no local.

Já o governo afirma que fará “análise dos documentos, cruzamento de dados e checagem com ferramentas” para confirmar se as informações são verídicas. A comprovação da ocupação da área, por exemplo, poderá ser feita com imagens de satélite. Caso a análise aponte discrepâncias, haverá vistoria.

Operação do Ibama

Comunidades tradicionais

Para Juliana Batista, advogada do Instituto Socioambiental, há ainda o risco de que indivíduos se apossem de áreas reivindicadas por comunidades tradicionais nos casos em que as demandas dos grupos não estejam registradas na Ouvidoria Agrária Nacional.

“A partir do momento em que o governo começa a regularizar terras sem considerar outras demandas, isso vai gerar um conflito enorme”, ela afirma à BBC News Brasil.

Já o governo afirma que áreas “tradicionalmente ocupadas” por indígenas, quilombolas ou outras comunidades tradicionais não serão passíveis de concessão — embora não diga o que ocorrerá nos casos de áreas reclamadas pelos grupos mas ainda não demarcadas nem em processo de demarcação.

Centenas de comunidades tradicionais brasileiras ainda aguardam o início do processo de regularização de suas terras. É o caso dos quilombolas: cerca de 2,6 mil comunidades já foram reconhecidas como quilombolas, mas apenas 1,7 mil tiveram seus processos de titulação de terra iniciados ou concluídos.

Prêmio para grileiros

Para Paulo Moutinho, doutor em Ecologia e pesquisador do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), a medida de Bolsonaro premia quem desmatou com o intuito de lucrar com a venda das terras.

“Certamente há muitos pequenos produtores na Amazônia passíveis de regularização, mas há um contingente substancial de gente que grilou a terra e vai obter benefício do governo”, ele diz à BBC News Brasil.

Moutinho cita o tamanho limite das áreas passíveis de regularização, 2.500 hectares, o que configura uma grande propriedade rural em qualquer ponto do Brasil na classificação do Incra.

Ele diz que, para derrubar e limpar um hectare de floresta, são necessários R$ 1,2 mil. Portanto, donos de áreas com 2.500 hectares na Amazônia que queiram desmatar 20% do território — limite definido pelo Código Florestal — terão de desembolsar R$ 600 mil, quantia da qual pequenos proprietários não costumam dispor.

Moutinho diz que grande parte das áreas desmatadas na Amazônia hoje se destina à “especulação”: os responsáveis contratam pessoas para desmatá-las sem ter a pretensão de ocupá-las, mas sim de vendê-las para outros. “É uma lucratividade astronômica”, afirma.

Já o Ministério da Agricultura afirma que a MP se destina “àqueles que produzem e ocupam a terra de forma mansa e pacífica há muitos anos e podem comprovar sua permanência e trabalho no local”.

O governo estima que há cerca de 160 mil estabelecimentos rurais a serem regularizados na Amazônia Legal. “Desde a criação do Incra, há 50 anos, foram implantados 9.469 assentamentos para 974.073 famílias. Desde então, apenas 5% dos assentamentos foram consolidados e só 6% das famílias receberam seus títulos da terra”, diz o ministério.

“Ao identificar quem está na terra, a MP permitirá maior controle, monitoramento e fiscalização das áreas. Os que não atenderem às regras previstas sofrerão as sanções legais”, segue o órgão.

O ministério cita um dispositivo da MP que define um prazo entre três e dez anos para a venda de áreas regularizadas. “Foram criados, assim, obstáculos às tentativas de grilagem”, afirma a pasta.

O ministério também rejeita o argumento de que a MP estimulará o desmatamento de novas áreas por alimentar expectativas de regularizações futuras.

“A MP traz maior rigidez quanto à regularidade ambiental, colocando o interessado como um parceiro na preservação do meio ambiente. Ele terá que se comprometer a aderir ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) e cumprir o que estabelece o Código Florestal Brasileiro. Ou seja, em determinadas regiões, como na Amazônia Legal, terá que preservar 80% de sua propriedade”, diz o órgão.

Desmatamento na bacia do Xingu

Perda de patrimônio

Outra crítica à MP diz respeito à perda de patrimônio público com as concessões dos títulos.

Para se apossar de áreas públicas desmatadas até 5 de maio de 2014, os reclamantes devem pagar entre 10% a 50% da tabela de preços do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária).

Já quem desmatou entre maio de 2014 e dezembro de 2018 deve pagar 100% do valor de tabela do Incra — que, ainda assim, é menos da metade do valor de mercado, diz a advogada Brenda Brito, da ONG Imazon.

Em junho de 2019, Brito publicou um artigo na revista científica Environmental Research Letters no qual mediu possíveis efeitos da lei 13.465, de 2017, que também versou sobre a ocupação de terras públicas e se baseou na MP 759, de Michel Temer.

Brito calculou quanto dinheiro o governo deixaria de arrecadar se os descontos fossem aplicados à venda de todas as áreas públicas não destinadas que poderão ser privatizadas — áreas que, segundo a Câmara Técnica de Destinação e Regularização de Terras Públicas Federais na Amazônia Legal, somam 19,6 milhões de hectares, o equivalente ao Estado do Paraná.

Segundo o estudo, a perda em receitas potenciais seria de até R$ 120,3 bilhões — 43 vezes o orçamento aprovado para o Ministério do Meio Ambiente em 2019.

Brito diz que, como a MP de Bolsonaro manteve os percentuais de desconto, o cálculo segue válido.

Pesquisadores se unem para melhoria do tratamento de chikungunya

0
Boy and vaccine syringe

Pesquisadores e autoridades em saúde pública, inclusive do Ministério da Saúde, se reuniram nesta semana para compartilhar e aprofundar os conhecimentos sobre a ocorrência da doença chikungunya no Brasil. A reunião ocorreu durante o Encontro de Investigadores da Rede de Pesquisa Clínica Aplicada a Chikungunya (Replick), promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), no Rio de Janeiro (RJ), entre os dias 8, 9 e 10 de janeiro. O objetivo foi prover evidências de qualidade para guiar estratégias e políticas de atenção à saúde para a doença em todo território nacional.

A infecção pelo chikungunya, um dos vírus transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti, impõe muitos desafios ao sistema de saúde, como a sobrecarga dos serviços de saúde. Essa é uma doença relativamente nova já que os primeiros casos no país foram registrados em 2014. A doença apresenta elevado número de pacientes com dor persistente e incapacitantes nas articulações e pouco conhecimento dos fatores relacionados ao óbito. Por isso, o foco do encontro foi apresentar os avanços no conhecimento sobre o tema e as propostas para melhor a condução e o tratamento dos casos, com a perspectiva de reduzir o sofrimento da população afetada.

“Nessa gestão temos buscado investir em projetos de pesquisa estruturantes e inovadores para a saúde do Brasil. Em 2019, o Ministério da Saúde fez o maior investimento em pesquisas para doenças negligenciadas.  A Rede Replick também faz parte dessas iniciativas e tem por objetivos buscar as melhores repostas, a partir de evidências científicas, para o tratamento e acompanhamento dos pacientes com chikungunya”, destacou o secretário substituto da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Júlio Croda, durante a abertura do evento.

A Rede Replick é um consórcio de estudos clínicos aplicados à chikungunya que envolve 11 centros de pesquisa de nove estados brasileiros (RJ, BA, MS, SP, CE, PE, PR, AM e RR). A Rede é coordenada pela Fiocruz, no Rio de Janeiro, e conta com o apoio do Ministério da Saúde, por meio das Secretárias de Vigilância em Saúde (SVS) e de Ciência Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE).

INVESTIMENTO EM PESQUISAS

Em julho de 2019, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, anunciou três chamadas públicas de pesquisa em doenças transmissíveis e negligenciadas, no valor total de R$ 50 milhões. Esse foi o maior investimento já feito pela pasta nesta temática em um mesmo ano. Foram investidos R$ 24 milhões para pesquisas sobre doenças transmissíveis e negligenciadas; R$ 10 milhões exclusivamente para pesquisas sobre malária; e R$ 16 milhões para estudos destinados à tuberculose.

Além desses recursos, em novembro, o Ministério da Saúde lançou edital US$ 20 milhões, em parceria com a com a Unitaid, para financiar pesquisas em doença de Chagas. Para a Rede Replick foram investidos 9,5 milhões para a pesquisa e 1,8 milhão para estruturação do Biobanco.

SOBRE A CHIKUNGUNYA

Desde a sua introdução, no ano de 2014, os casos e óbitos da doença se concentraram na região Nordeste, com destaque para o Ceará, em 2017. Em 2018 e 2019, os casos se concentraram no estado do Rio de Janeiro e, pela primeira vez, uma epidemia importante foi registrada na região sudeste do país.

Os sintomas da infecção por Chikungunya começam com febre, dor de cabeça, mal-estar, dores pelo corpo e muita dor nas juntas (joelhos, cotovelos, tornozelos, etc), em geral, dos dois lados, podendo também apresentar, em alguns casos, manchas vermelhas ou bolhas pelo corpo. O quadro agudo dura até 15 dias e cura espontaneamente. Algumas pessoas podem desenvolver um quadro pós-agudo e crônico com dores nas juntas que duram meses ou anos.

Em 2019, até 18 de dezembro, foram registrados 130,8 mil casos de chikungunya no país, com uma incidência de 62,3 casos/100 mil hab. Em 2018, foram 84,2 mil casos – uma redução de 55%.

Gasolina fica 0,45% mais cara em uma semana em Porto Velho; já etanol aumenta 1,4%

0

Os preços dos combustíveis subiram nos postos de Porto Velho. Uma pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP), divulgada no fim de semana, aponta que o valor médio da gasolina subiu 0,45% em uma semana, saindo de R$ 4,35 para R$ 4,37.

Já o preço médio do litro do diesel saltou de R$ 3,91 para R$ 3,93, o que representa um aumento de 0,51% para o consumidor.

O etanol foi quem teve o maior aumento na bomba em um período de sete dias: o preço médio avançou de R$ 3,57 para R$ 3,62, isto é, um aumento de 1,4%.

Alerta de perigo potencial de chuvas segue em Rondônia

0

Os 52 municípios municípios de Rondônia seguem em alerta de perigo potencial de chuvas nesta segunda-feira (13), informou o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

O alerta laranja de chuvas intensas começou às 11h30 de domingo (12) e, segundo o Inmet, há risco de chuva entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, além de ventos intensos (60-100 km/h).

Neste período de alerta pode haver corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

O Inmet recomenda aos moradores das cidades sob alerta que evitem enfrentar o mau tempo, observem alteração nas encostas e evitem usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Quem quiser mais informações, basta ligar para Defesa Civil no telefone 199 ou para o Corpo de Bombeiros pelo 193.

Veja as cidades com alerta laranja para risco potencial de chuva:

  1. Alta Floresta d’Oeste
  2. Alto Alegre do Parecis
  3. Alto Paraíso
  4. Alvorada d’Oeste
  5. Ariquemes
  6. Buritis
  7. Cabixi
  8. Cacaulândia
  9. Cacoal
  10. Campo Novo de Rondônia
  11. Candeias do Jamari
  12. Castanheiras
  13. Cerejeiras
  14. Chupinguaia
  15. Colorado do Oeste
  16. Corumbiara
  17. Costa Marques
  18. Cujubim
  19. Espigão d’Oeste
  20. Governador Jorge Teixeira
  21. Guajará-Mirim
  22. Jamari
  23. Jaru
  24. Ji-Paraná
  25. Machadinho d’Oeste
  26. Ministro Andreazza
  27. Mirante da Serra
  28. Monte Negro
  29. Nova Brasilândia d’Oeste
  30. Nova Mamoré
  31. Nova União
  32. Novo Horizonte do Oeste
  33. Ouro Preto do Oeste
  34. Parecis
  35. Pimenta Bueno
  36. Pimenteiras do Oeste
  37. Porto Velho
  38. Presidente Médici
  39. Primavera de Rondônia
  40. Rio Crespo
  41. Rolim de Moura
  42. Santa Luzia d’Oeste
  43. São Felipe d’Oeste
  44. São Francisco do Guaporé
  45. São Miguel do Guaporé
  46. Seringueiras
  47. Teixeirópolis
  48. Theobroma
  49. Urupá
  50. Vale do Anari
  51. Vale do Paraíso
  52. Vilhena

“TRAMPO RÁPIDO” | Prefeitura cria projeto para fornecer mão de obra temporária

0

A Prefeitura de Porto Velho, com objetivo de expandir suas ações em 2020, visando a geração de emprego e renda, lançará nos próximos dias o projeto “Trampo Rápido”. Conforme orientação do prefeito Hildon Chaves, o projeto será implantado por meio de parceria entre o Sine Municipal (Semdestur) e Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semasf), com objetivo de fornecer mão de obra temporária.

O subsecretário municipal de desenvolvimento socioeconômico e turismo (Semdestur), Euzébio Lopes, explica que a iniciativa visa atender a demanda de empresas públicas e privadas dos mais diversos segmentos, além das pessoas da comunidade que necessitarem de mão de obra temporária, entregando serviços de alto padrão de qualidade a população.

A Semasf por sua vez, em busca dos melhores profissionais, já está cadastrando prestadores de serviços, inclusive os estrangeiros em situação de desemprego, que prestam pequenos serviços em modalidade de diárias, visando oferecer soluções pensadas para atender às necessidades do mercado, garantindo ao público a segurança do retorno de seus investimentos.

Para Euzebio Lopes, “Trampo Rápido é uma ferramenta que visa encurtar a distância entre o trabalhador em situação de desemprego e aquela pessoa ou empresa que está em busca de serviços rápidos ou pequenos reparos”, acrescentou.

COMEMORAÇÃO | Aniversário de 105 anos de Porto Velho contará com Mercado Cultural renovado

0

Uma programação especial, com apresentações de artistas locais foi preparada para homenagear os 105 anos de instalação de Porto Velho, onde a festa acontecerá no Mercado Cultural a partir das 18h do dia 24/01.

Já confirmaram presença na festa os artistas Caribé, Iná e o percussionista Carlos Pial

“Este ano optamos por um evento mais intimista com os artistas da capital, visando homenagear o município com três shows especiais”, disse o presidente

Junto com a comemoração de aniversário de instalação do município será apresentada a nova reforma que o Mercado Cultural recebeu nos últimos meses.

O espaço histórico e marco das manifestações culturais da capital, agora pode oferecer ao público maior conforto e uma gama de serviços. Na reforma foram priorizadas a mudança de toda a fiação elétrica, a troca do telhado antigo por um novo e a pintura de todo o espaço, além dos serviços de revitalização dos banheiros.

O espaço que foi todo renovado contará com climatização, restaurante, choperia e outras lojas, estando pronto para receber toda a programação cultural que será realizada durante o ano, como o Tacacá Musical, rodas de samba e outros eventos.

AGRONEGÓCIO | Semagric intensifica programa Pró Café 2020 com mudas clonais

0

O programa Pró-Café implantado pela administração Hildon Chaves e gerenciado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, não diminuiu ritmo de atividade nos primeiros dias de 2020, quando 100 mil mudas de café clonal foram distribuídos até o dia 10 de janeiro, atendendo nove produtores qualificados no distrito de Rio Pardo.

No total, 45 produtores já foram contemplados pelo Pró-Café no distrito, que tem forte vocação e solo propício para a cultura.

O café clonal é precoce e a primeira colheita pode ser feita 180 dias após o plantio, mas aos 30 meses, desde que tenha recebido tratos adequados, pode atingir uma produção de 60 sacas por hectares.

“Nesse ano nós vamos continuar investindo no incentivo ao plantio do café clonal, inclusive expandindo a área de atuação e o volume de recursos aplicados”, disse o secretário Luiz Cláudio da Agricultura, afirmando que é determinação do prefeito Hildon Chaves a consolidação de Porto Velho e seus distritos como fortes produtores de café de alta qualidade.

Hospital Infantil Cosme e Damião realizou mais de 70 mil atendimentos em 2019

0

O Hospital Infantil Cosme e Damião (HICD), em Porto Velho, referência no tratamento de alta complexidade em Rondônia, realizou 74.870 atendimentos no ano de 2019, sendo que destes atendimentos foram 69.578 consultas e 5.291 internações, houve um aumento se comparado ao ano anterior, que foi de 69.200.

Dentre vários atendimentos de alta complexidade que são realizados no HICD, foram registrados dois casos de crianças vítimas de arma de fogo, sendo uma do interior do Estado; 88 abusos sexuais; 17 agressão físicas; 53 negligências; 13 crianças que tiveram traumas graves, que sofreram acidentes automobilísticos e uma vítima de violência domestica.

“Os traumas são diversos e é com muita tristeza que registramos esses casos de violência doméstica, tivemos um óbito de uma criança de apenas nove meses. É importante ressaltar, também, que essas crianças que sofrem traumas graves recebem os primeiros atendimentos no Pronto Socorro João Paulo II. A unidade está preparada para receber esses pacientes, independente de ser criança ou não, com uma equipe completa 24h. Após esse atendimento inicial, crianças de até 12 anos, são encaminhadas para a unidade infantil para darmos continuidade ao tratamento”, destacou Daniel Pires, pediatra e diretor adjunto do HICD.

De acordo a com direção da unidade, as doenças com mais incidência são as prevalentes da infância, como: as respiratórias, trato gastrointestinal, o que houve uma diminuição segundo o pediatra, por conta da vacina. “A pneumonia e as infecções respiratórias, associada à asma, bronquite, ainda representam parte da internação pediátrica na unidade”, disse o pediatra.

De acordo com o diretor da unidade, Sergio Pereira, a demanda de crianças atendidas no ambulatório ainda é alta. “A cobertura da estratégia da família ainda é falha, o que reflete dentro do Cosme e Damião. Nossa média de atendimento é de 240 crianças por dia, e cerca de 90%, são consultas ambulatoriais, crianças com sintomas simples, como resfriado, diarreia leve, onde poderiam ser atendidas nas Unidades Básicas de Saúde. Esses atendimentos aumentam nossas estatísticas, por isso continuamos pedindo para que os pais procurem as UBS antes de levar a criança para o HICD, nosso hospital é para atender casos graves”, enfatizou.

PREVENÇÃO | Período de férias requer atenção e cautela no trânsito, alerta BPTran

0

Após as festas de fim de ano, muita gente aproveita para sair de férias, viajar, visitar familiares e pegar a estrada. “Nesse período é até comum diminuir o fluxo de veículos nas cidades, mas mesmo assim é preciso redobrar a atenção e ter ainda mais cautela”, ressalta o comandante geral do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), major Luís Carlos Garibaldi.

“O mês de janeiro é sempre mais calmo, mas em contra partida os acidentes são ainda mais graves. Muita gente viaja nesta época, e por verem a pouca movimentação de veículos, acabam cometendo infrações, o que resulta em desfechos lamentáveis”, alertou o major.

Em 2019, cerca de 193 operações da Lei Seca foram realizadas na capital, e 1.105 pessoas foram presas. Ele explica que os índices, embora tenham diminuído ao longo dos anos,  mostram como a combinação álcool e direção ainda estão presentes na cultura do portovelhense.

E para conter as imprudências, a BPTran tem feito trabalhos educativos, em parceria com outros órgãos, a fim de orientar passageiros e condutores sobre os cuidados com passeios e viagens, principalmente se for pegar a estrada.

EVITANDO ACIDENTES: PREVENÇÃO

Segundo o major, não há segredos ou fórmula mágica para evitar os acidentes, a prevenção é o único caminho. “Nós orientamos àqueles que pretendem viajar, que façam uma revisão do veículo, verificando a funcionalidade, principalmente os freios para garantir maior segurança.

É importante, também, não esquecer-se da documentação do motorista e do veículo, bem como o uso do cinto de segurança. No caso das crianças menores, é imprescindível o uso da cadeirinha de bebê. O clima também deve ser levado em consideração.

PLANEJAMENTO

Antes de iniciar a viagem é bom observar com antecedência o trajeto, verificar se houve mudanças, obras inacabadas e até possíveis obstáculos na via, conhecer nunca é demais. Verificar a quantidade de combustível necessária, e, em casos de longos trajetos, verificar locais para acomodação. 

PEGANDO A ESTRADA

As regras, segundo o comandante, continuam as mesmas, embora o fluxo de carros e motos tenha diminuído. “É sempre importante respeitar a velocidade permitida da via, não fazer ultrapassagens ou manobras perigosas, estar atento à sinalização do trânsito, curvas da pista e manter os faróis acesos tanto de dia quanto de noite, item obrigatório como determina a lei. Seguindo essas orientações é possível viajar com segurança”, avaliou o comandante.

sabatina de jorge messias

Messias passa por sabatina decisiva para vaga no Supremo

0
Votação secreta no Senado amplia tensão política e pode definir nova vaga no Supremo nesta quarta-feira.
Sala de cirurgia robótica do Hospital Samar com plataforma Toumai em Rondônia

Rede Hospitalar Samar realiza as primeiras cirurgias robóticas de Rondônia

0
Tecnologia Toumai amplia atendimento de alta complexidade e reduz necessidade de deslocamento para grandes centros
Cadastro de condenados por violência contra a mulher sendo monitorado em sistema no Brasil

Senado aprova cadastro nacional de condenados por violência contra mulher

0
Banco nacional deve integrar dados policiais e reforçar o rastreamento de condenados por crimes contra mulheres.
desmatamento na Amazônia

Amazônia reduz desmatamento em 17%, mas alta em março acende alerta

0
Avanço ambiental ganha força, mas alta recente mantém alerta sobre fiscalização e proteção da floresta..
multas do free flow

Governo suspende multas do free flow e amplia prazo

0
Motoristas ganham prazo para quitar tarifas pendentes sem penalidade durante adaptação do pedágio eletrônico.